Prévia do material em texto
* Leishmaniose BARBOSA, Aline Sarah.; OLIVEIRA, Bianca Mariele.; PIMENTEL, Karen Aline S.; RODRIGUES, Marcia.; RABELO, Jeinyfer Santos; ASSIS, Rayanne C. Souza; SILVA, Joacyr K. F. Oliveira; BARBOSA, Elizete Mendes Epidemiologia Transmissão Patogenia Vetor Ciclo Vetor A LTA tem sido descrita em quase todos os países americanos, do sul dos Estados Unidos ao norte da Argentina, com exceção do Uruguai e do Chile. No Brasil, tem caráter endêmico e já é encontrada em todos os estados. A LTA é uma zoonose de animais silvestres que atinge o homem quando entra em contato com focos zoonóticos, áreas de desmatação, extrativismo. Houve mudança no perfil dos pacientes afetados; inicialmente, eram adultos jovens do sexo masculino e passaram a ser pessoas de todas as idades e sexos. A literatura já traz vários casos de LTA associados à aids. Gênero: Lutzomyia Espécies: L. intermedia L. whitmani L. migonei L. flaviscutellata L. complexa L. fischeri L. ayrozai Inicio de infecção das promastiglotas inoculação na derme durante o repasto sanguíneo; Papel de desempenhar identificação e destruição de corpos estranhos; Reprodução binária sucessivas;Lesão composta por linfócitos e de macrófagos na derme. Formas amastigotas-Tipicamente esféricas ovoides ou esféricas de tamanho 1,5,3,0*3,0-6,5 mm. Formas Promastigotas-formas alongadas detectadas em regiões anterior emerge flagelo livre de tamanho 16,0-4,0* 1,5-3,0 mm. Formas paramastigotas-formas ovais ou arredondadas com cinetoplasto margeando o núcleo ou posterior a este um pequeno flagelo livre varia de 5,0-10,* 4,0 -6,0 mm encontratado no trato digestivo do vetor pelo flagelo através de hemidesmossomas Promastigogotas e Paramastigotas – Hospedeiro invertebrados. Agentes Etiológicos Gênero: Leishmania Subgênero: Viannia e Leishmania Espécies dermotrópicas em humanos: L. (V.) braziliensis L. (V.) guyanensis L. (L.) amazonensis L. (V.) lainsoni L. (V.) naiffi L. (V.) lindenberg L. (V.) shawi Habitat Amastigotas – Hospedeiros vertebrados. Promastigogotas e Paramastigotas – Hospedeiro invertebrados. hospedeiro: O homem, em cães e raposas. Morfologia -Uso de repelente quando estiver em ambiente de mata, -Destinar adequadamente o lixo, -Evitar banho de rio próximo de matas, -Evitar animais domésticos com feridas características, -Uso de determinadas telas e mosquiteiros pode não ser eficaz em face do tamanho diminuto do vetor. -Controle de reservatórios. Palha (e tatuquira)entre outros. Ao exercer o hematofagismo a fêmea corta com suas mandíbulas o tecido subcutâneo logo abaixo da epiderme ocorre pela picada do inseto flebotomíneos pertencendo ao gênero lutzomtia conhecidos no Brasil por Birigui, mosquito verme. PERIODO DE INCUBAÇÃO: Pode variar de 2 semanas a 12 meses, com média de 2 a 3 meses. Profilaxia Diagnostico Exame parasitológico direto, através de exame do raspado da borda da lesão, ou “in-print” feito com o fragmento da biópsia; histopatológia, intradermorreação, reação de Montenegro-IRM. Sorologia pode ser útil. tânea: Úlceras traumáticas, piodermites, úlceras vasculares, úlcera tropical, paracoccidioidomicose, esporotricose, cromomicose, neoplasias cutâneas, sífilis e tuberculose cutânea Forma Mucosa: Hanseníase virchowiana, paracoccidioidomicose, sífilis terciária, neoplasias Tratamento Antimoniato de N-metil-glucamina Anfotericina B Pentamidina Bibliografia Neves,David Pereira,Melo,Alan Lane parasitologia Humana 12ª edição Biblioteca –Biomédica Editora ATHENEU. São Paulo ,RJ,BH 2012.