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1 
 
 
 
ESCOLA DE ENFERMAGEM MENINO JESUS 
CURSO TÉNICO DE ENFERMAGEM 
 
 
 
 
Gilmara Daniele Silva de Souza 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO: 
Técnico de Enfermagem 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
NATAL/RN 
2019 
2 
 
ESCOLA DE ENFERMAGEM MENINO JESUS 
CURSO TÉNICO DE ENFERMAGEM 
 
 
 
 
Gilmara Daniele Silva de Souza 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO: 
Técnico de Enfermagem 
 
 
 
 
 
 
Relatório Final de Estágio apresentado como 
requisito avaliativo do Curso Técnico em 
Enfermagem, elaborado pela aluna Gilmara 
Daniele Silva de Souza, apresentado a diretora 
Lyziandy Kelly Bulhões Bandeira Lima e 
coordenadora pedagógica Katheryne Dehystri 
Vieira e Freitas, como requisito para conclusão 
do curso Técnico de Enfermagem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
NATAL/RN 
2019 
 
3 
 
 
ESCOLA DE ENFERMAGEM MENINO JESUS 
CURSO TÉNICO DE ENFERMAGEM 
 
 
 
Gilmara Daniele Silva de Souza 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO: 
Técnico de Enfermagem 
 
 
ENTREGUE EM: 23 de novembro de 2019 
 
 
 
VISTOS 
 
 
 
_____________________________________________ 
 Katheryne Dehystri Vieira e Freitas (Coordenadora Pedagógica) 
Escola de Enfermagem Menino Jesus 
 
 
_____________________________________________ 
 Lyziandy Kelly Bulhões Bandeira Lima (Diretora do Curso) 
 Escola de Enfermagem Menino Jesus 
 
 
 
 
 
 
 
 
NATAL/RN 
2019 
4 
 
I – FOLHA DE IDENTIFICAÇÃO: 
 
IDENTIFICAÇÃO DO ALUNO: 
 
Nome do Aluno: Gilmara Daniele Silva de Souza 
Matrícula: 003069 Turma: TDS20 
Curso: Técnico em Enfermagem 
 
 
IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE DE ENSINO: 
 
Endereço: Escola de Enfermagem Menino Jesus- Unidade Centro, Av. Deodoro da 
Fonseca, 808 – Cidade Alta - Natal/RN. 
Telefone: (84) 3221-0125- (84) 3201-2347 
 
IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE DE CAMPO: 
 
Endereço: Hospital Municipal de Natal, Rua Coronel Joaquim Manoel, 654 – 
Petrópolis, Natal-RN. 
Telefone: (84) 3646-5383 
 
Endereço: Hospital Psiquiátrico Prof. Severino Lopes, Av. Romualdo Galvão, 588 - 
Tirol, Natal – RN. 
Telefone: (84) 3026-4850 
 
Endereço: Instituto Juvino Barreto (Lagoa Seca), Av. Alm. Alexandrino de Alencar, 
908 - Lagoa Seca, Natal – RN. 
Telefone: (84) 3322-7311 
 
Endereço: Hospital Dr. Percilio Alves, Av. Luís Lopes Varela, s/n - Centro, Ceará-
Mirim – RN. 
Telefone: (84) 3274-5942 
 
Endereço: Oftalmoclinica Natal, Av. Prudente de Morais, 419 - Tirol, Natal - RN 
Telefone: (84) 3221-5100 
 
Endereço: Unidade Básica de Saúde 02, Rua Cmte. Dider Viana- Extremoz 
Telefone: 
 
IDENTIFICAÇÃO DOS SUPERVISORES DE CAMPO: 
 
SUPERVISORA DE CAMPO: Luana Kleyzan, Maria Elisangela Marques, Katiene, 
Andréa, Rosangela, Rafaela, Hillana; 
 
COORDENADORA DE ESTÁGIOS: 
Katheryne Dehystri Vieira e Freitas. 
 
Data de entrega do Relatório: 30/09/2019 
 
5 
 
AGRADECIMENTOS 
 
Dedico este trabalho primeiramente a Deus nosso Senhor, pelo presente 
da vida e pela oportunidade dessa experiência de aprendizado que permitiu 
concluir mais uma etapa de minha vida com êxito. E aos meus pais que me 
ensinou a viver a vida com dignidade e não mediram esforços para dar amor e 
apoio em todos os nossos momentos. 
Ao meu namorado Lázaro da Costa Cordeiro que me ajudou e incentivou 
na conclusão desse trabalho e em especial, a minha mãe Maria Augusta Silva 
de Souza que para mim é um exemplo de mulher guerreira, amiga, rainha da 
minha vida, em que nos momentos de angústia e medo soube me encorajar com 
o seu amor de mãe incondicional no decorrer desta jornada acadêmica. 
A todos os professores do Curso de Enfermagem Menino Jesus, que 
transmitiram seus conhecimentos e foram precursores desta conquista. 
A coordenadora de estágio do curso de enfermagem Menino Jesus 
Katheryne Dehystri Vieira e Freitas por ter ajudado e incentivado durante todo o 
processo de estágio. 
Obrigada Jesus Cristo... 
 
 
Gilmara Daniele Silva de Souza 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
6 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 “O sucesso nasce do querer, da 
determinação e persistência em se 
chegar a um objetivo. Mesmo não 
atingindo o alvo, quem busca e vence 
obstáculos, no mínimo fará coisas 
admiráveis." 
Quebrando Barreiras 
José de Alencar 
 
 
7 
 
RESUMO 
 
O presente relatório expressa a experiência vivenciada enquanto 
estagiária do Curso Técnico de Enfermagem. O estágio tem o objetivo de ensinar 
ao estagiário as atividades ligadas à área específica do curso realizado e à sua 
contextualização, facilita a inserção futura do estudante no mundo do trabalho. 
O curso técnico abre portas no mercado para seus estudantes e o estágio tem 
grande participação nesse efeito, já que quando o aluno se forma, ele não sai 
apenas com o diploma de técnico, ele sai com a experiência de ter vivenciado o 
seu curso na prática. Desta forma é importante que o estagiário aproveite ao 
máximo esse tempo de experiência, já que é o momento que ele poderá vivenciar 
de fato a área que escolheu como profissão. 
 
PALAVRAS-CHAVES: Técnico de Enfermagem. Estágio. Profissão. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
8 
 
Sumário 
INTRODUÇÃO: ................................................................................................................... 09 
1. OBJETIVO: .................................................................................................................. 10 
2. DESCRIÇÃO DO CENÁRIO DE PRÁTICA: ........................................................................ 10 
3.1- SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA EM ENFERMAGEM: ...................................................... 10 
3.2- ASSISTÊNCIA EM SAÚDE MENTAL: ............................................................................... 11 
3.3- ASSISTÊNCIA A CLIENTES/ PACIENTE EM TRATAMENTO CLÍNICO (CM): ........................ 12 
3.4- ASSISTÊNCIA A CRIANÇA, ADOLESCENTE, AO JOVEM E A MULHER: ............................... 13 
3.5- ASSISTÊNCIA A PACIENTE EM ESTADO GRAVE/ UTI: ..................................................... 13 
3.6- ASSISTÊNCIA A CLIENTES/ PACIENTES EM TRATAMENTO CLÍNICO (DT): ........................ 14 
3.7- ADMINISTRAÇÃO APLICADA Á ENFERMAGEM: ............................................................ 14 
3.8- ASSISTÊNCIA A CLIENTES/ PACIENTE EM TRATAMENTO CIRÚRGICO: ............................ 15 
3.9- ASSISTÊNCIA EM SAÚDE COLETIVA: ............................................................................. 16 
4.0 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS DURANTE O ESTÁGIO: .................................................... 18 
AFERIÇÃO DE SINAIS VITAIS ............................................................................................... 18 
TEMPERATURA .................................................................................................................. 18 
PULSO ............................................................................................................................... 18 
FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA .............................................................................................. 18 
PRESSÃO ARTERIAL ............................................................................................................ 18 
APLICAÇÃO DE MEDICAMENTO INTRAMUSCULAR (IM) ..................................................... 19 
APLICAÇÃO DE MEDICAMENTOENDOVENOSA (EV) ............................................................ 19 
APLICAÇÃO DE MEDICAMENTO SUBCUTÂNEA (SC) ............................................................. 20 
APLICAÇÃO DE MEDICAMENTO INTRADÉRMICA (ID) .......................................................... 20 
NEBULIZAÇÃO ................................................................................................................... 21 
SALA DE CURATIVOS .......................................................................................................... 21 
BANHO DE ASPERSÃO – BANHO DE CHUVEIRO ................................................................... 22 
BANHO NO LEITO .............................................................................................................. 23 
 VISÃO GERAL DOS DIAS DE ESTÁGIO ................................................................................. 24 
CONCLUSÃO ...................................................................................................................... 25 
REFERÊNCIAS ..................................................................................................................... 26 
 
 
 
 
 
9 
 
INTRODUÇÃO: 
 
Durante o preparo para a vida profissional, passamos por muitos 
ensinamentos teóricos e práticos, para que deste modo nos tornemos capazes 
a entrar no mercado de trabalho. Porém, para entrarmos nesse mercado temos 
como critério básico para nos tornarmos Técnicos de Enfermagem, passar por 
períodos de estágios, onde aprendemos nos tornamos seguros e mais maduros 
para assumirmos nosso lugar como Técnicos em Enfermagem. 
Os estágios tiveram como objetivo: fornecer a oportunidade de viver de 
forma prática, todos os procedimentos aprendidos no caminho percorrido na vida 
acadêmica; dar-nos toda a segurança para que ao concluir o estágio, estejamos 
preparados para seguir a função que escolhemos e que nos será confiada; 
promover, através do exercício do pensamento crítico, a percepção das 
possibilidades e limitações do campo de atividades específico e a criação de 
escolhas para superá-las. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10 
 
1. OBJETIVO: 
Apresentar atividades desenvolvidas durante o estágio obrigatório, 
desempenhando a pratica da enfermagem em situações reais da vida, 
aliando o conhecimento cientifico e teórico-prático desenvolvido no decorrer 
do curso. 
2. DESCRIÇÃO DO CENÁRIO DE PRÁTICA: 
 
3.1- SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA EM ENFERMAGEM: 
 
Nos dias 21,22,28,29 e 04 de novembro de 2017 das 08:00 ás 17:00 
horas no Hospital Municipal de Natal. Iniciamos o estágio de Semiotécnica 
com a Professora e Preceptora Luana Kleyzan. 
O grupo de estagiárias eram cinco alunas, presenciamos a rotina do 
Hospital, bem como nos deparamos com os sentimentos dos pacientes frente 
a triste realidade exposta. 
Durante a assistência de enfermagem realizamos leitura de 
prontuários, anamnese, banho no leito, troca de curativos (tudo sob a 
supervisão da preceptora Luana Kleyzan). Tive a oportunidade de realizar 
banho no leito, curativos e de fazer a troca de lençóis dos leitos. 
Foram notórios a ansiedade e o nervosismo das alunas técnicas de 
enfermagem pois se tratavam de um universo novo, apesar dos anseios dos 
primeiros dias, o apoio da preceptora Luana Kleyzan foi fundamental, 
permitindo momentos de mais autonomia e confiança com os pacientes. 
Em nenhum momento os pacientes ficaram com receio de serem 
cuidados por estudantes, e no término dos procedimentos viam que apesar 
da pouca experiência, os objetivos eram alcançados de forma satisfatória, 
especialmente pelos elogios, os quais serviram de incentivo para continuar 
com a dedicação. 
Além disso, também haviam aqueles pacientes bem receptivos desde 
o primeiro momento e que cooperava bem durante a assistência. 
 
 
 
 
11 
 
3.2- ASSISTÊNCIA EM SAÚDE MENTAL: 
 
O campo de estágio em Saúde Mental foi realizado no Hospital 
Psiquiátrico Prof. Severino Lopes nos dias 05,06 e 09 de julho de 2018 no 
horário das 13:00 ás 17:00 horas, O grupo de estagiárias (os) era de cinco 
alunas (os). 
A preceptora Maria Elisangela Marques nos orientou e explicou o 
funcionamento e estrutura física da unidade, apresentou a equipe 
multidisciplinar composta por psiquiatras, Assistentes Sociais, Enfermeiros e 
Técnicos de Enfermagem. Ao me encontrar no Hospital Psiquiátrico Prof. 
Severino Lopes, durante o primeiro dia de estágio, recebi orientação sobre a 
rotina da unidade, onde cada dia da semana é destinada uma atividade em 
grupo com os pacientes, os responsáveis pela prescrição de medicamentos 
são os psiquiatras da equipe multidisciplinar. 
Durante os três dias de estagio, tivemos a oportunidade de 
acompanhar o cotidiano deste serviço de atenção à saúde mental e, através 
do suporte teórico-metodológico, construir um olhar crítico sobre o fazer 
psicológico dentro do contexto da saúde pública. A vivência de estágio nos 
oportunizou mais do que a proximidade com a experiência da crise e do 
sofrimento psíquico, objetivou a abordagem na influência das relações e 
condições de trabalho na construção teórico-prática desse serviço e, 
consequentemente, nosso papel de técnico de enfermagem na promoção do 
cuidado em saúde mental. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
12 
 
3.3- ASSISTÊNCIA A CLIENTES/ PACIENTE EM TRATAMENTO CLÍNICO 
(CM): 
 
Nos dias 18 e 19 de julho de 2018 das 7:30 ás 17:00 horas no Instituto 
Juvino Barreto. Iniciamos o estágio de Clínica Médica com a Preceptora 
Katiene que nos orientou e explicou o funcionamento e estrutura física da 
Instituição. 
A equipe de profissionais é composta por: Médico responsável técnico 
com clínica geral e cirurgia geral, enfermaria, técnicos em enfermagem 
cuidadores, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, educação física 
especializada reabilitação de idosos, nutricionista, psicóloga, equipe 
terceirizada de manutenção conforme a necessidade, cozinheira, auxiliar de 
cozinha, auxiliares de limpeza, jardineiro e auxiliar de manutenção. 
Na modalidade de manutenção de atendimento tem-se: moradia 
assistência ao idoso 24 horas, dividindo o plano de moradia com apartamento 
individual, apartamento coletivo, mediante o cronograma de visitas, o idoso 
também pode receber visitas de seus familiares autorizados pelo 
responsável. A clínica disponibiliza de “hotel”, uma assistência temporária ao 
idoso, sendo uma opção para familiar que precisa instalar o idoso por um 
curto período. 
 Durante o estágio de Clínica Médica fizemos a assistência que é rotina 
diária de atendimento de enfermagem para os idosos como: cuidados de 
higiene pessoal e higiene intima, checagem de sinais vitais, temperatura, 
glicemia, batimentos cardíacos, apoio ao idoso para suas rotinas diárias e 
para aqueles idosos que têm dificuldade de locomoção, coleta de exames 
laboratoriais, atendimentos emergencial, os idosos também participam de 
atividades na horta, passeios alternativos, atividades religiosas, jogos de 
raciocínio e estimulo, hidroginástica e organização de festas de aniversário 
de cada idoso. 
A estrutura física da clínica possui: sala ampla de TV, área verde com 
varandas para as atividades, refeitório, cozinha industrial, lavanderia 
industrial, consultório médico, piscina aquecida, horta, praça particular com 
pistas de caminhada, jardins e todo ambiente monitorado por câmera. 
 
13 
 
3.4- ASSISTÊNCIA A CRIANÇA, ADOLESCENTE, AO JOVEM E A 
MULHER: 
 
Nos dias 23,24 e 27 de agosto de 2018 das 08:00 ás 17:00 horas no 
Hospital Dr. Percilio Alves.Iniciamos o estágio Materno Infantil com a 
preceptora Luana Kleyzan que nos orientou e mostrou o funcionamento do 
setor da maternidade da mulher. No início de cada plantão procuramos fazer 
o reconhecimento do posto de enfermagem para podermos saber a 
quantidade de pacientes no período puerpério internados, e se há medicação 
prescrita no período da manhã, caso haja medicação prescrita realizamos as 
medicações nos horários exatos, antes de iniciarmos os banhos e os demais 
procedimentos realizados: 
 Assistir a mulher no ciclo grávido- puerperal; 
 Realização de práticas de enfermagem (administração de injetáveis, 
curativos, aferição de Sinais Vitais (PA, T axilar, Respiração e Pulso), 
inalação, aferição de peso e estatura). 
 Banho nos R.N. 
 Orientações na admissão e alta hospitalar. 
 
3.5- ASSISTÊNCIA A PACIENTE EM ESTADO GRAVE/ UTI: 
 
Nos dias 28,29 e 30 de agosto de 2018 das 08:00 ás 17:00 horas no 
Hospital Dr. Percilio Alves. Iniciamos o estágio UTI com a preceptora Luana 
Kleyzan. 
Durante o estágio ficamos no setor de urgência e emergência onde 
administramos injetáveis, punções, aferição de Sinais Vitais (PA, T axilar, 
Respiração e pulso) e inalação. Também fomos dar assistência de 
enfermagem no setor de Clínica Médica do Hospital onde realizamos leitura 
de prontuários, anamnese, banho no leito, troca de curativos (tudo sob a 
supervisão da preceptora). 
 
 
 
14 
 
3.6- ASSISTÊNCIA A CLIENTES/ PACIENTES EM TRATAMENTO 
CLÍNICO (DT): 
 
No dia 22 de outubro de 2018 das 07:00 ás 17:00 horas no Hospital 
Dr. Percilio Alves. Iniciamos o estágio DT (Doenças transmissíveis) com a 
preceptora Andréa. Ficamos no setor da urgência e emergência onde 
realizamos administração de injetáveis, punções, aferição de Sinais Vitais 
(PA, T axilar, Respiração e Pulso) e Inalação. Os profissionais de 
enfermagem devem estar atentos e preparados para atuarem em situações 
de urgência e emergência, pois a capacitação profissional, a dedicação e o 
conhecimento teórico e prático, irão fazer a diferença no momento crucial do 
atendimento ao paciente. Quem atua no atendimento de Urgência e 
Emergência deve estar preparado para atender pacientes de todos os tipos 
e oriundos de todas as situações possíveis. Por esse tipo de atendimento ter 
essa característica, o profissional técnico especializado nessa área precisa 
estar preparado para tudo. Além disso, como os seus pacientes estão 
passando por um momento difícil e necessitam de uma atenção especial, é 
preciso saber lidar com pessoas em estado grave e os seus familiares e/ou 
amigos. 
 
3.7- ADMINISTRAÇÃO APLICADA Á ENFERMAGEM: 
 
Nos dias 23 e 24 de outubro de 2018 das 07:00 ás 15:00 horas no 
Instituto Juvino Barreto. Iniciamos o estágio de administração com a 
preceptora Rosangela. 
A nossa preceptora nos orientou sobre o sistema da administração da 
enfermagem na Instituição que é um instrumento de trabalho que possibilita 
a prestação da assistência de forma mais eficiente e eficaz. Durante a 
assistência de enfermagem realizamos leitura de prontuários, anamnese, 
troca de curativos (tudo sob a supervisão da preceptora). 
 O estágio serviu para mostrar que a equipe de enfermagem não é 
apenas uma organização que executa tarefas, entendi que a função 
administrativa é como o grupo de enfermagem irá desempenhar no exercício 
profissional naquele devido setor. A enfermeira chefe é o elemento de 
15 
 
controle e de comando da equipe de enfermagem, após o ensino teórico 
temos a prática como enfoque curativo na administração da assistência. 
 
3.8- ASSISTÊNCIA A CLIENTES/ PACIENTE EM TRATAMENTO 
CIRÚRGICO: 
Nos dias 09,10 e 11 de setembro de 2019 das 7:30 ás 17:00 horas na 
Oftalmoclinica Natal. Iniciamos o estágio em Cirúrgico com a Preceptora 
Rafaela. 
O aluno deverá ser capaz de atender o paciente de forma holística, 
através das seguintes ações: 
 Aplicação da SAE (anamnese, exame físico, diagnósticos de 
enfermagem, implementação, aplicação e avaliação do plano de 
cuidados); 
 Saber montar uma sala cirúrgica de acordo com o tipo de cirurgia; 
 Assistir o paciente no pré, trans (circular a sala cirúrgica) e pós-operatório; 
 Realização de práticas de enfermagem (higienização, conforto, 
segurança, administração de injetáveis, curativos, sondagens, punções, 
aferição de Sinais Vitais (PA, T axilar, Respiração e Pulso), inalação, 
encaminhamentos de pacientes aos exames complementares e sala de 
cirurgia, orientações na admissão e alta hospitalar). 
Além dos enfermeiros, atuam no centro cirúrgico as equipes 
médicas que são formadas por cirurgião e anestesista, administrativa e 
de higiene. Todas trabalhando em conjunto para garantir a segurança do 
paciente e a eficiência do procedimento. Outro detalhe importante é que, 
não adianta os profissionais serem muito bons se a equipe não se dá bem. 
É preciso que haja harmonia e que todos estejam alinhados pelo mesmo 
objetivo. 
Durante qualquer procedimento cirúrgico são solicitados muitos 
profissionais para que tudo saia como planejado. Vamos dar o exemplo 
da equipe de enfermagem, formada pelo enfermeiro e técnico em 
enfermagem. 
16 
 
O enfermeiro chefe é responsável por cuidar do ambiente cirúrgico 
e garantir que todos estejam desempenhando suas devidas funções, além 
de planejar as ações que são executadas. Ele também tem algumas 
tarefas administrativas, como a elaboração da escala de férias e as folgas 
dos componentes da equipe. 
Já o técnico em enfermagem é ajudante direto do enfermeiro 
chefe, e é responsável por verificar o funcionamento, conservação e 
manutenção dos equipamentos que compõem o centro cirúrgico. Ele 
também deve encaminhar as peças cirúrgicas aos laboratórios 
especializados e fazer o controle dos materiais esterilizados, entre outras 
funções. 
3.9- ASSISTÊNCIA EM SAÚDE COLETIVA: 
 
Nos dias 16,17 e 18 de setembro de 2019 das 07:00 ás 17:00 horas 
na unidade de básica de saúde 02 extremoz. Iniciamos o estágio de Saúde 
Coletiva com a preceptora Hillana. 
As UBS visam promover e proteger a saúde, a prevenção de agravos, 
o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação, a redução de dados e a 
manutenção da saúde com o objetivo de desenvolver uma atenção integral 
que impacte na situação de saúde e autonomia das pessoas e nos 
determinantes e condicionantes de saúde das coletividades. 
A Unidade Básica de Saúde (UBS) é o contato preferencial dos 
usuários, a principal porta de entrada e centro de comunicação com toda a 
Rede de Atenção à Saúde. É instalada perto de onde as pessoas moram, 
trabalham, estudam e vivem, com isso, desempenham um papel central na 
garantia de acesso à população a uma atenção à saúde de qualidade. 
Na UBS, é possível receber atendimentos básicos e gratuitos em 
Pediatria, Ginecologia, Clínica Geral, Enfermagem e Odontologia. Os 
principais serviços oferecidos são consultas médicas, inalações, injeções, 
curativos, vacinas, coleta de exames laboratoriais, tratamento odontológico, 
encaminhamentos para especialidades e fornecimento de medicação básica. 
17 
 
No primeiro dia de estágio na Unidade Básica de Saúde fui 
recepcionada pela preceptora Hillana onde levou os estagiários para 
conhecer cada departamento da Unidade. Primeiramente foi apresentada a 
sala de triagem onde são agendadas as consultas, elaborados prontuários, 
onde são feitos os processos de peso, aferição de P.A (Pressão Arterial), 
idade e altura. 
Passamos pela sala de sutura e realizamos curativos nos pacientes 
que fazem acompanhamento, sala de saúde bucal, assistimos o 
procedimento de teste do pezinho em bebês de colo. Assim foi possívelobservar e ainda ter contato com profissionais da saúde e com a população 
em geral. Desde bebês de colo até às pessoas idosas. E assim entender os 
procedimentos que devem ser tomados em situações auxiliando em 
determinadas funções. 
 
 Aplicação parcial da SAE (anamnese, exame físico, diagnósticos de 
enfermagem); 
 Realização de práticas de enfermagem (administração de injetáveis, 
vacinas, curativos, aferição de Sinais Vitais (PA, T axilar, Respiração e 
Pulso), inalação, encaminhamentos de pacientes aos exames 
complementares, orientações na admissão e marcação de consultas). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
18 
 
4.0 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS DURANTE O ESTÁGIO: 
AFERIÇÃO DE SINAIS VITAIS 
 
EM TODOS OS PROCEDIMENTOS: 
- Verificar o funcionamento dos equipamentos; 
- Lavar as mãos; 
- Separar os materiais; 
- Manter o paciente confortável; 
- Explicar o procedimento ao paciente; 
 
TEMPERATURA 
- Desinfetar o termômetro; 
- Colocar o termômetro com o bulbo ao encontro da axila; 
- Pedir ao paciente para cobrir o braço ao corpo; 
- Retirar o termômetro e anotar a temperatura; 
 
PULSO 
- Colocar o dedo indicador sobre a artéria radial fazendo leve pressão; 
- Contar o batimento cardíaco por 1 minuto; 
- Anotar o valor encontrado; 
 
FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA 
- Colocar a mão no pulso do paciente a fim de disfarçar a observação; 
- Contar movimentos respiratórios por 1 minuto; 
- Anotar o valor encontrado; 
 
PRESSÃO ARTERIAL 
- Deixar o braço descoberto; 
- Colocar o manguito na região cubital prendendo sem apertar e nem deixar 
frouxo; 
- Colocar o manômetro de forma visível; 
- Localizar com os dedos a artéria braquial; 
- Fechar a válvula e insuflar o manguito; 
19 
 
- A guardar o primeiro som da arterial ouvido que será a P.A sistólica e o último 
será a P.A diastólica; 
- Retirar todo o ar do manguito; 
- Anotar o valor encontrado; 
 
APLICAÇÃO DE MEDICAMENTO INTRAMUSCULAR (IM) 
 
1. Cumprimente e explique o procedimento ao paciente; 
2. Trocar a agulha 40x12 (rosa) por uma 25x8 (verde) ou 25x7 (cinza); 
3. Ângulo de aplicação 90°; 
4. Bisel lateral; 
5. Locais de aplicação: 
- Músculo deltóide, quatro dedos abaixo do ombro e no meio do músculo 
(quantidade máxima de medicamento 3 ml); 
- Músculo glúteo, quadrante superior externo do músculo (quantidade máxima 
de medicamento 5 ml); 
- Músculo vasto lateral da coxa (quantidade máxima de medicamento 5ml); 
- Paciente deitado ou sentado com o braço fletido sobre o abdome (músculo 
deltoide); 
6. Fazer assepsia em um único sentido; 
7. Fazer uma pequena prega cutânea no local de aplicação; 
8. Introduzir a agulha, aspirar e depois proceder à aplicação de medicamento 
lentamente; 
9. Fazer uma leve compressão na pele com o algodão; 
10. Observar reações do paciente; 
 
APLICAÇÃO DE MEDICAMENTO ENDOVENOSA (EV) 
1. Cumprimente e explique o procedimento ao paciente; 
2. Pegar o garrote; 
3. Trocar a agulha 40x12 (rosa) por uma 25x8 (verde) ou 25x7 (cinza); 
4. Ângulo de aplicação 15°; 
5. Bisel voltado para cima; 
6. Locais de aplicação: 
- Veia cefálica 
- Veia mediana 
- Veia basílica 
7. Paciente deitado ou sentado com o braço apoiado e a palma da mão virada 
para cima; 
8. Fazer assepsia em um único sentido; 
9. Introduzir a agulha, aspirar e depois proceder à aplicação de medicamento 
lentamente; 
10. Fazer uma leve compressão na pele com o algodão; 
11. Observar reações do paciente; 
Obs: Para administrar medicamentos depois de introduzir a agulha deve-se 
retirar o garrote. Para tirar sangue, deve-se deixar o garrote até o termino do 
20 
 
procedimento. Venóclise: Scalp - Borboleta (menos tempo) Gelco (mais 
tempo); 
 
APLICAÇÃO DE MEDICAMENTO SUBCUTÂNEA (SC) 
 
1. Cumprimente e explique o procedimento ao paciente; 
2. Trocar a agulha 40x12 (rosa) por uma 25x8 (verde) ou 25x7 (cinza); 
3. Ângulo de aplicação 45°; 
4. Bisel lateral; 
5. Locais de aplicação: 
- Deltóide 
- Face externa do braço 
- Face anterior da coxa 
- Parede abdominal 
- Região escapular 
6. Quantidade máxima de medicamento = 2 ml; 
7. Paciente confortável; 
8. Fazer assepsia em um único sentido; 
9. Introduzir toda a agulha, aspirar e depois proceder à aplicação de 
medicamento lentamente; 
10. Após a aplicação de insulina ou heparina, não se deve massagear; 
11. Observar reações do paciente; 
 
APLICAÇÃO DE MEDICAMENTO INTRADÉRMICA (ID) 
 
1. Cumprimente e explique o procedimento ao paciente; 
2. Trocar a agulha 40 x 12 (rosa) por uma 10 x 5 ou 13 x 4,5 (bege); 
3. Ângulo de aplicação 15°; 
4. Bisel voltado para cima; 
5. Locais de aplicação: 
- Face interna do antebraço 
6. Quantidade máxima de medicamento = 0,5 ml; 
7. Paciente confortável; 
8. Fazer assepsia em um único sentido; 
9. Introduzir toda a agulha, e proceder à aplicação de medicamento lentamente 
(única que não precisa aspirar); 
10. Observar reações do paciente. 
 
 
 
 
 
 
 
21 
 
NEBULIZAÇÃO 
Material 
- fluxômetro; máscara simples ou “Venturi” de formato adequado esterilizado; 
- frasco nebulizador; extensão plástica corrugada (traquéia); 250 ml de água 
destilada esterilizada; etiqueta e folha de anotações de enfermagem; 
 
Procedimento 
- instalar o fluxômetro e testá-lo; 
- colocar a água no copo do nebulizador, fechar e conectar ao fluxômetro; 
- conectar a máscara ao tubo corrugado, e este ao nebulizador; 
- colocar a máscara no rosto do paciente e ajustá-la, evitando compressões; 
- regular o fluxo de Oxigênio, de acordo com a prescrição; 
- identificar o nebulizador com adesivo (data, hora e volume); 
 
Trocar a água do nebulizador 6/6hs, desprezando toda a água do copo e 
colocando nova etiqueta; 
Trocar o conjunto a cada 48 horas; 
 
SALA DE CURATIVOS 
Fazemos os curativos dos pacientes no leito seguindo os procedimentos 
instruídos pelo supervisor e pelos funcionários conforme costume da 
instituição: 
- Conferir se pegou todo material necessário; 
- Verificar datas de validade dos materiais; 
- Examinar a ferida; 
- Reunir o material necessário para realizar a cobertura; 
- Lavar as mãos; 
- Posicionar o local da ferida de forma que me permite o acesso; 
- Retirar a cobertura; 
- Calçar as luvas de procedimento; 
- Desprezar material utilizado em local apropriado; 
- Limpar e fechar a ferida; 
- Aplicar medicamento conforme prescrição médica; 
- Retirar as luvas; 
- Fazer anotações de enfermagem; 
 
 
 
22 
 
BANHO DE ASPERSÃO – BANHO DE CHUVEIRO 
FINALIDADES: 
- Proporcionar higiene e conforto ao cliente; 
- Manter integridade cutânea; 
 
MATERIAL NECESSÁRIO: 
Luva de procedimento, compressa, sabonete, toalhas; cadeira de banho (se 
necessário); 
Obs: Teoricamente seriam esses materiais, na prática contamos com o que 
temos devido a precariedade do local usamos meios de fortuna, para dar ao 
cliente o melhor que pudermos; 
EXECUÇÃO: 
- Identificar-se; 
- Checar o leito e o nome do paciente; 
- Orientar o cliente e acompanhante quanto ao procedimento; 
- Fechar portas e janelas; 
- Ligar o chuveiro e controlar temperatura da água; 
- Acompanhar o paciente até o chuveiro e colocá-lo sentado na cadeira higiênica 
se necessário; 
- Auxiliar o paciente a despir-se, se necessário; 
- Ajudar o paciente ensaboar-se, se necessário; 
- Remover a espuma com chuveirinho ou ducha; 
- Ajudar o paciente a enxugar-se, se necessário; 
- Acompanhar o paciente de volta ao leito; 
- Ajudar o paciente a vestir-se; 
- Trocar a roupa de cama; 
- Recolher o material e colocar a roupa no hamper; 
- Deixar o paciente confortável e com a campainha ao seu alcance; 
- Manter o ambienteem ordem; 
 
 
 
 
 
 
23 
 
BANHO NO LEITO 
 
- Lavar as mãos; 
- Explicar o procedimento e finalidade ao paciente; 
- Fechar as portas e janelas; 
- Reunir o material e colocá‐lo sobre a mesa‐de‐cabeceira; 
- Calçar luvas de procedimento; 
- Desprender a roupa de cama; 
- Colocar a roupa dobrada e na ordem em que vai ser usada, sobre o espaldar 
da cadeira aos pés da cama; 
- Molhar a luva de banho; 
- Lavar os olhos, limpando do canto interno para o externo, usando uma parte 
diferente do pano de banho para cada olho; 
- Ensaboar a luva de banho; 
- Lavar, enxaguar e enxugar o rosto, pescoço e orelhas; 
- Remover a camisola ou a camisa do pijama, mantendo o tórax protegido com 
o lençol; 
- Colocar a toalha sob o braço mais distante de você; 
- Lavar e enxaguar o braço com movimentos colocar a mão do paciente na 
bacia, lavar e enxugar; 
- Repetir a mesma sequência para o outro braço e mão; 
- Colocar a toalha sobre o tórax e abdome do paciente, afastando o lençol até o 
púbis; 
- Erguer a toalha com uma das mãos e com a outra lavar e enxaguar o tórax e 
abdome com movimentos circulares; 
- Enxugar a parte limpa e observar as condições da pele e mamas; 
- Lavar e enxaguar a perna com movimentos longos e firmes do tornozelo à 
raiz da coxa; 
- Enxaguar a perna e a coxa; 
- Lavar, enxaguar e enxugar o pé, principalmente nos espaços interdigitais, 
observando condições das unhas e Inter dígitos; 
- Virar o paciente em decúbito lateral, colocando a toalha sob suas costas e 
nádegas, mantendo‐o nesta posição, se necessário, com auxílio de outra 
pessoa; lavar, enxaguar e massagear as costas, nádegas e cóccix do paciente; 
- Realizar higiene íntima do paciente (ver técnica de lavagem externa); 
- Proceder à arrumação da cama com paciente acamado; 
- Vestir o paciente; 
- Retirar as luvas; 
- Lavar as mãos; 
- Fazer as anotações no prontuário; 
 
 
 
 
 
 
 
24 
 
5. VISÃO GERAL DOS DIAS DE ESTÁGIO 
 
Local precário, poucos recursos que nos forçaram a aprender a agir da 
melhor forma possível em ambientes diferenciados, viemos de uma teoria linda 
e nos deparamos com uma prática completamente diferente do imaginado, 
contamos com ótimos profissionais que nos receberam com carinho e atenção e 
com professores que nos ensinaram passo a passo cada procedimento. 
Das medicações mais simples aos banhos de leitos mais difíceis, tudo 
realizado com amor, dos banhos com fronhas, nem sempre com material 
necessário, mas com carinho necessário ao atendimento ao próximo. Por mais 
que a escola busque oferecer elementos teóricos e conceituais sobre a atividade 
profissional, o cotidiano pouco amistoso e nada acolhedor dos hospitais e 
ambulatórios, onde acontecem os estágios, acabam produzindo efeitos 
negativos, gerando frustração quanto às expectativas futuras em relação à 
atividade laboral. É necessário rever e criticar a forma de administrar os estágios 
curriculares no curso de enfermagem, e, sobretudo, apontar as Instituições que 
não dão oportunidades de estudo ao técnico de enfermagem, dos hospitais e 
ambulatórios que escolhem a dedo a aceitação do aluno técnico de enfermagem 
no campo de estágio por estar cursando em tal escola e a falta de empatia, 
gerando uma grande divisão de conhecimentos quanto ao processo formativo 
pelo qual os alunos desejam aprendem a ser "técnicos em enfermagem". 
Não passei por muitos setores, mas no que passei aprendi muito e levarei 
para a vida... 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
25 
 
CONCLUSÃO 
 
Concluo que, dois anos de teoria em sala de aula nem de perto nos 
prepara para o que vamos enfrentar em nosso dia a dia dentro de um hospital, é 
algo muito diferente na pratica. Durante os Estágios pude perceber que somos 
de tudo um pouco, mãe, filha, amiga, irmã, psicóloga, terapeuta. Somos aquele 
que ouve, aceita, chora, ri, se doa, sem nada pedir em troca simplesmente pelo 
prazer de servir e cuidar, somos aqueles que muitas vezes conquistamos a 
confiança dos pacientes e acompanhantes; guardamos segredos revelados nas 
horas mais tristes, segredos que ainda nem a família e médicos sabem. Somos 
o alivio da dor do sofrimento, com um simples gesto, um pouco de atenção, o 
saber ouvir e o saber calar, são pequenos gestos que às vezes fazem milagres 
juntamente com a medicação ministrada com responsabilidade e sabedoria. Dos 
médicos somos o braço direito, dos pacientes o alivio da dor. Finalizo esse 
relatório declarando que o período de estágio foi de grande importância, para 
que eu tivesse a chance de aprender a conviver com os preceptores, enfermeiros 
e pacientes no ambiente hospitalar, onde pude avaliar culturas e valores éticos 
no campo da enfermagem. No campo de estágio, pude correlacionar a teoria 
com a prática, onde pude adquirir os conhecimentos necessários para a minha 
formação profissional básica, passei a ter mais confiança e segurança no 
desenvolvimento das atividades, que até então só eram vistas na teoria, dentro 
das salas de aula. Desta forma, o estágio contribuiu para a minha formação, e 
me ajudou a adquirir conhecimentos teóricos na prática, permitindo assim uma 
visão holística e crítica de cada caso que surgiu no decorrer deste período. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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REFERÊNCIAS 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Imbituba 
https://www.imbituba.sc.gov.br/cms/pagina/ver/codMapaItem/49267 
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/enfermagem/administracao-de-
medicamentos/54605 
https://www.ebah.com.br/content/ABAAAe9WcAJ/banho-no-leito

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