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ESTUDO DE CASO:
 
PROJETOS DE EDIFICAÇÕES MISTAS COM INTERVENÇÕES URBANAS
13
UNIP - Universidade Paulista
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Campus Brasília - Asa Sul
ESTUDO DE CASO:
PROJETOS DE EDIFICAÇÕES MISTAS COM INTERVENÇÕES URBANAS
ARQUITETURA E URBANISMO
Disciplina: AUI - Arquitetura e Urbanismo Integrado
Turma: AU9P
Professora: Elimárcia 
Aluno:
 
Mayele Mendes Campos
R.A: 
B824DD7
 Felipe Araujo dos Santos R.A: T1063J0
BRASÍLIA, 26 DE AGOSTO DE 2019
SUMÁRIO
ESTUDO DE CASO LOCAL: 1º LUGAR NO CONCURSO CODHAB-DF PARA EDIFÍCIOS DE USO MISTO EM SANTA MARIA/DF
DADOS TÉCNICOS __________________________________________03
LOCALIZAÇÃO _____________________________________________04
IMPLANTAÇÃO _____________________________________________05
O PROJETO ________________________________________________05
PLANTAS E CORTES ________________________________________12
REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFIA ________________________________15
ESTUDO DE CASO NACIONAL: EDIFÍCO HÍBRIDO EM BELO HORIZONTE/MG
DADOS TÉCNICOS __________________________________________16
LOCALIZAÇÃO _____________________________________________17
O PROJETO ________________________________________________18
CROQUIS E MODELAGEM 3D ________________________________ 21
REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFIA ________________________________22
ESTUDO DE CASO INTERNACIONAL: EDIFÍCIO LISBON WOOD EM LISBOA/PORTUGAL
DADOS TÉCNICOS __________________________________________23
LOCALIZAÇÃO _____________________________________________24
O PROJETO ________________________________________________25
PLANTAS E CORTES ________________________________________27
FACHADAS ________________________________________________31
REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFIA ________________________________33
ESTUDO DE CASO LOCAL: 1º LUGAR NO CONCURSO CODHAB-DF PARA EDIFÍCIOS DE USO MISTO EM SANTA MARIA/DF
Projeto Para Edifico de uso Misto em Santa Maria /DF
1. DADOS TÉCNICOS
Arquitetos: Estúdio Gamboa de Arquitetura 
Arquiteto Responsável: Camila Celin Paris
Autores: Camila Paris, Luisa Zacche, Naiara Menezes, Naiene Cardoso
Localização: Lote CL108 B / C, Santa Maria - DF 
Ano do projeto: 2016
Taxa de ocupação por bloco: 719,08 m² (59%)
Taxa máxima de construção por bloco: 4399,84 m² (366%)
Área permeável por bloco: 180 m² (15%)
Unidades Habitacionais por bloco: 56 unidades
Unidades comerciais: 03 unidades
2. LOCALIZAÇÃO
Lote CL 108 B/C
Localização retirada do Google Maps referente ao lote que será implantado o projeto.
 
Mapa de rotas, acessos e proximidades ao e
ntorno do lote a ser implantado o projeto vencedor
.
Avenida Alagado
Lote CL 108 B/C
3. IMPLANTAÇÃO
Mapa 
de implantação e locação das edificações no terreno. 
LEGENDA
 
 Bloco I - Lote B
 
 
 Bloco II - Lote C
4. O PROJETO
Imagem 3D referente a fachada dos blocos e a circulação das pessoas pelos pilotis. 
A Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (CODHAB/DF) divulgou recentemente o resultado do Concurso Nacional de Projetos de Arquitetura e Complementares para Edifício de Uso Misto em Santa Maria. O Concurso consistia no desenvolvimento do projeto de Edifícios de Uso Misto para 02 lotes em Santa Maria, totalizando uma área de 1.200 m² de terreno.
Veja, a seguir, a proposta vencedora, desenvolvida pelo Estúdio Gamboa.
Perspectiva dos dois blocos da proposta do projeto.
OS EDIFÍCIOS E O ESPAÇO LIVRE COLETIVO
A situação dos lotes para a implantação dos edifícios de uso misto, contíguos e delimitados por vias públicas, oferece a oportunidade de intervenção ma unidade de quadra, elemento de parcelamento do tecido urbano. Embora de caráter privativo, a quadra constitui a transição essencial entre o edifício e a cidade. 
A proposta se desenvolve a partir da premissa de que a quadra pode assumir maior integração ao espaço público e expressar a cidade contemporânea através da articulação de múltiplos usos, atores e processos.
Para aproveitar ao máximo os terrenos disponíveis, visto o déficit habitacional, as edificações foram implantadas na face oposta à divisa dos lotes, na qual a diretriz urbanística prevê afastamento obrigatório. O potencial construtivo dos terrenos foi aproveitado no limite de seus índices permitidos, o que gerou edificações habitacionais de oito pavimentos com 56 unidades de moradia e unidades comerciais em cada lote.
A ocupação perimetral resultante anuncia a relação dos dois edifícios com o centro da quadra.
Os acessos de veículos foram definidos na via de menor hierarquia, de trânsito local. As unidades comerciais foram implantadas ao longo da avenida Alagado, para priorizar a relação com a rua e a calçada, na escala dos que transitam pela cidade.
DESENHO DO VAZIO
A articulação das edificações e seus usos autônomos ocorre no desenho do vazio no nível térreo. A permeabilidade dos solo possibilita maior integração ao espaço da cidade através das passagens e do miolo da quadra de uso coletivo, com generosa área verde para convívio, fortalecendo a vida urbana, além de promover a segurança e abrir a possibilidade de relações de vizinhança e de confiança.
As passagens e as áreas de permanência no térreo marcam as zonas de transição entre o caráter essencialmente público do uso comercial e o caráter privado das moradias, resolvendo com clareza e de forma gentil ao pedestre, os desníveis do terreno.
Os espaços de transição oferecem um sentido de organização, conforto e segurança. O embasamento do conjunto concilia ainda a presença de estacionamento no térreo, os acessos aos níveis em subsolo, e sua relação com a praça interna.
Quando se promove o acesso ao pavimento térreo surgem ambientes em que os moradores podem apropriar-se. A apropriação gera sentimentos de pertencimento e identidade e a multiplicidade de atividades e usuários demonstra as oportunidades do espaço público de reforçar a sustentabilidade social.
As lógicas de intersecção entre as horizontalidades e as verticalidades cruzam a cidade e formam o arranjo territorial. Na escala local, os lugares podem se fortalecer horizontalmente, reconstruindo uma base social coletiva e da vida cotidiana. 
O EDIFÍCO
O volume da edificação Habitacional foi recortado para oferecer uma área de convívio comum nos pavimentos e fortalecer o contato visual entre o interior, o espaço livre central, e entre os edifícios. Neste conjunto, as fachadas são os "olhos da rua" e da praça interna.
A circulação longitudinal divide o pavimento e posiciona as unidades habitacionais nas duas faces: uma voltada para via local e outra para a praça interna. A circulação vertical é composta por escada enclausurada e dois elevadores.
O pavimento tipo é formado por sete unidades: seis com dois dormitórios e uma com três dormitórios.
A cobertura das edificações abriga áreas cobertas para reuniões e confraternizações de moradores e funcionários, além de áreas técnicas, com reservatórios de água e placas solares para aquecimento da água. 
Imagem 3D da área de circulação.
UNIDADES HABITACIONAIS
Tendo em vista o caráter social, a organização das unidades segue as diretrizes do Programa Minha Casa Minha Vida, juntamente com as normas de acessibilidade NBR 9050. Os modelos de unidades são adaptáveis a pessoas com mobilidade reduzida (PMR) e a distorção dos ambientes objetiva o maior aproveitamento de ventilação e iluminação natural.
A sala de estar se localiza na parte central da planta, os quartos nas laterais e as instalações hidrossanitárias estão concentradas ao longo da circulação longitudinal do pavimento do edifício. Esses ambientes recebem janelas basculantes altas, abertas para a circulação, que favorece a ventilação cruzada nas unidades e privacidade.
Imagem interna das unidades habitacionais dos dois blocos
.
CONFORTO AMBIENTAL
Nas fachadas de orientação leste e oeste, um beiralde laje de projeção em 60cm permite proteção solar e proteção em dias de vento com chuva para as aberturas junto ao teto.
Nesta projeção, elementos vazados de bloco de concreto - cobogós - preservam o contato visual, a privacidade e protegem da incidência solar as aberturas dos ambientes e dos elementos vazados compõe esteticamente o conjunto com custo reduzido de manutenção.
Corte esquemático que identifica a solução utilizada para o conforto térmico utilizado no projeto.
O projeto se baseia no aproveitamento de recursos naturais, visando a redução do consumo de energia e melhorando o desempenho bioenergético. Foram adotados estratégias passivas de conforto ambiental, priorizando a ventilação cruzada em todas as unidades e iluminação natural, aliadas e economicidade, com emprego de materiais e técnicas de baixo custo de manutenção. 
As áreas verdes do térreo e as jardinagens nas áreas comuns dos edifícios criam um micro clima para o conjunto e auxiliam na queda de temperatura. Além disso, a eficiência da edificação é ampliada com o emprego de placas solares para aquecimento da água e sistema de coleta e tratamento das águas pluviais para reuso em bacias sanitárias e irrigação dos jardins e medidores individuais. 
SISTEMA CONSTRUTIVO
O térreo sob pilotis, assim como o embasamento, são estruturados por sistema de concreto armado moldando in loco. Já os pavimentos superiores são formados por alvenaria estrutural em bloco de concreto. Essa articulação de processos se mostra eficiente, econômica e de rápida execução, conciliando critérios de modulação e fluidez dos espaços de uso comuns.
Detalhamento da estrutura
5. PLANTAS E CORTES
FACHADA LESTE
7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFIA
 - "1º Lugar no concurso CODHAB-DF para edifícios de uso misto em Santa Maria/DF" 21 Dez 2016. ArchDaily Brasil. Acessado 26 Ago 2019. <https://www.archdaily.com.br/br/801798/1o-lugar-no-concurso-codhab-df-para-edificios-de-uso-misto-em-santa-maria-df> ISSN 0719-8906
- Site Oficial CODAHB. "Concurso Nacional de Projetos de Arquitetura e Complementares - Edifícios de Uso Misto Santa Maria". Disponível em:<http://www.codhab.df.gov.br/uploads/concourse/candidate/files/0816fbf60bfea92d285fc61cf5bc7eb8.pdf> Acesso em: 25 de agosto de 2019.
Edifício Híbrido de uso misto.
DADOS TÉCNICOS
Edifício Híbrido 
Local: Belo Horizonte, (MG) 
Área do terreno: 4.139 m2 
Área construída: 22.912 m2
Arquitetura: BCMF Arquitetos - Bruno Campos, Marcelo Fontes e Silvio Todeschi (autores); Patrícia Bueno, Isabel Melero, Henrique Amim, Bruno Ferolla (equipe) 
Estudo de Impacto de Vizinhança: RBM e Absoluta Engenharia Ambiental 
Consultoria Técnica: Absoluta Engenharia Ambiental 
Sistema Viário: Tectran / Transitus 
Maquetes físicas, desenhos / diagramas: BCMF Arquitetos 
Renderings: Edit Studio
LOCALIZAÇÃO
Localização onde o projeto do Edifício Híbrido de uso Misto será situado.
Localização retirada do Google Maps referente ao lote onde será implantado o Edifício.
Mapa 
de implantação e locação das edificações no terreno. 
O PROJETO
Imagens do Projeto diurna e noturna em 3D. 
O terreno do projeto é localizado em uma região privilegiada de Belo Horizonte, que fica próximo ao centro da capital.No local existem edificações de pequeno porte, parte delas a ser demolida, enquanto duas casas indicadas para tombamento, além de uma capela, serão preservadas, dando origem a cerca de 4 mil metros quadrados de área de intervenção.
Se trata de um edifício de uso misto, com blocos que são interligados e que formam um único complexo de uso residencial e comercial. Traz também uma proposta de intervenção no desenho urbano do terreno, que por meio de demolições e preservações, ocupa-se a borda da quadra, criando assim, uma praça de livre acesso aos pedestres.
Imagens em simulador 3D dos ambientes de circulação e as áreas verdes agregada ao projeto.
A idéia é implantar o programa em torno de uma praça interna semi pública, conectada às ruas (quadra aberta). Além disso, espaços comerciais cumpririam a estratégia de conectar o público ao privado, abrindo-se simultaneamente para fora (fachada ativa) e para dentro do complexo.
Imagens em simulador 3D dos ambientes de circulação e as áreas verdes agregada ao projeto e os ambientes comerciais.
Diagrama de circulação na área térrea do projeto e sua ligação com o entorno.
Assim, é utilizado todo o potencial de ocupação do solo, de modo, contudo, a fazer interagir o edifício com o entorno, tanto em decorrência das suas características urbanísticas quanto das arquitetônicas. Destacam-se, assim, a diversidade de escalas e de usos (residência, trabalho, comércio e lazer), assim como o desenho de implantação e a volumetria da edificação, com bastante diversidade de alturas e tipos de fechamentos. Jardins posicionados nas bordas de andares diversos também contribuem para tornar mais amigável a interface do edifício com a cidade.
Proposta dos espaços internos das unidades habitacionais.
Há duas torres - uma residencial e a outra comercial -, ambas constituídas por unidades de diversos tipos e tamanhos e caracterizadas pela flexibilidade das composições internas. 
Diagrama da disposição dos blocos na proposta do projeto - Torre I
O edifício residencial é um prisma retangular de estrutura modulada.
Diagrama da disposição dos blocos na proposta do projeto - Torre II
O comercial tem uma estrutura horizontal e outra vertical que se unem, compondo um complexo com diversas partes que se relacionam em torno da área de uso comum (semi pública), constituindo um sistema íntegro.
CROQUIS E MODELAGEM 3D
Croqui interativo da proposta residencial do Edifício Híbrido
Modelagem 3D com curvas de nível do Projeto Edifício Híbrido 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
- Site brazilian-architectsDisponível em:
<https://www.brazilian-architects.com/pt/projects/view/edificio-hibrido> Acesso em: 26 de agosto de 2019.
- Site arcowebDisponível em: <https://www.arcoweb.com.br/projetodesign/arquitetura/bcmf-arquitetos-edificio-de-uso-misto-belo-horizonte-mg> Acesso em: 26 de agosto de 2019.
ESTUDO DE CASO INTERNACIONAL: EDIFÍCIO LISBON WOOD / PLANO HUMANO ARQUITECTOS
Edifício Lisbon Wood - Lisboa / Portugal
DADOS TÉCNICOS
Arquitetos: Plano Humano Arquitectos 
Localização: Av. António Augusto de Aguiar 86, 1069-413 Lisboa, Portugal Arquitetos Responsáveis: Pedro Ferreira, Helena Vieira 
Equipe de Projeto: Pedro Ferreira, Helena Vieira, Ana Figueiredo, João Martins, Manuel Dinis, Nuno Roque, Vanessa Ferrão 
Área: 3882.0 m2 
Ano do projeto: 2019 
Engenharia: GAPLR – Luis Reis, Ana Henriques, Hermano Henriques, Nuno Santos, Ana Silva, Armando Venâncio, Sérgio Oliveira, Pedro Costa 
Cliente: KWIBA Investimentos
LOCALIZAÇÃO
Localização onde o projeto Edifício Lisbon Wood está estabelecido.
.
Localização retirada do Google Maps referente ao lote onde está inserido o Edifício.
O PROJETO
Fachada frontal do Edifício Lisbon Wood 
O projeto pretendia fornecer ao edifício as características de uma arquitetura atual. Novos materiais, novos espaços, novas conexões, criando novas experiências para o novo uso estabelecido, o habitar.
Imagem que evidencia os brises móveis utilizados na solução do projeto.
O edifício foi aberto para o espaço exterior e as varandas foram aumentadas, isso fez criar uma ligação constante entre o interior do edifício e o seu exterior.
Detalhamento dos brises e da sacada no seu interior e exterior 
O interior contrasta enquanto se conecta com o exterior em madeira. Um edifício abandonado ganhou uma nova vida e deu novas vidas através dos seus 15 apartamentos e 2 lojas, conectados por espaços comuns de lazer, como jardins, um ginásio e um SPA. A madeiraé a marca do edifício. Material tradicional e nobre, aliado à tecnologia atual, no revestimento de fachadas que serão sempre dinâmicas, diferenciadas para cada momento do dia e para cada apartamento.
Diagrama de imagens que mostra como funciona a parte interior das unidades residenciais, evidenciando seus espaços modulares que se adéqua a necessidade dos moradores.
Fachada frontal e sua movimentação constante dos brises. 
A fachada é dinâmica, tem movimento constante, o que a torna um edifício mutável, quase vivo, que transcende sua vida interior para o exterior. A madeira é aplicada em brises automatizados, que ao mesmo tempo privatizam os espaços interiores e aumentam a eficiência energética do edifício. Eles limitam ou permitem a incidência solar interior, dependendo se é verão ou inverno, o que em uma cidade mediterrânea como Lisboa tem uma grande preponderância no conforto térmico.
PLANTAS E CORTES
PLANTA TÉRREO E 1° PAVIMENTO
PLANTA - 2° E 6° PAVIMENTO
PLANTA - 9° PAVIMENTO E COBERTURA
PLANTA 3° PAVIMENTO
PLANTA 4° PAVIMENTO 
CORTE
CORTE - BRISES
DIGRAMA - BRISES
AXONOMÉTRICAS
FACHADAS
FACHADA POSTERIOR
FACHADA FRONTAL
DIAGRAMA - FACHADA MODULAR
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
-  "Edifício Lisbon Wood / Plano Humano Arquitectos" 22 Jul 2019. ArchDaily Brasil. Acessado 26 Ago 2019. <https://www.archdaily.com.br/br/921514/edificio-lisbon-wood-plano-humano-arquitectos> ISSN 0719-8906