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Relatório Prática 4- Pedro Vinícius, Rafael Stutz e Vinícius El Khalili

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3.17 2.55 0.637
2.99 3.00 0.750
2.66 3.75 0.937
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Figura 4: Caption
9
Figura 5: Caption
Como os pontos do marcador esta˜o em vermelho, para a reta padra˜o, obtive´mos a seguinte
equac¸a˜o: log(MM) = −2.19Rf + 4.63. Com isso, fomos capazes de, usando as bandas descritas
abaixo e apresentadas por trac¸os vermelhos na imagem do gel e em azul no gra´fico, encontrar
valores para os componentes separados da case´ına.
Banda Rf MM(kDa)
1 0.275 53.13
2 0.575 29.10
3 0.837 16.37
Comparando com os dados da literatura, nossa eletroforese resultou em, provavelmente, Soroal-
bumina(MM = 66 kDa), alfa1-case´ına(MM = 23 kDa) e alfa-lactoglobulina(MM= 14.17 kDa). Por
mais que a soroalbumina na˜o fosse esperada, conseguimos obter a alfa1-case´ına e na˜o a alfa2 ou
beta, comprovando a sua maior quantidade na soluc¸a˜o analisada
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Figura 6: Caption
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4 Questo˜es
1)Esta e´ a reac¸a˜o da formac¸a˜o da colorac¸a˜o amarela entre a soluc¸a˜o de molibdato de amoˆnio com
o fosfato. Ela ocorre na presenc¸a de , pois e´ necessa´rio um meio a´cido, sendo que o precipitado
amarelo cristalino e´ o fosfomolibdato de amoˆnio produzido pela reac¸a˜o. Ale´m disso, empregamos na
equac¸a˜o o molibdato de amoˆnio e na˜o sua fo´rmula comercial (paramolibdato de amoˆnio) por uma
questa˜o de simplicidade, o que na˜o implica em um erro, pois os ı´ons da equac¸a˜o esta˜o presentes nas
condic¸o˜es experimentais da reac¸a˜o.
2)O biureto e´ um reagente composto por hidro´xido de so´dio e sulfato de cobre que pode ser
usado para detectar a presenc¸a de ligac¸o˜es pept´ıdicas. A reac¸a˜o dos ı´ons cu´pricos com os a´tomos
de nitrogeˆnio das ligac¸o˜es pept´ıdicas acarreta o deslocamento dos a´tomos de hidrogeˆnio (ocorre em
meio alcalino) e isso gera uma mudanc¸a de colorac¸a˜o caracter´ıstica (o biureto e´ um reagente azul,
mas ao reagir com a prote´ına, o meio se torna violeta).
3 e 4)Na˜o conseguimos obter o rendimento da case´ına, pois mesmo com o teste do fosfato re-
sultando em negativo, na˜o houve sedimentac¸a˜o apo´s a ultima lavagem, impossibilitando a filtrac¸a˜o.
5)Outra te´cnica que pode ser aplicada para determinar a massa molecular da case´ına e´ o da cro-
matografia de exclusa˜o. Nela ha´ um volume de eluic¸a˜o da prote´ına que e´ determinado a partir
de seu tamanho. Diferentemente da eletroforese em gel, as prote´ınas que levam um tempo maior
para migrar sa˜o as de menor massa molecular nesse tipo de te´cnica. Ademais, pode-se determinar
a massa molecular da case´ına com espectrometria de massas, que utiliza me´todos de ionizac¸o˜es
brandas.
6)
5 Bibliografia
Apostila de Pra´ticas de Bioqu´ımica- IQSC- USP Lehiningher - Princ´ıpios de Bioqu´ımica
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