Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO 
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ 
CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE 
DEPARTAMENTO DE NUTRIÇÃO 
DISCIPLINA: BROMATOLOGIA 
PROFESSORA: Dra. Regilda Saraiva dos Reis Moreira Araújo 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PREPARO DE AMOSTRAS 
 
JOAQUIM CARLOS COÊLHO DE OLIVEIRA JÚNIOR 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TERESINA-PI 
SETEMBRO/2019 
 
2 
JOAQUIM CARLOS COÊLHO DE OLIVEIRA JÚNIOR 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PREPARO DE AMOSTRAS 
 
ESTAGIÁRIAS DOCENTES: Cintya Regina Nunes Sousa 
Maria Fabrícia Beserra Gonçalves 
Maria Lícia Lopes Morais Araújo 
MONITORA: Bruna Barbosa de Abreu 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TERESINA-PI 
SETEMBRO/2019 
 
3 
SUMÁRIO 
 
INTRODUÇÃO…………………………………………………………………………………..4 
 
METODOLOGIA………………………………………………………………………………...5 
 
RESULTADOS E DISCUSSÕES……………………………………………………………...6 
 
CONCLUSÃO…………………………………………………………………………………...7 
 
REFERÊNCIAS………………………………………………………………………………….8 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
1. INTRODUÇÃO 
 
A amostra obtida para análises de alimentos pode ser definida como 
sendo um conjunto de unidade de amostragem, selecionada dentro de um 
universo ou de uma população. A unidade de amostragem é a unidade básica 
da amostra, sendo a população um conjunto de indivíduos com certas 
características semelhantes. (CECCHI, 2003, KRUG, 2003, VOGEL, 1992, 
HARRIS, 1996). 
A amostragem é o conjunto de operações com as quais se obtém, do 
material em estudo, uma porção bastante pequena, de tamanho adequado para 
realizar a análise no laboratório, mas que ao mesmo tempo representa todo o 
conjunto da amostra (CECCHI, 2003). 
Na análise de alimentos, os objetivos se resumem em determinar um ou 
vários componentes, como no caso da determinação da composição centesimal 
e mineral, objetivando-se conhecer e controlar quimicamente a qualidade das 
matérias primas alimentares e dos produtos industrializados. 
A primeira etapa de uma análise consiste em submeter a amostra a um 
tratamento adequado, visando sua preparação para os passos subseqüentes da 
análise. A maneira de se decompor a amostra depende de sua natureza, do 
elemento a ser determinado e sua concentração, do método de análise, da 
precisão e exatidão desejadas. (CECCHI, 2003). 
A coleta da amostra constitui a primeira fase da análise do produto. 
Dentro do conceito de que a análise começa com a coleta da amostra, o serviço 
de coleta deve estar bem integrado com o laboratório, devendo haver 
sincronismo entre a remessa e a capacidade do laboratório em executar as 
análises. As amostras para análises deverão ser enviadas separadas daquelas 
destinadas a análises microbiológicas. As amostras devem ser enviadas em sua 
embalagem original para evitar modificações em suas características, devendo 
ser acondicionadas em recipientes limpos e íntegros. (BRASIL, 2003, IAL, 1985). 
A prática realizada no laboratório objetivou o preparo de uma amostra de 
um alimento seco, a Farinha de Linhaça, e o aprendizado sobre técnicas de 
amostragem. 
 
 
 
5 
2. METODOLOGIA 
2.1. MATERIAIS 
- Bandeja 
- Farinha de Linhaça 
- Colher 
- Béquer 
2.2. PROCEDIMENTOS 
Foi utilizado a amostra de alimento seco (farinha de linhaça). A 
amostragem foi derramada e espalhada, da maneira mais uniforme possível, 
na bandeja. Dividiu-se em quatro partes iguais (quarteamento), das quais 
duas foram removidas (superior esquerda e inferior direita) e o restante 
permaneceu na bandeja. Em seguida, repetiu-se o processo na amostra 
reduzida, mas removendo a partes opostas as quais foram retiradas 
anteriormente. Esse processo ocorreu mais uma vez, até que se encontrou a 
quantidade satisfatória para análise. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
6 
3. RESULTADOS E DISCUSSÃO 
Devido à variabilidade inerente dos produtos alimentícios, a amostragem 
é sempre importante em qualquer trabalho analítico, torna-se crucial para a 
obtenção de resultados representativos. Cada alimento tem sua forma 
específica de amostragem, sendo impossível cobrir todos os casos. É importante 
ter em mente que a literatura deve ser sempre consultada para encontrar a 
maneira certa de realizar a tarefa devendo sempre seguir a risca todas as 
informações dadas nas técnicas utilizadas. (CECCHI, 2015). 
De acordo com as técnicas utilizadas de homogeneização e 
quarteamento, conseguiu-se obter uma quantia pequena, em relação ao todo, do 
material a ser analisado. Sendo colocado em um saco para conservação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7 
4. CONCLUSÃO 
Com a realização da prática, conclui-se que o processo de amostragem 
deve ser feito de acordo com procedimentos adequados para cada tipo de 
alimento e amostra, além de instruções pré-estabelecidas, para minimizar os 
erros. Por fim, constatou-se que cada etapa possui grande importância e os 
objetivos foram atingidos (separação, armazenamento e identificação de 
amostra para análise e retirada do excesso do alimento). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
8 
REFERÊNCIAS 
 
CECCHI, H. M. ​Fundamentos Teóricos e Práticos em Análise de Alimentos. 
Ed. UNICAMP. 2° ed. 208 p 2003. 
 
KRUG, F. J. ​Métodos de decomposição de amostras.​ In: IV WORKSHOP 
SOBRE PREPARO DE AMOSTRAS, Salvador - BA, abril, 97p, 2003. 
 
VOGEL, A. I. ​Análise Química Quantitativa.​ Revista por G.H. Jeffery, J. 
Basset, J. Mendlam & R. C. Denney. Tradução por Horácio Macedo. 5° Ed. Rio 
de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos. Tradução de Textbook of 
Qualitative Chemical Analysis, 712 p, 1992. 
 
HARRlS, D. C. ​Quantitative Chemical Analysis.​ 4° ed, New York: W. H. 
Freeman and Company, 837 p, 1996. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
9

Mais conteúdos dessa disciplina