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* PERFORMANCE INVA-Vinicius Coletto– coletto@ej.com.br * Velocidades associadas à decolagem VEF Velocidade de Engine Failure Velocidade na qual ocorre a falha do motor crítico. * CG na posição mais desfavorável (limite traseiro) Não é considerado o steering Velocidades associadas à decolagem VMCG Velocidade mínima de controle no solo É a menor velocidade na qual é possível retomar o controle direcional após a falha do motor (ainda no solo), utilizando apenas os recursos aerodinâmicos. * Velocidades associadas à decolagem V1 Velocidade de decisão É a velocidade na qual o piloto percebe a falha do motor crítico e decide por continuar ou abortar a decolagem. (V1 > VMCG) * Rejected Takeoff Maneuver: A- Falha de Motor B- Percepção da Falha C- Tempo de Reação D- início da Desaceleração A B C D Segundos IAS * Velocidades associadas à decolagem VR Velocidade de rotação É a velocidade na qual o piloto inicia o movimento de rotação e o trem de pouso do nariz sai do solo. (VR > V1) * Velocidades associadas à decolagem VLOF Velocidade de Lift-off É a velocidade na qual todo o avião deixa o solo. (VLOF > 1.10VMU - todos os motores) (VLOF > 1.05 VMU - um motor inoperante) * Velocidades associadas à decolagem V2 Velocidade de segurança É a velocidade a ser atingida 35 ft acima da cabeceira assumindo um motor inoperante. (V2 > 1.1VMCA ) (V2 > 1.2 VS ) (V2 > VR) 35’ * Velocidades associadas à decolagem VMBE Velocidade maximum brake energy É a velocidade máxima para o uso dos freios levando a parada total da aeronave . (VMBE > V1 ) * Velocidades associadas à decolagem VMU Velocidade minimum unstick É a menor velocidade na qual a aeronave pode deixar o solo e prosseguir a decolagem com segurança. * Velocidades associadas à decolagem VMÁX TIRE Velocidade maximum tire É a máxima velocidade em solo em que a estrutura física do pneu é capaz de suportar. * Velocidades associadas à decolagem VMCA Velocidade mínima de controle no ar É a menor velocidade na qual o controle direcional pode ser recuperado e mantido em voo após a falha do motor crítico. É possível empregar uma inclinação lateral de no máximo 5º. * Velocidades associadas à decolagem * Velocidades associadas ao pouso VREF Velocidade de referência É a velocidade de referência na aproximação final, cruzando a cabeceira a 50 ft. ( VREF > 1.3 VS) 50’ * Velocidades associadas ao pouso VAPP Velocidade de aproximação Padrão GOL Vento de até 10Kts de proa: VAPP = VREF + 5Kts Vento maior que 10Kts de proa: VAPP = VREF + ½ Headwind Vento forte com rajada: VAPP = VREF + ½ Headwind + Rajada * Método de ACN/PCN ACN Aircraft Classification Number Número de classificação de aeronave. Fornecido pelo fabricante, é obtido em função do peso, quantidade de combustível, carga, condições de operação. PCN Pavement Classification Number Número de classificação da pista. Caso o número ACN for igual ou menor que o PCN, a aeronave pode operar naquele pavimento. Natureza e suporte do piso * Exemplo: SBGR 3700x45m PCN 85/F/B/W/T PCN 85, com: Tipo de material: F = Flexible (asfalto) R = Rigid (concreto) ACN/PCN * Resistência do piso: A = Alta B = Média C = Baixa D = Muito baixa ACN/PCN Exemplo: SBGR 3700x45m PCN 85/F/B/W/T PCN 85, com: * ACN/PCN Exemplo: SBGR 3700x45m PCN 85/F/B/W/T PCN 85, com: Pressão dos pneus: W = Alta X = Média Y = Baixa Z = Muito baixa * ACN/PCN Exemplo: SBGR 3700x45m PCN 85/F/B/W/T PCN 85, com: Avaliação: T = Técnica U = Experimental * ACN/PCN Exemplo: SBGR 3700x45m PCN 85/F/B/W/T Considerando 5% das operações anuais: Em pista Flexible, podemos exceder o PCN em 10%. Em pista Rigid, podemos exceder o PCN em 5%. * Distâncias Declaras * Comprimento físico ou real – é o comprimento de uma pista de uma cabeceira a outra. * Comprimento efetivo – é o comprimento físico corrigido para a existência de obstáculos próximos à cabeceira da pista. Caso não existir obstáculos, será igual ao físico. * Comprimento retificado – comprimento efetivo para efeitos de vento e gradiente da pista. O comprimento retificado será maior que o efetivo para decolagens com vento de proa e gradiente negativo (downhill). * Segmentos de Decolagem * Distância de decolagem – É a distância percorrida do momento em que a aeronave inicia a rolagem, até o ponto onde atinge 35 ft acima da superfície. Potência e flaps de decolagem. RWY 35’ * 1º Segmento – Inicia quando o avião atinge 35 ft acima da superfície (V2) e termina quando o trem de pouso está totalmente recolhido. Potência e flaps de decolagem. RWY 35’ GEAR UP * 2º Segmento – Inicia quando recolhido por completo o trem de pouso e termina na altitude de aceleração (400 ft). Potência e flaps de decolagem. Gradiente 2,4% (segmento mais restritivo). RWY GEAR UP 400’ * 3º Segmento – Inicia na altitude de aceleração e termina quando os flaps estiverem recolhidos “up”. Potência de decolagem. Gradiente ≥ 0 RWY 400’ FLAPS UP * 4º Segmento – Inicia após o recolhimento dos flaps e termina quando a aeronave atingir a velocidade e configuração de subida (1500 ft). Potência máxima contínua. Gradiente 1,2%. RWY 1500’ FLAPS UP * * * * * * * * * * *