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Agenda 21 ok

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– Plano de uso 
racional do meio ambiente com 
vistas à preservação do ecossistema 
em associação com seu uso para 
outros fi ns. É o instrumento básico 
de planejamento de uma Unidade de 
Conservação. 
Assoreamento – Deposição de sedi-
mentos (areia, detritos etc.) origina-
dos de processos erosivos, transpor-
tados pela chuva ou pelo vento para 
os cursos d’água e fundos de vale. 
Provoca a redução da profundidade 
e da correnteza dos rios, dif icul-
tando a navegação e diminuindo a 
massa de água superfi cial.
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Realce
• Preservação das florestas
 Comunicação
1. 1. Promover eventos de sensibilização, para que os proprietá-
rios não desmatem suas terras.
 Articulação
2. 2. Criar uma Brigada Intermunicipal de Incêndio Florestal, em 
parceria com Casimiro de Abreu e Rio Bonito.
 Fiscalização
3. 3. Implementar programas de fiscalização, mediante parcerias 
com a Guarda Municipal Ambiental e os órgãos ambientais 
estadual e federal.
4. 4. Reforçar a fiscalização do uso de motosserras no município.
5. 5. Fiscalizar rigorosamente a extração dos palmitos pupunha 
e juçara (espécie em via de extinção).
 Elaboração de projetos
6. 6. Desenvolver programas de incentivo a práticas sustentáveis 
(ex.: ecoturismo, Cultivos Econômicos Sustentáveis e agro-
f lorestas).
 Planejamento
7. 7. Organizar mutirões para fazer o replantio das áreas desma-
tadas.
8. 8. Incentivar os proprietários a implantar e averbar suas re-
servas legais por meio da demarcação pelo município.
9. 9. Valorizar os prestadores de serviços ambientais da região, 
conferindo prêmios e incentivos aos proprietários de terras 
que preservam suas propriedades.
• Valorização das riquezas 
de Silva Jardim
 Gestão pública
1. 1. Rever o contrato de concessão, a fim de propor a destinação 
de parte do lucro da Prolagos e da Águas de Juturnaíba a 
investimento em melhorias da Lagoa e suas adjacências.
2. 2. Promover o gerenciamento integrado dos ecossistemas as-
sociados de Mata Atlântica, levando em conta o trabalho 
das instituições regionais existentes (Associação Mico-
Leão-Dourado, Consórcio Intermunicipal Lagos do São 
João, ONGs, universidades, Associações de Moradores, entre 
outros).
 Comunicação
3. 3. Divulgar as informações sobre as r iquezas naturais do 
município para sensibilizar a população (com palestras, 
seminários e debates, campanhas, caminhadas ecológicas 
e cartazes informativos).
4. 4. Realizar programas de sensibilização e informação para os 
proprietários rurais.
• Sistemas de informações ambientais
 Gestão pública
1. 1. Promover o gerenciamento integrado dos ecossistemas asso-
ciados de Mata Atlântica, levando em conta o trabalho das 
instituições regionais existentes (Consórcio Intermunicipal 
Lagos do São João, Emater-Rio, ONGs, universidades, entre 
outros).
 Infraestrutura
2. 2. Implementar um laboratório de geoprocessamento para 
auxiliar na fiscalização efetiva dos ecossistemas.
3. 3. Criar um banco de dados de informações ambientais, com 
interface para consulta pública.
 Comunicação
4. 4. Divulgar os registros fotográficos das Áreas de Preservação 
Permanente realizados mediante parceria do município com 
ONGs e instituições oficiais.
5. 5. Reunir os estudos realizados sobre os recursos naturais de 
Silva Jardim e prover acesso ao público.
• Criação de parcerias
 Comunicação
1. 1. Divulgar os projetos desenvolvidos pelas ONGs.
2. 2. Convidar as empresas a serem parceiras na Agenda 21.
 Capacitação
3. 3. Realizar cursos de capacitação e palestras nas escolas, 
universidades e em locais públicos ou cedidos por qualquer 
instituição parceira.
• Florestas saudáveis
 Infraestrutura
1. 1. Incentivar o aumento da produção de mudas nativas do 
Horto.
PROPOSTAS
• Alta prioridade • Média prioridade • Baixa prioridade
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2. 2. Propor a criação de estufa em espaço do campus da Uni-
granrio e da Reserva Biológica de Poço das Antas.
 Articulação
3. 3. Promover a articulação regional para ampliar a criação de 
mudas certificadas para atender às necessidades de ref lo-
restamento.
 Planejamento
4. 4. Promover o replantio de espécies nativas da Mata Atlântica 
(ipês, maricás, palmito juçara, aroeira entre outros).
5. 5. Estimular o corte seletivo da vegetação (manejo sustentável).
6. 6. Envolver os jovens nas ações de ref lorestamento.
7. 7. Incentivar a doação de uma muda de árvore para todas as 
crianças ao nascerem.
 Comunicação
8. 8. Sensibilizar e informar os proprietários rurais sobre legis-
lação ambiental e o uso racional e sustentável das f lorestas.
9. 9. Organizar mutirões-festas para promover o plantio de ár-
vores nativas.
10. 10. Promover palestras nas comunidades rurais sobre a adoção 
de medidas para prevenir a erosão.
• Manejo adequado dos 
recursos terrestres
 Fiscalização
1. 1. Efetivar o controle da extração ilegal de areia, pedras, 
saibro, barro e argila no município.
2. 2. Fiscalizar a extração de argila por empresas, incentivando 
que realizem ações de Responsabilidade Socioambiental.
 Gestão pública
3. 3. Criar incentivos fiscais à instalação de empresas que proces-
sem a argila no município, e não somente façam a extração, 
para servir de geração de fonte de emprego e renda.
 Capacitação
4. 4. Promover cursos nas escolas para que os alunos aprendam 
a manusear a argila.
• Desenvolvimento das RPPNs
 Planejamento
1. 1. Prover assistência local aos fazendeiros proprietários de 
RPPNs, orientando-os para a elaboração de Planos de Ma-
nejo, quando permitido por lei.
2. 2. Realizar atividades eco turísticas nas RPPNs.
3. 3. Estimular a preservação dos recursos naturais das mon-
tanhas, por meio da sensibilização da população para sua 
importância.
4. 4. Incentivar a criação de novas RPPNs na região, com fisca-
lização e fomentos adequados.
• Plano de Manejo da APA da 
Bacia do Rio São João
 Comunicação
1. 1. Divulgar o Plano de Manejo da APA da Bacia do Rio São 
João, em linguagem de fácil compreensão para a população.
 Planejamento
2. 2. Executar as ações previstas no Plano de Manejo.
Possíveis parceiros
Associação Mico–Leão-Dourado (AMLD) . Batalhão Florestal . 
Câmara Municipal . Comitê de Bacia Lagos São João . Conselho 
Estadual de Recursos Hídricos . Consórcio Intermunicipal Lagos 
São João (CILSJ) . Corpo de Bombeiros . Emater-Rio . Fundação 
SOS-Mata Atlântica . Guarda Municipal Ambiental . Ibama 
. ICMBio. Inea . MMA . Petrobras . Pmerj . Polícia Federal . 
Prefeituras Municipais de Rio Bonito e Casimiro de Abreu . 
Proprietários rurais . Secretarias Municipais (Agricultura, Meio 
Ambiente) . Sindicato Rural. 
Possíveis fontes de financiamento
Fecam . FNMA . FNRH . Fundo Municipal de Desenvolvimento e 
Meio Ambiente . Programa Petrobras Ambiental . Pronaf. WWF.
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RECURSOS HÍDRICOS
A água é essencial à vida no planeta. Embora seja um recurso renovável, seu 
consumo excessivo, aliado ao desperdício e à poluição, vem causando um 
déficit global, em grande parte invisível. Cada ser humano consome direta 
ou indiretamente quatro litros de água por dia, enquanto o volume de água 
necessário para produzir nosso alimento diário é de pelo menos 2 mil litros. 
Isso explica por que aproximadamente 70% da água consumida no mundo vão 
para a irrigação (outros 20% são usados na indústria e 10% nas residências).
Segundo a ONU, cerca de um terço da população mundial vai sofrer os efeitos 
da escassez hídrica nos próximos anos. A análise do ciclo completo de uso e 
reúso da água aponta o desaparecimento