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� � STYLEREF "Guide Title" \* MERGEFORMAT �Laboratório I�: � STYLEREF "Guide Sub-title" \* MERGEFORMAT �Curso de Licenciatura em Ensino de Química� � PAGE �1� Manual de Laboratório I Curso de Licenciatura em Ensino de Química Universidade Pedagógica Departamento de Química � Direitos de autor (copyright) Inserir aqui o texto standard da sua instituição em relação a direitos de autor (copyright). Se desejar, pode encontrar mais informação sobre este assunto no site da COL: pode consultar ou baixar o documento Copyright Toolkit. Inserir aqui nome da instituição Linha extra, se necessário Morada - 1a linha Morada - 2a linha Morada - 3a linha País Fax: E-mail: @ Website: www. � Agradecimentos Inserir nome da instituição aqui Linha extra, se necessário gostaria de agradecer a colaboração dos seguintes indivíduos e instituições na elaborção deste manual: O que se agradece (contribuição de conteúdo, revisão, fonte de ilustrações, etc.) Nomes de pessoas / instituições a que se agradece O que se agradece (contribuição de conteúdo, revisão, fonte de ilustrações, etc.) Nomes de pessoas / instituições a que se agradece O que se agradece (contribuição de conteúdo, revisão, fonte de ilustrações, etc.) Nomes de pessoas / instituições a que se agradece � Índice 1Visão geral � 1Bem-vindo ao modulo de Pratica Experimental de Química � 1Objectivos do curso � 2Quem deveria estudar este módulo � 2Como está estruturado este módulo � 3Ícones de actividade � 4Habilidades de estudo � 4Precisa de apoio? � 4Auto-avaliação � 4Avaliação � 5Tempo de estudo e outras actividades � 7Unidade n° 01 � 7Normas gerais de Higiene e segurança no Laboratório � 7Introdução � 14Lição no 01 � 141.1. Normas gerais de Higiene e segurança no Laboratório � 14Introdução � 19Auto-avaliação � 7Lição no 02 � 71.2. Material de laboratório, sua função e uso � 7Introdução � 13Auto-avaliação � 20Lição no 03 � 20H........... � 20Introdução � Error! Bookmark not defined.Auto-avaliação � Error! Bookmark not defined.Actividades � Error! Bookmark not defined.Avaliação � 24Unidade n° 02 � 24Química básica � 24Introdução � 25Lição no 1 � Error! Bookmark not defined.Medição de massas e volume. Calculo da Densidade � 25Introdução � Error! Bookmark not defined.Auto-avaliação � 28Lição no 02 � Error! Bookmark not defined.H........... � 29Introdução � Error! Bookmark not defined.Sumário � Error! Bookmark not defined.Auto-avaliação � Error! Bookmark not defined.Actividades � 33Lição no 03 � 33H........... � 33Introdução � Error! Bookmark not defined.Sumário � Error! Bookmark not defined.Auto-avaliação � Error! Bookmark not defined.Actividades � Error! Bookmark not defined.Avaliação � 45Unidade n° 03 � Error! Bookmark not defined.Química Geral � 45Introdução � 46Lição no 1 � Error! Bookmark not defined.H........... � 46Introdução � Error! Bookmark not defined.Sumário � Error! Bookmark not defined.Auto-avaliação � Error! Bookmark not defined.Actividades � 51Lição no 02 � Error! Bookmark not defined.H........... � 51Introdução � Error! Bookmark not defined.Sumário � Error! Bookmark not defined.Auto-avaliação � Error! Bookmark not defined.Actividades � 57Lição no 03 � Error! Bookmark not defined.H........... � 57Introdução � Error! Bookmark not defined.Sumário � Error! Bookmark not defined.Auto-avaliação � Error! Bookmark not defined.Actividades � Error! Bookmark not defined.Avaliação � Error! Bookmark not defined.Unidade n° 04 � Error! Bookmark not defined.Química Geral Biólogos � Error! Bookmark not defined.Introdução � 61Lição no 1 � Error! Bookmark not defined.H........... � 61Introdução � Error! Bookmark not defined.Sumário � Error! Bookmark not defined.Auto-avaliação � Error! Bookmark not defined.Actividades � 66Lição no 02 � Error! Bookmark not defined.H........... � 66Introdução � Error! Bookmark not defined.Sumário � Error! Bookmark not defined.Auto-avaliação � Error! Bookmark not defined.Actividades � 71Lição no 03 � Error! Bookmark not defined.H........... � 71Introdução � Error! Bookmark not defined.Sumário � Error! Bookmark not defined.Auto-avaliação � Error! Bookmark not defined.Actividades � Error! Bookmark not defined.Avaliação � � � Visão geral Bem-vindo ao modulo de Pratica Experimental de Química – Laboratório I Neste você ira aplicar na pratica os conteúdos aprendidos nas aulas teóricas de Química Básica e Química Geral, dando-se particular ênfase as experiências realizáveis no Ensino Secundário Geral, bem como a utilização de material local e de fácil acesso. Objectivos do manual Com base nos objectivos gerais do curso de Licenciatura em Ensino de Química que estão virados a formação de quadros de nível superior com conhecimentos científicos adequado e domínio das técnicas especiais de pensamento e trabalhos práticos nos ensaios químicos, você ira desenvolver capacidades e habilidades no trabalho com material convencional e alternativo para realização de experiencias de química Com este manual pretende-se que você seja capaz de: Objectivos Adquirir capacidades e habilidades de lidar com produtos químicos; Desenvolver capacidades e habilidades de manuseamento de matérias e aparelhagens laboratoriais; Aprender os métodos de trabalho laboratorial em química e usá-los a medida do possível; Interpretar tabelas, diagramas e gráficos de processos químicos; Aplicar as regras de Higiene e segurança no trabalho laboratorial; Interpretar os fenómenos químicos ao nível da micro, semi-macro e macrotécnica, Desenvolver capacidades de observação e interpretação dos fenómenos observados; Aplicar os conhecimentos técnicos e práticos no trabalho independentemente e em pequenos projectos; Usar substâncias químicas do dia a dia para realização de experiencias químicas. Quem deveria estudar este módulo Este manual foi concebido para todos aqueles que se tenham inscrito no curso de Química, à Distância, fornecida pela Universidade Pedagógica e tenham frequentado a cadeira de Química Básica e estejam a frequentar a cadeira de Química Geral. Como está estruturado este módulo Todos os módulos dos cursos produzidos por inserir aqui nome da instituição encontram-se estruturados da seguinte maneira: � Páginas introdutórias Um índice completo. Uma visão geral detalhada do curso / módulo, resumindo os aspectos-chave que você precisa conhecer para completar o estudo. Recomendamos vivamente que leia esta secção com atenção antes de começar o seu estudo. Conteúdo do curso / módulo O curso está estruturado em unidades. Cada unidade incluirá uma introdução, objectivos da unidade, conteúdo da unidade incluindo actividades de aprendizagem, um summary da unidade e uma ou mais actividades para auto-avaliação. Outros recursos Para quem esteja interessado em aprender mais, apresentamos uma lista de recursos adicionais para você explorer. Estes recursos podem incluir livros, artigos ou sites na internet. Tarefas de avaliação e/ou Auto-avaliação Tarefas de avaliação para este módulo encontram-seno final de cada unidade. Sempre que necessário, dão-se folhas individuais para desenvolver as tarefas, assim como instruções para as completar. Estes elementos encontram-se no final do modulo. Comentários e sugestões Esta é a sua oportunidade para nos dar sugestões e fazer comentários sobre a estrutura e o conteúdo do curso / módulo. Os seus comentários serão úteis para nos ajudar a avaliar e melhorar este curso / modulo. Ícones de actividade Ao longo deste manual irá encontrar uma série de ícones nas margens das páginas, estes ícones servem para identificar diferentes partes do processo de aprendizagem. Podem indicar uma parcela específica de texto, uma nova actividade ou tarefa, uma mudança de actividade, etc. Acercados ícones No manual encontrará ícones que identificam as actividades para exercitação, dicas, sumários e actividades de auto-avaliação. Pode ver o conjunto completo de ícones deste manual já a seguir, cada um com uma descrição do seu significado e da forma como nós interpretámos esse significado para representar as várias actividades ao longo deste curso / módulo. Objectivos Tempo Habilidades de estudo Leitura Precisa de apoio Terminologias Dica Reflexão Actividade Resultados Auto-avaliação Observação Actividade de grupo Debate Exemplo / Estudo de caso Tome Nota! Tarefa Sumario Habilidades de estudo Este manual foi concebido tendo em consideração que algumas das experiências você vai realizar sozinho e outras com o seu professor tutor, no Centro de Recursos. É por isso que, no fim de cada experiência ou conjunto de experiências você tem actividades que lhe ajudam a verificar tudo o que nela aprendeu. Fazem parte deste conjunto de actividades, perguntas para reflectir, consulta e interpretação de tabelas, desenho e interpretação de gráficos e diagramas, interpretação dos fenómenos químicos, etc. Precisa de apoio? Se você tiver dificuldades, tem o Centro de Recursos à sua espera, perto do local da sua residência. Não hesite em recorrer a esse centro, pois ele foi criado para si. Lá encontrará para além de literatura e outros materiais de consulta, o seu tutor e um conjunto de materiais e reagentes para a realização das experiências. Auto-avaliação Em cada aula pratica você terá algumas questões que lhe ajudarão na preparação e realização das experiências. Recomendamos que você responda e/ou resolva todos as questões indicados durante a preparação da aula prática. Avaliação O seu tutor irá programar, calendarizar e acompanhar as aulas práticas no centro de recursos. No fim de cada aula prática deve elaborar um relatório que será entregue ao professor tutor no centro de recursos, seis (06) dias após a realização. O relatório tem uma classificação correspondente a 20 valores. A nota final do laboratório I será definida pela soma das notas dos relatórios apresentados após a realização de cada aula pratica. Tempo de estudo e outras actividades Quanto tempo? As experiencias previstas neste manual poderão ser realizadas no centro de recursos ou em casa ou ainda qualquer outro local desde momento que haja condições mínimas para o efeito. A orientação para o efeito será dada pelo seu professor tutor em função de aula prática. Você deverá despender 02 tempos lectivos, por semana, para cada uma das aulas definidas no manual. Este período corresponde a um determinado número de experiências, que pode variar, em cada aula pratica. A disciplina como tal pressupõe que você adquira conhecimentos preliminares sobre a constituição básica de um laboratório, o tratamento pratico da experimentação baseado no conteúdo teórico abordado ao nível das cadeiras de Química básica e Quimica geral. � Unidade n° 01 O laboratório. Constituição. Higiene e Segurança no laboratório. Aula pratica. Introdução O nosso laboratório serve para a formação prática e investigação científica do colectivo de estudantes e professores. Para a segurança de todos torna-se necessário fixar normas e relativas ao pessoal, medidas relativas as instalações e as operações específicas. A segurança laboratorial visa prevenir acidentes, protegendo os materiais e as pessoas que usam o laboratório, isso passa, pelo conhecimento das características e das modalidades de uso de vários materiais e produtos químicos presentes no interior do laboratório. Ao completar esta unidade, você será capaz de: Objectivos Interpretar as regras de higiene e segurança no laboratório; Desenvolver habilidades na prevenção de acidentes e protecção das pessoas durante a actividade laboratorial; Conhecer e� caracterizar os constituintes básicos de um laboratório; Caracterizar e nomear �os materiais básicos para o trabalho laboratorial; Produzir um relatório de uma aula laboratorial. Lição no 1 Laboratório. Os materiais e sua função. Introdução Para a realização de qualquer experiência química é necessário definir o material apropriado para o efeito. Nesta lição faremos �uma abordagem sobre os proveitos que se deve tirar num trabalho de laboratório, nesse sentido, você deve ser capaz de desenvolver certos materiais alternativos aos materiais convencionais. Para além do material convencional de um laboratório, há que considerar outros materiais, tais como os Mini-laboratório e os Microkits. Ao completar esta lição, você será capaz de: Objectivos da lição Identificar alguns dos materiais utilizados no laboratório; Mencionar a utilidade dos materiais básicos de um laboratório; Desenvolver alguns instrumentos com recurso ao material local para substituir o material convencional. 1. O Laboratório. Sua constituição. O laboratório de Química é um espaço físico, com condições mínimas para a realização de experiências química. No laboratório você encontrará : bancadas para realização de experiências químicas; uma sala de preparação e armazenamento de material e substâncias; um nicho; um sistema de ventilação constante; um sistema de saneamento básico; água corrente; iluminação suficiente; um quadro; materiais de primeiros socorros; etc. 2. Instruções gerais para o funcionamento do laboratório O funcionamento do laboratório (LAB) e da sala de preparação e armazenamento (SPA) exige dos utentes uma disciplina. A entrada ao LAB é dirigida pelo professor ou técnico do laboratório, sendo esta, feita de maneira ordeira e responsável. Na SPA só trabalham professores, assistentes, o técnico e monitores. É proibida a entrada de pessoas estranhas (crianças, funcionários, e outros) no LAB. O professor dirige as actividades laboratoriais, controla a entrada e saída dos estudantes e deve estar sempre presente durante a realização da aula pratica. As chaves do LAB e da SPA são da responsabilidade do professor, do assistente, do técnico ou do monitor. Cada actividade no LAB e na SPA deve ser indicada num diário de laboratório, anotando o tempo, número de estudantes (turma), as ocorrências e actividades realizadas. O professor instrui os estudantes sobre estas normas no início de cada curso laboratorial. 3. Materiais e aparelhos comuns no laboratório Num laboratório de Química é característico encontrar alguns aparelhos essenciais para a realização de uma experiência química. Veja as seguir alguns destes materiais e sua respectiva função: Almofariz com pistilo: usado na trituração e pulverização de sólidos. Balão de fundo chato: utilizado como recipiente para conter líquidos ou soluções, ou mesmo, fazer reacções com desprendimento de gases. Pode ser aquecido sobre o tripé com rede de amianto. Balão de fundo redondo: utilizado principalmente em sistemas de refluxo e evaporação a vácuo, acoplado a rotoevaporador Balão volumétrico: é um frasco utilizado para preparação e diluição de soluções com volumes precisos e prefixados. Possui um traço de aferição no gargalo. Este tipo de frasco é usado na preparação de soluções que precisam de ter concentrações definidas (concentração expressa em uma grandeza por unidade de volume). Becker: há dois tipos de becker, o copo de griffin ou becker de forma baixa e copo de Berzelius ou becker de forma alta. Os Beckers são frascos como o tubo de ensaio ou os erlenmeyers. Suas principais diferenças são: 1. apresentar uma escala para medição aproximada; 2. possuir base plana para uso autónomo; 3. conter bico para transferência; 4. ser provido de boca larga. Seu uso é recomendado para experiências em que esteja presente pelo menos um sólido. Feito de vidro pyrex refractário ou de polímeroscomo o polietileno ou o polipropileno, o bécker pode ser utilizado em uma ampla faixa de temperatura. Suas capacidades volumétricas mais comuns são 80, 125, 250 e 400 ml, mas indo até 4 l ou mais entre os feitos de vidro e 20 l entre os de polímeros. Bureta: aparelho utilizado em análises volumétricas (Titulação), para a determinação de concentrações ou volumes de líquidos. Cadinho: artigo, geralmente, de porcelana cuja utilidade é para aquecer substâncias a seco e com grande intensidade, por isto pode ser levado directamente a fonte de aquecimento (como é o caso de uso directo num Bico de Bunsen). Cápsula de porcelana: peça de porcelana usada para evaporar líquidos das soluções através de um aquecimento brando. Condensador: utilizado na destilação, como finalidade de condensar os vapores gerados pelo aquecimento de líquidos. Ele possibilita a circulação de água para permitir o abaixamento da temperatura dos vapores que se pretende liquefazer. O condensador é característico de qualquer instrumento básico da destilação, ele aparece nas formas tradicionais a base de materiais de fácil acesso (como são os casos de caniço, tubos de metais, etc.). Balão de Erlenmayer: é um artigo bastante utilizado em laboratórios, principalmente de Química, é aplicado em titulações, no aquecimento de líquidos, na dissolução de substâncias, para proceder reacções entre soluções, em certos casos para fazer medições de volumes, pesa embora seja um instrumento de medição com uma margem de erro relativamente maior. Funil de Buchner: instrumento de plástico que pode ser utilizado em filtrações a vácuo. Pode ser usado como funil para sólidos e também com a função de FILTRO em conjunto com o Kitassato. Funil de decantação: é utilizado na separação de líquidos imiscíveis e na extracção líquido/líquido. É muitas vezes usado como instrumento alternativo para quantificar um determinado líquido a usar numa reacção química, neste caso é adaptado a um tubo de ensaio. Funil de vidro: é usado na filtração e para retenção de partículas sólidas. É também usado como funil de líquidos para verter um determinado líquido na bureta (para a titulação). Não deve ser aquecido. Kitassato: utilizado em conjunto com o Funil de Buchner em filtrações a vácuo. Pipeta graduada: é utilizada para medir pequenos volumes de líquidos. Estes instrumentos de medição possuem uma margem de erro relativamente menor que muitos outros aparelhos de medição. Mede volumes variáveis. Não pode ser aquecida. Pipeta volumétrica: usada para medir e transferir volume de líquidos. Este instrumento de medição é caracterizado por possuir uma grande precisão na medição de volumes. Não pode ser aquecida pois, se isso acontecer perde-se o nível de precisão de medida que ele oferece. Proveta ou cilindro graduado: serve para medir e transferir volumes de líquidos. Não pode ser aquecida Tubo de ensaio: Empregado para fazer reacções em pequena escala, principalmente em testes de reacção em geral. Pode ser aquecido com movimentos circulares e com cuidado directamente sob a chama do Bico de Bunsen ou num bloco de aquecimento (instrumento que suporta o tubo de ensaio na fonte de calor). Vidro de relógio: peça de vidro com um formato côncavo, é usada em análises principalmente em evaporações. Não pode ser aquecida directamente. Anel ou argola: usado como suporte do funil durante a filtração. Balança digital: usada para a medição de massa de sólidos e líquidos não voláteis. Esta balança é caracterizada por apresentar um elevado grau de precisão. Bico de bunsen: é a fonte de aquecimento mais utilizada em laboratório. Ele funciona, tendo como fonte de produção de calor o gás doméstico. Suporte de tubo de ensaio: ele garante um sustento para os tubos de ensaio, antes, durante e após os ensaios químicos. Pinça: quando de madeira é usada para prender o Tubo de ensaio durante o aquecimento, quando metálica é usado para manipular objectos aquecidos. Suporte universal: utilizado em operações como: Filtração, Suporte para Condensador, Bureta, Sistemas de Destilação etc. Serve também para sustentar peças em geral. Tela ou rede de Amiato: Suporte para as peças a serem aquecidas. A função do amianto é distribuir uniformemente o calor recebido pelo Bico de Bunsen. Tripé: sustentáculo para efectuar aquecimentos de soluções em vidrarias diversas de laboratório. É utilizado em conjunto com a Tela ou rede de Amianto. Auto-avaliação Exercícios Mencione pelo menos dois aparelhos utilizados para fazer medições de volume. Complete a seguinte frase: As reacções químicas em laboratórios são feitas num ________________. Que instrumento são utilizados, no laboratório, como fonte de produção/fornecimento de calor? Porque razão a maior parte dos materiais laboratoriais onde ocorrem as reacções químicas de análise são transparentes? As actividades de auto-avaliação devem ter uma chave de correcção, o que em EAD chamamos Fedback. Isso é importante para o estudante ver se está no caminho certo ou não Lição no 2 Normas Gerais de Higiene e Segurança no Laboratório Introdução O laboratório de química, como qualquer outro local de trabalho deve ser regido de normas básicas para a sua segurança e de seus utentes. Nesta lição você vai aprender sobre todos aspectos relacionados aos cuidados relativos ao pessoal (estudantes, técnicos e docentes), as instalações e equipamentos. Aprenderá também algumas técnicas de combate a incêndios e operações especiais, bem como alguns procedimentos específicos em caso de acidente com material laboratorial ou com substâncias químicas. Ao completar esta lição, você será capaz de: Objectivos da lição Descrever as instruções gerais para o funcionamento de um laboratório; Identificar as medidas relativas ao pessoal, as instalações e em relação as operações especiais; Identificar algumas técnicas de combate a incêndios e alguns procedimentos em caso de acidente com material laboratorial e substâncias químicas; Conhecer alguns símbolos de aviso para produtos perigosos. Medidas relativas ao pessoal Durante a aula siga correctamente o guião da aula e não improvise, pois, as imprevisões podem causar acidente. Recomenda-se o uso de bata branca (de mangas compridas, longa até os joelhos, com fios de algodão na composição do tecido) para proteger o vestuário, calças compridas (de tecido não inteiramente sintético), sapatos fechados e cabelos longos amarrados para trás. A aula é preconizada com antecedência e deixe sobre a mesa de trabalho somente o material necessário. Evitar contacto de qualquer substância com a pele, a boca e os olhos. Usar luvas e óculos de protecção quando estiver a trabalhar com substâncias corrosivas e explosivas. Comunicar imediatamente ao professor sobre a ocorrência de qualquer incidente (exemplo: inalação de uma substância tóxica, contacto da pele com uma substância corrosiva, etc.). Usar pegas (molas de madeira, luvas protectoras, pinças, etc.) para manusear o material aquecido. Não são aconselhadas lentes de contacto, pois, os produtos químicos observados podem causar lesões aos olhos. Os estudantes têm o dever de preparar cuidadosamente cada pratica para impedir acidentes durante do trabalho. Um estudante deve estar trajado de uma bata nas aulas práticas. Em alguns casos o professor pode fornecer meios de protecção, como óculos, luvas etc. É expressamente proibido usar o laboratório como local de laser. Não se deve fumar, comer, beber nem conservar alimentos no laboratório, pois pode ocorrer contaminação por substâncias tóxicas. Lavar bem as mãos antes de sair do laboratório; Observar com rigor a higiene pessoal, lavando as mãos antes de ingerir bebidas e alimentos. Nunca provar ou cheirar, directamente, soluções, nem produtosquímicos. Quando pretender cheirar qualquer substância, não coloque a cara directamente sobre o recipiente que o contém, dirige com a mão uma pequena quantidade de vapores de modo a poder aperceber-se do seu cheiro. Durante a Pratica o estudante só trabalha com aparelhagem, substancias, caderno de laboratório e caneta (evitar sobrecarregar a mesa de trabalho com pastas, cestos, livros etc.). O professor responsável, controla as regras acima mencionadas durante e depois da Pratica. Sobre a participação ou não de uma estudante grávida decide o professor responsável pela Pratica. Medidas relativas as instalações As instalações (bancadas, lavatórios, nicho, caixotes de lixo, gás etc.) e equipamentos laboratoriais (aparelhos etc.) devem ser tratados com cuidado. Usar pequenas quantidades de substâncias para gerar o mínimo de resíduos. Usar somente o que for recomendado no guião. O uso do equipamento é dirigido pelo professor considerando as normas de segurança (instruções no inicio da Pratica). Cada estudante, praticante é responsável pela Limpeza do seu lugar de trabalho (bancada, nicho, materiais e substâncias usados) - manter o local de trabalho sempre limpo e arrumado. O técnico do laboratório tem que armazenar o material limpo, depois de uma segunda lavagem. O armazenamento das substâncias, soluções e material deve ser correcto segundo o modo instrutivo no SPA. O técnico do laboratório tem o dever de garantir diariamente uma boa ventilação do SPA. Os professores, técnicos do laboratório, os assistentes e os monitores devem ser capazes de manusear os extintores. A segunda porta do LAB prevista como saída de emergência deve estar sempre aberta durante a Pratica. Depois de cada semestre as listas de substâncias orgânicas e inorgânicas têm de ser actualizadas pelo responsável do laboratório ou pelo técnico do laboratório. Todas a substâncias existentes no laboratório devem possuir uma rotulagem que permite o conhecimento das suas propriedades. No início e no fim de cada pratica é necessário controlar o conteúdo e estado dos materiais de cada lugar. Apôs o trabalho com gás deve-se fechar sempre a torneira no lugar (estudante) e a torneira principal (professor). Medidas relativas as operações especificas A manutenção do material e das substâncias químicas exige atenção e cuidado para se evitarem acidentes, incêndios e rupturas. O manuseamento de produtos químicos deve ser feito conforme as suas características; As reacções com produtos voláteis, que libertam gases ou vapores tóxicos devem ser efectuadas no nicho, com a bomba de sucção de gases ligada (exaustor). O tratamento dos produtos tóxicos obedece a instruções do professor ou supervisor. Os resíduos químicos de laboratório não devem ser deitados directamente no esgoto (lavatório). Dependendo das suas características devem ter um tratamento especial (diluição, neutralização, enterro, combustão, resfriamento, filtração etc.). Obedece a decisão do professor. Ao usar o fogão eléctrico evitar contacto a superfície da boca. Desligar o termómetro digital apôs o uso. Atenção particular exige a pedra magnética (agitador magnética) do Mini-lab (não lançar ao esgoto). Evitar a utilização de substâncias fora do prazo ou mal conservadas. As operações com material de vidro devem obedecer as seguintes recomendações: Não trabalhar com vidro trincado (golpes ou rachas); Ao introduzir tubos de vidro em rolhas deve-se lubrificar o vidro com vaselina, silicone (óleo) ou pelo menos com água e proteger as mãos com uma toalha ou luvas; Verificar o estado das pipetas antes de usar. Não manusear equipamento eléctrico com as mãos húmidas. O material que se deita no lixo não deve ser quente. Usa-se um balde metálico, mas não para papel. As soluções preparadas no SPA devem ser rotuladas com fórmulas químicas, percentagens ou molaridades, etc., ver anexo. Antes de se preparar urna solução, deve-se consultar se existe uma solução preparada. Adicione sempre o ácido à água; nunca o inverso. Protecção contra incêndios Solventes e substâncias combustíveis usados possuem características, como volatilidade, inflamabilidade, explosividade e outras bastante específicas. O fogo resulta da combinação simultânea de três factores: combustível, calor e comburente (normalmente o Oxigénio). Se qualquer um destes factores for eliminado ou isolado dos demais o fogo enfraquecera ate a extinção da chama. Medidas de extinção da chama Para a extinção do incêndio são usados normalmente 3 possibilidades básicas: Retirada ou isolamento de material combustível; Resfriamento: o material em chamas é resfriado, sendo o extintor mais comum, a água; Abafamento: Reduz-se ao mínimo o comburente junto ao fogo. Pequenos incêndios podem ser abafados usando tampas, cobertores e sacos de sisal molhados, areia etc. Em caso de incêndio de grandes proporções, usa-se o extintor convencional. Procedimento em caso de acidente Golpes ligeiros Fazer sangrar o golpe alguns segundos, remover estilhaços, lavar com água corrente e desinfectar (com Água oxigenada a 3%, savlon a 3% ou álcool a 63%) e proteger com penso. Salpicos e queimaduras químicas superficiais Lavar abundantemente a área afectada com água corrente, remover o vestuário contaminado e consultar um médico. Salpicos químicos nos olhos Manter as pálpebras abertas e lavar com soro fisiológico ou água, o jacto de Água deve ser tangencial ao globo ocular e consultar um médico. Inalação de substancias tóxicas Afastar o acidentado do local contaminado e coloca-lo ao ar livre, aliviar-lhe o vestuário no pescoço e no peito. Se ocorre inconsciência, deita-lo de face virada para baixo, mantendo-o aquecido e eventualmente tentar a reanima-lo boca a boca (excepto por contaminação por venenos), transportar para o hospital. Ingestão de reagentes Bochechar com água, sem ingerir, se a contaminação for apenas bucal, caso tenha havido ingestão, beber água ou leite em abundância e deslocar rapidamente para o hospital mais próximo. Queimaduras térmicas ou em fogo Não usar água, aplicar pomada específica (vaselina esterilizada) ou ligamento e proteger com gaze esterilizada, em caso de queimaduras térmicas e abafar as chamas, fazendo, eventualmente, rolar o acidentado pelo chão, em caso de queimaduras com fogo. Circuitos eléctricos Desligar� a corrente ou quadro de electricidade antes de socorrer o acidentado. Você acabou de estudar....... Em seguida vai connhecer o significado dos símbolos........ Símbolos de aviso para produtos perigosos Irritante: Não permitir o contacto com a pele ou a roupa. Inflamável. Arde violentamente: Evitar colocar esse material perto de chama, aquecedor eléctrico, etc. Corrosivo: Não permitir o contacto com a pele ou a roupa. Explosivo: Evitar choques ou colisões. Movimentar com cuidado e longe de chamas Perigo para o ambiente: Evitar o despejo desses para o meio ambiente. Tóxico ou venenoso: Não permitir o contacto com a pele ou a roupa. Nunca respirar os vapores Radioactivo: Não permitir o contacto com a pele. Comburente: Manter longe de chamas Auto-avaliação Exercícios Porque se usa o Dióxido de carbono e não o Oxigénio no combate aos incêndios? Dê três exemplos de combustíveis que conheces. Num incêndio, causado por vazamento de gás, qual seria o procedimento mais fácil para apagar a chama do gás: despejar água sobre a chama ou jogar uma toalha molhada por cima do local onde está escapando o gás? Explique porque os bombeiros combatem os incêndios comuns com água? Quais os passos a seguir em caso de acidente do tipo salpicos químicos nos olhos ao manusear substâncias químicas? Fazer aqui o feedback Lição no 3 O relatório da aula prática Introdução A prática laboratorial é sempre feita acompanhado de um registo dos factosnela decorrente e observados. Este acto é muitas vezes seguido de uma compilação dessas observações num relatório da aula pratica. Assim sendo, nesta lição você vai aprender quais os passos para a redacção de um relatório de uma aula experimental e sobretudo destacar a necessidade do desenvolvimento dos sentidos de aprendizagem no trabalho prático. Com esta lição, pretende-se que você seja capaz de: Objectivos da lição Caracterizar os componentes de um relatório de uma aula experimental; Redigir um relatório sobre uma aula experimental; Descrever uma experiência química através da observação, reflexão e discussão; Apresentação� do relatório da aula pratica Capa Constitui a protecção externa do relatório e deve conter as informações necessárias à identificação do trabalho, obedecendo a seguinte ordem: Nome do estudante (s), no topo da pagina e centralizado; Número da aula prática Tema da aula Nome (s) do (s) docente (s) Instituição (Universidade Pedagógica, Departamento de..., Curso e cadeira) Local e data Índice� No Índice faz-se referencia apenas as paginas que o seguem, oferecendo ao leitor uma imagem da estrutura do trabalho. Este é geral e temático. Paginação As páginas deverão ser numeradas em ordem crescente, com algarismos árabes, iniciando-se na introdução até as referências bibliográficas. Esta deverá ser colocada a direita na margem superior Introdução A introdução deve conter uma apresentação sucinta e objectiva da (s) experiência (s) a tratar. A descrição deve ser clara e resumida, com fórmulas, equações e definição de alguns conceitos ligados a aula. A introdução deve ser escrita com cuidado, pois é através dela que se tem a impressão geral do tema da aula. Objectivos Devem ser apresentados, tendo em consideração ao desenvolvimento das capacidades e habilidades durante a realização da aula pratica; devem ser claros e relacionados ao tema da aula. Experiência Título da experiência. (definido no guião) Materiais (mencionados no guião, deve-se fazer referencia aos materiais alternativos que tenham sido usados na experiência) Reagentes ou substâncias (mencionados no guião) Procedimentos (devem ser claros, objectivos e devidamente enumerados). Figuras ou esquema de montagem da aparelhagem Devem ser simples e perceptíveis; A legenda deve estar organizada na posição horizontal; Se o relatório é manuscrito, a legenda deve ser apresentada com letras maiúsculas. Observações (ou resultados) Constitui tudo aquilo que se vê, ouve, sente e apalpa; bem como tabela de recolha de dados. As observações são apresentadas de forma clara e objectiva, sem interpretações ou comentários pessoais. Gráficos Devem ser construídos em papel milimétrico ou em folha de cálculo obedecendo uma escala menor. Estes devem ser devidamente legendados. Explicações (ou discussão dos resultados) É relevante, pois é nesta fase que o estudante revela a sua preparação, conhecimento sobre o tema da aula prática e capacidade de análise. Aqui são analisados os resultados obtidos, comparando-os e avaliando-os com os já existentes na literatura citada (fundamentação teórica). São também considerados os interesses e a novidades dos resultados obtidos, se for o caso, indicam-se as aplicações teóricas ou práticas dos resultados obtidos, bem como as suas limitações. A explicação fornece elementos para a conclusão. Conclusão A conclusão deve ser apresentada de forma lógica, clara e concisa, fundamentada nos resultados obtidos e na discussão dos resultados. É uma confirmação ou negação da fundamentação em conjunto com os objectivos da aula, cuja demonstração constitui o desenvolvimento da aula. Pode apontar as limitações do estudo e formas de ultrapassar. Resposta as questões colocadas O questionário de ser devidamente respondido. Bibliografia consultada A referência bibliográfica é o conjunto de elementos que permitem a identificação, no todo ou da parte, de documentos impressos ou registados em diversos tipos de material. Deve conter o nome do autor, título da obra, volume, edição, país e ano (seguindo as normas de apresentação da referencia bibliográfica vigente na U.P). Respostas dos exercícios Resultados Lição 1 Aparelhos utilizados para fazer medições de volume: Proveta gradua, Balão volumétrico, Seringa, Bureta, Pipeta, etc. As reacções químicas em laboratórios são feitas num Tubo de ensaio. Fontes de produção de calor: fogão eléctrico, bico de Bunsen, lamparinas, velas. A maior parte dos materiais laboratoriais de análise são transparentes para permitir a observação dos fenómenos decorrentes no sistema. Lição 2 Usa-se o Dióxido de carbono porque é uma substância que não alimenta as combustões. Exemplos de três combustíveis: gás de cozinha, lenha e petróleo (Querosene). Seria jogar uma toalha molhada no local onde está escapar o gás. Este procedimento impede o contacto do oxigénio com o combustível apagando a chama. Os bombeiros combatem os incêndios comuns com água porque apresenta o calor de vaporização elevado. Ela retira muito calor do material que se encontra em chamas, abaixando sua temperatura de tal forma que torna a combustão impossível. Em caso de acidente do tipo salpicos químicos nos olhos deve-se manter as pálpebras abertas e lavar com soro fisiológico ou água, o jacto de Água deve ser tangencial ao globo ocular e consultar um médico. Unidade n° 02 Práticas de Química Básica Introdução Bem-vindo a esta unidade didáctica. Nela você terá um conjunto de experiências agrupadas por aulas práticas. Ao lhe propormos esta unidade, pretendemos que você se envolva academicamente e de maneira árdua e complexa em todas as actividades indicadas ao longo de cada aula prática. Ao completar esta unidade, você será capaz de: Objectivos Identificar as principais propriedades das substâncias; Descrever os métodos de separação das misturas relacionando-as com as propriedades das substâncias no laboratório; Criar estratégias cognitivas para relacionar os conhecimentos adquiridos a outras situações do quotidiano; Preparar soluções usando material localmente disponível; Manipular diferentes materiais e substâncias químicas tendo em conta as regras de higiene e segurança no laboratório; Distinguir um fenómeno físico de um fenómeno químico; Fazer as principais medições das substâncias usando os respectivos instrumentos de medição; Preparar e identificar soluções químicas; Realizar trabalhos em grupo respeitando as opiniões de cada membro do grupo; Apresentar os resultados das experiências em forma de relatório. Aula Pratica no 1 Propriedades da Matéria Introdução As substâncias químicas são caracterizadas por possuírem determinadas propriedades que lhes confere certa particularidade em relação a outras substâncias. Nesta lição você irá usar certos instrumentos de medição para desenvolver habilidades na medição de massa e volume, também será vai determinar a solubilidade como uma propriedade das substâncias. Ao completar esta aula pratica, você será capaz de: Objectivos da aula Fazer medições de massa e volume usando os instrumentos de medição; Identificar e caracterizar �as propriedades químicas das substâncias químicas. Para a realizaçao desta experiencia você vai precisar de alguns materias nomeadamente: Material necessário Balança eléctrica, 8-tubos de ensaio, seringa (ou pipeta-ependorff, ou proveta graduada); 1- copo de Becker e 1- espátula. Substância necessária Água da torneira, Ácido benzóico, Cânfora, Enxofre, Sal de cozinha e Açúcar. Experiência 1: Medição de massa e volume. Cálculo de densidade Procedimentos Como realizar? Pese 3 tubos de ensaio secos e limpos usando balança eléctrica. Registe os valores na tabela que se encontra na observação; De seguida retiredo copo de Becker 10 ml de água usando uma seringa e coloque em cada um dos três tubos de ensaio e volte a pesa-los. Registe os valores da massa na tabela que se encontra na observação; Calcule a massa da água em cada um dos tubos de ensaio e registe na tabela; Calcule a densidade da água; Repita a experiência usando a proveta graduada. Que diferenças notas e porque? Observação O que observou? ___________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Nº do tubo Massa do tubo vazio Massa do tubo com água Massa da água Tubo 1 Tubo 2 Explicação Como explica as suas observações? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Experiência 2: Solubilidade de algumas substâncias em Água, Acetona e Etanol Procedimentos Como realizar? Em cinco tubos de ensaio introduza uma espátula de Ácido benzóico, Cânfora, Enxofre, Sal de cozinha e Açúcar respectivamente; Adicione em cada tubo de ensaio 5 ml de Água e agite bem; Anote as observações na tabela abaixo; Repita o procedimento, substituindo a Água por acetona; Anote as suas observações na tabela; Repita o primeiro e o segundo procedimento e, adicione 5 ml de Etanol em cada tubo; Anote as suas observações e compare os resultados obtidos. Observação O que observou? ___________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Ácido benzóico Cânfora Sal da cozinha Açúcar Enxofre Água Acetona Água + Etanol Explicação Como explica as suas observações? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Experiência 3: Ponto de ebulição� Procedimentos Como realizar? Monte 3 aparelhos de destilação e coloque em cada um água, etanol e acetona respectivamente; Leve os aparelhos montados ao aquecimento até a ebulição no bloco de aquecimento; Registe a variação da temperatura em intervalos de 1 minuto e seguidamente construa um diagrama para cada substância; Determine os pontos de ebulição e compare com os tabelados; Justifique se houver diferenças entre os valores dos pontos de ebulição. Observação O que observou? ___________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Explicação Como explica as suas observações? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Conclusão O que Conclui? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Questionário Reflexão O entende por solubilidade? Quando é que uma substância é solúvel? Qual é a função do termómetro no aparelho usado para determinar o ponto de ebulição? Dê 3 exemplos de substâncias solúveis em água. Defina os conceitos: ponto de fusão e de ebulição? Quais são os pontos de fusão e ebulição da água tabelados�? Drs , não está claro quanto tempo o estudante vai precisar para realizar cada uma das experiências. Aula Pratica no 2 Métodos de separação de misturas Introdução As misturas são associações de duas ou mais substâncias cujas moléculas permanecem inalteradas, isto é, não há reacção química entre elas. Nesta lição faremos a separação de misturas que apresenta sempre as mesmas características �em todo a sua extensão, isto é, que apresenta uma única fase, não sendo possível distinguir seus componentes – homogenia e misturas que não apresenta as mesmas características em toda sua extensão, isto é, que apresentam mais de uma fase, sendo possível distinguir os seus componentes heterogenias Ao completar esta lição, você será capaz de: Objectivos da aula Preparar e identificar �os diferentes tipos de mistura; Efectuar a separação de misturas usando a filtração, decantação, a dissolução, a evaporação e secagem; Montar e manusear �aparelhos usados na separação de misturas; Conhecer os diferentes tipos de filtração e avaliar as suas vantagens e desvantagens. Material necessário Balança eléctrica, 1- proveta graduada, 2 copos de Becker, 1 filtro de papel 20, 1 funil e Tina de Petri, tubos de ensaio com abertura lateral, tubos de ensaio normal, condensador, termómetro, fonte de aquecimento. Substâncias necessárias Água canalizada; Mistura de sal, areia, vinho ou sumo de fruta fermentada, fósforo. Experiência 1: Dissolução, decantação, filtração e evaporação Procedimentos Como realizar? Coloque 20g da mistura de sal e areia num copo de Becker. Adicione 50 ml de água e com ajuda de uma vareta agite bem ate a dissolução completa dos cristais de Cloreto de Sódio; Deixe a mistura repousar e depois decante. A suspensão obtida, filtre a pressão atmosférica e anote as suas observações; A água salgada obtida na filtração aqueça ate a evaporação completa do líquido; Pese Tina de Petri; Coloque o sal obtido e leva ao sol para secar; Determine a massa do sal obtido. Observação O que observou? ___________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Explicação Como explica as observações? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Experiência2: Destilação simples Procedimentos Destilador simples Como realizar? Construa uma tabela onde anotará os valores da variação da temperatura em função do tempo (use intervalos de 2 min); Tempo 1 2 3 4 5 6 7 Temperatura Monte uma aparelhagem para destilar o Vinho, ou sumo de fruta fermentado (como mostra a figura ao alado). Introduza no tubo de ensaio com abertura lateral 10 l do líquido a destilar e Água no condensador; Aqueça a mistura até a ebulição, anotando a variação da temperatura. Recolha o destilado em três instantes diferentes. Faça provas de combustibilidade usando 2 a 4 gotas dos destilados. E anote suas observações. Faça o gráfico com base nos resultados da tabela. Observação O que observou?____________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Explicação Como explica as observações? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Conclusão O que Conclui? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Questionário Reflexão (Em caso de duvida consulte o manual de química básica) O que entende por dissolução? O que entende por decantação? O que entende por filtração? Que tipos de filtração conhece? De exemplos de filtração usados no dia a dia. O que entende por evaporação e qual é a sua função nesta pratica? Diga porque se deve secar o sal antes da pesagem? O que entendes por Destilação simples? Faça a legenda da figura do Destilador simples (da Experiência �2). Aula Prática no 3 Métodos de separação de misturas Introdução Nesta lição prática, vai realizar mais experiências sobre os métodos de separação de misturas (extracção e adsorção), com o objectivo de separar fisicamente as misturas. Nesta lição fará a tradução dos conceitos teóricos de extracção como sendo um método de separação de misturas que consiste em extrair uma ou mais substâncias de um material por meio de um solvente; e a adsorção como sendo um processo em que as moléculas de um gás ou de um líquido se concentram na superfície porosa de um sólido. Ao completar esta lição, você será capaz de: Objectivos da aula Criar e desenvolver �capacidades de montagem de um aparelho de extracção sólido-líquido e de adsorção; Tratar da �adsorção e da extracção como um método usado na Química analítica; Explicar o modo de funcionamento de um extractor e de um adsorvedor; Aplicar os conhecimentos adquiridos para interpretar exemplos da vida diária e da tecnologia. Material necessário 1 Tubo de rosca 20, 1 tubo de refluxo, 2 acoplamentos 20/20, 1 filtr020, 1 suporte de filtro 1 suporte metálico, 1 tuba de ensaio com tubuladora 90 e 1 acoplamento para mangueira. Substâncias necessárias Água canalizada, folhas de chá, vinho tinto, Fanta e carvão activado. Experiência 01: Extracção do chá a partir das folhas de chá Procedimentos Como realizar? 1-Num tubo de ensaio coloca-se 10ml de água; 2- Ao tubo de ensaio acopla-se um tubo de rosca usando adaptador 20/20 contendo um suporte de filtro e um filtr020; 3- Sobre o filtro coloca 0,5g de chá; 4- Finalmente, coloca-se um tubo de refluxo 20 sobre 0 tubo de rosca; 5- Coloca-se aparelhagem num aquecedor de alumínio sobre um fogo e aqueça, até a ebulição. Nota: conserve a substância extraída para a experiência seguinte. Observação O que observou? ___________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Explicação Como explica as observações? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Experiência 02: Adsorção da uma substância corante Procedimentos Como realizar? 1- Adapta ao tuba de ensaio com abertura lateral um outro tubo de rosca através de um adaptador 20/20 contendo um suporte de filtro 20 e o respectivo filtro; 2- No tubo de rosca coloca 2g de carvão activado e depois acrescente 5ml do líquido para adsorção (o chá, ou da Coca-Cola, ou vinho), deixa repousar durante 3 minutos; 3- Adapte a aparelhagem a bomba de vácuo (torneira). O jacto de água deve ser moderado; 4- Compare o líquido obtido após o processo com o inicial. Observação O que observou?____________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Explicação Como explica as observações? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Conclusão O que Conclui? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ � Questionário Reflexão O que entende por extracção? Dê exemplos de extracção usados no dia a dia. Qual é a função do carvão activado nesta prática? Lição no 4 Reacções químicas Introdução Os fenómenos químicos são caracterizados por ocorrer com a transformação de substâncias. Estas são o ponto de partida para a interpretação e compreensão das várias transformações decorrentes nos processos químicos. Nesta lição faremos a análise dos fenómenos químicos diferenciando-os dos fenómenos físicos. Ao completar esta lição, você será capaz de: Objectivos da lição Identificar um processo químico; Diferenciar o processo químico de um processo físico; Interpretar quimicamente os processos decorrentes na natureza; Material necessário Três copos, Cadinhos. Substâncias necessárias Vela, fósforo, papel, palha-de-aço, água da torneira, Sulfato de Cobre (II) ou Coca-Cola. Experiência 01: Combustão da vela e do papel Procedimentos Como realizar? Coloque uma vela em cima da mesa e acende-a com um palito de fósforo; Enroleum pedaço de papel e acenda-o, num cadinho, com um palito de fósforo; Registe as suas observações. Observação O que observou?____________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Explicação Como explica as observações? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Experiência 02: Oxidação de ferro – formação de ferrugem Procedimentos Como realizar? Prepare três copos; Pegue numa pequena porção de palha-de-aço humedeça-a e coloque-a no primeiro copo; Repita o procedimento acima indicado, introduzindo a porção de palha-de-aço no segundo copo contendo água da torneira; Repita o procedimento acima indicado, introduzindo a porção de palha-de-aço no terceiro copo contendo uma solução de Sulfato de Cobre (II) ou Coca-Cola; Observe atentamente os fenómenos decorrentes nos três copos. Volte a observar no fim da aula e registe as suas observações; Guarde os copos para observá-los na aula seguinte; Registe as suas observações. Observação O que observou?____________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Explicação Como explica as observações? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Conclusão O que Conclui? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Questionário Reflexão Que processos ocorrem na combustão da vela e do papel? Como define uma reacção química? Que tipo de reacção ocorre na formação de ferrugem? Lição no 5 Bases da estequimetria. Concentração das soluções Introdução A relação entre as proporções de um determinado soluto e solvente constituem uma determinada solução e a quantidade de soluto dissolvido no solvente exprimir a concentração desta solução. Nesta lição faremos a preparação de soluções a partir de um determinado soluto e determinar a concentrações de uma determinada solução que tenha sido preparado a partir de uma outra solução. Ao completar esta lição, você será capaz de: Objectivos da lição Realizar cálculos para determinação das concentrações de uma solução; Preparar uma solução a partir das relações estequimetricas; Preparar soluções por dissolução e diluição. Material necessário 4 Copos de Becker ou 4 garrafas plásticas de 500 ml de volume, densímetro ou aerómetro, Balança, Proveta graduada. Substâncias necessárias Água, Sumo de laranja, Cloreto de sódio e água destilada. Experiência 01: Preparação de uma solução a partir de uma outra Procedimentos Como realizar? Prepara e identifica 4 copos de Becker ou 4 garrafas plásticas de 500 ml de volume, contendo 20 ml de sumo de laranja concentrado; Ao copo B junte 20 ml de água; Ao copo C junte 40 ml de Água e ao copo D junte 120 ml de Água; Agite cada uma das soluções acima, com ajuda de uma vareta; Compare a cor das soluções e tire conclusões; Determine a densidade de cada uma das soluções com ajuda de um densímetro ou aerómetro (opcional). Observação O que observou?____________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Explicação Como explica as observações? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Experiência 02: Preparação de uma solução por dissolução de um soluto sólido Procedimentos Como realizar? Prepare 500 ml de uma solução de Cloreto de sódio (NaCl) a aproximadamente 20 %. Calcular a massa do NaCl necessária a preparação da solução; Pese 100 gramas do sal usando uma balança obedecendo os cuidados necessários; Dissolva a amostra com água até 1/3 do volume do copo de 500 ml; Agite até a dissolução completa do sal; caso seja necessário acrescente mais água; Adicionar água até completar o volume de 500 ml e volte a agitar para homogeneizar a solução; Transfira a solução para um frasco de vidro devidamente rotulado. O rótulo deve indicar o nome da solução, a concentração e a data da preparação; Calcule a concentração molar do sal. Observação O que observou?____________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Explicação Como explica as observações? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Experiência 03: Preparação de uma solução de Cloreto de sódio por diluição Procedimentos Como realizar? Preparar 500ml de uma solução de NaCl de aproximadamente 10% a partir da solução do mesmo sal cuja concentração é 20%. Medir 250 ml da solução do sal, com ajuda de uma proveta ou uma garrafa, e transferir para um balão ou um copo de Becker ou ainda uma garrafa plástica de 500 ml; Acrescentar cerca de 200ml de água destilada e agitar cuidadosamente para homogeneizar a solução; Acrescentar água destilada até perfazer 500 ml da solução; Transferir a solução preparada para um frasco devidamente rotulado. Observação O que observou?____________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________ Explicação Como explica as observações? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Conclusão O que Conclui? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Questionario Reflexão Quais são os componentes de uma solução? Na experiência 03 você fez uma diluição. Assinale usando um “círculo” nas alíneas correctas: O número de moles de soluto aumentou O número de moles de solvente aumentou A massa de soluto diminui A massa de solvente aumentou A concentração da solução aumentou A concentração da solução diminui Apresente os cálculos feitos nas experiências 2 e 3 respectivamente. Respostas dos exercícios Resultados Aula pratica 1 Solubilidade – é a quantidade máxima de uma substância que se dissolve num solvente específico a uma determinada temperatura. Uma substância é solúvel quando se dissolve num solvente específico. A função do termómetro é de medir a temperatura da substância que esta em ebulição. Exemplo de substâncias solúveis em água: Sal da cozinha, açúcar, etc. Ponto de fusão – é a temperatura a que uma substância passa do estado sólido à líquido. Ponto de fusão – é a temperatura a que uma substância passa do estado líquido ao gasoso. Ponto de fusão da água é 0 ºC e o ponto de ebulição é 100 ºC. Aula pratica 2 Dissolução – é um processo em que uma substância sólida se dissolve num determinado solvente. Decantação – é um método que consiste em separar misturas com base na força gravitacional, na qual uma das substâncias tem peso específico maior que a outra; ou seja, é a separação de um líquido sobre natante de outro líquido ou sólido. Filtração – é um processo que consiste em fazer passar a solução por filtrar através dos poros. Filtração a vácuo e a Pressão atmosférica. Exemplos de filtração: filtração da água para o consumo, Extracção do chá a partir das folhas usando filtro (coador). Evaporação – é um processo físico de separação de substâncias dissolvidas num líquido. Ex.: evaporação da água do mar, processo usado nas salinas. Deve-se secar o sal antes da pesagem porque este ainda contém água, que influenciará no peso do sal, por isso a necessidade de secar antes da pesagem no sentido de obter o peso real do sal. Destilação simples – é o processo de separação de separação de componentes de uma mistura através da diferença dos pontos de ebulição. Podem ser separadas misturas homogénias. Legenda da Figura: 1 – fonte de calor, 2 – balão volumétrico, 3 – termómetro, 4 – condensador, 5 – tubo de recolha do destilado, 6 – tubo de ensaio. Aula pratica 3 A Extracção é um método de separação de misturas que consiste em extrair uma ou mais substâncias de um material utilizando-se um solvente. Exemplo: Extracção de corantes de chá a partir das folhas; extracção do leite de coco a partir do fruto, etc. O carvão activado tem a função a função de adsorver as substâncias dissolvidas. Aula pratica 4 O papel queima e transforma-se em cinza – fenómeno químico; enquanto que a vela alem de queimar (fenómeno químico), derrete (fenómeno físico). Reacção química é o processo que ocorre com a transformação das propriedades inicias das substâncias reagentes, formando outras substâncias com propriedades diferentes. Na formação de ferrugem ocorre a reacção de oxidação. Aula pratica 5 Uma solução é constituída por soluto e solvente. Alíneas correctas: (b, d e f). Apresente os cálculos feitos nas experiências 2 e 3 respectivamente. m (solução) = m(Soluto) + m(Solvente) m (solução) = 0,2 x 500 g + 0,8 x 500 g m (solução) = 100 g + 400 g m (solução) = 500 g 20 % x 500g m (soluto) = 100% m (soluto) = 100 g Calculo do número de moles M NaCl = m/n ; n = m / M n = 100g g/58,5 g· mol-1 n = 1,709 mol Ci x Vi = Cf x Vf 20% x Vi = 10% x 500 ml Vi = 10% x 500 ml 20 ml Vi = 250 ml Unidade n° 03 Práticas de Química Geral Introdução Bem-vindo a esta unidade didáctica. Nela faremos o �tratamento teórico dos conteúdos abordados a nível da cadeira de química geral. Ao lhe propormos esta unidade, pretendemos que você se envolva academicamente e de maneira árdua e complexa em todas as actividades indicadas ao longo de cada lição. Ao completar esta unidade, você será capaz de: Objectivos Manipular diferentes materiais e substâncias químicas tendo em conta as regras de higiene e segurança no laboratório; Fazer a identificação experimental das diferentes classes de substancias inorgânicas; Traçar e interpretar �diagramas de estado e curvas de arrefecimento e aquecimento; Aplicar experimentalmente os conceitos de função de estado, trabalho, calor e entalpia nas reacções químicas; Analisar as formas de influência da temperatura sobre as reacções químicas; Aplicar e interpretar �os factores que afectam a velocidade duma reacção química; Relacionar a constante de equilíbrio com as variações da temperatura e da energia; Analisar a influência dos factores que determinam e afectam a solubilidade; Interpretar as propriedades coligativas das soluções; Apresentar os resultados das experiências em forma de relatório. Lição no 1 Determinação da Variação da Entalpia duma Reacção Introdução Nesta lição faremos o� tratamento experimental dos processos e leis que regem os fenómenos químicos, desde o calor desenvolvido num processo químico até a função de estado desse mesmo processo. Aplicaremos os cálculos matemáticos, tendo em conta os dados recolhidos experimentalmente, para ajudar-nos a interpretar e definir a quantidade de calor transferido durante o decurso de um processo químico. Ao completar esta lição, você será capaz de: Objectivos da licção Determinar experimentalmente o calor desenvolvido em alguns processos; Calcular a variação da entalpia a partir dos dados colhidos experimentalmente; Comprovar o carácter extensivo e de função do estado da entalpia. De acordo com a lei de HESS o calor desenvolvido (Q) num processo a pressão constante e a variação da entalpia (ΔH) é o mesmo quer o processo ocorra directamente numa só etapa, quer ocorra em várias etapas. O valor de ΔH portanto, não depende do número de etapas que constituem o processo, nem depende do tipo de cada etapa. Comprovação da Lei de Hess pela determinação do calor libertado em três processos: Dissolução do NaOH sólido em água NaOH(s) + H2O NaOH(aq) 1,60g 80ml 0,5M Dissolução e neutralização de NaOH sólido com uma solução aquosa de HCl NaOH(s) + HCl(aq) NaOH(aq) + H2O(liq) 1,60 80ml 0,5M Neutralização de uma solução aquosa de NaOH com uma solução aquosa de HCl NaOH(s) + HCl(aq) NaCl(aq) + H2O(liq) 40ml 1M 40ml 1M Como se pode ver o processo 2 é a soma algébrica dos processos 1 e 3. Portanto pode-se dizer que: Q1 + Q3 = Q2 ou ΔH1 + ΔH3 = ΔH2. Para calcular ocalor libertado em cada processo deve ser medida a variação de temperatura ΔT que é a diferença de temperaturas final máxima e inicial em cada experiência e usar a seguinte equação: Q = m.c.ΔT ou ΔH = m.c.ΔT. Onde m é a massa e c é o calor específico ou capacidade específica Como se trata de soluções diluídas considera-se que o calor específico c é igual a 4,184J.g-1.K-1 e a densidade das soluções é igual a 1g/cm3 (1g/ml) como para a água. Por isso o volume é igual a massa m. Material necessário ( Para quê�)? Balança, Erlenmeyer de 200ml, Termómetro, Vareta, Rolha de borracha com furos, Espátula e vidro de relógio. Substâncias necessárias Água destilada, Hidróxido de sódio sólido, Ácido clorídrico (0,5M), Ácido clorídrico (1,0M) e Hidróxido de sódio (1,0M). Experiência 1: Determinação do calor libertado – Processo 1 Procedimentos Como realizar? Deitar num Erlenmeyer de 200ml (com rolha de borracha com furos para termómetro e agitador) 80ml de água destilada medida com uma proveta tão rigorosamente quanto possível. Introduzir um termómetro (de graduação até 100oC) na água e fazer a leitura da temperatura em cada minuto, agitando devagar até atingir uma temperatura fixa. Registar o seu valor com precisão (temperatura inicial). Pesar 1,60g de NaOH com uma precisão de 0,01g. Como o NaOH é higroscópico e reage com o CO2 do ar atmosférico, esta operação deve ser feita rapidamente. Usar uma espátula para tomar a substância e um vidro de relógio para pesá-la. Colocar no Erlenmeyer o NaOH pesado, agitar o seu conteúdo e medir a temperatura em cada minuto. Depois de atingir a máxima temperatura continuar a medir em cada minuto o valor das temperaturas até a repetição de 3 leituras iguais. Escrever os valores das temperaturas e do tempo numa tabela. Observação O que observou?____________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Depois de fazer a 1ª experiência a seguir apresentam’se os dados par a realizaçao da experiência.............. Experiência 2: Determinação do calor libertado – Processo 2 Procedimentos Como realizar? Deitar num Erlenmeyer de 200ml (com rolha de borracha com furos para termómetro e agitador) 80ml de HCl medida com uma proveta tão rigorosamente quanto possível. Introduzir um termómetro (de graduação até 100oC) no HCl e fazer a leitura da temperatura em cada minuto, agitando devagar até atingir uma temperatura fixa. Registar o seu valor com precisão (temperatura inicial). Pesar 1,60g de NaOH com uma precisão de 0,01g. Como o NaOH é higroscópico e reage com o CO2 do ar atmosférico, esta operação deve ser feita rapidamente. Usar uma espátula para tomar a substância e um vidro de relógio para pesá-la. Colocar no Erlenmeyer o NaOH pesado, agitar o seu conteúdo e medir a temperatura em cada minuto. Depois de atingir a máxima temperatura continuar a medir em cada minuto o valor das temperaturas até a repetição de 3 leituras iguais. Escrever os valores das temperaturas e do tempo numa tabela.� Observação O que observou?____________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Experiência 3: Determinação do calor libertado – Processo 3 Procedimentos Como realizar? Em dois Erlenmeyer de 200ml cada (com rolha de borracha com furos para termómetro e agitador), introduzir 40ml de HCl (1,0M) e 40ml de NaOH (1,0M) respectivamente (medida com uma proveta tão rigorosamente quanto possível). Introduzir um termómetro (de graduação até 100oC) no HCl e fazer a leitura da temperatura em cada minuto, agitando devagar até atingir uma temperatura fixa. Registar o seu valor com precisão (temperatura inicial). Repetir o procedimento anterior no segundo Erlenmeyer (que contem o NaOH). Juntar as duas soluções num único Erlenmeyer, agitar o seu conteúdo e medir a temperatura em cada minuto. Depois de atingir a temperatura máxima continuar a medir em cada minuto o valor das temperaturas até a repetição de 3 leituras iguais. Escrever os valores das temperaturas e do tempo numa tabela. Observação O que observou? _______________________________________________ _________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ Tabela 1 Experiência 1 Experiência 2 Experiência 3 1.6g de NaOH(s) + 80ml de água 1,6g de NaOH(s) + 80ml de HCl a 0,5M 40ml de NaOH a 1M + 40ml de HCl a 1M Temperatura inicial (oC) = Temperatura inicial (oC) Temperatura inicial (oC) = Tempo (min.) 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Temptra. (oC) ΔT (oC) Tempo (min) Temptra. (oC ΔT (oC) Tempo (min.) Temptra. (oC) ΔT (oC) Considerar que todo o calor é absorvido pela solução em cada uma das experiências. Usando dados experimentais construir 3 gráficos de ΔT em função do tempo para determinar os ΔT máximos por extrapolação. O relatório consiste em fazer os 3 gráficos ΔT em função do tempo, apresentação da folha dos resultados experimentais e os cálculos envolvidos. Tabela 2 Experiêcia1 Experiência 2 Experiência 3 Temperatura inicial Temperatura final máxima Variação da temperatura Massa da solução em g Calor absorvido pela solução (Q) em J Massa de NaOH em g Moles de NaOH envolvidos Calor desenvolvido por uma mole de NaOH (variação da entalpia ΔH) em kJ/mol Explicação Como explica as observações? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Conclusão O que Conclui? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Questionário Reflexão Defina o conceito de Entalpia. Calcule a Entalpia da reacção do processo 2. Calcule o erro relativo da variação da entalpia. Lição no 2 Velocidade da Reacção e Equilíbrio químico Introdução A velocidade das reacções químicas mede-se através da alteração da concentração de qualquer das substâncias por unidade de tempo. Ela depende da natureza e concentração das substâncias reagentes, da temperatura, e da existência de catalisadores no sistema. Nesta aula faremos a determinação, a partir de experiências químicas, dos factores que influenciam a velocidade de uma reacção, bem como os factoresque originam e condicionam um equilíbrio químico. �Ao completar esta lição, você será capaz de: Objectivos da licção Determinar experimentalmente a influência da concentração e temperatura na velocidade da reacção; Determinar a ordem da reacção e verificar a regra de Vant Hoff; Determinar a influência da concentração dos reagentes e produtos no equilíbrio químico. A dependência da velocidade da reacção, da concentração, é determinada pela lei da acção das massas que diz: A uma temperatura constante a velocidade da reacção química é directamente proporcional ao produto das concentrações dos reagentes. A constante de equilíbrio é uma grandeza constante a uma determinada temperatura. Quanto maior for a constante de equilíbrio, tanto mais profundamente decorrerá a reacção, isto é, tanto maior será o seu rendimento pelos produtos. Quando se alteram as condições em que a reacção decorre (temperatura, pressão, concentração de qualquer dos reagentes) as velocidades da reacção directa e inversa variam de uma forma desigual e o estado de equilíbrio quebra-se. O processo de passagem de um estado de equilíbrio para o outro é designado por deslocamento do equilíbrio químico. A direcção deste deslocamento rege-se pelo princípio de Le Chatellier que diz: Se num sistema que se encontre em equilíbrio químico se actuar de qualquer forma, o equilíbrio desloca-se no sentido a fazer com que a acção a que ele foi submetido, enfraqueça. A dependência da velocidade da reacção ou da constante da velocidade da reacção da temperatura pode ser expressa pela regra de Vant Hoff através da equação: VT + 10 / VT = KT + 10 / KT = 2-5 As reacções em equilíbrio são também designadas reacções reversíveis. O condicionamento para a sua existência é a velocidade directa ser, num determinado tempo da reacção, igual a velocidade inversa. Material necessário Balança, 3 buretas, 4 tubos de ensaio e copos de precipitação. Substâncias necessárias Água, Solução de tiossulfato de sódio, Tiossulfato de sódio sólido (Na2S2O3), Ácido sulfúrico (H2SO4). Experiência 1: Velocidade da Reacção em sistemas homogéneos Procedimentos Como realizar? Encha 3 buretas; a 1a com água, a 2a com solução de tiosulfato de sódio (contendo 50g de Na2S2O3 por litro) e a 3a com solução de ácido sulfúrico (contendo 50ml de H2SO4 de densidade relativa de 1,0184). Deite em 4 tubos de ensaio numerados a solução de tiosulfato de sódio e água como vem indicado na tabela. Noutros 4 tubos de ensaio vaze 6ml da solução de ácido sulfúrico da bureta. No 1o tubo de ensaio deite a quantidade de ácido de um dos tubos inicialmente preparados e agite rapidamente, contando ao mesmo tempo o número de batimentos do metrónomo até ao aparecimento do precipitado. Realize experiências análogas com os restantes tubos. Observação O que observou?____________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ No do tubo de ensaio Volume das soluções [ml] Concentração do Na2S2O3 a/a+b Tempo (s) Velocidade da reacção V = 1/t Solução de Na2S2O3 a Água b Solução de H2SO4 c 1 6 0 6 1 2 4 2 6 2/3 3 3 3 6 1/2 4 2 4 6 1/3 Explicação (Apresente as equações das reacções) Como explica as observações? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Experiência 2: Influência da temperatura na velocidade da reacção Procedimentos Como realizar? Em 4 tubos de ensaio limpos e enumerados (1s, 2s, 3s, 4s) deite 4ml da solução de tiosulfato da bureta; Noutros 4 tubos de ensaio também igualmente enumerados (1a, 2a, 3a, 4a) deite 4ml da solução de ácido sulfúrico. Coloque todos os tubos de ensaio num copo de precipitação contendo água; Faça a medição da temperatura da água passados 5 minutos e seguidamente misture o conteúdo dos tubos enumerados por 1a e 1s colocando o conteúdo do tubo 1a no tubo 1s e conte o número de batimentos do metrónomo enquanto agita a mistura até aparecer o precipitado; Aqueça o copo contendo os restantes tubos até uma temperatura de 10oC superior que a inicial e repita a experiência com os tubos 2a e 2s; Realize sequencialmente a experiência com os pares seguintes, aumentando de cada vez a temperatura em 10oC; Anote todos os resultados da experiência na seguinte forma. Observação O que observou?____________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ No do par de tubos Temperatura da experiência [oC] Tempo [número de batimentos do metrónomo] Velocidade da reacção V= 1/t 1 2 3 4 5 Explicação (Apresente as equações das reacções) Como explica as observações? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Experiência 3: Equilíbrio Químico Procedimentos Como realizar? Deite num copo de precipitação 20ml de água e junte 1 a 2 gotas de soluções saturadas de Cloreto de ferro(III) e Tiocianato de potássio; Distribua em partes iguais de volume a solução vermelha que se forma por quatro tubos de ensaio; Escreva a equação da reacção reversível e a equação da constante de equilíbrio; Junte a um dos tubos 2 a 3 gotas da solução saturada de FeCl3. O que se observa? Explique o observado através da equação da constante de equilíbrio; Junte ao 2o tubo de ensaio 2 a 3 gotas de KSCN. Explique as variações observadas; Junte ao 3o tubo um pouco de cloreto de potássio sólido e agite fortemente. Compare a cor das soluções dos tubos 3 e 4. Explique o observado. Observação O que observou?____________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ No do par de tubos Temperatura da experiência [oC] Tempo [número de batimentos do metrónomo] Velocidade da reacção V= 1/t 1 2 3 4 5 Explicação (Apresente as equações das reacções) Como explica as observações? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Conclusão O que Conclui? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________ Questionario Reflexão Determine (para a Exp.2 procedimento-4) a velocidade da reacção como grandeza inversamente proporcional ao tempo. Represente graficamente a relação entre a variação da concentração da solução de Tiosulfato e a velocidade da reacção. Nota: É conveniente traçar o gráfico em papel milimétrico, colocando no eixo das abcissas a concentração e no das ordenadas a velocidade da reacção. Represente graficamente a influência da temperatura na velocidade da reacção, colocando os valores das temperaturas no eixo das abcissas. (Utilize a seguinte escala: 10graus …. 2cm e velocidade máxima da reacção …8cm). Como influi a temperatura na velocidade da reacção? Porque razão a variação da concentração do KSCN provoca um deslocamento mais eficaz do equilíbrio do que a variação da concentração do FeCl3? Como deve variar a concentração da substância para deslocar o equilíbrio para a direita ou para a esquerda? Lição no 3 Determinação da Concentração de soluções Introdução A concentração de uma determinada solução é expressa tendo em conta a relação entre as proporções de um soluto e de um solvente. É comum encontrar a concentração expressa de diferentes formas (em percentagem, molaridade, normalidade, etc. – grandezas volumétricas das soluções) nas embalagens de produtos de limpeza, cosméticos, alimentos, medicamentos e outros. Ao completar esta lição, você será capaz de: Objectivos da licção Fazer medições de densidade usando um areómetro e determinar a densidade relativa dum líquido; Preparar soluções de concentração necessária a partir de uma solução mais concentrada; Fazer titulações e manejar instrumentos volumétricos como buretas e pipetas com precisão; Fazer cálculos ligados à preparação de soluções com concentrações determinadas; Aplicar a lei dos equivalentes no cálculo da concentração de uma solução por titulação. A concentração das soluções exprime-se pela quantidade de soluto contido numa determinada quantidade de solvente na solução. A determinação da concentração de soluções faz-se essencialmente por 2 métodos: Pela determinação das densidades relativas das soluções usando o areómetro ou picnómetro (aparelho para medir densidades) e as tabelas das densidades das soluções correspondentes em função de suas concentrações. Por titulação da solução amostra. Este método (volumétrico) é o mais exacto. A volumetria consiste na determinação do volume de uma solução de concentração rigorosamente conhecida que é necessário para “consumir” quantitativamente a solução da substância a ser determinada. O objectivo duma titulação é determinar o volume da solução padrão que é quimicamente equivalente à quantidade do titulado (amostra) presente. Material necessário Aerómetro, Proveta, Bureta, Balão Erlenmeyer Substâncias necessárias Água, Cloreto de sódio, Hidróxido de sódio, Ácido clorídrico, Solução de fenolftaleína Experiência 1: Preparação de uma solução a partir de uma solução mais concentrada Procedimentos Como realizar? A partir da solução concentrada de Cloreto de sódio que se encontra no laboratório (20-25% massa.) preparar 250 ml da solução a 5 ou 8, 10, 12, 15% massa. Segundo a indicação do professor. Determine a densidade relativa da solução de cloreto de sódio concentrada usando o areómetro. Com base na sua densidade, determine a concentração da solução usando a tabela de densidades. Calcule a quantidade de solução necessária para preparar 250ml de solução de concentração desejada. Para isso é necessário ter em conta a densidade da solução a preparar consultando o valor da densidade da sua concentração na tabela. Meça o volume de solução inicial com uma proveta e adicione água até ao volume necessário. Verifique a densidade da solução preparada com o areómetro. Coloque na seguinte tabela os resultados da experiência: Parâmetro Valor Densidade da solução inicial (g/ml Concentração da solução inicial (%massa.) Concentração da solução a preparar (%massa.) Densidade da solução a preparar Quantidade da solução a preparar (ml) Quantidade da solução inicial a utilizar (ml) Densidade da solução final experimental Concentração obtida da solução final Observação O que observou?____________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Explicação Como explica as observações? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Experiência 2: Determinação da concentração de um ácido forte por titulação com uma base forte Procedimentos Como realizar? Prepare e encha uma bureta de 100ml com a solução padrão de NaOH a 0,1N até a divisão zero pela parte inferior do menisco. Transfira com uma pipeta, 20ml da solução de HCl, cujo título se pretende determinar, para o balão Erlenmeyer de 200ml e adicione à solução 2-3 gotas do indicador (solução de fenolftaleína). Coloque o balão Erlenmeyer com a solução de NaOH sob a bureta e faça a titulação. Repita a titulação até obter 3 resultados idênticos e anote-os na tabela. Calcule a normalidade da solução de HCl com base na lei dos equivalentes. Observação O que observou?____________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Volume do ácido em ml Volume de NaOH consumido em ml Normalidade da solução Explicação Como explica as observações? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Conclusão O que Conclui? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Lição no 4 Reacções das soluções de electrólitos Introdução Uma reacção química é uma transformação da matéria na qual ocorrem mudanças qualitativas na composição química de uma ou mais substâncias reagentes, resultando em um ou mais produtos. Ou seja, uma reacção química é uma alteração química onde matéria (um reagente ou reagentes) se converte em uma nova substância ou substâncias (um produto ou produtos). Nesta lição faremos a análise experimental das reacções de electrólitos; reconhecer soluções ácidas ou alcalinas usando indicadores e realizar certas reacções de neutralização. Ao completar esta lição, você será capaz de: Objectivos da licçãoExecutar e explicar algumas reacções de electrólitos; Reconhecer soluções ácidas ou alcalinas usando indicadores; Executar e explicar algumas reacções ácido - base, de precipitação e de formação de complexos; Executar e explicar algumas neutralizações. Material necessário 10 Tubos de ensaio, esguicho com água destilada, espátulas. Substâncias necessárias Solução de Sulfato de ferro (II) 0.1M, Sulfato de potássio 0.1M, Sulfato de cobre 0.1M, Nitrato de chumbo 0.1M, Ácido nítrico 0.2M, Hidróxido de sódio 0.1M, Nitrato de prata, Ácido clorídrico 0.2M, Solução de Amoníaco 0.2M, Tiossulfato de sódio 0.5M, Fenolftaleina, Vermelho de metilo, Sólidos: Nitrato de amónio, Nitrato de sódio, Sulfato de potássio, Carbonato de sódio, Acetato de sódio, Hidróxido de cálcio, Cloreto de sódio, Brometo de potássio, Iodeto de potássio. Experiência 1: Reacções das soluções de electrólitos Procedimentos Como realizar? Parte I Introduza em três tubos de ensaio 10 gotas das seguintes soluções a 0,1M: a) FeSO4 b) K2SO4, c) CuSO4 Adicione em cada solução 10 gotas (sob agitação) de uma solução de NaOH a 0,1M. Anote as observações e escreva as equações dos processos que decorrem; Adicione nos três tubos 10 gotas de ácido clorídrico a 0,2M anote as observações e escreva as equações dos processos que decorrem; Parte II Introduza num tubo de ensaio 10 gotas de uma solução de NH3 a 0,1M; Adicione algumas gotas da solução de fenolftaleína e anote as observações; Adicione gota a gota ácido clorídrico até a mudança de cor e depois adicione igual quantidade de uma solução de NaOH até a mudança de cor. Explique a razão das mudanças; Parte III Introduza em 4 tubos de ensaio 10 gotas do ácido clorídrico e algumas gotas do indicador vermelho de metilo; Adicione no primeiro tubo pouco a pouco carbonato de sódio sólido até a mudança de cor; Adicione no segundo tubo pouco a pouco acetato de sódio sólido até a mudança de cor; Adicione no quarto tubo pouco a pouco nitrato de sódio sólido; Agite bem todos os tubos. Anote as suas observações! Parte IV Faça soluções a partir dos seguintes sólidos: a) NH4NO3; b) NaNO3 c) K2SO4 d) Na2CO3 Introduza sal sólido (pequena quantidade) num tubo de ensaio e adicione água destilada até altura máxima de 1cm. Agite bem até dissolver todo o sólido; A solução do nitrato de amónio deve estar concentrada. Divida as soluções em duas partes (2 tubos de ensaio para cada solução = 8 tubos); Adicione em cada solução dos primeiros 4 tubos 2 gotas de fenolftaleína e nos restantes 4 tubos, 2 gotas de vermelho de metilo. Anote as suas observações! Adicione nas soluções com vermelho de metilo (Obs.: Cores do indicador vermelho de metilo: pH≤ 4,4: vermelho; pH≥6,2: amarelo) 10 gotas de uma solução de nitrato de chumbo a 0,1M e anote as suas observações! Nos tubos em que se formou precipitado adicione 10 gotas de uma solução de HNO3 a 0,2M e agite bem. Anote as suas observações! Parte V Faça soluções a partir dos seguintes sólidos: a) NaCl b) KBr c) KI Introduza um pouco do sal sólido num tubo de ensaio e adicione água destilada até altura máxima de 1cm. Agite bem até dissolver todo o sólido; Divida as soluções em 2 partes (6 tubos de ensaio) formando duas tríadas e adicione em cada um dos tubos 2 a 3 gotas da solução de AgNO3. Registe as suas observações; No primeiro tubo de cada tríada de tubos adicione amoníaco diluído; No segundo tubo de cada tríada de tubos adicione a solução de Tiosulfato; Registe as suas observações. Observação O que observou?____________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Explicação (Apresente as equações das reacções) Como explica as observações? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Conclusão O que Conclui? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Questionario Reflexão Escreva as equações de todas as reacções levadas a cabo nas experiências de 1 a 5 explicando. Interprete as observações feitas na experiência 4 depois da adição dos indicadores em termos de pH e as observações feitas depois da adição de nitrato de chumbo. Explique as observações feitas na experiência 5 a luz da teoria da precipitação e complexação. Lição no 5 Reacções de oxidação-redução Introdução As reacções de oxidação – redução são aquelas que durante as quais se alteram os números de oxidação dos elementos que constituem os reagentes por intercâmbio de electrões entre estes. Cada equação redox pode ser decomposta em 2 semi-equações, uma das quais é a de redução e a outra é a de oxidação. Um equivalente de um oxidante (ou de um redutor) é a quantidade desta substância que ao reduzir-se (ou oxidar-se) capta (liberta) 1mole de electrões. Nesta lição faremos a abordagem dos processos redox tendo em conta as reacções experimentais. Ao completar esta lição, você será capaz de: Objectivosda lição Reconhecer experimentalmente os agentes oxidantes e redutores e diferenciá-los; Determinar a partir de dados colhidos experimentalmente os equivalentes dos agentes oxidantes e redutores; Executar e explicar algumas reacções redox; Aplicar a tabela dos oxidantes e redutores e escrever as reacções redox aplicando as semi-equações das reacções. Material necessário 10 Tubos de ensaio, esguicho com água destilada, espátulas. Substâncias necessárias Solução de Sulfato de cobre 0.5M, Ácido sulfúrico 0.1M e 2M, Solução de iodo 0.01M, Solução de permanganato de potássio 0.01M, Sulfato de ferro-II 0.2M, Peróxido hidrogénio 1%, Brometo de potássio 0.2M, Iodeto de potássio 0.1M, Dicromato de potássio 0.01M, Tiossulfato de sódio 0.1M, Água de bromo, Água de bromo, Tetracloreto de carbono, Hidróxido de sódio, Sólidos: Grânulos de zinco, Pregos de ferro ou palha-de-aço, Fita de magnésio, Sulfito de sódio. Experiência 1: Propriedades redutoras dos metais Procedimentos Como realizar? Mergulhe um grânulo de zinco na solução de sulfato de cobre. Aguarde um bocado e registe as observações que notar; Mergulhe uma fita de magnésio na solução de ácido sulfúrico a 0,1M. Registe as suas observações; Deite 1cm da solução de sulfato de cobre e sulfato de Zinco em 2 tubos de ensaio respectivamente e junte a cada solução um prego de ferro. Registe as suas observações. Observação O que observou?____________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Explicação Como explica as observações? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Experiência 2: Propriedades oxidantes de átomos de elementos em estados de oxidação máxima Procedimentos Como realizar? Deite em dois tubos de ensaio limpos 6 gotas uma solução de tiosulfato. Adicione ao 1o tubo 2-3 gotas de ácido sulfúrico concentrado. A turvação da solução obtida deve-se á formação de enxofre a partir do S-2 e S+6. Que propriedades revela o enxofre em cada estado de oxidação? Adicione ao 2o tubo de ensaio 6 gotas da solução de dicromato e 2 gotas de ácido sulfúrico a 1M até aparecer uma coloração verde, que é característica do ião Cr3+; Escreva as equações das reacções e indique os oxidantes e os redutores; Adicione um pouco de sulfito de sódio sólido a uma solução de iodo até mudança de cor; Adicione um pouco de sulfito de sódio sólido a uma solução de permanganato até desaparecer a coloração do permanganato; Junte a uma solução de permanganato um pouco de ácido sulfúrico a 2M e pouco de sulfito de sódio sólido; Junte a uma solução de permanganato um pouco de ácido sulfúrico a 2M e uma solução de sulfato ferroso; Junte a uma solução de permanganato um pouco de ácido sulfúrico a 2M e uma solução de peróxido de hidrogénio; Junte soluções de peróxido de hidrogénio e iodeto de potássio; Junte soluções de peróxido de hidrogénio e sulfato ferroso; Junte a uma solução de dicromato um pouco de ácido sulfúrico a 2M e 3cm duma solução de sulfato ferroso; Junte num tubo de ensaio 1cm solução de KBr e igual volume tetracloreto de carbono. Adicione à mistura igual volume de água de cloro. Agite bem. Repita o mesmo num outro tubo de ensaio, substituindo o KBr por KI. Observação O que observou?____________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Explicação (Apresente as equações das reacções) Como explica as observações? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Experiência 3: Reacções de deproporcionamento Procedimentos Como realizar? Deite num tubo de ensaio 5-6 gotas de água de bromo e adicione gota a gota a solução de NaOH até formação da solução incolor; Deite 3cm de peróxido de hidrogénio num tubo de ensaio e adicione um pouco de óxido de manganês-IV. Registe suas observações. Escreva a equação da reacção indicando como variam os nox do oxigénio. Observação O que observou?____________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Explicação (Apresente as equações das reacções) Como explica as observações? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Conclusão O que Conclui? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Questionario Reflexão S Escreva as equações das reacções que executou. Usando as semi-equações e indicando o oxidante e o redutor em cada reacção redox. Indique as partículas responsáveis pelas cores em cada reacção onde haja mudança na coloração. Que propriedades redutoras ou oxidantes tem o ferro? Porque é que o ferro não pode deslocar o zinco do seu sal? Escreva as fórmulas electrónicas para os estados de oxidação máxima dos átomos de enxofre, crómio e manganês. Será que devido a essas configurações electrónicas eles podem participar em reacções químicas como redutores ou como oxidantes? Escreva a equação da reacção do Bromo com o hidróxido de sódio, sabendo que neste caso se forma sais do ácido hipobromoso e bromídrico e indique como variam os nox do bromo. Lição no 6 Electroquímica Introdução Se levar-mos a cabo uma reacção redox de forma a que os processos de oxidação e redução se encontrem separados especialmente e se forem criadas condições de transferir electrões do agente redutor (rede externa), surgirá na rede externa uma corrente eléctrica. Além disso a energia dareacção de oxidação-redução transformar-se-á em energia eléctrica. Os aparelhos em que decorrem transformações deste tipo (elementos galvânicos ou pilhas) são constituídos por dois eléctrodos. O eléctrodo no qual durante a reacção decorre o processo de oxidação tem o nome de ânodo, enquanto que o outro em que decorre a redução tem o nome de cátodo. Ao completar esta lição, você será capaz de: Objectivos da licção Interpretar um processo redox a partir de experiências químicas; Interpretar experimentalmente os processos que decorrem numa pilha; Fazer previsões da ocorrência ou não de um processo redox; Produzir corrente eléctrica a partir de reacções químicas. Material necessário Tubos de ensaio, esguicho com água destilada, tubos de ensaio. Substâncias necessárias Solução de sulfato de crómio (III) a 1M; solução de sulfato de potássio a 1M, água de iodo, solução de dicromato de potássio e solução de iodeto de potássio a 1M, solução de Ácido sulfúrico a 1M, solução de Hexacianoferrato(III) de potássio; água destilada; Sólidos: Zinco granulado; fio de cobre, palha-de-aço, fio de ferro; fio de estanho; papel de esmeril. Experiência 1: A direcção das reacções Redox Procedimentos Como realizar? Deite num tubo de ensaio 3-4 gotas da solução de sulfato de crómio (III) 1M e a mesma quantidade da solução de sulfato de potássio a 1M e adicione 2-3 gotas de água de iodo; Registe as suas observações. A oxidação do Cr(III) pelo iodo deve acompanhar-se pela mudança de cor do iodo pela sua transformação no ião incolor. No outro tubo de ensaio deite algumas gotas da solução de dicromato de potássio e ácido sulfúrico e depois adicione algumas gotas da solução de iodeto de potássio a 1M. Observação O que observou?____________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Explicação Como explica as observações? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Experiência 2: Formação de pares galvânicos nos processos químicos Procedimentos Como realizar? Deite num tubo de ensaio 5-6 gotas da solução do ácido sulfúrico a 1M e um pedacinho de Zn. Registe as suas observações e tire conclusões; Ligue um pedaço de Zn a um fio de cobre e introduza num tubo de ensaio contendo a solução do ácido sulfúrico. Como varia a intensidade de libertação do hidrogénio? Porquê? Na superfície de qual dos metais é que se liberta o hidrogénio? Desligue o fio de cobre do zinco. Porque diminui a intensidade de libertação do hidrogénio? Qual dos metais é cátodo (eléctrodo negativo) para os iões do hidrogénio que se encontram na solução? Deite em 2 tubos de ensaio água destilada até metade e adicione 4-5 gotas da solução de ácido sulfúrico a 1M e 2-3 gotas da solução de hexacianoferrato (III) de potássio que serve para identificar os iões de Fe(II) formando um composto de cor azul escuro. Limpe 2 pedaços de palha-de-aço e ligue um deles a um pedaço de Zn e o outro a um pedaço de estanho introduzindo-os de seguida nas soluções separadas. Porque aparece coloração no tubo contendo estanho? Observação O que observou?____________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Explicação Como explica as observações? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Conclusão O que Conclui? ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ ___________________________________________________________ Questionario Reflexão Porque é que a solução adquire cor castanha? Escreva as equações das semi-reacções de oxidação e redução para a reacção redox que decorre. Representando esta reacção como processo que decorre no elemento galvânico e usando os valores dos potenciais do eléctrodo standard calcule a F.m.e do elemento em causa. Usando os potenciais do eléctrodo standard determine em que direcção decorre espontaneamente a seguinte reacção: FeCl3 + SnCl2 FeCl2 + SnCl4 Acerte a equação e determine os equivalentes do redutor e do oxidante. Determine se é ou não possível a seguinte reacção em condições standard: MnO4- + Br2 + H+ Mn2+ + BrO3- + H2O Respostas dos exercícios Resultados Aula pratica 1 Entalpia de reacção (H) é o calor libertado ou absorvido por uma reacção (numa transformação de um dado sistema) que ocorre a pressão constante. Calculo da Entalpia da reacção do processo 2: Use os valores obtidos na experiência e substitua na seguinte fórmula: ΔHR = ΔHfinal + ΔH3inicial Calculo do erro relativo da variação da entalpia: Use os valores obtidos na experiência e substitua na seguinte fórmula: % de erro = ΔH2 – (ΔH1 + ΔH3) . 100/ ΔH2 Aula pratica 2 Velocidade reacção como grandeza inversamente proporcional ao tempo: Representação gráfica (variação da concentração da solução de Tiosulfato e a velocidade da reacção) . Nota: É conveniente traçar o gráfico em papel milimétrico, colocando no eixo das abcissas a concentração e no das ordenadas a velocidade da reacção. Representação gráfica: (influência da temperatura na velocidade da reacção) colocando os valores das temperaturas no eixo das abcissas. (Utilize a seguinte escala: 10graus …. 2cm e velocidade máxima da reacção …8cm). O aumento da temperatura desloca o equilíbrio no sentido endotérmica, (sentido em que se absorve o calor fornecido). A diminuição da temperatura desloca o equilíbrio no sentido exotérmico, (sentido em que se repõe o calor retirado). Porque razão a variação da concentração do KSCN provoca um deslocamento mais eficaz do equilíbrio do que a variação da concentração do FeCl3? Como deve variar a concentração da substância para deslocar o equilíbrio para a direita ou para a esquerda? Aula pratica 3 Escreva as equações de todas as reacções levadas a cabo nas experiências de 1 a 5 explicando. Interprete as observações feitas na experiência 4 depois da adição dos indicadores em termos de pH e as observações feitas depois da adição de nitrato de chumbo. Explique as observações feitas na experiência 5 a luz da teoria da precipitação e complexação. Aula pratica 4 Escreva as equações das reacções que executou. Usando as semi-equações e indicando o oxidante e o redutor em cada reacção redox. Indique as partículas responsáveis pelas cores em cada reacção onde haja mudança na coloração. Que propriedades redutoras ou oxidantes tem o ferro? Porque é que o ferro não pode deslocar o zinco do seu sal? Escreva as fórmulas electrónicas para os estados de oxidaçãomáxima dos átomos de enxofre, crómio e manganês. Será que devido a essas configurações electrónicas eles podem participar em reacções químicas como redutores ou como oxidantes? Escreva a equação da reacção do Bromo com o hidróxido de sódio, sabendo que neste caso se forma sais do ácido hipobromoso e bromídrico e indique como variam os nox do bromo. Aula pratica 5 Porque é que a solução adquire cor castanha? Escreva as equações das semi-reacções de oxidação e redução para a reacção redox que decorre. Representando esta reacção como processo que decorre no elemento galvânico e usando os valores dos potenciais do eléctrodo standard calcule a F.m.e do elemento em causa. Usando os potenciais do eléctrodo standard determine em que direcção decorre espontaneamente a seguinte reacção: FeCl3 + SnCl2 FeCl2 + SnCl4 Acerte a equação e determine os equivalentes do redutor e do oxidante. Determine se é ou não possível a seguinte reacção em condições standard: MnO4- + Br2 + H+ Mn2+ + BrO3- + H2O Ao longo do módulo em nenhum momento fazem referencia a bibliografia consultada � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � � Decantação e Filtração Calcular a concentração C = n / v C = 1,709 mol / 0,5 l C = 3,41 mol / l C % x m (solução) m (soluto) = 100 % m (soluto) C% = x 100% m (solução) �Rever este objectivo �Rever este objectivo �Mudar a linguagem �A Vossa liçào parece ser um texto. Deve ter algumas paragens de conversa com o estudante. Se você estivesse a dar uma aula presencial faria dessa maneira_ falar sozinho_ � Sugere-se a redaçao abaixo para se garantir a interaçao. O relattório apresenta elementos pré-textuais, textuias e póstextuais. Nos elementos pré textuais você deve apresentar primeiro a capa. Veja a seguir as informações necessárias. �Deve haver ligação entre as partes. �Rever os objectivos �Inserir o tempo que o estdante vai precisar para esta experiência. �As quetões colocadas parace-me que são do mesmo nivel de exigência. Nào dá para ele reflectir um pouco mais�� ��� �Rever a linguagem �Rever este objectivo �Idem �Diversificar o tipo de perguntas �Rever este objectivo �idem �Em todas as experiencias nao se indicou o tempo �Reformular �rever �rever �Reformular �Procure estabelecer mais diálogo com os estudantes �Temos que falar da linguagem usada na descrição da experiência �Converse mais com o estudante �Last updated/Issued on � SAVEDATE \@ "dd MMMM yyyy" \* MERGEFORMAT �09 Dezembro 200904 Novembro 2009� � � _1272983782/�'