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Legislação (tópicos 1 a 8) p/ CRO-GO (Todos os Cargos) Com Videoaulas - Pós-Edital
Professor: Letícia Andrade
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CÓDIGO DE ÉTICA ODONTOLÓGICO 
 
CÓDIGO DE ÉTICA ODONTOLÓGICO (Resolução CFO 118/2012) ......................................... 2 
CÓDIGO DE ÉTICA – ODONTOLOGIA ................................................................................................. 3 
QUESTÕES ....................................................................................................................... 56 
GABARITO ....................................................................................................................... 73 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ........................................................................................ 74 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CÓDIGO DE ÉTICA ODONTOLÓGICO (RESOLUÇÃO CFO 118/2012) 
 
 O código de ética vigente é o de 2012. Nesse ano, tivemos algumas resoluções 
aprovadas pelo CFO (Conselho Federal de Odontologia) que regulamentaram alguns fatores, 
que acho que podem ser cobradas em prova de concurso público, justamente por ser algo 
recente. Vamos ver o código de ética odontológico e também irei comentar essas novas 
resoluções aprovadas pelo CFO. 
 Colocarei o código de ética na íntegra, pois vocês verão que grande parte das questões 
replica exatamente o que está no código de ética, por isso, é fundamental a leitura do código 
de ética. Farei os comentários dos artigos do código de ética logo abaixo dos incisos e também 
chamarei a atenção para o que eu vejo que costuma ser cobrado. Faremos muitas questões 
sobre o tema. 
 As novas resoluções do CFO veremos na próxima aula de Código de Ética Odontológico. 
 
 
 
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CÓDIGO DE ÉTICA – ODONTOLOGIA 
 
CÓDIGO DE ÉTICA ODONTOLÓGICA 
Aprovado pela Resolução CFO-118/2012 
 
CAPÍTULO I 
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 
Art.1º.O Código de Ética Odontológica regula os direitos e deveres do cirurgião-dentista, 
profissionais técnicos e auxiliares, e pessoas jurídicas que exerçam atividades na área da 
Odontologia, em âmbito público e/ou privado, com a obrigação de inscrição nos Conselhos de 
Odontologia, segundo suas atribuições específicas. 
 Todos os profissionais que trabalham com a Odontologia, seja cirurgião-dentista, 
auxiliar em saúde bucal, técnico em saúde bucal ou técnico/auxiliar em prótese dentária 
possuem a obrigação de se registrar no Conselho Regional de Odontologia da sua jurisdição. 
Além disso, entidades prestadoras de assistência odontológica, entidades intermediadoras 
de serviços odontológicos e cooperativas odontológicas também precisam se registrar no 
Conselho de Odontologia. Laboratórios de prótese dentária também. 
 
Art.2º.A Odontologia é uma profissão que se exerce em benefício da saúde do ser humano, 
da coletividade e do meio ambiente, sem discriminação de qualquer forma ou pretexto. 
 Toda a área da saúde se exerce em função de beneficiar o ser humano, e isso não seria 
diferente com a Odontologia. Deve-se ter cuidado também com a coletividade e o meio 
ambiente, ou seja, tomar cuidado, por exemplo, com o descarte dos resíduos gerados 
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durante o atendimento (resíduos biológicos, perfurocortantes, etc). Além disso, não se deve 
discriminar os pacientes, atendendo com zelo, preocupação, atenção e consideração, de 
forma humanizada. 
 
Art.3º.O objetivo de toda a atenção odontológica é a saúde do ser humano. Caberá aos 
profissionais da Odontologia, como integrantes da equipe de saúde, dirigir ações que visem 
satisfazer as necessidades de saúde da população e da defesa dos princípios das políticas 
públicas de saúde e ambientais, que garantam a universalidade de acesso aos serviços de 
saúde, integralidade da assistência à saúde, preservação da autonomia dos indivíduos, 
participação da comunidade, hierarquização e descentralização político-administrativa dos 
serviços de saúde. 
 A Odontologia faz parte da área da saúde, portanto, o profissional faz parte de uma 
equipe, à qual ele deve estar integrado, trabalhando com multiprofissionalidade e 
interdisciplinaridade. Nesse artigo, relaciona-se também alguns conceitos fundamentais do 
SUS, que ajudam a nortear a conduta do profissional, como: 
- Universalidade: acesso aos serviços de saúde a todos. 
- Integralidade: acesso integral, com cuidados preventivos e curativos, tanto no âmbito 
individual quanto coletivo. 
- Participação da Comunidade: no SUS, também chamado de Controle Social. O indivíduo 
(comunidade) deve participar ativamente na gestão de saúde. De que forma? Por meio das 
Conferências Nacional, Estadual e Municipal de Saúde e dos Conselhos de Saúde. 
- Hierarquização: é a organização do sistema de saúde em níveis, segundo a complexidade, 
com uma população adscrita (uma população definida a ser atendida). 
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- Descentralização político-administrativa: consta de uma distribuição entre os níveis de 
governo. Entende-se que quanto “mais perto” a decisão (ou estratégia) do governo for 
tomada, maior a chance de acerto. No SUS esse é um conceito muito difundido. 
- Autonomia dos indivíduos: é um conceito muito importante, visto que a autonomia do 
indivíduo deve ser respeitada, para que seja garantida a defesa da integridade física e moral 
do paciente. Não esquecer de quando são feitas pesquisas, havendo todo um protocolo a ser 
seguido, além disso, não ferir os conceitos da Bioética. 
 
Art.4º.A natureza personalíssima da relação paciente/profissional na atividade odontológica 
visa demonstrar e reafirmar, através do cumprimento dos pressupostos estabelecidos por 
este Código de Ética, a peculiaridade que reveste a prestação de tais serviços, diversos, 
portanto, das demais prestações, bem como de atividade mercantil. 
 Esse artigo demonstra a importância de que não haja uma inversão de valores, que 
vise apenas o lucro. A Odontologia tem uma relação paciente/profissional que deve ser 
pautada no benefício da saúde do ser humano, da coletividade e do meio ambiente, e 
portanto, não se deve sobrepor a intenção de lucro ou ganho a essas citadas anteriormente. 
 
 
CAPÍTULO II 
DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS 
Art.5º.Constituem direitos fundamentais dos profissionais inscritos, segundo suas atribuições 
específicas: 
 Esse artigo é muito importante!! Já foi cobrado em prova, e muitas vezes as bancas 
fazem “pegadinha” tentando confundir os direitos com os deveres. Vamos ter bastante 
atenção e diferenciar um do outro. 
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I-diagnosticar, planejar e executar tratamentos, com liberdade de convicção, nos 
limites de suas atribuições, observados o estado atualda Ciência e sua dignidade profissional; 
Todo o diagnóstico e tratamento odontológico deve estar pautado em Ciência, com 
comprovação científica e aceitos no mundo acadêmico e científico. Além disso, o profissional 
deve estar atualizado, observando o estado atual da Ciência. 
Observar que nesse artigo está escrito “com liberdade de convicção”. O que isso quer 
dizer? Que o profissional tem a liberdade, de acordo com a sua convicção, de diagnosticar e 
executar o tratamento, e esse é um princípio que deve ser respeitado a todo momento, 
mesmo se o profissional trabalha em instituições hierarquizadas. É claro que o profissional, 
da mesma forma que tem a liberdade de convicção técnica e científica para executar o 
tratamento, deve assumir a responsabilidade pelas consequências que podem advir desse 
tratamento, por isso a importância de ser um diagnóstico e tratamento pautados em Ciência, 
com aceitação e comprovação pelo meio científico. 
 
II-guardar sigilo a respeito das informações adquiridas no desempenho de suas 
funções; 
Durante o tratamento e a anamnese (entrevista realizada pelo profissional para que se 
registre quaisquer doenças ou alterações significativas que o paciente já tenha feito, como 
cirurgias, medicações que ele tome, qual a queixa principal do paciente, suas expectativas, 
traumas e etc), o profissional terá em mãos informações, muitas vezes, de cunho pessoal, e 
essas informações não devem ser expostas sem justa causa, constituindo-se em justa causa 
caso isso seja feito. Existem algumas exceções para a quebra do sigilo, que serão vistas mais 
adiante. 
 
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III-contratar serviços de outros profissionais da Odontologia, por escrito, de acordo com 
os preceitos deste Código e demais legislações em vigor; 
O profissional inscrito no conselho de Odontologia pode contratar outro profissional 
inscrito no Conselho de Odontologia, resguardando-se os preceitos éticos e legais. Por ex.: o 
cirurgião-dentista pode contratar um técnico em saúde bucal (TSB), sendo que esse 
profissional também deve estar registrado no Conselho Regional de Odontologia de sua 
jurisdição. 
 
IV- recusar-se a exercer a profissão em âmbito público ou privado onde as condições de 
trabalho não sejam dignas, seguras e salubres; 
Se o profissional começa a trabalhar em um local e constata que esse lugar, seja no 
âmbito público ou privado, não oferece condições dignas, seguras e salubres para 
atendimento, ele pode recusar-se a atender no local. Por ex.: se o profissional nota que na 
clínica em que trabalha a esterilização dos instrumentais não está sendo realizada de maneira 
correta, ele não deve exercer a profissão naquele contexto, até porque isso causará danos a 
outras pessoas (os pacientes). Se o profissional insistir na prestação de serviços em um local 
insalubre, não seguro, pode cometer ato ilícito, previsto no Código Civil. 
 
V- renunciar ao atendimento do paciente, durante o tratamento, quando da 
constatação de fatos que, a critério do profissional, prejudiquem o bom relacionamento com 
o paciente ou o pleno desempenho profissional. Nestes casos tem o profissional o dever de 
comunicar previamente, por escrito, ao paciente ou seu responsável legal, fornecendo ao 
cirurgião-dentista que lhe suceder todas as informações necessárias para a continuidade do 
tratamento; 
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Se durante o tratamento acontece algum fato que abale a relação de confiança 
existente entre o profissional e paciente, o profissional pode renunciar ao atendimento 
daquele paciente, desde que ele comunique por escrito e forneça as informações necessárias 
para o próximo profissional que irá tratar aquele paciente em questão. 
 
VI- recusar qualquer disposição estatutária, regimental, de instituição pública ou 
privada, que limite a escolha dos meios a serem postos em prática para o estabelecimento do 
diagnóstico e para a execução do tratamento, bem como recusar-se a executar atividades 
que não sejam de sua competência legal; e, 
O profissional tem autonomia para decidir sobre o diagnóstico e tratamento, como já 
vimos, e por isso, ele deve recusar seguir disposições que limitem sua autonomia nesse 
sentido. Além disso, não deve fazer/executar atividades que sejam alheias à área da 
Odontologia. O cirurgião-dentista tem suas atividades privativas definidas pela lei 5.081/66, 
bem como o TSB (técnico em saúde bucal) e o ASB (auxiliar em saúde bucal) também possuem 
suas legislações específicas limitando a atividade desses profissionais. Cada profissional da 
área da Odontologia deve respeitar e ater-se ao que cabe a si pela legislação estabelecida. 
 
VII-decidir, em qualquer circunstância, levando em consideração sua experiência e 
capacidade profissional, o tempo a ser dedicado ao paciente ou periciado, evitando que o 
acúmulo de encargos, consultas, perícias ou outras avaliações venham prejudicar o exercício 
pleno da Odontologia. 
Também está relacionada à autonomia que o profissional possui. Ou seja, o profissional 
é que sabe o tempo necessário para o atendimento, e não deve acumular tarefas de forma 
que isso possa a prejudicar o atendimento. Por ex.: o profissional está com funções 
administrativas acumuladas e atrasadas, e para conseguir fazer tudo o que precisa, atende o 
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paciente com pressa e não executa o tratamento com toda a presteza e dedicação que o 
procedimento exige. 
 
Art.6º.Constitui direito fundamental das categorias técnicas e auxiliares recusarem-se a 
executar atividades que não sejam de sua competência técnica, ética e legal, ainda que sob 
supervisão do cirurgião-dentista. 
 É importante que cada profissional da Odontologia atenha-se às atividades que são de 
sua competência. A resolução do CFO 63/2005, lei no 5.081/66 e lei no 11.889/08 estabelecem 
as atividades de cada profissional. 
 
Art.7º.Constituem direitos fundamentais dos técnicos em saúde bucal e auxiliares em saúde 
bucal: 
I- executar, sob a supervisão do cirurgião-dentista, os procedimentos constantes na Lei 
nº 11.889/2008 e nas Resoluções do Conselho Federal; 
II-resguardar o segredo profissional; e, 
III-recusar-se a exercer a profissão em âmbito público ou privado onde as condições de 
trabalho não sejam dignas, seguras e salubres. 
Os auxiliares e técnicos em saúde bucal também têm o direito de se recusar a trabalhar 
em condições não dignas, seguras e salubres. Além disso, esses profissionais também têm a 
obrigação de manter segredo profissional, com as exceções que veremos no artigo 14 desse 
código de ética. O TSB e o ASB podem executar os procedimentos previstos na legislação sob 
a supervisão do cirurgião-dentista. 
 
CAPÍTULO III 
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DOS DEVERES FUNDAMENTAIS 
Art.8º.A fim de garantir a fiel aplicação deste Código, o cirurgião-dentista, os profissionais 
técnicos e auxiliares, e as pessoas jurídicas, que exerçam atividades no âmbito da 
Odontologia, devem cumprir e fazer cumprir os preceitoséticos e legais da profissão, e com 
discrição e fundamento, comunicar ao Conselho Regional fatos de que tenham conhecimento 
e caracterizem possível infringência do presente Código e das normas que regulam o exercício 
da Odontologia. 
 O art. 8o reforça o dever do profissional de Odontologia de cumprir preceitos éticos e 
legais da profissão, incentivando que os colegas façam o mesmo. Exalta também a 
necessidade de relato ao Conselho Regional de fatos que possam vir a ocorrer e que não 
seguem os preceitos do Código de Ética Odontológico. 
 
 
 
Art.9º.Constituem deveres fundamentais dos inscritos e sua violação caracteriza infração 
ética: 
I - manter regularizadas suas obrigações financeiras junto ao Conselho Regional; 
Os profissionais devem pagar suas anuidades e demais taxas que o CRO possa vir a 
instituir. 
II-manter seus dados cadastrais atualizados junto ao Conselho Regional; 
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Importante, principalmente caso o Conselho precise acionar o profissional por 
qualquer razão que seja. Além disso, é a forma que o Conselho tem para enviar notícias e 
informações. 
III-zelar e trabalhar pelo perfeito desempenho ético da Odontologia e pelo prestígio e 
bom conceito da profissão; 
Os profissionais devem agir sempre de forma ética e exemplar para benefício do 
indivíduo e da comunidade de maneira geral, bem como manter o prestígio e o bom conceito 
da profissão. 
IV-assegurar as condições adequadas para o desempenho ético-profissional da 
Odontologia, quando investido em função de direção ou responsável técnico; 
O responsável técnico deve propiciar condições dignas e éticas para que os demais 
profissionais possam executar com zelo e de maneira ética a profissão. 
V-exercer a profissão mantendo comportamento digno; 
O profissional deve ter uma postura digna, tratanto o paciente com o máximo respeito, 
mantendo uma postura profissional irrepreensível. 
VI-manter atualizados os conhecimentos profissionais, técnico-científicos e culturais, 
necessários ao pleno desempenho do exercício profissional; 
O profissional deve sempre pautar seu tratamento em Ciência, e para isso, é 
fundamental que ele se atualize constantemente, faça cursos, congressos, leia artigos de 
renomados periódicos, para que seus tratamentos acompanhem a evolução da Odontologia. 
O ensino continuado é uma obrigação/dever do profissional. 
VII-zelar pela saúde e pela dignidade do paciente; 
Aqui podemos enquadrar os conceitos de Bioética, como a autonomia, não 
maleficência, beneficência, justiça e equidade. O profissional da saúde deve agir sempre 
respeitando a dignidade do paciente e zelando pela sua saúde. 
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VIII-resguardar o sigilo profissional; 
Já vimos que os profissionais da saúde têm o dever de resguardar o sigilo profissional, 
a não ser que esteja enquadrado em alguma das situações de exceção, a serem vistas mais 
adiante. 
IX-promover a saúde coletiva no desempenho de suas funções, cargos e cidadania, 
independentemente de exercer a profissão no setor público ou privado; 
X-elaborar e manter atualizados os prontuários na forma das normas em vigor, 
incluindo os prontuários digitais; 
XI-apontar falhas nos regulamentos e nas normas das instituições em que trabalhe, 
quando as julgar indignas para o exercício da profissão ou prejudiciais ao paciente, devendo 
dirigir-se, nesses casos, aos órgãos competentes; 
Se o profissional detectar alguma norma ou falha que prejudique o atendimento dos 
pacientes ou no exercício profissional, este deve comunicar aos órgãos competentes. 
XII- propugnar pela harmonia na classe; 
XIII- abster-se da prática de atos que impliquem mercantilização da Odontologia ou sua 
má conceituação; 
Uma vez que o profissional da saúde (e portanto da Odontologia) deve ser altruísta, 
pensando no bem alheio, com o objetivo sempre de benefício do ser humano, da coletividade 
e do meio ambiente, esse profissional não deve ter como objetivo acima de tudo o lucro, e 
nem deve subordinar tudo ao comércio ou pensar em tirar proveito próprio lucrando e não 
beneficiar o paciente. 
Uma prática mercantilista também implica em má conceituação da profissão, e já 
vimos que os profissionais da Odontologia devem sempre buscar enaltecer e manter em 
respeito a profissão. 
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XIV-assumir responsabilidade pelos atos praticados, ainda que estes tenham sido 
solicitados ou consentidos pelo paciente ou seu responsável; 
Como já vimos, o profissional tem autonomia para fazer o diagnóstico e executar o 
tratamento, desde que esses estejam embasados em evidências científicas, no entanto, ele 
também deve ser responsável por esse tratamento executado. Caso ocorra imperícia, 
imprudência ou negligência, o profissional terá que responder por isso. 
XV-resguardar sempre a privacidade do paciente; 
XVI-não manter vínculo com entidade, empresas ou outros desígnios que os 
caracterizem como empregado, credenciado ou cooperado quando as mesmas se 
encontrarem em situação ilegal, irregular ou inidônea; 
Aqui o Código de Ética ressalta a importância do profissional da Odontologia não se 
vincular a empresas ou qualquer outro tipo de local que preste assistência odontológica se 
essa não estiver devidamente regulamentada. Por ex.: se o profissional detecta falha nos 
processos de biossegurança, ou se o local não está devidamente registrado no Conselho, se 
não tem alvará da Vigilância Sanitária, ou qualquer outra alteração que esteja em desacordo 
com o exigido para o exercício da Odontologia. 
XVII-comunicar aos Conselhos Regionais sobre atividades que caracterizem o exercício 
ilegal da Odontologia e que sejam de seu conhecimento; 
Veremos com mais detalhes na resolução do CFO (Conselho Federal de Odontologia) 
63/2005 as condições exigidas para poder exercer a Odontologia. Caso o profissional veja que 
essas normas não estão sendo seguidas, e esteja ocorrendo o exercício ilegal da profissão, 
deve comunicar o Conselho Regional de Odontologia. 
XVIII-encaminhar o material ao laboratório de prótese dentária devidamente 
acompanhado de ficha específica assinada; e, 
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A importância de assinar a ficha é principalmente garantir ao profissional que recebe 
o material no laboratório de prótese dentária que esse material veio de um profissional que 
está apto a exercer a profissão, com registro no CRO. Além disso, essa ficha deve ser recebida 
e guardada com cuidado, pois contém dados pessoais do paciente, e o TPD (técnico em 
prótese dentária) também tem a obrigação de manter sigilo profissional, pois também é um 
profissional da Odontologia regido pelo Código de Ética Odontológico. 
XIX-registrar os procedimentos técnico-laboratoriais efetuados, mantendo-os em 
arquivo próprio, quando técnico em prótese dentária. 
 
CAPÍTULO IV 
DAS AUDITORIAS E PERÍCIAS ODONTOLÓGICAS 
Esse capítulo das auditorias e perícias odontológicas já caiu diversas vezes em prova 
de concurso público. Chamo a atençãopara esse artigo 10. 
Art.10.Constitui infração ética: 
I-deixar de atuar com absoluta isenção quando designado para servir como perito ou 
auditor, assim como ultrapassar os limites de suas atribuições e de sua competência; 
Quando o cirurgião-dentista atua como perito, ele deve atuar com absoluta isenção, 
bem como não ultrapassar os limites da atuação e competência referentes à Odontologia. 
Se o profissional ultrapassar os limites da atuação, ele pode incorrer em exercício ilegal da 
profissão. 
II-intervir, quando na qualidade de perito ou auditor, nos atos de outro profissional, ou 
fazer qualquer apreciação na presença do examinado, reservando suas observações, sempre 
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fundamentadas, para o relatório sigiloso e lacrado, que deve ser encaminhado a quem de 
direito; 
O perito não deve fazer qualquer comentário na presença do examinado e suas 
conclusões devem ser sempre fundamentadas (embasamento científico) e mantidas em um 
relatório sigiloso e lacrado, enviado apenas a quem for de direito. Por ex.: ao avaliar um 
paciente, o perito não deve comentar nada sobre o tratamento realizado na frente desse, 
incorrendo em infração ética caso o faça, devendo apenas elaborar o relatório e enviar a 
quem for de direito. 
III-acumular as funções de perito/auditor e procedimentos terapêuticos odontológicos 
na mesma entidade prestadora de serviços odontológicos; 
Essa é um tanto óbvia, pois seria um contrassenso o profissional executar o 
procedimento odontológico e depois ser ele próprio o auditor daquele procedimento. 
Haveria um conflito de interesse. 
IV-prestar serviços de auditoria a pessoas físicas ou jurídicas que tenham obrigação de 
inscrição nos Conselhos e que não estejam regularmente inscritas no Conselho de sua 
jurisdição; 
Já vimos que essas empresas prestadoras de assistência odontológica devem ter 
registro no Conselho Regional. 
V-negar, na qualidade de profissional assistente, informações odontológicas 
consideradas necessárias ao pleito da concessão de benefícios previdenciários ou outras 
concessões facultadas na forma da Lei, sobre seu paciente, seja por meio de atestados, 
declarações, relatórios, exames, pareceres ou quaisquer outros documentos probatórios, 
desde que autorizado pelo paciente ou responsável legal interessado; 
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Se o profissional receber uma solicitação de que ele forneça informação a respeito do 
seu paciente, devem ser observadas se faz parte das concessões permitidas em lei. Essa 
solicitação e fornecimento da informação deve sempre ser fundamentada legalmente. 
VI-receber remuneração, gratificação ou qualquer outro benefício por valores 
vinculados à glosa ou ao sucesso da causa, quando na função de perito ou auditor; 
Essa também é fácil de entender. O profissional incorre em infração ética se receber 
algum tipo de compensação, seja financeira ou não, se, quando na condição de auditor, ele 
glosar (negar) ou não glosar algum procedimento. Por ex.: o profissional está atuando como 
auditor em um plano de saúde odontológico e ao avaliar um procedimento, ele autoriza o 
pagamento ao cirurgião-dentista a ser beneficiado porque esse lhe fará um pagamento para 
que seus procedimentos no plano sejam todos autorizados. Se isso ocorrer, o auditor está 
incorrendo em infração ética. 
VII-realizar ou exigir procedimentos prejudiciais aos pacientes e ao profissional, 
contrários às normas de Vigilância Sanitária, exclusivamente para fins de auditoria ou perícia; 
e, 
O auditor não pode exigir algum procedimento prejudicial ao paciente ou ao 
profissional justificando-se para fins de perícia. Lembrar que deve-se exercer a profissão 
sempre em benefício do paciente, não causando malefícios a ele. 
 
Chamo a atenção para essa parte do Código de Ética pois já vi cair várias vezes em 
provas de concurso público. 
VIII-exercer a função de perito, quando: 
a) for parte interessada; 
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b) tenha tido participação como mandatário da parte, ou sido designado como 
assistente técnico de órgão do Ministério Público, ou tenha prestado depoimento 
como testemunha; 
c) for cônjuge ou a parte for parente, consanguíneo ou afim, em linha reta ou 
colateral até o segundo grau; e, 
d) a parte for paciente, ex-paciente ou qualquer pessoa que tenha ou teve 
relações sociais, afetivas, comerciais ou administrativas, capazes de comprometer o 
caráter de imparcialidade do ato pericial ou da auditagem. 
Julgo que esses itens não são tão difíceis de memorizar porque a ação do perito 
deve sempre ser imparcial, e caso ele o conheça, já tenha sido seu paciente ou tiver 
algum interesse naquele julgamento, ele não estará sendo imparcial, e portanto, 
incorrerá em infração ética (conflito de interesses). Se isso acontecer, o auditor deve 
abter-se da prática. 
 
CAPÍTULO V 
DO RELACIONAMENTO 
SEÇÃO I 
COM O PACIENTE 
Também é importante por ser infração ética com o paciente. Vamos ler com atenção 
cada um deles. 
Art.11.Constitui infração ética: 
I-discriminar o ser humano de qualquer forma ou sob qualquer pretexto; 
II- aproveitar-se de situações decorrentes da relação profissional/ paciente para obter 
vantagem física, emocional, financeira ou política; 
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O profissional não deve tirar proveito do paciente em virtude da confiança que o 
paciente deposita no profissional e nem devido à condição de vulnerabilidade que o paciente 
possa apresentar. O paciente pode apresentar-se por ex., com muita dor e com urgência em 
resolver sua situação. O mau profissional pode enxergar essa situação como uma 
oportunidade de tirar proveito do paciente financeiramente, por ex. Essa prática é 
condenável e o profissional não deve agir dessa maneira. 
III- exagerar em diagnóstico, prognóstico ou terapêutica; 
Já vimos que o profissional tem autonomia, porém, seu diagnóstico e tratamento 
devem SEMPRE ser embasados em conhecimento técnico científico reconhecidos pela 
comunidade acadêmica. Portanto, o profissional não deve propor um tratamento além do 
necessário para a resolução do caso do paciente, visando lucro, por ex. 
IV- deixar de esclarecer adequadamente os propósitos, riscos, custos e alternativas do 
tratamento; 
Toda vez que o profissional propõe um tratamento, ele deve propor todas alternativas 
possíveis e adequadas para o caso em questão, explicando os riscos, benefícios e custos de 
cada uma delas, de maneira que o paciente seja capaz de compreender. 
V- executar ou propor tratamento desnecessário ou para o qual não esteja capacitado; 
O profissional deve sempre executar um procedimento adequado e necessário para a 
resolução do caso clínico, devendo saber seu limite de atuação. O cirurgião-dentista está apto 
a exercer qualquer uma das especialidades Odontológicas ao se graduar, no entanto, um caso 
de grande complexidade, por ex., pode ser mais adequado encaminhar o paciente a um 
especialista, com maior domínio da área. Essa é uma atitude ética do profissional,evitando 
uma possível iatrogenia. 
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VI- abandonar paciente, salvo por motivo justificável, circunstância em que serão 
conciliados os honorários e que deverá ser informado ao paciente ou ao seu responsável legal 
de necessidade da continuidade do tratamento; 
Já vimos que existe a possibilidade de abandono do paciente pelo profissional, mas 
deve ser por motivo justificável. Além disso, deve ser feito o conciliamento dos honorários 
(ver o que o paciente já pagou, o que foi realizado, etc., devendo ser feito de uma maneira 
que não prejudique financeiramente o paciente). 
O profissional deve também deixar o paciente informado quanto à necessidade de 
continuar o tratamento com outro profissional. Ou seja, deve informar ao paciente o que já 
foi realizado e o que ainda precisa ser feito, fornecendo todas as informações necessárias 
para o cirurgião-dentista que dará prosseguimento ao tratamento. 
VII- deixar de atender paciente que procure cuidados profissionais em caso de urgência, 
quando não haja outro cirurgião-dentista em condições de fazê-lo; 
O cirurgião-dentista só não incorrerá em erro ao deixar de atender um caso de urgência 
caso haja um outro profissional com condições comprovadas de realiza-lo, devendo efetuar 
um encaminhamento, com nome e endereço do profissional referenciado. 
Se for caso de emergência (casos em que há o risco de morte – evolução para óbito), 
deve-se realizar o tratamento indicado, por ex.: paciente com parada cardíaca. Na 
Odontologia, grande parte dos procedimentos são de urgência (sem risco de morte, mas com 
necessidade de intervenção para alívio de dor ou alguma outra circunstância, como estética), 
e não de emergência (risco de morte) e por isso, há essa possibilidade de encaminhamento a 
um outro profissional caso o cirurgião-dentista não se sinta capacitado para intervir no caso 
ou haja a impossibilidade de atendimento por algum outro motivo. 
VIII-desrespeitar ou permitir que seja desrespeitado o paciente; 
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O paciente deve sempre ser respeitado, por todos os profissionais da Odontologia, 
devendo o cirurgião-dentista não permitir que ele seja desrespeitado por qualquer pessoa 
que esteja em contato com o paciente. 
IX-adotar novas técnicas ou materiais que não tenham efetiva comprovação científica; 
Novamente o Código de Ética repete a importância de que todo e qualquer 
procedimento realizado em Odontologia deve ser pautado em evidências científicas. 
X-iniciar qualquer procedimento ou tratamento odontológico sem o consentimento 
prévio do paciente ou do seu responsável legal, exceto em casos de urgência ou emergência; 
Toda vez que o cirurgião-dentista faz um plano de tratamento, preferencialmente, esse 
deve ser assinado e consentido pelo paciente ou por seu responsável legal (pessoas incapazes 
ou menores de idade). No entanto, o código de ética traz essa exceção para casos de urgência 
ou emergência. 
XI-delegar a profissionais técnicos ou auxiliares atos ou atribuições exclusivas da 
profissão de cirurgião-dentista; 
Isso incorre em exercício ilegal da profissão. O cirurgião-dentista não deve delegar 
funções alheias às previstas para os TSBs ou ASBs. 
XII- opor-se a prestar esclarecimentos e/ou fornecer relatórios sobre diagnósticos e 
terapêuticas, realizados no paciente, quando solicitados pelo mesmo, por seu representante 
legal ou nas formas previstas em lei; 
XIII-executar procedimentos como técnico em prótese dentária, técnico em saúde 
bucal, auxiliar em saúde bucal e auxiliar em prótese dentária, além daqueles discriminados 
na Lei que regulamenta a profissão e nas resoluções do Conselho Federal; e, 
Cada profissional deve atuar dentro de suas atribuições. 
XIV-propor ou executar tratamento fora do âmbito da Odontologia. 
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Se o profissional executar tratamento fora do que está previsto para o cirurgião-
dentista estará cometendo exercício ilegal da profissão (por ex.: se ele exerce algo que 
compete privativamente ao médico, estará incorrendo em exercício ilegal da medicina). 
SEÇÃO II 
COM A EQUIPE DE SAÚDE 
Art.12.No relacionamento entre os inscritos, sejam pessoas físicas ou jurídicas, serão 
mantidos o respeito, a lealdade e a colaboração técnico-científica. 
Art.13.Constitui infração ética: 
I-agenciar, aliciar ou desviar paciente de colega, de instituição pública ou privada; 
Essa é uma atitude bastante antiética, não devendo o profissional aliciar pacientes de 
instituições privadas ou públicas e nem de outro colega. 
II-assumir emprego ou função sucedendo o profissional demitido ou afastado em 
represália por atitude de defesa de movimento legítimo da categoria ou da aplicação deste 
Código; 
Esse inciso tem por objetivo preservar o direito dos profissionais de se manifestarem 
em prol da defesa da categoria. 
III-praticar ou permitir que se pratique concorrência desleal; 
O código de ética não permite que se pratiquem formas de propagandas antiéticas, 
imorais ou irregulares, para que não se exerça uma concorrência de forma desleal. 
IV-ser conivente em erros técnicos ou infrações éticas, ou com o exercício irregular ou 
ilegal da Odontologia; 
V-negar, injustificadamente, colaboração técnica de emergência ou serviços 
profissionais a colega; 
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Devemos lembrar que algumas vezes, a cooperação técnica com o colega é 
imprescindível para o bem estar do paciente, que é quem deve sempre ser priorizado. 
VI-criticar erro técnico-científico de colega ausente, salvo por meio de representação 
ao Conselho Regional; 
Essa é uma atitude antiética, que o profissional deve tomar muito cuidado para não 
exercer. “Falar mal” de um colega ausente para o paciente é uma atitude que consta infração 
ética. 
VII-explorar colega nas relações de emprego ou quando compartilhar honorários; 
descumprir ou desrespeitar a legislação pertinente no tocante às relações de trabalho entre 
os componentes da equipe de saúde; 
Não se deve exercer abuso na relação de trabalho, respeitando sempre a legislação 
trabalhista. 
VIII-ceder consultório ou laboratório, sem a observância da legislação pertinente; e, 
IX-delegar funções e competências a profissionais não habilitados e/ou utilizar-se de 
serviços prestados por profissionais e/ou empresas não habilitados legalmente ou não 
regularmente inscritos no Conselho Regional de sua jurisdição. 
 
CAPÍTULO VI 
DO SIGILO PROFISSIONAL 
Art.14.Constitui infração ética: 
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 I-revelar, sem justa causa, fato sigiloso de que tenha conhecimento em razão do 
exercício de sua profissão; 
Como já expliquei anteriormente, o profissional obtém algumas informações pessoais 
do paciente decorrente da atividade profissional, e essas informações não devem ser 
expostas de maneiraalguma, exceções à regra veremos adiante. 
II-negligenciar na orientação de seus colaboradores quanto ao sigilo profissional; e, 
Os demais profissionais da Odontologia também devem resguardar o sigilo 
profissional, e o cirurgião-dentista deve orientá-los quanto a isso. Os profissionais de 
Odontologia (ASBs, TSBs e TPDs) devem aprender isso durante o curso de formação, no 
entanto, o cirurgião-dentista deve orientá-los quanto a isso, como uma maneira de garantir 
o cumprimento desse fato em sua clínica ou consultório. 
III-fazer referência a casos clínicos identificáveis, exibir paciente, sua imagem ou 
qualquer outro elemento que o identifique, em qualquer meio de comunicação ou sob 
qualquer pretexto, salvo se o cirurgião-dentista estiver no exercício da docência ou em 
publicações científicas, nos quais, a autorização do paciente ou seu responsável legal, lhe 
permite a exibição da imagem ou prontuários com finalidade didático-acadêmicas. 
Se o profissional fizer uma pesquisa, deve ser mediante Termo de Consentimento Livre 
e Esclarecido. Se a divulgação for com finalidade acadêmica, didática ou de publicação 
científica pode ser feito através de uma autorização do paciente. Essa questão já foi abordada 
diversas vezes, sugiro a memorização desse inciso. 
 
Parágrafo Único. Compreende-se como justa causa, principalmente: 
I- notificação compulsória de doença; 
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II-colaboração com a justiça nos casos previstos em lei; 
III-perícia odontológica nos seus exatos limites; 
IV-estrita defesa de interesse legítimo dos profissionais inscritos; e, 
V-revelação de fato sigiloso ao responsável pelo incapaz. 
Essas exceções à divulgação de informações referentes ao paciente já foram cobradas 
diversas vezes. É importante que se saiba cada uma delas. 
O inciso I diz respeito à notificação compulsória de doenças. Existem várias doenças 
elencadas pelo Ministério da Saúde que são doenças de notificação compulsória, ou seja, o 
profissional, ao diagnosticar uma delas, deve relatar à autoridade de saúde competente. 
O inciso II é quando o cirurgião-dentista é acionado perante a lei para colaboração em 
casos previstos, devendo fornecer as informações solicitadas. 
O inciso III diz quanto à perícia odontológica. Já vimos que o cirurgião-dentista pode 
ser acionado pelo perito para que esse possa obter informações importantes para o caso que 
está sendo analisado. 
 
Art.15.Não constitui quebra de sigilo profissional a declinação do tratamento empreendido, 
na cobrança judicial de honorários profissionais. 
 Se o profissional teve que acionar a justiça para cobrança de honorários profissionais, 
esse não estaria errado em elucidar ou discriminar o tratamento realizado no paciente, no 
processo judicial, e não para qualquer outra pessoa. 
Art.16.Não constitui, também, quebra do sigilo profissional a comunicação ao Conselho 
Regional e às autoridades sanitárias as condições de trabalho indignas, inseguras e 
insalubres. 
CAPÍTULO VII 
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DOS DOCUMENTOS ODONTOLÓGICOS 
Art.17. É obrigatória a elaboração e a manutenção de forma legível e atualizada de 
prontuário e a sua conservação em arquivo próprio seja de forma física ou digital. 
Parágrafo Único. Os profissionais da Odontologia deverão manter no prontuário os dados 
clínicos necessários para a boa condução do caso, sendo preenchido, em cada avaliação, em 
ordem cronológica com data, hora, nome, assinatura e número de registro do cirurgião-
dentista no Conselho Regional de Odontologia. 
 Novamente o Código de Ética reitera a importância de se manter atualizado e legível o 
prontuário do paciente, seja na forma física ou digital. No prontuário do paciente deve ser 
registrado relatos dos dados clínicos de cada consulta realizada em ordem cronológica, com 
data e horário do atendimento, devendo ser assinado pelo cirurgião-dentista, com o seu 
número de inscrição do CRO. 
Art.18.Constitui infração ética: 
I-negar, ao paciente ou periciado, acesso a seu prontuário, deixar de lhe fornecer cópia 
quando solicitada, bem como deixar de lhe dar explicações necessárias à sua compreensão, 
salvo quando ocasionem riscos ao próprio paciente ou a terceiros; 
O paciente pode ter acesso ao seu prontuário, e o profissional negar isso consta em 
infração ética. O profissional também não deve negar-se a prestar informações ou 
explicações à respeito do seu tratamento quando solicitado pelo paciente. 
II-deixar de atestar atos executados no exercício profissional, quando solicitado pelo 
paciente ou por seu representante legal; 
O profissional tem a obrigação de fornecer o atestado, quando solicitado pelo paciente 
ou pelo representante legal. No entanto, é importante lembrar que o atestado deve ser feito 
somente se o profissional realmente atendeu o paciente, visto que esse é um documento 
com validade legal, e deve-se SEMPRE observar a expressão da verdade. 
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III-expedir documentos odontológicos: atestados, declarações, relatórios, pareceres 
técnicos, laudos periciais, auditorias ou de verificação odontolegal, sem ter praticado ato 
profissional que o justifique, que seja tendencioso ou que não corresponda à verdade; 
Essa atitude incorre em Falsidade Ideológica, por isso, o profissional deve ter uma 
conduta sempre muito verdadeira e correta quanto à emissão do atestado. Por ex.: se o 
procedimento realizado exige 1 dia de repouso, e por solicitação do paciente, o profissional 
coloca 3 dias de repouso no atestado, o profissional pode responder legalmente por essa 
conduta. 
IV-comercializar atestados odontológicos, recibos, notas fiscais, ou prescrições de 
especialidades farmacêuticas; 
Comercializar atestado, nota fiscal e prescrições medicamentosas é infração ética. 
V-usar formulários de instituições públicas para prescrever, encaminhar ou atestar 
fatos verificados na clínica privada; 
VI-deixar de emitir laudo dos exames por imagens realizados em clínicas de radiologia; 
e, 
O profissional que trabalha da clínica de radiologia deve emitir laudo das imagens 
obtidas. A não emissão dos laudos configura infração ética. 
VII-receitar, atestar, declarar ou emitir laudos, relatórios e pareceres técnicos de forma 
secreta ou ilegível, sem a devida identificação, inclusive com o número de registro no Conselho 
Regional de Odontologia na sua jurisdição, bem como assinar em branco, folhas de 
receituários, atestados, laudos ou quaisquer outros documentos odontológicos. 
Assinar um receituário em branco dá margem para que o paciente o preencha da 
maneira que tiver interesse, e por isso, é considerado uma infração ética. Apenas o 
profissional habilitado deve preencher um atestado, prescrição medicamentos e/ou laudos e 
pareceres técnicos, não deixando essa conduta ser realizada por outras pessoas. 
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CAPÍTULO VIII 
DOS HONORÁRIOS PROFISSIONAIS 
 
Art.19.Na fixação dos honorários profissionais, serão considerados: 
I- condição sócio-econômicado paciente e da comunidade; 
II- o conceito do profissional; 
III- o costume do lugar; 
IV- a complexidade do caso; 
V- o tempo utilizado no atendimento; 
VI- o caráter de permanência, temporariedade ou eventualidade do trabalho; 
VII- circunstância em que tenha sido prestado o tratamento; 
VIII- a cooperação do paciente durante o tratamento; 
IX- o custo operacional; e, 
X- a liberdade para arbitrar seus honorários, sendo vedado o aviltamento 
profissional. 
Todos esses incisos (do I ao X) são fatores que podem ser considerados pelo 
profissional para estabelecer o seu horonário profissional. É vedado o aviltamento 
profissional, ou seja, a cobrança de honorários abaixo do que é considerado praticável, 
(preços depreciativos). 
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Parágrafo Único. O profissional deve arbitrar o valor da consulta e dos procedimentos 
odontológicos, respeitando as disposições deste Código e comunicando previamente ao 
paciente os custos dos honorários profissionais. 
Art.20.Constitui infração ética: 
I-oferecer serviços gratuitos a quem possa remunerá-los adequadamente; 
Se o profissional oferece serviços gratuitos a quem possa remunerá-los 
adequadamente, pode-se gerar uma concorrência desleal. 
II-oferecer seus serviços profissionais como prêmio em concurso de qualquer natureza; 
Em hipótese alguma o profissional da Odontologia pode colocar seus serviços 
profissionais como prêmio. A saúde é algo individual, e agir dessa maneira é banalizar a 
profissão. Além disso, pode também ferir o inciso I do art. 20, gerando concorrência desleal. 
III-receber ou dar gratificação por encaminhamento de paciente; 
O encaminhamento do paciente deve ser feito devido à capacitação profissional, 
visando uma melhor resolutividade do caso, e não para receber uma gratificação. 
IV-instituir cobrança através de procedimento mercantilista; 
V-abusar da confiança do paciente submetendo-o a tratamento de custo inesperado; 
Ao iniciar um tratamento, o cirurgião-dentista faz um plano de tratamento inicial e esse 
tem um custo, repassado ao paciente. Intercorrências podem ocorrer durante o tratamento, 
ou mesmo alguns diagnósticos serem confirmados durante o tratamento, acarretando em 
um custo que inicialmente não fora previsto. O inciso V desse artigo proíbe o abuso da 
confiança por parte do profissional. 
VI-receber ou cobrar remuneração adicional de paciente atendido em instituição 
pública, ou sob convênio ou contrato; 
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Ter esse tipo de atitude seria aproveitar-se de uma situação decorrente da relação 
profissional/paciente para obter vantagem física, emocional ou financeira (mais adequada a 
esse inciso). O profissional não deve realizar esse tipo de cobrança. 
VII-agenciar, aliciar ou desviar, por qualquer meio, paciente de instituição pública ou 
privada para clínica particular; 
VIII-permitir o oferecimento, ainda que de forma indireta, de seus serviços, através de 
outros meios como forma de brinde, premiação ou descontos; 
IX-divulgar ou oferecer consultas e diagnósticos gratuitos ou sem compromisso; e, 
X- a participação de cirurgião-dentista e entidades prestadoras de serviços 
odontológicos em cartão de descontos, caderno de descontos, “gift card” ou “vale presente” 
e demais atividades mercantilistas. 
É proibido oferecer serviços odontológicos em grupos de desconto, como prêmio ou 
outros afins. Já foi visto anteriormente no código de ética e está sendo repetido novamente. 
Art.21.O cirurgião-dentista deve evitar o aviltamento ou submeter-se a tal situação, inclusive 
por parte de convênios e credenciamentos, de valores dos serviços profissionais fixados de 
forma irrisória ou inferior aos valores referenciais para procedimentos odontológicos. 
 O cirurgião-dentista não deve se submeter a trabalhar por preços abaixo dos 
referenciais para o procedimento em questão, mantendo dessa forma uma concorrência leal. 
O cirurgião-dentista tem a liberdade de arbitrar seus honorários, desde que mantenha um 
bom senso com os valores referenciais dos procedimentos odontológicos. 
 
CAPÍTULO IX 
DAS ESPECIALIDADES 
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Art.22.O exercício e o anúncio das especialidades em Odontologia obedecerão ao disposto 
neste capítulo e às normas do Conselho Federal. 
 
Art.23.O especialista, atendendo a paciente encaminhado por cirurgião-dentista, atuará 
somente na área de sua especialidade requisitada. Parágrafo Único. Após o atendimento, o 
paciente será, com os informes pertinentes, restituído ao cirurgião-dentista que o 
encaminhou. 
 O cirurgião-dentista que recebeu o encaminhamento deve realizar o procedimento 
que foi encaminhado e logo após a conclusão deste, deve encaminhar o paciente ao 
profissional de origem. 
Art.24. É vedado intitular-se especialista sem inscrição da especialidade no Conselho 
Regional. 
 O cirurgião-dentista só pode intitular-se especialista depois de ter feito a inscrição no 
Conselho Regional de sua jurisdição. Por ex.: se o cirurgião-dentista já concluiu sua 
especialização, mas ainda não a registrou no Conselho Regional, ele não pode anunciar em 
propagandas que é especialista naquela área. 
Art.25.Para fins de diagnóstico e tratamento o especialista poderá conferenciar com outros 
profissionais. 
 Com a máxima de colaboração técnico-científica entre os profissionais, para que se 
atinja o melhor resultado possível para o paciente, é possível que o especialista conferencie 
com outros profissionais para fins de diagnóstico e tratamento. 
 
CAPÍTULO X 
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DA ODONTOLOGIA HOSPITALAR 
Art.26.Compete ao cirurgião-dentista internar e assistir paciente em hospitais públicos e 
privados, com ou sem caráter filantrópico, respeitadas as normas técnico-administrativas das 
instituições. 
Art.27.As atividades odontológicas exercidas em hospital obedecerão às normatizações 
pertinentes. 
 A Odontologia Hospitalar é definida como “um conjunto de ações preventivas, 
diagnósticas, terapêuticas e paliativas em saúde bucal, executadas em ambiente hospitalar 
em consonância com a missão do hospital e inseridas no contexto de atuação da equipe 
multidisciplinar”, Manual de Odontologia Hospitalar, Secretaria de Saúde do Estado de São 
Paulo. 
 O cirurgião-dentista pode atuar no atendimento de pacientes hospitalizados, desde 
que as atividades odontológicas exercidas obedeçam às normas pertinentes da instituição 
em que está atuando. 
 
Art.28.Constitui infração ética: 
I-fazer qualquer intervenção fora do âmbito legal da Odontologia; e, 
II-afastar-se de suas atividades profissionais, mesmo temporariamente, sem deixar 
outro cirurgião-dentista encarregado do atendimento de seus pacientes internados ou em 
estado grave. 
O cirurgião-dentista não deve realizar procedimentos fora do âmbito da Odontologia, 
mesmo quando estiver atuando em um hospital. 
 
CAPÍTULO XI 
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DAS ENTIDADES COM ATIVIDADES NO ÂMBITO DA ODONTOLOGIA 
Art.29.Aplicam-se as disposições deste Código de Ética e as normas dos Conselhos de 
Odontologia a todos àqueles que exerçam a Odontologia, ainda que de forma indireta, sejam 
pessoas físicas ou jurídicas, tais como: clínicas, policlínicas, cooperativas, planos de 
assistência à saúde, convênios de qualquer forma, credenciamento, administradoras, 
intermediadoras, seguradoras de saúde, ou quaisquer outras entidades. 
 O Código de Ética Odontológico rege não apenas os cirurgiões-dentistas e demais 
profissionais ligados diretamente com a atividade-fim, mas também as pessoas jurídicas que 
exercem atividades na área odontológica, mesmo sendo de forma indireta, em âmbito 
público ou privado, devendo estar registrado no Conselho de Odontologia. 
Art.30. Os profissionais inscritos prestadores de serviço responderão, nos limites de sua 
atribuição, solidariamente, pela infração ética praticada, ainda que não desenvolva a função 
de sócio ou responsável técnico pela entidade. 
Art.31.Constitui infração ética a não observância pela entidade da obrigação de: 
I-indicar um responsável técnico de acordo com as normas do Conselho Federal, bem 
como respeitar as orientações éticas fornecidas pelo mesmo; 
Na resolução CFO 63/2005 estão especificadas as condições para ser responsável 
técnico: deve ser cirurgião-dentista com CRO ativo e ele deve ser responsável técnico por 
apenas uma única entidade prestadora de assistência odontológica, sendo vedada, inclusive, 
a acumulação de responsabilidade de filial (exceto quando for de finalidade filantrópica ou 
se a entidade for de administração direta, indireta, Federal, Estadual ou Municipal). 
II-manter a qualidade técnico-científica dos trabalhos realizados; 
III-propiciar ao profissional condições adequadas de instalações, recursos materiais, 
humanos e tecnológicos que garantam o seu desempenho pleno e seguro; 
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IV-manter auditorias odontológicas constantes, através de profissionais capacitados, 
desde que respeitadas a autonomia dos profissionais; 
V- restringir-se à elaboração de planos ou programas de saúde bucal que tenham 
respaldo técnico, administrativo e financeiro; 
VI-manter os usuários informados sobre os recursos disponíveis para atendê-los; e, 
O paciente deve ser informado de maneira clara sobre os recursos disponíveis para seu 
tratamento. Não deve ser omitido nenhum fator e nem direcionar o paciente para algum 
tratamento que exista na clínica, em vez de um que seria mais apropriado ao seu caso, mas 
que não está disponível na clínica, por ex. 
VII-atender as determinações e notificações expedidas pela fiscalização do Conselho 
Regional, suspendendo a prática irregular e procedendo as devidas adequações. 
Art.32.Constitui infração ética: 
I-apregoar vantagens irreais visando a estabelecer concorrência com entidades 
congêneres; 
II-oferecer tratamento abaixo dos padrões de qualidade recomendáveis; 
III-anunciar especialidades sem constar no corpo clínico os respectivos especialistas, 
com as devidas inscrições no Conselho Regional de sua jurisdição; 
IV-anunciar especialidades sem as respectivas inscrições de especialistas no Conselho 
Regional; 
V- valer-se do poder econômico visando a estabelecer concorrência desleal com 
entidades congêneres ou profissionais individualmente; 
VI-deixar de manter os usuários informados sobre os recursos disponíveis para o 
atendimento e de responder às reclamações dos mesmos; 
VII-deixar de prestar os serviços ajustados no contrato; 
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VIII-oferecer serviços profissionais como bonificação em concursos, sorteios, 
premiações e promoções de qualquer natureza; 
IX-elaborar planos de tratamento para serem executados por terceiros, inclusive na 
forma de perícia prévia; 
O cirurgião-dentista é quem deve executar o plano de tratamento proposto, não sendo 
possível terceirizar essa ação, repassando para os TSBs ou ASBs. 
X-prestar serviços odontológicos, contratar empresas ou profissionais ilegais ou 
irregulares perante o Conselho Regional de sua jurisdição; 
XI-usar indiscriminadamente Raios X com finalidade, exclusivamente, administrativa 
em substituição à perícia/auditoria e aos serviços odontológicos; 
O exame radiográfico não deve ser utilizado de forma indiscriminada, mas sim, para 
fins de diagnóstico, sendo injustificável realizar o exame sem indicação clínica. 
XII-deixar de proceder a atualização contratual, cadastral e de responsabilidade 
técnica, bem como de manter-se regularizado com suas obrigações legais junto ao Conselho 
Regional de sua jurisdição; e, 
XIII-constitui infração ética a participação de cirurgiões-dentistas como proprietários, 
sócios, dirigentes ou consultores dos chamados cartões de descontos, assim como a 
comprovada associação ou referenciamento de cirurgiões-dentistas a qualquer empresa que 
faça publicidade de descontos sobre honorários odontológicos, planos de financiamento ou 
consórcio. 
 
 Continuaremos a ver o Código de Ética na próxima aula. Coloco abaixo questões para 
praticarmos o que vimos na aula de hoje. 
 Qualquer dúvida, estou à disposição pelo Fórum de dúvidas! 
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(FCC-TRT 3ª Região – (MG) – Analista Judiciário-odontologia – 2015 - Em relação ao tema 
violência doméstica e odontologia, é INCORRETO afirmar que 
(A) a Lei no 10.778/03 estabelece a comunicação obrigatória para os casos suspeitos, ou 
confirmados, de violência contra a mulher que for atendida em serviços de saúde público ou 
particular. 
(B) o Art. 9o do Código de Ética Odontológica define que o Cirurgião-Dentista tem o direito de 
zelar pela saúde e integridade de seu paciente. 
(C) o Art. 13 do Estatuto da Criança e Adolescente obriga a denúncia de casos, mesmo 
suspeitos, de maus-tratos contra crianças e adolescentes e a denúncia constitui justa causa 
para o rompimento do sigilo profissional. 
(D) os Arts. 19 e 57 do Estatuto do Idoso obrigam os profissionais de saúde a comunicarem 
maus-tratos contra os idosos de que tiverem conhecimento. 
(E) o Art. 14 do Código de Ética Odontológica, em seu parágrafo único, define como justa causa 
para romper o sigilo profissional a colaboração com a justiça em casos previstos em lei. 
 
GABARITO: B 
No artigo 9º, é dever (e não direito como traz a questão) do cirurgião-dentista abster-se da 
prática de atos que impliquem mercantilização da odontologia ou sua má conceituação; zelar 
pela saúde e dignidade do paciente; elaborar e manter atualizados os prontuários clínicos; e 
resguardar sigilo profissional, salvo em situações de justa causa como notificação compulsória 
de doença; colaboração com a justiça nos casos previstos em lei; estrita defesa de interesse 
legítimo dos profissionais inscritos; e revelação de fato sigiloso ao responsável pelo 
 
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(IMA - Pref. União/PI- Cirurgião Dentista - Periodontista – 2015) Ainda considerando o 
Código de Ética Odontológico, na fixação dos honorários profissionais serão considerados 
alguns fatores, exceto: 
A) A condição socioeconômica do paciente. 
B) A cooperação do paciente durante o tratamento. 
C) O tempo de espera do paciente. 
D) O costume do lugar. 
 
Vamos rever o capítulo VIII, que versa sobre honorários profissionais. 
CAPÍTULO VIII 
DOS HONORÁRIOS PROFISSIONAIS 
Art.19.Na fixação dos honorários profissionais, serão considerados: 
I-condição sócio-econômica do paciente e da comunidade; 
II-o conceito do profissional; 
III-o costume do lugar; 
IV-a complexidade do caso; 
V-o tempo utilizado no atendimento; 
V-o caráter de permanência, temporariedade ou eventualidade do trabalho; 
VII-circunstância em que tenha sido prestado o tratamento; 
VIII-a cooperação do paciente durante o tratamento; 
IX-o custo operacional; e, 
X-a liberdade para arbitrar seus honorários, sendo vedado o aviltamento profissional. 
Parágrafo Único. O profissional deve arbitrar o valor da consulta e dos procedimentos 
odontológicos, respeitando as disposições deste 
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Código e comunicando previamente ao paciente os custos dos honorários profissionais. 
 
 O único que não está previsto é a letra C, tempo de espera do paciente. Por isso o gabarito 
é letra C. 
 
(FCC - TRT 11ª - Analista Judiciário/ Odontologia – 2017) A quebra de sigilo profissional, 
de acordo com o Código de Ética Odontológica, caracteriza-se como infração ética: 
(A) comunicar ao Conselho Regional as condições de trabalho indignas, inseguras e insalubres. 
(B) comunicar às autoridades sanitárias as condições de trabalho indignas, inseguras e 
insalubres. 
(C) declinar tratamento empreendido na cobrança judicial de honorários profissionais. 
(D) revelar notificação compulsória de doença. 
(E) negligenciar na orientação de seus colaboradores quanto ao sigilo profissional. 
 
GABARITO: E 
Todas as alternativas são casos em que há previsão de quebra de sigilo profissional, com 
exceção da letra E. Vamos relembrar essa parte do nosso código de ética. 
CAPÍTULO VI 
DO SIGILO PROFISSIONAL 
Art.14.Constitui infração ética: 
 I-revelar, sem justa causa, fato sigiloso de que tenha conhecimento em razão do exercício de 
sua profissão; 
II-negligenciar na orientação de seus colaboradores quanto ao sigilo profissional; e, 
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III-fazer referência a casos clínicos identificáveis, exibir paciente, sua imagem ou qualquer outro 
elemento que o identifique, em qualquer meio de comunicação ou sob qualquer pretexto, salvo 
se o cirurgião-dentista estiver no exercício da docência ou em publicações científicas, nos quais, 
a autorização do paciente ou seu responsável legal, lhe permite a exibição da imagem ou 
prontuários com finalidade didático-acadêmicas. 
Parágrafo Único. Compreende-se como justa causa, principalmente: 
I- notificação compulsória de doença; (LETRA D) 
II-colaboração com a justiça nos casos previstos em lei; 
III-perícia odontológica nos seus exatos limites; 
IV-estrita defesa de interesse legítimo dos profissionais inscritos; e, 
V-revelação de fato sigiloso ao responsável pelo incapaz. 
Art.15.Não constitui quebra de sigilo profissional a declinação do tratamento empreendido, na 
cobrança judicial de honorários profissionais. (LETRA C) 
Art.16.Não constitui, também, quebra do sigilo profissional a comunicação ao Conselho 
Regional e às autoridades sanitárias as condições de trabalho indignas, inseguras e insalubres. 
(LETRA A) 
 
Cirurgião-Dentista – 2015 - Pref. Arujá/SP - VUNESP 
A respeito do código de ética odontológica, é correto afirmar: 
(A) regula os direitos de deveres do cirurgião-dentista, técnicos e auxiliares, assim como 
pessoas jurídicas que exerçam atividade na área da odontologia, apenas no âmbito privado. 
(B) o cirurgião-dentista pode executar procedimentos como técnico em prótese bucal, técnico 
em saúde bucal e auxiliar em saúde bucal, além daqueles discriminados na Lei que regulamenta 
a profissão e nas Resoluções do Conselho Federal de Odontologia. 
(C) constitui dever do cirurgião-dentista promover a saúde coletiva no desempenho de suas 
funções quando este exercer a profissão no setor público, exclusivamente. 
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(D) constitui direito dos auxiliares em saúde bucal executar os procedimentos constantes nas 
Resoluções do Conselho Federal de Odontologia, independentemente da presença de um 
cirurgião-dentista. 
(E) constitui direito do profissional recusar-se a executar atividades que não sejam de sua 
competência legal. 
 
GABARITO: E 
Letra A: não é apenas no âmbito privado, mas também no público. 
Letra B: está errada, pois o cirurgião-dentista não deve executar procedimentos como técnico 
em prótese dentária, técnico em saúde bucal, auxiliar em saúde bucal e auxiliar em prótese 
dentária, além daqueles discriminados na Lei que regulamenta a profissão e nas resoluções do 
Conselho Federal. (art 11., inciso XIII, do código de ética odontológico). 
Letra C: errada, pois não é apenas no setor público, mas também no privado. (art. 9o, inciso IX). 
Letra D: Os auxiliares de saúde bucal podem executar as atividades previstas desde que sob a 
supervisão de um cirurgião-dentista 
 
1° Tenente PM - Cirurgião Dentista – 2017 - Polícia Militar/MA - CESPE 
Com base no Código de Ética Odontológica, julgue os itens seguintes. 
Incorrerá em infração ética o profissional cirurgião-dentista que acumular as funções de 
perito/auditor e de executor de procedimentos terapêuticos odontológicos em uma mesma 
entidade prestadora de serviços odontológicos, ainda que a entidade não possua outro 
profissional habilitado para uma dessas funções. 
 
GABARITO: CERTO 
Vamos rever o Art. 10: 
Art.10.Constitui infração ética: 
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...III-acumular as funções de perito/auditor e procedimentos terapêuticos odontológicos na 
mesma entidade prestadora de serviços odontológicos;... 
 
1° Tenente PM - Cirurgião Dentista – 2017 - Polícia Militar/MA - CESPE 
É permitido que o cirurgião-dentista cobre remuneração adicional do paciente nos casos em 
que os valores dos serviços profissionais fixados pelo convênio forem inferiores aos valores 
referenciais para procedimentos odontológicos. 
 
GABARITO: ERRADO 
Isso está completamente errado, inclusive no art. 21 do código de ética existe a recomendação 
de o cirurgião-dentista evitar o aviltamento ou submeter-se a situação, por meio de convênios 
e credenciamentos, de valores dos serviços profissionais fixados de forma irrisória ou inferior 
aos valores referenciais para procedimentos odontológicos. 
 
1° Tenente PM - Cirurgião Dentista – 2017 - Polícia Militar/MA – CESPE 
Cirurgião-dentista que possua clínica particular e trabalhe em instituição pública que apresente 
limitação no oferecimento de procedimentos odontológicos de maior custo ou 
complexidadeestá autorizado a indicar sua própria clínica particular aos pacientes que 
procurem atendimento na rede pública. 
 
GABARITO: ERRADO 
Não pode acontecer o aliciamento de pacientes. 
...Art.13.Constitui infração ética: 
I-agenciar, aliciar ou desviar paciente de colega, de instituição pública ou privada;... 
 
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2º Tenente Dentista – 2014 - Polícia Militar/SP - VUNESP 
De acordo com o Capítulo II, artigo 5.o, do Código de Ética Profissional do Conselho Federal de 
Odontologia de 2013, o cirurgião-dentista tem como direito fundamental: 
(A) diagnosticar, planejar e executar tratamentos, com liberdade, de todas as doenças 
neoplásicas e não neoplásicas de cabeça e pescoço. 
(B) contratar serviços de técnicos especializados para realizarem procedimentos simples em 
seus pacientes. 
(C) acumular cargos e atividades, em qualquer circunstância, dentro de sua experiência, ainda 
que essas atividades possam causar empecilhos àquelas já assumidas dentro do exercício da 
odontologia. 
(D) executar atividades burocráticas ou técnicas, ainda que essas não estejam descritas como 
de sua competência legal. 
(E) recusar-se a exercer a profissão em âmbito público ou privado onde as condições de 
trabalho não sejam dignas, seguras e salubres. 
 
GABARITO: E 
A única alternativa que está prevista no art. 5o do código de ética é a letra E. Vamos rever o 
referido artigo. 
DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS 
Art.5º.Constituem direitos fundamentais dos profissionais inscritos, segundo suas atribuições 
específicas: 
I-diagnosticar, planejar e executar tratamentos, com liberdade de convicção, nos limites de suas 
atribuições, observados o estado atual da Ciência e sua dignidade profissional; 
II-guardar sigilo a respeito das informações adquiridas no desempenho de suas funções; 
III-contratar serviços de outros profissionais da Odontologia, por escrito, de acordo com os 
preceitos deste Código e demais legislações em vigor; 
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IV- recusar-se a exercer a profissão em âmbito público ou privado onde as condições de trabalho 
não sejam dignas, seguras e salubres; 
V-renunciar ao atendimento do paciente, durante o tratamento, quando da constatação de 
fatos que, a critério do profissional, prejudiquem o bom relacionamento com o paciente ou o 
pleno desempenho profissional. Nestes casos tem o profissional o dever de comunicar 
previamente, por escrito, ao paciente ou seu responsável legal, fornecendo ao cirurgião-
dentista que lhe suceder todas as informações necessárias para a continuidade do tratamento; 
VI-recusar qualquer disposição estatutária, regimental, de instituição pública ou privada, que 
limite a escolha dos meios a serem postos em prática para o estabelecimento do diagnóstico e 
para a execução do tratamento, bem como recusar-se a executar atividades que não sejam de 
sua competência legal; e, 
VII-decidir, em qualquer circunstância, levando em consideração sua experiência e capacidade 
profissional, o tempo a ser dedicado ao paciente ou periciado, evitando que o acúmulo de 
encargos, consultas, perícias ou outras avaliações venham prejudicar o exercício pleno da 
Odontologia. 
Art.6º.Constitui direito fundamental das categorias técnicas e auxiliares recusarem-se a 
executar atividades que não sejam de sua competência técnica, ética e legal, ainda que sob 
supervisão do cirurgião-dentista. 
Art.7º.Constituem direitos fundamentais dos técnicos em saúde bucal e auxiliares em saúde 
bucal: 
I-executar, sob a supervisão do cirurgião-dentista, os procedimentos constantes na Lei nº 
11.889/2008 e nas Resoluções do Conselho Federal; 
II-resguardar o segredo profissional; e, 
III-recusar-se a exercer a profissão em âmbito público ou privado onde as condições de trabalho 
não sejam dignas, seguras e salubres. 
 
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Cirurgião Dentista – 2019 - Pref. Guarapuava/PR - FAUEL 
O capítulo VIII, do Código de Ética Odontológica, trata dos honorários profissionais. 
Assinale a alternativa que corresponde a uma prática que o profissional da odontologia pode 
tomar sem que isso constitua uma infração ética. 
a) Participação de cartão de descontos, caderno de descontos, “gift card” ou “vale presente”.
 
b) Fixar honorários profissionais considerando o costume do lugar e a cooperação do paciente 
durante o tratamento . 
c) Divulgar ou oferecer consultas e diagnósticos gratuitos ou sem compromisso. 
d) Oferecer seus serviços profissionais como prêmio em concurso de qualquer natureza. 
 
GABARITO: B 
Capítulo já cobrado em outras provas de concurso, importante saber. Vamos rever, para 
melhor memorização. 
CAPÍTULO VIII 
DOS HONORÁRIOS PROFISSIONAIS 
Art.19.Na fixação dos honorários profissionais, serão considerados: 
I- condição sócio-econômica do paciente e da comunidade; 
II- o conceito do profissional; 
III- o costume do lugar; 
IV- a complexidade do caso; 
V- o tempo utilizado no atendimento; 
VI- o caráter de permanência, temporariedade ou eventualidade do trabalho; 
VII- circunstância em que tenha sido prestado o tratamento; 
VIII- a cooperação do paciente durante o tratamento; 
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IX- o custo operacional; e, 
X- a liberdade para arbitrar seus honorários, sendo vedado o aviltamento profissional. 
Parágrafo Único. O profissional deve arbitrar o valor da consulta e dos procedimentos 
odontológicos, respeitando as disposições deste Código e comunicando previamente ao 
paciente os custos dos honorários profissionais. 
Art.20.Constitui infração ética: 
I-oferecer serviços gratuitos a quem possa remunerá-los adequadamente; 
II-oferecer seus serviços profissionais como prêmio em concurso de qualquer natureza; 
III-receber ou dar gratificação por encaminhamento de paciente; 
IV-instituir cobrança através de procedimento mercantilista; 
V-abusar da confiança do paciente submetendo-o a tratamento de custo inesperado; 
VI-receber ou cobrar remuneração adicional de paciente atendido em instituição pública, ou 
sob convênio ou contrato; 
VII-agenciar, aliciar ou desviar, por qualquer meio, paciente de instituição pública ou privada 
para clínica particular; 
VIII-permitir o oferecimento, ainda que de forma indireta, de seus serviços, através de outros 
meios como forma de brinde, premiação ou descontos; 
IX-divulgar ou oferecer consultas e diagnósticos gratuitos ou sem compromisso; e, 
X- a participação de cirurgião-dentista e entidades prestadoras de serviços odontológicos em 
cartão de descontos, caderno de descontos, “gift card” ou “vale presente” e demais atividades 
mercantilistas. 
Art.21.O cirurgião-dentista deve evitar o aviltamento ou submeter-se a tal situação, inclusive 
por parte de convênios e credenciamentos, de valores dos serviços profissionais fixados de 
forma irrisória ou inferior aos valores referenciais para procedimentos odontológicos. 
 
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Cirurgião Dentista – 2018 - Pref. e Camâra de Caibaté/RS 
De acordo com o Código de Ética Odontológica Art. 6º. Assinale a alternativa CORRETA: 
a) Constitui direito fundamental das categorias técnicas e auxiliares recusarem-se a executar 
atividades que não sejam de sua competência técnica, ética e legal, ainda que sob supervisão 
do cirurgião- dentista. 
b) Constitui direito fundamental das categorias técnicas e auxiliares recusarem-se a executar 
atividades que não sejam de sua competência técnica, ética e legal, ainda que sob supervisão 
de um auxiliar dentista. 
c) Constitui direito fundamental das categorias técnicas e auxiliares recusarem-se a executar 
atividades que não sejam de sua competência técnica, ética e legal, ainda que sob supervisão 
do cirurgião- dentista ou até mesmo auxiliar de dentista. 
d) Nenhuma das alternativas. 
 
GABARITO: A 
O art. 6o versa sobre o direito dos técnicos e auxiliares a recusarem-se a executar atividades 
que não são de sua competência. 
...Art.6º.Constitui direito fundamental das categorias técnicas e auxiliares recusarem-se a 
executar atividades que não sejam de sua competência técnica, ética e legal, ainda que sob 
supervisão do cirurgião-dentista. 
 
Cirurgião Dentista – 2018 - Pref. Uruçui/PI - CRESCER CONSULTORIAS 
Segundo o novo código de ética odontológico (2013) constitui infração ética, exceto: 
(A) Oferecer serviços profissionais como bonificação em concursos, sorteios, premiações e 
promoções de qualquer natureza. 
(B) elaborar planos de tratamento para serem executados por terceiros, inclusive na forma de 
perícia prévia. 
(C) A associação de cirurgiões-dentistas a qualquer empresa que faça publicidade de descontos 
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sobre honorários odontológicos, planos de financiamento ou consórcio 
(D) Não exercer a função de perito, quando tenha tido participação como mandatário da parte, 
ou sido designado como assistente técnico de órgão do Ministério Público 
 
GABARITO: D 
Um outro capítulo do código de ética que costuma ser cobrado é esse de auditorias e perícias 
odontológicas. Vamos revê-lo: 
DAS AUDITORIAS E PERÍCIAS ODONTOLÓGICAS 
Art.10.Constitui infração ética: 
I-deixar de atuar com absoluta isenção quando designado para servir como perito ou auditor, 
assim como ultrapassar os limites de suas atribuições e de sua competência; 
II-intervir, quando na qualidade de perito ou auditor, nos atos de outro profissional, ou fazer 
qualquer apreciação na presença do examinado, reservando suas observações, sempre 
fundamentadas, para o relatório sigiloso e lacrado, que deve ser encaminhado a quem de 
direito; 
III-acumular as funções de perito/auditor e procedimentos terapêuticos odontológicos na 
mesma entidade prestadora de serviços odontológicos; 
IV-prestar serviços de auditoria a pessoas físicas ou jurídicas que tenham obrigação de inscrição 
nos Conselhos e que não estejam regularmente inscritas no Conselho de sua jurisdição; 
V-negar, na qualidade de profissional assistente, informações odontológicas consideradas 
necessárias ao pleito da concessão de benefícios previdenciários ou outras concessões 
facultadas na forma da Lei, sobre seu paciente, seja por meio de atestados, declarações, 
relatórios, exames, pareceres ou quaisquer outros documentos probatórios, desde que 
autorizado pelo paciente ou responsável legal interessado; 
VI-receber remuneração, gratificação ou qualquer outro benefício por valores vinculados à 
glosa ou ao sucesso da causa, quando na função de perito ou auditor; 
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VII-realizar ou exigir procedimentos prejudiciais aos pacientes e ao profissional, contrários às 
normas de Vigilância Sanitária, exclusivamente para fins de auditoria ou perícia; e, 
VIII-exercer a função de perito, quando: 
a) for parte interessada; 
b) tenha tido participação como mandatário da parte, ou sido designado como assistente 
técnico de órgão do Ministério Público, ou tenha prestado depoimento como testemunha; 
c) for cônjuge ou a parte for parente, consanguíneo ou afim, em linha reta ou colateral até o 
segundo grau; e, 
d) a parte for paciente, ex-paciente ou qualquer pessoa que tenha ou teve relações sociais, 
afetivas, comerciais ou administrativas, capazes de comprometer o caráter de imparcialidade 
do ato pericial ou da auditagem. 
 
Cirurgião Dentista – 2018 - Pref. Lagoa Vermelha/RS - Banca: NBS 
O Código de Ética Odontológica, aprovado pela Resolução CFO-118/2012, regula os direitos 
e deveres do cirurgião-dentista. Considerando o que estabelece o Capítulo V, acerca do 
relacionamento entre o cirurgião dentista e o paciente, através do Artigo 11, onde se expõem 
às infrações éticas, analise o que se afirma nas assertivas abaixo, indicando a alternativa 
correta: 
A. Delegar a profissionais técnicos ou auxiliares atos ou atribuições exclusivas da profissão de 
cirurgião-dentista. 
B. Ser conivente em erros técnicos ou infrações éticas, ou com o exercício irregular ou ilegal da 
Odontologia. 
C. Ceder consultório ou laboratório, sem a observância da legislação pertinente. 
D. Negar, ao paciente ou periciado, acesso a seu prontuário, deixar de lhe fornecer cópia 
quando solicitada, bem como deixar de lhe dar explicações necessárias à sua compreensão, no 
intuito de praticar ou permitir que se pratique concorrência desleal. 
 
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GABARITO: C 
A letra C é a única que não consta no art. 11º: 
...Art.11.Constitui infração ética: 
I-discriminar o ser humano de qualquer forma ou sob qualquer pretexto; 
II- aproveitar-se de situações decorrentes da relação profissional/ paciente para obter 
vantagem física, emocional, financeira ou política; 
III- exagerar em diagnóstico, prognóstico ou terapêutica; 
IV- deixar de esclarecer adequadamente os propósitos, riscos, custos e alternativas do 
tratamento; 
V- executar ou propor tratamento desnecessário ou para o qual não esteja capacitado; 
VI- abandonar paciente, salvo por motivo justificável, circunstância em que serão conciliados 
os honorários e que deverá ser informado ao paciente ou ao seu responsável legal de 
necessidade da continuidade do tratamento; 
VII- deixar de atender paciente que procure cuidados profissionais em caso de urgência, quando 
não haja outro cirurgião-dentista em condições de fazê-lo; 
VIII-desrespeitar ou permitir que seja desrespeitado o paciente; 
IX-adotar novas técnicas ou materiais que não tenham efetiva comprovação científica; 
X-iniciar qualquer procedimento ou tratamento odontológico sem o consentimento prévio do 
paciente ou do seu responsável legal, exceto em casos de urgência ou emergência; 
XI-delegar a profissionais técnicos ou auxiliares atos ou atribuições exclusivas da profissão de 
cirurgião-dentista; 
XII- opor-se a prestar esclarecimentos e/ou fornecer relatórios sobre diagnósticos e 
terapêuticas, realizados no paciente, quando solicitados pelo mesmo, por seu representante 
legal ou nas formas previstas em lei; 
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XIII-executar procedimentos como técnico em prótese dentária, técnico em saúde bucal, auxiliar 
em saúde bucal e auxiliar em prótese dentária, além daqueles discriminados na Lei que 
regulamenta a profissão e nas resoluções do Conselho Federal; e, 
XIV-propor ou executar tratamento fora do âmbito da Odontologia. 
 
Cirurgião Dentista – 2018 - Pref. Lagoa Vermelha/RS - Banca: NBS 
Tendo por base o que estabelece o Artigo 9º do Código de Ética Odontológica, acerca do que 
são considerados deveres fundamentais dos inscritos, sendo sua violação considerada infração 
ética, analise as assertivas, indicando a alternativa incorreta: 
A. Exercer a profissão mantendo comportamento digno, resguardar o sigilo profissional. 
B. Manter atualizados os conhecimentos profissionais, técnico-científicos e culturais, 
necessários ao pleno desempenho do exercício profissional, adotando novas técnicas ou 
materiais, mesmo que não tenham efetiva comprovação científica. 
C. Elaborar e manter atualizados os prontuários na forma das normas em vigor, incluindo os 
prontuários digitais. 
D. Zelar pela saúde e pela dignidade do paciente e resguardar sempre a privacidade do 
paciente. 
 
GABARITO: B 
O cirurgião-dentista não deve adotar técnicas ou materiais que não tenham efetiva 
comprovação científica. 
 
Cirurgião Dentista - 2018 - Órgão: Pref. Congonhas/MG - Banca: REIS & REIS 
Segundo O Código de Ética (Resolução CFO - 118/2012), constituem DIREITOS fundamentais 
dos profissionais inscritos, segundo suas atribuições específicas, exceto: 
a) Diagnosticar, planejar e executar tratamentos, com liberdade de convicção, nos limites de 
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suas atribuições, observados o estado atual da Ciência e sua dignidade profissional. 
b) Guardar sigilo a respeito das informações adquiridas no desempenho de suas funções. 
c) Recusar-se a exercer a profissão em âmbito público ou privado onde as condições de 
trabalho não sejam dignas, seguras e salubres. 
d) Decidir, em qualquer circunstância, levando em consideração sua experiência e capacidade 
profissional, o tempo a ser dedicado ao paciente ou periciado, evitando que o acúmulo de 
encargos, consultas, perícias ou outras avaliações venham prejudicar o exercício pleno da 
Odontologia. 
e) Promover a saúde coletiva no desempenho de suas funções, cargos e cidadania, 
independentemente de exercer a profissão no setor público ou privado. 
 
GABARITO: E 
A letra E é um DEVER do cirurgião-dentista, a banca solicitou quais eram os direitos do 
cirurgião-dentista. 
 
Cirurgião Dentista - 2017 - Pref. Caibi/SC 
De acordo com o Código de Ética Odontológica, aprovado pela Resolução CFO-118/2012, em 
seu Artigo 9º, acerca dos deveres fundamentais dos inscritos e sua violação é correto afirmar, 
exceto: 
a) Zelar e trabalhar pelo perfeito desempenho ético da Odontologia e pelo prestígio e bom 
conceito da profissão. 
b) Assegurar as condições adequadas para o desempenho ético-profissional da Odontologia, 
quando investido em função de direção ou responsável técnico. 
c) Manter atualizados os conhecimentos profissionais, técnico-científicos e culturais, 
necessários ao pleno desempenho do exercício profissional. 
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d) Assumir responsabilidade pelos atos praticados, contudo nos casos em que estes tenham 
sido solicitados ou consentidos pelo paciente ou seu responsável, não implica em resguardar a 
privacidade do paciente. 
 
GABARITO: D 
 
Cirurgião Dentista – 2016 - Pref. Arroio do Tigre/RS - Banca: OBJETIVA 
De acordo com o Código de Ética Profissional, assinalar a alternativa INCORRETA: 
a) Constitui infração ética desrespeitar ou permitir que seja desrespeitado o paciente. 
b) Constitui infração ética explorar colega nas relações de emprego ou quando compartilhar 
honorários. 
c) Constitui infração ética negligenciar na orientação de seus colaboradores quanto ao sigilo 
profissional. 
d) Não constitui infração ética elaborar planos de tratamento para serem executados por 
terceiros. 
 
GABARITO: D 
 
UFCG - Pref. Municipal de Sumé/PB - Cirurgião Dentista – 2014 - De acordo com o Código de 
Ética odontológica o profissional deve arbitrar o valor da consulta e dos procedimentos 
odontológicos, respeitando as disposições do Código de Ética e comunicando ao paciente os 
custos dos honorários profissionais. 
Considerando os incisos do artigo 19, capítulo VIII, do Código de Ética Odontológica, são 
condições a ser consideradas na fixação dos honorários profissionais: 
a) O conceito do profissional, o costume do lugar, a complexidade do caso, a condição sócio-
econômica do paciente e da comunidade. 
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b) Oferecimento de serviços gratuitos a quem possa remunerá-los adequadamente. 
c) Recebimento de gratificações por encaminhamento de paciente ou instituição de cobrança 
através de procedimentos mercantilistas. 
d) Participação de cirurgião-dentista e entidades prestadoras de serviços odontológicos em 
cartão de descontos, caderno de descontos ou demais atividades mercantilistas. 
e) O cirurgião dentista deve evitar o aviltamento ou submeter-se a tal situação, inclusive por 
parte de convênios e credenciamento, de valores dos serviços profissionais fixados de forma 
irrisória ou inferior aos valores referenciais para procedimentos odontológicos. 
 
GABARITO: A 
CAPÍTULO VIII - DOS HONORÁRIOS PROFISSIONAIS 
Art.19. Na fixação dos honorários profissionais, serão considerados: 
I-condição sócio-econômica do paciente e da comunidade; 
II-o conceito do profissional; 
III-o costume do lugar; 
IV-a complexidade do caso; 
V-o tempo utilizado no atendimento; 
VI-o caráter de permanência, temporariedade ou eventualidade do trabalho; 
VII-circunstância em que tenha sido prestado o tratamento; 
VIII-a cooperação do paciente durante o tratamento; 
IX-o custo operacional; e, 
X-a liberdade para arbitrar seus honorários, sendo vedado o aviltamento profissional. 
 
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A letra B é considerada uma infração ética, ver artigo 20, inciso I. A letra C também é infração 
ética, art. 20, inciso III e a letra D também consta como infração ética, art. 20, inciso X. A letra 
E é a cópia do art. 21, contudo, ela está errada pois não é um fator a ser considerado 
diretamente na estipulação de honorários, estando relacionada ao profissional e sua relação 
com convênios e/ou credenciamentos. 
 
(FCC – MPE/PB - Analista Ministerial –Odontologia -2015) 
Paciente com 51 anos de idade, sexo feminino, tem indicação protética para extração dos 
dentes 44 e 45. Durante a anamnese, a paciente relata ter “rinite desde os 30 anos de idade”, 
ser “alérgica a aspirina” e ter um histórico de “crises de asma”. 
Segundo o Código de Ética Odontológica, as informações coletadas durante a anamnese são 
confidenciais, o que 
 (A) impossibilita o registro dos dados de saúde sistêmicano prontuário, a fim de evitar 
exposição indevida da paciente. 
(B) impede um contato com o médico da paciente para obter subsídios para prevenção de 
episódios de crise asmática. 
(C) resulta em confiança da paciente em relatar parcialmente suas condições de saúde ao 
auxiliar de saúde bucal, que não está sujeito às penalidades do Código de Ética Odontológica. 
(D) permite o profissional a conduzir a discussão do caso clínico com o médico da paciente de 
uma maneira que respeite a sua privacidade. 
(E) permite que o profissional comente, a título de exemplo, os procedimentos efetuados em 
situações semelhantes à desta paciente, visando tranquilizá-la. 
 
GABARITO: D 
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A letra A está completamente errada pois é importante que se faça o registro de dados de 
saúde sistêmica no prontuário, pois isso pode ter relação direta com o tratamento 
odontológico. 
A letra B também está errada, pois o código de ética não proíbe o contato entre o cirurgião-
dentista e o médico que assiste a paciente. 
O auxiliar de saúde bucal também está sujeito às penalidades do Código de Ética Odontológica. 
A letra E está errada, pois pode ao citar um procedimento realizado em outro tratamento, pode 
expor um outro paciente, por ex., ao tentar tranquilizar a paciente em questão. 
 
(CESPE - MPU – Analista de Saúde – Odontologia - 2010) 
Quando investido em função de direção ou de responsável técnico, o profissional de 
odontologia deve assegurar as condições adequadas para o desempenho ético-profissional. 
 C. Certo E. Errado 
 
GABARITO: CERTO 
Conforme o CAPÍTULO III DOS DEVERES FUNDAMENTAIS 
Art. 9º. Constituem deveres fundamentais dos inscritos e sua violação caracteriza infração 
ética: 
IV- assegurar as condições adequadas para o desempenho ético-profissional da Odontologia, 
quando investido em função de direção ou 
responsável técnico. 
 
 
(CESPE – CORREIOS – Analista de Saúde – Odontologia - 2011) Constituem infração ética fazer 
referência a casos clínicos identificáveis, exibir pacientes ou seus retratos em anúncios 
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profissionais, ou na divulgação de assuntos odontológicos em programas de rádio, televisão ou 
cinema, e artigos, entrevistas ou reportagens em jornais, revistas ou outras publicações legais, 
salvo se autorizado pelo paciente ou responsável. 
C. Certo E. Errado 
 
GABARITO: CERTO 
Conforme CAPÍTULO VI DO SIGILO PROFISSIONAL 
Art. 10. Constitui infração ética: 
III - fazer referência a casos clínicos identificáveis, exibir pacientes ou seus retratos em anúncios 
profissionais ou na divulgação de assuntos odontológicos em programas de rádio, televisão ou 
cinema, e em artigos, entrevistas ou reportagens em jornais, revistas ou outras publicações 
legais, salvo se autorizado pelo paciente ou responsável; 
 
(CESPE – MPU – Analista de Saúde – Odontologia – 2010 - Não é responsabilidade ética do 
analista de saúde de uma clínica primar pela fiel aplicação do código de ética na instituição. 
C. Certo E. Errado 
 
GABARITO: ERRADO 
Conforme CAPÍTULO XII - DO RESPONSÁVEL TÉCNICO E DOS PROPRIETÁRIOS INSCRITOS 
Art. 33. Ao responsável técnico cabe a fiscalização técnica e ética da instituição pública ou 
privada pela qual é responsável, devendo orientá-la, por escrito, inclusive sobre as técnicas de 
propaganda utilizadas. 
§ 1º. É dever do responsável técnico, primar pela fiel aplicação deste Código na pessoa 
jurídica em que trabalha 
 
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QUESTÕES 
1 - AGENTE DE FISCALIZAÇÃO – CRO/MA – 2018 – BANCA IGRA 
Segundo o que preceitua Código de Ética da Odontologia em seu Art. 10 constitui infração 
ética: 
Coloque ( C ) para certo e ( E ) para errado. 
( ) exercer a função de perito, quando for cônjuge ou a parte for parente, consanguíneo ou 
afim, em linha reta ou colateral até o segundo grau; 
( ) exagerar em diagnóstico, prognóstico ou terapêutica; 
( ) acumular as funções de perito/auditor e procedimentos terapêuticos odontológicos na 
mesma entidade prestadora de serviços odontológicos; 
( ) executar ou propor tratamento desnecessário ou para o qual não esteja capacitado. 
Assinale a alternativa com a sequência correta. 
A. ( E ), ( C ), ( E ), ( C ) 
B. ( E ), (E ), ( C ), ( C ) 
C. ( C ), ( C ), ( E ), ( E ) 
D. ( C ), ( E ), ( C ), ( E ) 
E. ( E ), ( C ), ( C ), ( E ) 
 
2 - ANALISTA DE INFORMÁTICA – CRO/PR – QUADRIX - 2016 
Considere as afirmativas a seguir. 
I. O especialista, atendendo a paciente encaminhado por cirurgião-dentista, atuará somente 
na área de sua especialidade requisitada. 
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II. É permitido ao profissional intitular-se especialista, ainda que não tenha promovido a 
inscrição da especialidade no Conselho Regional. 
III. Para fins de diagnóstico e tratamento, o especialista poderá conferenciar com outros 
profissionais. 
Em consonância com o Código de Ética Odontológica, Resolução CFO nº 118/12, é correto o 
que se afirma em: 
(A) todas. 
(B) I e III, somente. 
(C) II e III, somente. 
(D) I e II, somente. 
(E) nenhuma. 
 
 
3 - ANALISTA DE INFORMÁTICA – CRO/PR – 2016 - QUADRIX 
De acordo com a Resolução CFO nº 118/12, Código de Ética Odontológica, constituem 
deveres fundamentais dos inscritos, exceto: 
(A) resguardar sempre a privacidade do paciente. 
(B) manter atualizados os conhecimentos profissionais, técnico-científicos e culturais, 
necessários ao pleno desempenho do exercício profissional. 
(C) não manter vínculo com entidade, empresas ou outros desígnios que os caracterizem 
como empregado, credenciado ou cooperado quando as mesmas se encontrarem em 
situação ilegal, irregular ou inidônea. 
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(D) manter regularizadas suas obrigações fiscais e cadastrais diretamente junto ao Conselho 
Federal de Odontologia. 
(E) apontar falhas nos regulamentos e nas normas das instituições em que trabalhe, quando 
as julgar indignas para o exercício da profissão ou prejudiciais ao paciente, devendo dirigir-
se, nesses casos, aos órgãos competentes. 
 
4 - AUXILIAR DE FISCALIZAÇÃO – CRO/PR – 2016 - QUADRIX 
Ser perito é ser imparcial e emocionalmente distante, objetivo e fundamentado na ciência. 
Com relação às Auditorias e Perícias Odontológicas e de acordo com o 
Código de Ética Odontológica (CFO-118/2012), constitui infração ética, exceto: 
(A) acumular as funções de perito/ auditor e procedimentos terapêuticos odontológicos na 
mesma entidade prestadora de serviços odontológicos. 
(B) receber remuneração, gratificação ou qualquer outro benefício por valores vinculados à 
glosa ou ao sucesso da causa, quando na função de perito ou auditor. 
(C) realizar ou exigir procedimentos prejudiciais aos pacientes e ao profissional, contráriosàs 
normas de Vigilância Sanitária, exclusivamente para fins de auditoria ou perícia. 
(D) exercer a função de perito, quando for parte interessada. 
(E) atuar com absoluta isenção quando designado para servir como perito ou auditor, assim 
como não ultrapassar os limites de suas atribuições e de sua competência. 
 
5 - FISCAL – CRO/PE – QUADRIX - 2016 
Assinale a alternativa em que se não se justifique a quebra de sigilo e, portanto, constituindo-
se em infração ética. 
(A) Estrita defesa de interesse legítimo dos profissionais inscritos. 
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(B) Revelação de fato sigiloso ao responsável pelo incapaz. 
(C) Perícia odontológica em seus exatos limites. 
(D) Notificação compulsória de doença. 
(E) Exibição de imagem de paciente, mesmo sem autorização, desde que com finalidade 
acadêmica. 
 
6 - FISCAL – CRO/PE – QUADRIX - 2016 
O Capítulo IV do Código de Ética Odontológica trata especificamente das auditorias e perícias 
odontológicas: as perícias destinam-se a prestar esclarecimentos 
técnicos à justiça, as auditorias objetivam a verificação da realização e da qualidade dos 
procedimentos. Assim, considera-se como 
(A) infração ética: deixar de fazer comentários sobre a perícia ou auditoria na presença do 
examinado, emitindo suas observações, e depois transcrevendo para relatório que deve ser 
encaminhado a quem de direito. 
(B) atribuição do auditor: prestar serviços a empresas, mesmo que ainda não inscritas no CRO 
da jurisdição em que estiver exercendo suas atividades. 
(C) direito do perito ou auditor: acumular as funções de perito/auditor e procedimentos 
terapêuticos odontológicos na mesma entidade prestadora de serviços odontológicos. 
(D) infração ética: intervir, quando na qualidade de perito ou auditor, nos atos de outro 
profissional, ou fazer qualquer apreciação na presença do examinado, reservando suas 
observações, sempre fundamentadas, para o relatório sigiloso e lacrado, que deve ser 
encaminhado a quem de direito. 
(E) dever do perito e auditor: realizar perícias e auditorias apenas na sua área de 
especialização. 
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7 - ASSISTENTE ADMINISTRATIVO – CRO/GO – 2013 - QUADRIX 
De acordo com a Resolução CFO n 118/12 constitui infração ética revelar, sem justa causa, 
fato sigiloso de que tenha conhecimento em razão do exercício de sua profissão. 
Compreende-se como justa causa, principalmente: 
I. Notificação compulsória de doença 
II. Colaboração com a justiça nos casos previstos em lei. 
III. Perícia odontológica nos seus exatos limites. 
IV. Estrita defesa de interesse legítimo dos profissionais inscritos. 
É correto o que se afirma em: 
a) todas 
b) somente I, II e III 
c) somente II, III e IV 
d) somente I, II e IV 
e) somente I e II 
 
8 - ASSISTENTE ADMINISTRATIVO – CRO/GO – 2014 - QUADRIX 
O artigo 18 da Resolução CFO n 118/12 traz as situações e procedimentos que constituem 
infrações éticas em relação aos documentos odontológicos. Não se incluem dentre as 
infrações previstas por esse artigo: 
a) Negar, ao paciente ou periciado, acesso a seu prontuário, deixar de lhe fornecer cópia 
quando solicitada, bem como deixar de lhe dar explicações necessárias à sua compreensão, 
ainda que ocasionem riscos ao próprio paciente ou a terceiros. 
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b) Deixar de atestar atos executados no exercício profissional, quando solicitado pelo 
paciente ou por seu representante legal. 
c) Expedir documentos odontológicos: atestados, declarações, relatórios, pareceres técnicos, 
laudos periciais, auditorias ou de verificação odontolegal, sem ter praticado ato profissional 
que o justifique, que seja tendencioso ou que não corresponda à verdade. 
d) Comercializar atestados odontológicos, recibos, notas fiscais, ou prescrições de 
especialidades farmacêuticas. 
e) Usar formulários de instituições públicas para prescrever, encaminhar ou atestar fatos 
verificados na clínica privada. 
 
9 - FISCAL – CRO/PE – QUADRIX - 2016 
O cirurgião-dentista, os profissionais técnicos e auxiliares, e as pessoas jurídicas, que exerçam 
atividades no âmbito da Odontologia, devem cumprir e fazer cumprir os preceitos éticos e 
legais da profissão. Esses constituem deveres fundamentais dos inscritos e sua violação 
caracteriza infração ética. Assinale a alternativa que não constitua dever fundamental, 
previsto no Código de Ética Odontológica, em seu Capítulo III. 
(A) Manter seus dados cadastrais atualizados junto ao Conselho Regional. 
(B) Guardar sigilo a respeito das informações adquiridas no desempenho de suas funções. 
(C) Zelar pela saúde e pela dignidade do paciente. 
(D) Promover a saúde coletiva no desempenho de suas funções, cargos e cidadania, 
independentemente de exercer a profissão no setor público ou privado. 
(E) Apontar falhas nos regulamentos e nas normas das instituições em que trabalhe, quando 
as julgar indignas para o exercício da profissão ou prejudiciais ao paciente, devendo dirigir-
se, nesses casos, aos órgãos competentes. 
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10 - FISCAL – CRO/GO – 2013 - QUADRIX 
De acordo com a Resolução CFO n118/12, na fixação dos honorários profissionais, serão 
considerados os seguintes itens, exceto: 
a) A condição socioeconômica do paciente e da comunidade. 
B) A condição socioeconômica do profissional. 
C) O costume do lugar. 
d) A complexidade do caso. 
e) O tempo utilizado no atendimento. 
 
11 - FISCAL – CRO/GO – 2013 - QUADRIX 
Constitui infração ética: 
I. Oferecer serviços gratuitos a quem possa remunerá-los adequadamente. 
II. Oferecer seus serviços profissionais como prêmio em concurso de qualquer natureza. 
III. Receber ou dar gratificação por encaminhamento de paciente. 
IV. Instituir cobrança por meio de procedimento mercantilista. 
É correto o que se afirma em: 
a) todas 
b) somente I, II e III. 
c) somente II, III e IV. 
d) somente I, II e IV. 
e) somente I e II. 
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12 - (FCC-TRT 3ª Região – (MG) – Analista Judiciário-odontologia – 2015 - Em relação ao 
tema violência doméstica e odontologia, é INCORRETO afirmar que 
(A) a Lei no 10.778/03 estabelece a comunicação obrigatória para os casos suspeitos, ou 
confirmados, de violência contra a mulher que for atendida em serviços de saúde público ou 
particular. 
(B) o Art. 9o do Código de Ética Odontológica define que o Cirurgião-Dentista tem o direito 
de zelar pela saúde e integridade de seu paciente. 
(C) o Art. 13 do Estatuto da Criança e Adolescente obriga a denúncia de casos, mesmo 
suspeitos, de maus-tratos contra crianças e adolescentes e a denúncia constitui justa causa 
para o rompimento do sigilo profissional. 
(D) os Arts. 19 e 57 do Estatuto do Idoso obrigam os profissionais de saúde a comunicarem 
maus-tratos contra os idosos de que tiverem conhecimento.(E) o Art. 14 do Código de Ética Odontológica, em seu parágrafo único, define como justa 
causa para romper o sigilo profissional a colaboração com a justiça em casos previstos em lei. 
 
13 - (IMA - Pref. União/PI - Cirurgião Dentista - Periodontista – 2015) Ainda considerando o 
Código de Ética Odontológico, na fixação dos honorários profissionais serão considerados 
alguns fatores, exceto: 
A) A condição socioeconômica do paciente. 
B) A cooperação do paciente durante o tratamento. 
C) O tempo de espera do paciente. 
D) O costume do lugar. 
 
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14 - (FCC - TRT 11ª - Analista Judiciário/ Odontologia – 2017) A quebra de sigilo 
profissional, de acordo com o Código de Ética Odontológica, caracteriza-se como infração 
ética: 
(A) comunicar ao Conselho Regional as condições de trabalho indignas, inseguras e 
insalubres. 
(B) comunicar às autoridades sanitárias as condições de trabalho indignas, inseguras e 
insalubres. 
(C) declinar tratamento empreendido na cobrança judicial de honorários profissionais. 
(D) revelar notificação compulsória de doença. 
(E) negligenciar na orientação de seus colaboradores quanto ao sigilo profissional. 
 
15 - Cirurgião-Dentista – 2015 - Pref. Arujá/SP - VUNESP 
A respeito do código de ética odontológica, é correto afirmar: 
(A) regula os direitos de deveres do cirurgião-dentista, técnicos e auxiliares, assim como 
pessoas jurídicas que exerçam atividade na área da odontologia, apenas no âmbito privado. 
(B) o cirurgião-dentista pode executar procedimentos como técnico em prótese bucal, 
técnico em saúde bucal e auxiliar em saúde bucal, além daqueles discriminados na Lei que 
regulamenta a profissão e nas Resoluções do Conselho Federal de Odontologia. 
(C) constitui dever do cirurgião-dentista promover a saúde coletiva no desempenho de suas 
funções quando este exercer a profissão no setor público, exclusivamente. 
(D) constitui direito dos auxiliares em saúde bucal executar os procedimentos constantes nas 
Resoluções do Conselho Federal de Odontologia, independentemente da presença de um 
cirurgião-dentista. 
(E) constitui direito do profissional recusar-se a executar atividades que não sejam de sua 
competência legal. 
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16 - 1° Tenente PM - Cirurgião Dentista – 2017 - Polícia Militar/MA - CESPE 
Com base no Código de Ética Odontológica, julgue os itens seguintes. 
Incorrerá em infração ética o profissional cirurgião-dentista que acumular as funções de 
perito/auditor e de executor de procedimentos terapêuticos odontológicos em uma mesma 
entidade prestadora de serviços odontológicos, ainda que a entidade não possua outro 
profissional habilitado para uma dessas funções. 
 
17 - 1° Tenente PM - Cirurgião Dentista – 2017 - Polícia Militar/MA - CESPE 
É permitido que o cirurgião-dentista cobre remuneração adicional do paciente nos casos em 
que os valores dos serviços profissionais fixados pelo convênio forem inferiores aos valores 
referenciais para procedimentos odontológicos. 
 
18 - 1° Tenente PM - Cirurgião Dentista – 2017 - Polícia Militar/MA – CESPE 
Cirurgião-dentista que possua clínica particular e trabalhe em instituição pública que 
apresente limitação no oferecimento de procedimentos odontológicos de maior custo ou
 
complexidade está autorizado a indicar sua própria clínica particular aos pacientes que 
procurem atendimento na rede pública. 
 
19 - 2º Tenente Dentista – 2014 - Polícia Militar/SP - VUNESP 
De acordo com o Capítulo II, artigo 5.o, do Código de Ética Profissional do Conselho Federal 
de Odontologia de 2013, o cirurgião-dentista tem como direito fundamental: 
(A) diagnosticar, planejar e executar tratamentos, com liberdade, de todas as doenças 
neoplásicas e não neoplásicas de cabeça e pescoço. 
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(B) contratar serviços de técnicos especializados para realizarem procedimentos simples em 
seus pacientes. 
(C) acumular cargos e atividades, em qualquer circunstância, dentro de sua experiência, ainda 
que essas atividades possam causar empecilhos àquelas já assumidas dentro do exercício da 
odontologia. 
(D) executar atividades burocráticas ou técnicas, ainda que essas não estejam descritas como 
de sua competência legal. 
(E) recusar-se a exercer a profissão em âmbito público ou privado onde as condições de 
trabalho não sejam dignas, seguras e salubres. 
 
20 - Cirurgião Dentista – 2019 - Pref. Guarapuava/PR - FAUEL 
O capítulo VIII, do Código de Ética Odontológica, trata dos honorários profissionais. 
Assinale a alternativa que corresponde a uma prática que o profissional da odontologia pode 
tomar sem que isso constitua uma infração ética. 
a) Participação de cartão de descontos, caderno de descontos, “gift card” ou “vale presente”.
 
b) Fixar honorários profissionais considerando o costume do lugar e a cooperação do 
paciente durante o tratamento . 
c) Divulgar ou oferecer consultas e diagnósticos gratuitos ou sem compromisso. 
d) Oferecer seus serviços profissionais como prêmio em concurso de qualquer natureza. 
 
21 - Cirurgião Dentista – 2018 - Pref. e Camâra de Caibaté/RS 
De acordo com o Código de Ética Odontológica Art. 6º. Assinale a alternativa CORRETA: 
a) Constitui direito fundamental das categorias técnicas e auxiliares recusarem-se a executar 
atividades que não sejam de sua competência técnica, ética e legal, ainda que sob supervisão 
do cirurgião- dentista. 
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b) Constitui direito fundamental das categorias técnicas e auxiliares recusarem-se a executar 
atividades que não sejam de sua competência técnica, ética e legal, ainda que sob supervisão 
de um auxiliar dentista. 
c) Constitui direito fundamental das categorias técnicas e auxiliares recusarem-se a executar 
atividades que não sejam de sua competência técnica, ética e legal, ainda que sob supervisão 
do cirurgião- dentista ou até mesmo auxiliar de dentista. 
d) Nenhuma das alternativas. 
 
22 - Cirurgião Dentista – 2018 - Pref. Uruçui/PI - CRESCER CONSULTORIAS 
Segundo o novo código de ética odontológico (2013) constitui infração ética, exceto: 
(A) Oferecer serviços profissionais como bonificação em concursos, sorteios, premiações e 
promoções de qualquer natureza. 
(B) elaborar planos de tratamento para serem executados por terceiros, inclusive na forma 
de perícia prévia. 
(C) A associação de cirurgiões-dentistas a qualquer empresa que faça publicidade de 
descontos sobre honorários odontológicos, planos de financiamento ou consórcio 
(D) Não exercer a função de perito, quando tenha tido participação como mandatário da 
parte, ou sido designado como assistente técnico de órgão do Ministério Público 
 
 
23 - Cirurgião Dentista – 2018 - Pref. Lagoa Vermelha/RS - Banca: NBS 
O Código de Ética Odontológica, aprovado pela Resolução CFO-118/2012, regula os direitos 
e deveres do cirurgião-dentista. Considerando o que estabelece o Capítulo V, acerca do 
relacionamento entre o cirurgiãodentista e o paciente, através do Artigo 11, onde se expõem 
às infrações éticas, analise o que se afirma nas assertivas abaixo, indicando a alternativa 
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correta: 
A. Delegar a profissionais técnicos ou auxiliares atos ou atribuições exclusivas da profissão de 
cirurgião-dentista. 
B. Ser conivente em erros técnicos ou infrações éticas, ou com o exercício irregular ou ilegal 
da Odontologia. 
C. Ceder consultório ou laboratório, sem a observância da legislação pertinente. 
D. Negar, ao paciente ou periciado, acesso a seu prontuário, deixar de lhe fornecer cópia 
quando solicitada, bem como deixar de lhe dar explicações necessárias à sua compreensão, 
no intuito de praticar ou permitir que se pratique concorrência desleal. 
 
24 - Cirurgião Dentista – 2018 - Pref. Lagoa Vermelha/RS - Banca: NBS 
Tendo por base o que estabelece o Artigo 9º do Código de Ética Odontológica, acerca do que 
são considerados deveres fundamentais dos inscritos, sendo sua violação considerada 
infração ética, analise as assertivas, indicando a alternativa incorreta: 
A. Exercer a profissão mantendo comportamento digno, resguardar o sigilo profissional. 
B. Manter atualizados os conhecimentos profissionais, técnico-científicos e culturais, 
necessários ao pleno desempenho do exercício profissional, adotando novas técnicas ou 
materiais, mesmo que não tenham efetiva comprovação científica. 
C. Elaborar e manter atualizados os prontuários na forma das normas em vigor, incluindo os 
prontuários digitais. 
D. Zelar pela saúde e pela dignidade do paciente e resguardar sempre a privacidade do 
paciente. 
 
25 - Cirurgião Dentista - 2018 - Órgão: Pref. Congonhas/MG - Banca: REIS & REIS 
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Segundo O Código de Ética (Resolução CFO - 118/2012), constituem DIREITOS fundamentais 
dos profissionais inscritos, segundo suas atribuições específicas, exceto: 
a) Diagnosticar, planejar e executar tratamentos, com liberdade de convicção, nos limites de 
suas atribuições, observados o estado atual da Ciência e sua dignidade profissional. 
b) Guardar sigilo a respeito das informações adquiridas no desempenho de suas funções. 
c) Recusar-se a exercer a profissão em âmbito público ou privado onde as condições de 
trabalho não sejam dignas, seguras e salubres. 
d) Decidir, em qualquer circunstância, levando em consideração sua experiência e capacidade 
profissional, o tempo a ser dedicado ao paciente ou periciado, evitando que o acúmulo de 
encargos, consultas, perícias ou outras avaliações venham prejudicar o exercício pleno da 
Odontologia. 
e) Promover a saúde coletiva no desempenho de suas funções, cargos e cidadania, 
independentemente de exercer a profissão no setor público ou privado. 
 
26 - Cirurgião Dentista - 2017 - Pref. Caibi/SC 
De acordo com o Código de Ética Odontológica, aprovado pela Resolução CFO-118/2012, em 
seu Artigo 9º, acerca dos deveres fundamentais dos inscritos e sua violação é correto 
afirmar, exceto: 
a) Zelar e trabalhar pelo perfeito desempenho ético da Odontologia e pelo prestígio e bom 
conceito da profissão. 
b) Assegurar as condições adequadas para o desempenho ético-profissional da Odontologia, 
quando investido em função de direção ou responsável técnico. 
c) Manter atualizados os conhecimentos profissionais, técnico-científicos e culturais, 
necessários ao pleno desempenho do exercício profissional. 
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d) Assumir responsabilidade pelos atos praticados, contudo nos casos em que estes tenham 
sido solicitados ou consentidos pelo paciente ou seu responsável, não implica em resguardar 
a privacidade do paciente. 
 
27 - Cirurgião Dentista – 2016 - Pref. Arroio do Tigre/RS - Banca: OBJETIVA 
De acordo com o Código de Ética Profissional, assinalar a alternativa INCORRETA: 
a) Constitui infração ética desrespeitar ou permitir que seja desrespeitado o paciente. 
b) Constitui infração ética explorar colega nas relações de emprego ou quando compartilhar 
honorários. 
c) Constitui infração ética negligenciar na orientação de seus colaboradores quanto ao sigilo 
profissional. 
d) Não constitui infração ética elaborar planos de tratamento para serem executados por 
terceiros. 
 
28 - (UFCG - Pref. Municipal de Sumé/PB - Cirurgião Dentista – 2014 - De acordo com o Código 
de Ética odontológica o profissional deve arbitrar o valor da consulta e dos procedimentos 
odontológicos, respeitando as disposições do Código de Ética e comunicando ao paciente os 
custos dos honorários profissionais. 
Considerando os incisos do artigo 19, capítulo VIII, do Código de Ética Odontológica, são 
condições a ser consideradas na fixação dos honorários profissionais: 
a) O conceito do profissional, o costume do lugar, a complexidade do caso, a condição sócio-
econômica do paciente e da comunidade. 
b) Oferecimento de serviços gratuitos a quem possa remunerá-los adequadamente. 
c) Recebimento de gratificações por encaminhamento de paciente ou instituição de cobrança 
através de procedimentos mercantilistas. 
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d) Participação de cirurgião-dentista e entidades prestadoras de serviços odontológicos em 
cartão de descontos, caderno de descontos ou demais atividades mercantilistas. 
e) O cirurgião dentista deve evitar o aviltamento ou submeter-se a tal situação, inclusive por 
parte de convênios e credenciamento, de valores dos serviços profissionais fixados de forma 
irrisória ou inferior aos valores referenciais para procedimentos odontológicos. 
 
29 - (FCC – MPE/PB - Analista Ministerial –Odontologia -2015) 
Paciente com 51 anos de idade, sexo feminino, tem indicação protética para extração dos 
dentes 44 e 45. Durante a anamnese, a paciente relata ter “rinite desde os 30 anos de idade”, 
ser “alérgica a aspirina” e ter um histórico de “crises de asma”. 
Segundo o Código de Ética Odontológica, as informações coletadas durante a anamnese são 
confidenciais, o que 
 (A) impossibilita o registro dos dados de saúde sistêmica no prontuário, a fim de evitar 
exposição indevida da paciente. 
(B) impede um contato com o médico da paciente para obter subsídios para prevenção de 
episódios de crise asmática. 
(C) resulta em confiança da paciente em relatar parcialmente suas condições de saúde ao 
auxiliar de saúde bucal, que não está sujeito às penalidades do Código de Ética Odontológica. 
(D) permite o profissional a conduzir a discussão do caso clínico com o médico da paciente 
de uma maneira que respeite a sua privacidade. 
(E) permite que o profissional comente, a título de exemplo, os procedimentos efetuados em 
situações semelhantes à desta paciente, visando tranquilizá-la. 
 
30 - (CESPE - MPU – Analista de Saúde – Odontologia - 2010) 
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Quando investido em função de direção oude responsável técnico, o profissional de 
odontologia deve assegurar as condições adequadas para o desempenho ético-profissional. 
 
31 - (CESPE – CORREIOS – Analista de Saúde – Odontologia - 2011) Constituem infração ética 
fazer referência a casos clínicos identificáveis, exibir pacientes ou seus retratos em anúncios 
profissionais, ou na divulgação de assuntos odontológicos em programas de rádio, televisão 
ou cinema, e artigos, entrevistas ou reportagens em jornais, revistas ou outras publicações 
legais, salvo se autorizado pelo paciente ou responsável. 
 
32 - (CESPE – MPU – Analista de Saúde – Odontologia – 2010 - Não é responsabilidade ética 
do analista de saúde de uma clínica primar pela fiel aplicação do código de ética na 
instituição. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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GABARITO 
QUESTÃO GABARITO QUESTÃO GABARITO 
1 D 2 B 
3 D 4 E 
5 E 6 D 
7 A 8 A 
9 B 10 B 
11 A 12 B 
13 C 14 E 
15 E 16 C 
17 E 18 E 
19 E 20 B 
21 A 22 D 
23 C 24 B 
25 E 26 D 
27 D 28 A 
29 D 30 C 
31 C 32 E 
 
 
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
Conselho Federal de Odontologia - http://cfo.org.br/website/. 
 
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