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28/06/2019 EPS estacio.webaula.com.br/Classroom/index.html?id=2279734&courseId=12707&classId=1157683&topicId=2469153&p0=03c7c0ace395d80182db0… 1/4 ÉTICA GERAL E PROFISSIONAL 4a aula Lupa Vídeo PPT MP3 Exercício: CCJ0097_EX_A4_201801236305_V8 28/06/2019 Aluno(a): ROSANE SPINDLER 2019.1 Disciplina: CCJ0097 - ÉTICA GERAL E PROFISSIONAL 201801236305 1a Questão (XIX Exame Unificado/adaptada) - Alexandre, advogado que exerce a profissão há muitos anos, é conhecido por suas atitudes corajosas, sendo respeitado pelos seus clientes e pelas autoridades com quem se relaciona por questões profissionais. Comentando sua atuação profissional, ele foi inquirido, por um dos seus filhos, se não deveria recusar a defesa de um indivíduo considerado criminoso, bem como se não deveria ser mais obediente às autoridades, diante da possibilidade de retaliação. Sobre o caso apresentado, observadas as regras do Estatuto da OAB, assinale a opção correta indicada ao filho do advogado citado. O temor à autoridade pode levar à negativa de prestação do serviço advocatício por Alexandre. A atitude caracteriza infração ao Código de Ética e Disciplina O advogado Alexandre deve recusar a defesa de cliente cuja atividade seja impopular. As causas impopulares aceitas por Alexandre devem vir sempre acompanhadas de apoio da Seccional da OAB o advogado Alexandre observará que não há causa indigna de defesa, cumprindo ao advogado agir, conforme a dignidade da pessoa humana, sob as garantias constitucionais. Respondido em 28/06/2019 21:12:15 Explicação: O fundamento está no art. 23, parágrafo único do CED de 2015. 2a Questão Um Advogado retirou de Cartório os autos de um processo em que funciona como Advogado do Réu e não os devolveu no prazo devido. Intimado a devolvê-los em 24 horas, também não o fez. Pergunta-se: O que poderá acontecer àquele Advogado? Apenas sofrer a busca e apreensão dos autos em seu Escritório; perder o direito de vista dos autos fora de Cartório e ser punido disciplinarmente pela OAB; Sofrer a busca e apreensão dos autos em seu Escritório; perder o direito de vista dos autos fora de Cartório; ser punido disciplinarmente pela OAB e ser punido criminalmente pela retenção dolosa dos autos; Apenas ser punido criminalmente pelo crime de retenção dos autos. Apenas ser punido disciplinarmente pela OAB e ser punido criminalmente pelo crime de retenção dos autos. Apenas sofrer a busca e apreensão dos autos em seu Escritório e ser punido disciplinarmente pela OAB; Respondido em 28/06/2019 21:19:22 Explicação: Art. 7. º São direitos do advogado: II - a inviolabilidade de seu escritório ou local de trabalho, bem como de seus instrumentos de trabalho, de sua correspondência escrita, eletrônica, telefônica e telemática, desde que relativas ao exercício da advocacia. 28/06/2019 EPS estacio.webaula.com.br/Classroom/index.html?id=2279734&courseId=12707&classId=1157683&topicId=2469153&p0=03c7c0ace395d80182db0… 2/4 O artigo ganhou o acréscimo do parágrafo sexto (6.º) que dispõe: " Presentes indícios de autoria e materialidade da prática de crime por parte de advogado, a autoridade judiciária competente poderá decretar a quebra da inviolabilidade de que trata o inciso II do caput deste artigo, em decisão motivada, expedindo mandado de busca e apreensão, específico e pormenorizado , a ser cumprido na presença de representante da OAB, sendo, em qualquer hipótese, vedada a utilização dos documentos, das mídias e dos objetos pertencentes a clientes do advogado averiguado, bem como dos demais instrumentos de trabalho que contenham informações sobre clientes". Diante da regra prevista no EOAB, Os pressupostos e requisitos para o afastamento da inviolabilidade do escritório do advogado são os seguintes: a) deverá conter indícios de autoria e de materialidade da prática de crime cometido pelo advogado; b) decretação de quebra da inviolabilidade por autoridade judiciária competente ; c) decisão que exponha as razões da busca e apreensão; d) expedição de mandado de busca e apreensão específico e pormenorizado (que determine o objeto da medida) e; e) cumprimento do mandado na presença de representante da Ordem dos Advogados do Brasil (exemplo: presidente da subsecção local). Caso haja a violação de qualquer dos pressupostos acima (visto que cumulativos), poderá o prejudicado se valer do remédio constitucional habeas corpus (art. 5.º, inc. LXVIII, da CR/88). 3a Questão Constitui um direito do advogado, previsto no Estatuto da Advocacia e da OAB, dirigir-se diretamente aos magistrados nas salas e gabinetes de trabalho, independentemente do horário previamente marcado ou outra condição, observando-se a ordem de chegada. Não ter acesso aos autos de processo administrativos sigilosos, mesmo munido de procuração. examinar em qualquer repartição policial, apenas com procuração, autos de flagrante e de inquérito, findos ou em andamento, ainda que conclusos à autoridade, podendo copiar peças e tomar apontamentos. ingressar livremente nas salas de sessões dos tribunais, somente até os cancelos que separam a parte reservada dos juízes. comunicar-se com seus clientes, pessoal e reservadamente, mesmo sem procuração, quando estes se acharem presos, detidos ou recolhidos em estabelecimentos civis ou militares, exceto se considerados incomunicável. Respondido em 28/06/2019 21:24:01 Explicação: Prerrogativa conforme o art. 7°, inciso VIII do EOAB. 4a Questão (V Exame de Ordem - FGV - 2011) Tício é advogado regularmente inscrito nos quadros da OAB e conhecido pela energia e vivacidade com que defende a pretensão dos seus clientes. Atuando em defesa de um dos seus clientes, exalta-se em audiência, mas mantém, apesar disso, a cortesia com o magistrado presidente do ato e com o advogado da parte contrária. Mesmo assim, sofreu representação perante o órgão disciplinar da OAB. Em relação a tais fatos, é correto afirmar que: A atuação de Tício desborda os limites normais do exercício da advocacia. No processo judicial, os atos do advogado constituem múnus privado. A defesa do cliente deve ser pautada pelo dirigente da audiência, o magistrado. Inexistindo atividade injuriosa, os atos do advogado são imunes ao controle disciplinar. Respondido em 28/06/2019 21:29:01 Explicação: Conforme sinaliza Paulo Roberto de Gouvea Medina, no seu artigo sobre O novo Código de Ética e Disciplina da OAB, "A advocacia, como profissão liberal, deve subordinar-se a determinadas normas de conduta, que lhe disciplinem o exercício, de forma consentânea com a sua finalidade, assegurando a existência de confiança e respeito nas relações estabelecidas entre os profissionais que a exercem e as pessoas com as quais se relacionem. Tais normas de conduta correspondem à ética da advocacia, isto é, ao conjunto de princípios e regras de natureza moral que regem a atividade do advogado. Esta não pode dissociar-se de certos padrões de comportamento que dão dignidade ao trabalho profissional e procuram uniformizar a disciplina da classe, tendo em vista o interesse social que o envolve e a responsabilidade atribuída ao advogado perante os seus concidadãos. Se fosse possível dispensar o estabelecimento das referidas normas de conduta, confiando em que cada profissional saberia agir de acordo com os valores morais inerentes à sua formação como homem, a advocacia reduzir-se-ia a uma congérie de trabalhadores autônomos, atuando sem coesão, sem espírito de classe e sem compromisso com a sociedade". 5a Questão (XX Exame de Ordem Unificado - Ampliada) Júlia é advogada de Fernando, réu em processo criminal de grande repercussão social. Em um programa vespertino da rádio local, o apresentador, ao comentar o caso, afirmou que Júlia era ¿advogada de porta de cadeia¿ e ¿ajudante de bandido¿. Ouvinte do programa,Rafaela procurou o Conselho Seccional da OAB e pediu que fosse promovido o desagravo público. Júlia, ao tomar conhecimento do pedido de Rafaela, informou ao Conselho Seccional da OAB que o desagravo não era necessário, pois já ajuizara ação para apurar a responsabilidade civil do apresentador. No caso narrado, 28/06/2019 EPS estacio.webaula.com.br/Classroom/index.html?id=2279734&courseId=12707&classId=1157683&topicId=2469153&p0=03c7c0ace395d80182db0… 3/4 o pedido de desagravo público só pode ser formulado por Júlia, que é a pessoa ofendida em razão do exercício profissional. o pedido de desagravo pode ser formulado por Rafaela, mas depende da concordância de Júlia, que é a pessoa ofendida em razão do exercício profissional. a ação para apurar a responsabilidade civil no caso acima pode ser ajuizada por qualquer pessoa. o pedido de desagravo pode ser formulado por Rafaela, e não depende da concordância de Júlia, apesar de esta ser a pessoa ofendida em razão do exercício profissional. o pedido de desagravo público só pode ser formulado por Júlia, que é a pessoa ofendida em razão do exercício profissional, mas o ajuizamento de ação para apurar a responsabilidade civil implica a perda de objeto do desagravo. Respondido em 28/06/2019 21:38:02 Explicação: O art. 18 e 19 do RGOAB estabelece que qualquer pessoa poderá levar a conhecimento da OAB fato que poderá ensejar o procedimento de desagravo. Ainda que o advogado que sofreu a violação não queira, a violação ofende à advocacia. 6a Questão Antonio, advogado regularmente inscrito na OAB/RS, após uma audiência, ao tentar sair com seu veículo do estacionamento do fórum, escutou a seguinte frase proferida por um Promotor de Justiça: "Nem pra estacionar direito, velho burro!". De acordo com o Estatuto da OAB e o Regulamento Geral: caberá desagravo público no caso relatado, a ser promovido pelo Poder Judiciário local, haja vista a qualidade de Promotor de Justiça do ofensor. caberá desagravo público, a ser promovido pelo Conselho Federal da OAB, tendo em vista que o ofensor é membro do Ministério Público não caberá desagravo público no caso relatado, tendo em vista que a ofensa que desafia o exercício de referida prerrogativa é aquela que decorre do exercício profissional da advocacia ou em razão dela. caberá desagravo público, a ser promovido pelo Conselho Seccional do Rio Grande do Sul, haja vista a ofensa praticada pelo Promotor de Justiça em face de advogado Será hipótese de desagravo público em que há a obrigatoriedade do ofensor de formalizar sua retratação. Respondido em 28/06/2019 21:43:26 Explicação: A prerrogativa do desagravo público só poderá ser invocada quando o advogado é ofendido no exercício profissional ou em razão da profissão. Na hipótese o advogado foi ofendido como cidadão comum. Veja-se os artigos 19 e 20 do RGOAB 7a Questão Numa Audiência de Instrução e Julgamento na 44ª Vara Cível do Rio de Janeiro, quando fazia a sustentação oral, o Advogado do Réu injuriou e difamou o Advogado do Autor. Pergunta-se: O que pode acontecer ao Advogado do Réu por tal comportamento? Ser processado criminalmente, pelos crimes de injúria e difamação e também disciplinarmente (pela OAB), pelas ofensas proferidas contra o Colega; Ser advertido pelo Juiz para não mais ofender o Colega, sob pena de responder criminalmente e também ser punido pela OAB, pelos excessos que cometeu; Ser processado civilmente e punido pela OAB, pelas ofensas proferidas contra o Colega; Não sofrer punição criminal, nem qualquer processo ético pelos excessoa que cometer. Não sofrer punição criminal, porque o Advogado tem imunidade profissional quanto à injúria e à difamação, mas podendo ser punido pela OAB pelos Excessos que cometer. Respondido em 28/06/2019 21:46:52 Explicação: O fundamento está no art. 7° § 2° do EOAB que observa a imunidade para injúria e difamação, sendo sempre punido na OAB pelos excessoa que cometer. 8a Questão Cristiano, advogado criminalista, compareceu à Delegacia de Polícia no município X, a fim de colher informações e cópias de inquérito policial em que seu cliente figurava como indiciado. Ao comparecer à Unidade Policial, solicitou vista dos autos, o que lhe foi negado pelo Delegado de Polícia sob dois argumentos: o primeiro, pelo fato de Cristiano não portar procuração outorgada pelo indiciado; o segundo, em virtude de o inquérito policial tramitar em sigilo. À luz das regras estatutárias, assinale a alternativa correta: 28/06/2019 EPS estacio.webaula.com.br/Classroom/index.html?id=2279734&courseId=12707&classId=1157683&topicId=2469153&p0=03c7c0ace395d80182db0… 4/4 Advogados não possuem a prerrogativa, nem mesmo munido de procuração. Agiu incorretamente o Delegado de Polícia, visto que o direito de vista de autos de inquérito policial é irrestrito aos advogados, independentemente, em qualquer caso, de procuração Agiu corretamente o Delegado de Polícia, visto que a natureza sigilosa do inquérito policial impede sua consulta por qualquer pessoa, inclusive advogados Agiu incorretamente o Delegado de Polícia, pois o sigilo do inquérito policial não constitui obstáculo para que o advogado a ele tenha acesso, independentemente de procuração. Agiu incorretamente o Delegado de Polícia, visto que é direito do advogado ter vista de autos de inquérito policial, salvo se conclusos à autoridade, hipótese em que será exigida a procuração Respondido em 28/06/2019 22:04:24 Explicação: trata-se de prerrogativa prevista no art. 7°, inciso XIV, EOAB.