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FOSFORILAÇÃO OXIDATIVA Reações de transferência de elétrons ▪Fosforilação oxidativa ▪ Fosforilação do ADP em ATP acoplado ao transporte de elétrons do NADH e FADH2 para o O2 ▪ O transporte de elétrons é realizado por enzimas e uma série de carreadores de elétrons localizados na membrana mitocondrial interna ▪Fosforilação ao nível do substrato? Anatomia bioquímica de uma mitocôndria ▪ Teoria quimiosmótica de Mitchell Hipótese de Mitchell 1ª idéia: Os prótons são bombeados pela membrana interna 2ª idéia: A síntese de ATP é dirigida por fluxo reverso de prótons dirigido por um gradiente eletroquímico 3ª idéia: Transporte de componentes essenciais mediado por proteínas carreadoras 4ª idéia: A membrana mitocondrial interna é impermeável à ânions e cátions Espaço intermembranas Teoria quiomiosmótica aplicada à mitocondria Carreadores universais de elétrons ▪Carreadores de elétrons ▪NAD ▪Flavoproteínas (FAD) ▪Quinona hidrofóbica (Ubiquinona/CoenzimaQ) ▪Citocromos (Fe) ▪Proteínas Fe-S ▪Quinona ▪Carreadores de elétrons ▪Citocromos ▪Carreadores de elétrons ▪Centros Fe-S ▪2Fe2S ▪4Fe4S ▪2Fe2S de uma cianobactéria ▪Potenciais de redução na cadeia transportadora Uso de inibidores pode ajudar a decifrar a ordem em que as coenzimas são oxidadas e reduzidas ▪Componentes protéicos da cadeia transportadora ▪Separação dos complexos da cadeia respiratória Complexo I (NADH Coenzima Q oxidorredutase) Reação: NADH + CoQ (oxidada) NAD+ + CoQ (reduzida) Δεº’= 0,360V | ΔGº’= -69,5 kJ.mol-1 A transferência de elétrons do NADH para a ubiquinona Reação: FADH2 + CoQ (oxidada) FAD + CoQ (reduzida) Δεº’= 0,085V | ΔGº’= -16,4 kJ.mol-1 Complexo II (Succinato desidrogenase Coenzima Q oxidorredutase) Espaço intermembranas Teoria quiomiosmótica aplicada à mitocondria Reações de transferência de elétrons para a ubiquinona Transferência de elétrons para a Coenzima Q a partir de diferentes fontes Complexo III (Coenzima Q Citocromo c oxidorredutase) CoQ (red.) + 2 citocromos c (oxi.) CoQ (oxi.) + 2 citocromos c (red.) Δεº’= 0,190V | ΔGº’= -36,7 kJ.mol-1 Complexo III (Coenzima Q Citocromo c oxidorredutase) CoQ (red.) + 2 citocromos c (oxi.) CoQ (oxi.) + 2 citocromos c (red.) Δεº’= 0,190V | ΔGº’= -36,7 kJ.mol-1 Complexo IV (Citocromo c oxidase) 4 citocromos c2+(red.) 4 citocromos c3+(oxi.) + 2H2O Δεº’= 0,580V | ΔGº’= -112 kJ.mol-1 Modelo Quimiosmótico Espaço Intermembranas Succinato Fumarato Matriz Potencial Químico ΔpH (interior alcalino) Potencial Elétrico ΔΨ (interior negativo) Sintese de ATP inpulsionada pela força motriz dos prótonsalino) Espaço intermembranas Produção de ATP através do fluxo de elétrons e potencial eletroquímico Acoplamento da transferência de elétrons com a síntese de ATP CN- inibe transporte de elétrons para O2 Venturicidina: inibição da ATP sintase DNP: desacoplador Desaclopadores da cadeia transportadora O gradiente de prótons e a síntese de ATP: gradiente eletroquímico artificial impulsiona a síntese de ATP na ausência de substrato oxidável A F0F1 ATP sintase F1 F0 F0 A F0F1 ATP sintase F1: canal de prótons Micrografia eletrônica de F1 mitocondrial. A produção de ATP é catalisada ΔG’0 ~ 0 ✓Complexos não energizados ✓F1 purificada ✓Equilíbrio explicado pela alta afinidade ao ATP. ATPsintase estabiliza ATP em relação ao ADP + Pi, liberando energia que balanceia o custo de sintetizar ATP A F0F1 ATP sintase: reação de hidrólise e síntese de ATP em equilíbrio A F0F1 ATP sintase ✓Movimento de prótons: necessário à liberação do ATP da ATP sintase FIGURA 14.53Evidência experimental da rotação das subunidades e c. Domínio F1 é ligado a uma lamínula coberta com níquel por resíduos de histidina geneticamente engenheirados na extremidade N-terminal das subunidades α. Biotina, covalentemente ligada a subunidades c, liga-se muito fortemente à proteína streptavidina, que é covalentemente ligada a um filamento de actina contendo uma sonda fluorescente. Adição de ATP, que é hidrolisado pela ATPase de F1, causa rotação do filamento de actina em uma direção, contanto que a subunidade c de F0 gire. Experimentos anteriores nos quais o filamento de actina foi ligado à subunidade γ forneceram evidências de que a subunidade γ também pode girar. Presumivelmente, ambas as subunidades γ e c giram como uma unidade.Redesenhado de Sambongi, Y., Iko, Y., Tanabe, M., Omote, H., et al. Science 286:1722, 1999. ✓Dedução experimental do giro da ATP sintase Produção de ATP a partir da oxidação completa da glicose Força próton-motriz energiza transporte ativo ATP sintase e suas translocases: ATP sintassomo Transporte indireto de NADH citosólico ✓Membrana mitocondrial interna não possui transportador: ✓Transporte indireto: lançadeiras Lançadeira Malato- Aspartato Lançadeira Glicerol 3-P: músculo esquelético e cérebro Transporte indireto de NADH citosólico FORMAÇÃO DE CALOR (tecido adiposo marron) UCP ✓ Termogenina (UCP): principal produtora de calor em mamíferos. ✓ A energia derivada do transporte de elétrons é liberada como calor. ✓ Animais que hibernam, recém-nacidos Regulação fosforilação oxidativa ✓Disponibilidade de ADP (medida do estado energético da célula) ✓Regulação se coordena com o metabolismo energético como um todo Produção e eliminação de radicais superóxidos na mitocôndria