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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP UNIP INTERATIVA DIANA DE ASSIS LOPES – RA 1806721 WILTON DE FREITAS BRASIL – RA 1806827 PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR IV ELETROZEMA S/A TRÊS PONTAS 2018 UNIVERSIDADE PAULISTA GESTÃO COMERCIAL DIANA DE ASSIS LOPES – RA 1806721 WILTON DE FREITAS BRASIL – RA 1806827 PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR IV ELETROZEMA S/A Projeto Integrado Multidisciplinar IV apresentado à Universidade Paulista – UNIP Interativa, como parte da avaliação para obtenção do título de Gestor Comercial, sob a coordenação da Profa. Dra. Solimar Garcia. Orientador (a): ALEXSANDRO SOUSA DA SILVA TRÊS PONTAS 2018 RESUMO A competitividade por mercados globais se tornou um processo natural nas organizações. A busca incessante por diferenciais competitivos que garantam maior participação no mercado obriga as empresas a realizar amplos esforços, seja para manutenção dos clientes existentes, seja para conquista de novos, e a tentar entender para atender todas as necessidades desles. O Presente trabalho PIM tem como objetivo a aplicação das matérias estudadas no bimestre vigente no curso de Gestão Comercial, cujas disciplinas são: Administração do varejo, Dinâmica das relações interpessoais e Mix de produtos. Usaremos a empresa ELETROZEMA S/A para aplicarmos as técnicas aprendidas, para realização desse trabalho usamos o site, “www.zema.com” como fonte de pesquisa. Palavras-chave – Eletrozema, Varejo, Administração, produtos, marketing, mix de marketing, liderança. ABSTRACT Competitiveness for global markets has become a natural process in organizations. The incessant search for competitive differentials that guarantee greater participation in the market forces the companies to make ample efforts, either for the maintenance of existing clients or for the conquest of new ones, and to try to understand to meet all the needs of them. The present PIM work has the objective of applying the subjects studied in the current bimester in the course of Commercial Management, whose disciplines are: Retail administration, Interpersonal relations dynamics and Product mix. We will use the company ELETROZEMA S / A to apply the techniques learned, to carry out this work we use the website, "www.zema.com" as a research source. Keywords - Eletrozema, Retail, Administration, products, marketing, marketing mix, leadership. SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO..............................................................................................6 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA....................................................................7 2.1. Administração do Varejo........................................................................7 2.1.1. Conceito de Varejo.......................................................................7 2.1.2. Funções e Tipos de Varejo...........................................................8 2.1.3. Tendências do Varejo...................................................................9 2.1.4. Forças de Vendas......................................................................10 2.2. Mix de Produtos...................................................................................11 2.2.1. Marketing....................................................................................11 2.2.2. Produto.......................................................................................11 2.2.3. Classificação de Produtos..........................................................12 2.2.4. Serviços......................................................................................13 2.2.5. Segmentação de Mercado..........................................................13 2.2.6. Comportamento do Consumidor.................................................14 2.3. Dinâmica das Relações Interpessoais.................................................15 2.3.1. Relações Humanas Interpessoais..............................................15 2.3.2. Trabalho em Equipe...................................................................15 2.3.3. Liderança....................................................................................17 3. ANALISE DE PONTO DE VENDA E COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR...........................................................................................19 3.1. A Empresa...........................................................................................19 3.2. Analise do Ponto de Venda.................................................................20 3.2.1. Primeira Impressão.....................................................................24 3.2.2. Segunda Impressão....................................................................24 3.2.3. Terceira Impressão.....................................................................25 3.2.4. Quarta Impressão.......................................................................25 3.2.5. Comunicação de merchandising................................................25 3.3. Pesquisa de observação do comportamento do consumidor no ponto de venda.....................................................................................................26 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS........................................................................27 REFERÊNCIAS..........................................................................................28 APÊNDICES...............................................................................................30 6 1. INTRODUÇÃO Uma das grandes dificuldades do varejo é entender o consumidor. O consumidor a cada momento muda seus hábitos de compra e isso faz com que sejam encontradas novas alternativas para as empresas atrair mais clientes e ganhar competitividade diante de seus concorrentes. Hoje a prática do marketing de varejo concentra em observar e captar informações e movimentos do mercado e, a partir disto, formular a proposta que mais lhe renda vantagens dentro de todos os seus objetivos e propósitos do negócio. Não basta só posicionar e buscar fazer melhor. Tem que ser diferente, dentro do que o cliente valoriza. Isto é a chamada competitiva. Algo que você tem, e que o cliente dá importância e não consegue encontrar em outros. Se os clientes que estão sendo atendidos em uma loja não voltarem para comprar novamente é porque o seu marketing deve está sendo feito de maneira equivocada. Esse é um dos pontos que devem ser analisados por todo o pessoal que faz parte do processo da empresa. As ações do marketing são várias, as vezes não custa nada ter uma postura profissional, cumprimentar o cliente ao chegar na loja, procurar conhecer o gosto e a preferência do cliente. Essas atitudes devem fazer parte do cotidiano do atendente, procurando assim criar um ambiente de relacionamento favorável, e assim fidelizar o cliente, o que é o objetivo maior em todo tipo de negócio. 7 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1. Administração do Varejo Com o grande crescimento de empresas varejistas, aprimorar os conhecimentos e aprofundar os estudos sobre o setor é uma das estratégias mais sólidas para atingir o sucesso. A gestão de vendas e negociação, as estratégias, a logística, distribuição e a inteligênciade mercado tornam-se elementos diferenciadores entre os profissionais e empresas de melhores resultados no setor de bens de consumo. O varejo, precisa de uma boa administração e de administradores, que planejem, organizem, dirijam e controlem o crescimento, a sobrevivência e o futuro dos seus negócios. Para se sobressaírem da concorrência e a da competitividade existente no setor. As funções desempenhadas pelos administradores estarão sempre ligadas ao tamanho da estrutura da organização. Conforme for essa estrutura, a administração poderá ser dividida por especializadas (normalmente grandes estruturas) ou poderão estar centralizadas somente em uma pessoa (como nas estruturas pequenas). Tais funções serão estabelecidas segundo a cultura de cada organização. Administrador do varejo além de procurar, de forma rápida, adaptar-se às mudanças de seus ambientes interno e externo, deve também agir de forma flexível aos novos processos e agir de forma criativa e inovadora em relação aos seus consumidores e aos seus concorrentes. 2.1.1. Conceito de Varejo O varejo surgiu nos Estados Unidos e na Inglaterra, no século XIX, quando surgiu as chamadas general stores, ou lojas de mercadorias gerais, as quais comercializavam mercadorias como: alimentos, tecidos, utilidades domésticas, armas e munições, ferramentas, entre diversas outras. Em 1886 teve início a Sears, um varejo que vendia por meio de catálogos, que mais tarde transformou-se em loja de apartamento. No Brasil, o varejo iniciou-se no final do século XIX, com o início da industrialização e o surgimento dos meios e vias de transporte. O Visconde de Mauá foi um dos primeiros e mais importantes varejistas. O conceito de varejo adotado para este estudo é o de Parente (2000, p. 22), na qual, varejo consiste em todas as atividades que englobam o processo de venda de produtos e serviços para atender a uma necessidade pessoal do consumidor final. 8 Ele inclui todas as atividades envolvidas na venda de bens e serviços diretamente aos consumidores finais para uso pessoal (KOTLER, 1998, p. 493). O varejo portanto engloba todas as atividades relacionadas à venda direta de produtos e serviços aos consumidores finais, para uso pessoal, não relacionada a negócios. Qualquer empresa que forneça um produto ou serviço para o consumidor final está praticando varejo. A venda pode ser realizada de forma pessoal, por correio, por telefone, por máquinas de vendas ou pela Internet, em uma loja, na rua ou na casa do consumidor. Há diversos tipos de organizações de varejo, e continuamente surgem novos. Existem os varejistas de loja, varejistas sem loja e organizações de varejo (KOTLER, 2000, p. 540). 2.1.2. Funções e Tipos de Varejo Temos como principais tipos de varejistas: lojas de especialidades, lojas de departamentos, supermercados, lojas de conveniência, lojas de desconto, varejistas off-prices (de liquidação), superlojas e showrooms de vendas por catálogo. Vejamos como definir cada um deles: • Lojas de especialidade: comercializam uma linha estreita de produtos com um profundo sortimento dentro dessa linha, como: roupas, materiais esportivos, móveis, floriculturas e livrarias. • Lojas de departamentos: vendem várias linhas de produtos, tipicamente roupas, móveis e utilidades domésticas, em que cada linha é gerenciada como um departamento separado, administrado por compradores especializados etc. • Supermercados: relativamente grandes, operam com um custo baixo, margem pequena, volume elevado, autosserviço projetado para atender às necessidades totais dos consumidores em termos de alimentos, produtos de higiene pessoal e de limpeza e produtos para a manutenção do lar. • Loja de conveniências: ocupam espaços relativamente pequenos, localizados próximo a áreas residenciais, permanecendo abertos além do horário normal e sete dias por semana. Vendem uma linha limitada de produtos de conveniência de alta rotatividade. Devido a seu horário de atendimento estendido e produtos complementares para compras de última hora, são caracterizados por preços elevados. • Lojas de descontos: vendem mercadorias padronizadas a preços mais baixos porque trabalham com pequenas margens e grande volume. O uso de descontos ocasionais não caracteriza uma loja de descontos. Esta vende regularmente suas mercadorias a preços baixos, oferecendo, majoritariamente, marcas nacionais e produtos não inferiores. • Varejistas off-prices (de liquidação): compram a preços abaixo de atacado e transferem parte da vantagem aos consumidores. Trabalham com 9 sortimento variável e mutante de produtos de alta qualidade. Utilizam-se muitas vezes de pontas de estoque, números e modelos esparsos obtidos a preços reduzidos de fabricantes ou de outros varejistas. Dentro dessa mesma categoria, surgem os outlets de fábrica operados pelos próprios fabricantes e normalmente vendem sobras de mercadorias descontinuadas ou irregulares. Temos ainda os chamados clubes de atacadistas, que vendem uma seleção limitada de produtos alimentícios de marcas conhecidas, eletrodomésticos, roupas e uma miscelânea de outros bens com grandes descontos aos associados que pagam taxas de anuidades. • Superlojas: visam atender à necessidade total dos consumidores para compras rotineiras de alimentos e itens não alimentícios. Geralmente oferecem uma gama variada de serviços, como: lavanderias, sapateiros, caixas eletrônicos de bancos. Dentro dessa categoria, existem as lojas mistas, que representam uma diversificação do supermercado para o promissor campo de medicamentos vendidos sob prescrição médica e os hipermercados, que cominam os princípios do supermercado, das lojas de descontos e dos varejos de fábrica. Seu sortimento de produtos vai além de bens comprados rotineiramente, incluindo móveis, eletrodomésticos grandes e pequenos, itens de vestuário e muitos outros produtos. A abordagem básica desse tipo de varejo é a exposição de grandes volumes de produtos com mínima manipulação por parte dos funcionários. • Showroom de vendas por catálogos: vendem uma seleção ampla de bens de marcas conhecidas que, por catálogos, permitem margens altas, giro rápido e descontos nos preços. O sortimento oferecido inclui joias, ferramentas elétricas, câmeras fotográficas, malas de viagem, pequenos eletrodomésticos, brinquedos e materiais esportivos. Os consumidores escolhem os produtos nos catálogos, que depois são retirados na área de expedição do showroom. 2.1.3. Tendências do Varejo A competitividade no varejo vem gerando mudanças constantes no setor, haja vista que nunca o varejo sofreu tanta modificação como agora, tanto em sua forma de se relacionar com seus clientes (interno e externo) quanto na sua forma de oferecer produtos ou serviços por isso, é importante que o profissional esteja atento às tendências do futuro. Para Porter (1986) a vantagem competitiva busca a rentabilidade pelas empresas e passa por estratégias básicas para criação de um valor que a empresa consegue criar para seus compradores e ultrapassa seus concorrentes. Sendo que a forma desta vantagem tem duas estratégias que são a da diferenciação, com qualidade superior relativamente aos concorrentes e da estratégia de custos baixos, com preços inferiores percebidos pelos consumidores. No varejo, para ser bem-sucedido, é preciso estar alerta e pronto para se adaptar aos desafios dos mercados. Para tanto, é fundamental estar em 10 permanente processo de melhoria, desenvolvendo e utilizando os mais avançados meios tecnológicos, gerencial e mercadológico para conseguir satisfazer e atender às necessidades de seus consumidores e também para se reduzirem custos operacionais. A tecnologiada informação desempenha papel nesse processo de evolução, pois proporciona, para as organizações de varejo, a utilização de novos conceitos de administração de compras, estoques e distribuição. O comércio virtual é a grande tendência do setor de varejo. Primeiro porque os custos de uma loja virtual são muito menores do que os de um estabelecimento comercial comum. No varejo on-line não há gastos com aluguel e manutenção de pontos comerciais e há menor necessidade de funcionários. Ele fornece ao seu consumidor mais informações, agilidade na entrega e apresenta descontos atraentes. 2.1.4. Força de Vendas De acordo com Kotler (1998), o vendedor é o elo entre empresa e cliente. Vários clientes consideram o vendedor como seu próprio fornecedor, fazendo dele um canal de comunicação valioso. Portanto, a força de vendas deve ser planejada antecipadamente, considerando-se objetivos, estratégias, estrutura e remuneração. Já para Gordon (2000, p. 15) Os relacionamentos são os únicos verdadeiros bens da empresa, visto que são eles que garantem à organização rendimentos em longo prazo, além da oportunidade de aumentar receitas e lucros empresariais. O vendedor como profissional de marketing individualizado, estará lidando não apenas com qualidade de produto, mas, sobretudo, com qualidade de relacionamento. 11 2.2. Mix de Produtos 2.2.1. Marketing Para Kotler (2003) a definição mais simples de marketing diz que é a entrega de satisfação para o cliente em forma de beneficio. Comenta também que os dois objetivos dele são: atrair novos clientes (com valor superior) e manter os clientes atuais (com satisfação). Então o marketing não é só obter uma venda, mas deve satisfazer as necessidades. Silva (2000) conceitua a administração de marketing como a especialização administrativa que trata do planejamento, organização, direção e controle do setor de comercialização de uma empresa. Segundo Kotler (2003) as necessidades humanas resultam de situações de privações. E elas são elementos básicos da condição humana, e dentre elas estão as necessidades físicas básicas de alimentação, vestuário, abrigo, e segurança; e necessidades sociais de bens e afeto e necessidades individuais de conhecimento e auto expressão. As necessidades humanas são representadas pelos desejos e são determinadas pela cultura e pela personalidade individual. 2.2.2. Produto O produto pode ser entendido como um objeto material ou abstrato que tem por função a satisfação das necessidades e desejos dos consumidores (URBAN, 2006). Uma definição de produto é algo que se possa ser ofertado a um certo mercado consumidor com a o propósito de aquisição, consumo e cujo objetivo seja a satisfação de uma necessidade ou desejo (KOTLER, 1998). Os serviços podem ser definidos como sendo produtos que consistem em atividades, benefícios ou satisfações que são ofertadas para venda, como cortes de cabelo, preparação e declaração de imposto de renda, consertos domésticos. O autor esclarece que serviços são essencialmente intangíveis, e, embora sejam pagos, não resultam em propriedade (KOTLER, 1998). Quando se desenvolve um produto está se definindo os benefícios que ele irá oferecer. Esses benefícios são informados e fornecidos por intermédio dos atributos do produto, com qualidade, características e design. Cada decisão sobre esses atributos afetam muito as reações do consumidor ao produto (KOTLER, 1998). 12 2.2.3. Classificação de Produtos Os produtos são classificados pela sua durabilidade, tangibilidade e forma de uso, estratégias diferentes são elaboradas para cada uma dessas classificações de acordo com suas características. Os produtos de consumo abrangem bens e serviços que são adquiridos para uso do próprio consumidor. Nessa categoria, os produtos ainda são organizados em quatro subcategorias: • de conveniência: esses produtos são comprados sem que o consumidor empreenda grandes esforços, quer seja na busca ou na escolha; subdividem-se em três tipos: Produtos básicos: são bens comprados com regularidade, como os produtos de higiene, de limpeza e os alimentícios; Produtos de compra por impulso: os consumidores compram esse tipo de produto sem nenhum (ou quase nenhum) planejamento; é o caso de guloseimas, como chocolates e chicletes, e artigos como revistas, jornais, refrigerantes gelados e pilhas, que já ficam dispostos no check-out dos supermercados, por exemplo; Produtos de emergência: normalmente são artigos que acabam sendo adquiridos em razão de alguma necessidade imediata, que surge repentinamente. • produtos de compra comparada: são produtos selecionados pelo consumidor, com base em comparações de preço, qualidade, modelo e outras características consideradas importantes, como é o caso de móveis, roupas, eletrodomésticos; dividem-se em: - produtos homogêneos: são produtos semelhantes em qualidade, mas que apresentam diferenças importantes em relação ao preço; - produtos heterogêneos: são produtos com diferenças substanciais quanto a características que são prioridades em relação ao preço para o consumidor; apresentam grande variedade, uma vez que o foco está nas preferências individuais dos clientes. • produtos de especialidade: são produtos que possuem características únicas, desejadas por um grupo de consumidores que estão dispostos a dedicar um esforço extra para sua aquisição; a compra não envolve comparações, já que são “especiais”; na maioria das vezes, os consumidores se deslocam para chegar ao ponto de venda; são exemplos carros, equipamentos náuticos e equipamentos fotográficos. 13 • produtos não procurados: são produtos que não são conhecidos pelo mercado ou não são desejados até que se tornem necessários ou divulgados; entram nessa categoria os jazigos, os seguros de vida. 2.2.4. Serviços Uma máquina, ou quase qualquer produto pode ser transformado em um serviço para o cliente, isto é se a empresa fizer esforços de desenvolver uma solução sob medida para atender as demandas mais detalhadas daquele cliente. Na verdade uma máquina ainda é um bem físico, mas a maneira de servir o cliente com uma maquina que é adequadamente projetada é um serviço. Na maioria dos serviços quatro características básicas podem ser identificadas, são elas (KOTLER, 1993): Os serviços são mais ou menos intangíveis, sendo difícil a avaliação pelo cliente; Os serviços são atividades ou uma série de atividades em vez de coisas, pois não há qualidade pré-produzida; Os serviços são, pelo menos até certo ponto, produzidos e consumidos simultaneamente; O cliente participa do processo de produção, pelo menos até certo ponto, sendo o cliente apenas um receptor dos serviços. 2.2.5. Segmentação de Mercado A segmentação do mercado é utilizada tanto pelo Marketing como pelas empresas, na definição da sua estratégia, ao identificar o seu mercado alvo. Segmentar um mercado significa dividi-lo, ou seja, os consumidores são agrupados por segmentos (grupos), com características, necessidades e preferências homogéneas. Assim, a empresa poderá identificar e privilegiar um ou vários segmentos de acordo com a sua gama de produtos e objectivos. O processo de segmentação requer que sejam identificados os critérios que afetam as decisões de compra. Existem diversos critérios de segmentação: demográficos, geográficos, sociais, económicos, de personalidades, de estilos de vida, de comportamentos e atitudes face ao produto e à marca. A segmentação multicritérios comprovou ser uma mais-valia que potencia melhores resultados comerciais.Geralmente, estabelecem-se as 14 seguintes características para a segmentação: cada segmento deve ser homogéneo, mensurável, acessível e substancial em termos de rentabilidade. A segmentação mais usual é realizada tendo em conta o sexo, a idade, o poder de compra, a localização ou os hábitos de consumo. Por exemplo, o mercado dos Saltos Altos dirigido às mulheres e adolescentes de países ocidentais. 2.2.6. Comportamento do Consumidor No mercado de consumo dois personagens principais estão presentes no processo de compra de serviços: os usuários, ou seja, é aquele que vai consumir o serviço ou produto e o decisor que é aquele que toma a decisão no processo (GIANESI; CORRÊA, 1994). Em muitos casos, talvez na maioria os dois personagens sejam incorporados por uma mesma pessoa, contudo Gianesi e Corrêa (1994, p. 66), afirmam que “há situações em que a pessoa em que toma a decisão não é o principal usuário.”. Isto é as expectativas devem ser atendidas tanto para quem usufrui ou não. Já para Kotler e Armstrong (1993, p. 81), “as aquisições de um consumidor são profundamente influenciadas por características culturais, sociais, pessoais e psicológicas”. As características culturais exercem a mais ampla e profunda das influências no comportamento do consumidor, portanto o profissional de marketing precisa antes elaborar qualquer projeto e conhecer e atender o papel exercido pela cultura. Além disso, pode destacar alguns outros conceitos que estão ligados ao marketing. O conceito mais básico e inerente é o de necessidade humana, ou seja, é um estado em que se percebe alguma privação, e quando a mesma não é satisfeita, o individuo procurara um objeto que o satisfaça. (KOTLER; ARMSTRONG, 1993). Entende-se então que os fatores sociais são influenciados quanto ao consumo por grupos de referencia, como família, papeis sociais e posições do consumidor, sendo assim uma vez que esses fatores podem afetar profundamente as reações dos compradores, as empresas devem leva-las em consideração ao projetar suas estratégias de marketing. Além disso, os fatores psicológicos, as escolhas de compra de uma pessoa também são influenciadas por estes fatores: motivação, percepção, aprendizado, crenças e atitudes. O que precisa ficar claro é que o entendimento do processo de decisão de compras é fundamental para a determinação dos critérios competitivos e, consequentemente, para a formulação de estratégias de operações que vise a competitividade. 15 2.3. Dinâmica das Relações Interpessoais 2.3.1. Relações Humanas Interpessoais Não há quem duvide que o sucesso de uma empresa esta intrinsecamente ligada às boas Relações Humanas Interpessoais entre equipe de trabalho e os objetivos a serem alcançados, permitindo maior cooperativismo entre líder, por meio de conhecimentos, valorização do profissional alcançando uma integração real e um ambiente de trabalho direcionado a obtenção de qualidade. O ser humano é eminentemente social: ele não vive isolado, mas em continua interação com seus semelhantes. Nas interações humanas, ambas as partes envolvem-se mutuamente, uma influenciando a atitude que a outra irá tomar, e vice-versa. Devido às suas limitações individuais, os seres humanos são obrigados a cooperarem uns com os outros, formando organizações para alcançar objetivos. A organização é um sistema de atividades conscientemente coordenadas de duas ou mais pessoas. A cooperação entre elas é essencial para a existência da organização. (CHIAVENATO, 1993, p.20) Os fatores ocasionais são vários e a organização percebeu a importância do comportamento e de entender o ser humano e desta forma procurou novas perspectivas de fortalecer as Relações Humanas Interpessoais, fortalecendo o desempenho profissional, fazendo com que a equipe atinja objetivos e superem as metas que agreguem valores aos negócios. 2.3.2. Trabalho em equipe Trabalho em equipe significa a união de esforços de um grupo ou até mesmo de uma sociedade para alcançar metas através de um esforço coletivo e com isso resolver um problema. Trabalhar em equipe é uma atividade que não possui obrigatoriedade de ser realizada para obter uma remuneração. Um grupo pode trabalhar em equipe para ajudar em causas voluntárias e com isso ajudar a solucionar ou amenizar problemas que dizem respeito à vida de outro grupo ou mesmo de toda sociedade. O conceito mais amplo de trabalho em equipe está diretamente relacionado à capacidade que várias pessoas possuem para canalizar suas energias em prol de um objetivo maior e diretamente relacionado ao bem-estar da coletividade. Em outras palavras, isso significa dizer que as pessoas que possuem habilidades relacionadas à troca de ideias, tolerância, capacidade de 16 integração, espírito engajado costumam ser mais adaptáveis a situações que exigem ou necessitam do trabalho em grupo. Um dos pontos mais positivos de se trabalhar em equipe é a possibilidade de compartilhar conhecimentos e somar habilidades para desenvolver estratégias que, partindo da colaboração individual de cada pessoa na execução de tarefas que lhe são atribuídas, chegar ao objetivo maior que é atingir alguma meta ou solucionar algum problema. Dentre os diversos exemplos de trabalhos realizados em grupo há a atuação de diversas pessoas engajadas em esportes coletivos. É neles que diversos atletas, tanto homens quanto mulheres, assumem diferentes papéis para alcançar um objetivo comum que é o de ser campeão. Trabalho em equipe nas empresas significa a união de esforços de um grupo de trabalhadores para que os objetivos em comum sejam alcançados. Um grupo não é necessariamente uma equipe. A diferença está no fato de que um grupo trabalha para alcançar os objetivos do coletivo, mas com a visão de que cada um faz sua parte visando os interesses individuais. Já uma equipe, trabalha unindo forças e ajudando-se mutuamente em prol de interesses compartilhados. É uma união de esforço coletivo visando atingir objetivos em comum. Hoje em dia as empresas investem cada vez mais em funcionários com um perfil que facilidade de trabalhar em equipe. Também há uma preocupação em investir na qualificação dos profissionais para que desenvolvam cada vez mais a capacidade de trabalhar em equipe para obter uma melhoria na qualidade dos serviços. É essencial para as organizações que sejam potencializados os esforços dos membros de uma equipe de trabalho para garantir melhores resultados. Pois quando são somados as capacidades e o conhecimento o sucesso do projeto é mais provável do que quando todos trabalham individualmente. O trabalho em equipe nas empresas parte do principio de que as pessoas têm pensamentos diferentes e por isso podem apresentar soluções diferentes para determinados problemas. Para manter um padrão de qualidade do trabalho em equipe nas empresas é preciso que haja um bom nível de relacionamento entre os seus membros, tornando-os cada vez mais próximos, desenvolvendo a colaboração mutua para que o ambiente se mantenha sempre amigável e para que a equipe se torne cada vez mais comprometida e eficiente. As empresas precisam desenvolver campanhas motivacionais para manter seus funcionários comprometidos e focados nos resultados e aplicam 17 diversos procedimentos, como as dinâmicas de grupo e incentivos para que possam se beneficiar do trabalho em equipe. 2.3.3. Liderança Definimos liderança como uma capacidade de influenciar um grupo para alcançar metas e objetivos organizacionais. A figura do líder, em todos os campos de nossas relações, tem importância muito significativa. Ao líder associamos adjetivos positivos tão especiaisque nos distanciam da possibilidade de um dia estarmos nessa posição: alegre, motivador, criativo e, acima de tudo, carismático. O líder deve ter sua prática sempre pautada pelo coletivo das atividades, não cabendo subordinação. A influência em atividades realizadas em grupo a partir de objetivos a serem alcançados é o chamado processo de liderança. Para isso, o líder precisa fazer seus liderados perceberem a organização de forma sistêmica, em que todos são responsáveis pelo sucesso da empresa. Assim, cada um terá a consciência de suas responsabilidades, e não será necessária a intervenção do líder para que os trabalhos sejam executados (STOGDILL, 1975). Essa é a liderança eficaz, cujas características não têm nenhuma relação com autoridade, e a distribuição de responsabilidade é uma prática constante, não ficando apenas a cargo do líder a execução das tarefas mais importantes. Na medida em que ele distribui as responsabilidades, seus esforços concentram-se em coordenar as ações de seus liderados, fazendo sugestões para um melhor sucesso nos resultados. “Quase todos podemos suportar a adversidade, mas, se quereis provar o caráter de um homem, dai-lhe poder.” (Abraham Lincoln, 1809-1865). O líder pode orientar seus colaboradores de diversas formas, que chamamos de estilos de liderança. São eles: Estilo autocrático: apesar de reunir em sua prática as características da liderança eficaz, modifica sua atuação no momento da tomada de decisão, não fazendo nenhuma consulta ao grupo; Estilo democrático: as características de um líder eficaz estão presentes em todos os momentos, inclusive na tomada de decisões; todos os caminhos a serem percorridos pelo grupo são discutidos Estilo liberal: a característica predominante é o fato de haver interferência mínima do líder no processo de tomada de decisões, ou seja, o líder liberal não se envolve com as atividades de seus colaboradores e exerce pequenas influências; conhecido como “deixa rolar”, tem, portanto, menor visibilidade por parte dos funcionários. 18 Dentre as principais características de um líder segue abaixo as principais listadas: Imparcialidade: a emoção não pode interferir nas decisões. A razão deve estar sempre presente, sobretudo, no momento da tomada de decisões, em que prevalecerá o que for melhor para o grupo de modo geral. Empatia: é a habilidade de conseguirmos nos colocar no lugar do outro. Ela nos permite avaliar as situações como se estivéssemos vivenciando- as. Cordialidade: deve estar presente em todos os campos das relações, principalmente entre líderes e liderados. Somente solicitando cordialidade dos seus funcionários é que os líderes poderão chegar a resultados satisfatórios; do contrário, impondo os resultados, estes nunca serão excelentes. Paciência: liderar não é tarefa fácil, envolve várias habilidades, e uma delas é identificar os limites e as possibilidades de cada um dos membros do grupo. O líder deve perceber, por exemplo, as diferenças entre dois colaboradores, que se comportam com características de dinamismos diferentes, cabendo a ele conhecer e respeitar o tempo de cada um. Posicionamento definido: a liderança tem sua base na personalidade daquele que está à frente do grupo; assim, sua personalidade deve ser bem-definida. Não é agradável para um grupo ter um líder com alterações constantes de personalidade. Autocontrole: a prática da liderança envolve situações, muitas vezes, bastante delicadas, que poderão exigir do líder um grande controle pessoal, principalmente quando seus conceitos, suas ideias e seus valores forem postos em discussão. Espírito de coletividade: é a base da liderança eficaz. Somente quem tem consciência da força do trabalho em grupo e da atuação coletiva pode considerar-se líder de verdade. “O desafio da liderança é ser forte, mas não rude; ser gentil, mas não fraco; ser ousado, mas não um valentão; ser humilde, mas não tímido; ser orgulhoso, mas não arrogante; tenha humor, mas sem loucura” – Jim Rohn. 19 3. ANALISE DO PONTO DE VENDA E COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR 3.1. A Empresa A história das lojas Zema começou quando o empresário Ricardo Zema adquiriu uma concessionária de veículos, revendedor da Chevrolet. Na época, a revendedora detinha o direito de comercialização das marcas Dako e Frigidaire e a ela foi proposto também um negocio no ramo de eletrodomésticos. Assim, em 1976, foi fundada a primeira loja Zema em Araxá (MG). Desde então, o crescimento da rede de lojas é continuo e seguro. São mais de 600 lojas no varejo de móveis, eletroeletrônicos, confecções, ferramentas, pneus e brinquedos. Já é uma das maiores redes em vendas e número de lojas. A atuação entende-se entre os estados de Minas Gerais, bahia, Goiás, Espírito Santo, São Paulo e Mato Grosso do Sul. A empresa atua hoje nos mais variados seguimentos. Para Não brigar com os grandes e ser engolida pelas grandes, a Eletrozema concentrou sua expansão em cidades com menos de 60 mil habitantes, como é o caso da loja a ser estudada neste estudo, Eletrozema de Três Pontas – MG. A rede de lojas, hoje com mais de 7 mil funcionários, é comandada de Araxá, cidade com 100 mil habitantes, que além de ser conhecida pelas águas termais e por ter sido a terra da Dona Beja, uma célebre prostituta que virou até personagem de novela, abriga a CBMM, mineradora da Familia Moreira Salles, maior produtora de nióbio do mundo. A Eletrozema que em 2011, estava com 270 lojas e 4.200 funcionários, faturou R$ 780 milhões em 2011, após a crise de 2015 / 2016, as vendas do varejo tiveram uma grande queda, mas mesmo assim a empresa já com 460 lojas faturou R$ 1,4 bilhões, na época a empresa tinha aproximadamente 5 mil funcionários. (Fonte: Google) 20 Visita realizada em: 16/11/2018 ás 14h30minh Endereço: Barão do Rio Branco, 117, Centro, Três Pontas - MG Horário de funcionamento: 08h30min ás 18h30minh Telefone: 3265 1439 Site: www.grupozema.com.br 3.2. Analise do Ponto de Venda (Figura 1: Localização Eletrozema Três Pontas) (Fonte: Google) A figura acima representa a localização da loja visita, conforme falado anteriormente a Eletrozema de Três Pontas – MG tem seu foco voltado para o setor de eletrodoméstico e eletro portáteis, porem trabalhando também com vários tipos de serviço ao cliente, como consorcio ZEMA, o grana fácil ZEMA que oferece a oportunidade de pessoas físicas pegarem empréstimos com a empresa e pagarem de modo facilitado. 21 (Foto 1: Fachada da Loja) (Fonte: foto tirada pelos autores) Uma loja que realmente chama a atenção do cliente, possui uma fachada muito “agressiva” com cartazes de ofertas, cartazes de propaganda, pinturas nos vidros ofertando os serviços da empresa e convidando o cliente a entrar na loja. 22 (Foto 2: Interior da Loja) (Fonte: foto tirada pelos autores) A loja possui corredores para o cliente transitar a vontade, ate mesmo cadeirantes ou mães com o carrinho de bebe de seus filhos. (Foto 3: Setores) (Fonte: foto tirada pelos autores) 23 (Foto 4: Setores) (Fonte: foto tirada pelos autores) O interior da loja é completamente divido por setores, trazendo a sensação que os produtos estão na nossa casa, facilitando a venda de mais de um produto por vez, já que as geladeiras ficam perto dos fogões que ficam perto dos depuradores e mesas e assim por diante, formando lindos ambientes. O atendimento é padronizado com os consultores esperando o clientena porta da loja, porem sem tirar a liberdade do cliente, os vendedores são educados e atenciosos, sempre buscam entender e ajudar o cliente com sua necessidade, oferecendo sempre a melhor opção para o cliente, os vendedores pegam os telefones de todos os clientes para convidarem os clientes a voltarem a comprar na loja e os clientes que não compraram eles convidam a voltar na loja para as novas promoções, assim fidelizando o cliente. O atendimento dos funcionários realmente foi o diferencial, soube combater as objeções, pesquisar e atender a necessidade do cliente de maneira rápida e eficaz. Como cliente me senti muito satisfeito com o serviço prestado pela empresa, me senti em casa, a loja muito bonita, toda arrumada, com som na altura correta, ambiente muito limpo, e com muita variedade de produtos em seu layout. 24 3.2.1. Primeira Impressão Visualização: A primeira impressão da loja foi muito positiva, ao chegar perto da loja já era possível perceber o astral positivo da loja, com balões, faixas de ofertas, e decoração. A entrada também estava muito chamativa, foram colocados vários produtos diferentes que estavam em oferta no dia, com preços muito atrativos para os clientes. Chama atenção também os “ambientes” que os produtos formavam salas, cozinhas, quartos. Outro ponto positivo foi a abordagem dos vendedores, se apresentando e perguntando o nome do cliente, tratando ele durante todo o atendimento pelo nome, o que gerou uma certa sensação de conforto e confiança, e também a alegria dos vendedores e sua disposição em ajudar. A loja também serve um café aos seus clientes, que tem a chance de tomar um cafezinho com os funcionários e gerente. Os funcionários são muito próximos dos clientes. Acesso: O estabelecimento fica muito bem localizado, no centro da cidade, em uma das ruas principais da cidade, porem não possui estacionamento próprio, o que dificulta muito, pois no centro da cidade não é fácil achar vaga para veículos, principalmente durante o horário de pico. Outro ponto negativo é que o estabelecimento não possui câmera de segurança do lado externo da loja, somente no interior da loja. Mas a loja trouxe muitas facilidades com uma rampa de acesso, que apesar de não estar em ótimas condições ajuda muito e um banheiro adaptado para deficientes e corredores largos para a passagem de cadeirantes. Conveniência: A ZEMA trabalha com vários tipos de serviço ao cliente, desde garantias, seguro carne, seguros de vida, e-book premiado, prêmios instantâneos, consorcio, empréstimo. Isso garante muita rentabilidade para a empresa, uma vez que o numero de compradores desses serviços é muito grande, principalmente dos serviços que acompanham os produtos como seguro e garantias, que são oferecidas pelos vendedores no ato da venda, e trazem uma segurança muito maior ao cliente. 3.2.2. Segunda Impressão Ambientação: o ambiente possui uma iluminação agradável, porem o fundo da loja é um pouco escuro, pois tem uma pintura externa obstruindo o vidro. A música do ambiente é muito agradável e a loja possui cores bem vivas, e alguns cartazes de preço em destaque com cores chamativas. Layout: o gestor soube aproveitar muito bem o espaço, colocando as gondolas e prateleiras em posições estratégicas e facilitando a visualização de produtos e a circulação de pessoas na loja. Merchandising: o cliente se sente bem a vontade na loja, e aos clientes que vão efetuar pagamentos de contas e boletos ou vão a empresa para solicitar 25 algum tipo de serviço, esses são obrigados a circular entre os produtos, e produtos destaque para chegarem ate o caixa da empresa. 3.2.3. Terceira Impressão Abordagem: o atendimento é feito de maneira rápida e eficaz, o consultor ao abordar o cliente é muito educado, sempre deixando o cliente se sentir bem à vontade, e sempre fazendo perguntas abertas e fechadas para chegar ao fechamento das vendas, outro destaque foi o conhecimento que os vendedores tem sobre os produtos, mostraram conhecer todas as características e benefícios dos produtos, não mostrando o preço, mas sim o valor do produto. Facilidades: a empresa oferece muitas facilidades na hora da compra e do pagamento, como parcelamento sem necessidade de cartão de credito, apenas com o carnê próprio da empresa, podendo dividir a compra em ate 24 vezes. A loja oferece também garantia estendida, seguro e outros serviços, trazendo comodidade para o cliente e oferecem também entrega e montagem de produtos grátis. 3.2.4. Quarta Impressão A empresa faz um cadastro do cliente com os dados básicos, podendo assim entrar em contato com o cliente em datas comemorativas como aniversario e em futuras promoções da empresa para oferecer produtos do interesse do cliente. A empresa também entrega brindes aos clientes, o que ajuda na fidelização do cliente, e fazem também o pós-venda com todos os clientes, perguntando sobre a satisfação do cliente com o produto e com a empresa. 3.2.5. Comunicação e merchandising Os matérias de comunicação utilizados pela empresa são panfletos de ofertas, mensagem de texto, ligações, carros de som, anúncios na radio e mídia televisiva. São feitas varias ações pelo ponto de venda para trazer o cliente para a loja, por exemplo, colocar locutor na porta da loja, fazer sorteios, carreatas convidando o cliente a vir na loja e campanhas especiais como a campanha “cliente 5 estrelas” feita pela empresa no ultimo mês. 26 3.3. Pesquisa de observação do comportamento do consumidor no ponto de venda Um dos fatores para atrair os clientes para a loja, é o visual interno da loja, os produtos são expostos de maneira muito criativa e organizados, e com cartaz de preços bem chamativos e com super descontos, a loja é bem acessível e conta com cores vivas e alegres, o que deixa o ambiente bem leve, e é muito acessível aos deficientes, inclusive conta com clientes com variados tipo de deficiência. Normalmente antes de fazerem suas compras os clientes tem tendência a percorrer toda a loja antes, observando e analisando, geralmente ao chegar à loja o cliente chega procurando por marcas especificas para fazer comparação de preço com a concorrência, procurando a loja mais barata. Um dos principais fatores de compra é o preço e a qualidade do produto e seu estado de conservação. O tempo médio do cliente na loja varia de 15 a 30 minutos. Um dos principais fatores do fechamento de venda da empresa é o atendimento padrão o ambiente agradável e a qualidade dos produtos. Um ponto que pode acabar fazendo o cliente deixar de entrar na loja e efetuar a compra é a dificuldade de encontrar vaga para carros e motos nas redondezas do local. Uma ação que poderia ajudar a converter a situação seria ter estacionamento próprio, outra ação que poderia ajudar a aumentar o número de clientes na loja seria ligar para os clientes inativos ou aqueles que não vêm na loja a um bom tempo, convidando-os a fazer uma nova visita á loja e conhecer o novo mix de produtos. 27 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS Empreendedorismo, objetividade e determinação. É assim que a Zema cresce de forma contínua e segura há mais de 90 anos, com atuação nos segmentos de distribuição de combustíveis, varejo de móveis, eletroeletrônicos e vestuários, concessionárias de veículos, autolocadora, varejo de autopeças e serviços financeiros. A empresa atende mais de 2,5 milhões de clientes e está presente em mais de 600 cidades em Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará e Espírito Santo. No conceito de Administração do Varejo a Zema se mostrou com umaestratégia sólida e o profundo conhecimento de seus colaboradores com relação ao seu mix de produtos. A gestão de vendas e negociação é bem conduzida e acompanhada pelo gestor, fazendo com que o cliente sinta-se a vontade. Conta também com seu comercio virtual, o e-commerce. Com relação ao seu mix de produtos podemos destacar a grande variedade de eletrodomésticos e eletroeletrônicos, tanto no sentido de amplitude e profundidade de cada marca, que por sinal são muitas, facilitando assim o fechamento da venda, pois o cliente tem vários leques a sua escolha. Falando agora sobre a questão das relações interpessoais, a loja investe em cursos e projetos para que seus colaboradores sejam melhores a cada dia, é também oferecido cursos aos gestores, tanto dentro, como fora da cidade, passando por várias lojas e relacionando-se com diversas culturas. Conforme já conversado anteriormente, os consultores tem um bom atendimento fazendo com que o cliente sinta-se a vontade e disponibilizando todas as alternativas para o fechamento da venda e fidelização do cliente. Mas podemos ressaltar alguns pontos do qual a loja poderia melhorar, ter um cartão próprio seria um exemplo, melhorar um pouco a iluminação do fundo, desobstruir um pouco o vidro da fachada e ter um estacionamento próprio. Os mercados são fortemente competitivos e não há espaço para negligencia ou acomodação. Ocupar um espaço diferenciado na mente do cliente requer um esforço concentrado não só da equipe de vendas, mas também da sua gestão, da área de marketing e de outras que geram valor para seu público alvo. 28 REFERÊNCIAS Site www.zema.com https://pt.essays.club/Ci%C3%AAncias-Administrativas-e- Jur%C3%ADdicas/Administra%C3%A7%C3%A3o/HISTORIA-DA- ELETROZEMA-12463.html https://exame.abril.com.br/negocios/eletro-zema-a-varejista-que-foge-das- capitais/ Textuais CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 4ª ed., São Paulo: Makron Books, 1993 GORDON, IAN. Marketing de relacionamento. Tradução: Mauro Pinheiro. 3ª ed. São Paulo: Futura, 2000. GIANESI, I. G. N.; CORRÊA, H. L. Administração estratégica de serviços. São Paulo: Atlas, 1994 KOTLER, Philip. Administração de Marketing. 2 ed. Rio de Janeiro: Afiliada, 1993. KOTLER, Philip; ARMSTRONG, Gary . Princípios de Marketing. 5ª edição. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 1993. KOTLER, Philip. 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