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Evolução do Pensamento da Administração e Tecnologias de Gestão Unidade 3 1ª edição 2019 Evolução do Pensamento da Administração e Tecnologias de Gestão Produção do Material Didático - Pedagógico Delinea Tecnologia Educacional Diretoria Executiva Charlie Anderson Olsen Larissa Kleis Pereira Margarete Lazzaris Kleis Gestão de Produção Camila Sayury Nakahara Coordenação de Produção Fátima Satsuki de Araujo Iino Professor Conteudista Alice Castro Erica Sarraf Fernandes Biondo Flaviana Totti Custódio dos Santos Design Educacional Juliana Bordinhão Diana Revisão Gramatical Sílvia Almeida Coordenação de Design Gráfico Edison Valim Projeto Gráfico Hortência Granair Diagramação Thiago Rocha Sumário 3.1 Relações humanas nas organizações ..................................................... 6 3.2 A experiência de Hawthorne ................................................................... 9 Unidade 3 A abordagem humanística da Administração Para iniciar seus estudos Investigar a teoria das relações humanas e demonstrar suas principais características e contribuições para o desenvolvimento do pensamento administrativo. Objetivos de Aprendizagem • Analisar a origem das relações humanas nas organizações e a mudança de enfoque de uma administração mecânica para uma nova concepção da natureza do homem social, com preocu- pação centrada em questões psicológicas e sociológicas, quanto à influência. • Analisar a importância dos estudos relacionados à experiência de Hawthorne para a atual admi- nistração praticada nas organizações. 5 3.1 Relações humanas nas organizações Por conta do grande impacto causado pelos estudos de Taylor, Fayol e Ford nos processos produtivos, houve, também, a necessidade de voltar a atenção para o elo dessa corrente, o ser humano em sua complexidade, e não somente como um recurso a ser maximizado. Assim, conforme Maximiano (2015), o surgimento da escola humanista foi uma crítica à escola clássica da administração e resultado de estudos relacionados à Sociologia e à Psicologia. A escola humanista também questionou a necessidade da produtividade a qualquer preço, bem como estudou a influência dos sindicatos que lutavam por maior justiça e melhores condições de trabalho nas organizações. Chiavenato (2014) observa que, com a teoria das relações humanas, criada em 1930, nos Estados Unidos, a administração sofreu uma verdadeira revolução. Antes, a ênfase estava voltada para a tarefa (Taylor e Ford) e a estrutura organizacional (Fayol), ou seja, para os aspectos técnicos e formais. A par- tir da abordagem humanista, o foco passou a ser as pessoas e o seu grupo social, isto é, os aspectos psicológicos e sociológicos. Figura 3.1: Humanismo Fonte: Plataforma Deduca (2018). Nos primeiros anos da emergência da teoria das relações humanas, dois assuntos básicos ocuparam duas etapas de seu desenvolvimento: a análise do trabalho e a adaptação do trabalhador ao trabalho. A análise do trabalho diz respeito à eficiência produtiva, por meio da verificação das características humanas que cada tarefa exige. Como decorrência desse interesse, a seleção dos empregados passa a ser científica, com a utilização de testes para identificar as características desejadas. A adaptação do trabalhador ao trabalho, por sua vez, diz respeito à crescente atenção voltada para os aspectos individuais e sociais do trabalho, sendo os temas predominantes: 6 Evolução do Pensamento da Administração e Tecnologias de Gestão | Unidade 3 - A abordagem humanística da Administração • O estudo da personalidade do trabalhador e do chefe. • A motivação e os incentivos do trabalho. • A liderança. • As comunicações. • As relações interpessoais e sociais dentro da organização. Liderança Essa palavra pode ser aplicada tanto nas situações em que o líder não tem nenhuma autori- dade formal sobre os liderados quanto no caso dos chefes, que ocupam posições com auto- ridade formal. A liderança representa o papel que algumas pessoas desenvolvem por deter- minado espaço de tempo. (MAXIMIANO, 2015). Figura 3.2: Liderança Fonte: Plataforma Deduca (2018). De acordo com Chiavenato (2014), alguns pensadores devem ser mencionados por conta do impor- tante papel que exerceram na transição entre o classicismo e o humanismo na administração. Vamos conhecê-los? Quadro 3.1: Transição classicismo para humanismo Hugo Münsterberg (1863-1916) Introduziu a psicologia nas organizações e o uso de testes de seleção de pessoal. Ordway Tead (1860-1933) Tratou da liderança democrática na organização. 7 Evolução do Pensamento da Administração e Tecnologias de Gestão | Unidade 3 - A abordagem humanística da Administração Mary Parker Follett (1868-1933) Rejeitou qualquer fórmula única e padronizada e introduziu a lei da situação: é a situação concreta que deve determinar o que é certo e o que é errado. Toda decisão depende de conhecer o contexto em que está inserida. Chester Barnard (1886-1961) Trouxe a teoria da cooperação nas organizações. As limitações pessoais podem ser resolvidas por meio do trabalho em conjunto. Fonte: Adaptado de Chiavenato (2014). De acordo com Chiavenato (2014), a abordagem humanística teve origem nos seguintes fatos: • A necessidade de humanizar e democratizar: a abordagem humanística configurou-se como um movimento direcionado a democratizar conceitos administrativos, estando voltada, sobre- tudo, para os novos padrões de vida dos americanos. • O desenvolvimento das ciências humanas: a proposta, na época, era provar que os princípios da teoria clássica eram inadequados. Houve grande enfoque no desenvolvimento da Psicologia (sua influência intelectual e suas aplicações em empresas do ramo industrial). • As ideias da Filosofia pragmática de John Dewey e da Psicologia dinâmica de Kurt Lewin: as ideias desses pensadores foram muitos importantes para a fundamentação da abordagem humanística na administração. Dewey e Lewin foram fundamentais para a concepção da teoria das relações humanas. • As conclusões da experiência de Hawthorne: datadas do período entre 1927 e 1932, tais conclu- sões se destacaram sobre os principais argumentos da teoria clássica. Figura 3.3: Abordagem humanística onte: Plataforma Deduca (2018). 8 Evolução do Pensamento da Administração e Tecnologias de Gestão | Unidade 3 - A abordagem humanística da Administração As conclusões obtidas por meio da experiência de Hawthorne foram marcantes e decisivas para a abordagem humanística. A partir de agora, convidamos você a conhecer um pouco mais sobre essa experiência! Atenção 3.2 A experiência de Hawthorne Segundo Chiavenato (2014), a teoria das relações humanas surgiu nos Estados Unidos como consequ- ência imediata das conclusões obtidas por meio da chamada experiência de Hawthorne, desenvolvida por George Elton Mayo e seus colaboradores. Foi basicamente um movimento de reação e de oposição à teoria clássica da administração, para a qual a tecnologia e o método de trabalho eram as mais impor- tantes preocupações do administrador. Figura 3.4: George Elton Mayo Fonte: Wikimedia Commons (2018). 9 Evolução do Pensamento da Administração e Tecnologias de Gestão | Unidade 3 - A abordagem humanística da Administração George Elton Mayo nasceu em 1880, em Adelaide, Austrália. Foi sociólogo, psicólogo e pesquisador das organizações. Em 1923, foi para os Estados Unidos lecionar na “Harvard Business School”. Ele faleceu em 7 de setembro de 1949, em Guildford, Reino Unido. Curiosidade Por meio da experiência de Hawthorne, ficou evidente a importância de considerar os fatores sociais implicados nas situações de trabalho. Concluiu-se, também, que o trabalho é uma atividade essencial- mente coletiva,ou seja, o operário reage como membro de um grupo, e não isoladamente. Então, para elevar a produtividade, é necessário descobrir e satisfazer às necessidades psicológicas dos indiví- duos. Logo, a chave para os conflitos sociais estaria nas relações humanas. Os estudos de Elton Mayo representaram um importante ponto de mudança para a área da adminis- tração. A experiência de Hawthorne, realizada na fábrica “Western Eletric Company”, em 1927, tinha como objetivo principal verificar a influência da iluminação na produtividade, no índice de acidentes e na fadiga dos trabalhadores. Vejamos algumas imagens da experiência de Hawthorne: Figura 3.5: Experiência de Hawthorne Fonte: Teoria das Relações Humanas (2012). 10 Evolução do Pensamento da Administração e Tecnologias de Gestão | Unidade 3 - A abordagem humanística da Administração Figura 3.6: Parque industrial de Hawthorne Fonte: Leal (2010). Essa experiência, conforme relata Maximiano (2015), revelou a influência de fatores psicológicos e sociais no resultado do trabalho e na produtividade. Com isso, a escola das relações humanas contri- buiu, sobremaneira, para destacar a importância dos grupos informais no âmbito das organizações. Conforme dito anteriormente, o objetivo principal da experiência de Hawthorne era verificar se a ilumi- nação do ambiente de trabalho (ou a falta dela) tinha relação com a produtividade dos funcionários. Assim sendo, essa experiência ampliou os estudos sobre acidentes de trabalho, fadiga, rotatividade de funcionários e produtividade. (CHIAVENATO, 2014). A experiência de Hawthorne foi desenvolvida em quatro fases, de acordo com Chiavenato (2014): 1ª fase: a primeira fase estava direcionada aos estudos da iluminação. O objetivo era identificar o impacto da iluminação no rendimento dos operários. Dois grupos foram formados, colocados em salas diferentes, com iluminação também diferente (uma sala tinha iluminação variável e a outra sala tinha iluminação constante). Constatou-se, então, que a produtividade não estava diretamente relacionada à iluminação, mas que o fator psicológico imperava sobre o fisiológico, ou seja, os operários produziam mais quando a intensidade da luz aumentava, por conta de suposições pessoais (achavam que eram obrigados a produzir mais quando a luz ficava mais intensa). 2ª fase: foi criado um grupo experimental para observações. Havia dois grupos, um de referência (sujeito a mudanças nas condições de trabalho) e outro de controle (trabalho em condições constan- tes). O grupo de referência era composto por seis mulheres, separadas do restante do departamento por meio de uma divisória de madeira. As participantes eram informadas sobre as medidas a que estariam sujeitas, tais como: aumento salarial, intervalos de descanso com durações variadas, redução das horas trabalhadas. Essas mulheres tinham conhecimento dos objetivos e dos resultados do expe- rimento. A segunda fase contou com 12 períodos de observação da produção. Mesmo com o conhecimento das medidas tomadas e dos resultados esperados, o impacto na produ- ção foi mínimo, portanto, verificou-se que as condições de trabalho não eram fatores determinantes para o rendimento dos operários. No entanto, um fator psicológico, que já havia aparecido na primeira fase da experiência, voltou a surgir, proporcionando as seguintes conclusões: • a sala em que estavam trabalhando era mais divertida, pois a supervisão era mais branda (ao contrário da sala de controle, em que a supervisão era mais rígida), consequentemente, tinham mais liberdade e menos ansiedade; 11 Evolução do Pensamento da Administração e Tecnologias de Gestão | Unidade 3 - A abordagem humanística da Administração • o ambiente era amistoso, sem pressão e permitia conversas; • o supervisor era visto como um orientador, não havia mais temor em relação a essa figura; • houve interação social, pois as operárias estavam fazendo amizade entre elas, ou seja, torna- ram-se uma equipe, consequentemente, aumentaram a produção, mesmo sendo orientadas a trabalhar normalmente. Comunicação Desenvolver a competência da comunicação deve ser um objetivo básico dos administrado- res de organizações e das pessoas de forma geral, o que compreende a recepção e a trans- missão de informações e de significados. Em qualquer processo de comunicação, sempre há os seguintes elementos: emissor, receptor, mensagem, canal de comunicação, ruídos e feedback. (MAXIMIANO, 2015). Figura 3.7: Comunicação Fonte: Plataforma Deduca (2018). 3ª fase: essa foi a fase das entrevistas. Como foi observado que as mulheres do grupo separado por uma divisória de madeira se comportavam de maneira diferente das outras operárias, o enfoque deixou de ser o aspecto físico e passou a ser a perspectiva das relações humanas. Verificaram que, no grupo de controle, as operárias percebiam a supervisão como vigilante e constran- gedora. Como a fábrica detinha pouco conhecimento sobre os fatores determinantes das atitudes das operárias, passaram a entrevistá-las para investigar melhor esse ambiente de produção. Por conseguinte, um programa de pesquisas foi realizado. Percebeu-se, então, que há uma forma de organização informal dos operários que visa à proteção desse grupo contra as ameaças que podem vir da empresa. Logo, a organização passou a ter maior conhecimento sobre a lógica operária, no que diz respeito à empresa, à supervisão, aos equipamentos de trabalho, a sentimentos, atitudes, ouvir opini- ões, entre outros aspectos. 4ª fase: o foco foi a análise da organização informal dos operários. Novamente, ocorreu a formação de um grupo experimental, constituído de nove operadores, nove soldadores e dois inspetores, assistido por um pesquisador e eventualmente entrevistado por outro. Para esse grupo, o pagamento tinha como base a produtividade, ou seja, quanto maior a produção, maior a remuneração. Durante a observação, 12 Evolução do Pensamento da Administração e Tecnologias de Gestão | Unidade 3 - A abordagem humanística da Administração quanto atingiam a produção ideal, verificou-se que os operários diminuíam o padrão de trabalho, ou seja, quando os operários julgavam ter alcançado o padrão normal de produção, diminuíam o ritmo, apresentando, assim, certa padronização de sentimentos e solidariedade grupal. Se alguém tentasse produzir mais do que o grupo determinou como padrão, era punido socialmente ou moralmente. Dessa forma, foi possível analisar a relação entre a organização formal da fábrica e a organização informal dos operários. O experimento foi suspenso em 1932 por conta da recessão ocasionada pela “Crise de 1929” nos Esta- dos Unidos. Veja no quadro a seguir um resumo das fases da experiência de Hawthorne. Quadro 3.2: Fases da experiência de Hawthorne 1ª fase Estudos da iluminação Constatou-se que a produtividade dos operários não estava diretamente ligada à iluminação, mas que o fator psicológico imperava sobre o fisiológico. 2ª fase Condições de trabalho Verificou-se que as condições de trabalho não eram fatores determinantes para o rendimento dos operários. No entanto, percebeu-se a influência de fatores psicológicos. 3ª fase Entrevistas (divisória de madeira) Verificou-se que, no grupo de controle, as operárias percebiam a supervisão como vigilante e constrangedora. Percebeu-se, também, que há uma forma de organização informal dos operários que visa à proteção desse grupo contra as ameaças que podem vir da empresa. 4ª fase Pagamento por produtividade Quando atingiam a produção ideal, verificou-se que os operários diminuíam o ritmo de trabalho. Se alguém tentasse produzir mais do que o grupo determinou como padrão, era punido socialmente ou moralmente. Padronização de sentimentos e solidariedade grupal. Fonte: Adaptado de Chiavenato (2014). Vamos recapitular o que vimos atéagora sobre a experiência de Hawthorne? Quais foram as decorrên- cias dessa experiência? De acordo com Maximiano (2015), foi verificado que a integração social define o nível de produção, em detrimento da capacidade física, ou seja, o homem é um ser social, necessita da convivência com outras pessoas para poder produzir e não responde somente a benefícios econômicos. A conduta do 13 Evolução do Pensamento da Administração e Tecnologias de Gestão | Unidade 3 - A abordagem humanística da Administração ser humano está apoiada no grupo, que determina o que deve ser feito, pois os indivíduos não agem singularmente. Nesse sentido, são os grupos informais – não aqueles determinados pelas organizações – que ditam as regras de comportamento, surgindo de forma intrínseca, de acordo com a identificação por objetivos comuns, personalidades e amizades. Logo, esse é um fator crucial para as relações de confiança entre colegas de trabalho. Em função da observação dessa organização informal, foram revistos o conteúdo e a natureza do trabalho. A partir dos resultados dessa experiência, as organizações passaram a implementar seus métodos de trabalho tendo um perfil de trabalhador em vista, no intuito de que este esteja de acordo com a função e execute suas tarefas com motivação. Motivação Estado psicológico de disposição, interesse ou vontade de perseguir ou realizar uma tarefa ou meta. Dizer que uma pessoa está motivada para o trabalho significa dizer que apresenta uma disposição favorável ou positiva para o labor; possui três propriedades principais: direção, intensidade e permanência. (MAXIMIANO, 2015). Figura 3.8: Motivação Fonte: Plataforma Deduca (2018). O trabalhador começa a ser visto como um ser humano complexo, e não somente como um recurso humano. Nesse sentido, suas emoções não devem ser ignoradas. 14 Evolução do Pensamento da Administração e Tecnologias de Gestão | Unidade 3 - A abordagem humanística da Administração Um dos pontos mais importantes trazidos à tona pela escola das relações humanas foram os grupos informais. Por meio dessa abordagem, ficamos sabendo que os gru- pos informais são inerentes à organização e são compostos por pessoas em intera- ções sociais de amizade, inimizade, simpatia, antipatia etc., em busca de identidade, liderança e subordinação. Na dinâmica desses grupos, pode ocorrer, muitas vezes, a chamada “rádio peão”, que consiste em boatos que se espalham pela empresa, podendo causar, em alguns casos, desmotivação e apatia. Diante disso, caro(a) alu- no(a), como você atuaria diante do desafio dos grupos informais? De que maneira você pensa que eles podem ser importantes para uma empresa? Reflita Nesta unidade, vimos a abordagem humanística nas organizações e a importância dos estudos rela- cionados à experiência de Hawthorne. Na próxima unidade, trataremos da abordagem estruturalista da administração. 15 Evolução do Pensamento da Administração e Tecnologias de Gestão | Unidade 3 - A abordagem humanística da Administração Nesta unidade, você viu que: • o surgimento da escola humanista partiu de uma crítica à escola clássica da administração, que enfatizava apenas o aspecto econômico; • a experiência de Hawthorne demonstrou que uma maior atenção dispensada aos trabalhadores motiva a produzir mais; • a experiência de Hawthorne passou por quatro fases: estudos da iluminação, das condições de trabalho, entrevistas e pagamento por produtividade. A teoria das relações humanas fez emergir uma nova concepção acerca da natureza do homem (o homem social), tendo como base, para tanto, algumas premissas. Para conhecê-las, leia o segundo capítulo do livro “Administração geral e pública: provas e concursos”, de Idalberto Chiavenato, disponível em: <http://bit.ly/2KwgCvn>. Saiba mais 16 Síntese CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da administração. 9. ed. São Paulo: Manole, 2014. LEAL, M. A experiência de Hawthorne. Blog Teoria das Relações Humanas, 2010 . Disponível em: <http://teoriaderh.zip.net/>. Acesso em: 30 jun. 2018. MAXIMIANO, A. A. Fundamentos de administração: introdução à teoria geral e aos processos da admi- nistração. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2015. TEORIA DAS RELAÇÕES HUMANAS. A experiência de Hawthorne, 2012. Disponível em: <http://bit. ly/2lIMfXL>. Acesso em: 30 jun. 2018. WIKIMEDIA COMMONS. Father of human resource managementt.jpg, 2018. Disponível em: <https:// commons.wikimedia.org/wiki/File:Father_of_human_resource_managementt.jpg?uselang=pt-br>. Acesso em: 30 jun. 2018. 17 Referências 3.1 Relações humanas nas organizações 3.2 A experiência de Hawthorne