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Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia
Campos Assis
APS – ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
INSTALAÇÕES PREDIAIS HIDRÁULICAS
ALAIANA MARIA LADEIRA DE SOUZA – C24EDD8
DAYANE RIBEIRO CEZAR – C39HBI5
LARISSA MARIA FARIAS – C428IG9
LUCIANO RIBEIRO – C514284
NATALIA MARTINS CAMPOS – C224030
ASSIS - SP
2019
ALAIANA MARIA LADEIRA DE SOUZA – C24EDD8
DAYANE RIBEIRO CEZAR – C39HBI5
LARISSA MARIA FARIAS – C428IG9
LUCIANO RIBEIRO – C514284
NATALIA MARTINS CAMPOS – C224030
APS – ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
INSTALAÇÕES PREDIAIS HIDRÁULICAS
	Trabalho referente à disciplina de Atividade Prática Supervisionada, do 9º termo do curso de Engenharia Civil, da Universidade Paulista de Assis/SP.
	Orientador: Professor Luís Fernando
	Coorientador: Professor Silvio Toshio Yabuchi
ASSIS – SP
2019
SUMÁRIO 
1 INTRODUÇÃO........................................................................................................04
2 OBJETIVO GERAL.................................................................................................06
3 PROJETO DE INSTALAÇÃO HIDRÁULICA .........................................................06 
4 ÁGUAS PLUVIAIS..................................................................................................16
 4.1 TERMINOLOGIA..............................................................................................18
 4.2 INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUAS PLUVIAIS..........................................20
5 INSTALAÇÃO DE ESGOTO...................................................................................30
6 PROTÓTIPO DO PROJETO DE INSTALAÇÕES HIDRAULICAS PREDIAIS ......35 
7 METODOLOGIA......................................................................................................40
8 CONCLUSÃO..........................................................................................................40
9 REFERÊNCIA.........................................................................................................43
INTRODUÇÃO 
As instalações hidráulicas compreendem a subsistemas de uma edificação 
para uma captação precisa, transporte e armazenamento de fluidos. Conhecido como o conjunto de conexões, aparelhos, tubulações, peças especiais e acessórios atribuídos ao abastecimento de água, desde a ligação da rede pública de distribuição, as concessionárias, de água até o retorno ao coletor público de esgotos ou sistema individual de tratamento, sendo que o projeto de instalações hidráulicas prediais deve ser avaliado de acordo com as necessidades de cada cliente e adequado à sua funcionalidade. 
O sistema em geral é constituído de uma instalação hidráulica de água fria, instalações de água quente, instalações de esgoto sanitário, instalações de água pluvial e combate a incêndio.
A NBR 5626/1998 regulamenta e auxilia na execução de projetos da instalação predial de água fria, onde explicita condições para bom desempenho da instalação e garantia do bom funcionamento da rede. 
De acordo com esta NBR, da Associação Brasileira de normas técnicas (ABNT), o projeto de instalações prediais de água fria compreende memorial descritivo e justificativo, cálculos, normas de execução, especificações dos matérias, esquemas hidráulicos e desenhos isométricos, além dos detalhes que se fizerem necessários ao perfeito entendimento dos elementos projetados para o fornecimento de água à edificação.
De acordo com as normas da ABNT, o projeto presente tem o intuito de atender a um edifício residencial e que constituem exigências mínimas quanto à higiene, segurança, economia e conforto que precisam ser obedecidas junto às instalações hidráulicas. Ao longo da elaboração do projeto foram estudadas as correlações das muitas partes do conjunto, tendo como objetivo adquirir um abastecimento e um esgotamento incluso da melhor técnica e economia. 
Na instalação hidráulica foi usado um sistema de distribuição indireta, contendo um abastecimento continuo mesmo após interrupções na rede pública, composto de reservatório superior e inferior. Sendo que o reservatório superior utilizado para abastecimento conserva ainda água para atender ao sistema de proteção e combate hidráulico a incêndios, separados por tomadas independentes. Esses reservatórios terão capacidade para reservar o equivalente ao consumo diário de água, além da reserva técnica de incêndio. 
 Ao nível do subsolo ficará instalada a cisterna que será constituída de um tanque em fibra de vidro armazenando cerca de 60% do estoque total de consumo. O recalque d’água para o reservatório superior será por meio de eletro bombas, duas unidades, de fornecimento das Indústrias Schneider, modelo ME 2250 5,0 CV trifásica 380 V, cada uma.
Essa cisterna será diretamente abastecida pela rede pública.
O conjunto de reservatórios descrito terá capacidade para reservar o total de água estimado para consumo em 24 horas, conforme determina a NBR 5626: 5.2.5.1, sendo estabelecida a capacidade dos reservatórios de uma instalação predial de água fria deve-se levar em consideração o padrão de consumo de água no edifício e onde for possível se obter informações, a frequência e duração de interrupções do abastecimento. O volume mínimo de água reservado para uso doméstico deve ser o necessário para 24 h de consumo normal no edifício, desconsiderando o volume de água para combate a incêndio. É recomendado para o volume máximo de reservação, que sejam atendidos dois critérios: garantia de potabilidade da água nos reservatórios no período de detenção médio em utilização normal e, em segundo, atendimento à disposição legal ou regulamento que estabeleça volume máximo de reservação. Em toda rede de água fria que é esperado o emprego de tubulações em PPR e em toda rede de esgoto sanitário está previsto o emprego de tubulações em PVC. Nas redes pluviais e de drenagem é esperado o emprego de tubulações de PVC. Todas as instalações deverão ser sempre executadas de acordo com as orientações existentes nas normas brasileiras referentes ao caso e também de acordo com as indicações técnicas dos fabricantes dos materiais empregados, respeitando-se rigorosamente o projeto do sistema.
OBJETIVO GERAL
O objetivo deste trabalho é realizar um projeto de instalações hidráulicas de um edifício residencial, com memorial de cálculo, seguido de uma exposição de maquetes com alguns itens de instalações. Será realizado um projeto completo das Instalações hidráulicas de um edifício residencial, com reservatório inferior e superior, reserva de combate a incêndio, barrilete, prumadas, ramais, águas pluviais, caixas, esgoto, tubos de queda e ventilação, cavalete e ligações de água, esgoto e gás junto as concessionárias. Constando também o memorial de cálculo do projeto desenvolvido, das instalações hidráulicas, com detalhamentos. Incuindo fotos do desenvolvimento da maquete do projeto desenvolvido, com os itens das instalações de armazenamento de água, reservatório inferior e superior com a parcela de combate a incêndio, águas pluviais, corte térreo/garagem com todas as tubulações por cor, caixas e descrições das mesmas, detalhamentos do barrilete, da caixa d’ água superior, caixas (visita, passagem, drenagem, gordura, etc) e as ligações junto as concessionárias (água, esgoto e gás).
3 PROJETO DE INTALAÇÃO HIDRÁULICA 
Exemplo de cálculo:
Projeto de instalações hidráulicas para 1 edifício pavimento tipo com 4 pavimentos, com 3 quartos cada.
População por apartamento:
	3 quartos × 2 pessoas por quarto
	= 6 pessoas por apartamento
População por pavimento:
	6 pessoas × 4 apartamentos
	= 24 pessoas por pavimento
População por pavimento habitado:
	24 pessoas × 4 pavimentos
	= 96 pessoas por pavimento habitado
Considerando portaria e limpeza a população total será de : 
96 pessoas + 1 portaria + faxineira
Ptotal= 98 pessoas
Consumo diário
Uso de torneira de jardim a ser ligada durante 1 hora pordia, considerando uma vazão de 280 l a cada 15 minutos.
	Consumojardim = 280*4 
Consumojardim = 1.120 l/dia
Considerando o consumo de 200 L/dia por pessoa 
Consumomoradores = 200*96 
Consumomoradores = 19.600 L/dia
Consumo diário = Consumojardim + Consumomoradores
Consumo diário = 1.120 + 19.600
Consumo diário = 20.720 l/dia
Reserva de incêndio
A reserva de incêndio será calculada de acordo com o Decreto Estadual n° 56.819/2011 – CBMESP e a NBR 5626/98.
Classificação da edificação e área de risco quanto à ocupação:
Grupo A – Ocupação/ Uso: Residencial – Divisão A – 2 – Descrição: Habitação multifamiliar – edificio de apartamento em geral.
Classificação da edificação quanto à altura:
	Tipo IV – Edificação de média altura – 
	12 < H ≤ 23,0 m
Verificação da necessidade de hidrantes:
A norma estabelece a exigência de hidrantes para edificações com área maior ou igual á 750 m².
Área de cada pavimento
	A = 22 × 15 m = 330 m²
Área total = 330 m² × (4 pavimentos + térreo + subsolo)
At = 330 × 6 = 1980 m²
1980 m² ≥ 750 m²
Será necessário o uso de hidrantes!
Carga de incêndio
Para divisão A – 2 – 300 MJ/m²
Apartamentos
Carga total de incêndio
	300 × 1980 = 
	C.I. = 594000 MJ
Para esta edificação será utilizado o sistema de hidrantes gerais. Conforme I.T (Instrução Técnica) N° 22- Corpo de Bombeiros, Tabela 3 : Aplicabilidade dos tipos de sistema e volume de reserva de incêndio mínima (m³).
Para edificações e áreas de risco de 2500 m²:
	Tipo I
	RT.I. = 5 m³
					Tipo II		
					RT.I. = 8 m³
Tabela 2 : Qmín = 150 l/min
Tipo 2 : Pmín = 30 mca
A reserva de incêndio será junto ao reservatório superior, com 8 m³ de água reservada.
Volume de água do reservatório:
Serão adotados para este projeto, obedecendo os critérios da NRB 5626/98, que estabelece a reserva total de água entre 1 à 3 dias, neste caso serão utilizados 1,5 dias de reserva.
	Vtotal = C.D. × Reserva
	Vtotal = 20720 × 1,5
	Vtotal = 31080 l
- Reservatório Superior
	Vr.s.= (25) × Vtotal + R.I.
Vr.s = (25) × 31080 + 8000
Vr.s = 20432 l
- Reservatório Inferior
	Vr.i = × Vtotal
	= × 31080
	Vr.i.= 18648 l
Cálculo da Bomba
Capacidade de descarga
Estabelecemos que a descarga será reposta em 3 estágios de 1,5 horas.
	Q = C.D.÷ Thoras
	Q = 20720 ÷ 4,5
	Q = 4604,44 l/hora
A NBR estabelece que a vazão deve ser no mínimo 15% do consumo diário.
	Qmín = 0,15 × 20720
Qmín = 3108 l/hora
4604 ≥ 3108 l/hora 
Dimensionamento das tubulações
Será utilizado o método de FORQUMMER para o cálculo do diâmetro de recalque da bomba.
	Dr = 1,3 × × x= horas estágios 
	Dr = 1,3 × × 
	1l = 0,001 m³
	1hora = 60 min= 3600 s
	Q = 4604,44 l/hora
	
	Q= 0,00127 m³/s
	Dr = 1,3 × ×
	Dr = 0,030 m
	Dr = 30,4 mm
	Dr = 32 mm = 
Diâmetro de sucção deverá ser imediatamente 1 diâmetro superior ao de recalque, Adotamos:
	Dsuc = 40 mm = 
Verificação da velocidade do transporte do fluido.
	Q = V × A
	V = V = 
 V = V = 
	V = 1,7638 m/s
Conforme NBR 5626/98 a velocidade deverá ser V ≤ 4 m/s
	1,7638 ≤ 4 m/s
Cálculo da Bomba de Sucção:
Primeiramente devemos calcular o comprimento total do trecho de sucção (Lt), que equivale a soma do comprimento real (Ltreal) com o comprimento equivalente relativo as peças do trecho (Lteq):
Ltsuc= Ltreal + Leq
Ltreal= 1,00	
Leq= 1 válvula pé de crivo para d=40mm = 18,3 m
Ltsuc= 1,0+ 18,3 = 19,3
Perda de Carga Unitária no trecho de sucção:
J= 0,02829 m/m
Perda de carga total no trecho:
hfsuc= Ltsuc*Jsuc
hfsuc= 19,3 * 0,02829
hfsuc= 0,5459 mca
Cálculo da Bomba de Recalque:
Assim como no cálculo da bomba de sucção é necessário a verificação das soma dos cumprimentos reais e equivalentes no trecho de recalque, assim temos: 
Ltrec= Ltreal + Leq
Ltreal= (4 pav *3,0 m) + 2,50 m (altura da saída da bomba até o 1° pav) + 1,0 (distancia horizontal até a entrada do reservatório) = 15,5 m
Peças no Trecho:
Leq = 1 válvula pé de crivo para d=32mm = 15,50 m
Leq = 1 válvula de retenção pesada para d=32mm = 7,4 m
Leq = 1 joelho de 90° para d = 32mm = 2,0m
Leq = 1 saída de canal para d= 32mm = 1,4
∑ Leq = 15,50+7,4+2,0+1,4 = 26,3
Ltrec= 15,5+26,3 = 41,8 m
Perda de Carga Unitária no trecho de sucção:
J= 0,083 m/m
Perda de carga total no trecho:
hfrec= Ltsuc*Jsuc
hfrec= 41,8 *0,0838
ffrec= 3,50 mca
Cálculo da altura manométrica total: 
Para o cálculo da altura manométrica total, considera-se apenas as distancias horizontais.
HMT = Hgsuc + Hgrec + hfsuc + hfrec
HMT = 1,80 + 14,5 + 0,5459 + 3,50
HMT = 20,3459 mca
Calculo da Bomba:
Iremos considerar uma perca de 10 % da capacidade da bomba, logo temos: 
Portanto, será necessário uma bomba de 1 CV para atendimento dos reservatórios.
Cálculo das colunas de Água Fria, em PVC, utilizando gráfico de luneta:
Pesos: 01 chuveiro, 01 bacia sanitária com válvula de descarga, 01 ducha higiênica, 01 lavatório, 01 pia de cozinha, 01 tanque, 01 máquina de lavar.
Pesos = 0,5+40,0+0,1+0,5+0,7+1,0+1,0
Pesos = 43,8
Foi considerado registro do ramal à 2,30 m do piso acabado.
Para o cálculo da vazão Q, foi utilizado a fórmula:
Q=0,3 * √∑Pesos
	COLUNA
	PAV
	TRECHOS
	PESO SIMPLES
	PESO ACUM.
	Q (l/s)
	D
	V
	Ltreal
	Lteq
	Total 
	J
	hf
	PRESSÃO
	AF - 01
	4
	A-1
	43,8
	175,2
	3,9708
	40
	3,15
	9,7
	3,2
	12,9
	0,233
	3
	2,2
	AF - 01
	3
	01 A 02
	43,8
	131,4
	3,4388
	40
	2,73
	3
	2,2
	5,2
	0,178
	0,9256
	4,27
	AF - 01
	2
	02 A 03
	43,8
	87,6
	2,8078
	40
	2,23
	3
	2,2
	5,2
	0,122
	0,6383
	6,63
	AF - 01
	1
	03 A 04
	43,8
	43,8
	1,9854
	40
	1,57
	3
	2,2
	5,2
	0,0646
	0,3362
	9,29
	AF - 01
	T
	-
	-
	-
	-
	-
	-
	-
	-
	-
	-
	-
	-
Sistema de Hidrantes:
A classificação geral do sistema: 
Tipo II – RI = 8m³
Esguicho regulável com diâmetro nominal = 40mm
Mangueira de incêndio diâmetro nominal de = 40mm com 30 m de comprimento
Vazão mínima Q=150 l/min
P=30 mca
Acionadores manuais, abrigo, mangueira de incêndio, chave de mangueira e esguicho.
Tubulação de saída da bomba de incêndio é estabelecida pela norma, logo: 
D=60mm = 2”1/2
Bomba de incêndio acima do piso acabado.
Peças: Bomba de Incêndio, válvula de retenção, acionador de bomba, hidrante, registro de recalque, reservatório.
RI - BI
1 entrada de borda d=75 mm – Aço Galvanizado
2 registros de gaveta d = 75 mm 
1 joelho 90°=75
Tee d = 75 mm
BI – PA
joelho 90° D=63 mm
1 válvula de retenção D= 63 mm
1 registro de gaveta D= 63 mm
1 Tee d= 63 mm
PA’ – H-4
1 Tee d= 63 mm
1 Registro Globo d= 63 mm
PA’ – H-3
1 Tee ligação direta 
1 Tee ligação lateral
1 Registro Globo
Perdas da sucção: 
Hf suc = hf ri-bi = 1,17 mca
Perdas no sistema: 
Hf sis = hf bi-pa + hf pa’-h4 + hf pa”h9
Hf sis = 12,224 mca
Perda total: 
Hf total = 12,224 +1,17 = 13,394 mca
	TRECHOS
	Ltreal
	Lteq
	Total 
	D
	J
	hf
	RI-BI
	3,80
	15,7
	19,5
	75
	0,0602
	1,17
	BI-PA
	5,7
	21,1
	26,8
	63
	0,140
	3,77
	PA’ – H-4
	0,5
	26,8
	27,3
	63
	0,140
	3,82
	PA”- H-3
	3,90
	29,2
	33,1
	63
	0,140
	4,634
HG = 0,70 + 2,7 =3,4 
HMT = 13,394+30 – 3,4 = 39,994 mca
N = 1000*0,008*39,994/75*0,6= 7,11 cv
Bomba: 7,5 cv
Pressão em H4 e H3: 
PH10 = 39,994-(1,17+3,77+3,82) = 30,70 MCA 
PH9 = 39,994 – ( 1,17+3,77+3,82)+3,4+3 = 37,631 MCA
Mais que atendido!
4 ÁGUAS PLUVIAIS
Todas as instalações de águas pluviais precisam ser projetadas de modo a satisfazer às seguintes exigências: 
a) Recolher e conduzir a vazão de projeto até locais permitidos pelos dispositivos legais. 
b) Ser estanques.
 c) Permitir a limpeza e desobstrução de qualquer ponto no interior da instalação. 
d) Absorver os esforços provocados pelas variações térmicas a que estão submetidas. 
e) Quando passivas de choques mecânicos, ser constituída de materiais resistentes a estes choques. 
f) Nos componentes expostos, utilizar materiais resistentes às intempéries. 
g) Nos componentes em contatocom outros materiais de construção, utilizar materiais compatíveis. 
h) Não provocar ruídos excessivos.
 i) Resistir às pressões a que podem estar sujeitas.
 j) Ser fixadas de maneira a assegurar resistência e durabilidade.
Destina-se exclusivamente a instalação predial de águas pluviais ao recolhimento e deslocamento das águas pluviais, não se aceitando quaisquer interligações com outras instalações prediais. O destino das águas pluviais pode ser: 
- escoamento superficial; 
- infiltração no solo por meio de poço absorvente;
 - disposição na sarjeta da rua ou por tubulação enterrada no passeio; pelo sistema público, as águas pluviais chegam a um córrego ou rio. 
- cisterna (reservatório inferior) de acumulação de água, para uso posterior.
Sistema de instalação hidráulica de água pluvial em predios
4.1 TERMINOLOGIA (NBR 10844/1989) 
Altura pluviométrica: volume de água precipitada por unidade de área horizontal. 
Área de contribuição: soma das áreas das superfícies que, interceptando chuva, conduzem as águas para determinado ponto da instalação. 
Caixa de areia: caixa utilizada nos condutores horizontais destinados a recolher detritos por deposição. 
Calha: canal que recolhe a água de coberturas, terraços e similares e a conduz a um ponto de destino. 
Condutor horizontal: canal ou tubulação horizontal proposta a coletar e tranportar águas pluviais até locais aceitados pelos dispositivos legais. 
Condutor vertical: tubulação vertical destinada a recolher águas de calhas, coberturas, terraços e similares e conduzi-las até a parte inferior do edifício. 
Duração de precipitação: intervalo de tempo de referência para a determinação de intensidades pluviométricas.
Intensidade pluviométrica: quociente entre a altura pluviométrica precipitada num intervalo de tempo e este intervalo. 
Perímetro molhado: linha que define a seção molhada par as paredes e ao fundo do guia ou calha. 
Período de retorno: número médio de anos em que, para a mesma duração de precipitação, uma determinada intensidade pluviométrica é igualada ou ultrapassada apenas uma vez. 
Ralo: caixa dotada de grelha na parte superior, destinada a receber águas pluviais. 
Seção molhada: área benéfica de declive em uma seção transversa de um condutor ou calha. 
Tempo de concentração: intervalo de tempo decorrido entre o início da chuva e o momento em que toda a área de contribuição passa a contribuir para determinada seção transversal de um condutor ou calha. 
Vazão de projeto: vazão de referência para o dimensionamento de condutores e calhas.
Partes que constituem a instalação de água pluvial
Materiais empregáveis Segundo a NBR 10844, os outros materiais podem ser aproveitados para coleta e condução das águas pluviais:
 • Calha: aço galvanizado, folhas de flandres, cobre, aço inoxidável, alumínio, fibrocimento, pvc rígido, fibra de vidro, concreto ou alvenaria. 
• Condutor vertical: ferro fundido, fibrocimento, pvc rígido, aço galvanizado, cobre, chapas de aço galvanizado, folhas de flandres, chapas de cobre, aço inoxidável, alumínio ou fibra de vidro. 
• Condutor horizontal: ferro fundido, fibrocimento, pvc rígido, aço galvanizado, cerâmica vidrada, concreto, cobre, canais de concreto ou alvenaria.
 As canalizações cravadas devem ser acertadas em terreno resistente ou sobre base adequada, livre de vestígios ou materiais pontiagudos. O recobrimento mínimo deve ser de 30cm. Se caso não seja possível efetuar esse recobrimento mínimo de 30cm, ou onde a canalização estiver sujeita a carga de rodas, fortes compressões ou ainda, situada em área edificada, deverá existir uma proteção apropriada com uso de lajes ou canaletas que atrapalhem a ação desses esforços sobre a canalização.
INTALAÇOES PREDIAIS DE AGUAS PLUVIAS NBR 10844 (1989)
Os condutores de águas pluviais não podem ser usados para receber efluente de esgoto sanitário;
As superfícies horizontais de lajes devem ter uma declividade mínima de pelo menos 0,5% que terá a garantia do escoamento das águas pluviais até os pontos de drenagem previstos no projeto;
O diâmetro interno mínimo dos condutores verticais de seção circular é 75mm;
Os condutores horizontais devem ser projetados, sempre que possive, com declividade uniforme com valor mínimo de 0,5%.
Principais imposições da NBR 10844 a serem ressaltadas e adotadas:
• O sistema de consumo das águas pluviais deve ser inteiramente separado da rede de esgotos sanitários, rede de água fria e de quaisquer outras instalações prediais. Deve-se presumir dispositivo de proteção contra o acesso de gases no interior da tubulação de águas pluviais, quando possuir risco de penetração destes.
Nas junções e, no máximo de 20 em 20 metros, deve haver uma caixa de inspeção. 
• Quando houver risco de obstrução, deve-se prever mais de uma saída. 
• Lajes impermeabilizadas devem ter declividade mínima de 0,5%. 
• Calhas de beiral e platibanda devem ter declividade mínima de 0,5%. 
• Nos casos em que um extravasamento não pode ser tolerado, pode-se prever extravasores de calha que descarregam em locais adequados.
 • Sempre que possível, usar declividade maior que 0,5% para os condutores horizontais. Fatores meteorológicos
 Para se decidir a intensidade pluviométrica (I) para fins de projeto, deve ser implantada a duração da precipitação e do período de retorno apropriado, com base em dados pluviométricos locais. 
Duração da precipitação 
Deve ser implantada em 5 minutos. 
Período de retorno
 A NBR 10844 fixa os seguintes períodos de retorno, baseados nas características da área a ser drenada:
 • T = 1 ano: para áreas pavimentadas onde empoçamentos possam ser tolerados; 
• T = 5 anos: para coberturas e/ou terraço; 
• T = 25 anos: para coberturas e áreas onde empoçamentos ou extravasamentos não possam ser tolerados. 
 Intensidade de precipitação 
A intensidade de precipitação (I) a ser adotada deve ser de 150mm/h quando a área de projeção horizontal for menor que 100m². Se a área exceder a 100m², utilizar a tabela 5 (Chuvas Intensas no Brasil) da NBR 10844/1989. 
Dimensionamento
Vazão de projeto
 A vazão de projeto é determinada pela fórmula: 
Q = (I.A)/ 60 
onde:
 Q = vazão de projeto (l/min);
 I = intensidade pluviométrica (mm/h);
 A = área de contribuição (m²).
 Área de contribuição:
Cobertura(projeção horizontal);
Incrementos devido à inclinação da cobertura;
Incrementos devido às paredes que interceptam água de chuva.
Ação do vento: Devido à ação dos ventos, considerar um ângulo de inclinação da chuva em relação à horizontal:
= arc. Tg2
= ângulo de queda da chuva com influencia do vento
Área de comtribuição conforme NBR 10844(1989)
Dimensionamento das calhas
 As calhas podem ser dimensionadas pela fórmula de Manning-Strickler:
onde: Q = vazão da calha (l/min);
 S = área molhada (m²); 
RH = raio hidráulico = S/P (m);
 P = perímetro molhado (m);
 i = declividade da calha (m/m); 
n = coeficiente de rugosidade; 
K = 60000 (coeficiente para transformar a vazão em m³/s para l/min).
Coeficiente de rugosidade para uso da formula de Manning.
Dimensionamento de Calhas
Em calhas de beiral ou platibanda, quando a saída estiver a menos de 4m de uma mudança de direção, a vazão de projeto deve ser multiplicada pelos coeficientes da tabela a baixo.
	Coeficiente multiplicativos da vazão de projeto.
Prever extravasores;
Inclinação calhas = valor mínimo 0,5% (como foi dito anteriormente) para beiral e platibanda.
Dimensionamento dos condutores verticais 
Os condutores deverão ser instalados, sempre que possível, em uma só prumada. Quando houver necessidade de desvios devem ser utilizadas curvas de 90º de raio longo ou curvas de 45º, sempre com peças de inspeção. Dependendo do tipo de edifício e material dos condutores, os mesmos poderão ser instalados interna ou externamente ao edifício. O diâmetro interno mínimo dos condutores verticais de seção vertical é de 75mm. Sempre que possível projetá-los em uma única prumada, os desvios devem ser feitos com curva de 90° raio longoou curvas de 45°, deve se prever peças de inspeção com diâmetro mínimo da seção circular de 70mm e devem ser dimensionados a partir dos seguintes dados:
 • Q = vazão de projeto (l/min); 
• H = altura da lâmina de água na calha (mm);
 • L = comprimento do condutor vertical (m). 
Dimensionamento 
Abacos(CSTC/1975 – Bélgica)
Verificação da máxima vazão nos condutores verticais para que o regime de escoamento não seja forçado.
Vazão de projeto x Diâmetro do condutor vertical
Condutores Horizontais
Declividade uniforme, sendo no mínimo 0,5%, com escoamento com lâmina de água a uma altura h=2/3 interno, seus desvios devem ser feitos com curva de 90° raio longo ou curvas de 45°, também deve prever peças de inspeção ou caixas de areia, como, mudança de direção, a cada 20m , interligação com outros condutores.
Dimensionamento de condutores horizontais 
Capacidade de condutores horizontais de seção circular (vazão em L/min)
Exemplo:
1º passo: Área de Contribuição
 
a= 5m / b= 10m
A= a . b
A= A1=A2=50,0m²
2º Passo: Intensidade pluviométrica(São Paulo)
i= 63,18mm/h ( para T= 5 anos, t=5 min)
3º Passo: Determinar a vazão de projeto
Vazão na calha e no conduto vertical
Q= (1x 63,18 x 50,0)/60
Q= 52,65 L/min
4º Passo: Dimensionamento da calha (aço galvanizado)
A declividade mínima que a norma 10844/89 recomenda é de 0,5%.
Então adotamos i=0,005
Conforme a NBR 10844/89
K = 60000
n= 0,011
Considerando-se uma calha de seção retangular com as seguintes dimensões:
Base de 10cm
Altura útil de 5cm
S= 0,005m² e P=0,20m
Rh=(0,005/0,20)=0,025m
Paramêtros obtidos
i=0,005
K=60000
n=0,011
S=0,005m²
P=0,20m
Rh=0,025m
Q=52,65 L/min
Q=60000 x (0,005/0,011) x [(0,025)^(2/3)] (0,005^(1/2))
Q= 164,88 L/min > Qp=52,65 L/min 
Para Q= 52,65 L/min
h50mm(altura da lâmina de água n calha)
5º Passo: Cálculo do condutor vertical
Q= 52,65 L/min, H= 50mm e L= 3,0m
Para acharmos o diâmetro utilizamos o Ábaco1 D=75mm
Para manutenção de o escoamento anular, estipulou-se uma taxa de ocupação To de 30% da área da seção transversal do condutor vertical.
Para Q= 52,65L/min
To=30% tem-se:
D=75 mm
OK! Conforme a tabela Q=255,54L/min
6º Passo: Cálculo dos condutores horizontais
Área Pavimentada
T= 1 ano; I= 120mm/h
Tubulação de PVC
n= 0,011
Trecho 1-2
Q 1-2 = A . i/60 = (8 x 5 + 4/2) . 120/60 = 100l/min + 52,65 l/min
Tabela Condutores horizontal
Q= 152,65L/min
D=63mm ; i= 4%
Trecho 2-3
Q 2-3= (10x3+10x4/2) . 120/60 + 152,65 = 252,65 L/min
Tabela condutores horizontais
Q=252,65L/min; D=100mm ; i=1%
Trecho 3-4
Q 2-3= (10x3+10x4/2) . 120/60 + 252,65 = 352,65L/min
Tabela=Q=352,65 L/min; D= 100mm ; i=2%
Trecho 4 – Sarjeta
Q 2-3 = (5x8+5x4/2) . 120/60 + 352,65 = 452,65 L/min
Tabela = Q=452,65 L/min ; D= 125mm ; i= 1%
5 INSTALAÇÃO DE ESGOTO
O projeto para a instalação predial de esgoto foi realizado tomando como base a Norma técnica brasileira indicada, a N BR 8160/1999, seguido as instruções contidas para os cálculos.
Dimensionamento de ramais de descargas
Os ramais foram determinados a partir da norma citada, que determina os valores de referência método das unidades de Hunter de contribuição (UHC) para cada aparelho sanitário.
TABELA 01: Ramais de descargas dos aparelhos sanitários
	RAMAIS DE DESCARGA
	
	
	
	BANHEIRO (1)
	
	
	
	1 BACIA SANITÁRIA
	6
	UHC
	DN 100
	1 LAVATÓRIO
	1
	UHC
	DN 40
	1 CHUVEIRO
	2
	UHC
	DN 40
	TOTAL
	9
	UHC
	
	COZINHA
	
	
	
	1 PIA
	3
	UHC
	
	TOTAL
	3
	UHC
	DN 50
	ÁREA DE SERVIÇO
	
	
	
	1 TANQUE
	6
	UHC
	DN 40
	1 MAQUINA DE LAVAR ROUPAS
	1
	UHC
	DN 50
	TOTAL
	7
	UHC
	
TABELA 02: Unidade de Hunter de contribuição dos aparelhos sanitários e di âmetro nominal mínimo dos ramais de descarga
Dimensionamento de ramais de esgoto
Para o cálculo dos ramais de esgoto, considerou-se o total de Unidades de contribuição Hunter de cada compartimento para cada cômodo do edifício, dimensionando-se assim a tubulação.
Importante indicar que no banheiro, apesar de nos cálculos a tubulação a ser fornecida pelas tabelas ser 75 mm, pelo fato de o vaso sanitário possuir tubulação de 100 mm implicou que o ramal de esgoto possuirá, então, este valor maior.
TABELA 03: Ramais de esgoto de cada cômodo da residência
	RAMAIS DE ESGOTO
	
	
	BANHEIRO (1)
	
	
	9
	UHC
	DN 100
	COZINHA
	
	
	3
	UHC
	50
	ÁREA DE SERVIÇO
	
	
	7
	UHC
	DN 50
TABELA 04: Dimensionamento de ramais de esgoto
 
Dimensionamento dos tubos de queda
Os tubos de queda foram calculados considerando a contribuição de cada cômodo multiplicado
pelo número de pavimentos do prédio (6 pavimentos) e seus resultados encontram-se abaixo.
Para o dimensionamento do tubo de queda do banheiro e da cozinha foram considerados 5 pavimentos por conta da presença do zelador no térreo, o qual contará com cozinha e banheiro e por haver subsolo, desconta apenas um pavimento.
TABELA 05: Tubos de queda de cada compartimento da residência
	TUBOS DE QUEDA
	
	
	
	
	
	
	BANHEIRO (1)
	
	
	
	
	
	
	9
	UHC
	5
	PAVIMENTOS
	45
	UHC
	DN 100
	COZINHA
	
	
	
	
	
	
	3
	UHC
	5
	PAVIMENTOS
	15
	UHC
	DN 75
	ÁREA DE SERVIÇO
	
	
	
	
	
	
	7
	UHC
	5
	PAVIMENTOS
	35
	UHC
	DN 75
Tabela 10: Dimensionamento de tubos de queda
Volume da caixa de gordura
Considerando-se que o prédio possui 6 pavimentos tipo (contando com a presença do zelador
no térreo) e quatro apartamentos por andar, o correspondente a 16 pias, a norma recomenda que seja utilizada a caixa de gordura especial, que se dimensiona utilizando a fórmula abaixo, em que N representa o número de pessoas que contribuem para esta caixa de gordura, ou seja,
X habitantes.
TABELA 06: Volume da caixa de gordura
	VOLUME CAIXA DE GORDURA
	
	V = 2N+20
	
	POPULAÇÃO TOTAL (HAB)
	48
	VOLUME
	116
Dimensionamento da caixa sifonada
As caixas sifonadas devem ter as seguintes características mínimas:
	UHC
	DN (mm)
	Até 6
	100
	Até 10
	125
	Até 15
	150
Os cálculos referentes à caixa sifonada estão relacionados aos aparelhos sanitários que contribuem para ela. Desta forma, no banheiro os aparelhos considerados constam abaixo. O vaso sanitário não é contabilizado pois não contribui para a caixa sifonada, e sim diretamente para o tubo de queda.
	CAIXA SINFONADA
	
	
	
	BANHEIRO
	
	
	
	LAVATÓRIO
	1
	UHC
	DN 40
	CHUVEIRO
	2
	UHC
	DN 40
	TOTAL
	3
	UHC
	DN 100
Dimensionamento do Ramal de ventilação
O ramal de ventilação acopla-se ao Ramal de esgoto e foi dimensionado a partir das especificações da NBR 8160/ 1999 através do grupo de aparelhos com bacia sanitária com base no UHC de contribuição.
TABELA 07: Dimensionamento do ramal de ventilação
	RAMAL DE VENTILAÇÃO
	
	
	
	BANHEIRO
	9
	UHC
	DN 50
TABELA 08: Dimensionamento do ramal de ventilação
Distancia máxima do desconector ao tubo ventilador
De acordo com a NBR 8160/99, existem distâncias máximas a serem consideradas entre o desconector e o tubo ventilador. Na tabela abaixo constam tais distâncias que foram levadas em consideração no desenvolvimento do projeto.
TABELA 09: Distância máxima entre o desconector e o tubo ventilador
	DISTÂNCIA MÁXIMA DE UM DESCONECTOR AO TUBO VENTILADOR
	
	
	CÔMODO
	DN RAMAL DE DESCARGA
	DISTÂNCIA
	BANHEIRO
	DN 100
	2,4 m
	
	
	
TABELA 10: Distância máxima de um desconector ao tubo ventilador
Dimensionamento da coluna de ventilação
Para o cálculo da coluna de ventilação, deve-se considerar a altura do pé direito (2,95 m no projeto em questão), número de pavimentos tipo (6 andares), além da abertura na cobertura, que não consta no projeto, logo, 0,3 m.
Com o valor do comprimento, juntamente com o valor do tubo de queda do banheiro (36 UHC, DN 100), pôde-se encontrar o diâmetro da coluna de ventilação.TABELA 11: Dimensionamento da coluna de ventilação
	COLUNAS E BARRILETES DE VENTILAÇÃO
	
	PÉ DIREITO (m)
	2,95
	COMPRIMENTO
	12,1
	TQ BANHEIRO
	36
	DN
	100
Dimensionamento do Subcoletor e Coletor Predial
Para o cálculo do dimensionamento dos subcoletores utilizou-se a inclinação (i = 1%). Além disto, de acordo com a NBR 8160 /1999, para banheiros, deve-se considerar apenas o aparelho de maior contribuição, nos demais cômodos, utiliza-se a soma dos UHT dos aparelhos. Desta forma para o banheiro considerou-se 6 UHC, provenientes da bacia sanitária. Para os outros compartimentos, considerou-se todas as contribuições referentes aos aparelhos.
Assim, para cálculo dos subcoletores, calculou-se a contribuição de cada compartimento e multiplicou-se pelo número de pavimentos tipo, definindo, desta forma, a tubulação referente a cada subcoletor. No cálculo do subcoletor da área de serviço considerou-se 4 pavimentos tipo pelo fato da ausência deste cômodo no térreo para o zelador e subsolo sendo apenas para estacionamento para veículos.
TABELA 12: Dimensionamento do Subcoletor
	SUBCOLETORES (i = 1%)
	
	
	
	
	
	BANHEIRO (1)
	
	
	
	
	
	6
	UHC
	5
	30
	UHC
	DN 100
	COZINHA
	
	
	
	
	
	3
	UHC
	5
	15
	UHC
	DN 100
	ÁREA DE SERVIÇO
	
	
	
	
	
	7
	UHC
	4
	28
	UHC
	DN 100
TABELA 13: Dimensionamento do Subcoletor
Para o dimensionamento do coletor predial, foi utilizada a mesma tabela da NBR 8160/1999 acima como referência e somou-se todos os UHC dos subcoletores dos respectivos cômodos, multiplicando-se pelo número de pavimentos do edifício.
 
TABELA 14: Dimensionamento do coletor predial
	COLETOR PREDIAL
	
	
	
	Soma subcoletores
	93
	
	
	4 apartamentos por andar
	372
	UHC
	DN 150
6 PROTÓTIPO DO PROJETO DE INSTALAÇÕES HIDRAULICAS PREDIAL
Projeto inicial de toda a instalação hidráulica necessária de um prédio 
 
Projeto do trabalho pratico, feito pelos integrantes do grupo elaborado pelo programa AutoCad.
(Predio de quatro andares com suas instalações hidráulicas necessárias)
Reservatórios instalados na cobertura.
(Instalação dos reservatórios)
Projeto: parte prática
 
(Projeto pronto com todas as instalações)
(Instalação hidráulica dos reservatórios)
(Instalação hidráulica dos ramais e sub-ramais)
(Instalação da caixa de gordura)
7 METODOLOGIA
A metodologia que foi adotada para a realização deste trabalho constituiu-se de uma pesquisa bibliográfica e prática, que foi desenvolvida através da leitura de livros, artigos, trabalhos de conclusão de curso, teses, internet entre outros, em base de dados que pudessem dar embasamento às afirmações.
8 CONCLUSÃO
Durante o período de elaboração do presente trabalho foi possível vivenciar a realidade das várias etapas que compõem um projeto completo de instalações prediais hidráulicas, proporcionando a cada um dos integrantes do grupo a experiência de colocar em prática todos os conceitos e conhecimentos adquiridos em sala de aula, o que com toda certeza contribuirá muito para a formação profissional de todos.
9 REFERÊNCIA
Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 5626:1998 - Instalação predial de água fria.
Rio de Janeiro: ABNT;
___. NBR 8160:1999 – Sistemas prediais de esgoto sanitário - projeto e execução. Rio de
Janeiro.
___. NBR 10844:1989 – Instalações prediais de águas pluviais. Rio de Janeiro.
DANCOR. Catálogo Geral de Produtos 60 HZ. Disponível em:
 <http://alternativamotores.com.br/pe-brasil/images/catalogos_alternativa_motores/catalogo_geraleral-2014_dancor.pdf>. Acesso em 02 de mai. de 2019.
PORTO, Rodrigo M. Hidráulica Básica. 4ª ed. São Carlos-SP: EESC USP, 2006;
___. JUNIOR, ROBERTO DE CARVALHO; Instalações Hidráulicas e o Projeto de Arquitetura. Disponível em: <https://books.google.com.br/books?hl=pt-BR&lr=&id=ByxdDwAAQBAJ&oi=fnd&pg=PA95&dq=instala%C3%A7%C3%B5es+prediais+hidraulicas+geral&ots=5X3b9cvTZM&sig=Ihya2ApeYljxPcradIhKiAflVzg#v=onepage&q=instala%C3%A7%C3%B5es%20prediais%20hidraulicas%20geral&f=false> Acesso em: 02 de mai. De 2019.
___. MARCO ZERO ENGENHARIA LTDA; Memorial Descritivo e Projeto Hidráulico e Sanitário; Disponível em: <https://www.joinville.sc.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/Memorial-Descritivo-de-Projeto-Hidrossanit%C3%A1rio-EIV-Hesa-156.pdf>. Acesso em: 04 de mai. 2019
___. NBR 5626:1998 – Instalação predial de água fria. Rio de Janeiro. Disponível em: <https://ecivilufes.files.wordpress.com/2013/06/nbr-05626-1998-instalac3a7c3a3o-predial-de-c3a1gua-fria.pdf>. Acesso em: 05 de mai de 2019.
___. EBAH – Instalações Hidráulicas. Disponível em: <https://www.ebah.com.br/content/ABAAAAhT0AD/instalacoes-hidraulicas>
___. PASSEI DIRETO – Projeto completo final instalações hidráulicas. Disponível em: <https://www.passeidireto.com/arquivo/34417776/projeto-completo-final-instalacoes-hidraulicas> Acesso em: 12 de mai. De 2019.

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