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12 CENTRO EDUCACIONAL EM SAÚDE GARRA - CESG ÀREA DAS cIÊNCIAS DA sAÚDE CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM cleide rodriges de souza relatorio de estágio: modulo i Laguna 2019 cleide rodrigues de souza relatorio de estágio: modulo i Relatório de Conclusão do Estágio, apresentado como requisito parcial para aprovação final do Modulo I do Curso Técnico em Enfermagem do Centro Educacional em Saúde Garra – CESG, Área das Ciências da Saúde. Orientador: Prof. Enf. Esp. Fernando Di Frank Rosa Orientadora: Prof. Enf. Gleice Cristine Martins Goulart Laguna 2019 sumário 1 introdução 3 2 descrição das atividades de campo 4 2.1 primeiro dia de estágio 6 2.2 segundO dia de estágio 6 2.3 TERCEIRO DIA DE ESTÁGIo 7 2.4 quarto DIA DE ESTÁGIo 8 2.5 QUINTO DIA DE ESTÁGIO 9 2.6 SEXTO DIA DE ESTÁGIO 9 2.7 SÉTIMO DIA DE ESTÁGIO 10 2.8 OITAVO DIA DE ESTÁGIO 10 3 atividades de pesquisa solicitadas pelo orientador de estágio 11 conclusão 12 REFERÊNCIAS 13 ANEXO A – Título 15 1 introdução Vamos realizar as técnicas conforme a teoria em sala de aula e aulas práticas com o orientador Fernando Di Frank Rosa, no Hospital de Caridade Senhor Bom Jesus dos Passos que são: Verificação dos sinais vitais; a importância da comunicação com o paciente, como se apresentar e conversar; limpa e desinfetar a bancada de trabalho. Lavar e desinfetar as mãos no início e fim de cada procedimento; esterilizar o material a utilizar; usar os EPIs; reunir os materiais em uma bandeja; dirigir-se até o leito do paciente; escolher o local adequado para a colocação da bandeja; explicar o procedimento ao paciente. Realizar o procedimento com cuidado, respeitando o estado físico e psíquico do paciente. Ao término do procedimento, colocar o paciente em posição confortável; deixar a unidade em ordem; fazer as anotações de enfermagem. O setor onde foi realizado o estágio, possuía um posto de enfermagem, onde é o local de preparo e diluição dos medicamentos e das anotações da enfermagem, nota-se nesse setor a falta de materiais e utensílios, devido à crise do Hospital de Caridade Senhor Bom Jesus dos Passos. Possuía um computador para as realizações das anotações de enfermagem. Possuía pia, papel toalha, álcool em gel para a lavagem das mãos antes e depois de cada procedimentos. Possuía Ala masculina e Ala feminina. Possuía quartos com banheiro e quartos sem banheiro com somente pia para as lavagens das mãos para cada procedimento, possuía banheiro coletivo, quartos particulares e quarto desativado. descrição das atividades de campo Foram desenvolvidas as atividades da verificação da pressão arterial com esfigmomanômetro e estetoscópio que se deve verificada corretamente, importante que a braçadeira seja adequada ao braço, não sendo muito larga ou apertada, o braço estar apoiado e esticado. Procurar sentir o pulso na dobra do braço esquerdo, colocando a cabeça do estetoscópio nesse local, colocar a braçadeira do aparelho 2 a 3 cm acima da dobra do mesmo braço, apertando-a, de forma que o fio da braçadeira fique por cima do braço. Fechar a válvula da bomba e com o estetoscópio nos ouvidos, encher a braçadeira até aos 180 mmHg ou até deixar de ouvir sons no estetoscópio, abrir a válvula lentamente, ao mesmo tempo que se olha para o manômetro. No momento em que se ouve o primeiro som, deve-se registrar a pressão indicada no manômetro, pois é o primeiro valor da pressão arterial, continuar a esvaziar a braçadeira até se deixar de ouvir som. No momento em que se deixa de ouvir sons, deve-se registrar a pressão indicada no manômetro, pois é o segundo valor da pressão arterial, juntar o primeiro valor com o segundo para obter a pressão arterial. Por exemplo, quando o primeiro valor é 130 mmHg e o segundo é 70 mmHg, a pressão arterial é de 13 x7. Para verificar a FC/ pulso, colocar as pontas dos dedos indicador e médio no punho (artéria radial), próximo à base do polegar. Pressionar levemente, o local até sentir as pulsações durante 1 minuto ou por 30 segundos e multiplicar por 2, o valor obtido representa a sua frequência cardíaca. Para verificação da FR /respiração, lavar as mãos, orientar o paciente quanto o exame. Não deixar o paciente perceber que estão sendo contados os movimentos, contagem dos movimentos de inspiração e expiração pelo período de 1 minuto, lavar as mãos no término, anotar no prontuário. Para medir a temperatura corporal, orientar o paciente quanto o procedimento, limpar o termômetro com algodão umedecido em álcool, ligar o termômetro e verificar se na tela aparece o número zero, colocar a ponta do termômetro debaixo da axila. Esperar alguns segundos até ouvir um sinal sonoro, retirar o termômetro e verificar o valor da temperatura na tela, limpar com algodão ou gaze umedecido em álcool. Onde são posicionados os eletrodos do ECG; BRAÇO DIREITO: Braçadeira vermelha. BRAÇO ESQUERDO: Braçadeira amarela. PERNA DIREITA: Braçadeira preta (NEUTRO). PERNA ESQUERDA: Braçadeira verde. V1- Quarto espaço intercostal direito na borda do esterno. V2- Quarto espaço intercostal esquerdo na borda do esterno. V3- Meia distância entre V2 e V4. V4- Quinto espaço intercostal esquerdo na altura da linha HEMICLAVICULAR. V5- Na linha axilar anterior na mesma altura de V4. V6- Na linha axilar média na mesma altura de V5. PROTOCOLO PARA REALIZAÇÃO DE ECG Chame o paciente para a sala de ECG Explique que o procedimento de realização de ECG é simples e indolor Solicite que tanto o homem quanto a mulher retirem a parte de cima do seu vestuário Na sequência, indique a maca onde o paciente irá se deitar Pegue um algodão molhado em álcool e passe nos pontos onde serão colocados os eletrodos de ECG Selecione os eletrodos dos punhos e tornozelos e distribua uma pequena gota de gel para dar o contato com a pele Faça o mesmo com os 6 eletrodos que irão ser colocados no tórax do paciente Após ter finalizado a colocação dos eletrodos nos membros e no tórax, siga para o computador Inicie o software do aparelho que você usa para registrar o ECG Cadastre os dados do paciente no software de ECG Inicie a tela de registro do ECG Registre mais de uma tela de ECG para depois escolher a melhor Finalize o exame no software do aparelho de ECG Retire os eletrodos do paciente e limpe o gel com papel Solicite que o paciente se vista e aguarde na sala de espera Após 30 minutos, imprima o resultado do ECG e entregue para o paciente primeiro dia de estágio No primeiro dia de estágio realizado no dia 02 de julho de 2019, foram atendidos no total seis pacientes, que possuíam patologias diversas a qual foi realizado em dupla, foram aferidos os sinais vitais e suas queixas. O paciente A. do quarto 213, leito 01 de 71 anos de idade, ao abordar a paciente para aferir os sinais vitais ela referiu história prévia de IAM no dia 12/12/2018, 2 Cateterismo, e 1 Angioplastia. A paciente se queixa de dor no peito, ao aferir os sinais vitais foi constatado que: PA= 160x80 mmHg, P=68bpm, R= 28mrpm, T= 35,2°C A paciente M.T repousava no leito 01 no quarto 214 de 75 de idade, comunicou algumas queixas, falta de apetite e com fadiga. Ao aferir os sinais vitais foi constatado que: PA= 130x70 mmHg, P=64bpm, R=25mrpm, T= 35,9°C. A paciente E. repousava no leito 04 no quarto 214 de 90 de idade, relatou algumas queixas, se queixava de BLEFARITE e falta de apetite, e estava com lombalgia. Ao aferir os sinais vitais foi constatado que: PA=160x60mmHg, P=68bpm, R=27mrpm, T=36,4°C. O paciente L. do quarto 214, leito 03 relatou queixa de lombalgia. Ao aferir os sinais vitais foi constatado que: PA=140x80 mmHg, P=60bpm, R=21mrpm, T=36,8°C. O paciente M.L. do quarto 214, leito 02 comunicou queixa de cefaleia.Ao aferir os sinais vitais foi constatado que: PA=130x80mmHg, P=60bpm, R=15mrpm, T=35,9°C. O paciente A.M. do quarto 213, leito 02 comunicou algumas queixas, cefaleia, dor de garganta, sem apetite, tosse e com diarreia. Ao aferir os sinais vitais foi constatado que: PA= 130x80mmHg, P=60bpm, R=29mrpm, T=35,4°C. segundO dia de estágio No segundo dia do estágio realizado no dia 09 de julho de 2019, foram atendidos no total três pacientes que possuíam patologias diversas a qual foi realizado individualmente, foram aferidos os sinais vitais e suas queixas. O paciente L.G. do quarto 204, leito 01 de 7 anos de idade, comunicou algumas queixas, que estava com ÊMESE, fortes dores no quadrante inferior esquerdo e diarreia. Ao aferir os sinais vitais foi constatado que: PA=110x80mmHg, P=92bpm, R=21mrpm, T=36,3°C. O paciente J.V. do quarto 206, leito 01 de 22 anos de idade, pós-operatório de POSTECTOMIA, se recuperando bem e segue sem queixas. Ao aferir os sinais vitais que constatado que: PA=120x70mmHg, P=64bpm, R=22mrpm, T=36,1°C. O paciente T.F. do quarto 207, leito 01 de 32 anos de idade, comunicou que estava com algumas queixas, estava com dormência no lado direito do rosto, OMALGIA e dor no punho. Ao aferir os sinais vitais foi constatado que: PA=120x80mmHg, P=72bpm, R=18mrpm, T=36,1°C. TERCEIRO DIA DE ESTÁGIo No terceiro dia de estágio realizado no dia 11 de julho de 2019, foram atendidos no total de sete pacientes, que possuíam patologias diversas a qual foi realizado em trio, foram aferidos os sinais vitais e suas queixas. O paciente L.G. do quarto 204, leito 01 de 7 anos de idade, pós-operatório de apêndice, se queixa de dor. Ao aferir os sinais vitais foi constatado que: PA=110x70mmHg, P=72bpm. R=22mrpm, T=37,1°C. O paciente G.L. do quarto 210, leito 01 de idade mediana, segue sem queixas. Ao aferir os sinais vitais foi constatado que: PA=100x70mmHg, P=68bpm, R=21mrpm, T=35,4°C. A paciente M.B do quarto 211, leito 02 de 85 anos de idade, comunicou algumas queixas, estava sentindo falta de ar, dor no peito, tosse. A acompanhante da paciente relatou que ela estava em tratamento para a pneumonia. Ao aferir os sinais vitais foi constatado que: PA=160x70mmHg, P=20bpm, R=25mrpm, T=35,9°C. O paciente J.M. do quarto 210, leito 02 de 41 anos de idade, se recuperando de uma fratura na perna esquerda, segue sem queixas. Ao aferir os sinais vitais foi constatado que: PA=120x80mmHg, P=64bpm, R=18mrpm, T=36,4°C. A paciente L.S. do quarto 213, leito 01 de 87 anos de idade, queixa-se de cefaleia e enjoo. Ao aferir os sinais vitais foi constatado que: PA=150x80mmHg, P=56bpm, R=16mrpm, T=35,3°C. O paciente D.A. do quarto 203, leito 01, queixa se de ALGIA. Ao aferir os sinais vitais foi constatado que: PA=160x100mmHg, P=60bpm, R=20mrpm, T=36,0°C. O paciente H.R. do quarto 202, leito 01, segue sem queixas. Ao aferir os sinais vitais foi constatado que: PA=110x60mmHg, P=80bpm, R=10mrpm, T=36,7°C. quarto DIA DE ESTÁGIo No quarto dia do estágio realizado no dia 06 de agosto de 2019, foram atendidos no total de seis pacientes, que possuíam patologias diversas a qual foi realizado em dupla, foram aferidos os sinais vitais e suas queixas. A paciente R. do quarto 117, leito 01 de 28 anos de idade, de 28 semanas de gestação, se queixa de dor no EPIGÁSTRIO. Ao aferir os sinais vitais foi constatado que: PA=110x70mmHg, P=68bpm, R=20rpm, T=36.4°C. A paciente L. do quarto 121, leito 01 de 92 anos de idade, a acompanhante relatou que a paciente está em tratamento para a pneumonia, a paciente estava com TAQUIPNEIA, com a temperatura corporal elevada, sem estímulo verbal e usando oxigênio. Ao aferir os sinais vitais foi constatado que: PA=140x60mmHg, P=80bpm, R=38rpm, T=38,8°C. O paciente M. do quarto 115, leito 01 de 43 anos de idade, relatou que estava 14 dias internado se tratando da Pneumonia aguda, segue sem queixa. Ao aferir os sinais vitais foi constatado que: PA=130x80mmHg, P=72bpm, R=20rpm, T=36,6°C. O paciente J. do quarto 203, leito 01, segue sem queixa, ao aferir os sinais vitais foi constatado que: PA=130x70mmHg, P=72bpm, R=14rpm, T=35,6°C. O paciente D. do quarto 203, leito 02, segue sem queixa, ao aferir os sinais vitais foi constatado que: PA=120x60mmHg, P=80bpm, R=14rpm, T=35,9°C. A paciente C. do quarto 204, leito 01, queixava de dores, ao aferir os sinais vitais foi constatado que: PA=90x70mmHg, P=72bpm, R=22rpm, T=37,4°C. O orientador Fernando ensinou como fazer um ELETROCARDIOGRAMA com um paciente na emergência. QUINTO DIA DE ESTÁGIO No quinto dia do estágio realizado no dia 13 de agosto de 2019, foram atendidos no total de três pacientes, que possuíam patologias diversas a qual foi realizado individualmente, foram aferidos os sinais vitais e suas queixas. O paciente M. do quarto 210, leito 01, de 85 anos de idade, segue sem queixa, a alimentação pela sonda, o acompanhante relatou que ele está dormindo bem, está em tratamento por infecção urinária. Ao aferir os sinais vitais foi constatado que: PA=80x50mmHg, P=56bpm, R=14rpm, T=36,1°C. O paciente I. do quarto 210, leito 02, de 66 anos de idade, segue sem queixa, está em tratamento de Derrame Pleural no pulmão direito. Ao aferir os sinais vitais foi constatado que: PA=140x70mmHg, P=68bpm, R=18rpm, T=35,7°C. O paciente B. do quarto 211, leito 01, de 75 anos de idade, a acompanhante relatou que ele está sem apetite, dormindo pouco, está em tratamento de ENDOCARDITE BACTERIANA/PROTESE AORTICA. Ao aferir os sinais vitais foi constatado que: PA=150x60mmHg, P=80bpm, R=14rpm, T=36,7°C. SEXTO DIA DE ESTÁGIO No sexto dia do estágio realizado no dia 15 de agosto de 2019, foram atendidos no total de dois pacientes, que possuíam patologias diversas a qual foi realizado individualmente, foram aferidos os sinais vitais e suas queixas. A paciente A. do quarto 214, leito 01 de 33 anos de idade, ela queixava de dor no flanco direito. Ao aferir os sinais vitais foi constatado que: PA=140x70mmHg, P=64bpm, R=30rpm, T=36,8°C. A paciente M.G. do quarto 214, leito 02 de 58 anos de idade, sem estímulo verbal, usando cateter de oxigênio, nutrição parenteral. A acompanhante relatou que ela dormir bem, e está com temperatura alta constantemente. Ao aferir os sinais vitais foi constatado que: PA=170x100mmHg, P=108bpm, R=27rpm, T=38,1°C. SÉTIMO DIA DE ESTÁGIO No sétimo dia do estágio realizado no dia 20 de agosto de 2019, foi atendido um paciente, que possuía patologia a qual foi realizado individualmente, foi aferido os sinais vitais e suas queixas. O paciente B. do quarto 211, leito 01 de 75 anos de idade, segue sem queixa, está em tratamento de ENDOCARDITE BACTERIANA. Ao aferir os sinais vitais foi constatado que: PA=140x60mmHg, P=56bpm, R=14rpm, T=36,1°C. OITAVO DIA DE ESTÁGIO No oitavo dia do estágio realizado no dia 27 de agosto de 2019, foi feita uma prova teoria e uma prática, apresentação do trabalho que o orientador pediu para pesquisar, que era sobre as precauções padrões. E por final foi feito avaliação individual. atividades de pesquisa solicitadas pelo orientador de estágio O orientador Fernando Di Frank Rosa solicitou pesquisar sobre frequência respiratória alta e baixa. BRADIPNEIA: Diminuição da frequência respiratória; Respiração lenta. TAQUIPNEIA: Aumento da frequência respiratória. Frequência respiratória anormal; com aceleração do ritmo respiratório; Respiração acelerada, ofegante. PESQUISAR: Como fazer uma evolução no método SOC. PESQUISAR: Sobre precauções padrões, conceito, condições e ou patologia, EPIs. Terminologia dos sinais vitais. BLEFARITE: Inflamação das pálpebras. ÊMESE: Ato de vomitar. OMALGIA: Dor no ombro. LOMBALGIA: Dor na região lombar (Parte baixadas costas). EPIGÁSTRIO: Porção média e superior do abdômen. IAM: Infarto agudo do miocárdio. CATETER DE OXIGÊNIO: Tubo de diversos calibres e tamanhos utilizado para oxigenoterapia, pode ser comum ou “tipo óculos”. ELETROCARDIOGRAMA: O eletrocardiograma (ECG) é um exame que verifica a existência de problemas com a atividade elétrica do coração. É um procedimento rápido, simples e indolor, no qual os impulsos elétricos do coração são amplificados e registrados em um pedaço de papel. Cada batida do seu coração acontece por conta de um impulso elétrico naturalmente gerado por células especiais do seu coração. O eletrocardiograma registra esses impulsos elétricos e mostra se o ritmo e intensidade destes estão dentro do normal. Geralmente, um ECG é pedido se houver suspeita de uma doença cardíaca ou como parte de um exame físico de rotina para a maioria das pessoas de meia-idade e mais velhas. ENDOCARDITE: Endocardite é uma infecção no endocárdio (Revestimento interno do coração). Normalmente a doença acontece quando uma bactéria ou germes de outra parte do corpo, como os da boca, se espalham pelo sistema sanguíneo se ligando a áreas afetadas do coração. A endocardite é incomum em pessoas com coração saudável. Quando o sangue passa dos átrios para os ventrículos, as válvulas impedem a volta do sangue, mantendo o fluxo sempre na mesma direção. São estas válvulas que podem ser infectadas por bactérias, fungos, vírus, ou outros microrganismos. Se não for tratada, a doença pode danificar ou destruir as válvulas do coração trazendo complicações para o resto da vida. ANGIOPLASTIA: Intervenção cirúrgica destinada a reparar um vaso, a corrigir o respectivo calibre; praticada sobretudo em artérias. CATETERISMO: É um procedimento realizado para diagnosticar ou tratar doenças cardíacas. Para a realização do exame, um fino cateter é inserido na circulação, geralmente em uma artéria da perna ou pulso, e que vai até o coração para examinar a circulação das coronárias ou avaliar arritmias. POSTECTOMIA: É um procedimento cirúrgico que consiste na retirada do prepúcio, prega de pele que recobre o pênis. conclusão Devido a situação do Hospital de Laguna, tivermos poucos recursos que nos forçaram a aprender a agir da melhor forma possível, viemos de uma teoria linda e nos deparamos com uma prática completamente diferente do que imaginamos. Contamos com profissionais que nos receberam com carinho e atenção e orientadores que nos ensinaram passo a passo cada procedimento, tudo realizado com carinho necessário ao atendimento ao próximo. Não passei por muitos setores mais no que passei aprendi muito e levarei para a vida. Este relatório apresenta atividades desenvolvidas que foram importantes para o meu aprimoramento, para pôr em práticas conhecimentos adquiridos em aulas teóricas dentro da sala de aula. REFERÊNCIAS Https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/enfermagem/termo-tecnico-de-enfermagem-conheca-os-mais-comuns/48630 Https://www.dicio.com.br/ Http://noticias.terra.com.br/brasil/interna> Acesso em 29 set. 2005. AUTORIA: Enfermagem :procedimentos de estágio/TELMA GEOVANINI, ADRIANA VILELLA ÁVILA DE CASTRO; TELMAGEOVANINI (ORG.). -São Paulo: Corpus. GEOVANINI, T.; ALMEIDA, M. F. P. V. Enfermagem: Dicionário de termos. São Paulo: Editora Escolar, 2006. KOCH, Rossi M. et. Al. Técnicas Básicas de Enfermagem. 14° edição. Ed. Florence, 2002. LIMA, IDELMINA LOPES DE, (et al.). Manual do técnico e do auxiliar de enfermagem. 6° edição ver, e amplo. Goiânia: AB editora, 2004,551 p. VEIGA, D. A.; CROSSETTI, M. G.O. Manual de Técnicas de Enfermagem. 7° edição. Rio de Janeiro: Ed. Sagra – DC LUZATTO, 2002. AUTORIA: Enfermagem: dicionário de termos ilustrado/ TELMA GEOVANINI, MARIA FILOMENA PEREIRA VANCELLOTE ALMEIDA. São Paulo: Editora Escolar. BRASIL. (1986). Lei n. 7498/86. Brasília: Congresso Nacional. FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Dicionário da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1993. ANEXO