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SANEAMANETO
AULA 1 – SAA e SES
Prof. Me. Danilo de Andrade Bem
SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE 
ÁGUA (SAA)
“Fornecer ao usuário uma água de boa
qualidade para seu uso, em quantidade
adequada e pressão suficiente.”
ETA no município de Sena Madureira (AC) construída pelo Departamento Estadual de Pavimentação 
e Saneamento (Depasa) garantirá 100% do fornecimento diário de água no município. (Foto: Concita 
Cardoso /Secom)
PARTES DE UM SAA
FREIRE,F.B. Visão geral do sistema de abastecimento de água. Apresentações da disciplina Sistemas Hidráulicos 
Urbanos. Paraná. Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Acesso em: 03/10/2013.
PARTES DE UM SAA
• Manancial: é o corpo d’água superficial ou
subterrâneo, de onde é retirada a água para o
abastecimento. Deve fornecer vazão suficiente para
atender a demanda de água no período de projeto, e a
qualidade dessa água deve ser adequada sob o ponto
de vista sanitário.
Represa de Guarapiranga e a ocupação clandestina. 
(Foto: https://eco4u.wordpress.com/tag/mananciais/) 
PARTES DE UM SAA
• Captação: é o conjunto de estruturas e dispositivos
construídos ou montados junto ao manancial, para a
retirada de água destinada ao SAA.
Captação Flutuante Represa João Penido – Juiz de Fora (MG). 
(Foto: montreal.eng.br) 
PARTES DE UM SAA
• Estação Elevatória: é o conjunto de obras e
equipamentos destinados a recalcar a água para a
unidade seguinte. Em SAA, geralmente há varias
estações elevatórias, tanto para o recalque de água
bruta, como para o recalque de água tratada.
Também é comum a estação elevatória tipo
“booster”, que se destina a aumentar a pressão ou
a vazão em adutoras ou em redes de distribuição
de água.
PARTES DE UM SAA
Estação Elevatória do Vilarejo de Alcanhões localizado no município de Santarém – Ribatejo (POR) (Foto: 
http://www.adp.pt/pt/?id=61&img=13&bl=2) 
PARTES DE UM SAA
• Adutora: é a canalização que se destina a conduzir
água entre as unidades que precedem a rede de
distribuição. Não distribuem água aos
consumidores, mas podem existir derivações que
são as sub-adutoras.
Adutora que abastece os municípios do Senhor do Bonfim e Filadélfia (BA) 
(Foto:http://falandotudo.com/index.php/embasa-rompimento-de-adutora-prejudica-abastecimento-de-
agua-em-localidades-de-senhor-do-bonfim-e-filadelfia/) 
PARTES DE UM SAA
• Estação de Tratamento de Água: é o conjunto de
unidades destinado a tratar água de modo a
adequar as suas características aos padrões de
potabilidade.
ETA energeticamente autossustentável em Cachoeiro de Itapemirim (ES). 
(Foto:https://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2017/02/eficiencia-energetica-nas-estacoes-de-
tratamento-de-agua-e-cada-vez-mais-necessario/31127) 
PARTES DE UM SAA
• Reservatório: é o elemento do sistema de
distribuição de água destinado a regularizar as
variações entre as vazões de adução e de
distribuição e condicionar as pressões na rede de
distribuição.
Reservatório em Cidade Tiradentes, na zona leste de São Paulo. 
(Foto:http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Acao/noticia/2012/06/manutencao-deixara-80-mil-sem-agua-na-zona-
leste.html) 
PARTES DE UM SAA
• Rede de Distribuição: parte do SAA formada de
tubulações e órgão acessórios, destinada a colocar
água potável a disposição dos consumidores, de
forma contínua, em quantidade e pressão
recomendada.
Execução de um rede de distribuição em Rio das Ostras (RJ). 
(Foto:http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Acao/noticia/2012/06/manutencao-deixara-80-mil-sem-
agua-na-zona-leste.html) 
EXEMPLOS DE CONCEPÇÕES
a)Planta de um SAA com captação em curso
d’água e com reservatório apoiado.
(Fonte: TSUTIYA, M. T. . Abastecimento de Água. 01. ed. EPUSP - São Paulo: , 2004. v. 01. 643. ) 
EXEMPLOS DE CONCEPÇÕES
b)Perfil de um SAA com captação em curso
d’água e com reservatório apoiado.
(Fonte: TSUTIYA, M. T. . Abastecimento de Água. 01. ed. EPUSP - São Paulo: , 2004. v. 01. 643. ) 
EXEMPLOS DE CONCEPÇÕES
c)Perfil de um SAA com captação em curso
d’água e com reservatório enterrado e apoiado.
(Fonte: TSUTIYA, M. T. . Abastecimento de Água. 01. ed. EPUSP - São Paulo: , 2004. v. 01. 643. ) 
EXEMPLOS DE CONCEPÇÕES
d)Planta de um SAA que atende zona baixa e
zona alta.
(Fonte: TSUTIYA, M. T. . Abastecimento de Água. 01. ed. EPUSP - São Paulo: , 2004. v. 01. 643. ) 
NORMAS ABNT PARA PROJETOS DE 
SAA
• NBR 12 211 – Estudos de Concepção de 
SAA públicos;
• NBR 12 212 – Projeto de Poço para 
Captação de Água Subterrânea;
• NBR 12 213 – Projeto de Captação de Água 
de Superfície;
• NBR 12 214 – Projeto de Sistema de 
Bombeamento de Água;
NORMAS ABNT PARA PROJETOS DE 
SAA
• NBR 12 215 – Projeto de Adutora de Água; 
• NBR 12 216 – Projeto de ETA;
• NBR 12 217 – Projeto de Reservatório de 
Distribuição de Água;
• NBR 12 218 – Projeto de Rede de 
Distribuição de Água.
1)CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA DE ESTUDO
• Características Físicas (Mapa de localização, 
Topografia e Bacia Hidrográfica).
• Uso e ocupação do solo (Planos diretores municipais e 
regionais, levantamento de áreas de APP e uso e 
ocupação atual do solo).
• Aspectos sociais e econômicos (Atividades 
econômicas, distribuição de renda e indicadores 
socioeconômicos).
• Sistemas de infraestrutura e condições sanitárias 
(Abastecimento de água, esgoto sanitário e resíduos 
sólidos urbanos).
ESTUDO DE CONCEPÇÃO DE UM SAA
2)ANÁLISE DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE 
ÁGUA EXISTENTE
• Descrição do sistema existente.
• Diagnóstico do sistema existente (Área atendida, 
população atendida e nível de atendimento e consumo 
per capita).
3)LEVANTAMENTO DOS ESTUDOS E PLANOS 
EXISTENTES
• Identificação e análise crítica de todos os estudos, 
projetos e planos existentes que interfiram neste estudo, 
tendo em vista embasar os parâmetros, critérios e 
alternativas a serem propostas.
ESTUDO DE CONCEPÇÃO DE UM SAA
4)ESTUDOS DEMOGRÁFICOS E DE USO E 
OCUPAÇÃO DO SOLO
• Dados censitários; Catalogação dos estudos 
populacionais existentes; Pesquisa de campo; 
Levantamento do uso do solo e zoneamento da cidade;
5)CRITÉRIOS E PRÂMETROS DE PROJETO
• Consumo per capita;
• Coeficiente de variação das vazões: K1, K2, K3;
• Coeficiente de demanda industrial;
• Níveis de atendimento no período de projeto;
• Alcance do estudo.
ESTUDO DE CONCEPÇÃO DE UM SAA
6)DEMANDA DE ÁGUA
• Estudo de demanda (Análise de consumo e sua 
distribuição nas categorias; Consumo per capita; 
Consumo comercial, público, industrial e especial). 
• Cálculo das demandas - Demanda média, máxima 
diária e horária deve ser apresentado ano a ano por 
setor de abastecimento e sazonalidade, e distribuído em: 
residencial, comercial, pública, industrial e especial.
7)ESTUDO DE MANANCIAIS (Seleção de mananciais)
• Manancial superficial
• Manancial subterrâneo
ESTUDO DE CONCEPÇÃO DE UM SAA
8)FORMULAÇÃO DAS ALTERNATIVAS DE 
CONCEPÇÃO
9)PRÉ-DIMENSIONAMENTO DAS UNIDADES DOS 
SISTEMAS CONSIDERADOS PARA A ESCOLHA DA 
ALTERNATIVA
• Captação;
• Estação Elevatória e linha de recalque;
• Adutoras;
• ETA;
• Reservatório;
• Rede de distribuição.
ESTUDO DE CONCEPÇÃO DE UM SAA
10)ESTIMATIVA DE CUSTO DAS ALTERNATIVAS 
PROPOSTAS
11)ANÁLISE DAS ALTERNATIVAS PROPOSTAS
• Análise técnica;
• Análise econômica;
• Análise ambiental;
• Comparação técnica, econômica e ambiental. 
12)CONCEPÇÃO ESCOLHIDA
ESTUDO DE CONCEPÇÃO DE UM SAA
LICENCIAMENTO AMBIENTAL
DE SAA
• Licença Prévia (LP)
Deve ser solicitada na fase de planejamento da atividade,aprovando sua localização e concepção. É emitida 
contendo os requisitos básicos a serem atendidos nas 
fases de instalação e operação. A LP atesta a viabilidade 
ambiental do sistema a ser implantado.
• Licença de Instalação (LI)
Deve ser solicitada após a emissão da LP, na fase de 
detalhamento de projeto e deve atender as solicitações e 
exigências feitas pelo órgão ambiental na LP, para a fase 
de LI. A LI autoriza a instalação do empreendimento ou 
atividades de acordo com as especificações constantes 
dos planos, programas e projetos aprovados.
LICENCIAMENTO AMBIENTAL
DE SAA
• Licença de Operação (LO)
Deve ser solicitada após a implantação do 
empreendimento, autoriza a operação do empreendimento 
após a verificação do efetivo cumprimento das exigências 
solicitadas nas licenças anteriores, com as medidas de 
controle ambiental e condicionantes determinadas para a 
operação.
LICENCIAMENTO AMBIENTAL -
FLUXOGRAMA
SISTEMA DE ESGOTAMENTO 
SANITÁRIO (SES)
• “É o conjunto de condutos, instalações e equipamentos 
destinados a coletar, transportar, condicionar e 
encaminhar, somente esgoto sanitário, a uma disposição 
final conveniente, de modo contínuo e higienicamente 
seguro.” – NBR 9648 (ABNT,1986).
• Separador Absoluto (adotado no Brasil desde 1912).
• Composição do esgoto (isento de resíduo industrial);
✓99,87% de água;
✓0,04% de sólidos sedimentáveis;
✓0,02% de sólidos não sedimentáveis;
✓0,07% de substâncias dissolvidas.
TIPOS DE SES
• Sistema Unitário ou Combinado.
• Sistema Separador Parcial.
• Sistema Separador Absoluto.
Sistema Unitário – Funciona bem em regiões frias e 
subtropicais com baixo índice de pluviosidade.
Coletor de Esgoto em Tóquio, construído em 1884. Coletor retangular em Osaka, construído em 1573.
SISTEMA UNITÁRIO
SISTEMA UNITÁRIO
SISTEMA SEPARADOR PARCIAL
Parte das águas pluviais provenientes de telhados e pátios 
dos lotes são encaminhadas juntamente com as águas de 
infiltração do subsolo para um único sistema de coleta e 
transporte de esgotos.
SISTEMA SEPARADOR ABSOLUTO
• Definição.
• Vantagens – Menos oneroso (materiais mais 
econômicos); Flexibilidade de execução em etapas; 
Redução de custos e afastamento de águas pluviais; 
Não está condicionado a pavimentação de ruas e não 
prejudica o funcionamento das ETEs.
SISTEMA SEPARADOR PARCIAL
SISTEMA SEPARADOR ABSOLUTO
FINALIDADE DO SES
• Prevenção, controle e a erradicação das muitas doenças 
de veiculação hídrica, responsáveis por altos índices de 
mortalidade precoce, mormente de mortalidade infantil, 
um dos maiores e mais sensíveis índices na saúde 
pública.
Higiênico
• Melhoria da qualidade de vida da população, pela 
eliminação de odores desagradáveis, repugnantes e que 
prejudicam o aspecto visual, a estética, bem como a 
recuperação das coleções de águas naturais e de suas 
margens para a prática recreativa, esportes e lazer.
Social
• Aumento de produtividade geral, em particular das 
produtividades industrial e agropastoril, devido à 
melhora ambiental, tanto urbana como rural, à proteção 
aos rebanhos e à maior produtividade dos 
trabalhadores.
Econômico
FINALIDADE DO SES
• Preservação dos recursos hídricos e das terras 
marginais a jusante, para a sua plena utilização no 
desenvolvimento humano, considerando aí todos os 
usos econômicos da água.
Ecológico
Estudo de Concepção do SES
• NBR 9648 (ABNT, 1986) – Estudo de Concepção de 
Sistemas de Esgoto Sanitário.
“Estudo de arranjos das diferentes partes de um sistema, 
organizados de modo a formarem um todo integrado e que 
devem ser qualitativa e quantitativamente comparáveis 
entre si para a escolha da concepção básica”, qual seja, a 
“melhor opção de arranjo, sob os pontos de vista técnico, 
econômico, financeiro e social”. 
PARTES DE UM SES
PARTES DE UM SES
REDE COLETORA
• Ligação predial – trecho do coletor predial 
compreendido entre o limite do terreno e o coletor de 
esgoto.
• Coletor de esgoto – trecho da rede que recebe a 
contribuição de esgoto dos coletores prediais em 
qualquer ponto ao longo do seu comprimento.
• Coletor principal – coletor de esgoto de maior 
extensão dentro de uma mesma bacia.
• Coletor tronco – tubulação rede coletora que recebe 
apenas contribuição de esgoto de outros coletores.
PARTES DE UM SES
REDE COLETORA
• Coletor de predial – trecho de tubulação da instalação 
predial de esgoto compreendido entre a última inserção 
das tubulações que recebem efluentes de aparelhos 
sanitários e o coletor de esgoto. 
• Órgãos acessórios – dispositivos fixos desprovidos de 
equipamentos mecânicos. Podem ser: poços de visita 
(PV), tubos de inspeção e limpeza (TIL), terminais de 
limpeza (TL) e caixas de passagem (CP). 
PARTES DE UM SES
INTERCEPTORES E EMISSÁRIOS
• NBR 12207 (ABNT, 1989) define o interceptor como: 
“canalização cuja função precípua é receber e transportar o 
esgoto sanitário coletado, caracterizado pela defasagem 
das contribuições, da qual resulta o amortecimento das 
vazões máximas”.
• Recebe os efluentes de coletores de esgoto em pontos 
determinados, providos de poços de visita (PV) e nunca ao 
longo dos trechos;
• Ele é situado nas partes mais baixas das bacias, em geral 
ao longo das margens de coleções de água, a fim de reunir 
e conduzir os efluentes de coletores a um ponto de 
concentração, evitando descargas diretas nos corpos 
d’água. 
PARTES DE UM SES
INTERCEPTORES E EMISSÁRIOS
• É definido como s tubulação que recebe as 
contribuições de esgoto exclusivamente na 
extremidade montante. Trata-se do trecho do 
interceptor após a última contribuição de coletores de 
esgoto. Em outros casos, pode ser a tubulação de 
descarga de uma EEE (emissário de recalque) ou a 
ligação entre dois pontos de concentração de 
efluentes dos coletores de esgoto ou interceptores 
(emissários de gravidade). Pode ser, ainda, a 
tubulação de descarga do efluente de ETE.
PARTES DE UM SES
INTERCEPTORES E EMISSÁRIOS
• É definido como s tubulação que recebe as 
contribuições de esgoto exclusivamente na 
extremidade montante. Trata-se do trecho do 
interceptor após a última contribuição de coletores de 
esgoto. Em outros casos, pode ser a tubulação de 
descarga de uma EEE (emissário de recalque) ou a 
ligação entre dois pontos de concentração de 
efluentes dos coletores de esgoto ou interceptores 
(emissários de gravidade). Pode ser, ainda, a 
tubulação de descarga do efluente de ETE.
• Emissário submarino (in natura ou pré-tratamento).
PARTES DE UM SES
SIFÕES INVERTIDOS E PASSAGENS 
FORÇADAS
• São definidos como trechos com escoamento sob 
pressão, cuja finalidade é transpor obstáculos, 
depressões do terreno ou cursos d'água, rebaixados 
(sifões) ou sem rebaixamento (passagens forçadas).
PARTES DE UM SES
ESTAÇÕES ELEVATÓRIAS DE ESGOTO (EEE)
• Na coleta, quando é necessária a elevação do esgoto para 
permitir a ligação ao coletor de esgoto, como nas soleiras 
baixas, em terrenos com o caimento para o fundo do lote ou 
pisos abaixo do greide da rua;
• Na rede coletora, como alternativa ao aprofundamento 
excessivo e antieconômico dos coletores de esgoto;
• No transporte, por exemplo, nas redes tipo distrital e redes 
novas em cotas inferiores às da rede existente, ou no caso 
de transposição de bacias;
• No tratamento ou disposição final, para alcançar cotas 
compatíveis com a implantação da ETE ou com os níveis do 
corpo receptor.
PARTES DE UM SES
ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTO 
(ETE)
• É o conjunto de técnicas associadas a unidades de 
tratamento, equipamentos, órgãos auxiliares (canais, 
caixas, vertedores e tubulações)e sistemas de 
utilidades (água potável, combate a incêndio, 
distribuição de energia, drenagem pluvial), cuja 
finalidade é reduzir cargas poluidoras do esgoto 
sanitário e o condicionamento da matéria residual 
resultante do tratamento.
CORPO RECEPTOR
ESQUEMA GENÉRICO DE SES
Esquema de sistema de coleta, transporte, tratamento e disposição final do esgoto sanitário (Fonte: Nuvolari, 2011).
LEITURA
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Portaria nº2.914 - MS
Conceitos Básicos, Qualidade da Água e 
Sistema de Abastecimento de Água
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VÍDEO
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