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i1:'.
14.1 Características gerais e
diversidade dos anelídeos
O 1ìlo Ann€lidâ (do lâtim ,,ac/nrs. âncl)
Íeúnc cerca de 9 ìnil espécies de âniÌnais dc cor
po alongado e cilíndrico, formdo l]or anéis dis
poslos eÌn seqüência. Os ânelídros Ìnais popu
hrÌcnte conhecidos são as minhocâs c rs srD
guessusas. (Fig. 14. l )
I l r r iL.LLú i i , lL,"
Os aneÌídeos podeÌn seraquáticos, maÍinhos
ou de águâdocc,otr teÌÌestÍes. AÌgurnas espécies
mârinhâs possücm exp.ìnsões lârcÌâis semelhan-
tes a palâs, que axxiÌlâm o rasteirnÌento do anÌ-
mnÌ sobrc o Íundo do mâr. OuÌÌâs sno tubícolas,
ou seìâ, vi\,em enleÍâdâs na âreiâ dâs praias,
denlÍo dc tubos quc cìâs própriâs conslroenl.
Em rbs. lagos e chârcos vìvem peqücnâs
nmhocas aquáticÀs e taìnbéìn a! sanguessugas.
Esias últinÌas foram müilo usidas Ìa Medicina
do passndo. parâ fâ7er smgrias e rernovcr hema
lf f i ÌL.L rrrú,1ìr . .LJô ì ) r ì : . r
Os âneiídeos teffestÌcs mris conhecidos são
as nrinhocãs, que, além do uso consagridocomo
isca de pesca, têm inìporÌância ccola)gica consi
derável. Ao sc rhìcnÌar de reíos vegehis, p.in
cipahÌente de folha! caídâs, rs ìnmhocrs ruxi
Ìiam o processo de decomtosição que fertilizâ o
solo. AÌémdisso. as minhoc^s escavam túneis no
solo, o que tàcilita a .cspiração das raízes das
plântas. Em srÌa Âtividâde de escavaçio. as nri
úocas podenì ÌnovirÌìentâr. em um âno. cerca de
5 toneÌadas de terra porqüilômet'o quâdrâdo.
As mÌnhocas terrestres têìÌ hábito! noturnos.
pcrmânccendo em scus tíÌneis durènte o dia.
QurDdo âDoilece, sâcìì à supertície paÌa se ali-
mentar c sc âcâsâlâr.
=
:
=
i Figú.o l4.l Os onelídêos
têm coÍpo olôngodo,
formodo por sesmenros,
o! onéis. Vvem no om-
bienle ierrestre, no óglo
doce ê no mor {AlMinho-
co lêíêsirê elropéio. lB)
Songuesugo, queviveem
os e ogo5deóglo doce.
14.2 A classificação
dos anelídeos
O lilo AnneÌida compreende 1rês cÌâsses
principaìs: Oligochaetâ, Polychâetâ e Hirudi-
ner. A principrl crrâcterísúca para essâ cÌassifi-
cação é a pÌesença e â qüantìdade de cerdâs, pro-
jeções corporais cuftâs e ígidas, constituídâs por
uma substâììciê chamâdâ quìtina. que auxiÌiâm â
Íoconoçáo do ânimâI.
Classe Oligochaeta
A m.ììoriâ dos oligoquetos livc em soÌos
úrm;dos ou eln âmbientes de águâ docc. Seus re-
presentantes tcÌÌcslres mais conhecidos são as
minhocN. É'difíciÌ ver as cedas dâ minhoca a
olho nu, n s é possível senti Ias perconendo o
corpo do rnnÌd coln âpontados dedos. O nome
dacla$le Oligochâetâ (do grcgo oligos, pou
co. e chaire, pêìo. cerda) - refere se ro làto de
esses anììnâjs porisuíÍem poucas cefdas coÌpo-
rals. (Fis. Ì,1.2)
OÌìgoquetos aquáticos vìvem nas n]argens
de rios e Ìâgos. Vermes do gênero hróifex. pe
quenâs minhocas avcrnrelbadas, vivem em tubos
construídos junto âo lodo do fundo. enr lâgos e
rios de águas polüídâs, e aliÌnentam se dc dcri-
tos. A preserìça dessc! vermes é unÌ iudisâdor
positivo dâ poluição da água por detriios orgâ
Clâsse Polychâetà
os poliqueíos tôm uìna cabeça difeìcnciâ
dâ, onde há vários apêndices (pèlpos. lentáculos
e cerdât sensoriais. Nisso difereÌn dos oligoque
tos. que úão têÌÌÌ cabeça dilbenciadr. O nonìe dâ
clasle Polychâetâ (do grego poi)'s, muito)
refefe sc àFesençade nunerosâs cerdâs cofpo
raìs. Estâs estão impìantadâs em expansões Ìate
rris de câda segmento do corpo. os parápodos
ou parapódios (do grego para, semelhante, e to
dos. pé. patâ). Como o pÍóprio nome ìndica. os
parápodos âuxìÌiâm a Ìocoìnoção do animaÌ.
âtuando coìno patas.
a
!.
a
Fioúrô 14.2 Os reoresenlonÌes mois cônhecidos dq clo$ë Ollqochoelo sõo os minhocos lereslres. Acimo,
deìenho do .i.h".à r,mbrrcu5 ,enes,ris, comúm no Europo e n; americo do Norie. (a) Minhocd do sènerc
EncÁl,troqueus, quevive no o.eid dos prcìos. (B)Mlnho.o tereíre íClMinho.o gLgônre, populormentechomodo
224
A maioria dos poliquetos vive no mar. Al
gumâs e\pécie\ sáo predadora. e ranejam ari\ a
mente pelo' fundos marinho' à p'o. uÍd de âni-
md s que lhes \ ì rvâm de âì imenro. Oür ra ' ! ivem
enrenadd' . pr incipâìmenre nd\ pÍdiâ\ . no in|(-
rioÌ de tubos c!ìjas paredes são feitas de gÌãos de
- 
dÍe i cimenrcdos ou de mareri.rl calcário A ali
Ìnentação dos poliquetos tubícolas consiste de
orgâìismos mìcroscópicos (lffvâs, micÌocrustá-
ceos etc.), filaâdos da água do ÍnâÌ. Cìg. 14.3)
Classe Hirudinea
Os hirudíÍeG Dão têm cerdas neÌn paúpodos,
e seu corpo é ligenamente achatado úÍsoventÍal-
mente. Esses anelídeos são conhecidos populaÍ-
õ
g
Figurc I 4.3 Di"errdode dos pol quelos. {Al Choebpterus viw enterrdo
r oreio, rc inreÍiôr de üm tvbo colorio em Íormo de "U que ele
mês-ô *c eio. lBl Ëunice virsi é um poliqJero moinho opr€iodo
como ôlmênro êm .erlôs ilhos do Po.iÍco lcl Nere;s vids lemb'd
uro cenropèio e cheso o medi' aO cm de compiménbi po$q o dio
escoídido enlre oi rcchos o beirc-.or soindo ó noi! quonoo pooe
sêr ênconrrodo rosrìêiondo no o€ìo ou nodondo.
229
mente como s:mgu€ssugâs, pois â maioria se ali-
menta de sEìgue de aninais vertebmdos. Mútâs
espé.ies de hirudíneos vivem em água doce, mas
há âlgunÌas que üvem em ambienies ten€stres de
âlta umidade. como bÍejos e pântanos.
As sanguessugas possuem duas ventosas pâÌâ
fixação. uma âo redor dâ boca e ouua nâ extÌ€mi-
dade oposta. Ao encontrâr um hospedeiro, o ani
mâl se fixa com o auxílio dâs ventosas e peltura a
pele sem provocâr dor. PeÌâ âçáo da musculatura
da faringe, ela chupa sangue, que não coâgula em
vjÌtude de rìma substância anticoaguÌante produ
idâ por suas glândulas sâlivares Gig l4.4)
Um dos ÌepÍ€sentânt€s ÌIlais coúecidos dâ cÌas-
se Hirudinea é Ìii,.üdo r?redtcna.Ìis, uma sanguessu-
ga quô pâlãsita animâis vertebÌãdos tâis como pei
xes, ânfibios, Épt€is e Íìamíferos. Esse veÍne mede
cerca de 10 cm de comprimento, Íìas pode dobrâr
de tamrnho quando ingere muito sângue. (Tab. 14.1)
M/::;::":
Nlrb-%
;
z
g
tiguro 1 4.4 Acimo, ò esquerdo, de*nho de umo snggesugo em rsto dorcl, om o renldo Posle or Íixddd
A hoco situo-se nq bcevenlrcl, ìunttò !€ntos oni€rioí A di€ilo, seqüèncio dê mdimenios dê umd 3onguessugo.
No loi., sonsue$usq Íi"odd oã doro de omo perereco.
230
Clqs$e Corccteristicos princÌpois
CloseOliqochoe|o Pouccs cerdos corporois.
lolio@uetorì CobeçopoucodrËeciodo.
Ex.. Pheraino howoyono, a
minhocÕ-louco.
Close Polvchqeb Muilos cêrdos coporois, im-
lpol iqui : rosì pìontodosemporopodios
{ou poópodor. Cobeço di{È_
Gnciodo. HôbÌtôt erKntes ou
|Jbí@los. Ex.: 
^iereii.
Close Hìrudineo Sem cerdos. corpo ochotodo
(hirudín@s) doredenrElment€,.omdlos
ren]t)ws ddê€nié. Ex.: íirudo
médi.inqlir um eng!$sugp.
Tobelo ì4.t A clossificoçôo dos onelídos.
14.3 Aspectos anatômicos e
fisiológicos dos anelídeos
Metameriâ
Os ânelídeos são os prirneiÌos animais da
escâla zoológica â âpresentaÌ o corpo formâdo
poÌ metâmerog (do grego meÍa, que expressa â
idéìâ de pâÍicipação e sucessão, e memi pârG).
Os metâmeÍos são compâÌtimentos contíguos,
revestidos intemâmenie poÌ mesoderme, e sepâ-
râdos uns dos outros por pâredes (septot meso-
Cada metâmero tem sua pÌópÍiâ musculatu-
ra, capaz de se contraiÌ independentemente, além
de possúr seu púprio par de gânglios neÌvosos
e um par de estuturas excÌetoras.
A divisão do coÍPo ern segmentos, isto é, a
metameriâ, é uma estrâtégia que pemite, ente
outras coisas, o aumento do tamanho do corpo
do animâl, poìs cadâ metâmeÌo possui uma ré-
plica dos princìpâìs óryâos e estÌu.uras vitâis
(músculos, nervos e estÍuturâs excretorâs). A
metameÍia também confere grânde flexibìÌidâde
corporâl e vâÌiedade de movimentos, uma vez
que a müscuÌaturâ de cada segmento pode atuar
independenrernenre. (Fig. l4.s)
CeÌoma
A cavidade intema de cada metâmero é to-
taÌÌnenae revestida por tecido de origem meso-
dérmica. Ou seja. cada metâmeÌo apresenta seu
pr.jprio celomâ.
As principais funções do celoma sãoo tans-
poÍe de subsúncias e a coleta dos Ìesíduos (ex-
creçõeg celulaÌes. O âparecimento do celoma,
como já comentâmos. também permite que os
órgãos int€mos se desenvolvam e se acornodem
nâ cavidâde ceÌômica. com melhor aproveita-
mento do espâ9o intemo do coryo.
Outra função do celoma nos ânelídeos é
âtuâr como esqueleúo hidro6iático. Quando a mus-
culatua da parede do coryo se contrai, exerce pres
sâo sobÌe o flúdo celômico que, por ser incompres
síveÌ, se e de apoio paÍa a âFo muscrìlâr.
A minhoca terrestre como
€xemplo de anelídeo
Para estudar â organização e o funcionamen-
to corporal de um anelídeo, üsâremos como
exeÍÌ]'plo PheÍetìma hawayana, a popular "mi-
nhocalouct', facilmente encontrada em solos
úmidos.
Figurd 14.5 Os onelid@s posuem o corpo fomodo por segmenios denomìnodo3 mêtômercs, que se brmom
dlron|e o desenvolvimento embrionó o. Umo dqs vonlosêns do orgonizoçôo mebmêrico é um corpo fr*ível,
dobdo dê omplo somo dê movimênics.
zól
Or grn j4çio cor poÌxl dr nrirrlúcr
O coryo da minhoca é revestido externamen-
te poÌ uma cuaículâ fina e transparente. secreta-
da pelâ €pidêrme. Sob esta encontra-se a mus,
Nâ minhoca adulÌa, o corpo é fonnâdo por
85 a 95 segmentos (meÌâmeros), todos eroxi
madanente do mesmo iâmanho. Nümerando os
segmentos a paÍt dâ região ânlerior. notamos
que os de número l:1, 15 e 16 são mais dilatados
emais claÌos que o restânte do corpo. Esses seg
mentos formam o chamâdo clitelo, com ilÌpor
tante função na formação do câsulo no interbÍ
do quaÌ ocorÍerá a fecundação dos óvulos.
A p8Ìede de cada netâmeÌo apresenta uma
camadâ de musculâturâ externa. com fibras
contrÍteis dirposlas circularmente ao corpo, e
üma câmâdâ dê müscülâturâ intema. com fi-
blas dispostâs em sentido longitudinal. A con-
tÌação dâ muscuÌatura externa fêz com que o seg-
mento fique mais longor enquaúto a contração da
musculatura intema laz com que o segÌnentô se
tome mais culto e gosso.
C0dr\. novirÌent!çlo
No segmento distendido as cerdas corporais
se relraem. enquanto no segmento contraído elas
se eriçan. As cerdas eriçâdas se âpóinn no soÌo,
seja no interior dos lúneis, sejâ nâ supêrfície.
Grâçâs às ondâs coordenadâs de contÌação e dis-
tensão, âs Ìninhocâs podem râstejâÌ e penetrar em
seus túneis com srânde rapidez. (Fig. 14.6)
Si\rflìâ dis.s(ih
A dieta aÌinentar das miühocas consisG de
detrilos vegetais em decoìnposição, aÌém de ÌâÌ
vas, nicÌoorgamsmos e pequenos animâis, vivos
ou rnortos. o alinìenro, juntamenre com teÌÌâ, é
ingerido gÍaças à folte sücção dâ faringe.
PÌer€rrì?r, como todo àneÌídeo, rem sisteìÌa
digeíivo completo. À boca segue,sê â fÍinge
cürtâ, ligâdâ â músculos. qüe desemboca na
moela. umaporção dilatadae ÌÌusculosado tubo
digestivo. A ìnoela atua como um verdadeìro
moedor, pois suas contrâções esma-qâÌn o ali-
mento contÌa as pârtícuÌas de tena, fragmentan-
do o. Süâ função é, porianto, eqüivalente à dos
dentes de outros ânimais, executando uÌrìa r'di,
gestão rÌecânicâ" do alìmento.
O alimento ÌÌituÌado pela moela passâ parâ
o ìntestino, onde se mislura com enzimâs diges
tivas secretadas peÌas células intestinâis. A di
gestão ocorre eÍrac€lulâ.mente e os nutrienres
são âbso idos pelas célrìlas da parede ìntestinâÌ.
O maÌerial inaproveitado ó eliminado pelo ânus.
juntamente com a terÌa ingerida. As fezes das Ìni,
nìocas fonÌìam montícuìos Ìetorcidos, bâstânte
câÌâcleústicos- (Fig. 14.7)
Segmenlo
SêgmenÌo
di! Ìendido
Cerdos
Fìguro Ì4.ó r'6 cerdos do minhoc sao percebidos como ospelezos, se percremG ô do wmê .om os d€dos.
232
@r",
risuro 14.7 {A e B) o sistemo digesrivo do minhoco conskre dê um lúbo coh podes dibrenciodos (Íorlnge,
moe o, inresìino), ondê ocôre digêsrõo drrÕce uar Mois ou menos nô oturo do30qsegmênlc, oiubodigêsiivo
oprêsentÕ dlos exponsôes: os cecos inìestinois. No porçõo intesiinÕl que sè èstende poro irós dos c*ôs, èxkre
uma preso lonsiiudinol inbrnq, otiÍlo$o è. Os ceos e olÌÍ ossole oumenrom o supeÍiciêde contôb do iniestino
com o olimento digerido, permÌfi ndo moior eÍÌciêncio no obsorçõo de nliienies. (C) Corre tronsveruo do coÍ po
233
vos songüine doBdj
SisLeürì orÌìÌhÌó o
A minhoca e ouhos ânelídeos têm sistema
circuÌatório fechado, ou seja, o sangue nunca sai
dos vâsos sâìgüínêos- Nisso difereÌn dos nolus
cos, qÌìe têm sistemâ circulatório abeÍo.
Os anelídeos apresentam grandes vâsos san-
güíneos longitudinais, que percoÌÍem todo o com-
primento do corpo. Existe um grande vaso dorsaÌ,
que conduz o sângue em dircção à região anlerìor
do corpo. e dois vasos ventrais, que condüzem o
sangue em sentido invelso. Esses grândes vasos
estão ligados a redes de finos va5os capilâÌes, que
inigam as diversas partes do corpo.
O sangrìe da minhoca é impulsionado por
contrações ítmicâs da pâÌede dos grandes vêsos.
que é dotada de células muscuÌâÌes. Nâ Plìereti,na
há quâtro vasôs laterâis, especiâlizâdos em se con-
trâir ritmicamente. que circundam a faringe e a
moelâ: são os corações laterais. (Fig. 14.8)
O sistema circulatório dâ minhocâ exerce
importantes funções. Ao passar peÌlo da supêr-
fícìe do coryo, o sangue dos vasos capilaÌes âb-
sorve gás oxigènio e libera sás carbônico. Ao
pâssarpelos diversos óÍgãos e tecidos internos,
libera o oxìgênio para ês células e recolhe gás
carbônico e excreções. Ao passar pêlos vasos
que recobrem o intestino. o sêngue recolhe os
nutdentes absorvidos pelas células intestinais,
distribuindo-os, em seguida. para todas as pâr
Copilorìzoçôo no
superlÍcie coçorol
RÈ!!LLrçi0 e t S ÌeLru\ Ì0vir11ór j(ì\
As Ìninhocâs não possuern aparelho respi'
Ìatório. A âbsorçao de gás oxigênio e a elimi
nação de gás carbónico são efetuadas direta-
mente pelâ superÍície coÍporal. A pele das mi
nhocas terestÌes tem de estar sempre úmida
para permitir a difusão dos gases respira!órios.
É por isso que as minhocas vivem em locais
úmidos e peÌmanecem nês tocas para evitar o
ressecamento. Atrâvés de pequenos poros dor-
sais. a minhoca expêÌe ì íquido do celoma e umi-
difica a superfície corporêI.
O sangue da minboca tem cor veÍmelhâ, de-
vido à presença de hemoglobina, urna proteína
que apÍesentâ IeÍo em suâ estrutura. Essâ pro-
teíÍa tem capacidade de sô combinar com o gás
oxigênio faciÌiÌando seu trânspoÍe peÌo sângue-
Alguns aneÌídeos, em vez de heÍnoglobina, pos'
suem h€mocianiÍâ. uma substânciâ de cor azu-
lâda que possui cobre em suâ estÌuturâ. Pelo fâto
de atuaÌem no transpo{e de gás oxigênio, essas
duas substâncìâs são chamadas pigmentos res-
pirâtórios.
Si\ tcDrelcrêrr!
A excÍeção da minhoca e de oulros anelí
deos é executadâ pelos nefÍídios. Cada nefrídio
é um túbulo fino e enovelado. coÌn um funil ci-
songÜineo dorsol
Copilorizoçõo songüíneo venfrol
Coroçõ€s
loterois
Fiouro 14.8 Osonelídêoslêm $islemô circllolúioÍechodo. Junto oos lêcidos os voss sê romiÍi<om protu3omênlê,
Íoimondo oscopilores songüinos, ondao sonsoe circu o em srondeprorimldode com os celulos e posibilLro os
lrocos dê iolrienles, goses e êxcrcçôes.
234
I
ï
!
I
Figuro 149 O.sist-Ìo vcctddo:_oreloesê col:tu,do por 1êt,dio. tocolzodosoos pÕ,es ed .odo \eçmer.o
co.oorÕr. u rc, ôsro-o decodo ner'id o dorizo \enocetoÌo d- u- 5egmerro 
-"quolro 5eL rúbuloer o;eroooe o nefridióporo co ìzom3ê no segmento sêguinte.
id, lu em umr 
"Àrremidâde. o n€fróstomâ. oqLr.
se abre nâ cavidade celoÌnárìca. A outra exrremi-
dade do nefrídio, o nefridióporo (poro excretor),
se abre na supedície do coÌpo do ânimal. Háum
par de nefrídios e de poros excretorcs em cadâ
seemenro corporaÌ. (Fig. 14.9)
O ncfÌóstomâ Ìrmove as excreções que âs
céÌuÌâs lançam no fluido celômico, enquanro o
túbulo enovelâdo retira as excreções diretâÌnen
te do sangue qlte cjrcuÌa nos câpilares ao seu re-
dor. As excreções Ìrcolhìdâs pelos nelídios são
eÌiminadas pâÌa o exteÌior âtravés dos nefridió-
O principal pÌoduto de excÌeção dâ minhocaé ânìônia. Essa substânciâjuntàmenre coìì suas
fèzes fertilizam o solo para as planras. (Fìg.
r4.10)
) ! | ! r ] ì | Ì \n\ ì t \ t \n LxL
O sistena nervoso dos anelídeos é consúrüí
do por um par de gângìios cer€brais tocalìzâdos
dorsalmente sobre â faringe (gângÌios suprafaÌín
geos) e po. dois cordões nervosos ventmis. com
um pâr de gânglios pof metâmero. Dos gângÌìos
partem newost que vão âos músculos e às céÌìì-
O sistema sensoriâÌ das rninhocas é pouco
desenvoÌvido. Consisre de céÌulas epidérÌnicês
especiaÌìzadâs na captação de estímulos mecâni-
co!, químicos e rérÌnicos. que estão concentra-
dâs principalmenre na extremìdâde ênterìor do
coÌ?o. Aí também eÍão presentes céluÌas que
câptam eÍímulos luminosos e peÌmitem âo ani-
ìÌal perceber se está clâro ou êscuro. (Fig. I 4. I 1)
235
2
E
;
Figuô 14.10 A $q@rdo, ywtros de crioçôo de minhocas pqro produçõô de húhus, que consisre êm tê,rq
m 5lurodô o dehilôs orgónicos e subsroncos n hogênodos produzidôs peos vermes. O húmus é usodo como
odubo noruro, em subJirulçaô oos {e ilizonies quimicos.
Anel nervoso
. periforinsiono
Figuro l4.ll O sktetro nervoso dÕs one ídeos
lôcolÌzodo veniro menreôô orgo do corpo.
14.4 Reprodução nos anelídeos
Os rneÌídeos se repÍodxzem sexuadanente.
A maioria dos polì.Ìuclos mrÌìrhos é dióicâ. corn
fecundàção ext€rnâ e desenvolviììento indire-
to. Do ovo deseÌvolve-se uma foflnâ ì.ÌÌvâÌ de-
Dolììnada trocóforà, quc nlâìs tarde se tì anstor_
nr.ì crÌ .ìdxÌro. (Fig. 1,1.12)
Os oìigoquetos e os lìÍudíncos são monóÈ
cos e têm desenvolvimento diÍeto. sem estágio
P.Ìra iluslÌ.ìr .ì reprodução dos meÌídeos es
colhenros no\,ânrente a miìrhocâ Pneìerirra na
' l r Í : h, úÌ fdrLlr LLrì r r ì
A minhoc.ì P hrwayarapossui. üâ face ven
tral dos segmentos de níÌmeros 6, 7 e 8. três pa
res de orifícios. Câda orifícnr é â âberlura de uììa
boÌsâ muscuÌosa denominadâ rec€ptáculo semi.
nâ|. Os reccptácuÌos seminais ânìâzenam o! es
peflrìatozóides rccebidos de uma pfl ceiÍa duran
Na Ìegião do clìleÌo existe um ori{ício. o
poro genital feminino, que se coneclâ. ìntema_
mente. a um tubo âtravés de duas eslÌutulas eÌn
fonÌâ de funil, os oviduíos. Eíes capiaÌn os
ólukìs pÌodrìzÌdos por um pâ| de ovários e os
conduzeìì âté o poro genital feminino.
236
. l t : l
c;rdõò
Gônglios Gônslios
subloringionos segmêniorês
é gong iÕnoÍ, islo é, formÕdo por umo codelo
figuro Ì4.12 A moiorid dos polÌqueios iem d€sëi
volvimenlo iidneb, com umo tose Loryold."ominodo
irocóÍoro, tìpo de lorvo lombém presente êm oglns
Apl|Íe]ho rpÌodutor ÌÌìasculino
O aparclho Ì€pÌodutor masculino da miúo-
ca consìste de dois paÌes de tesículos, dois pâ-
res de vesículâs semfuâis. um par de tubos se-
miníferos, um pâÌ de glândr âs prostáticâs e
um pâ! de poros genitais úasculinos.
Os espenÌìatozóides produzidos pelos tesdcuÌos
migrâm pâra âs vesículas seminâis, onde frcam âr-
mâzenados. Durante a ópul4 os esPnÍìatozóides,
conduzidos pelos úlbos seminífeÌos, passan pelâs
gìândüÌas prosúicas. onde se mìsnrÌâm a líquidos
nutritivos. Os espeíÌìalozóides e o Ìíquido das glân-
dulâs prostáticas constituem o espermâ ou sêmen,
que é eüminado do corpo pelos poros genitaìs Ina.s
cúnos. Junto aos poros geútais, na paÌte exiena do
corpo, eüsteÌn duas ou t€s estrutums semeÌhantes a
ventosas, as pâpilâs genitais, cuja tun$o é rnanter
as miúocas unidas dìÌant€ o acasaÌamento.
C(jfuÌa
Ánoite as minhocas saem dos túneis subter-
râneos e se encontram para o acâsalamento. Com
as extÌ€midâdes posteriorcs ainda dentro dos tú
neìs, duâs minhocas sexualmente maduras en-
tÌârn em cópulâ, unindo suâs superfícies venhâis.
Os animâis se orientam em sentidos opostos, de
tal maneìra que os poros geútais masculinos de
um ficâm em contato com os rcceptáculos semi-
nais do outro, e vice versa. Cada uma das mi-
úocas copulantes elimina esperma nos receptá-
culos seminais da pârceira. Após a trocâ recípro-
ca de esperma, as minhocas se separam.
fecundaqào exÌenâ
Depois da separaçáo. cada mìnhocâ secreta
um tubo mucoso em torno do clitelo. Em segui
da, alguns ó\rlos são eliminados nesse tubo mu-
coso. que mais tarde formará um casìio pÍotetor.
Contrações da paÍede do corpo fazem com
que o tubo mucoso se desÌoque em diÍeção à ex
tremidade antenor. Quândo o tubo passa pelos
rcceptáculos seminâìs, estes esgüichâm o esper
mâ ârmazenado sobre os óvulos. Assim, a íecun
dâção se úá extemâmente, ocorÍendo dentro do
casulo, que desljzâ âté saiÌ do coryo do animal,
fechando-se nas extremidades.
Os ovos se desenvolvem no interior do ca-
sulo. que tem â íorma de um pequeno limAo e
cerca de I cm de comprimen,o. Nio h, e. Iâgio
la ali âs minhocas aprcsentam, poÌlanto, d€sen-
voìvimento direto. (Fig. l,l.l3 A e B)
I
l t0
) , ,
\ r :
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FiguÌd l4.l3lAl À esquerdo, visto êxrerno do tuce ventrol do minhoco, mostrcndo o locolizoçõo dos diwnos
oberruros do skemo epodubr À dieito. eslrllurc'nteho dos ó€àos quêcompõêm o sklremo €Prcduto'
237
DEÌALHE DA |NSEM]NÀçÀO su nrerioÍ lhsrcle$z'w
CRUZÂDÀ 
*,.".aa, 
".i
Figuro I 4.I 3(B) Ciclo reproduiivo do minhoco A fewdoçõô é dlerno, no inlèrior dô .osulo, e o dêsenvolvimento
é direto. sem ësiáoiô lorvol.
Diagnosê dos anelídeos Animais de coÍpo vermiÍorme, Í no e iubular, melamerizado. Sime-
Í a bllaleÌal. Tíibláslicos. ce onìados.
Ondê encontrar anelícleos? Os ane ídeos podem sefieÍreslres ou aquátlcos, de água docê ou
salgada. Vermes pol lquetos podem ser achados nâs pra as, junto a rochas, ou enterrados nâ
areia, onde constroem lubos, nos quais vivem. [,4inhocas são íaci menie enconÌradas em so os
úmidos e r icos em delr i los orgânicos, pr inclpalmenie após as chuvas ou à noi le, quardo sâem à
superí íc iê para se reprod!zir . sangu€ssugas vivem em agos e charcos de água doce, parasi-
tando diversos ver(ebrados (pêixes, anííbìos elc.) . São exemplos de anelídeos pohquelos: Ne-
reis vlrens, comum nas p"alas,e Eunice viridis, o palolo, usado como alimenlo pelos natvos de
Sâmoa; de anelídeos oligoqúetas: Pherctina hawayara (minhoca- ouca) e lunbicus terrestris
(mìnhoca-mansa)l e de hvudíneo Hirudo meclcináiis (sanguessuga).
classi Í ìcâção O f i lo Annel ida âpresenta três classes pÍ incÌpais: olgochaela, Polychaeia e
HirLrcl ineâ. Os prncipais cr i tér ios para essa classi f lcação são a presençâ e a quant idade de
Dados de anâtomia ê Í is iotogia
Sisiema digesl ivo Presênle, complelo. Tubo d gestvocom r€g õesdi lerenc adas (ÍaÍ inge,
papo, moela e iniest no). Digestão exiracelular.
Sistema ci ÍculaÌór io Píesenle, do t ipo Íechado. Há vasos puìsáteìs (coÍações lafera s) que
lmpuls onarn o sangue, Esle possui p gÍì ìentos resplralór ios, como a hemoglobina ou a he
234
Sistema resDiratóíio Ausente ou reduzido Trocas gasosas pela superlície corpoíal' irrìga_
da de sangue poí vasos capilares. Alguns poliquetos têm expansões lateÍais do corpo (pa-
Íapódios) qu€ se assemelham a brânquias Íuncionais.
Si;lema'excrelor Presenìe. ExcreÇão poÍ nelíÍdios, eslíutuÍas tubulaÍes especializadas na
remoção de íesíduos nitrogênados, prìncipalmente amõnia
Sistema nervoso Presenle. Conslituído poí um paÍ de gânglios cerebrais sobre a Íaíinge,
poÍ gânglios subesofágicos e poí um cordão neÍvoso venìral, com um par de gânglios poÍ
segmento,
Siatemâ sensorial Presenle, pouco desenvolvido Constiiuído por íeceptores de luz, re_
cepiorês táteis ê quimioÍreceploíes dislribuÍdos pela superÍície corporal, principalÍnente na
região anlerior do coíPo.
Bêprodução Sexuâda. Espécies dióicas (a maioíia dos poliquetos) e monóicâs (oligoqu€los e
hiíúdíneo;). A maioria dos poliquêtos lem desenvolvimento indirêto, com laíva trocófoÍa- Oligo-
quetos e hirudíneos têm desenvolvimento diÌeto, sem €sÍágio larual
Texo rroduzido e odoprodo do livro An,mols .trÀout bo ckbonq 2 
' 
de
Rorph Euchsboum. Pelicon Books, EUA. l9ó7
Os ooliouetos estão êntre os animaìsmais comuns das rêgiões litorâneas Alguns
vivem sob pedras, ou em tubos construídos nâ areia, ênquanto outros nâdam livremente
na água, especìâlmente durante a êstação de rêproduçáo. [ .]
Em alguns poliquetos, como no verme denominado palolo' as células sexuais Íor'
mam-se apénas na parte postêrior do corpo Esla se destaca do ânimaì ê sobê à superÍície
da águâ, onde passa automâÌicamente a nadar ê a liberar óvulos ou espermatozóidês'
O pâlolo é enconlrado nos mares do sul do Pacííico ê sua reprodução ocorre em uma
época bêm deteÍminada do ano: ao amanhecer, uma semana após a lua cheia do mês de
novembro. As porçôes poste oíes dos palolos, repletas de céìulas sexuais, vêm à supeÍfÊ
cie aos milhões. À aparência da água, nessa época, é compârável à de uma sopa de
vermês. Pouco dêpois, a água se torna leitosa, devido ao enormê número de gametas
liberados. As partês anteriorês dos vermes, quê se mântiveram âbíigadas nas fendas das
rochas dê corais, regeneram suas parÌês postêriores perdidas, ê, no ano seguinte, nâ mes'
ma época, o ciclo se repete.
Na Oceania, os nativos de Samoa e de ouÌras ilhas do Pacííico estão ÍamiliaÍizâdos
com os hábitos do palolo. Consideram os vermês uma comida deìiciosâ e aguardam com
expectativa â época de sua reprodução. Quando chega o dia, elês colêtam os animais em
cestos e preparam uma grande festa, onde os veÍmes são apreciados como fazêmos com
os oerus. no Nâtal.
g AL,iaoa."
CÀRAcTERÍsrrcas cER{ls o cLAssIFIcÀçÂo Dos ÀNELiDDos
l. O que sigtrifica o ierììo "AnncÌida"l
2. Qüâis os habitats dos anelídeos? Dê exemplos.
3. Explique resumidanente â ìmpor{ânciâ ecológìcadas minhocâs.
4. Quxis são os cdtérios utilizados pârâ a divisão do fib AnneÌìda nâs classes Oligochâe
1â. PoÌychaera e HìrudineaÌ C.ìrâcterize resumidamenlc cada cÌâssc. exenrplifi.xndo.
FICHA 2
Asmcros ÀNATôMIcos E Frsrolócrcos Dos ÀNELfuEos
1. O que é melameÌiâ? Quais as supostas !ântâgens proporcnrnâdas pela orgaúzação me
tamérica do coÌpo?
2. Sobre o celomi dâs minhocas, explique resunidâmenÌe:
a) como esrá organjzadoi
b) qüâis são suas lirnções.
3. Expliqüe Ìesunìidanente de quc mâneira a ação com binâdâ da musculxtürâ c drìs cerdas
peÌmìte a Ìocomoção da minboca.
4. CâÍacterize o sistem.r digestivo dos aneÌídeos quanlo:
íì) âo tipo (compÌeto ou inconpleto)i
b) à dìgestão (cxtrâceÌuÌar, intraceluÌaroü âmbas).
5. O que sjgnificâ dizeÌ que os anelídeos tôm siÍema circulatórb fechado?
6. De que maneirâ é impulsionado o sângue no interìor dos vâsos sangüíneos dc umx mi'
7. Cornente resumidamente tÉs funções desempenhâda pelo sistemâ circuÌâório da mi-
8. Como ocoÌrem as trocas gasosas cn1 umâ minhocêl QuâÌ o papel de pignrentos respin
tóÌios como âhemoglobina e â hemocianina no processo respiÌâlório?
9. Desffeva resumidâncnlc a estrutura e a fünção dos nefrídios da minìoca.
10. O que signiÍica dizerque o siÍemâ nervoso da minhocâ é gângÌionde ventr: ?
240
1.
2,
QuaÌ o tipo dc .lesenvoÌviÌnenio (di.eto ou incìiÌeto) enco Ìado nos anelídeos Ì Dê excmpÌos'
Coìn ÍeÌação âo aparelho Ìeprodutor fèmnlnro da minlìoca P/reìelt'! Ìrl]lt, a'2. cxpli
que rcsunúdaìncnte as funções de câda uÌnr cìas seguinles paícs:
â) feccpláculos scmìnaisr
3. Coìn rclâção.Ìo âPâïelho rcprodutor masculino da m in hoca /'/rcÌclt'r lì'wâva'a exph-
que rcsuÌnìdnmcnte as funções de câda uma dâs seguinles p.tícs:
b) vesículas semrnaisr
c) lubos semnÌílèrosl
4. ODde e coìno ocoÍe { iccundação dos óvulos da ììinhocaÌ
d) glâìrdrlas prosláticas i
e) papihs genitais.
A. TEST!]S
Bloco único. Anelídeos
l. (F. U. AtsC SP) Qúnlo aos anelideos- podenìos
a) saotnblLisÌicos, acÈlo!Ìadot e com ÌnctdìerLa.
b) sio diblíÍicos, cel(ntr.dos e conìclcìomerii
c) sdo tÍiblísÌl.os. ceìonìado\ ecommctúErì.
d) \ão trìblãsticos, rseudoceìomdos c coÍr nc-
c) sãodìbÌáÍicos, rcelomldos e com cÌclonìc!!.
2. (UFRNI Asinalc a alÌernrtìva que relacx)na col
' 'o 
- 
í F. i \n i r ' ;o c\
a) ftorozoádos glânduh\ !eúes.
Ìr)Celellerados xibullxdeM!Ìpishi
c)Plrtelmintos vacúoìoscontf,ters
d) Inseros células flamr'
e) Anelideos - nefrídnr\.
3. (PUC-SP) Os &ìelídeos sãoanìm.r com o cot?o
.or ' ' dJ. por In ' r r r '^ eF c 1 o ' r m.r ; rnerc ' c
qrc aPrescnlam como cardcteristica obÍ8atóral
â) hâbitai lquáLico.
b/ . . .c ,1í . 1t ." , , 
'm - u 
, J. n( la l i pot
c) Ìespiração bÍdquial.
d) heimafrcdirìs!ìo
e) Ìnr paf de cerdas po.segmento.
,
4. (Ce\.em SP) A qnal dos anìmlis abàixo rcrc.e
\eadescnçãoasceuir?
''O sarguc .Ìcnla eÌn v.sos: no i estno- ÍecetJe
o\ xlimcntos digctÌdos. os djslnbui às céìulus do
coÌ?oì na epidernìc, abso.vc oxìgênio do ar e des
prende gá\ cdbônicoi Íansp
tÌlgenados âuìa \éÌic de lubos que sc abÍen eÌì
poros nà supctlície do corpo.'
âl Pìoár1.. c) GtànhoÌo. c) SâPo
b) Nli.hoca. d) Arânhd.
5. (Oscc-SP) Na\ nìnhocas. r fecund!94Ò é ..
e o desenvolr imento ú. . . . . . . . . . . . .
a) in1eúa dret'ì.
b) eiteúa indÌeto
c) inÌcru iudircto.
d) extcmr dÌ.eto
e) iÍema ìndirelocom lúla üocót'ra
6. (Oscc-SP) Quânto à Íeprodnção- as nlnhocas
(cìàse oligochaeta) sio:
a) Donólcas. ì\to é, câda aniDal apÈsenta taÌto
rngãos scxuris nrâsculinos como lèmuno\'
b) o!óic!s, isÌo é. câda animaì rpescntu ape
.rs órgãos seruais Ììasculnns ou femininos
c) diójcas. isto ó, cadiannÌrl apresenta lanto or
sãos úasculinos cono fetnininos.
d) dióicas, isLo é, cadâ âninÌal af.èserta aFnâs
óigãos nascllìnos ou ibnininos.
e) prctândrlcos, iÍo é, os ófgãos rusculinos de
senvolveN sc aÌtcs dos lèú!Ìinos.
241
B. QUESTÕES DISCURSIVÀS
7. (Fuvest SP) Do que se alimentam as ninhocas?
Por quo elas são úteÌs pda a agricultura?
8. (U. Taubalt-SP) "O GoÌemo do Estado de São
Paulo rai precisü de mais de US$ 100 milhões e
dâ ajuda de peÌo menos 15 bilhôes de miú@d
pm trdsforÌndr eÌn rdlidâde o prcjeto do Pd-
que Vilta-Lolos. em consh!ção nlrm ií|ea de
ó80 mil metros quadrados, às mdrgens do RÌo Pi
nhèires, ra zona oesle da Câpila1." (O Estado de
S. Paülo. 1919191)
Saherdo{e que o solo desta Íeâ é helèÍogêneo,
não absoredo a água dd chuvas. sendo porrân-
to comlletamente estéril. justjíique a imporrâú-
cìa biológica das minhoc6.
l. Tdlo os nemrtêÌminÌos conô os âÍelídms tên
estruturas aMtômicâs compaÍávèis â "un rübo
dentro de outrc". Com base nesse aspecto. com-
tde as alatomias corpomis básicas de um nena
teÌminio e.de uma minhoca.
Descreva o funciolmento de um Deftídio. Faça
um esquema simlles dè sua estrotura.
Desc.eva, detalhadamenre, o proceso da feÍiìj,
zação dos óvulos na minhoca.
2.
3.
242

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