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"E depois / à sedutora persuasão das ameaças / pela décima segunda vez humildemente / penso: Não sou luso-ultramarino / SOU MOÇAMBICANO!" (José Craveirinha) Os versos acima, no contexto de Moçambique, revelam:
Uma expressão do movimento de Negritude.
A confirmação da condição de assimilado do autor.
Uma declaração de que o projeto colonial "luso-ultramarino" não conseguiu se impor em Moçambique.
Uma expressão do movimento conhecido como "moçambicanidade".
O compromisso do autor com a luta armada pela liberdade de Moçambique.

Em meados do século XX, uma nova atitude política determinou os rumos de Moçambique. Assinale-a.
O intercâmbio cultural com povos europeus.
A fuga em massa dos moçambicanos do território colonizado.
A aceitação da miscigenação entre portugueses e moçambicanos.
A consciência da violência e das injustiças sofridas desde a chegada dos colonizadores.
A expulsão dos colonizadores do território moçambicano.

A crônica ¿Escrevências desinventosas¿, que compõe o livro Cronicando (1991), de Mia Couto, tem como proposta estética:
reinventar a língua moçambicana a partir de um vocabulário genesíaco e primitivo.
denunciar a imposição da língua portuguesa, o que gerou muita violência.
mostrar que o povo moçambicano, em sua maioria, é analfabeto.
retomar o modernismo brasileiro.
reinventar a língua portuguesa que foi imposta como instrumento de colonização, num movimento que se assemelha à Antropofagia de Oswald de Andrade: "devorar para não ser devorado".

A literatura moçambicana é marcada por que características fundamentais?
Valorização do desenvolvimento econômico em Moçambique e busca de um reconhecimento literário.
Adoção dos modelos literários brasileiros e valorização da cultura europeia.
Valorização da terra e da cultura locais e negritude.
Adoção da cultura europeia, devido ao processo conhecido como assimilação, e valorização da cor branca.
Saudades da terra moçambicana, tendo em vista a fuga em massa da região durante a guerra colonial, e arrependimento pela fuga.

A primeira atividade de exploração promovida pelos colonizadores portugueses em Moçambique foi:
o comércio de pele de animais selvagens
o comércio de exploração de ouro e de marfim
a industrialização
a agropecuária
o tráfico negreiro

No poema "Negra", da poetisa moçambicana Noémia de Sousa, podemos ler os seguintes versos: "Ainda bem que nos deixaram a nós, / do mesmo sangue, mesmos nervos, carne, alma, / sofrimento, / a glória única e sentida de te cantar / com emoção verdadeira e radical, / a glória comovida de te cantar, toda amassada, / moldada, vazada nesta sílaba imensa e luminosa: MÃE". Nestes versos, identificamos a seguinte ideologia:
Negritude.
Animismo.
Naturalismo.
Moçambicanidade.
Feminismo.

De acordo com a proposta contemporânea de literaturas africanas, Mia Couto, autor moçambicano, assinala, com a publicação do livro de poemas Raiz de Orvalho (1986):
o fim da Literatura de Guerra, substituindo o nós coletivo pelo eu individual.
uma permanência da temática da guerra e da dor da colonização.
uma literatura universal, nos moldes da ficção científica.
uma produção literária que abandona as raízes africanas e assume um discurso europeu.
uma revisão do discurso político imposto em Moçambique durante o período colonial.

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Questões resolvidas

"E depois / à sedutora persuasão das ameaças / pela décima segunda vez humildemente / penso: Não sou luso-ultramarino / SOU MOÇAMBICANO!" (José Craveirinha) Os versos acima, no contexto de Moçambique, revelam:
Uma expressão do movimento de Negritude.
A confirmação da condição de assimilado do autor.
Uma declaração de que o projeto colonial "luso-ultramarino" não conseguiu se impor em Moçambique.
Uma expressão do movimento conhecido como "moçambicanidade".
O compromisso do autor com a luta armada pela liberdade de Moçambique.

Em meados do século XX, uma nova atitude política determinou os rumos de Moçambique. Assinale-a.
O intercâmbio cultural com povos europeus.
A fuga em massa dos moçambicanos do território colonizado.
A aceitação da miscigenação entre portugueses e moçambicanos.
A consciência da violência e das injustiças sofridas desde a chegada dos colonizadores.
A expulsão dos colonizadores do território moçambicano.

A crônica ¿Escrevências desinventosas¿, que compõe o livro Cronicando (1991), de Mia Couto, tem como proposta estética:
reinventar a língua moçambicana a partir de um vocabulário genesíaco e primitivo.
denunciar a imposição da língua portuguesa, o que gerou muita violência.
mostrar que o povo moçambicano, em sua maioria, é analfabeto.
retomar o modernismo brasileiro.
reinventar a língua portuguesa que foi imposta como instrumento de colonização, num movimento que se assemelha à Antropofagia de Oswald de Andrade: "devorar para não ser devorado".

A literatura moçambicana é marcada por que características fundamentais?
Valorização do desenvolvimento econômico em Moçambique e busca de um reconhecimento literário.
Adoção dos modelos literários brasileiros e valorização da cultura europeia.
Valorização da terra e da cultura locais e negritude.
Adoção da cultura europeia, devido ao processo conhecido como assimilação, e valorização da cor branca.
Saudades da terra moçambicana, tendo em vista a fuga em massa da região durante a guerra colonial, e arrependimento pela fuga.

A primeira atividade de exploração promovida pelos colonizadores portugueses em Moçambique foi:
o comércio de pele de animais selvagens
o comércio de exploração de ouro e de marfim
a industrialização
a agropecuária
o tráfico negreiro

No poema "Negra", da poetisa moçambicana Noémia de Sousa, podemos ler os seguintes versos: "Ainda bem que nos deixaram a nós, / do mesmo sangue, mesmos nervos, carne, alma, / sofrimento, / a glória única e sentida de te cantar / com emoção verdadeira e radical, / a glória comovida de te cantar, toda amassada, / moldada, vazada nesta sílaba imensa e luminosa: MÃE". Nestes versos, identificamos a seguinte ideologia:
Negritude.
Animismo.
Naturalismo.
Moçambicanidade.
Feminismo.

De acordo com a proposta contemporânea de literaturas africanas, Mia Couto, autor moçambicano, assinala, com a publicação do livro de poemas Raiz de Orvalho (1986):
o fim da Literatura de Guerra, substituindo o nós coletivo pelo eu individual.
uma permanência da temática da guerra e da dor da colonização.
uma literatura universal, nos moldes da ficção científica.
uma produção literária que abandona as raízes africanas e assume um discurso europeu.
uma revisão do discurso político imposto em Moçambique durante o período colonial.

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Exercício: CEL0113_EX_A8_201301566209_V1 25/06/2019 
Aluno(a): KAROLINE KETLYN SANTOS DA SILVA 2019.1 
Disciplina: CEL0113 - LITERATURAS AFRICANAS DE LÍNGUA PORTUGUESA 201301566209 
 
 
 
 1a Questão 
 
 
 "E depois / à sedutora persuasão das ameaças / pela décima segunda vez humildemente / penso: Não sou 
luso-ultramarino / SOU MOÇAMBICANO!" (José Craveirinha) Os versos acima, no contexto de Moçambique, 
revelam: 
 
 
Uma declaração de que o projeto colonial "luso-ultramarino" não conseguiu se impor em 
Moçambique. 
 
Uma expressão do movimento de Negritude. 
 
A confirmação da condição de assimilado do autor. 
 Uma expressão do movimento conhecido como "moçambicanidade". 
 
O compromisso do autor com a luta armada pela liberdade de Moçambique. 
Respondido em 25/06/2019 00:48:45 
 
 
Gabarito 
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Gabarito 
Coment. 
 
 
 
 2a Questão 
 
 
 Em meados do século XX, uma nova atitude política determinou os rumos de Moçambique. Assinale-a. 
 
 
A fuga em massa dos moçambicanos do território colonizado. 
 A consciência da violência e das injustiças sofridas desde a chegada dos colonizadores. 
 
A expulsão dos colonizadores do território moçambicano. 
 
A aceitação da miscigenação entre portugueses e moçambicanos. 
 
O intercâmbio cultural com povos europeus. 
Respondido em 25/06/2019 00:48:50 
 
 
 
 
 3a Questão 
 
 
 A crônica ¿Escrevências desinventosas¿, que compõe o livro Cronicando (1991), de Mia Couto, tem como 
proposta estética: 
 
 
reinventar a língua moçambicana a partir de um vocabulário genesíaco e primitivo. 
 
denunciar a imposição da língua portuguesa, o que gerou muita violência. 
 
retomar o modernismo brasileiro. 
 reinventar a língua portuguesa que foi imposta como instrumento de colonização, num movimento 
que se assemelha à Antropofagia de Oswald de Andrade: "devorar para não ser devorado". 
 
mostrar que o povo moçambicano, em sua maioria, é analfabeto. 
Respondido em 25/06/2019 00:48:54 
 
 
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 4a Questão 
 
 
 Os versos ¿Eu sou carvão / e tenho que arder sim;/ queimar tudo com a força da minha combustão¿, do 
poema ¿Grito Negro¿, de José Craveirinha, representam: 
 
 
A valorização da cor negra, ao assumir-se como carvão. 
 
Uma valorização da natureza moçambicana, especialmente do céu à noite. 
 A luta pela resistência contra a colonização. 
 
O reconhecimento de inferioridade da raça negra diante do branco europeu. 
 
Uma referência às riquezas minerais de Moçambique. 
Respondido em 25/06/2019 00:48:59 
 
 
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 5a Questão 
 
 
 A literatura moçambicana é marcada por que características fundamentais? 
 
 
Saudades da terra moçambicana, tendo em vista a fuga em massa da região durante a guerra 
colonial, e arrependimento pela fuga. 
 
Adoção da cultura europeia, devido ao processo conhecido como assimilação, e valorização da cor 
branca. 
 
Adoção dos modelos literários brasileiros e valorização da cultura europeia. 
 Valorização da terra e da cultura locais e negritude. 
 
Valorização do desenvolvimento econômico em Moçambique e busca de um reconhecimento 
literário. 
Respondido em 25/06/2019 00:49:04 
 
 
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 6a Questão 
 
 
 A primeira atividade de exploração promovida pelos colonizadores portugueses em Moçambique foi: 
 
 
o comércio de pele de animais selvagens 
 
o tráfico negreiro 
 
a agropecuária 
 
a industrialização 
 o comércio de exploração de ouro e de marfim 
Respondido em 25/06/2019 00:49:11 
 
 
Gabarito 
Coment. 
 
 
 
 7a Questão 
 
 
 No poema "Negra", da poetisa moçambicana Noémia de Sousa, podemos ler os seguintes versos: "Ainda 
bem que nos deixaram a nós, / do mesmo sangue, mesmos nervos, carne, alma, / sofrimento, / a glória 
única e sentida de te cantar / com emoção verdadeira e radical, / a glória comovida de te cantar, toda 
amassada, / moldada, vazada nesta sílaba imensa e luminosa: MÃE". Nestes versos, identificamos a 
seguinte ideologia: 
 
 
Feminismo. 
 Negritude. 
 
Naturalismo. 
 
Moçambicanidade. 
 
Animismo. 
Respondido em 25/06/2019 00:49:13 
 
 
Gabarito 
Coment. 
 
 
 
 8a Questão 
 
 
 De acordo com a proposta contemporânea de literaturas africanas, Mia Couto, autor moçambicano, assinala, 
com a publicação do livro de poemas Raiz de Orvalho (1986): 
 
 
uma literatura universal, nos moldes da ficção científica. 
 o fim da Literatura de Guerra, substituindo o nós coletivo pelo eu individual. 
 
uma permanência da temática da guerra e da dor da colonização. 
 
uma produção literária que abandona as raízes africanas e assume um discurso europeu. 
 
uma revisão do discurso político imposto em Moçambique durante o período colonial. 
Respondido em 25/06/2019 00:49:20 
 
 
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