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SANEAMENTO 
E INSTALAÇÕES 
HIDRÁULICAS 
PREDIAIS
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
 > Conceituar instalações prediais de águas pluviais.
 > Avaliar a estimativa de precipitação pluvial e da vazão a escoar.
 > Dimensionar calhas, canaletas, condutores de águas pluviais e ralos.
Introdução
Quando a chuva incide sobre uma determinada residência, uma destinação correta 
deve ser pensada, a fim de manter a estanqueidade das partes cobertas e evitar 
sobrecargas em lajes ou patologias como infiltrações ou corrosão das armaduras 
de aço das peças de concreto. Por isso, é imprescindível uma correta estimativa 
da chuva de projeto e o dimensionamento de cada um dos dispositivos que con-
duzirá a água até o seu destino adequado. Para isso, é importante conhecer as 
partes que constituem um sistema residencial de drenagem, ser capaz de estimar 
a água incidente sobre as superfícies em análise e calcular a vazão, e, também, 
dimensionar cada uma das partes dos diversos dispositivos. Neste capítulo, você 
vai estudar cada um desses passos.
Instalações prediais de águas pluviais
Sempre que pensar em termos de instalações prediais, uma boa formar de 
ligar os pontos é se perguntar qual problema específico aquele conjunto de 
dispositivos resolve. As instalações elétricas, por exemplo, resolvem o pro-
Instalações prediais 
de águas pluviais
Igor Ribeiro
blema de como energizar uma dada unidade residencial de modo adequado. 
Usando essa analogia, ao pensarmos em instalações prediais de águas pluviais, 
o problema a ser resolvido é a água pluvial, ou seja, a água da chuva.
A partir disso, intuitivamente, é possível pensar os constituintes. A água da 
chuva que incide sobre os telhados ou platibandas é conduzida por meio de 
calhas horizontais até uma saída. Tal saída se conecta a tubos verticais que, 
já abaixo do nível do solo — ou no nível da garagem, em alguns casos —, são 
ligados a condutores horizontais que direcionarão a água até a rede pública.
Vale ressaltar que a legislação brasileira não permite que a água desse 
sistema seja interligada com as demais instalações, como esgotos (AZEVEDO 
NETO; FERNÁNDEZ Y FERNÁNDEZ, 2018). Os diâmetros que seriam resultantes 
da utilização de um sistema único e os riscos associados tornam isso impra-
ticável. A Figura 1 ilustra essas instalações.
Figura 1. Instalações prediais de águas pluviais.
Fonte: Carvalho Júnior (2014, p. 183).
Ao conceber esse caminho, é possível identificar a importância desse sis-
tema. A norma que rege esse projeto é a NBR 10844 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA 
DE NORMAS TÉCNICAS, 1989), ainda em vigor, que estabelece os critérios em 
termos de funcionalidade, durabilidade, manutenção, conforto do usuário e 
variáveis a serem consideradas para um dimensionamento adequado. Esses 
itens são sumarizados na seção 4.2 da norma, nos pontos a seguir.
Instalações prediais de águas pluviais2
 � Recolher e conduzir a vazão de projeto até locais permitidos pelos 
dispositivos legais com estanqueidade: a água que incide sobre os 
telhados e platibandas deve ser conduzida, adequadamente, sem 
transbordamento ou alagamentos, até a rede pública, de acordo com 
o plano diretor da cidade em que se projeta.
 � Permitir limpeza e desobstrução em qualquer ponto dos sistemas: as 
calhas, saídas e condutos horizontais devem ter ralos e dispositivos 
que permitam inspeção e desobstrução quando necessário.
 � Absorver os esforços provocados pelas variações térmicas, choques 
mecânicos, pressões de operação e demais intempéries: a maior parte 
dos materiais utilizados para as partes desses sistemas já satisfazem 
esses critérios, desde que dimensionados corretamente.
 � Não provocar ruídos excessivos e ser fixados de modo a assegurar a 
resistência e durabilidade.
 � Nos componentes em contatos com outros materiais, utilizar materiais 
compatíveis entre si.
Principais partes das instalações
Essas instalações são constituídas por poucas partes, que têm a função de 
captar e conduzir a água da chuva até o seu destino. Podemos dividi-las da 
seguinte forma.
 � Superfícies coletoras: telhados, platibandas, pisos externos, paredes, 
coberturas, terraços e demais superfícies que interceptam as águas 
pluviais.
 � Calhas: são elementos horizontais que recebem as contribuições das 
superfícies coletoras e conduzem às saídas.
 � Rufos: são elementos alocados de modo a evitar infiltrações, prote-
gendo cantos como encontros com platibandas ou muros.
 � Saídas: são elementos verticais que convergem as águas primariamente 
coletadas nas calhas ou mesmo em outras superfícies coletoras. O proje-
tista deve estar atento à possibilidade de incorporação de ar e eventual 
redução da capacidade hidráulica em saídas do tipo arestas vivas.
 � Condutores: tubulações utilizadas para conduzir a água por escoamento 
livre tanto na vertical a partir das saídas quanto na horizontal.
 � Ralos: elementos dotados de grelhas planas ou hemisféricas que po-
dem convergir a água e ser direcionada a alguma outra parte como 
condutor horizontal.
Instalações prediais de águas pluviais 3
Às vezes, problemas de transbordamento de calhas podem ser re-
solvidos apenas alterando o tipo de saída para o tipo funil. Esse tipo 
evita a incorporação de ar que leva à estricção do escoamento e, consequen-
temente, à redução da capacidade hidráulica.
Entradas do sistema
Na engenharia, sempre precisamos saber a demanda para depois dimen-
sionar o sistema conforme aquela solicitação. Neste capítulo, seguiremos o 
mesmo raciocínio: devemos inicialmente estimar a chuva e, a partir dela e do 
coeficiente de deflúvio assumido, calcular a vazão de chuva que se converte 
em escoamento superficial. Como a chuva varia amplamente dependendo da 
região, do período observado e da duração da chuva, usualmente fazemos uma 
estimativa da chuva de projeto, com base em uma abordagem probabilística.
Inicialmente, vamos definir o parâmetro tempo de retorno. Tal parâmetro 
representa o tempo para que determinado evento seja igualado ou excedido. 
Ou seja, ao utilizar um tempo de retorno (TR) de 50 anos, em vias práticas, 
significa que essa é a intensidade pluviométrica que não será igualada ou 
excedida dentro do período considerado. Quanto maior o TR, maior será a 
intensidade de chuva considerada no dimensionamento, o que resultará em 
maiores seções. Nesse ponto, é necessário definir qual será o tempo ótimo, 
que vai garantir segurança de modo econômico.
A NBR 10844 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 1989) esta-
beleceu três faixas com condicionantes, que foram reiteradas posteriormente 
por Azevedo Neto e Fernández y Fernández (2018) e Araújo (2014). Veja a seguir.
 � TR = 1 ano: obras onde empoçamentos podem ser tolerados.
 � TR = 5 anos: para coberturas e/ou terraços.
 � TR = 25 anos: para coberturas e áreas onde empoçamentos e extrava-
samentos não podem ser tolerados.
Como empoçamentos e extravasamentos geram efeitos não desejados 
nas edificações, é usual que o tempo de 25 anos seja adotado para projetos 
de instalações de águas pluviais.
A duração da chuva é outro parâmetro complexo para estimativa. Chuvas 
de longa duração costumam ter maior volume de água, e as de curta duração 
Instalações prediais de águas pluviais4
costumam ter maior intensidade. A norma vigente concede um direcionamento: 
o tempo de duração deve ser adotado como 5 minutos, caso informações 
meteorológicas mais precisas não estejam presentes (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA 
DE NORMAS TÉCNICAS, 1989).
Em obras especiais, como hospitais, podem ser adotados maiores 
períodos de retorno e diferentes tempos de concentração, para 
estimativas mais conservativas.
Comumente, de acordo com dados colhidos em estações meteorológicas, 
uma curva que considera a intensidade, a duração e a frequência da chuva 
(IDF) é ajustada de acordo com uma correlação empírica na forma:
Os parâmetros a, b, c e d são ajustados por regressão linear ou não linear 
de acordo com a localidade para os dados colhidos. Campos et al. (2014) 
efetuaram um precisoestudo sobre a intensidade pluviométrica a partir 
dos dados disponíveis na Agência Nacional de Águas (ANA). A Figura 2 mos-
tra a curva ajustada por regressão linear (IRL) e não linear (IRNL), com os 
respectivos coeficientes R2, que aponta a confiabilidade da equação para o 
conjunto de dados.
Figura 2. Ajuste de curva IDF para Teresina (PI).
Fonte: Campos et al. (2014, documento on-line).
Instalações prediais de águas pluviais 5
Efetuado o ajuste com confiabilidade satisfatória, os coeficientes são 
usualmente tabelados para cálculo, como o Quadro 1.
Quadro 1. Coeficientes de ajuste IDF
Nº Local
Coeficientes de ajuste
a b c d
1 Porto Alegre 816,59 0,167 12 0,76
2 Florianópolis 1.754,24 0,187 36 0,823
3 Curitiba 998 0,178 9 0,784
4 São Paulo* 29,13 0,181 15 0,89
5 Rio de Janeiro 1.239 0,15 20 0,74
*mm/min
Fonte: Adaptado de Carvalho Júnior (2014).
Nesse ponto, é importante demarcar que a norma permite uma simpli-
ficação para edificações com projeção horizontal em planta inferior a 100 
m²: para essas áreas, a intensidade volumétrica pode ser considerada com 
o valor de 150 mm/h.
Uma vez que a chuva de projeto foi estimada, aplica-se a equação do 
método racional:
onde Cm é o coeficiente de deflúvio e iA é a área de contribuição em m². Usu-
almente, para telhados, adota-se CM = 1,0, que equivale a afirmar que toda 
a chuva de projeto incidente se converterá em escoamento superficial. Essa 
consideração é a favor da segurança.
Para o cálculo das áreas de contribuição, a NBR 10844 (ASSOCIAÇÃO BRA-
SILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 1989), considerando que a chuva não incide 
ortogonalmente nas superfícies, prescreve algumas relações de acordo com 
a configuração disposta. A Figura 3 mostra as principais configurações e as 
relações para o cálculo das áreas.
Instalações prediais de águas pluviais6
Figura 3. Cálculo das diversas configurações para áreas de distribuição.
Fonte: Campos et al. (2014, documento on-line).
A partir do desenho arquitetônico, deve ser traçado o percurso da água 
para verificar para qual calha cada uma das áreas contribuirá. Deve-se buscar 
uma distribuição que forneça os diâmetros mais econômicos e que satisfaça 
os critérios normativos.
Instalações prediais de águas pluviais 7
Calcule a vazão de projeto pelo método racional para o telhado 
ilustrado a seguir, em uma edificação com 85 m².
Fonte: Carvalho Júnior (2014, p. 190).
Resolução:
Inicialmente, devemos calcular a área da superfície coletora. De acordo com 
a Figura 3b, para essa superfície inclinada, devemos calcular a área por meio 
da expressão:
Como a área de projeção é inferior a 100 m², podemos adotar a intensidade 
com o valor de 150 mm/h, o que resulta em:
Dimensionamento dos elementos do 
sistema
Uma vez que os inputs do sistema forem calculados, iniciamos o dimensio-
namento das calhas. Existem basicamente dois tipos principais: de beiral e 
de platibanda. Como o escoamento é livre, ou seja, sujeito apenas à pressão 
atmosférica, utilizaremos a equação de Manning:
Instalações prediais de águas pluviais8
onde Am é a área molhada, em m², RH é o raio hidráulico, I é a inclinação da 
calha e n é o coeficiente de rugosidade, que depende do material utilizado 
nesse elemento. Entre os mais usuais, cita-se o PVC, o aço galvanizado, as 
folhas de flandres, as chapas de cobre ou mesmo as de concreto, mais comuns 
para calhas internas.
Como escolher o material para a calha? Carvalho Júnior (2014) faz algumas 
considerações sobre as vantagens associadas à utilização da calha PVC, que 
oferece resistência química à corrosão, mesmo para cidades litorâneas, e 
tem rápida e fácil instalação. Entretanto, esse material perde em termos de 
durabilidade e sustentabilidade.
Como temos um escoamento livre, a capacidade hidráulica da calha está 
diretamente associada à quantidade de energia que fornecemos ao sistema 
por meio da declividade. Tendo isso em vista, a norma prevê uma declividade 
mínima de 0,5% para calhas de beirais (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS 
TÉCNICAS, 1989). Quando tivermos calhas de água furtada, como na Figura 4, 
a declividade prescrita no projeto deve ser observada.
Figura 4. Formas e tipos das calhas mais comuns.
Fonte: Carvalho Júnior (2014, p. 192).
Não podemos seguir e utilizar declividades cada vez maiores para aumentar 
a capacidade hidráulica. Pense por um instante na instalação de uma calha 
com grande declividade. Além da pouca praticidade associada ao tipo de su-
porte, os grandes desníveis são desagradáveis do ponto de vista estético. Por 
isso, não é muito comum que sejam utilizadas declividades superiores a 2%.
Instalações prediais de águas pluviais 9
Como as calhas por vezes fazem curvas, perdas de cargas são associadas. 
Por isso, a norma prevê um coeficiente para o ajuste da vazão a ser consi-
derada para a redução da capacidade hidráulica no cálculo de acordo com 
o tipo de escoamento e a proximidade da saída vertical dessa mudança de 
direção (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 1989). Os valores 
praticados estão listados no Quadro 2.
Quadro 2. Coeficientes de ajuste IDF
Tipo de curva
Distância do elemento até saída
dFonte: Carvalho Júnior (2014, p. 199)
Instalações prediais de águas pluviais12
Resolução:
Para as informações concedidas, a partir do Quadro 3, temos:
Utilizando a saída em aresta viva, devemos traçar uma linha vertical até 
encontrar a curva correspondente. Então, a partir da intersecção mais alta, 
traçamos uma horizontal. Por fim, adota-se o diâmetro superior ao obtido.
Fonte: Adaptada de Carvalho Júnior (2014).
Instalações prediais de águas pluviais 13
Nesse caso, o diâmetro de 75 mm pode ser adotado para as saídas do tipo 
aresta viva. Para a saída do tipo funil, temos:
Fonte: Adaptada de Carvalho Júnior (2014).
Observe que, devido à maior capacidade hidráulica, o valor projetado no 
eixo das ordenadas é menor. Contudo, devido aos diâmetros comerciais, a 
vazão em análise resultará no mesmo diâmetro de 75 mm.
Condutores horizontais
Finalmente, a água coletada no sistema, somada às possíveis contribuições 
das superfícies acima dos tubos, será conduzida pelos condutores horizontais 
até o destino legalmente permitido, como a calha viária, as valas de infiltra-
ção, os poços de armazenamento, entre outros. Reis e Ilha (2019) apontam 
as técnicas de drenagem de lote como soluções para atender às crescentes 
demandas de soluções de drenagem de baixo impacto ambiental.
A norma limita a declividade mínima desses elementos a 0,5%, para evitar 
acúmulo de sujeira e demais formas de obstruções (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA 
DE NORMAS TÉCNICAS, 1989). Por outro lado, usualmente, os códigos municipais 
Instalações prediais de águas pluviais14
estabelecem velocidades máximas — e, com isso, declividades limites — para 
evitar a erosão dos tubos, aumentando a vida útil.
No caso de serem condutores aparentes, devem ser previstas inspeções 
e caixas de inspeções quando enterrados em mudanças de direção ou no 
máximo a cada 20 m. A ligação do condutor vertical com os horizontais deve 
ser feita utilizando curvas. Ao mesmo tempo, devem ser instaladas caixas 
de areia nessas transições.
O dimensionamento desses elementos é feito a partir da aplicação de 
tabelas fornecidas pela norma, com a capacidade hidráulica em função da 
rugosidade, declividade e diâmetro dos tubos utilizados (ASSOCIAÇÃO BRASI-
LEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 1989). A equação de Manning é utilizada supondo 
a altura da lâmina de água como equivalente a 2/3 do diâmetro.
Nesse ponto, é preciso demarcar que as superfícies a nível no terreno 
usualmente geram contribuições em termos de escoamento superficial. Por 
isso, o procedimento mais preciso seria estimar o coeficiente de deflúvio 
para as áreas em análise e então somar a vazão em um dado trecho de 
cálculo. Para pequenas áreas de projeção, Carvalho Júnior (2014) e Azevedo 
Neto e Fernández y Fernández (2018) utilizam aproximações que estimam o 
diâmetro a partir de uma dada área de contribuição calculada. A partir de 
tais aproximações, basta calcular a área e consultar o Quadro 4 para obter 
o diâmetro de projeto.
Instalações prediais de águas pluviais 15
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Instalações prediais de águas pluviais16
Exemplo
Para o telhado a seguir, em planta, não existem contribuições não despre-
zíveis no nível dos condutores horizontais, e os condutores verticais têm as 
seguintes vazões:
Cada condutor vertical está conectado à jusante com o condutor vertical 
de mesmo índice. Efetue o dimensionamento de todos os condutos indicados 
na figura a seguir.
Fonte: Adaptada de Viana (2019).
Condutor
vertical Platibanda 1
20
.0
0
Pl
at
ib
an
da
 2
Ca
lh
a 
1
Ca
lh
a 
2
2
10.00
Planta baixa
1
Platibanda 1
Condutores
horizontais
CH1 CH3
CH5
CH2
CH4
CH6
Condutores
horizontais
Caixa de
areia
Pl
at
ib
an
da
 2
Instalações prediais de águas pluviais 17
Resolução:
Inicialmente, devemos atribuir corretamente as vazões para o dimensio-
namento de todas as tubulações. Como apenas as vazões dos condutores 
verticais serão consideradas, atribuímos inicialmente a vazão para os tubos 
horizontais conectados à montante com os tubos verticais. Logo:
Adicionalmente, verificamos que o tubo CH1 une-se a CH2 em uma caixa 
de areia. Logo, CH5 terá a vazão:
A esse tubo, adicionaremos as vazões dos tubos horizontais 4 e 5:
A partir dessas vazões, consultando uma tabela de capacidade hidráulica 
como a disponível em Azevedo Neto e Fernández y Fernández (2018), obtemos 
os diâmetros, para n = 0,011:
Instalações prediais de águas pluviais18
Referências
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 10844: instalações prediais 
de águas pluviais-procedimento. Rio de Janeiro: ABNT, 1989.
ARAÚJO, R. R. Estudo comparativo entre a Norma Brasileira NBR10844 e a Norma Europeia 
12056-3. 2014. Dissertação (Mestrado) — Universidade do Porto, Porto, 2014.
AZEVEDO NETO, J. M.; FERNÁNDEZ Y FERNÁNDEZ, M. Manual de hidráulica. 9. ed. São 
Paulo: Blücher, 2018.
CAMPOS, A. R. et al. Equações de intensidade-duração-frequência de chuvas para o 
estado do Piauí. Revista Ciência Agronômica, v. 45, n. 3, p. 488–498, 2014. Disponível 
em: https://www.scielo.br/j/rca/a/gpg3YZG4dtWdj7XYRmC49CQ/?format=pdf&lang
=pt. Acesso em: 27 jul. 2021.
CARVALHO JÚNIOR, R. Instalações prediais hidráulico-sanitárias: princípios. São Paulo: 
Blücher, 2014. E-pub.
REIS, R. P. A.; ILHA, M. S. de O. Influência das condições de instalação do sistema predial 
de água pluvial nas soluções de drenagem na fonte. Ambiente Construído, v. 19, n. 1, 
p. 129–141, jan./mar. 2019.
VIANA, D. Dimensionamento de calhas e condutores: exercício de fixação. In: GUIA 
da engenharia. [S. l.: s. n.], 2019. Disponível em: https://www.guiadaengenharia.com/
dimensionamento-calhas-condutores/. Acesso em: 30 jul. 2021.
Leitura recomendada
GONÇALVES, L. S. Relações intensidade-duração-frequência com base em estimativas 
de precipitação por satélite. 2011. Dissertação (Mestrado) — Universidade Federal do 
Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2011.
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Instalações prediais de águas pluviais 19

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