Prévia do material em texto
FRIA II Aula dia 14/08 HORMONIOS MASCULINOS INTERLEUCINA E INTERFERON Fazem com que o sistema imunológico não atue contra o espermatozoide INIBINA Regula liberação de FSH IGF Faz com a diferenciação e maturação do esperma ocorra Alimento para o esperma nas células de sertoli: LACTATO CÉLULAS DE LEYDIG: Produzir testosterona Quantidade de colesterol afeta- baixo colesterol/ baixa testosterona Estradiol alto inibe a síntese de testosterona Pouca prolactina inibe a síntese de hormônios hipofisarios Muita prolactina: baixa testosterona alto estradiol baixa viabilidade do esperma e desenvolve algumas características femininas TESTOSTERONA: Características masculinas Anabolismo miotrófico- crescimento muscular Torna funcional as glândulas acessórias Libido – tem que ter estradiol PROSTAGLANDINA Aumenta mobilidade do esperma Aumenta contração uterina (para que o esperma encontre o oocito) OCITOCINA Regula o fluxo do ejaculado HORMONIOS PROTEICOS E GLICOPROTEICOS Ação rápida (atuam na membrana citoplasmática) FSH- Regula expressão da célula de sertoli Regula espermatogênese LH Atua nas células de leydig para produção de testosterona PROLACTINA Controla os receptores de LH na célula de leydig HORMÔNIOS ESTERÓIDES Não atuam na membrana mas sim no núcleo Mais lento- dura horas e dias no organismo Testosterona- Características do macho/copula Produção de esperma AULA DIA 22/08 ESPERMATOGÊNESE Processo de formação e desenvolvimento do espermatozoide GAMETOGENESE DEFINIÇÃO: formação e desenvolvimento das células germinativas especializadas (gametas), reprodução sexuada Local ocorrência: gônadas (testículos e ovários) A espermatogênese ocorre no epitélio dos túbulos seminíferos do testículo As gônadas possuem função exócrina (produção de gametas) e endócrina (liberação de hormônios sexuais) Hormônio sexual masculino: testosterona, produzidas nas células de leydig nos testículos Hormônio sexual feminino: estrógeno e progesterona. Produzidas nas células foliculares do ovário Os hormônios sexuais é o que garante dimorfismo sexual Diforfismo sexual: diferença fenotípica em função do gênero Células constituintes do epitélio do túbulo seminífero: Sertoli: sustentação Células germinativas em desenvolvimento: Testículo: GAMETOGENESE MASCULINA: ESPERMATOGENESE Fases da espermatogênese: Espermatocitogênese e espermiogênese Duração da espermatogênese: varia conforme a espécie Pode ser dividida em ciclos, ex: 6 ciclos no homem e 12 ciclos no touro E o tempo de cada ciclo, ex: 9 dias nos reprodutores suínos e 14 dias no touro A onda espermatogenica é a maturação dos espermatozoides e varia conforme o tempo As fases para maturação morfológica estão distribuídas ao longo do comprimento da alça tubular (fases mais avançadas se encontram próximos da rede testis) ESPERMATOCITOGÊNESE Espermatogônia A – espermatogônia A (mitose) e B (meiose) – espermatôgonia B sofre diferenciação – espermatócitos primários (2n) – espermatócitos secundários – espermátide (sofre diferenciação) – espermatozoide Espermatogônias tipo B se diferenciam e formam os espermatócitos primários (2n), dobram o DNA originando espermatócitos primários (crescimento e diferenciação) Espermatócitos primários formam a primeira meiose (passam pela fase “S”- interfase- antes da meiose) Formam duas cromátides de cada cromossomo homologo Ocorre crossing over (obtenção de características mistas) Separa-se os cromossomos homólogos Originam os espermatócitos secundários Espermatócitos secundários sofrem a segunda meiose (não passa pela fase S) separa-se as cromátides e originam as espermátides (células haploides) A cada 5 minutos ocorre uma onda de espermatogênese Obs: nos bovinos a espermacitogênese demora 45 dias ESPERMIOGÊNESE Passagem de espermátides para espermatozoides Ocorre alterações morfológicas: condensação da cromatina, formação da da cauda e desenvolvimento de uma vesícula cefálica Dividida em 4 fases: Fase de Golgi, fase de capuchão, fase de acrossomo e fase de maturação FASE DE GOLGI Formação de grânulos próascrossômáticos (inúmeras pequenas vesículas) dentro do aparelho de Golgi Vesículas se fundem e formam grânulos acrossômicos no envoltório nuclear Formação inicial do polo oposto FASE DO CAPUCHÃO Difusão do granulo (vesícula) acrossômica sobre 2/3 da superfície do núcleo da espermátide – forma um saco membranoso de parede dupla Desenvolvimento do axonema – estrutura filamentosa da cauda – 2 tubulos centrais, rodeados por 9 pares de túbulos periféricos Migração de 2 centríolos para o polo da cauda FASE DO ACROSSOMO Ocorre modificações maiores no núcleo, acrossomo e cauda espermática O núcleo migra para a periferia da célula (grânulos densos e assume forma alongada) O formato do acrossomo acompanha o núcleo (alongado) – participação da célula de sertoli Deslocamento do citoplasma para a direção caudal do núcleo Formação da manchete e do annulus (seja a peça intermediaria) Concentração das mitocôndrias próximas ao axonema FASE DE MATURAÇÃO Ocorrem as transformações finais dos espermatozoides que serão liberados no lumen dos túbulos seminíferos Formação de espermatozoide característicos de cada espécie Alteração no núcleo- formação de um material homogêneo que preenche todo o núcleo Desaparecimento da manchete – células de sertoli dão forma ao citoplasma restante Forma-se o corpo residual- formato de um lobo esferoide indica o termino da maturação final As espermátides ficam prontas para liberação do sptz Perde o resto do citoplasma ao passar pelos ductos epididimarios pois são finos e extremamente sinuosos, o que faz deslocar a bolha citoplasmática