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1 FACULDADE JK SOBRADINHO Curso de Ciências Contábeis LABORATÓRIO CONTÁBIL I Gerlaine da Silva Damasceno Sobradinho/DF 2016 FACULDADE JK SOBRADINHO 2 Curso de Ciências Contábeis LABORATÓRIO CONTÁBIL I Gerlaine da Silva Damasceno Sobradinho/DF 2016 3 FACULDADE JK SOBRADINHO Curso de Ciências Contábeis LABORATÓRIO CONTÁBIL I Trabalho de Conclusão de Disciplina apresentado pela Aluna: Gerlaine da Silva Damasceno à Faculdade JK, como um dos requisitos para complementação da grade curricular. Orientador: Prof. Nilton Cangussu Sobradinho/DF 2016 4 RESUMO Este estudo refere-se à análise do benefício da implantação de um sistema integrado de informação gerencial para o escritório de contabilidade (software contábil integrado), envolvendo a implantação e as questões que envolvem o seu processo de adequação. Serão demonstradas também as parametrizações para integralização deste sistema; geração de arquivos e relatórios diversos. Para melhor aproveitamento da informação gerencial no processo contábil, é necessário que essas informações sejam requeridas e úteis para o contabilista e seus auxiliares. Nesse contexto é possível ter objetividade do sistema de informação e avaliação, destinado a prover seus usuários com demonstrações e análise de natureza econômica financeira. Este estudo terá como objetivo sua aplicação no escritório de contabilidade, para que se possa atingir com rapidez e clareza os objetivos esperados, sejam eles econômicos ou sociais combinando a teoria e a prática da contabilidade com o projeto, a execução e a monitoração de sistemas de informação usando recursos modernos da tecnologia de informação juntamente com controles e métodos tradicionais de contabilidade. Mostra-se também, que o conjunto de informações que o contador necessita ter ciência, está além de técnicas contábeis, para o aperfeiçoamento de controles e tomada de decisões internas e externas eficazes. 5 SUMÁRIO 1. Contabilidade Geral .................................................................................. 06 2. Sistemas de Informações ........................................................................ 06 3. O sistema contábil para controle e gerenciamento das áreas de contabilidade, tributária, financeira e folha de pagamento ........................... 07 3.1. Funções do módulo Fiscal ..................................................................... 08 3.2. Funções do módulo Folha .................................................................... 08 3.3. Funções do módulo Controle Patrimonial ............................................. 09 3.4. Funções do Módulo Contábil ................................................................ 09 4. Escritórios de contabilidade aliados a modernidade ................................ 10 5. Sped ........................................................................................................ 10 5.1. Sped Contábil ....................................................................................... 10 5.2 Sped Fiscal ............................................................................................ 11 6. Nota Fiscal Eletrônica .............................................................................. 12 7. Livros Contábeis – Escrituração .............................................................. 13 8. Escrituração Contábil Digital ................................................................... 14 9. Demonstrações Financeiras .................................................................... 18 CONCLUSÃO .............................................................................................. 19 REFERENCIAS ........................................................................................... 20 ANEXOS ..................................................................................................... 21 6 1. Contabilidade Geral A contabilidade consiste em auxiliar uma empresa em sua tomada de decisões para alavancar sua eficácia empresarial, e é uma importante ferramenta que está presente no cotidiano de todas as entidades e até mesmo de pessoas físicas. Tem como papel fundamental fornecer informações consistentes e auxiliar gestores nas tomadas de decisões, deixando de ser apenas um instrumento fiscal para o governo como era vista antigamente. Considera contabilidade como "instrumento que fornece o máximo de informações úteis para a tomada de decisões dentro e fora da empresa". Atualmente não é necessário que contador se preocupe apenas com o registro de dados, mas também, e com certeza no gerenciamento dos mesmos sabendo interpretar e gerar as informações necessárias para o bom funcionamento das empresas. Quando a Contabilidade é bem planejada, grande parte do processo de escrituração se torna rotineira e pode ser realizada por simples escriturários ou por computadores, sob a supervisão do contador ou de um subcontador, sendo assim grande instrumento que auxilia a administração a tomar decisões. Os sistemas de informação, mais especificamente os sistemas contábeis integrados que são fortes aliados da contabilidade geral por integrar todos os fatos que venham a ocorrer no que tange a parte econômica e financeira da empresa. 2. Sistemas de Informações Sistemas de informações são aqueles em que o seu elemento principal é, sem dúvida, o poder da informação que é de extrema importância dentro da empresa. Seu objetivo principal é armazenar, tratar dados para fornecer informações e apoiar as funções ou processos de uma organização. A "abordagem sistêmica é base para a contabilidade que pode ser conceituada como o método de identificar e mensurar permitindo decisões e julgamentos adequados por parte dos usuários das informações contábeis". Sistema de informações integrado é considerado como um conjunto de elementos que se interagem entre setores para se atingir metas ou objetivos. Basicamente, possui elementos como entrada que envolve captação e reunião de elementos que entram no sistema para serem processados, processamento que converte insumo (entrada) em produto e saída que envolve a transferência de elementos produzidos até o seu destino final. Um sistema que se propõe a dar suporte a todos os processos e áreas funcionais de uma empresa, valendo-se de uma base de dados única, na qual todas as transações estejam interligadas. É composto por módulos integrados que atendem a cada área funcional ou processo, como Finanças, produção, Custos, Vendas, RH etc. Neste contexto, é importante a necessidade da utilização de ferramentas eficientes e flexíveis, as quais forneçam informações integradas, tornando-se imprescindível aos administradores para estarem 7 inteirados de todas as etapas e processos das atividades organizacionais. Deas operações fundamentais. Dentro de um sistema de informações contábil gerencial há a necessidade de se trabalhar, ao mesmo tempo, com uma estrutura flexível necessária, tendo considerando que atualmente o campo de atuação se torna maisflexível no mundo tecnológico, os bons resultados contábeis e empresariais passam a necessitar, de modo geral, da capacidade de organização de sua base de informações. Muito mais sucesso terá o profissional que aproveitar ao máximo as oportunidades que novas tecnologias de informação oferecem. 3. O sistema contábil para controle e gerenciamento das áreas de contabilidade, tributária, financeira e folha de pagamento Pode-se dizer que sistema de informação contábil (SIC) é um software especializado em coletar, contabilizar, controlar e fornecer informações contábeis e gerenciais a seus usuários. As áreas que têm envolvimento direto com a contabilidade são consideradas fontes de alimentação do SIC. Para Oliveira (2000) a integração desses sistemas apresenta vantagens e desvantagens quando de seu uso na empresa, estando as desvantagens relacionadas com a necessidade de um rígido controle das informações que fluem de uma área para outra. Os sistemas ou pacotes integrados de gestão, também chamados sistemas ERP (Enterprise Resource Planning), têm nomes variados e em muitos casos a mesma finalidade (SANTOS, 2006). Podem ser adquiridos diretamente de seus fabricantes ou representantes, em lojas específicas de informática ou ainda implementados por especialistas ou empresas de informática. Alguns desses programas vinculados à área contábil são: Sistema de Contabilidade Fiscal, Sistema de Contabilidade de Custos, Sistema de Contabilidade Gerencial, e outros. São algumas vantagens de um SIC integrado: · Rapidez na obtenção dos resultados fiscais e contábeis, em razão da integração entre os softwares, pois os programas Fiscal, Folha de Pagamento e Ativo Fixo executam, automaticamente, a contabilização diretamente no programa Contábil; · Redução substancial a repetição de lançamentos e aumento da segurança operacional através do uso dos módulos integrados; · Redução de papéis documentos no escritório, com a disponibilidade de ferramentas que permitem colher a digitação de notas fiscais e documentos no cliente e o posterior envio por e-mail ao escritório; · Possibilidade da integração, por troca de arquivos eletrônicos, dos programas Fiscal, Folha de Pagamento e Contabilidade com softwares de faturamento e ponto eletrônico do cliente; · Aderência às necessidades do escritório contábil, em relação a diversidade de situações fiscais e tributárias de seus clientes, pois os programas tratam todos os aspectos da legislação de forma parametrizada e facilmente alterada pelo usuário; 8 · Um sistema integrado oferece tudo que um médio ou grande escritório precisa, para tornar-se ágil, eficiente e crescer com organização e segurança operacional. 3.1. Funções do módulo Fiscal: · Digitação de uma mesma empresa, em diversos terminais, simultaneamente; · Calculo e emissão de DARF de PIS, CONFINS, CSLL, lucro presumido e simples, com recolhimento centralizado, quando se tratar de matriz e filial; · Emissão dos livros de entrada, saída, apuração de ICMS, IPI, ISS, registro de inventário e do registro de duplicatas a receber e a pagar com os seus respectivos termos de abertura e encerramento; · Envio de informações para o SEF e para Secretaria Estadual de Fazenda, conforme o padrão do convênio ICMS 57/95; · Emissão das guias de ICMS estaduais, diferencial de alíquotas, ICMS de substituição tributária, ICMS estimado e apurados, de acordo com a legislação do estado; · Importação de notas fiscais de qualquer sistema de faturamento, desde que o padrão seja de acordo com o seu layout; · Integrado com o sistema do SIMPLES da Receita Federal; · É integrado com a contabilidade, tendo a possibilidade de realizar integração contábil com outros sistemas e trabalha com cadastro único. 3.2 Funções do módulo Folha: · Permite cálculo automático das folhas de pagamento mensal, quinzenal, semanal e adiantamentos salariais; · Processamento ou impressão de folha, férias e rescisão de qualquer mês ou ano, a qualquer momento, sem ter a necessidade de recuperar backup; · Controle da folha por centro de custo, unidade, departamento, obra e tomador de serviço; · Cálculo de férias com ou sem abono, emissão do aviso e impressão do respectivo recibo, de acordo com o modelo do usuário; · Cálculos automáticos e controle de anuênio, biênio, quinquênio entre outros; · Emissão da GPS e GFIP por tomador ou departamento; · Permite a emissão de relação de salário de contribuição para o INSS, pedido de concessão de vale transporte, declaração de não-beneficiário, contrato de experiência, etiqueta de cartão de ponto, acordo de compensação, CAGED, seguro desemprego e ficha financeira; · Cálculo automático do INSS, FGTS, IRRF, salário-família, vale-transporte, contribuição sindical, repouso remunerado, pensão alimentícia, hora-extra e adicionais e descontos; · Possibilidade de impressão dos relatórios legais: GPS, GFIP, DIFF, GRCS, RAIS e informe de rendimentos, todos em disco ou relatório; 9 · Cálculo automático de reajustes salariais: geral, individual, departamento, faixa, percentual ou valor, sindicato, função e CBO; · Permite a emissão do CAGED em disco e em relatório e da GFIP em disco e em relatório; · Possibilidade de consultas e impressão de períodos anteriores já processados. 3.3 Funções do módulo Controle Patrimonial: · Permite o cálculo automático da depreciação e amortização mensal, semestral ou anual, com interrupção automática quando o bem atingir 100% de depreciação/amortização; · Faz o cálculo automático da correção monetária permitindo controle de bem ou conta; · Emite relatório de depreciação com demonstrativo de forma de cálculo; · Emite relatório de correção com demonstrativo mensal; · Emite resultado da correção monetária, concentrado conta a conta; · Emite o demonstrativo contábil, simulando uma planilha com lançamentos contábeis; · Disponibiliza recurso especial de críticas aos processos de correção e depreciação, localizando os erros de operação e agilizando o seu acerto. 3.4 Funções do módulo Contábil: · Digitação de uma mesma empresa, em diversos terminais, simultaneamente; · Permite a montagem de demonstrativos utilizando fórmulas com base no plano de contas, como Análises Financeiras e Contábeis; · Alerta para saldo invertidos em contas, como, por exemplo, saldo credor na conta caixa; · Identifica falta de lançamentos em contas de periodicidade mensal; · Possibilita a contabilidade por Centro de Custo ou de Responsabilidade; · Trabalha com vários planos de contas ou com um plano único para toda as empresas; · Permite vários períodos fiscais e contábeis em aberto; · Emissão do Diário, Razões, Balancetes, Demonstrativos e Balanços com seus respectivos termos de abertura e encerramento; · Faz integração com os sistemas de Escrita Fiscal, Departamento Pessoal; · Processa e controla o Ativo Imobilizado desta forma reduzindo substancialmente o re-trabalho de digitação no Departamento Contábil; · Faz manutenção do Fluxo do Caixa com o controle do caixa da empresa; · Trabalha ou não com lotes, movimentando meses diferentes em um mesmo lote; · Tem recurso de encerramento simulado e é possível simular o encerramento das empresas para verificar qual o resultado das contas a qualquer momento; 10 · Permite a elaboração, acompanhamento e controle mensal de previsão orçamentária. 4. Escritórios de contabilidade aliados à modernidade Os Escritórios são constituídos com o objetivo de auxiliar as empresas nas demonstrações contábeis com o fornecimento de informações de natureza econômica e financeira úteis para tomada de decisões da administração. Atualmente a contabilidade encontra-se emmudanças constantes e com melhores investimentos para melhor aperfeiçoamento e rapidez no alcance de seus objetivos, a atividade contábil fica cada vez mais modernizada tanto em hardware quanto em software, e, com a vinda desta informatização todas as tarefas do dia a dia do escritório contábil foram automatizadas, assim o contador tem mais disponibilidade de tempo para atendimento ao cliente. O resultado dessa soma de informática e sistemas contábeis integrados se traduz hoje por menor custo operacional e uma informação contábil mais estruturada. Desse ponto de vista surge um diferencial competitivo para a empresa de contabilidade em se tratando de informações ligadas financeira e economicamente às empresas. Nos tempos atuais, mais que nunca, informação significa poder e seu uso apropriado pode ser uma arma que estabelece o diferencial competitivo e a projeção de um cenário com vistas a um melhor atendimento a clientes, com a otimização de toda a cadeia de valores e de produção. Ter o poder e o controle sobre suas próprias informações de modo a reagir rapidamente dentro da exigência do mercado é uma necessidade que nenhuma organização que pretenda sobreviver pode ignorar. A aliança forte entre a contabilidade e a modernidade interfere fortemente nas informações contábeis prestadas às empresas, fazendo com que essas tenham relatórios contábeis muito mais reais em se tratando de informações sendo mais úteis para a tomada de decisões das suas diretorias. 5. Sped O Decreto nº 6.022/2007 institui o Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), prevendo que os livros e documentos contábeis e fiscais serão emitidos em forma eletrônica. O Sped é instrumento que unifica as atividades de recepção, validação, armazenamento e autenticação de livros e documentos que integram a escrituração comercial e fiscal dos empresários e das sociedades empresárias, mediante fluxo único, computadorizado, de informações. 5.1 Sped Contábil A Instrução Normativa RFB 787/2007 (posteriormente revogada e substituída pela Instrução Normativa RFB 1.420/2013) instituiu a Escrituração 11 Contábil Digital (ECD), estabelecendo sua obrigatoriedade e aprovando o Manual de Orientação do Leiaute para geração de arquivos. A legislação tributária federal exige que, além do Livro Diário, o contribuinte escriture o Livro Razão. Obriga, também, as pessoas jurídicas não optantes pelo Simples a apresentarem os arquivos eletrônicos que representem a Contabilidade. A legislação previdenciária federal também exige a apresentação de arquivos que representem a Contabilidade, mas em formato diferente do previsto na legislação fiscal. Dessa forma, são quatro formas distintas de representar uma mesma realidade, sujeitas a formalidades distintas: Livro Diário: escrituração em papel; lançamentos em ordem cronológica; termos de abertura e encerramento; transcrição das demonstrações contábeis. Livro Razão: escrituração em papel; lançamentos em ordem de conta e data; Arquivos eletrônicos em dois formatos distintos compostos, basicamente, por plano de contas, lançamentos e saldos. Nos arquivos eletrônicos atualmente entregues, em cerca de 90% dos casos, constata-se que eles representam de forma adequada a escrituração em papel e, a partir do mesmo conjunto de arquivos, pode-se “gerar” os Livros Diário e Razão. O Sped Contábil visa à substituição da emissão de livros contábeis (Diário e Razão) em papel pela sua existência apenas digital. Os livros Diário e Razão serão gerados a partir de um mesmo conjunto de informações digitais. A solução abrange os fiscos federal, estaduais, futuramente municipais, DNRC, CFC, Banco Central, SUSEP, CVM e contribuintes que irão fornecer informações para a composição da base dados. A entrega (autenticação) dos livros deverá seguir a periodicidade atual. O arquivo deverá ser assinado digitalmente pelo empresário ou representante legal da sociedade empresária e pelo contabilista responsável pela escrituração. O aplicativo conterá, também, funcionalidades para a realização das assinaturas digitais. Depois de assinado, o arquivo será encaminhado para o Sped que disponibilizará para as Juntas Comerciais as informações necessárias à autenticação. A Junta Comercial fará uma série de validações próprias e depois autenticará o livro entregue. Essa informação de autenticação é fornecida ao titular da escrituração por intermédio do Sped por meio de consulta à Internet. Depois de recebida, a escrituração contábil é armazenada em um banco de dados que irá permitir que os órgãos parceiros do Sped obtenham cópias integrais do arquivo. O titular da escrituração poderá, pela Internet, ter conhecimento de qual órgão teve acesso a sua escrituração. Uma vez transmitido, qualquer pessoa que tiver o arquivo, poderá verificar a autenticidade da escrituração contábil da empresa e visualizar e imprimir a escrituração. 5.2 Sped Fiscal 12 O Convênio ICMS nº 143/2006 institui a Escrituração Fiscal Digital (EFD). A escrituração prevista na forma deste convênio substitui a escrituração e impressão dos seguintes livros: I - Livro Registro de Entradas; II - Livro Registro de Saídas; III - Livro Registro de Inventário; IV - Livro Registro de Apuração do IPI; V - Livro Registro de Apuração do ICMS; VI - documento Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente - CIAP; VII - Livro Registro de Controle da Produção e do Estoque. A escrituração fiscal digital é uma das partes do tripé que compõem o SPED - as outras duas são a escrituração contábil digital (ECD) e a nota fiscal eletrônica (NF-E). O contribuinte deverá manter o arquivo digital da EFD, bem como os documentos fiscais que deram origem à escrituração, na forma e prazos estabelecidos para a guarda de documentos fiscais na legislação tributária, observados os requisitos de autenticidade e segurança nela previstos. Considera-se a EFD válida para os efeitos fiscais após a confirmação de recebimento do arquivo que a contém. 6. Nota Fiscal Eletrônica Uma nota fiscal é um comprovante de que a empresa realizou uma venda ou prestou algum serviço. Esse comprovante é fundamental tanto para o cliente — para ter um registro da compra/serviço que recebeu — quanto para a sua empresa — que precisa da nota fiscal para vender para outra pessoa jurídica e para demonstrar que paga os tributos devidos ao governo de forma correta. As empresas podem apresentar diversos tipos de nota fiscal. A Nota Fiscal Avulsa, por exemplo, se refere à venda ou revenda de vários produtos, também como despachos e circulação de itens. A Nota Fiscal de Venda a Consumidor, por sua vez, é usada na venda direta de produtos e a Nota Fiscal de Prestação de Serviços é emitida no caso de prestações de serviço de uma empresa para outra PJ (Pessoa Jurídica). As notas fiscais eletrônicas (NF-e) são formas virtuais de uma nota fiscal comum, podendo ser avulsas ou não. A nota eletrônica é uma boa alternativa de acabar com a papelada no seu negócio e emitir tudo de forma eletrônica. No entanto, para emitir NF-e é preciso que o estado ou cidade da empresa permita a emissão dessa modalidade de nota. Se a empresa for do ramo comercial ou industrial, deve-se pedir notas fiscais na Secretaria da Fazenda do Estado. Esse processo pode ser feito pela internet, por meio de requerimento online. Em alguns estados, o administrador deve ter um nome de usuário e senha no sistema do posto da Fazenda local. Caso a empresa seja uma prestadora de serviços, deve ser solicitado em uma gráfica a autorização para imprimir documentos fiscais (AIDF). Basta 13 preencher a autorização e enviar à prefeitura da sua cidade para ser aprovada. Após esse processo,basta imprimir suas notas fiscais na própria gráfica. Para emitir NF-e, a empresa precisa solicitar um certificado digital em uma instituição certificadora, cuja relação se encontra no site do Instituto Nacional da Tecnologia da Informação (ITI). Após isso, a empresa deve se credenciar na Secretaria da Fazenda do seu estado e instalar um sistema de gestão e emissão de notas, para ter controle sobre tudo. Emitir notas fiscais é a prova de que sua empresa paga os tributos devidos ao governo da forma correta, o que gera confiança para os fornecedores e clientes do seu negócio. Além disso, as notas fiscais são a base de toda a contabilidade da empresa, sendo essenciais para mantê-la em dia. Esse é um benefício não só para a a empresa, mas também para terceiros interessados na sua contabilidade. A emissão de notas fiscais é claramente obrigatória, fazendo com que as empresas que descumprirem essa regra possam ser enquadradas em vários pontos da legislação por crimes contra a ordem econômica e tributária. 7. Livros Contábeis – Escrituração do Contribuinte A pessoa jurídica sujeita a tributação com base no Lucro Real deve manter escrituração com observância das leis comerciais e fiscais (Decreto-lei 1.598/1977, artigo 7°). A escrituração deverá abranger todas as operações do contribuinte, os resultados apurados em suas atividades no território nacional, bem como os lucros, rendimentos e ganhos de capital auferidos no exterior (Lei 2.354/1954, artigo 2°, e Lei 9.249/1995, artigo 25). CONTABILIDADE NÃO CENTRALIZADA É facultado às pessoas jurídicas que possuírem filiais, sucursais ou agências manter contabilidade não centralizada, devendo incorporar ao final de cada mês, na escrituração da matriz, os resultados de cada uma delas (Lei 2.354/1954, artigo 2°). PESSOAS JURÍDICAS COM SEDE NO EXTERIOR As disposições do item anterior aplicam-se também às filiais, sucursais, agências ou representações, no Brasil, das pessoas jurídicas com sede no exterior, devendo o agente ou representante do comitente com domicilio fora do País escriturar os seus livros comerciais, de modo que demonstrem, além dos próprios rendimentos, os lucros reais apurados nas operações de conta alheia, em cada período de apuração (Lei 2.354/1954, artigo 2°, e Lei 3.470/1958, artigo 76 e § 1°). Para apuração do resultado das operações referidas, o intermediário no País que for o importador ou consignatário da mercadoria deverá escriturar e apurar o lucro de sua atividade separadamente do lucro do comitente residente ou domiciliado no exterior (Lei 3.470/1958, artigo 76 e §§ 1º e 2°). PROCESSAMENTO ELETRÔNICO DE DADOS 14 Os livros comerciais e fiscais poderão ser escriturados por sistema de processamento eletrônico de dados, em formulários contínuos, cujas folhas deverão ser numeradas, em ordem sequencial, mecânica ou tipograficamente. Veja, a seguir, as disposições sobre a obrigatoriedade da Escrituração Contábil Digital - ECD. LIVROS COMERCIAIS A pessoa jurídica é obrigada a seguir ordem uniforme de escrituração, mecanizada ou não, utilizando os livros e papéis adequados, cujo número e espécie ficam a seu critério (Decreto-lei 486/1969, artigo 1°). LIVRO DIÁRIO Sem prejuízo de exigências especiais da lei, é obrigatório o uso de Livro Diário, encadernado com folhas numeradas seguidamente, em que serão lançados, dia a dia, diretamente ou por reprodução, os atos ou operações da atividade, ou que modifiquem ou possam vir a modificar a situação patrimonial da pessoa jurídica (Decreto-lei 486/1969, artigo 5°). Admite-se a escrituração resumida no Diário, por totais que não excedam ao período de um mês, relativamente a contas cujas operações sejam numerosas ou realizadas fora da sede do estabelecimento, desde que utilizados livros auxiliares para registro individualizado e conservados os documentos que permitam sua perfeita verificação (Decreto-lei 486/1969, artigo 5°, § 3°). No transporte dos totais mensais dos livros auxiliares, para o Diário, deve ser feita referência às páginas em que as operações se encontram lançadas nos livros auxiliares devidamente registrados. A pessoa jurídica que empregar escrituração mecanizada poderá substituir o Diário e os livros facultativos ou auxiliares por fichas seguidamente numeradas, mecânica ou tipograficamente (Decreto-lei 486/1969, artigo 5°, § 1°). Os livros ou fichas do Diário, bem como os livros auxiliares referidos, deverão conter termos de abertura e de encerramento, e ser submetidos à autenticação no órgão competente do Registro do Comércio, e, quando se tratar de sociedade civil, no Registro Civil de Pessoas Jurídicas ou no Cartório de Registro de Títulos e Documentos (Lei 3.470/1958, artigo 71, e Decreto-lei 486/1969, artigo 5°, § 2°). Os livros auxiliares, tais como Caixa e Contas Correntes, que também poderão ser escriturados em fichas, terão dispensada sua autenticação, quando as operações a que se reportarem tiverem sido lançadas, pormenorizadamente, em livros devidamente registrados. No caso de substituição do Livro Diário por fichas, a pessoa jurídica adotará livro próprio para inscrição do balanço e demais demonstrações financeiras, o qual será autenticado no órgão de registro competente. Para fins de apuração do lucro real, poderá ser aceita, pelos Órgãos da Secretaria da Receita Federal, a escrituração do livro "Diário" autenticado em data posterior ao movimento das operações nele lançadas, desde que o registro e a autenticação tenham sido promovidos até a data prevista para a 15 entrega tempestiva da declaração de rendimentos do correspondente exercício financeiro (IN SRF 16/1984). Obrigatoriedade da DHP O Conselho Federal de Contabilidade, através da Resolução CFC 1.363/2011, instituiu a Declaração de Habilitação Profissional - DHP Eletrônica, a qual tem por finalidade comprovar a regularidade profissional do contador perante o Conselho Regional. A DHP irá compor o Livro Diário e deverá ser incluída após o Termo de Encerramento, a partir de 2012. LIVRO (ou fichas) RAZÃO A pessoa jurídica tributada com base no lucro real deverá manter, em boa ordem e segundo as normas contábeis recomendadas, Livro Razão ou fichas utilizados para resumir e totalizar, por conta ou subconta, os lançamentos efetuados no Diário, mantidas as demais exigências e condições previstas na legislação (Lei 8.218/1991, artigo 14, e Lei 8.383/1991, artigo 62). A escrituração deverá ser individualizada, obedecendo a ordem cronológica das operações. A não manutenção do livro razão, nas condições determinadas, implicará o arbitramento do lucro da pessoa jurídica (Lei 8.218/1991, artigo 14, parágrafo único, e Lei 8.383/1991, artigo 62). Estão dispensados de registro ou autenticação o Livro Razão ou fichas de que trata este item. LIVROS FISCAIS A pessoa jurídica, além dos livros de contabilidade previstos em leis e regulamentos, deverá possuir os seguintes livros (Lei 154/47, artigo 2°, e Lei 8.383/1991, artigo 48, e Decreto-lei 1.598/1977, artigo 8° e 27): I – para registro de inventário; II – para registro de entradas (compras); III – de Apuração do Lucro Real – LALUR; IV – para registro permanente de estoque, para as pessoas jurídicas que exercerem atividades de compra, venda, incorporação e construção de imóveis, loteamento ou desmembramento de terrenos para venda; V – de Movimentação de Combustíveis, a ser escriturado diariamente pelo posto revendedor. Relativamente aos livros a que se referem os itens I, II e IV, as pessoas jurídicas poderão criar modelos próprios que satisfaçam às necessidades de seu negócio, ou utilizar os livros porventura exigidos por outras leis fiscais, ou, ainda, substituí-los por séries de fichasnumeradas (Lei 154/1947, artigo 2°, §§ 1° e 7°). Os livros de que tratam os incisos I e II ou as fichas que os substituírem, serão registrados e autenticados pelo Departamento Nacional de Registro do Comércio, ou pelas Juntas Comerciais ou repartições encarregadas do registro de comércio e, quando se tratar de sociedade civil, pelo Registro Civil de 16 Pessoas Jurídicas ou pelo Cartório de Registro de Títulos e Documentos (Lei 154/1947, artigo 2, § 7°, e 3°, e Lei 3.470/1958, artigo 71). No caso de pessoa física equiparada à pessoa jurídica pela prática das operações imobiliárias, a autenticação do livro para registro permanente de estoque será efetuada pelo órgão da Secretaria da Receita Federal. LIVRO INVENTÁRIO No Livro de Inventário deverão ser arrolados, com especificações que facilitem sua identificação, as mercadorias, os produtos manufaturados, as matérias-primas, os produtos em fabricação e os bens em almoxarifado existentes na data do balanço patrimonial levantado ao fim da cada período de apuração (Lei 154/47, artigo 2°, § 2°, e Lei 6.404/1976, artigo 183, inciso II, e 8.541/1992, artigo 3°). LIVRO DE APURAÇÃO DO LUCRO REAL (LALUR) No Livro de Apuração do Lucro Real – LALUR, a pessoa jurídica deverá (Decreto-lei 1.598/1977, artigo 8°, inciso I): I – lançar os ajustes do lucro líquido do período de apuração; II – transcrever a demonstração do lucro real; III – manter os registros de controle de prejuízos fiscais a compensar em períodos de apuração subsequentes, do lucro inflacionário a realizar, da depreciação acelerada incentivada, da exaustão mineral, com base na receita bruta, bem como dos demais valores que devam influenciar a determinação do lucro real de períodos de apuração futuros e não constem da escrituração comercial; IV – manter os registros de controle dos valores excedentes a serem utilizados no cálculo das deduções nos períodos de apuração subsequentes, Aos dispêndios com programa de alimentação ao trabalhador, vale – transporte e outros previstos neste Regulamento. O Livro de Apuração do Lucro Real – LALUR poderá ser escriturado mediante a utilização de sistema eletrônico de processamento de dados, observadas as normas baixadas pela Secretaria da Receita Federal (Lei 8.218/1991, artigo 18). CONSERVAÇÃO DE LIVROS E COMPROVANTES A pessoa jurídica é obrigada a conservar em ordem, enquanto não prescritas eventuais ações que lhes sejam pertinentes, os livros, documentos e papéis relativos a sua atividade, ou que se refiram a atos ou operações que modifiquem ou possam vir a modificar sua situação patrimonial (Decreto-lei 486/1969, artigo 4°). Ocorrendo extravio, deterioração ou destruição de livros, fichas, documentos ou papéis de interesse da escrituração, a pessoa jurídica fará publicar, em jornal de grande circulação do local de seu estabelecimento, aviso concernente ao fato e deste dará minuciosa informação, dentro de 48 horas, ao órgão competente do Registro do Comércio, remetendo cópia da comunicação ao órgão da Secretaria da Receita Federal de sua jurisdição (Decreto-lei 486/1969, artigo 10). 17 Os comprovantes da escrituração da pessoa jurídica, relativos a fatos que repercutam em lançamentos contábeis de exercícios futuros, serão conservados até que se opere a decadência do direito de a Fazenda Pública constituir os créditos tributários relativos a esses exercícios (Lei 9.430/1996, artigo 37). DOCUMENTAÇÃO GERADA EM COMPUTADOR O sujeito passivo usuário de sistema de processamento de dados deverá manter documentação técnica completa e atualizada do sistema, suficiente para possibilitar a sua auditoria, facultada a manutenção em meio magnético, sem prejuízo da sua emissão gráfica, quando solicitada (Lei 9.430/1996, artigo 38). 8. Escrituração Contábil Digital – ECD A IN SRF 787/2007 instituiu a Escrituração Contábil Digital (ECD) que passa a ser obrigatória a determinadas pessoas jurídicas com relação aos fatos contábeis ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2008. A ECD foi instituída para fins fiscais e previdenciários e deverá ser transmitida pelas pessoas jurídicas a ela obrigadas, ao Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), e será considerada válida após a confirmação de recebimento do arquivo que a contém e, quando for o caso, após a autenticação pelos órgãos de registro. A Resolução CFC 1.299/2010, do Conselho Federal de Contabilidade, aprovou o Comunicado Técnico CT 04 definindo as formalidades da escrituração contábil em forma digital para fins de atendimento ao Sistema Público de Escrituração Digital - SPED. Para maiores detalhamentos sobre a sistemática da Escrituração Contábil Digital, acesse o tópico Escrituração Contábil Digital, no Guia Tributário Online. RESPONSÁVEIS PELA ESCRITURAÇÃO A escrituração ficará sob a responsabilidade de profissional qualificado, nos termos da legislação específica, exceto nas localidades em que não haja elemento habilitado, quando, então, ficará a cargo do contribuinte ou de pessoa pelo mesmo designada (Decreto-lei 486/1969, artigo 3°). A designação de pessoa não habilitada profissionalmente não eximirá o contribuinte da responsabilidade pela escrituração. Desde que legalmente habilitado para o exercício profissional referido neste item, o titular da empresa individual, o sócio, acionista ou diretor da sociedade pode assinar as demonstrações financeiras da empresa e assumir a responsabilidade pela escrituração. PRINCÍPIOS, MÉTODOS E CRITÉRIOS A escrituração será completa, em idioma e moeda corrente nacionais, em forma mercantil, com individuação e clareza, por ordem cronológica de dia. mês e ano, sem intervalos em branco, nem entrelinhas, borraduras, rasuras, emendas e transportes para as margens (Decreto-lei 486/1969 artigo 2°). 18 É permitido o uso de código de números ou de abreviaturas, desde que estes constem de livro próprio, revestido das formalidades estabelecidas em lei (Decreto-lei 486/1969, artigo 2°, § 1°). Os erros cometidos serão corrigidos por meio de lançamento de estorno, transferência ou complementação (Decreto-lei 486/1969, artigo 2°, § 2°). Os registros contábeis que forem necessários para a observância de preceitos da lei tributária relativos à determinação do lucro real, quando não devam, por sua natureza exclusivamente fiscal, constar da escrituração comercial, ou forem diferentes dos lançamentos dessa escrituração, serão feitos no LALUR ou em livros auxiliares (Decreto-lei 1.598/1977, artigo 8°, § 2°). Devem ser registrados na escrituração comercial a apuração do resultado de contratos de longo prazo, a avaliação de investimentos em sociedades coligadas ou controladas pelo valor do patrimônio líquido inclusive de filiais, sucursais, agências e representações no exterior, a apuração de resultados de empreendimentos imobiliários e a reavaliação de bens do ativo. 9. Demonstrações Financeiras Ao fim de cada período de incidência do imposto, o contribuinte deverá apurar o lucro líquido mediante a elaboração, com observância das disposições da lei comercial, do balanço patrimonial, da demonstração do resultado do período de apuração e da demonstração de lucros ou prejuízos acumulados (Decreto-lei 1.598/1977, artigo 7°, § 4°, e Lei 7.450/1985, artigo 18). O lucro líquido do período deverá ser apurado com observância das disposições da Lei 6.404, de 15 de dezembro de 1976 (Decreto-lei 1.598/1977, artigo 67, inciso XI, e Lei 7.450/1985, artigo 18, e Lei 9.249/1995, artigo 5°). O balanço ou balancete deverá ser transcrito no Livro Diário (Lei 8.383/1991, artigo 51, e Lei 9.430/1996, artigo 1° e 2°, § 3°). Obrigatoriedade da DHP Nos casos deregistros na Junta Comercial de demonstrações contábeis em separado do Livro Diário, a Declaração de Habilitação Profissional - DHP Eletrônica - deverá ser incluída após a folha com a assinatura do Profissional de Contabilidade. 19 CONCLUSÃO O presente trabalho permitiu o alcanço de metas em se tratando de agilidade e perfeição com o uso e atribuições de um sistema integrado de contabilidade diante do mercado contábil exigente e principalmente devido à confiabilidade e clareza de suas informações, sendo de grande peso para tomada de decisões de seus usuários com segurança. Constatamos que o sistema representa, na prática, uma ferramenta de gestão, controladoria e contabilidade que possibilita o planejamento das atividades e o que se espera de cada segmento de negócio. Pode-se perceber nestes resultados que com a utilização do sistema, a rapidez e a integração foram apontados de forma relevante, mostrando a necessidade real do uso de um sistema integrado na contabilidade. As áreas de principal integração são aquelas que geram maior desconforto aos seus administradores, que são as áreas contábil, folha e fiscal, mas todas as áreas foram citadas conforme resultado da pesquisa. Finalmente, como complemento, a empresa deverá acompanhar a modernidade para execução de suas atividades de acordo com as exigências de mercado e legislativas, pois a cada dia que se passa surgem novas tecnologias que estão sendo utilizadas pelo fisco que imprescindivelmente devem ser acompanhadas pela contabilidade, feito isso, resta garantida a continuidade da organização, independentemente altas e baixas de mercado. 20 REFERENCIAS HORNGREN, Charles T; SUNDEM, Gary L; STRATTOM, Willian O: Contabilidade Gerencial. Tradução Elias Pereira. 14. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004. http://www.crcpr.org.br/new/content/onLine/atendimento/FAQ/perguntasRespos tas.php?setor =33. Acesso em 07/11/2014. IPECONT. Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) – Procedimento. Disponível em: http://www.ipecont.com.br/blog/terceiro-setor-demonstrao-dos-fluxos-de-caixa- dfcprocedimento/. IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARRION, José Carlos. Contabilidade Comercial: atualizada conforme Lei nº 11.638/07 e Lei nº 11.941/09. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2010. lUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos. Contabilidade Comercial. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2002. MODELO de DRE: Exemplo DRE – http://capitalsocial.cnt.br/7-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-emissao-de- notas-fiscais/ PADOVEZE, Clóvis Luis. Sistemas de informações contábeis: fundamentos e análise. 3. ed. - São Paulo: Atlas, 2002. SANTOS, Aldemar A. Informática na Empresa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2006. SILVA, Daniel Salgueiro da [et. al.]. Manual de Procedimentos Contábeis para Micro e Pequenas Empresas. 5. ed. Brasília: CFC: SEBRAE, 2002. VIDAL, A. Geraldo. Informática na Pequena e Média Empresa. São Paulo: Pioneira, 1995. 21 ANEXOS 22