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Negócio Jurídico

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Negócio jurídico


Introdução



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Tipos de negócios jurídicos

Inicialmente, iremos estudar o que seria o negócio jurídico, assim como iremos analisar de que maneira esse se constitui e quais são suas principais características.


Qual o conceito de negócio jurídico?

Temos que quando falamos de negócio jurídico estamos nos referindo a um ato que tem por finalidade a aquisição, modificação ou extinção do direito, sendo assim ele forma uma conduta de auto regramento de conduta das partes, com a intenção de satisfazer seus interesses.

Em outras palavras, seria a declaração de vontade emitida em obediência aos seus pressupostos de existência, validade e eficácia, cujo propósito deve ser o de produzir efeitos lícitos.


Quais são os requisitos utilizados?



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Código Civil regula as questões referentes aos negócios jurídicos

Como para quase todas as coisas, o negócio jurídico também exige alguns requisitos, tais como o artigo. 104 do Código Civil de 2002, o qual versa sobre o agente capaz, sendo que quando houver um agente absolutamente incapaz, ele deverá ser representado por seu representante legal.

Dessa forma, temos o objeto lícito, o qual deve estar em conformidade com a norma jurídica e também respeitar a moral e os bons costumes, além disso, temos a norma prevista (ou não proibida por lei), que seria simplesmente a liberdade das formas limitadas pela lei, em que ocorre o acordo de vontades a respeito do negócio que se celebra.

Por fim, temos a causa final, que se trata do motivo pelo qual as partes celebraram o negócio, devendo sempre ter a finalidade lícita.


Quais são os efeitos do negócio jurídico?

Iremos inferir que os principais efeitos do negócio jurídico está relacionado ao fato de gerar direitos e obrigações, assim como obrigar aquele que não cumpre com suas obrigações a pagar uma indenização por perdas e danos, além de conferir o direito de ação judicial para a defesa dos direitos correspondentes; e de transferir aos herdeiros os direitos decorrentes do negócio jurídico, exceto em nos casos de natureza personalíssima.


Quais as devidas classificações dos negócios jurídicos?

Temos que o negócio deve ser unilateral, bilateral ou plurilateral. Sendo que quando esse é unilateral há declaração de vontade de apenas uma das partes (ex: testamento). Ele pode ser receptício, que ocorre quando quem recebe o efeito sabe a intenção/vontade da outra parte (exemplo: oferta de recompensa), ou não receptício, quando não se sabe da vontade da outra parte;

Já o negócio bilateral ocorre com a declaração de vontade de ambas as partes, tendo efeitos no momento por elas determinadas enquanto vivas. E por fim, temos os negócios plurilaterais que se forma mediante associação de interesses em regime de comunhão de direitos.

Ainda assim, podemos analisar essa classificação quando a titularidade, a qual pode ser inter vivos, se for celebrado e tiver efeitos durante a vida de ambas as partes, ou mortis causa, formado pela declaração de uma das partes e com efeitos apenas após a sua morte, desde que ocorra aceitação pela outra parte.

Por conseguinte, temos onerosidade, em que o negócio pode ser oneroso, ou seja, existirá contraprestação, gratuito (apenas uma das partes tem vantagem patrimonial), neutro (sem alguma vantagem ou desvantagem para as partes) ou bifronte (quando o negócio se inicia oneroso e por fim acaba sendo gratuito, ou vice versa) dependendo se há disposição patrimonial de ambas as partes ou não.

Por último, teremos em relação à forma, em que o negócio pode ser formal, se tiver que adotar a forma prevista em lei para ter validade, e informal, cabendo apenas às parte estabelecerem livremente a forma a ser adotada.


O que seria considerado como Termo?

Temos que o “termo” seria o acontecimento futuro e certo, o qual pode ser classificado quanto aos seus efeitos, como suspensivo e resolutivo.

Dessa forma, quando o termo é suspensivo, teremos estabelecido um ato ou negócio que só passa a ter eficácia após ocorrer o evento futuro e certo. E, o termo resolutivo seria aquele em que se extingue os efeitos do ato ou negócio em virtude da ocorrência do evento futuro e certo.


O que seria considerado como encargo?

Podemos inferir que o encargo seria a tarefa atribuída a uma pessoa que lhe impõe uma obrigação de fazer em virtude de um benefício com que veio a ser contemplada. Logo, o encargo não suspende a aquisição nem o exercício do direito, como está previsto no artigo 136, do Código Civil de 2002.