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Profª Msc. Camila Araújo
Microbiologia
01. (Puccamp) O gráfico abaixo representa a ação de
uma grave doença epidêmica sobre a população de
ratos de uma pequena cidade:
Os períodos de tempo, numerados de I a IV,
indicam, respectivamente,
a) equilíbrio, epidemia, recuperação e crescimento;
b) equilíbrio, epidemia, crescimento e equilíbrio;
c) equilíbrio, recuperação, epidemia e equilíbrio;
d) crescimento, epidemia, recuperação e equilíbrio;
e) crescimento, recuperação, epidemia e extinção.
02. (Uece) O HIV/Aids ainda consiste em
importante agravo de saúde pública. O grupo de
maior incidência, no início da epidemia, composto por
homossexuais, profissionais do sexo e usuários de
drogas, tem apresentado queda na prevalência da
infecção e, nos últimos tempos, tem-se observado
uma maior incidência no público heterossexual,
permanecendo a população masculina como um dos
principais acometidos pela infecção. Em adição, é
estimado que apenas uma em cada três pessoas
contaminadas tem conhecimento da sua condição
sorológica, fato que vem impulsionando Programas
de Saúde Humana a intensificar esforços na
identificação precoce da doença por meio de
novas tecnologias.
A doença em questão trata-se de uma
a) dermatose;
b) DST;
c) protozoose;
d) zoonose;
03. (Fgv) "Um dos destinos mais procurados por
turistas no litoral paulista, a cidade de Ubatuba
enfrenta uma epidemia de dengue às vésperas do
feriado da Semana Santa. Os turistas que forem à
cidade para o feriado serão orientados a adotar
medidas de combate ao mosquito 'Aedes aegypti',
causador da dengue."
("Folha de S.Paulo", 02.04.2007)
Na edição de 11.04.2007, a "Folha de S. Paulo", na
Seção Erramos, fez retificação da notícia acima,
informando que ela continha um erro. O erro decorre
do fato de:
a) a dengue não ocorrer em cidades litorâneas;
b) a dengue não poder ser controlada a partir do
combate ao mosquito 'Aedes aegypti';
c) o mosquito 'Aedes aegypti' não ser o causador da
dengue;
d) não ser possível contrair dengue com a picada do
mosquito 'Aedes aegypti';
e) não ser possível aos turistas adotar medidas
de combate ao mosquito 'Aedes aegypti'.
04. (Uel) Analise a figura a seguir:
Com base na figura e nos conhecimentos sobre o
tema, analise as afirmativas a seguir:
I. Epidemia se caracteriza por uma elevação
progressiva, inesperada e descontrolada do número
de casos de doenças durante um período numa
população, ultrapassando os valores endêmicos ou
esperados;
II. Epidemias são endemias que ocorrem ao mesmo
tempo em vários países. A peste bubônica, na Idade
Média, e a gripe espanhola, no início do século XX, são
exemplos de epidemias que ocorreram ao longo da
história da humanidade;
III. Endemia é definida como a presença de
uma doença em uma população de determinada área
geográfica, ou refere-se à prevalência usual de uma
doença em um grupo populacional ou em uma área
geográfica.
IV. A extensão geográfica de uma epidemia pode ser
restrita a um bairro ou atingir uma cidade, um estado
ou um país, podendo se estender por horas, no caso
das infecções alimentares ou semanas, nos casos de
gripes ou vários anos no caso da AIDS.
Assinale a alternativa que contém todas as
afirmativas corretas:
a) I e II;
b) II e IV;
c) III e IV;
d) I, II e III;
e) I, III e IV.
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05. (Ufrn) Analise as figuras abaixo.
A opção que apresenta a análise correta é:
a) O aumento súbito do número de casos da doença X,
no final do período analisado, indica
um surto epidêmico;
b) A pequena variação no número de casos, na
figura 2, sugere que a doença Y foi uma grande
epidemia;
c) As doenças X e Y podem ser caracterizadas
como surtos endêmicos, pois as variações
observadas se devem às peculiaridades de
cada uma delas;
d) O aumento do número de casos das doenças
X e Y, em diferentes momentos, caracteriza endemias,
embora isso esteja mais claro na figura 1.
06. (MODELO ENEM) O gráfico a seguir ilustra, de
maneira hipotética, o número de casos, ao longo de
20 anos, de uma doença infecciosa e transmissível
(linha cheia), própria de uma região tropical
específica, transmitida por meio da picada de inseto.
A variação na densidade populacional do inseto
transmissor, na região considerada, é ilustrada (linha
pontilhada). Durante o período apresentado não
foram registrados casos dessa doença em outras
regiões:
Sabendo que as informações se referem a um
caso típico de endemia, com um surto epidêmico a
cada quatro anos, percebe-se que no terceiro ciclo
houve um aumento do número de casos registrados
da doença. Após esse surto foi realizada uma
intervenção que controlou essa endemia devido:
a) à população ter se tornado autoimune;
b) à introdução de predadores do agente transmissor;
c) à instalação de proteção mecânica nas residências,
como telas nas aberturas;
d) ao desenvolvimento de agentes químicos para
erradicação do agente transmissor;
e) ao desenvolvimento de vacina que ainda não
era disponível na época do primeiro surto.
07) (Upe-ssa 3) Leia o texto a seguir:
Um dos recursos existentes para o combate ao
mosquito é o uso de inseticidas. O problema é que,
por ser a estratégia mais utilizada, o Aedes aegypti
desenvolveu resistência aos inseticidas mais comuns,
à base de piretroides, e não se espanta com a maior
parte dos repelentes. A ideia é encontrar estratégias
para o controle de duas ou três gerações do inseto ao
mesmo tempo e quebrar a sua dinâmica reprodutiva.
Numa fábrica localizada em Juazeiro, na Bahia,
Margareth Capurro, do ICB-USP, trabalhou com a
Moscamed Brasil para implementar a produção de
uma linhagem desenvolvida pela empresa britânica
Oxford Insect Technologies (Oxitec). Esses mosquitos
geneticamente alterados acumulam uma proteína,
que faz as células das larvas entrarem em colapso, de
maneira que não chegam à fase adulta. Apenas os
machos são liberados na natureza para cruzar com as
fêmeas selvagens, produzindo a descendência
modificada. Sobre isso, assinale a alternativa
CORRETA.
a) A transgenia fornece uma única estratégia de
controle para todas as regiões do país, pois os machos
se adaptam a todas as variantes de fêmeas;
b) As larvas transgênicas sugarão o sangue, mas suas
picadas não transmitirão a doença para os seres
humanos;
c) Os indivíduos picados pelos mosquitos transgênicos
herdarão os genes modificados e diminuirão a
propensão para desenvolver a dengue;
d) Os machos irão transmitir o gene alterado para as
fêmeas que, também, expressarão a proteína em
excesso, fazendo as células larvais entrarem em
colapso;
e) Os machos não picam nem carregam o vírus, por isso
foram escolhidos para serem modificados
geneticamente com essa estratégia.
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08) (Pucrj) O AZT é um dos fármacos constituintes do
coquetel que vem sendo utilizado com sucesso no
tratamento da AIDS. O AZT é um análogo de
nucleosídeo que tem como princípio impedir a
transcrição reversa do HIV. Dessa forma, é correto
afirmar que o AZT atua sobre a síntese de:
a) proteínas dos vírus, nos ribossomos;
b) RNA a partir do DNA da célula hospedeira;
c) DNA a partir do RNA viral, na célula hospedeira;
d) DNA viral e posterior inserção no genoma da célula
hospedeira;
e) RNA infectante a partir do DNA viral.
09) (MODELO ENEM) A síndrome da imunodeficiência
adquirida, conhecida popularmente como AIDS, é
uma doença transmitida por um vírus que tem como
material genético o RNA. Ao infectar o linfócito T
CD4+ importante célula de defesa do corpo, esse vírus
introduz, além do ácido nucleico, a transcriptase
reversa. Essa enzima converte o RNA viral em DNA
viral, possibilitando sua replicação, com consequente
falência do sistema imunológico do indivíduo.
Quando o número de linfócitos cai abaixo de 200por
m3 de sangue, é necessário que o paciente faça uso do
conjunto de medicamentos com ação anti-retroviral,
conhecido como coquetel.
Considerando-se que, após esse tratamento, o
número de linfócitos de um determinado paciente
aumentou, é correto concluir que esse fármaco
promoveu a:
a) proliferação dos linfócitos T CD4+;
b) inibição da enzima transcriptase reversa;
c) destruição dos vírus presentes no paciente;
d) imunização dos pacientes ao vírus da AIDS;
e) incapacitação da transferência do RNA viral.
10) (MODELO ENEM) “A malária é reconhecida como
grave problema de saúde pública no mundo,
ocorrendo em quase 50% da população, em mais de
109 países e territórios. Sua estimativa é de 300
milhões de novos casos e 1 milhão de mortes por ano,
principalmente em crianças menores de 5 anos e
mulheres grávidas do continente africano. A região
amazônica é considerada a área endêmica do país
para malária. A maioria dos casos ocorre em áreas
rurais, mas há registro da doença também em áreas
urbanas (cerca de 15%)”.
Fonte: http://portal.saude.gov.br
Entre as medidas propostas pelo Ministério da Saúde
para prevenir a doença acima noticiada, estão:
a) usar mosquiteiros e repelentes, fazer obras de
saneamento, controlar a vegetação de corpos d’água;
b) usar inseticidas e substituir casas de pau a pique por
casas de alvenaria;
c) promover vacinação coletiva e usar inseticidas;
d) evitar o contato com pessoas infectadas;
e) evitar o consumo de alimentos crus e lavar as mãos
sempre que entrar em contato com animais.
11) (ENEM 20130 A contaminação pelo vírus da
rubéola é especialmente preocupante em grávidas,
devido à síndrome da rubéola congênita (SRC), que
pode levar ao risco de aborto e malformações
congênitas. Devido a campanhas de vacinação
específicas, nas últimas décadas houve uma grande
diminuição de casos de rubéola entre as mulheres, e,
a partir de 2008, as campanhas se intensificaram e
têm dado maior enfoque à vacinação de homens
jovens. BRASIL. Brasil livre da rubéola: campanha
nacional de vacinação para eliminação da rubéola.
Brasília: Ministério da Saúde, 2009 (adaptado).
Considerando a preocupação com a ocorrência da
SRC, as campanhas passaram a dar enfoque à
vacinação dos homens, porque eles
a) ficam mais expostos a esse vírus.
b) transmitem o vírus a mulheres gestantes.
c) passam a infecção diretamente para o feto.
d) transferem imunidade às parceiras grávidas.
e) são mais sucetíveis a esse vírus que as mulheres.
12) (ENEM 2015) Tanto a febre amarela quanto a
dengue são doenças causadas por vírus do grupo dos
arbovírus, pertencentes ao gênero Flavivirus,
existindo quatro sorotipos para o vírus causador da
dengue. A transmissão de ambas acontece por meio
da picada de mosquitos, como o Aedes aegypti.
Entretanto, embora compartilhem essas
características, hoje somente existe vacina, no Brasil,
para a febre amarela e nenhuma vacina efetiva para a
dengue. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Fundação Nacional
de Saúde. Dengue: Instruções para pessoal de
combate ao vetor. Manual de Normas Técnicas.
Disponível em: http://portal.saude.gov.br. Acesso
em: 7 ago. 2012 (adaptado). Esse fato pode ser
atribuído à
a) maior taxa de mutação do vírus da febre amarela do
que do vírus da dengue.
b) alta variabilidade antigênica do vírus da dengue em
relação ao vírus da febre amarela.
c) menor adaptação do vírus da dengue à população
humana do que do vírus da febre amarela.
d) presença de dois tipos de ácidos nucleicos no vírus
da dengue e somente um tipo no vírus da febre
amarela.
e) baixa capacidade de indução da resposta
imunológica pelo vírus da dengue em relação ao da
febre amarela.