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1. XIV EXAME DE ORDEM UNIFICADO A advogada Ana integrou o departamento jurídico da empresa XYZ Ltda. e, portanto, participava de reuniões internas, com sócios e diretores, e externas, com clientes e fornecedores, tendo acesso a todos os documentos da sociedade, inclusive aos de natureza contábil, conhecendo assim, diversos fatos e informações relevantes sobre a empresa. Alguns anos após ter deixado os quadros da XYZ Ltda., Ana recebeu intimação para comparecer a determinada audiência e a prestar depoimento, como testemunha arrolada pela defesa, no âmbito de ação penal em que um dos sócios da empresa figurava como acusado do crime de sonegação fiscal. Ao comparecer à audiência, Ana afirmou que não prestaria depoimento sobre os fatos dos quais tomou conhecimento enquanto integrava o jurídico da XYZ Ltda. O magistrado que presidia o ato ressaltou que seu depoimento havia sido solicitado pelo próprio sócio da empresa, que a estaria, portanto, desobrigando do dever de guardar sigilo. Sobre a questão apresentada, observadas as regras do Estatuto da OAB e do Código de Ética e Disciplina da OAB, assinale a opção correta. Ana não terá o dever de depor, pois o advogado tem o direito de se recusar a depor, como testemunha, sobre fato relacionado à pessoa de quem foi ou seja advogado, mesmo quando solicitado pelo cliente. Ana terá o dever de depor, pois o bem jurídico administração da justiça é mais relevante do que o bem jurídico inviolabilidade dos segredos. Ana terá o dever de depor, pois foi desobrigada por seu ex-cliente do dever de guardar sigilo sobre os fatos de que tomou conhecimento quando atuou como advogada da XYZ Ltda. Ana terá o dever de depor, pois não integra mais o departamento jurídico da empresa XYZ Ltda., tendo cessado, portanto, seu dever de guardar sigilo. Explicação: O sigilo das informações disponibilizadas pelos clientes a seus Advogados é um dos princípios básicos da advocacia, inerente ao exercício da profissão. Da mesma forma que o Advogado é inviolável por seus atos e manifestações, nos termos do art. 133 da Constituição Federal, as informações confidenciais de seus clientes também são invioláveis. 2. Por força de lei federal foi criada a autarquia Rodovias Turísticas . Durante a sua estruturação, a chefia imediata indicou Rui da Silva, servidor público federal e Bacharel em Direito, gerenciar o respectivo setor jurídico que incluiria seis advogados cujos cargos ainda seriam preenchidos após o devido concurso público. No entanto, a indicação foi questionada pela advogada Claudia, com base no EOAB, por ausência de requisito legal. Tem razão, a advogada, em sua manifestação? Sim, pois até Bacharel em Direito deve antes comprovar idoneidade moral para ocupar cargo de direção em paraestatal. Não, porque se trata de ato discricionário do ocupante do cargo executivo imediatamente superior. Não, porque um bacharel em Direito possui todos os conhecimentos necessários para exercer a função, principalmente porque haverá advogados para exercerem atividades privativas da advocacia. Sim, porque o gerenciamento de setor jurídico é atividade privativa da advocacia. Nenhuma das respostas acima. Explicação: Conforme o art. 7° do RGOAB. 3. O legislador constituinte conferiu importância à advocacia, no art. 133, em razão do papel que o advogado exerce junto à sociedade. Nesse sentido, conforme Provimento 144 que organiza o Exame de Ordem no Brasil, elaborado pelo do Conselho Federal, estão dispensados do referido exame: Advogados públicos da AGU. Egressos da magistratura e Ministério Público. Procuradores da Fazenda Nacional Bacharéis com 3 anos de estágio em Tribunais de Justiça. Brasileiros e/ou estrangeiros formados, em Direito, no exterior. Explicação: O Provimento 144 que organiza o Exame de Ordem no Brasil, elaborado pelo do Conselho Federal, estabelece que estão dispensados do exame de ordem os egressos da magistratura e Ministério Público. 4. Assinale a alternativa que apresenta uma informação CORRETA: Os advogados públicos não integram a OAB. o advogado que renunciar ao mandato continuará, durante os 15 (quinze) dias seguintes à notificação da renúncia, a representar o mandante, salvo se for substituído antes do término desse prazo. no seu ministério privado, o advogado presta serviço público e exerce função social. no processo judicial, o advogado contribui na postulação de decisão favorável ao seu constituinte, ao convencimento do julgador, mas seus atos não constituem múnus público. o estagiário de advocacia, regularmente inscrito, pode praticar todos os atos previstos no Estatuto da Advocacia e da OAB, na forma do Regulamento Geral, isoladamente ou em conjunto com advogado e sob responsabilidade deste, com carga horária de 250h. Explicação: O fundamento da questão encontra-se no art. 2°, §§ 1° e 2°, EOAB. A carga horária do estagio profissional é de 30h e o parzo da renúncia é de 10 dias. 5. Assinale a alternativa correta: Quais os bacharéis que podem se submeter ao Exame de Ordem no Brasil? Somente os bacharéis em Administração Somente os bacharéis em Direito Somente os bacharéis em Ciências Contábeis Bacharéis em Direito, Administração e Economia Qualquer bacharel, o que importa é ter concluído uma graduação Explicação: Somente os bacharéis em Direito 6. Pedro, caminhoneiro, foi dispensado pela Transportadora Carga Pesada Ltda, porém o empregador não cumpriu com as obrigações trabalhistas decorrentes da dispensa. Diante dessa situação, Pedro, pessoalmente, ajuizou reclamação trabalhista pleiteando as verbas rescisórias. Diante da situação apresentada, assinale a alternativa CORRETA: b) Apenas nas reclamações trabalhistas em que o valor da causa não excede 20 salários mínimos é facultativo o patrocínio por advogado. d) O ius postulandi nas reclamações trabalhistas é uma exceção ao princípio da indispensabilidade do advogado. a) Para ajuizar reclamação trabalhista é imprescindível a constituição de patrono, face ao princípio da indispensabilidade do advogado. c) O ius postulandi na Justiça do Trabalho só é possível se o autor tem formação superior. Explicação: No Brasil, a presença de advogado não é obrigatória em juizados especiais, para pedir habeas corpus, em processos trabalhistas e em alguns procedimentos administrativos. Mas a desobrigação levanta questionamentos, já que o advogado tem conhecimento sobre a legislação e capacidade para avaliar qual a melhor alternativa para o cliente. A regra do art. 103 do NCPC dispõe sobre a necessidade de a parte estar representada por advogado para atuar em juízo, ressalvadas as exceções previstas em lei, como, por exemplo, dá-se no âmbito dos Juizados Especiais (art. 9º, § 1º, da Lei n. 9.099/95 e art. 10 da Lei n. 10.259/2001). A dispensa do advogado naquele caso foi considerada constitucional pelo STF (ADI 1.539/DF e ADI 3.168/DF, respectivamente) que não viu nenhuma ofensa ao art. 133 da CF.¿. (Bueno, Cassio Scarpinella ¿ Novo Código de Processo Civil anotado/Cassio Scarpinella Bueno. São Paulo: Saraiva, 2015. p. 114). 7. Advogado públicoda Defensoria do Estado X realiza atos de advocacia em favor de uma empresa de direito privado na área de cosméticos. Assinale a opção correta sobre os atos proticados pelo defensor: são nulos porque os advogados públicos são incompatíveis com a advocacia. são nulos porque foram realizados no âmbito do impedimento. são válidos porque os advogados públicos advogam privadamente sem restrição. são anuláveis porque foram realizados no âmbito da incompatibilidade. são válidos porque os advogados públicos não podem advogar contra a fazenda que os remunera. Explicação: Os advogados públicos são advogados, inscritos na OAB na forma do Prov. 114/2006. Estão na categoria de impedimento, advogam com restrição. Os defensores públicos atuam exclusivamente no âmbito da defensoria Pública na defesa dos necessitados. 8. Assinale a alternativa INCORRETA: O estagiário regularmente inscrito, pode praticar os atos previstos no EOAB em conjunto com advogado. O advogado é indispensável à administração da justiça e no seu ministério provado, presta serviço público e exerce função social. No exercício da profissão o advogado é inviolável por seus atos. O exercício da atividade de advocacia e a denominação advogado são privativos dos inscritos na OAB. os atos e contratos constitutivos de pessoas jurídicas, sob pena de nulidade, só podem ser admitidos a registro, nos órgãos competentes, quando visados por advogados ou contadores. Explicação: O fundamento está no art. 1º, § 2º do EOAB em que a lei fala apenas no visto de advogados 1. A obrigatoriedade do visto do advogado em atos constitutivos de pessoa jurídica, sejam contratos sociais ou estatutos, decorre do Estatuto da Advocacia (Lei 8.906, de 4 de julho de 1994), que dispõe sobre o exercício da profissão de advogado. Sobre esta obrigatoriedade é correto afirmar: há dispensabilidade do visto para as Microempresas e empresas de pequeno porte. há dispensabilidade do visto para sociedades anônimas. Há dispensabilidade do visto apenas para o empresário individual há dispensabilidade do visto para as sociedades empresárias em geral. há dispensabilidade do visto para as sociedades limitadas. Explicação: O fundamento da questão encontra-se no art. 1°, § 2°, EOAB c/c LC 123/2006, art. 9°, § 2°. 2. Marque a opção incorreta: São atividades privativas da advocacia: b)Redação e assinatura de razões recursais dirigidas aos tribunais; c)Sustentação oral de razões de recurso em tribunal d)Impetração de habeas corpus, em qualquer instância ou tribunal. a)Consultoria, assessoria e direção jurídica; Explicação: As atividades da advocacia são os atos que somente podem ser praticados por advogados devidamente inscritos nos quadros da OAB. São atividades da advocacia: atos judiciais e extrajudiciais. ¿Art. 1º São atividades privativas de advocacia: I ¿ a postulação a qualquer órgão do Poder Judiciário e aos juizados especiais II ¿ as atividades de consultoria, assessoria e direção jurídicas¿ A impetração de habeas corpus não é atividade privativa da advocacia em qualquer instância ou tribunal. 3. Embora o legislador tenha estabelecido no inciso I, art. 1 o , da Lei n o 8.906/94, que "são atividades privativas de advocacia a postulação a qualquer órgão do Poder Judiciário e aos juizados especiais", acolhendo a ADIn n o 1.127-8, o Supremo Tribunal Federal excluiu, preventivamente, algum tipo de postulação. Nesse sentido, a exclusividade não vigora com relação à postulação na Justiça do Trabalho e na Justiça de Paz, bem como quanto à impetração de habeas data. postulação nos Juizados Especiais Civeis, na Justiça do Trabalho, na Justiça de Paz e impetração de habeas corpus. impetração de habeas corpus e/ou habeas data, postulação na Justiça de Paz, ou nos Juizados de Pequenas Causas. postulação na Justiça do Trabalho, Juizados Federais Criminais, Tribunal de Ética e Disciplina da OAB. postulação nos Juizados Especiais Criminais, na Justiça de Paz e impetração de habeas corpus. Explicação: A indispensabilidade não é absoluta, a regra do art. 1° do EOAB não se aplica: postulação nos Juizados Especiais Civeis, na Justiça do Trabalho, na Justiça de Paz e impetração de habeas corpus. 4. Embora o legislador tenha estabelecido no inciso I, art. 1 o , da Lei n o 8.906/94, que "são atividades privativas de advocacia a postulação a qualquer órgão do Poder Judiciário e aos juizados especiais", acolhendo a ADIn n o 1.127-8, o Supremo Tribunal Federal excluiu, preventivamente, algum tipo de postulação. A interpretação conforme ao STF exclui da atividade privativa da advocacia: postulação nos Juizados Especiais Civeis, na Justiça do Trabalho, na Justiça de Paz e impetração de habeas corpus. impetração de habeas corpus e/ou habeas data, postulação na Justiça de Paz, ou nos Juizados de Pequenas Causas. postulação nos Juizados Especiais Civeis e Criminais, na Justiça do Trabalho, na Justiça de Paz e impetração de habeas corpus. postulação nos Juizados de Pequenas Causas, na Justiça de Paz e impetração de habeas corpus. postulação na Justiça do Trabalho e na Justiça de Paz, bem como quanto à impetração de habeas data. Explicação: Em ADI 1.127-8, o STF confirmou que na atividade privativa do advogado não se inclui: os feitos em Juizados Especiais Civeis e Federais Civeis, além da impetração de habeas corpus. nesse sentido, exclui-se a palavra "qualquer" expressa no inciso I do art. 1° do EOAB. Não há dispensabilidade em Juizados Especiais Criminais ou Juizados Especiais Federais Criminais. 5. O termo advocatus refere-se em direito romano a um terceiro chamado para falar em favor de outrem para defender interesses. Nesse sentido, sobre as atividades privativas da advocacia é correto afirmar: a postulação perante órgão do judiciário, resguardadas as exceções legais e judiciais; a impetração de habeas corpus em qualquer instância ou tribunal; a defesa técnica em processo administrativo disciplinar; a postulação a qualquer órgão do poder judiciário e aos juizados especiais; a impetração de habeas corpus apenas em tribunais superiores Explicação: O art. 1° do EOAB estabelece as atividades privativas da advocacia a saber: o procuratório judicial e a atividade extrajudiciald e assessoria, consultoria e gestão de departamento jurídico. Exsitem exceções legais e judiciais: Juizados civeis estaduais, juizados cíveis federais, justiça do trabalho, processo administrativo e habeas corpus. 6. Assinale a opção correta: A propositura de Ação Popular e de ação de Habeas Corpus não se incluem nas atividades privativas da advocacia. Em nenhuma hipótese estrangeiros podem exercer a advocacia no Brasil. São nulos os atos privativos de advogado praticados por inscrito na OAB que desrespeitem os limites de impedimento legal. Ao advogado é assegurado o direito de exercício de sua profissão em todo o território nacional desde que observe o limite de até 15 diferentes causas anuais fora do território do Estado/DistritoFederal onde estiver registrado junto ao respectivo Conselho Seccional da OAB. As Procuradorias e Consultorias Jurídicas dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e das respectivas entidades de administração indireta e fundacional não exercem atividade de advocacia, uma vez que se sujeitam tão-somente a seu próprio regime jurídico. Explicação: são nulos os atos praticados por pessoa não inscrita e por advogados impedidos no âmbito do impedimento - art. 4°, parágrafo único, EOAB 7. Os atos e contratos constitutivos de pessoas jurídicas, para sua admissão em registro, em não se tratando de empresas de pequeno porte e de microempresas, consoante o Estatuto da Advocacia, devem indicar o advogado que representará a sociedade. apresentar os dados do contador responsável. permitir a participação de outros profissionais liberais. conter o visto do advogado Explicação: O fundamento está no art. 1º § 2º do EOAB combinado com art. 2º do RG 8. (VII Exame Unificado/2012/ADAPTA) - Esculápio, advogado, deseja comprovar o exercício da atividade advocatícia, pois inscreveu‐se em processo seletivo para contratação por empresa de grande porte, sendo esse um dos documentos essenciais para o certame. Diante do narrado, à luz das normas do Regulamento Geral do Estatuto da Advocacia e da OAB, o efetivo exercício da advocacia é comprovado pela participação anual mínima em: três participações em audiências. quatro peças defensivas gerais. cinco participações mínimas, mensais, em atos privativos do advogado. seis petições iniciais civis. cinco atos privativos de advogado Explicação: O fundamento está no art. 5° do RGOAB 1. Pedro, caminhoneiro, foi dispensado pela Transportadora Carga Pesada Ltda, porém o empregador não cumpriu com as obrigações trabalhistas decorrentes da dispensa. Diante dessa situação, Pedro, pessoalmente, ajuizou reclamação trabalhista pleiteando as verbas rescisórias. Diante da situação apresentada, assinale a alternativa CORRETA: d) O ius postulandi nas reclamações trabalhistas é uma exceção ao princípio da indispensabilidade do advogado. b) Apenas nas reclamações trabalhistas em que o valor da causa não excede 20 salários mínimos é facultativo o patrocínio por advogado. a) Para ajuizar reclamação trabalhista é imprescindível a constituição de patrono, face ao princípio da indispensabilidade do advogado. c) O ius postulandi na Justiça do Trabalho só é possível se o autor tem formação superior. Explicação: No Brasil, a presença de advogado não é obrigatória em juizados especiais, para pedir habeas corpus, em processos trabalhistas e em alguns procedimentos administrativos. Mas a desobrigação levanta questionamentos, já que o advogado tem conhecimento sobre a legislação e capacidade para avaliar qual a melhor alternativa para o cliente. A regra do art. 103 do NCPC dispõe sobre a necessidade de a parte estar representada por advogado para atuar em juízo, ressalvadas as exceções previstas em lei, como, por exemplo, dá-se no âmbito dos Juizados Especiais (art. 9º, § 1º, da Lei n. 9.099/95 e art. 10 da Lei n. 10.259/2001). A dispensa do advogado naquele caso foi considerada constitucional pelo STF (ADI 1.539/DF e ADI 3.168/DF, respectivamente) que não viu nenhuma ofensa ao art. 133 da CF.¿. (Bueno, Cassio Scarpinella ¿ Novo Código de Processo Civil anotado/Cassio Scarpinella Bueno. São Paulo: Saraiva, 2015. p. 114). 2. Por força de lei federal foi criada a autarquia Rodovias Turísticas . Durante a sua estruturação, a chefia imediata indicou Rui da Silva, servidor público federal e Bacharel em Direito, gerenciar o respectivo setor jurídico que incluiria seis advogados cujos cargos ainda seriam preenchidos após o devido concurso público. No entanto, a indicação foi questionada pela advogada Claudia, com base no EOAB, por ausência de requisito legal. Tem razão, a advogada, em sua manifestação? Sim, pois até Bacharel em Direito deve antes comprovar idoneidade moral para ocupar cargo de direção em paraestatal. Nenhuma das respostas acima. Não, porque um bacharel em Direito possui todos os conhecimentos necessários para exercer a função, principalmente porque haverá advogados para exercerem atividades privativas da advocacia. Não, porque se trata de ato discricionário do ocupante do cargo executivo imediatamente superior. Sim, porque o gerenciamento de setor jurídico é atividade privativa da advocacia. Explicação: Conforme o art. 7° do RGOAB. 3. O legislador constituinte conferiu importância à advocacia, no art. 133, em razão do papel que o advogado exerce junto à sociedade. Nesse sentido, conforme Provimento 144 que organiza o Exame de Ordem no Brasil, elaborado pelo do Conselho Federal, estão dispensados do referido exame: Egressos da magistratura e Ministério Público. Advogados públicos da AGU. Brasileiros e/ou estrangeiros formados, em Direito, no exterior. Procuradores da Fazenda Nacional Bacharéis com 3 anos de estágio em Tribunais de Justiça. Explicação: O Provimento 144 que organiza o Exame de Ordem no Brasil, elaborado pelo do Conselho Federal, estabelece que estão dispensados do exame de ordem os egressos da magistratura e Ministério Público. 4. Advogado público da Defensoria do Estado X realiza atos de advocacia em favor de uma empresa de direito privado na área de cosméticos. Assinale a opção correta sobre os atos proticados pelo defensor: são anuláveis porque foram realizados no âmbito da incompatibilidade. são nulos porque foram realizados no âmbito do impedimento. são válidos porque os advogados públicos advogam privadamente sem restrição. são nulos porque os advogados públicos são incompatíveis com a advocacia. são válidos porque os advogados públicos não podem advogar contra a fazenda que os remunera. Explicação: Os advogados públicos são advogados, inscritos na OAB na forma do Prov. 114/2006. Estão na categoria de impedimento, advogam com restrição. Os defensores públicos atuam exclusivamente no âmbito da defensoria Pública na defesa dos necessitados. 5. (Exame de Ordem - adaptada) Juliana é integrante da equipe de recursos humanos de certa sociedade anônima, de grande porte, cujo objeto social é o comércio de produtos eletrônicos. Encontrando-se vago um cargo de gerência jurídica, Juliana organizou processo seletivo, tendo recebido os currículos de três candidatas. A primeira delas, Mariana, é advogada regularmente inscrita na OAB, tendo se especializado em Direito Penal. A segunda, Patrícia, não é graduada em Direito, porém é economista e concluiu o doutorado em direito societário e mercado de capitais. A terceira, Luana, graduada em Direito, foi aprovada no exame da OAB e concluiu mestrado e doutorado. É conselheira de certo tribunal de contas estadual, mas encontra-se afastada, a pedido, sem vencimentos. Considerando a situação narrada, assinale a afirmativa correta. Apenas Luana poderá exercer a função de gerência jurídica. Apenas Mariana e Luana poderão exercer a função de gerência jurídica. Qualquer dascandidatas poderá exercer a função de gerência jurídica, mas apenas Mariana poderá subscrever os atos privativos da advocacia. Apenas Mariana poderá exercer a função de gerência jurídica. Qualquer das candidatas poderá exercer a função de gerência jurídica, mas apenas Mariana e Luana poderão subscrever os atos privativos da advocacia. Explicação: Patrícia não é graduada em Direito, logo não é advogada. Luana está incompatibilizada com a advocacia porque trabalha no TCE e a licença não afasta a incompatibilidade - art. 28, § 1° EOAB. A resposta é apenas mariana na forma do art. 7° do RG e art. 1°, II, EOAB. 6. (XXIV Exame OAB/2017/adaptada) - Tânia, advogada, dirigiu-se à sala de audiências de determinada Vara Criminal, a fim de acompanhar a realização das audiências designadas para aquele dia em feitos nos quais não oficia. Tânia verificou que os processos não envolviam segredo de justiça e buscou ingressar na sala de audiências no horário designado. Não obstante, certo funcionário deu-lhe duas orientações. A primeira orientação foi de que ela não poderia permanecer no local se todas as cadeiras estivessem ocupadas, pois não seria autorizada a permanência de advogados de pé, a fim de evitar tumulto na sala. A segunda orientação foi no sentido de que, caso ingressassem na sala, Tânia e os demais presentes não poderiam sair até o fim de cada ato, salvo se houvesse licença do juiz, para evitar que a entrada e saída de pessoas atrapalhasse o regular andamento das audiências. Considerando o caso narrado, assinale a afirmativa correta. Apenas uma orientação viola os direitos assegurados ao advogado, pois se coadunam com o poder-dever do magistrado de presidir e evitar tumulto no ato judicial, não contrariando, por si sós, direitos normatizados no Estatuto da OAB e no Código de Ética e Disciplina. Nenhuma das orientações viola os direitos assegurados ao advogado, pois se coadunam com o poder-dever do magistrado de presidir e evitar tumulto no ato judicial, não contrariando, por si sós, direitos normatizados no Estatuto da OAB. A primeira orientação dada pelo funcionário viola os direitos assegurados ao advogado, pois Tânia possui o direito de permanecer, mesmo que de pé, na sala de audiências. Todavia, a segunda orientação coaduna-se com o poder-dever do magistrado de presidir e evitar tumulto no ato judicial, não violando, por si, direitos normatizados no Estatuto da OAB. A segunda orientação dada pelo funcionário viola os direitos assegurados ao advogado, pois Tânia possui o direito de retirar-se a qualquer momento, indepentemente de licença do juiz, da sala de audiências. Todavia, a primeira orientação coaduna-se com o poder-dever do magistrado de presidir e evitar tumulto no ato judicial, não violando, por si, direitos normatizados no Estatuto da OAB. Ambas as orientações violam os direitos assegurados, pelo Estatuto da OAB, ao advogado, pois Tânia possui o direito de permanecer, mesmo que de pé, na sala de audiências, bem como de se retirar a qualquer momento, indepentemente de licença do juiz. Explicação: É assegurado ao advogado o livre acesso e ingresso em todos os órgão judiciários e locais públicos em todo o território nacional, como fóruns, sessões de tribunais, audiências, secretarias, cartórios, ofícios de justiça, serviço notariais e de registro, delegacias e prisões, mesmo fora do expediente, enfim, local em que tenha de estar presente para o exercício da advocacia. Também lhe é assegurada a prerrogativa de ter livre acesso aos recintos da assembleias ou reuniões de interesse de seu constituinte, mediante apresentação de procuração (art. 7º, VI, da Lei n. 8.906/1994). Também constitui prerrogativa, inserida no inciso VII, a permanência do advogado em pé ou sentado em qualquer local acima citado, podendo retirar-se do recinto quando desejar. 7. Processualistas afirmam a constitucionalidade da dispensa do advogado, ponderando que "A indispensabilidade do advogado não é princípio que deva sobrepor-se à promessa constitucional de acesso à justiça (Const., art. 5º, inc. XXXV). Nesse sentido, há dispensabilidade do advogado: nos Juizados Especiais Criminais e no Habeas Data. nos Juizados Especiais Cíveis e na Justiça do Trabalho (1ª Instância); nos Juizados Especiais Criminais e no Habeas Corpus. nos Juizados Especiais Cíveis e Criminais; nos Juizados Especiais Cíveis e na Ação Popular; Explicação: A dispensabilidade está expressa na Lei 9.099, nos Juizados Especiais Civeis, no art. 791, da CLT e no Habeas corpus. 8. Não estão sujeitos ao regime estabelecido pela Lei 8.906/94: Os membros das Consultorias Jurídicas dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; Os Integrantes da Advocacia Geral da União; Os integrantes das Procuradorias da Justiça; Da Procuradoria da Fazenda Nacional Os vinculados à Defensoria Pública Explicação: Os procuradores de justiça são membros do Ministérios Público que é entidade vinculada ao Poder Executivo. 1. Assinale a alternativa que apresenta uma informação CORRETA: no seu ministério privado, o advogado presta serviço público e exerce função social. o advogado que renunciar ao mandato continuará, durante os 15 (quinze) dias seguintes à notificação da renúncia, a representar o mandante, salvo se for substituído antes do término desse prazo. Os advogados públicos não integram a OAB. no processo judicial, o advogado contribui na postulação de decisão favorável ao seu constituinte, ao convencimento do julgador, mas seus atos não constituem múnus público. o estagiário de advocacia, regularmente inscrito, pode praticar todos os atos previstos no Estatuto da Advocacia e da OAB, na forma do Regulamento Geral, isoladamente ou em conjunto com advogado e sob responsabilidade deste, com carga horária de 250h. Explicação: O fundamento da questão encontra-se no art. 2°, §§ 1° e 2°, EOAB. A carga horária do estagio profissional é de 30h e o parzo da renúncia é de 10 dias. 2. Acerca da atividade de advocacia, assinale a alternativa incorreta: O advogado, afirmando urgência, pode atuar sem procuração, obrigando-se a apresentá-la no prazo de 15 dias, prorrogável por igual período Não se inclui na atividade privativa de advocacia a impetração de habeas corpus em qualquer instância ou tribunal. São nulos os atos privativos de advogado praticados por pessoa não inscrita na OAB. São atividades privativas da advocacia as atividades de consultoria, assessoria e direção jurídicas. A procuração para o foro em geral habilita o advogado a praticar todos os atos judiciais, em qualquer juízo ou instância, inclusive os que exigem poderes especiais. Explicação: Conforme o art. 5, seus parágrafos do EOAB combinado com o art. 7° , inciso VI, d, EOAB. 3. (XVIII Exame de Ordem Unificado - Ampliada) Alice, advogada, em audiência judicial, dirigiu a palavra de maneira ríspida a certa testemunha e ao magistrado, tendo este entendido que houve a prática dos crimes de injúria e desacato, respectivamente. Por isso, o juiz determinou a extração de cópias da ata e remessa à Promotoria de Justiça com atribuição para investigação penal da comarca. Considerando a situação narrada,a disciplina do Estatuto da OAB e o entendimento do Supremo Tribunal Federal, sobre as manifestações de Alice, proferidas no exercício de sua atividade profissional, é correto afirmar que: não podem constituir injúria ou desacato puníveis. Isso porque o advogado tem imunidade profissional, nos termos do Art. 7º, § 2º, do Estatuto da OAB, cuja integral constitucionalidade foi declarada pelo Supremo Tribunal Federal. podem configurar injúria e desacato puníveis, pois o Supremo Tribunal Federal declarou inconstitucional a imunidade profissional prevista no Art. 7º, § 2º, do Estatuto da OAB, já que a Constituição Federal consagra a incolumidade da honra e imagem. as hipóteses de imunidade profissional também abarcam o crime de calúnia. não podem constituir injúria ou desacato puníveis, mas podem caracterizar crime de desobediência. Isso porque o advogado tem imunidade profissional, nos termos do Art. 7º, § 2º, do Estatuto da OAB, cuja constitucionalidade foi declarada pelo Supremo Tribunal Federal, com a ressalva ao delito de desobediência, a fim de não conflitar com a autoridade do magistrado na condução da atividade jurisdicional. não podem constituir injúria, mas podem configurar desacato punível. Isso porque o advogado tem imunidade profissional, nos termos do Art. 7º, § 2º, do Estatuto da OAB, mas esta, de acordo com o Supremo Tribunal Federal, não compreende o desacato, sob pena de conflitar com a autoridade do magistrado na condução da atividade jurisdicional. Explicação: A imunidade profissional do advogado é tratada no artigo 7º, parágrafo 2º, da Lei nº 8.906/94 (Estatuto da Advocacia e da OAB), in verbis: ¿O advogado tem imunidade profissional, não constituindo injúria, difamação ou desacato puníveis qualquer manifestação de sua parte, no exercício de sua atividade, em juízo ou fora dele, sem prejuízo das sanções disciplinares perante a OAB pelos excessos que cometer¿. O instituto da imunidade penal em relação aos crimes de injúria e difamação não é novidade no ordenamento jurídico pátrio. O artigo 142, I, do Código Penal, já previa essa imunidade (¿Não constituem injúria ou difamação punível: I ¿ a ofensa irrogada em juízo, na discussão da causa, pela parte ou por seu procurador¿). Assim, o Estatuto da Advocacia e da OAB (EAOAB) inovou, em seu texto original, os seguintes aspectos: (1) ampliou a imunidade penal do advogado para imunidade profissional, ou seja, agora ela é civil, penal e disciplinar; (2) acrescentou ao rol da imunidade o crime de desacato; (3) a imunidade profissional do advogado deixou de ser apenas em juízo para se estender a qualquer lugar onde desenvolva a sua atividade (delegacia de polícia, CPI, Conselho de Contribuintes, etc.). 4. Assinale a assertiva correta de acordo com o Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil - Lei no 8.906/1994. A impetração de habeas corpus não se inclui na atividade privativa da advocacia. As Procuradorias e Consultorias Jurídicas dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e das respectivas entidades de administração indireta e fundacional não exercem atividade de advocacia, uma vez que se sujeitam tão-somente a seu próprio regime jurídico. Ao advogado é assegurado o direito de exercício de sua profissão somente nos limites geográficos do território do Estado/Distrito Federal onde estiver registrado junto ao respectivo Conselho Seccional da OAB. É obrigatório o visto do advogado em atos constitutivos do empresário individual. São anuláveis os atos privativos de advogado praticados por pessoa não inscrita na OAB. Explicação: O fundamento está no art. 1°, § 1° do EOAB, habeas corpus não é atividade provativa da advocacia. 5. (2010/Exame Unificado OAB/ADAPTADA) - Prescinde-se de constituição de advogado regularmente inscrito na OAB para o ajuizamento de ação na 1.ª instância da justiça do trabalho, ação, no valor de até vinte salários mínimos, no juizado especial cível, habeas corpus e mandado de segurança habeas corpus e ação popular mandado de segurança. habeas corpus habeas data e mandado de injunção. Explicação: Conforme expressa o art. 1° § 1°, do EOAB o habeas corpus não é atividade privativa de advogado. Mandado de segurança e ação popular exigem a presença do advogado. 6. Assinale a alternativa INCORRETA: No exercício da profissão o advogado é inviolável por seus atos. O estagiário regularmente inscrito, pode praticar os atos previstos no EOAB em conjunto com advogado. os atos e contratos constitutivos de pessoas jurídicas, sob pena de nulidade, só podem ser admitidos a registro, nos órgãos competentes, quando visados por advogados ou contadores. O advogado é indispensável à administração da justiça e no seu ministério provado, presta serviço público e exerce função social. O exercício da atividade de advocacia e a denominação advogado são privativos dos inscritos na OAB. Explicação: O fundamento está no art. 1º, § 2º do EOAB em que a lei fala apenas no visto de advogados. 7. Por força de lei federal foi criada a autarquia Rodovias Turísticas . Durante a sua estruturação, a chefia imediata indicou Rui da Silva, servidor público federal e Bacharel em Direito, gerenciar o respectivo setor jurídico que incluiria seis advogados cujos cargos ainda seriam preenchidos após o devido concurso público. No entanto, a indicação foi questionada pela advogada Claudia, com base no EOAB, por ausência de requisito legal. Tem razão, a advogada, em sua manifestação? Não, porque se trata de ato discricionário do ocupante do cargo executivo imediatamente superior. Sim, porque o gerenciamento de setor jurídico é atividade privativa da advocacia. Nenhuma das respostas acima. Não, porque um bacharel em Direito possui todos os conhecimentos necessários para exercer a função, principalmente porque haverá advogados para exercerem atividades privativas da advocacia. Sim, pois até Bacharel em Direito deve antes comprovar idoneidade moral para ocupar cargo de direção em paraestatal. Explicação: Conforme o art. 7° do RGOAB. 8. Pedro, caminhoneiro, foi dispensado pela Transportadora Carga Pesada Ltda, porém o empregador não cumpriu com as obrigações trabalhistas decorrentes da dispensa. Diante dessa situação, Pedro, pessoalmente, ajuizou reclamação trabalhista pleiteando as verbas rescisórias. Diante da situação apresentada, assinale a alternativa CORRETA: a) Para ajuizar reclamação trabalhista é imprescindível a constituição de patrono, face ao princípio da indispensabilidade do advogado. b) Apenas nas reclamações trabalhistas em que o valor da causa não excede 20 salários mínimos é facultativo o patrocínio por advogado. d) O ius postulandi nas reclamações trabalhistas é uma exceção ao princípio da indispensabilidade do advogado. c) O ius postulandi na Justiça do Trabalho só é possível se o autor tem formação superior. 1. De acordo com o Estatuto da OAB, o estágio profissional somente é admissível nos dois últimos anos do curso de Direito, impondo-se ao estagiário que busque sua inscrição: no local de sua residência. no local em que frequenta o curso jurídico. no localmais próximo de sua residência, a fim de que o estágio não atrapalhe seus estudos. Da escolha do estagiário. no local em que exercerá o estágio. Explicação: Art. 9º Para inscrição como estagiário é necessário: II - ter sido admitido em estágio profissional de advocacia. § 2º A inscrição do estagiário é feita no Conselho Seccional em cujo território se localize seu curso jurídico ESTATUTO DA ADVOCACIA E DA OAB LEI Nº 8.906, DE 4 DE JULHO DE 1994 . 2. Leia atentamente as afirmativas abaixo: I - A inidoneidade do requerente de inscrição nos quadros da OAB somente pode ser suscitada por advogados regularmente inscritos na OAB ou pelas autoridades competentes. II - O estagiário pode requerer sua inscrição como tal junto ao Conselho Seccional perante o qual se localize seu curso de graduação, ou onde possua seu domicílio. III - A inscrição principal do advogado deve ser feita no seu domicílio profissional. Sobre as afirmativas acima é correto afirmar: II III II e III I I e III Explicação: A inidoneidade do requerente de inscrição nos quadros da OAB pode ser suscitada por qualquer pessoa. O estagiário pode requerer sua inscrição como tal junto ao Conselho Seccional perante o qual se localize seu curso de graduação. A inscrição principal do advogado deve ser feita no seu domicílio profissional. Essas são as regras previstas no EOAB para inscrição nos quadros da OAB. 3. 7. Sobre o cancelamento da inscrição de advogados, segundo o Estatuto da OAB, analise as asserções abaixo e, a seguir, marque a alternativa correta. I. Com o cancelamento da inscrição do advogado, ou do estagiário, desaparece o número de registro. II. O pedido de cancelamento pode ser realizado a qualquer momento, sem explicação de motivo. III. O cancelamento deve ser promovido, de ofício, pelo Conselho competente ou em virtude de comunicação por qualquer pessoa, nas hipóteses de aplicação da penalidade de exclusão do advogado, seu falecimento, ou ainda no caso deste passar a exercer, em caráter definitivo, atividade incompatível com a advocacia. IV. O pedido de cancelamento deve ser acompanhado de motivo justificado. Estão corretas as asserções: II e IV. II, III e IV. I e III. I e II. I, II e III. Explicação: Art. 11. Cancela-se a inscrição do profissional que: I - assim o requerer; II - sofrer penalidade de exclusão; III - falecer; IV - passar a exercer, em caráter definitivo, atividade incompatível com a advocacia; V - perder qualquer um dos requisitos necessários para inscrição. § 1º Ocorrendo uma das hipóteses dos incisos II, III e IV, o cancelamento deve ser promovido, de ofício, pelo conselho competente ou em virtude de comunicação por qualquer pessoa. § 2º Na hipótese de novo pedido de inscrição - que não restaura o número de inscrição anterior - deve o interessado fazer prova dos requisitos dos incisos I, V, VI e VII do art. 8º. § 3º Na hipótese do inciso II deste artigo, o novo pedido de inscrição também deve ser acompanhado de provas de reabilitação. 4. Victor nasceu no Estado do Rio de Janeiro e formou-se em Direito no Estado de São Paulo. Posteriormente, passou a residir, e pretende atuar profissionalmente como advogado, em Fortaleza, Ceará. Porém, em razão de seus contatos no Rio de Janeiro, foi convidado a intervir também em feitos judiciais em favor de clientes nesse Estado, cabendo-lhe patrocinar seis causas no ano de 2015. Diante do exposto, assinale a opção correta. A inscrição principal de Victor deve ser realizada no Conselho Seccional de São Paulo, já que a inscrição principal do advogado é feita no Conselho Seccional em cujo território se localize seu curso jurídico. Além da principal, Victor terá a faculdade de promover sua inscrição suplementar nos Conselhos Seccionais do Ceará e do Rio de Janeiro, onde pretende exercer a profissão. A inscrição principal de Victor deve ser realizada no Conselho Seccional do Ceará. Afinal, a inscrição principal do advogado deve ser feita no Conselho Seccional em cujo território ele pretende estabelecer o seu domicílio profissional. Além da principal, Victor deverá promover a inscrição suplementar no Conselho Seccional do Rio de Janeiro, já que esta é exigida diante de intervenção judicial que exceda cinco causas por ano. A inscrição principal de Victor deve ser realizada no Conselho Seccional do Rio de Janeiro, pois o Estatuto da OAB determina que esta seja promovida no Conselho Seccional em cujo território o advogado exercer intervenção judicial que exceda três causas por ano. Além da principal, Victor poderá promover sua inscrição suplementar nos Conselhos Seccionais do Ceará e de São Paulo. Nenhuma das alternativas anteriores A inscrição principal de Victor deve ser realizada no Conselho Seccional do Ceará. Isso porque a inscrição principal do advogado deve ser feita no Conselho Seccional em cujo território pretende estabelecer o seu domicílio profissional. A promoção de inscrição suplementar no Conselho Seccional do Rio de Janeiro será facultativa, pois as intervenções judiciais pontuais, como as causas em que Victor atuará, não configuram habitualidade no exercício da profissão. Explicação: O fundamento está no art. 10, §§ 1° e 2° do EOAB. 5. Conforme previsto no Regulamento geral, estagiários regularmente inscritos na OAB não podem realizar a seguinte atividade isoladamente, ou seja, independentemente da presença de advogado supervisor: obter certidões junto aos cartórios. fazer carga de autos processuais físicos acompanhar, em cartório, andamento processual. representar cliente em audiência de conciliação. assinar petição de juntada de documentos. Explicação: O art. 29, § 1° do RGOAB estabelece a habilitação do estagiário, a saber: fazer carga dos autos, assinar petição de juntada de documento, solicitar certidão. 6. Daniel, Bacharel em Direito, deu entrada no pedido de inscrição nos quadros da OAB após sua aprovação no respectivo Exame. Antes de encerrada a tramitação do processo administrativo, foi contratado para tomar providências cabíveis na tutela emergencial da liberdade de uma moça que estava presa provisoriamente por crime contra o patrimônio. Após verificar que o Juiz competente converteu a prisão em flagrante em preventiva sem fundamentar a medida, e já tendo recebido os honorários convencionados, o contratado impetrou Habeas Corpus perante o Tribunal de Justiça. Marque a opção correta quanto a situação de Daniel perante a OAB: Não há infração penal, nem infração ético-disciplinar. Não há infração penal na conduta descrita, apenas infração ético-disciplinar. A narrativa demonstra a ocorrência, em tese, da contravenção penal do exercício irregular de atividade profissional. Não há infração penal, nem ético-disciplinar, mas o pedido de inscrição na OAB pode ser indeferido em virtude da conduta. A narrativa demonstra que, em tese, a contravenção penal do exercício irregular de atividade profissional ficaria absorvida pelo estelionato em virtude da vantagem patrimonial obtida. Explicação: A propositura de ação de Habeas Corpus não é atividade privativa da advocacia. 7. Estagiáriode Direito, admitido por Sociedade de Advogados, que pratica atos dolosos de ocultação de informações, troca de documentos, ocultação de andamento processual e outras situações de abuso na atividade está sujeito aos regramentos contidos na legislação trabalhista. apenas às regras do Código Civil, pelos danos causados. apenas ao Regulamento Geral da OAB. ao Estatuto da Advocacia e da Ordem dos Advogados do Brasil, ao Código de Ética e Disciplina e demais regramentos da profissão de advogado, sem prejuízo de responder por eventuais danos civis e criminais pelo atos praticados. apenas ao Código de Ética e Disciplina dos Advogados. Explicação: O Estagiário se submete ao EOAB, RGOAB e CED. Poderá atuar isoladamente nas atividades previstas no RGOAB, art. 29, § 1º e responderá pelos atos praticados excedentes de sua habilitação na forma do art. 34, XXIX, EOAB. 8. O certificado de aprovação no Exame da OAB: É um dos requisitos para inscrição de advogados e estagiários nos quadros da OAB. É válido por tempo indeterminado. É válido pelo prazo de 5 anos. Não é expedido enquanto não for prestado o compromisso perante órgão da OAB. Não poderá ser obtido em caso de impedimento ao exercício da advocacia. Explicação: O fundamento encontra-se expressaamente no art. 13, § 1° do Prov. 144/2011, bem como pode ser confirmado no art. 11, § 2° do EOAB quando trata da hiótese de novo pedido de inscrição após cancelamento. Nesta hipótese verifica-se que não há exigência de o candidato realizar novo exame de ordem. 1. (FGV/OAB/ Exame de Ordem/ XVII/adaptada) - Patrícia foi aprovada em concurso público e tomou posse como Procuradora do Município em que reside. Como não pretendia mais exercer a advocacia privada, mas apenas atuar como Procuradora do Município, pediu o cancelamento de sua inscrição na OAB. A partir da hipótese apresentada, assinale a afirmativa correta. Patrícia não agiu corretamente, pois deveria ter requerido apenas o suspensão temporária do exercício da advocacia e não o cancelamento de sua inscrição. Patrícia não agiu corretamente, pois deveria ter requerido apenas o licenciamento do exercício da advocacia e não o cancelamento de sua inscrição. Patrícia agiu corretamente, pois, uma vez que os advogados públicos não podem exercer a advocacia privada, estão obrigados a requerer o cancelamento de suas inscrições. Patrícia poderia ter pedido o licenciamento do exercício da advocacia, mas nada a impede de pedir o cancelamento de sua inscrição, caso não deseje mais exercer a advocacia privada. Patrícia não agiu corretamente, pois os advogados públicos estão obrigados à inscrição na OAB para o exercício de suas atividades. Explicação: Os integrantes da advocacia pública estão sujeitos ao Estatuto da Advocacia e da OAB como regra própria de sua atividade, sem exceção do regime próprio a que estejam subordinados. Destaca-se que a atividade a ser exercida é privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, independente da atuação pública ou privada. O artigo 3º, §1º, Estatuto da Advocacia e da OAB estabelece a obrigatoriedade de os membros da advocacia pública permanecerem vinculados nos quadros da OAB como condição impeditiva para o exercício do cargo, caso não estejam regularmente inscritos na OAB. 2. (OAB/XXIII Exame Unificado/2017)- Diogo é estudante de Direito com elevado desempenho acadêmico. Ao ingressar nos últimos anos do curso, ele é convidado por um ex-professor para estagiar em seu escritório. Inscrito nos quadros de estagiários da OAB e demonstrando alta capacidade, Diogo ganha a confiança dos sócios do escritório e passa a, isoladamente e sob a responsabilidade do advogado, retirar e devolver autos em cartório, assinando a respectiva carga; visar atos constitutivos de sociedades para que sejam admitidos a registro; obter junto a escrivães e chefes de secretaria certidões de peças ou autos de processos em curso ou findos; assinar petições de juntada de documentos a processos judiciais ou administrativos; e subscrever embargos de declaração opostos em face de decisões judiciais. Considerando as diversas atividades desempenhadas por Diogo, isoladamente e sob a responsabilidade do advogado, de acordo com o Estatuto e Regulamento da OAB, ele pode: obter, junto a escrivães e chefes de secretaria, certidões de peças ou autos de processos findos, mas não de processos em curso, bem como subscrever embargos de declaração opostos em face de decisões judiciais. retirar e devolver autos em cartório, assinando a respectiva carga, bem como visar atos constitutivos de sociedades, para que sejam admitidos a registro. realizar a juntada de documentos em processos judiciais exceto em processos administrativos, assinar petições extrajudiciais e subscrever embargos de declaração opostos em face de decisões judiciais. obter, junto a escrivães e chefes de secretaria, certidões de peças ou autos de processos em curso ou findos, bem como assinar petições de juntada de documentos a processos judiciais ou administrativos assinar petições de juntada de documentos a processos judiciais, mas não a processos administrativos, nem subscrever embargos de declaração opostos em face de decisões judiciais. Explicação: O Estagiário regularmente inscrito na OAB e portador da carteira de Estagiário pode praticar todos os atos previstos no artigo 1º, do Estatuto da OAB, desde que de forma conjunta com Advogado regularmente inscrito ou sob supervisão deste. O Regulamento Geral do Estatuto da Advocacia e da OAB prevê algumas tarefas que o Estagiário pode conduzir isoladamente, sem participação de advogado, apenas sob responsabilidade deste: 1. retirar e devolver autos em cartório, assinando a respectiva carga; 2. obter junto aos escrivães e chefes de secretarias certidões de peças ou autos de processos em curso ou findos; 3. assinar petições de juntada de documentos a processos judiciais ou administrativos. Ainda, quando receber autorização ou substabelecimento de Advogado, o Estagiário poderá comparecer isoladamente para a realização de atos extrajudiciais. 3. (VII Exame Unificado/2102/ADAPTADA) - Nos termos das normas do Regulamento Geral do Estatuto da Advocacia e da OAB, o Estágio Profissional de Advocacia é requisito para inscrição no quadro de estagiários da OAB, sendo correto afirmar: Pode ser ofertado por instituição de ensino superior em convênio com a OAB Poderá ocorrer em qualquer escritório de advocacia, seja credenciado ou não. É ministrado pela Seccional da OAB sem intervenção de entidade de ensino superior. Deve ter carga horária mínima de 360 horas distribuídas em dois anos de atividade. Pode ocorrer a complementação de carga horária em escritórios sem credenciamento junto à OAB. Explicação: A fundamentação da resposta está prevista no Estatuto da OAB, Artigo 9º que prevê:" Para inscrição como estagiário é necessário: I - preencher os requisitos mencionados nos incisos I, III, V, VI e VII do art. 8º; II - ter sido admitido em estágio profissional de advocacia. § 1º - O estágio profissional de advocacia, com duração de dois anos, realizado nos últimos anos do curso jurídico, pode ser mantido pelas respectivas instituições de ensino superior pelos Conselhos da OAB, ou por setores, órgãos jurídicos e escritórios de advocacia credenciados pela OAB, sendoobrigatório o estudo deste Estatuto e do Código de Ética e Disciplina. 4. PEDRO RIBEIRO, Advogado com domicílio profissional na Cidade do Rio de Janeiro e inscrito apenas na OAB-RJ, quer propor uma ação cível para seu Cliente na Comarca de Bom Jesus do Norte, Estado do Espírito Santo. O que é necessário para fazê-lo? Pedro Ribeiro terá que promover uma inscrição suplementar na OAB-ES; Pedro Ribeiro terá que transferir sua inscrição para a OAB-ES; Pedro Ribeiro não fará nenhuma inscrição na OAB-ES, mas fica obrigado a comunicar à OAB-ES sua intervenção profissional naquele Estado; Pedro Ribeiro pode propor aquela ação no Estado do Espírito Santo, sem necessidade de inscrição ou comunicação à OAB-ES. Explicação: conforme art. 10, § 1º e 2° do EOAB. 5. O licenciamento do sócio integrante de Sociedade de Advogados para exercer atividade incompatível com a advocacia em caráter temporário deve ser averbado no registro da sociedade junto à OAB, alterando sua constituição. não requer qualquer providência junto à OAB, desde que o afastamento não exceda de 1 (um) ano. deve ser averbado no registro da sociedade junto à OAB, não alterando sua constituição. deve ser averbado no Cartório de Registro das Pessoas Jurídicas, localizado na sede da sociedade. será averbado junto à inscrição do Advogado e convertida automaticamente em cancelamento após 6 meses Explicação: O art. 12 do EOAB estabelece as hipóteses de licenciamento do advogo quando passar a exercer em caráter temporário atividade incompatível com a advocacia. 6. Um estagiário de advocacia de um grande escritório de Curitiba, regularmente inscrito na OAB, postulou em juízo, individualmente, medida de urgência, ante a ausência do advogado titular daquele escritório: As alternativas ¿b¿ e ¿c¿ estão corretas. A postulação é válida por se tratar de atividade privativa de estagiário. A postulação é válida se o advogado titular do escritório ratificar o ato no prazo do art. 37 do CPC; A postulação é um ato anulável; O estagiário estará sujeito a sanções civis, penais e administrativas e a postulação é um ato nulo; Explicação: O art. 29, parágrafo primeiro do RGOAB estabelece a habilitação do estagiário no âmbito judicial: fazer carga dos autor; solicitar certidão e assinar sozinho petição de juntada de documentos. 7. A empresa Consumidor Ltda., composta por contadores, despachantes, arquitetos e engenheiros, divulga, semanalmente, sua agenda de defesa judicial dos direitos dos consumidores, não possuindo advogados nos seus quadros. Notificada pelo órgão seccional da OAB, alega que as atividades de consultoria jurídica não seriam privativas dos advogados. Diante desse quadro, à luz das normas estatutárias, é correto afirmar que é atividade privativa da advocacia a postulação nos Juizados Especiais. Nenhuma das alternativas acima está correta. a divulgação conjunta da advocacia com outras atividades. a impetração de habeas corpus. a consultoria e assessoria jurídicas. Explicação: O Estatuto da Advocacia trata especificamente sobre as atividades que constituem privativas de advogado. Dentre as atividades privativas de advogado destacamos: postular a órgãos do Poder Judiciário, consultoria jurídica, assessoria jurídica e direção jurídica. Art. 1º São atividades privativas de advocacia: I - a postulação a qualquer órgão do Poder Judiciário e aos juizados especiais; (Vide ADIN 1.127-8) II - as atividades de consultoria, assessoria e direção jurídicas. § 1º Não se inclui na atividade privativa de advocacia a impetração de habeas corpus em qualquer instância ou tribunal. Portanto, o bacharel em direito apenas, mesmo já tendo se formado na Graduação, por exemplo, não pode nem ao menos praticar atos de consultoria ou assessoria, uma vez que tal exercício configurará exercício ilegal da profissão. 8. ((XIX Exame Unificado/2016/adaptada) - Victor nasceu no Estado do Rio de Janeiro e formou-se em Direito no Estado de São Paulo. Posteriormente, passou a residir, e pretende atuar profissionalmente como advogado, em Fortaleza, Ceará. Porém, em razão de seus contatos no Rio de Janeiro, foi convidado a intervir também em feitos judiciais em favor de clientes nesse Estado, cabendo-lhe patrocinar seis causas no ano de 2015. Diante do exposto, assinale a opção correta. A inscrição principal de Victor deve ser realizada no Conselho Seccional do Rio de Janeiro, pois o Estatuto da OAB determina que esta seja promovida no Conselho Seccional em cujo território o advogado exercer intervenção judicial que exceda três causas por ano. Além da principal, Victor poderá promover sua inscrição suplementar nos Conselhos Seccionais do Ceará e de São Paulo A inscrição principal de Victor deve ser realizada no Conselho Seccional do Ceará. Isso porque a inscrição principal do advogado deve ser feita no Conselho Seccional em cujo território pretende estabelecer o seu domicílio profissional. A promoção de inscrição suplementar no Conselho Seccional do Rio de Janeiro será facultativa, pois as intervenções judiciais pontuais, como as causas em que Victor atuará, não configuram habitualidade no exercício da profissão. Vitor não terá necessidade de solicitar sua inscrição suplementar, pois o EOAB permite que ele atue profissionalmente. sem distinção, em todo território nacional. A inscrição principal de Victor deve ser realizada no Conselho Seccional do Ceará. Afinal, a inscrição principal do advogado deve ser feita no Conselho Seccional em cujo território ele pretende estabelecer o seu domicílio profissional. Além da principal, Victor deverá promover a inscrição suplementar no Conselho Seccional do Rio de Janeiro, já que esta é exigida diante de intervenção judicial que exceda cinco causas por ano. A inscrição principal de Victor deve ser realizada no Conselho Seccional de São Paulo, já que a inscrição principal do advogado é feita no Conselho Seccional em cujo território se localize seu curso jurídico. Além da principal, Victor terá a faculdade de promover sua inscrição suplementar nos Conselhos Seccionais do Ceará e do Rio de Janeiro, onde pretende exercer a profissão. Explicação: A inscrição principal de Victor deve ser realizada no Conselho Seccional do Ceará. Afinal, a inscrição principal do advogado deve ser feita no Conselho Seccional em cujo território ele pretende estabelecer o seu domicílio profissional. Além da principal, Victor deverá promover a inscrição suplementar no Conselho Seccional do Rio de Janeiro, já que esta é exigida diante de intervenção judicial que exceda cinco causas por ano, conforme estabelece o art. 10, § 1° e 2° do EOAB. 1. O artigo 1.º do Estatuto da Advocacia e da Ordem dos Advogados do Brasil (EOAB) prevê que é atividade privativa da advocacia a ¿consultoria, assessoria e direção jurídicas¿. Dentre as opções abaixo, marque a incorreta. A gerência de setor jurídico de empresa de qualquer natureza somente pode ser ocupada por pessoa não inscrita na OAB com permissão expressa do Conselho Seccional respectivo. Consultoria, assessoria e direção jurídicas somente podem ser anunciadas por advogado(a) regularmente inscrito(a) nos quadros da OAB.Qualquer pessoa pode comunicar à OAB situação de violação à norma referida. O gestor do setor jurídico de empresa de qualquer natureza deve estar regularmente inscrito nos quadros da OAB, sob pena de exercício irregular de atividade profissional. Empresas privadas, públicas e paraestatais estão sujeitas à norma do art. 1º do EOAB. Explicação: O fundamento está no art. 1° do EOAB combinada com art. 7° do RGOAB. 2. Um advogado com inscrição principal (e única) na OAB/PR, foi procurado por um cliente para patrocinar uma causa cível na Comarca de Juiz de Fora/MG. Pergunta-se: O que poderá fazer? ( adaptada da OAB) Ele só pode patrocinar aquela causa se transferir sua inscrição para a OAB/MG. Ele só pode patrocinar aquela causa se fizer uma inscrição suplementar na OAB/MG; Ele pode patrocinar aquela causa sem nada fazer na OAB/MG; Não poderá patrocinar porque é advogado apenas no Paraná Ele pode patrocinar aquela causa sem fazer inscrição suplementar na OAB/MG, mas é obrigado a comunicar aquele patrocínio à OAB/MG; Explicação: O EOAB estabelece no art. 10 que na hipótese de o advogado ter mais de 5 causas POR ANO em território de outra SEccional será obrigado a ter inscrição suplementar no referido território. Se ele não possui mais de 5 causas distintas em outro território não precisará solicitar inscrição suplementar. 3. (OAB/FGV/EXAME DE ORDEM XVI / adaptada) - Bernardo é bacharel em Direito, mas não está inscrito nos quadros da Ordem dos Advogados do Brasil, apesar de aprovado no Exame de Ordem. Não obstante, tem atuação na área de advocacia, realizando consultorias e assessorias jurídicas. A partir da hipótese apresentada, nos termos do Regulamento Geral da Ordem dos Advogados do Brasil, assinale a afirmativa correta. Tal conduta é permitida mediante autorização do Presidente da Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil. Tal conduta é proibida, tendo em vista a ausência de inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil. Tal conduta é permitida mediante autorização do Presidente da Tribunal de Ética e Disciplina da OAB. Tal conduta é permitida, por ter o bacharel logrado aprovação no Exame de Ordem. Tal conduta é proibida, por ser equiparada à captação de clientela. Explicação: A alternativa D está correta, pois são atividades privativas da advocacia os serviços de consultoria, assessoria e direção jurídica, sendo necessário a inscrição regular nos quadros da OAB, não podendo ser realizados por estagiários ou bacharéis em direito. O exercício da atividade de advocacia no território brasileiro e a denominação de advogado são privativos dos inscritos na OAB (Art. 1º, inciso II, e art. 3º da EAOAB). 4. Assinale a opção correta de acordo com as disposições do Regulamento Geral do Estatuto da Advocacia e da OAB. O estagiário inscrito na OAB pode praticar, isoladamente, todos os atos próprios de advogado, desde que sua inscrição esteja regular O compromisso que o requerente à inscrição nos quadros da OAB deve fazer perante o conselho seccional, a diretoria ou o conselho da subseção é indelegável, haja vista sua natureza solene e personalíssima. Toda vez que figurar como indiciado em inquérito policial, por qualquer espécie de infração, o advogado deve ser assistido por um representante da OAB, sem prejuízo da atuação de seu defensor É vedado ao requerente pleitear inscrição nos quadros da OAB sem ter, regularmente registrado, diploma de bacharel em direito, não suprindo sua falta nenhum outro documento Explicação: O fundamento está no Art. 20 e § 1º, RG 5. Bacharel em Direito, perito criminal, teve êxito no Exame de Ordem e procedeu ao seu requerimento para a inscrição nos quadros da OAB. Sobre este pedido de inscrição, assinale a opção correta. O requerimento será deferido, porque cumpriu as exigências legais para inscrição nos quadros. O requerimento será deferido, porque o êxito no exame de ordem concede imediatamente a inscrição nos quadros. O requerimento será indeferido, porque perito criminal não poderia ter feito o exame de ordem apenas a graduação em Direito. O requerimento será indeferido, porque a exigência de não exercer atividade incompatível com a advocacia é requisito necessário para a inscrição. O requerimento será deferido, porque o candidato teve êxito no exame de ordem, único requisito necessário. Explicação: O requerimento será indeferido, porque a exigência de não exercer atividade incompatível com a advocacia é requisito necessário para a inscrição, conforme estabelece o art. 8° do EOAB. 6. Célio, advogado regularmente inscrito na OAB/SC, tem escritório próprio de advocacia em Florianópolis, onde atua na área trabalhista e na do direito do consumidor. No ano de 2006, atuou excepcionalmente como advogado em quatro ações de indenização perante o TJDFT. Em 2007, ajuizou quinze ações em face da mesma empresa perante o TRT, em Brasília ¿ DF, e, em 2008, atuou como advogado constituído em mais de dez causas. Na situação hipotética apresentada, Célio, de acordo com o Regulamento Geral do Estatuto da OAB, está dispensado de comunicar à OAB o exercício da advocacia perante o TRT. está impedido de requerer a inscrição suplementar na OAB/DF, dada a regular inscrição na OAB/SC. cometeu infração disciplinar por ter exercido, em 2006, a advocacia fora de seu domicílio de inscrição. está obrigado, desde 2007, à inscrição suplementar na Seccional da OAB/DF. Explicação: O advogado que tem sua inscrição principal em um determinado Estado pode solicitar inscrição suplementar em qualquer outro Estado no qual faça mais de cinco intervenção judicial, é o que dispõe o art. 10 do EAOAB no seu 2º: Art. 10. A inscrição principal do advogado deve ser feita no Conselho Seccional em cujo território pretende estabelecer o seu domicílio profissional, na forma do regulamento geral. (...) 2º Além da principal, o advogado deve promover a inscrição suplementar nos Conselhos Seccionais em cujos territórios passar a exercer habitualmente a profissão considerando-se habitualidade a intervenção judicial que exceder de cinco causas por ano . EXERCÍCIO DA PROFISSÃO - ADVOCACIA EM OUTRAS SECCIONAIS - HABITUALIDADE - INSCRIÇÃO SUPLEMENTAR - ATUAÇÃO ATRAVÉS DE BACHAREL EM DIREITO. Inexiste empecilho ético para que o advogado atue em mais de uma localidade dentro do território nacional, na medida em que este direito lhe é garantido pelo inciso I, do artigo 7º do EAOAB. A atuação em outra seccional, que não a de seu domicílio profissional, porém, exige a obediência a determinadas normas, que estão insculpidas no artigo 10, parágrafos 1º e 2º do Estatuto da Advocacia e artigo 5º, § único e 26 do Regulamento Geral, que limitam a habitualidade a cinco causas por ano, a partir do que é exigida a inscrição suplementar. É vedado ao bacharel em direito o exercício da advocacia consultiva ou contenciosa, sob pena de cometer ilícito penal, consistente no exercício ilegal da profissão (artigo 3º da EAOAB e 4º do Regulamento Geral). O advogado que albergar tal exercício, responderá por infração disciplinar, nos termos do artigo 34, I, do EAOAB". Proc. E-3.937/2010 - v.u., em 18/11/2010, do parecer e ementa do Rel. Dr. GUILHERME FLORINDO FIGUEIREDO, Rev. Dr. EDUARDO TEIXEIRA DA SILVEIRA - PresidenteDr. CARLOS JOSÉ SANTOS DA SILVA. 7. (OAB/SP/adaptada) - Para a inscrição como advogado é necessário: Todas as respostas anteriores estão corretas. ser maior de 18 anos. prestar compromisso perante o conselho. ser maior de 25 anos. ter sido estagiário por, pelo menos, dois anos. Explicação: De acordo com o art. 8º, caput, do Estatuto da Advocacia e a OAB: "Para inscrição como advogado é necessário: I - capacidade civil; II - diploma ou certidão de graduação em direito, obtido em instituição de ensino oficialmente autorizada e credenciada; III - título de eleitor e quitação do serviço militar, se brasileiro; IV - aprovação em Exame de Ordem; V - não exercer atividade incompatível com a advocacia; VI - idoneidade moral; VII - prestar compromisso perante o conselho". 8. FRANCISCO MENDES, com domicílio profissional na cidade do Rio de Janeiro e inscrito, apenas, na OAB-RJ, vai patrocinar uma Ação Cível de seu Cliente na Comarca de Juiz de Fora Estado de Minas Gerais. - Pergunta-se: O que deve fazer Francisco Mendes para legitimar tal patrocínio naquela Comarca? Francisco Mendes pode patrocinar aquela ação na Comarca de Juiz de Fora-MG, sem inscrição e sem qualquer comunicação à OAB-MG Francisco Mendes terá que fazer uma inscrição suplementar na OAB-MG; Francisco Mendes terá que fazer a transferência de sua inscrição para a OAB-MG; Francisco Mendes pode patrocinar aquela ação na Comarca de Juiz de Fora - MG, sem inscrição na OAB-MG, mas desde que comunique o patrocínio à OAB-MG (diretamente ou através da subseção de Juiz de Fora); Explicação: O fundamento legal está no art. 10, §§ 1° e 2° do EOAB. Como bnão ultrapassou o limite legal de 5 atos por ano, não precisará de inscrição suplementar. 1. NÃO estão sujeitos ao regime da Lei 8.906/94 Estatuto da Advocacia e da OAB aqueles: Procuradores da Consultoria Geral da União. Defensores Públicos da União e dos Estados. Procuradores da Fazenda Nacional. Procuradores de Justiça da Justiça do Trabalho. integrantes da Advocacia Geral da União - AGU. Explicação: Os procuradores de justiça da justiça do trabalho não integram a advocacia pública e sim o Ministério Público do Trabalho que compõe a carreira do Ministério Público da União. Art. 2º do prov. 114. 2. Considere-se que um procurador municipal, concursado, tenha recebido determinação de seu superior hierárquico para adotar determinada tese jurídica da qual ele discordasse por atentar contra a legislação e jurisprudência consolidada, inclusive, tendo Já emitido sua opinião, anteriormente, em processos e artigos doutrinários de sua lavra, sobre o mesmo tema em sentido contrário ao que determina o superior hierárquico. Nessa situação, o advogado público poderia ter recusado tal determinação de seu superior? Não, porque o advogado público não se submete aos ditames da OAB e sim de sua instituição. Não, pois o conceito de liberdade e independência é exclusivo aos advogados particulares, que podem, ou não, aceitar uma causa. Sim, visto que inexiste hierarquia entre procuradores municipais concursados. Sim, lastreado em sua liberdade e independência e, também, porque a adoção da mencionada tese jurídica afrontaria posicionamento anterior seu. Não, porque, sendo detentor de cargo público, ele teria o dever de atender aos interesses maiores da administração pública. Explicação: O fundamento está no art. 5° do Prov. 114/2006 do Conselho federal que estabelece que o advogado público possui independência técnica. O mesmo está descrito no art. 8° do CED de 2015. 3. Júlio e Lauro constituíram o mesmo advogado para, juntos, ajuizarem ação de interesse comum. No curso do processo, sobrevieram conflitos de interesse entre os constituintes, tendo Júlio deixado de concordar com Lauro com relação aos pedidos. Nessa situação hipotética, deve o advogado d) assumir, com a cautela que lhe é peculiar, o patrocínio de ambos, em ações individuais. b) optar, com prudência e discernimento, por um dos mandatos, e renunciar ao outro, resguardando o sigilo profissional. c) manter com os constituintes contrato de prestação de serviços jurídicos no interesse da causa, resguardando o sigilo profissional. a) designar, com prudência e cautela, por substabelecimento com reservas, um advogado de sua confiança. Explicação: Código de Processo Civil no art. 112. O advogado poderá renunciar ao mandato a qualquer tempo, provando, na forma prevista neste Código, que comunicou a renúncia ao mandante, a fim de que este nomeie sucessor. § 1o Durante os 10 (dez) dias seguintes, o advogado continuará a representar o mandante, desde que necessário para lhe evitar prejuízo § 2o Dispensa-se a comunicação referida no caput quando a procuração tiver sido outorgada a vários advogados e a parte continuar representada por outro, apesar da renúncia. 4. A respeito da conduta ilibada e sigilo profissional, assinale a alternativa incorreta: É dever do advogado revelar circunstâncias ao ser procurado, portanto, declinando seu impedimento ético. O advogado que atua para a constituição de determinado ato jurídico não pode, após constituído o ato, impugnar-lhe a validade ou legitimidade, uma vez que tal ato iria de encontro a sua atuação anterior, violando o próprio sigilo da relação mantida anteriormente. Os princípios da conduta ilibada e do sigilo profissional expressos no art. 21 e 22 do CED observam a hipótese de sigilo profissional ao postular em nome de terceiros, contra ex-cliente ou ex-empregador. O prazo mínimo entre a extinção do mandato e a possibilidade de advogar contra ex-cliente é de no mínimo 3 a 4 anos. A conduta do advogado que muda de endereço inviabilizando contado do constituinte e deixa o cliente em desamparo, sem realizar ato algum processual. Esta situação difere daquele que por esquecimento não informa o novo endereço, mas continua diligente realizando atos necessários para o andamento processual. Explicação: Não há consenso sobre o prazo mínimo entre a extinção do mandato e a possibilidade de advogar contra ex-cliente, em algumas Seccionais encontramos a sugestão de prazo de dois anos. 5. O exercício da advocacia é privativo dos inscritos na OAB. Nesse sentido, é defeso ao advogado e à sociedade estrangeira: a consultoria em direito estrangeiro do seu país de origem; o pagamento de anuidade para inscrição nos quadros. o procuratório e a consultoria em direito brasileiro; a inscrição nos quadros da Ordem dos Advogados do Brasil; o uso da razão social ¿Consultores em Direito Estrangeiro¿; Explicação: Conforme provimento 91/2000, art. 1°. 6. O Código de Ética e Disciplina da OAB permite ao Advogado: Substabelecer a um Colega, com reservas, o mandato judicial, sem conhecimento do Cliente/outorgante; Estipular os seus honorários em valores inferiores aos da Tabela de Honorários elaborada pela OAB; Divulgar a lista de seus clientes e suas causas, exceto as que corram em segredode justiça; Contratar seus honorários com a cláusula quota litis, para receber, em pagamento de seu trabalho profissional, um automóvel arrolado no processo de inventário que advoga Explicação: O substabelecimento é a transferência de poderes a um outro advogado não mencionado na procuração (substabelecido) que poderá, a partir desse instrumento, atuar isoladamente no processo (substabelecimento sem reservas de iguais poderes) ou, assumindo os mesmos poderes do antigo patrono (substabelecente), atuar em conjunto ou separadamente. A questão trata do substabelecimento sem reservas, o que significa que o advogado constituído retira-se completamente do patrocínio da demanda, permanecendo na defesa dos interesses do constituinte apenas o substabelecido. Dessa forma, como a relação com o cliente é pautada na confiança recíproca e, sendo um substabelecimento sem reservas, a regra contida no artigo 24, § 2º do Código de Ética e Disciplina exige o prévio e inequívoco conhecimento do cliente. 7. (XVII Exame Unificado/2015/ADAPTADA) - Patrícia foi aprovada em concurso público e tomou posse como Procuradora do Município em que reside. Como não pretendia mais exercer a advocacia privada, mas apenas atuar como Procuradora do Município, pediu o cancelamento de sua inscrição na OAB. A partir da hipótese apresentada, assinale a afirmativa correta. Patrícia poderia ter pedido o licenciamento do exercício da advocacia, mas nada a impede de pedir o cancelamento de sua inscrição, caso não deseje mais exercer a advocacia privada. Patrícia não agiu corretamente, pois os advogados públicos estão obrigados à inscrição na OAB para o exercício de suas atividades. Patrícia agiu corretamente, pois, uma vez que os advogados públicos não podem exercer a advocacia privada, estão obrigados a requerer o cancelamento de suas inscrições. Patrícia não agiu corretamente, pois deveria ter requerido apenas o licenciamento do exercício da advocacia e não o cancelamento de sua inscrição. Patrícia não agiu corretamente, pois como é advogada pública está impedida de exercer a advogacia em qualquer hipótese. Explicação: Não obstante a controvérsias na doutrina, o prov. 114 do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil exige noa art. 3° a inscrição do advogado no Conselho seccional do local da posse como advogado público. 8. Na defesa de clientes, quando estes postulam no mesmo polo de relação processual, sob o patrocínio do mesmo advogado, surgir divergências entre si, que atitude deverá tomar o profissional? continuar patrocinando ambos constituintes, resguardando o sigilo profissional. Renunciar ao mandato de ambos, mediante notificação com a expressa declaração do motivo. Desistir da causa requerendo ao juiz que determine o chamamento dos clientes para as necessárias providências. Renunciar ao mandato de um deles, mediante notificação com a omissão do motivo. Renunciar ao mandato de um deles, mediante notificação com a expressa declaração do motivo. Explicação: O fundamento da questão encontra-se expresso no art. 20, caput do CED de 2015. Sobrevindo conflitos entre constituintes, o advogado deverá optar com prudência e discrição por um deles, resguardadndo o sigilo profissional. A renúncia é direito do advogado e é sem informar o motivo. 1. O advogado Márcio, sócio de determinado escritório de advocacia, contratou novos advogados para a sociedade e substabeleceu, com reserva em favor dos novos contratados, os poderes que lhe haviam sido outorgados por diversos clientes. O mandato possuía poderes para substabelecer. Um dos clientes do escritório, quando percebeu que havia novos advogados trabalhando na causa, os quais não eram por ele conhecidos, não apenas resolveu contratar outro escritório para atuar em sua demanda como ofereceu representação disciplinar contra Márcio, afirmando que o advogado não agira com lealdade e honestidade. A esse respeito, assinale a afirmativa correta. A representação oferecida deve ser enquadrada como infração disciplinar, pois o advogado deve avisar previamente ao cliente acerca de todas as petições que apresentará nos autos do processo, inclusive sobre as de juntada de substabelecimentos. A representação oferecida deve ser enquadrada como infração disciplinar, pois o substabelecimento do mandato,com ou sem reserva de poderes, deve ser comunicado previamente ao cliente. Nenhuma das alternativas anteriores A representação oferecida não deve ser enquadrada como infração disciplinar, pois apenas o substabelecimento do mandato sem reserva de poderes deve ser comunicado previamente ao cliente. A representação oferecida não deve ser enquadrada como infração disciplinar, pois o substabelecimento do mandato,com ou sem reserva de poderes, é ato pessoal do advogado da causa. Explicação: O fundamento está no art. 26, §§ 1° e 2° do CED de 2015. 2. A cessação do mandato judicial é presumida: após o pagamento dos honorários advocatícios pelo cliente. após a decisão judicial favorável às pretensões do cliente. após a sentença judicial não transitada em julgado. com o trânsito em julgado da decisão interlocutória. após o arquivamento do processo. Explicação: Art. 13. Concluída a causa ou arquivado o processo, presume-se cumprido e extinto o mandato. 3. Um advogado, por motivos pessoais, não mais deseja continuar patrocinando uma causa. Nesse caso, com relação ao procedimento correto perante o seu cliente, ele deve: comunicar ao cliente a desistência do mandato e funcionar no processo nos dez dias subseqüentes, se necessário. renunciar ao mandato e continuar representando o autor até ele constituir um novo advogado. comunicar ao autor a desistência do mandato e indicar outro advogado para substituí-lo. fazer um substabelecimento sem reservas de poderes para outro advogado e depois comunicar tal fato ao cliente. não é dado ao advogado o direito de renunciar ao mandato que lhe foi conferido. Explicação: O fundamento está no art. 5°, §3° do EOAB c/c art. 6° do RG. 4. Uma advogada, recebeu procuração de sua cliente para propor ação de separação judicial, o que foi feito, após prolongada fase probatória, audiências e recurso a instância superior. Após o trânsito em julgado, com as expedições e registros de mandado de averbação competente e formal de partilha de bens, os autos foram arquivados. Após 15 meses, foi procurada por essa mesma cliente, que lhe solicitou a propositura de ação de divórcio, entendendo esta que a contratação anterior se estenderia também a essa causa, apesar de nada constar na procuração e no contrato de honorários, restritos à separação judicial. Considerando essa situação hipotética, assinale a opção correta de acordo com a norma em vigor. Não é necessária nova procuração desde que se proponha conversão da separação em divórcio, de forma consensual. para configurara a cessação do mandato é necessário que o magistrado notifique as partes. Uma vez concluída a causa ou arquivado o processo, presumem-se o cumprimento e a cessação do mandato, sendo necessários nova procuração para o pedido de divórcio e novo contratode honorários. Por se tratar de direito de família, o acessório (divórcio) acompanha o principal, a separação, sem necessidade de nova procuração. Não é necessária nova procuração, mas devem ser cobrados novos honorários. Explicação: O fundamento da questão está no art. 13 do CED, concluída a cisa ou arquivado o processo presume-se a extinção do mandato. 5. (XX Exame de Ordem Unificado - Ampliada) João outorgou procuração ao advogado Antônio, para sua defesa em certo processo. Todavia, decorridos alguns dias, João concluiu que a atuação de apenas um profissional não seria suficiente à sua satisfatória representação e buscou Antônio, a fim de informá-lo de que pretendia também contratar o advogado Luiz, para atuar juntamente com ele no feito. Ocorre que Antônio negou-se a aceitar a indicação, por duvidar das qualidades profissionais do colega. Meses depois, convencido de que realmente precisa de auxílio, resolveu substabelecer o mandato, com reserva de poderes, ao advogado Lucas, que goza de sua absoluta confiança. Diante da situação narrada, assinale a afirmativa correta. A recusa de Antônio à indicação de outro profissional pelo cliente não constitui infração ética, pois o advogado não é obrigado a aceitar a indicação de outro profissional para com ele trabalhar no processo. Por sua vez, o substabelecimento do mandato a Lucas depende de prévia comunicação a João. A recusa de Antônio à indicação de outro profissional pelo cliente constitui infração ética, uma vez que ele comportou-se com deslealdade em face do colega advogado, pronunciando-se contra sua contratação. Por sua vez, o substabelecimento do mandato a Lucas depende de prévia comunicação a João. A recusa de Antônio à indicação de outro profissional pelo cliente não constitui infração ética, pois o advogado não é obrigado a aceitar a indicação de outro profissional para com ele trabalhar no processo. Por sua vez, o substabelecimento do mandato a Lucas independe de comunicação a João, já que constitui ato pessoal do advogado da causa. A recusa de Antônio à indicação de outro profissional pelo cliente constitui infração ética. Tal há infração ética na questão envolvendo o substabelecimeto, pois todo ato de substabelecimento deve ter a autorização prévia do cliente A recusa de Antônio à indicação de outro profissional pelo cliente não constitui infração ética, pois o advogado não é obrigado a aceitar a indicação de outro profissional para com ele trabalhar no processo. Por sua vez, o substabelecimento do mandato a Lucas independe de comunicação a João, já que constitui ato pessoal do advogado da causa. uma vez que ele comportou-se com deslealdade em face do colega advogado, pronunciando-se contra sua contratação. Por sua vez, o substabelecimento do mandato a Lucas independe de prévia comunicação a João, pois constitui ato pessoal do advogado da causa. Explicação: O fundamento da questão está no art 24 do CED de 2015. 6. Em conformidade com as disposições do Código de Ética e Disciplina acerca (CED) dos deveres dos advogados públicos, marque a opção ERRADA: Exercer suas funções com independência técnica, contribuindo para a solução ou redução de litigiosidade, sempre que possível. Preservar suas prerrogativas e zelar pelo direito de receber igual tratamento das pessoas com as quais se relacione. Os advogados públicos podem participar de conselhos da OAB. Os advogados públicos devem submeter-se às normas constantes da Lei 8.906/94 (EOAB), do CED e demais atos normativos editados pela OAB, salvo quando colidirem com as normas específicas dos seus cargos. Com base na garantia constitucional da liberdade profissional, a advocacia pública não se vincula com a OAB. Explicação: O fundamento está no art. 3º e parágrafo único do EOAB, art. 9º e 10 do RGOAB, bem como no Prov. 114. 7. É vedado ao advogado: integrar mais de uma sociedade de advogados na mesma área territorial do respectivo Conselho Seccional. exercer atividade incompatível com a advocacia. utilizar a expressão "escritório de advocacia" sem indicação de seu nome e número de inscrição na OAB. Todas as respostas anteriores estão corretas. peticionar sem indicação de seu nome e número de inscrição na OAB. Explicação: Sobre a ética do advogado, disposta no capitulo I artigo 1º das regras de ontológicas fundamentais, devem ser respeitadas no exercício da profissião. O exercício da advocacia exige conduta compatível com os preceitos do Código de Ética e com os demais princípios da moral individual, social e profissional. É defeso ao advogado expor os fatos em Juízo, falseando deliberadamente a verdade ou estribando-se na má-fé. De acordo com o CED de 2016, é previsto: Art. 5º O exercício da advocacia é incompatível com qualquer procedimento de mercantilização. Art. 6º É defeso ao advogado expor os fatos em Juízo falseando deliberadamente a verdade ou estribando-se na má-fé. Art. 7º É vedado o oferecimento de serviços profissionais que impliquem, direta ou indiretamente, inculcação ou captação. 8. Advogado aborrecido com cliente que passara a não mais efetuar o pagamento dos honorários, se recusa a prestar informações sobre o andamento processual e retém valores destinados ao pagamento de emolumentos para que o cliente se sinta compelido a adimplir a obrigação oriunda do contrato de mandato. Considerando- se o Código de Ética Disciplina, assinale a alternativa correta. O advogado poderá reter os valores destinados aos emolumentos já que honorários tem natureza de alimentos. O advogado não poderá reter valores do cliente, mas poderá omitir informações para viabilizar o pagamento dos serviços advocatícios. O advogado tem o dever legal de informação e de prestar contas ao cliente, independentemente de recebimento de honorários. O advogado poderá relativizar o princípio da informação para forçar o recebimento dos honorários. O advogado tem o dever legal de informação, mas poderá reter valores para recebimento de seus honorários. Explicação: O advogado tem o dever legal de informação e de prestar contas ao cliente, independentemente de recebimento de honorários, conforme estabelece o art. 9° do CED de 2015. 1a Questão Assinale a afirmativa correta sobre a advocacia pública. Os Procuradores Gerais e demais dirigentes de órgãos jurídicos da administração pública estão temporariamente impedidos para o exercício da advocacia, podendo, entretanto, fazê-lo, desde que no âmbito de suas atribuições institucionais, durante o período de investidura. Pelo fato de a advocacia pública possuir regulamentação própria, os seus integrantes não se sujeitam ao regime do Estatuto da OAB, Regulamento Geral e Código de Ética e Disciplina. Os integrantes da advocacia pública não precisam da inscrição na OAB para posse no cargo. Os membros da advocacia pública não podem candidatar-se às vagas do quinto constitucional por já trabalharem no serviço público. Os integrantes da advocacia pública não são elegíveis e não podem integrar qualquer órgão da OAB. Respondido em 07/11/2019 09:34:56 Explicação: O fundamento da questão está no art. 29 do EOAB que estabelece regra especial para os dirigentes da advocacia pública. 2a Questão(XIII Exame Unificado/2014/Adaptada) - O advogado Carlos pretende substabelecer os poderes que lhe foram conferidos pelo seu cliente Eduardo, sem reserva de poderes, pois pretende realizar uma longa viagem, sem saber a data do retorno, não pretendendo manter compromissos profissionais. Nos termos das normas do Código de Ética, tal ato deve: implicar na devolução dos honorários pagos antecipadamente pelo cliente. ser comunicado ao cliente de modo inequívoco. observar o previsto no artigo 5º, parágrafo 1º do Estatuto da OAB prescindir do conhecimento do cliente por ser ato privativo. ser realizado por tempo determinado Respondido em 07/11/2019 09:49:12 Explicação: O fundamento está previsto no art. 5º § 3º do EOAB combinado com art. 6º do RGOAB 3a Questão Sobre a prestação de contas, assinale a alternativa descontextualizada com o que está expresso no art. 12 do CED. A prestação de contas é um dever e direito do advogado, sob pena de ação de exigir contas, na forma do art. 550 a 553, do CPC, sem prejuízo das sanções disciplinares perante a OAB, prevista no art. 34, inciso XXI do EOAB. Nem sempre o advogado deverá prestar contas, uma vez que isso dependerá de cada causa trabalhada. A parcela dos honorários paga pelos serviços até então prestados não se inclui entre os valores a ser devolvidos. Se a prestação do serviço advocatício chegou ao fim, deve-se restituir os documentos, prestar contas de eventuais valores recebidos em seu nome, despesas realizadas no curso do processo, sem prejuízo de outros esclarecimentos. A conclusão ou desistência da causa, tenha havido, ou não, extinção do mandato, obriga o advogado a devolver ao cliente bens, valores e documentos que lhe hajam sido confiados e ainda estejam em seu poder, bem como a prestar-lhe contas, pormenorizadamente, sem prejuízo de esclarecimentos complementares que se mostrem pertinentes e necessários. Respondido em 07/11/2019 09:53:03 Explicação: A prestação de contas é obrigação legal imposta ao advogado, que somente se aperfeiçoa com a efetiva entrega dos valores devidos ao cliente, não sendo suficiente a mera apresentação de cálculos. Para sua configuração, desnecessária qualquer manifestação prévia do cliente, pois decorre de obrigação legal imposta ao profissional, que tem o dever de tomar a iniciativa de prestar as contas ao seu cliente. 1. Numa Audiência de Instrução e Julgamento na 44ª Vara Cível do Rio de Janeiro, quando fazia a sustentação oral, o Advogado do Réu injuriou e difamou o Advogado do Autor. Pergunta-se: O que pode acontecer ao Advogado do Réu por tal comportamento? Ser processado criminalmente, pelos crimes de injúria e difamação e também disciplinarmente (pela OAB), pelas ofensas proferidas contra o Colega; Ser advertido pelo Juiz para não mais ofender o Colega, sob pena de responder criminalmente e também ser punido pela OAB, pelos excessos que cometeu; Ser processado civilmente e punido pela OAB, pelas ofensas proferidas contra o Colega; Não sofrer punição criminal, porque o Advogado tem imunidade profissional quanto à injúria e à difamação, mas podendo ser punido pela OAB pelos Excessos que cometer. Não sofrer punição criminal, nem qualquer processo ético pelos excessoa que cometer. Explicação: O fundamento está no art. 7° § 2° do EOAB que observa a imunidade para injúria e difamação, sendo sempre punido na OAB pelos excessoa que cometer. 2. (XIX Exame Unificado/2016/adaptada) - O advogado Carlos dirigiu-se a uma Delegacia de Polícia para tentar obter cópia de autos de inquérito no âmbito do qual seu cliente havia sido intimado para prestar esclarecimentos. No entanto, a vista dos autos foi negada pela autoridade policial, ao fundamento de que os autos estavam sob segredo de Justiça. Mesmo após Carlos ter apresentado procuração de seu cliente, afirmou o Delegado que, uma vez que o juiz havia decretado sigilo nos autos, a vista somente seria permitida com autorização judicial. Nos termos do Estatuto da Advocacia, é correto afirmar que: em caso de inquérito sob segredo de Justiça, apenas o magistrado que decretou o sigilo poderá afastar parcialmente o sigilo, autorizando o acesso aos autos pelo advogado Carlos. Carlos pode ter acesso aos autos de inquéritos sob segredo de Justiça, desde que esteja munido de procuração do investigado. o segredo de Justiça de inquéritos em andamento é oponível ao advogado Carlos, mesmo munido de procuração. Carlos pode ter acesso aos autos de qualquer inquérito, mesmo sem procuração. Carlos não pode ter acesso aos autos, caso contrário, estará infringindo as normas Estatutárias. Explicação: O direito de exame dos autos é aquela prerrogativa que pertence a todos os advogados na forma do art. 7° incisos XIII e XIV, EOAB. O direito de vista é o direito do advogado constituído nos autos mediante procuração ou substabelecimento sem reservas de poderes, conforme o art. 7°, inciso XV, EOAB. 3. José da Silva, lavrador, havia outorgado poderes à advogada Gisele para defendê-lo no curso de ação penal movida pelo Ministério Público Federal. A advogada atuou representando o cliente desde o Inquérito Policial e praticou todos os atos necessários à defesa do José. Às vésperas da prolação da sentença, o filho do acusado obteve inscrição como advogado perante a OAB/RJ e decidiu assumir a defesa do pai. Em decorrência, o próprio José fez contato com a advogada para comunicar a ela que não tinha mais interesse em seus serviços. Quais atitudes são esperadas da profissional? Deve substabelecer ao colega sem reserva de poderes e, mesmo havendo rescisão do contrato de prestação de serviços, deve manter todas as informações recebidas emsigilo, bem como os documentos originais do cliente sob sua guarda. Deve substabelecer ao colega sem reserva de poderes e, caso tenha em seu poder documentos originais do cliente, deverá devolvê-los, mediante recibo. Deve substabelecer ao colega sem reserva de poderes, momento em que cessa a obrigação de manter em sigilo quaisquer informações que o cliente tenha lhe dado. Deve comunicar à OAB a infração disciplinar praticada pelo colega depois de substabelecer com reserva de poderes. Caso tenha em seu poder documentos originais do cliente, deverá devolvê-los, mediante recibo, além de substabelecer ao colega com reserva de poderes. Explicação: O fundamento da questão está no art. 10 e 12 do CED de 2015. 4. O art. 7o, inciso XIX, da Lei no 8.906/94 garante ao advogado "recusar-se a depor como testemunha em processo no qual funcionou ou deva funcionar, ou sobre fato relacionado com pessoa de quem seja ou foi advogado." O texto legal combinado com o regramento ético vigente (art. 37 do CED) estabelece que a quebra do sigilo, para fins de depoimento judicial, só poderá ocorrer quando houver determinação da autoridade judiciária. solicitação do constituinte. requisição do Ministério Público. autorização do Tribunal de Ética e Disciplina. grave ameaça ao direito à vida. Explicação: O art. 37 do CED de 2015 estabelece o regramento para quebra do sigilo profissional diante de situações excepcionais que configurem justa causa, como grave ameaça ao direito à vida. 5. A Lei 8906/94, que consubstancia oEstatuto da Advocacia e da OAB, prevê a seguinte prerrogativa do advogado: dirigir-se aos magistrados nas salas e gabinetes de trabalho, independentemente de horário previamente marcado ou outra condição, desde que acompanhado de petição já protocolizada, observando-se a ordem de chegada. dirigir-se aos magistrados nas salas e gabinetes de trabalho, desde que para tratar de algum assunto urgente, e que não possa ser resolvido pelo assessor, observando-se a ordem de chegada. dirigir-se aos magistrados nas salas e gabinetes de trabalho, desde que para tratar de algum assunto urgente, observando-se a ordem de chegada. dirigir-se diretamente aos magistrados nas salas e gabinetes de trabalho, independentemente de horário previamente marcado ou outra condição, observando-se a ordem de chegada. Explicação: O fundamento está no art. 7°, inciso VIII, EOAB. 6. Considerando os requisitos para quebra da inviolabilidade do escritório de advogado, assinale a alternativa incorreta: Mandado de busca e apreensão específico e pormenorizado presença de representante da OAB para o cumprimento da diligência Hipótese de advogado formalmente investigado por prática de crime. Possibilidade de busca e apreensão de documento de clientes do advogado Competência exclusiva da autoridade judiciária em decisão motivada Explicação: não há possibilidade de busca e apreensão de documento de clientes do advogado salvo se este cliente está na qualidade de partícipe ou coautor e está sendo igualmente indiciado pela prática do mesmo crime. 7. João, advogado, durante audiência de instrução, debates e julgamento, nervoso com a possibilidade de derrota de seu cliente, assim se manifestou: ¿Caso Vossa Excelência julgue procedente o pedido condenatório formulado pelo Ministério Público, restará revelada sua ignorância e burrice como magistrado e membro da comunidade jurídica¿. É certo que o magistrado se encontrava na audiência e, por óbvio, ouviu referida frase. À luz das regras estatutárias e penais, assinale a alternativa correta: João deverá ser responsabilizado criminalmente, tendo em vista que cometeu o crime de desacato João não deverá ser responsabilizado criminalmente, visto que a frase proferida caracteriza difamação não punível em razão da imunidade profissional prevista no Estatuto da OAB João não poderá ser responsabilizado criminalmente por sua frase, tendo em vista que é inviolável por todas as suas manifestações em juízo João não deverá ser responsabilizado criminalmente, visto que a frase proferida caracteriza injúria não punível em razão da imunidade profissional prevista no Estatuto da OAB Explicação: Dos direitos do advogado Conforme o Esatuto da Advocacia da OAB , no artigo 7º parágrafo 2º: O advogado tem imunidade profissional, não constituindo injúria, difamação ou desacato puníveis qualquer manifestação de sua parte, no exercício de sua atividade, em juízo ou fora dele, sem prejuízo das sanções disciplinares perante a OAB, pelos excessos que cometer. (Vide ADIN 1.127-8) 8. Renato, advogado em início de carreira, é contactado para defender os interesses de Rodrigo que está detido em cadeia pública. Dirige-se ao local onde seu cliente está retido e busca informações sobre sua situação, recebendo como resposta do servidor público que estava de plantão que os autos do inquérito estariam conclusos com a autoridade policial e, por isso, indisponíveis para consulta e que deveria o advogado retornar quando a autoridade tivesse liberado os autos para realização de diligências. À luz das normas aplicáveis, no caso de réu preso, somente com autorização do juiz pode o advogado acessar os autos do inquérito policial. o acesso aos autos de inquérito policial é direito do advogado, mesmo sem procuração ou conclusos à autoridade policial. o advogado, diante do seu dever de urbanidade, deve aguardar os atos cabíveis da autoridade policial. o acesso aos autos, no caso, depende de procuração e de prévia autorização da autoridade policial. Explicação: A lei Federal 8.906/94 (Estatuto da Advocacia e da OAB)garante ao advogado "examinar, em qualquer repartição policial, mesmo sem procuração, autos de flagrante e de inquérito, findos ou em andamento, ainda que conclusos à autoridade, podendo copiar peças e tomar apontamentos" (artigo 7º, XIV). 1. Um Advogado, mesmo sabendo que o empregado, dispensado sem justa causa, havia recebido do empregador todas as verbas resilitórias que lhe eram devidas, aceitou procuração daquele empregado e ingressou com Reclamação Trabalhista pleiteando o pagamento das mesmas verbas já recebidas. Pergunta-se: Como se denomina tal procedimento daquele Advogado? Tergiversação; Repetição do Indébito. Lide Temerária; Patrocínio Infiel; Violação de sigilo profissional. Explicação: A situação fática revela conluio entre o advogado e o cliente para lesar terceiros, o que configura lide temerária na forma do art. 32, parágrafo único, EOAB 2. O advogado Ademar é surpreendido por mandado de busca e apreensão dos documentos guardados no seu escritório, de forma indiscriminada. Após pesquisa, verifica que existe processo investigando um dos seus clientes e a ele mesmo. Apesar disso, os documentos de toda a sua clientela foram apreendidos. Diante do narrado, é correto afirmar que O excesso é normal para tal ato realizado. a inviolabilidade do escritório de advocacia é absoluta. houve excesso na apreensão de todos os documentos da clientela do advogado a prática é correta, em função de a investigação atingir o advogado. a proteção ao escritório do advogado não se inclui na hipótese versada. Explicação: A lei citada pelo referido artigo constitucional é a Lei n.º 8.906/94 (Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil), a qual sofreu recente alteração pela Lei n.º 11.767/08, que modificou o artigo 7.º, inciso II, e acrescentou o parágrafo sexto e sétimo (6.º e 7.º) ao referido artigo. O fundamento legal abaixo está com nova redação e com os respectivos comentários para fundamentar a opção correta apontada. Art. 7. º São direitos do advogado: II - a inviolabilidade de seu escritório ou local de trabalho, bem como de seus instrumentos de trabalho, de sua correspondência escrita, eletrônica, telefônica e telemática, desde que relativas ao exercício da advocacia. Dessa forma, a regra é a da não entrada (exemplo: por policiais) e da não determinação de entrada por parte de autoridades (delegado de polícia e juiz de direito, por exemplo) em escritórios de advogados, assim como a não apreensão de instrumentos de trabalho (livros, agendas, computadores, disquetes, CD-ROMS, pastas de clientes, etc), de correspondência escrita (cartas, ofícios, etc), eletrônica (e-mails), telefônica (elaboração de escutas, gravações telefônicas, etc) e telemática (por exemplo: comunicação entre computador e telefone celular via SMS), desde que relacionados ao exercício da advocacia. O artigo ganhou o acréscimo do parágrafo sexto (6.º) que dispõe: 6.º Presentes indícios de autoria e materialidade da prática de crime por parte de advogado, a autoridade judiciária competente poderá decretar a quebra da inviolabilidade de que trata o inciso II do caput desteartigo, em decisão motivada, expedindo mandado de busca e apreensão, específico e pormenorizado , a ser cumprido na presença de representante da OAB, sendo, em qualquer hipótese, vedada a utilização dos documentos, das mídias e dos objetos pertencentes a clientes do advogado averiguado, bem como dos demais instrumentos de trabalho que contenham informações sobre clientes. 3. (XX Exame de Ordem Unificado - Ampliada) Júlia é advogada de Fernando, réu em processo criminal de grande repercussão social. Em um programa vespertino da rádio local, o apresentador, ao comentar o caso, afirmou que Júlia era ¿advogada de porta de cadeia¿ e ¿ajudante de bandido¿. Ouvinte do programa, Rafaela procurou o Conselho Seccional da OAB e pediu que fosse promovido o desagravo público. Júlia, ao tomar conhecimento do pedido de Rafaela, informou ao Conselho Seccional da OAB que o desagravo não era necessário, pois já ajuizara ação para apurar a responsabilidade civil do apresentador. No caso narrado, o pedido de desagravo público só pode ser formulado por Júlia, que é a pessoa ofendida em razão do exercício profissional, mas o ajuizamento de ação para apurar a responsabilidade civil implica a perda de objeto do desagravo. o pedido de desagravo público só pode ser formulado por Júlia, que é a pessoa ofendida em razão do exercício profissional. o pedido de desagravo pode ser formulado por Rafaela, e não depende da concordância de Júlia, apesar de esta ser a pessoa ofendida em razão do exercício profissional. a ação para apurar a responsabilidade civil no caso acima pode ser ajuizada por qualquer pessoa. o pedido de desagravo pode ser formulado por Rafaela, mas depende da concordância de Júlia, que é a pessoa ofendida em razão do exercício profissional. Explicação: O art. 18 e 19 do RGOAB estabelece que qualquer pessoa poderá levar a conhecimento da OAB fato que poderá ensejar o procedimento de desagravo. Ainda que o advogado que sofreu a violação não queira, a violação ofende à advocacia. 4. Ana Paula, jovem advogada, em razão de patrocinar ação de divórcio movida por Joana em face de seu marido João, após telefonema de sua cliente, que lhe revelou ter sido espancada brutalmente pelo cônjuge, fato devidamente comprovado por Boletim de Ocorrência e exame de corpo de delito realizado em Instituto de Criminalística, compareceu ao fórum, a fim de despachar medida cautelar de separação de corpos. O magistrado titular da Vara da Família, muito embora presente no local, recusou-se a atende-la, ao argumento de que estava sentenciando e despachando processos, havendo necessidade de agendamento de data para atendimento. À luz das regras estatutárias: correto o posicionamento do magistrado, pois a interrupção de suas atividades judicantes para atendimento a advogado irá procrastinar o desfecho de processos conclusos para sentença e despacho incorreto o posicionamento do magistrado, que deveria ter atendido a advogada ao término do expediente a advogada nada poderá fazer, devendo retornar em dia e hora marcados, visto que o magistrado somente tem o dever de atender advogados quando não estiverem em seus gabinetes de trabalho sentenciando ou despachando processos incorreto o posicionamento do magistrado, que terá o dever de atender a advogada, em seu gabinete de trabalho, independentemente de prévio agendamento, respeitando-se, contudo, a ordem de chegada dos advogados todas as respostas estão erradas Explicação: Art. 7º São direitos do advogado: VIII - dirigir-se diretamente aos magistrados nas salas e gabinetes de trabalho, independentemente de horário previamente marcado ou outra condição, observando-se a ordem de chegada; 5. Cristiano, advogado criminalista, compareceu à Delegacia de Polícia no município X, a fim de colher informações e cópias de inquérito policial em que seu cliente figurava como indiciado. Ao comparecer à Unidade Policial, solicitou vista dos autos, o que lhe foi negado pelo Delegado de Polícia sob dois argumentos: o primeiro, pelo fato de Cristiano não portar procuração outorgada pelo indiciado; o segundo, em virtude de o inquérito policial tramitar em sigilo. À luz das regras estatutárias, assinale a alternativa correta: Agiu incorretamente o Delegado de Polícia, visto que o direito de vista de autos de inquérito policial é irrestrito aos advogados, independentemente, em qualquer caso, de procuração Agiu incorretamente o Delegado de Polícia, visto que é direito do advogado ter vista de autos de inquérito policial, salvo se conclusos à autoridade, hipótese em que será exigida a procuração Advogados não possuem a prerrogativa, nem mesmo munido de procuração. Agiu incorretamente o Delegado de Polícia, pois o sigilo do inquérito policial não constitui obstáculo para que o advogado a ele tenha acesso, independentemente de procuração. Agiu corretamente o Delegado de Polícia, visto que a natureza sigilosa do inquérito policial impede sua consulta por qualquer pessoa, inclusive advogados Explicação: trata-se de prerrogativa prevista no art. 7°, inciso XIV, EOAB. 6. De acordo com o Código de Ética e Disciplina da OAB, assinale a alternativa correta. O advogado poderá demandar contra ex-cliente, sem a necessidade de resguardar sigilo profissional. ao advogado pode, nos casos previstos no Estatuto da OAB, entender-se diretamente com parte adversa que tenha patrono constituído, sem o assentimento deste. o advogado deve aconselhar o cliente a não ingressar em aventura judicial, salvo se a causa é perante os Juizados Especiais Cíveis, em razão da ausência da regra de sucumbência no primeiro grau. atuar sempre com boa fé é um dos deveres do advogado. ao advogado não é imposta nenhuma condição para patrocinar interesses ligados a outras atividades estranhas à advocacia, em que também atue. Explicação: O art. 2° parágrafo único e seus incisos do CED de 2015 estabelece que o advogado deve agir com boa- fé, lealdade, veracidade, ser diligente e etc. No art. 9° ao 26 do CED de 2015 encontramos mais orientações nas relação entre advogado e cliente, bem como o princípio da informação e seu dever de esclarecer os risco da demanda podendo inclusive recusar-se a atuar em nome do cliente quando a situação afrontar entendimento pessoal. Ao demanda contra ex-cliente é permitida, mas terá que resguardar sigilo profissional. O advogado não poderá entender-se diretamente com a parte adversa sem anuência de seu cliente e a presença do advogado. 7. Morgano, advogado recém-formado e inscrito na OAB, com aprovação no Exame de Ordem logo após a colação de grau, é contratado para defender cliente em audiência de instrução e julgamento. No recinto forense, depara-se com um tablado onde estão alocados a mesa ocupada pelo juiz e ao seu lado o representante do Ministério Público. Curioso pela situação e ainda inexperiente, questiona se tal arquitetura é comum nos demais recintos e a razão de o advogado estar em plano inferior aos demais agentes do processo. Como resposta, recebe a informação de que a disposição física foi estabelecida em respeito à hierarquia entre magistrados e membros do Ministério Público, que devem permanecer em posição superior à dos advogados das partes. Diante do narrado, à luz das normas estatutárias, é correto afirmar que os membros doMinistério Público nos atos processuais são hierarquicamente superiores aos advogados. Não há alternativa correta nesta questão. como dirigente do processo, o magistrado subordina a atuação dos advogados como forma de disciplina da audiência. a hierarquia é inerente à atividade desenvolvida pelos advogados, que atuam de forma parcial em defesa dos seus clientes. advogados, membros do Ministério Público e magistrados não têm relação de hierarquia entre si. Explicação: O fundamento está no art. 6º do RGOAB 8. É prerrogativa do advogado: retirar autos de processos findos, desde que mediante procuração, pelo prazo de 10 dias. retirar autos de processos findos, mesmo sem procuração, inclusive que tenham tramitado em segredo de justiça, pelo prazo de 10 dias. retirar autos de processos findos, mesmo sem procuração, pelo prazo de 10 dias. retirar autos de processos findos, mesmo sem procuração, desde que justificadamente, pelo prazo de 10 dias. Explicação: O fundamento está no art. 7°, inciso XVI, EOAB. 1. Dos postulados abaixo, qual deve ser afastado dos deveres dos advogados? Impõe-se ao advogado lhaneza, emprego de linguagem escorreita e polida, esmero e disciplina na execução dos serviços. Advogados devem atuar com destemor, independência, honestidade, decoro, veracidade, lealdade, dignidade e boa-fé. O advogado não deve deixar ao abandono ou ao desamparo os feitos, sem motivo justo e comprovada ciência do constituinte. Advogados devem defender os interesses dos clientes até as últimas consequências, ainda que tenham que praticar atos ilícitos. Advogados devem zelar pela independência profissional, atributo inerente à atividade da advocacia. Explicação: O fundamento está no art. 2° parágrafo único do CED de 2015. O advogado tem compromisso com a veracidade, lealdade e boa-fé. 2. (XII Exame Unificado/2013/Adaptada) - Sobre o desagravo público, assinale a afirmativa correta. O advogado tem direito a ser desagravado, mesmo que a ofensa por ele sofrida não guarde relação com o exercício da profissão ou de cargo ou função na OAB. O desagravo público não constitui um direito do advogado. É uma determinação do seu órgão de classe. O advogado poderá ser desagravado quando ofendido no exercício da profissão ou em razão dela, desde que faça o requerimento em petição dirigida ao Presidente do Conselho Seccional no prazo de seis meses, contados a partir da data da realização da ofensa. O advogado não pode dispensar o desagravo público quando o Conselho Seccional decidir promovê-lo. O desagravo público depende de concordância do advogado ofendido. Explicação: O desagravo público é uma medida interna da OAB em repúdio à violações de prerrogativas da advocacia. O procedimento deverá ser instaurado ainda que o ofendido não tenha interesse, desde que apurada a situação e configurada violação de prerrogativas. Veja-se o art. 7° inciso XVII, art. 18 e 19 do RGOAB. 3. Morgano, advogado recém-formado e inscrito na OAB, com aprovação no Exame de Ordem logo após a colação de grau, é contratado para defender cliente em audiência de instrução e julgamento. No recinto forense, depara-se com um tablado onde estão alocados a mesa ocupada pelo juiz e ao seu lado o representante do Ministério Público. Curioso pela situação e ainda inexperiente, questiona se tal arquitetura é comum nos demais recintos e a razão de o advogado estar em plano inferior aos demais agentes do processo. Como resposta, recebe a informação de que a disposição física foi estabelecida em respeito à hierarquia entre magistrados e membros do Ministério Público, que devem permanecer em posição superior à dos advogados das partes. Diante do narrado, à luz das normas estatutárias, é correto afirmar que advogados, membros do Ministério Público e magistrados não têm relação de hierarquia entre si. os membros do Ministério Público nos atos processuais são hierarquicamente superiores aos advogados. Não há alternativa correta nesta questão. como dirigente do processo, o magistrado subordina a atuação dos advogados como forma de disciplina da audiência. a hierarquia é inerente à atividade desenvolvida pelos advogados, que atuam de forma parcial em defesa dos seus clientes. Explicação: O fundamento está no art. 6º do RGOAB 4. (XIX Exame Unificado - Caderno Tipo I - Branco - (Prova aplicada em 03/04/2016/adaptada) - Os advogados Ivan e Dimitri foram nomeados, por determinado magistrado, para prestarem assistência jurídica a certo jurisdicionado, em razão da impossibilidade da Defensoria Pública. As questões jurídicas debatidas no processo relacionavam-se à interpretação dada a um dispositivo legal. Ivan recusou-se ao patrocínio da causa, alegando que a norma discutida também lhe é aplicável, não sendo, por isso, possível que ele sustente em juízo a interpretação legal benéfica à parte assistida e prejudicial aos seus próprios interesses. Dimitri também se recusou ao patrocínio, pois já defendeu interpretação diversa da mesma norma em outro processo. Sobre a hipótese apresentada, é correto afirmar que Ivan e Dimitri cometeram infração disciplinar, pois é vedado ao advogado recusar-se a prestar assistência jurídica, sem justo motivo, quando nomeado em virtude de impossibilidade da Defensoria Pública. Os advogados cometeram infração ético-disciplinar prevista no Código de Ética de 2016. apenas Ivan cometeu infração disciplinar, pois não se configura legítima a recusa por ele apresentada ao patrocínio da causa, sendo vedado ao advogado, sem justo motivo, recusar-se a prestar assistência jurídica, quando nomeado apenas Dimitri cometeu infração disciplinar, pois não se configura legítima a recusa por ele apresentada ao patrocínio da causa, sendo vedado ao advogado, sem justo motivo, recusar-se a prestar assistência jurídica, quando nomeado em virtude de impossibilidade da Defensoria Pública. nenhum dos advogados cometeu infração disciplinar, pois se afiguram legítimas as recusas apresentadas ao patrocínio da causa. Explicação: o findamento da questão está no art. 22, CED de 2015. Há a possibilidade de o advogado declinar seu impedimento ético. 5. Ana Paula, jovem advogada, em razão de patrocinar ação de divórcio movida por Joana em face de seu marido João, após telefonema de sua cliente, que lhe revelou ter sido espancada brutalmente pelo cônjuge, fato devidamente comprovado por Boletim de Ocorrência e exame de corpo de delito realizado em Instituto de Criminalística, compareceu ao fórum, a fim de despachar medida cautelar de separação de corpos. O magistrado titular da Vara da Família, muito embora presente no local, recusou-se a atende-la, ao argumento de que estava sentenciando e despachando processos, havendo necessidade de agendamento de data para atendimento. À luz das regras estatutárias: incorreto o posicionamento do magistrado, que terá o dever de atender a advogada, em seu gabinete de trabalho, independentemente de prévio agendamento, respeitando-se, contudo, a ordem de chegada dos advogados correto o posicionamento do magistrado, pois a interrupção de suas atividades judicantes paraatendimento a advogado irá procrastinar o desfecho de processos conclusos para sentença e despacho incorreto o posicionamento do magistrado, que deveria ter atendido a advogada ao término do expediente todas as respostas estão erradas a advogada nada poderá fazer, devendo retornar em dia e hora marcados, visto que o magistrado somente tem o dever de atender advogados quando não estiverem em seus gabinetes de trabalho sentenciando ou despachando processos Explicação: Art. 7º São direitos do advogado: VIII - dirigir-se diretamente aos magistrados nas salas e gabinetes de trabalho, independentemente de horário previamente marcado ou outra condição, observando-se a ordem de chegada; 6. O advogado Ademar é surpreendido por mandado de busca e apreensão dos documentos guardados no seu escritório, de forma indiscriminada. Após pesquisa, verifica que existe processo investigando um dos seus clientes e a ele mesmo. Apesar disso, os documentos de toda a sua clientela foram apreendidos. Diante do narrado, é correto afirmar que O excesso é normal para tal ato realizado. a proteção ao escritório do advogado não se inclui na hipótese versada. a inviolabilidade do escritório de advocacia é absoluta. a prática é correta, em função de a investigação atingir o advogado. houve excesso na apreensão de todos os documentos da clientela do advogado Explicação: A lei citada pelo referido artigo constitucional é a Lei n.º 8.906/94 (Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil), a qual sofreu recente alteração pela Lei n.º 11.767/08, que modificou o artigo 7.º, inciso II, e acrescentou o parágrafo sexto e sétimo (6.º e 7.º) ao referido artigo. O fundamento legal abaixo está com nova redação e com os respectivos comentários para fundamentar a opção correta apontada. Art. 7. º São direitos do advogado: II - a inviolabilidade de seu escritório ou local de trabalho, bem como de seus instrumentos de trabalho, de sua correspondência escrita, eletrônica, telefônica e telemática, desde que relativas ao exercício da advocacia. Dessa forma, a regra é a da não entrada (exemplo: por policiais) e da não determinação de entrada por parte de autoridades (delegado de polícia e juiz de direito, por exemplo) em escritórios de advogados, assim como a não apreensão de instrumentos de trabalho (livros, agendas, computadores, disquetes, CD-ROMS, pastas de clientes, etc), de correspondência escrita (cartas, ofícios, etc), eletrônica (e-mails), telefônica (elaboração de escutas, gravações telefônicas, etc) e telemática (por exemplo: comunicação entre computador e telefone celular via SMS), desde que relacionados ao exercício da advocacia. O artigo ganhou o acréscimo do parágrafo sexto (6.º) que dispõe: 6.º Presentes indícios de autoria e materialidade da prática de crime por parte de advogado, a autoridade judiciária competente poderá decretar a quebra da inviolabilidade de que trata o inciso II do caput deste artigo, em decisão motivada, expedindo mandado de busca e apreensão, específico e pormenorizado , a ser cumprido na presença de representante da OAB, sendo, em qualquer hipótese, vedada a utilização dos documentos, das mídias e dos objetos pertencentes a clientes do advogado averiguado, bem como dos demais instrumentos de trabalho que contenham informações sobre clientes. 7. Cristiano, advogado criminalista, compareceu à Delegacia de Polícia no município X, a fim de colher informações e cópias de inquérito policial em que seu cliente figurava como indiciado. Ao comparecer à Unidade Policial, solicitou vista dos autos, o que lhe foi negado pelo Delegado de Polícia sob dois argumentos: o primeiro, pelo fato de Cristiano não portar procuração outorgada pelo indiciado; o segundo, em virtude de o inquérito policial tramitar em sigilo. À luz das regras estatutárias, assinale a alternativa correta: Agiu corretamente o Delegado de Polícia, visto que a natureza sigilosa do inquérito policial impede sua consulta por qualquer pessoa, inclusive advogados Advogados não possuem a prerrogativa, nem mesmo munido de procuração. Agiu incorretamente o Delegado de Polícia, visto que o direito de vista de autos de inquérito policial é irrestrito aos advogados, independentemente, em qualquer caso, de procuração Agiu incorretamente o Delegado de Polícia, pois o sigilo do inquérito policial não constitui obstáculo para que o advogado a ele tenha acesso, independentemente de procuração. Agiu incorretamente o Delegado de Polícia, visto que é direito do advogado ter vista de autos de inquérito policial, salvo se conclusos à autoridade, hipótese em que será exigida a procuração Explicação: trata-se de prerrogativa prevista no art. 7°, inciso XIV, EOAB. 8. É prerrogativa do advogado: retirar autos de processos findos, desde que mediante procuração, pelo prazo de 10 dias. retirar autos de processos findos, mesmo sem procuração, inclusive que tenham tramitado em segredo de justiça, pelo prazo de 10 dias. retirar autos de processos findos, mesmo sem procuração, desde que justificadamente, pelo prazo de 10 dias. retirar autos de processos findos, mesmo sem procuração, pelo prazo de 10 dias. Explicação: O fundamento está no art. 7°, inciso XVI, EOAB. 1. Um advogado que também é corretor de imóveis realiza publicidade informativa colocando os seguintes dizeres: ¿Advogado e corretor¿. Sobre esta publicidade, assinale a alternativa correta. É permitida a divulgação de advocacia em conjunto com outra atividade. É vedada a divulgação de advocacia com outra profissão, exceto as correlatas. É permitida exclusivamente a divulgação da advocacia com a corretagem de imóveis. É vedada a divulgação de advocacia em conjunto com outra atividade. É defeso a publicidade informativa para advocacia. Explicação: Conforme estabelece o EOAB, é expressamente vedado a divulgação de advocacia em conjunto com outra atividade. 2. As advogadas Juliana e Patrícia, iniciando carreira na advocacia, acreditam que seja necessária a divulgação de seus serviços, para se tornarem conhecidas. Assim, decidem realizar publicidade de sua atuação, mediante as seguintes medidas: primeiramente, publicam um anúncio, em jornal de grande circulação, onde constam seus nomes, números de inscrição na OAB e endereço de atuação. Além disso, anunciam no rádio suas qualificações profissionais, bem como expedem correspondências a seus clientes e a colegas advogados, contendo boletim informativo e comentários à legislação. Sobre a situação apresentada, assinale a opção correta. Se realizadas com discrição e moderação, as publicações no jornal e as correspondências expedidas não representam infração ética, porém a veiculação do anúncio no rádio viola o Código de Ética e Disciplina da OAB Se realizadas com razoabilidade, nenhuma das medidas adotadas viola o Código de Ética e Disciplina da OAB, porque o advogado pode anunciar seus serviços profissionais, individual ou coletivamente, desde que observadas moderação e discrição quanto ao conteúdo, forma e dimensões As três medidas de publicidade adotadas por Juliana e Patrícia violam o disposto no Código de Ética e Disciplina da OAB, pois é vedado ao advogado anunciar seus serviços profissionais de forma a alcançar uma coletividade de pessoas Apenasa expedição de correspondências contendo boletim informativo e comentários à legislação configura violação ao previsto no Código de Ética e Disciplina da OAB, já que é vedada a comunicação do advogado por correspondências, salvo aquelas destinadas a informar os clientes de seus interesses A publicidade da advocacia pode ser feita de forma livre e não encontra nenhuma limitação. Explicação: O fundamento da questão está nos artigos 39 a 47 do CED de 2015 3. Qual dos seguintes procedimentos fere a ética profissional do Advogado? O uso da mala-direta para comunicar aos seus clientes a mudança de endereço de seu escritório de advocacia; A indicação de e-mail do advogado autor de colunas jurídicas em jornal. O anúncio do escritório de advocacia em listas telefônicas; O anúncio do escritório de advocacia pela Internet. O anúncio da atividade de advogado veiculado pelo rádio, apenas com a indicação do nome, número de inscrição na OAB e endereço do escritório; Explicação: O fundamento da questão está noa rtigo 40, inciso I, do CED. Todas as demais opções são permitidas. 4. A publicidade é permitida aos advogados e advogadas que desejem divulgar seus serviços ao público. Porém, devem ser observadas as regras constantes do Código de Ética e Disciplina e do Provimento 94/2000, do Conselho Federal da OAB. Um dos limites impostos à publicidade encontra-se expressamente previsto nesses instrumentos legais e também no Estatuto da Advocacia e no Regulamento Geral, no Provimento 94/2000 e consiste na proibição de divulgar as áreas profissionais de atuação preferencial. divulgar outra atividade profissional em conjunto com a advocacia. divulgar os serviços através da internet. divulgar os serviços em listas telefônicas e congêneres. divulgar o número de inscrição perante a OAB. Explicação: O fundamento da questão está no art. 40, inciso IV do CED de 2015 e no Prov. 94/2000. 5. (OAB/MG/2007/ADAPTADA) - A questão versa sobre a Publicidade. Certo advogado, visando anunciar os seus serviços profissionais, mas querendo modernizar-se ante o mundo globalizado, realiza seus anúncios no Brasil exclusivamente em idioma inglês. Ante tal fato e de acordo com o Código de Ética e Disciplina da OAB, é CORRETO afirmar que: o Brasil, é defeso anunciar os seus serviços profissionais em idioma inglês. No Brasil, é defeso anunciar os seus serviços profissionais em idioma inglês. no Brasil, é permitido anunciar os seus serviços profissionais em idioma estrangeiro, desde que acompanhado da respectiva tradução. no Brasil, é permitido anunciar os seus serviços profissionais exclusivamente no idioma português. É expressamente vedado, pelo Estatuto a OAB, a publicidade em língua estrangeira. Explicação: O fundamento está no art. 44, § 1°, parte final, do CED de 2015. 6. (XXI Exame Unificado OAB/27/11/2016/ADAPTADA) - Florentino, advogado regularmente inscrito na OAB, além da advocacia, passou a exercer também a profissão de corretor de imóveis, obtendo sua inscrição no conselho pertinente. Em seguida, Florentino passou a divulgar suas atividades, por meio de uma placa na porta de um de seus escritórios, com os dizeres: Florentino, advogado e corretor de imóveis. Sobre o tema, assinale a afirmativa correta. É permitido a Florentino exercer paralelamente a advocacia e a corretagem de imóveis, desde que não sejam prestados os serviços de advocacia aos mesmos clientes da outra atividade. Além disso, é permitida a utilização da placa empregada, desde que seja discreta, sóbria e meramente informativa. Não no caso narrado qualquer vedação legal, podendo Florentino anunciar todos os seus serviços, inclusive a corretagem de imóveis. É vedado a Florentino exercer paralelamente a advocacia e a corretagem de imóveis. É permitido a Florentino exercer paralelamente a advocacia e a corretagem de imóveis, inclusive em favor dos mesmos clientes. Também é permitido empregar a aludida placa, desde que seja discreta, sóbria e meramente informativa. É permitido a Florentino exercer paralelamente a advocacia e a corretagem de imóveis. Todavia, é vedado o emprego da aludida placa, ainda que discreta, sóbria e meramente informativa Explicação: O fundamento da questão está no art. 40, inciso IV, CED 2015. 7. V Exame de Ordem Unificado Ademir, formado em Jornalismo e Direito e exercendo ambas as profissões, publica, em seu espaço jornalístico, alegações forenses por ele apresentadas em juízo. Instado por outros profissionais do Direito a também apresentar os trabalhos dos colegas, Ademir alega que o espaço é exclusivamente dedicado à divulgação dos seus próprios trabalhos forenses. Com base no relatado, à luz das normas estatutárias, é correto afirmar que a divulgação promovida por Ademir é punível, por caracterizar infração disciplinar. justificado pelo interesse jornalístico dos trabalhos forenses. é equiparado a ato educacional permitido. perfeitamente justificável, por ser pertinente a outra profissão. Nenhuma das respostas Explicação: A questão observa uma conduta vedada pelo Código de Ética e Disciplina, ou seja, a divulgação de método de trabalho, arrazoados forenses seus ou de colegas conforme expressam os artigos 43 e 44 do CED de 2015. 8. Marcelo, renomado advogado, foi convidado para participar de matéria veiculada pela Internet, por meio de portal de notícias, com a finalidade de informar os leitores sobre direitos do consumidor. Ao final da matéria, mediante sua autorização, foi divulgado o e-mail de Marcelo, bem como o número de telefone do seu escritório. Sobre essa situação, de acordo com o Código de Ética e Disciplina da OAB, assinale a afirmativa correta. Marcelo pode participar de matéria veiculada pela Internet, mas é vedada a referência ao número de telefone do seu escritório ao final da matéria, sendo permitida a referência ao seu e-mail. Marcelo não pode participar de matéria veiculada pela Internet, pois esse fato, por si só, configura captação de clientela. Marcelo pode participar de matéria veiculada pela Internet, mas são vedadas a referência ao e- mail e ao número de telefone do seu escritório ao final da matéria. Marcelo pode participar de matéria veiculada pela Internet e são permitidas a referência ao e- mail e ao número de telefone do seu escritório ao final da matéria. Marcelo pode participar de matéria veiculada pela Internet e são permitidas a referência ao e- mail, telefone e endereço completo do seu escritório ao final da matéria. Explicação: O art. 40, inciso V, CED de 2015 estabelece apenas a possibilidade de indicar e-mai 1. O advogado, ao remeter carta em que aborda questão jurídica para a qual oferece solução, comete infração disciplinar quando a envia para colegas advogados interessados no tema. entidade de classe para a qual presta serviços de consultoria jurídica, que irá divulgá-la aos seus associados. fixar posição a pedido de um meio de comunicação. clientes que mantém em sua carteira. uma coletividade de pessoas com potencial interesse no tema,não integrantes de sua carteira de clientes. Explicação: O envio de correspondência a uma coletividade com a finalidade de captação de clientela configura a situação de mala direta que é expressamente proibida pelo CED de 2015. 2. Marque a alternativa CORRETA. O anúncio de serviços advocatícios poderá informar cargos público anteriormente exercidos. é expressamente vedado, em qualquer situação e por qualquer meio. a divulgação em colunas de jornais ou textos não poderá induzir o leitor a litigar nem promover a captação clientela. pode conter lista de clientes, desde que com autorização destes. pode conter quaisquer títulos ou qualificações e deve mencionar o nome completo e o número da inscrição do advogado na OAB. Explicação: As regras para publicidade profissional estão previstas nos art. 39 a 47, CED de 2015. A questão está especificamente no art. 41, CED. 3. As normas sobre publicidade de advogados estão reguladas no Código de Ética e Disciplina e Provimento n.º 94/2000 do Conselho Federal. A inclusão do nome de estagiários em placa indicativa de escritório, juntamente com o(s) do(s) advogado(s), é vedada pelo regramento ético-estatutário. só é autorizada se os estagiários fizerem parte do quadro societário da Sociedade de Advogados. não sofre qualquer tipo de limitação ético-estatutária. só poderá ocorrer com a autorização do Tribunal de Ética e Disciplina. só poderá ocorrer se mencionado a condição de estagiário. Explicação: A publicidade da advocacia é informativa, deve-se informar o nome do advogado com seu número de inscrição. O estagiário não poderá ser sócio de sociedade, nem figurar na publicidade do escritório ou sociedade, art. 44, CED de 2015. 4. O advogado "Y" recém formado, diante da dificuldade em conseguir clientes, passa a distribuir panfletos em locais próximos aos fóruns da cidade onde reside, oferecendo seus serviços profissionais. Nos panfletos distribuídos por Y constam informações acerca da sua especialização técnico‐ científica, localização e telefones do seu escritório. Por outro lado, Y instalou placa na porta de seu escritório, na qual fez constar os valores cobrados por seus serviços profissionais, fixados, aliás, em patamares inferiores àqueles estipulados pela tabela de honorários da OAB. Quanto à conduta de Y, assinale a afirmativa INCORRETA. "Y" viola dispositivo do Código de Ética e Disciplina da OAB, ao fazer constar de sua placa referências aos valores cobrados por seus serviços profissionais "Y" incorre em infração disciplinar, consistente na captação irregular de causas, ao distribuir panfletos ao público oferecendo seus serviços como advogado. "Y" viola dispositivo do Código Civil vigente em pratica. "Y" pode distribuir panfletos ao público, oferecendo seus serviços profissionais, desde que neles não conste sua especialização técnico‐científica. "Y" viola dispositivo do Código de Ética e Disciplina da OAB, ao fixar honorários em valores inferiores aos estipulados na tabela de honorários da OAB. Explicação: O novo Código de Ética foi incisivo ao vedar a utilização da publicidade profissional do advogado visando a captação de clientela ou a mercantilização da profissão (art. 39). Vedou, expressamente, a veiculação de publicidade por meio de rádio, cinema e televisão; o uso de outdoors, painéis luminosos ou formas assemelhadas de publicidade; as inscrições em muros, paredes, veículos, elevadores ou em qualquer espaço público; a divulgação de serviços de advocacia juntamente com outras atividades ou a indicação de vínculos entre uns e outras; o fornecimento de dados de contato, como endereço e telefone, em colunas ou artigos literários, culturais, acadêmicos ou jurídicos, publicados na imprensa, bem assim quando de eventual participação em programas de rádio ou televisão, ou em veiculação de matérias pela internet, sendo permitida a referência a e- mail; a utilização de mala direta, a distribuição de panfletos ou formas assemelhadas de publicidade, com o intuito de captação de clientela. Para fins de identificação dos escritórios, permitiu-se a utilização de placas, painéis luminosos e inscrições em suas fachadas, respeitados o caráter informativo, a discrição e sobriedade. De acordo com o novo regramento, a participação do advogado nos meios de comunicação não poderá induzir o leitor a litigar e, da mesma forma, não poderá promover captação de clientela. 5. (XXI Exame Unificado OAB/27/11/2016/ADAPTADA) - Janaína é procuradora do município de Oceanópolis e atua, fora da carga horária demandada pela função, como advogada na sociedade de advogados Alfa, especializada em Direito Tributário. A profissional já foi professora na universidade estadual Beta, situada na localidade, tendo deixado o magistério há um ano, quando tomou posse como procuradora municipal. Atualmente, Janaína deseja imprimir cartões de visitas para divulgação profissional de seu endereço e telefones. Assim, dirigiu-se a uma gráfica e elaborou o seguinte modelo: no centro do cartão, consta o nome e o número de inscrição de Janaína na OAB. Logo abaixo, o endereço e os telefones do escritório. No canto superior direito, há uma pequena fotografia da advogada, com vestimenta adequada. Na parte inferior do cartão, estão as seguintes inscrições ¿procuradora do município de Oceanópolis¿, ¿advogada ¿ Sociedade de Advogados Alfa¿ e ¿ex-professora da Universidade Beta¿. A impressão será feita em papel branco com proporções usuais e grafia discreta na cor preta. Considerando a situação descrita, assinale a afirmativa correta. Os cartões de visitas pretendidos por Janaína, pautados pela discrição e sobriedade, são adequados às regras referentes à publicidade profissional. Janaína não cometeu, ao divulgar seus serviços, nenhuma infração disciplina e tão pouco houve infringência ao Código de Ética e Disciplina. Os cartões de visitas pretendidos por Janaína não são adequados às regras referentes à publicidade profissional. São vedados: a referência ao cargo de magistério que Janaína não mais exerce e a referência ao cargo de procurador municipal. Os demais elementos poderão ser mantidos. Os cartões de visitas pretendidos por Janaína não são adequados às regras referentes à publicidade profissional. São vedados: o emprego de fotografia pessoal e a referência ao cargo de procurador municipal. Os demais elementos poderão ser mantidos. Os cartões de visitas pretendidos por Janaína não são adequados às regras referentes à publicidade profissional. São vedados: o emprego de fotografia e a referência ao cargo de magistério que Janaína não mais exerce. Os demais elementos poderão ser mantidos. Explicação: A publicidade de advogados e escritórios de advocacia é perfeitamente lícita e ética, mas que deve atender a limites e princípios estabelecidos pela OAB. Como regra geral a publicidade profissional do advogado possui caráter meramente informativo e deve primar pela discrição e sobriedade, não podendo configurar captação de clientela ou mercantilização da profissão (CED, artigo 39). 6. Assinale a opção correta quanto a publicidade na advocacia. É permitida a indicação de endereço do escritório em colunas de jornais e revistas escritas pelo advogado. O advogado em entrevistaà imprensa pode mencionar seus clientes e demandas sob seu patrocínio. É permitida a ampla divulgação de valores dos serviços advocatícios. É permitido o anúncio em forma de placa de identificação do escritório apenas no local onde este esteja instalado. É permitida a divulgação de informações sobre as dimensões, qualidade ou estrutura do escritório de advocacia. Explicação: A publicidade da advocacia está regulada pelo CEd dwe 2015 e Prov. 94/2000. O uso de placas é permitido apenas no local da sede do escritório ou sociedade. As regras prevstas estão elencadas nos art. 39 ao 47 do CED. 7. A publicidade é permitida aos advogados e advogadas que desejem divulgar seus serviços ao público. Porém, devem ser observadas as regras constantes do Código de Ética e Disciplina e do Provimento 94/2000, do Conselho Federal da OAB. Um dos limites impostos à publicidade encontra-se expressamente previsto nesses instrumentos legais e também no Estatuto da Advocacia e no Regulamento Geral, no Provimento 94/2000 e consiste na proibição de divulgar o número de inscrição perante a OAB. divulgar outra atividade profissional em conjunto com a advocacia. divulgar os serviços através da internet. divulgar os serviços em listas telefônicas e congêneres. divulgar as áreas profissionais de atuação preferencial. Explicação: O fundamento da questão está no art. 40, inciso IV do CED de 2015 e no Prov. 94/2000. 8. Marcelo, renomado advogado, foi convidado para participar de matéria veiculada pela Internet, por meio de portal de notícias, com a finalidade de informar os leitores sobre direitos do consumidor. Ao final da matéria, mediante sua autorização, foi divulgado o e-mail de Marcelo, bem como o número de telefone do seu escritório. Sobre essa situação, de acordo com o Código de Ética e Disciplina da OAB, assinale a afirmativa correta. Marcelo pode participar de matéria veiculada pela Internet e são permitidas a referência ao e- mail, telefone e endereço completo do seu escritório ao final da matéria. Marcelo pode participar de matéria veiculada pela Internet, mas são vedadas a referência ao e- mail e ao número de telefone do seu escritório ao final da matéria. Marcelo não pode participar de matéria veiculada pela Internet, pois esse fato, por si só, configura captação de clientela. Marcelo pode participar de matéria veiculada pela Internet e são permitidas a referência ao e- mail e ao número de telefone do seu escritório ao final da matéria. Marcelo pode participar de matéria veiculada pela Internet, mas é vedada a referência ao número de telefone do seu escritório ao final da matéria, sendo permitida a referência ao seu e-mail. Explicação: O art. 40, inciso V, CED de 2015 estabelece apenas a possibilidade de indicar e-mai 1. Um advogado que também é corretor de imóveis realiza publicidade informativa colocando os seguintes dizeres: ¿Advogado e corretor¿. Sobre esta publicidade, assinale a alternativa correta. É vedada a divulgação de advocacia com outra profissão, exceto as correlatas. É permitida exclusivamente a divulgação da advocacia com a corretagem de imóveis. É vedada a divulgação de advocacia em conjunto com outra atividade. É defeso a publicidade informativa para advocacia. É permitida a divulgação de advocacia em conjunto com outra atividade. Explicação: Conforme estabelece o EOAB, é expressamente vedado a divulgação de advocacia em conjunto com outra atividade. 2. Qual dos seguintes procedimentos fere a ética profissional do Advogado? O anúncio do escritório de advocacia pela Internet. A indicação de e-mail do advogado autor de colunas jurídicas em jornal. O anúncio da atividade de advogado veiculado pelo rádio, apenas com a indicação do nome, número de inscrição na OAB e endereço do escritório; O uso da mala-direta para comunicar aos seus clientes a mudança de endereço de seu escritório de advocacia; O anúncio do escritório de advocacia em listas telefônicas; Explicação: O fundamento da questão está noa rtigo 40, inciso I, do CED. Todas as demais opções são permitidas. 3. As advogadas Juliana e Patrícia, iniciando carreira na advocacia, acreditam que seja necessária a divulgação de seus serviços, para se tornarem conhecidas. Assim, decidem realizar publicidade de sua atuação, mediante as seguintes medidas: primeiramente, publicam um anúncio, em jornal de grande circulação, onde constam seus nomes, números de inscrição na OAB e endereço de atuação. Além disso, anunciam no rádio suas qualificações profissionais, bem como expedem correspondências a seus clientes e a colegas advogados, contendo boletim informativo e comentários à legislação. Sobre a situação apresentada, assinale a opção correta. Apenas a expedição de correspondências contendo boletim informativo e comentários à legislação configura violação ao previsto no Código de Ética e Disciplina da OAB, já que é vedada a comunicação do advogado por correspondências, salvo aquelas destinadas a informar os clientes de seus interesses Se realizadas com razoabilidade, nenhuma das medidas adotadas viola o Código de Ética e Disciplina da OAB, porque o advogado pode anunciar seus serviços profissionais, individual ou coletivamente, desde que observadas moderação e discrição quanto ao conteúdo, forma e dimensões Se realizadas com discrição e moderação, as publicações no jornal e as correspondências expedidas não representam infração ética, porém a veiculação do anúncio no rádio viola o Código de Ética e Disciplina da OAB As três medidas de publicidade adotadas por Juliana e Patrícia violam o disposto no Código de Ética e Disciplina da OAB, pois é vedado ao advogado anunciar seus serviços profissionais de forma a alcançar uma coletividade de pessoas A publicidade da advocacia pode ser feita de forma livre e não encontra nenhuma limitação. Explicação: O fundamento da questão está nos artigos 39 a 47 do CED de 2015 4. (OAB/MG/2007/ADAPTADA) - A questão versa sobre a Publicidade. Certo advogado, visando anunciar os seus serviços profissionais, mas querendo modernizar-se ante o mundo globalizado, realiza seus anúncios no Brasil exclusivamente em idioma inglês. Ante tal fato e de acordo com o Código de Ética e Disciplina da OAB, é CORRETO afirmar que: no Brasil, é permitido anunciar os seus serviços profissionais exclusivamente no idioma português. No Brasil, é defeso anunciar os seus serviços profissionais em idioma inglês. o Brasil, é defeso anunciar os seus serviços profissionais em idioma inglês. É expressamente vedado, pelo Estatuto a OAB, a publicidade em língua estrangeira. no Brasil, é permitido anunciar os seus serviços profissionais em idioma estrangeiro, desde que acompanhado da respectiva tradução. Explicação: O fundamento está no art. 44, § 1°, parte final, do CED de 2015. 5. (XXI Exame Unificado/27/11/2016) - Janaína é procuradora do município de Oceanópolis e atua, fora da carga horária demandada pela função, como advogada na sociedade de advogados Alfa, especializada em Direito Tributário. A profissional já foi professorana universidade estadual Beta, situada na localidade, tendo deixado o magistério há um ano, quando tomou posse como procuradora municipal. Atualmente, Janaína deseja imprimir cartões de visitas para divulgação profissional de seu endereço e telefones. Assim, dirigiu-se a uma gráfica e elaborou o seguinte modelo: no centro do cartão, consta o nome e o número de inscrição de Janaína na OAB. Logo abaixo, o endereço e os telefones do escritório. No canto superior direito, há uma pequena fotografia da advogada, com vestimenta adequada. Na parte inferior do cartão, estão as seguintes inscrições ¿procuradora do município de Oceanópolis¿, ¿advogada ¿ Sociedade de Advogados Alfa¿ e ¿ex-professora da Universidade Beta¿. A impressão será feita em papel branco com proporções usuais e grafia discreta na cor preta. Considerando a situação descrita, assinale a afirmativa correta. A publicidade realizada no caso concreto obedeceu as normas disciplinadas no Código de Conduta do exercício da profissão, devidamente elaborado pelo Conselho Federal Os cartões de visitas pretendidos por Janaína não são adequados às regras referentes à publicidade profissional. São vedados: a referência ao cargo de magistério que Janaína não mais exerce e a referência ao cargo de procurador municipal. Os demais elementos poderão ser mantidos. Os cartões de visitas pretendidos por Janaína, pautados pela discrição e sobriedade, são adequados às regras referentes à publicidade profissional. Os cartões de visitas pretendidos por Janaína não são adequados às regras referentes à publicidade profissional. São vedados: o emprego de fotografia e a referência ao cargo de magistério que Janaína não mais exerce. Os demais elementos poderão ser mantidos. Os cartões de visitas pretendidos por Janaína não são adequados às regras referentes à publicidade profissional. São vedados: o emprego de fotografia pessoal e a referência ao cargo de procurador municipal. Os demais elementos poderão ser mantidos Explicação: O CED (Código de Ética e Disciplina) no Capítulo IV dispõe acerca ¿Da Publicidade¿. Art. 28. O advogado pode anunciar os seus serviços profissionais, individual ou coletivamente, com discrição e moderação, para finalidade exclusivamente informativa, vedada a divulgação em conjunto com outra atividade. Provimento 94/2000 ¿ "Dispõe sobre a publicidade, a propaganda e a informação da advocacia." Art. 1º. É permitida a publicidade informativa do advogado e da sociedade de advogados, contanto que se limite a levar ao conhecimento do público em geral, ou da clientela, em particular, dados objetivos e verdadeiros a respeito dos serviços de advocacia que se propõe a prestar, observadas as normas do Código de Ética e Disciplina e as deste Provimento. Nota-se, portanto, que a publicidade de advogados e escritórios de advocacia é perfeitamente lícita e ética, mas que deve atender a limites e princípios estabelecidos pela OAB. 6. Nas recomendações do Código de Ética para a publicidade feita por advogados, permite-se: a menção a cargo público anteriormente exercido. o uso de um conteúdo com finalidade informativa, contendo os títulos e qualificações do profissional. o uso de ilustrações e desenhos com cores discretas. o uso de pequena fotografia, desde que acompanhada do símbolo da OAB. o uso de frases de efeito para captação de clientela. Explicação: O capítulo VIII do Código de Ética de 2015 trata da publicidade nos artigos 39 a 46 e devem ser lidos em conjunto com o Provimento 94/2000. Nesta parte da legislação observa-se que a publicidade deve ser informativa, sem mencionar frases de efeito, cargos públicos exercidos,captação de clientela e etc. 7. A publicidade é permitida aos advogados, incluindo-se: Manutenção de página do escritório de advocacia na internet. Publicação do e-mail do escritório no intervalo de programação televisiva Instalação de outdoor na via pública. Divulgação de outra atividade profissional ou econômica em conjunto com a advocacia. Publicação dos telefones do escritório via programa de rádio. Explicação: O fundamento da questão está nos artigos 39 e 40 do CED de 2015. 8. O advogado Nelson, após estabelecer seu escritório em local estratégico nas proximidades dos prédios que abrigam os órgãos judiciários representantes de todas as esferas da Justiça,resolve publicar anúncio em que, além dos seus títulos acadêmicos, expõe a sua vasta experiência profissional, indicando os vários cargos governamentais ocupados, inclusive o de Ministro de prestigiada área social. Nos termos do Código de Ética da Advocacia, assinale a afirmativa correta. O anúncio está adequado aos termos do Código, pois indica os títulos acadêmicos e a experiência profissional; Nenhuma das alternativas anteriores O anúncio colide com as normas do Código, pois a referência a títulos acadêmicos é vedada por indicar a possibilidade de captação de clientela; O anúncio está adequado aos termos do Código, por não conter adjetivações ou referências elogiosas ao profissional; O anúncio colide com as normas do Código, que proíbem a referência a cargos públicos capazes de gerar captação de clientela. Explicação: A publicidade da advocacia deve ser informativa e não poderá indicar cargos públicos anteriormente exercido, fotografias, frases de efeito, na forma dos art. 39 a 47 do CED de 2015. 1. Os advogados X de Souza, Y dos Santos e Z de Andrade requereram o registro de sociedade de advogados denominada Souza, Santos e Andrade Sociedade de Advogados. Tempos depois, X de Souza vem a falecer, mas os demais sócios decidem manter na sociedade o nome do advogado falecido. Sobre a hipótese, assinale a afirmativa correta. É absolutamente vedada a manutenção do nome do sócio falecido na razão social da sociedade. É possível manter o nome do sócio falecido, independentemente de previsão no ato constitutivo da sociedade. É possível manter, pelo prazo máximo de seis meses, o nome do sócio falecido. É possível manter o nome do sócio falecido, desde que prevista tal possibilidade no ato constitutivo da sociedade. Explicação: A denominação social deve ter, obrigatoriamente, o nome de, pelo menos, um advogado responsável pela sociedade, podendo permanecer o de sócio falecido, desde que prevista tal possibilidade no ato constitutivo. A denominação da sociedade unipessoal de advocacia deve ser obrigatoriamente formada pelo nome do seu titular, completo ou parcial, com a expressão `Sociedade Individual de Advocacia¿. fundamentação legal: art. 16, § 1º, EAOAB 2. Um grupo de colegas recém-admitidos na OAB optaram por reunir- se informalmente em sociedade para reduzir custos, dividir despesas e buscar, cada qual atuando em áreas diferentes, tornar o escritório multidisciplinar. Escolhido o local, confeccionaram placa informativa com os sobrenomes de cada qual deles, acrescentando a expressão "advocacia multidisciplinar". Assinale a alternativa incorreta. não é permitido o uso dos sobrenomes dos advogados em placa indicativa do escritório de advocacia acrescida de nome fantasia. É permitido ao advogado participar de mais de uma sociedade de advogados pertencentes à Seccional da OAB, desde que estejam devidamente inscritas na Ordem. É possívelaos advogados reunirem-se em um local, dividindo despesas, mas é vedado apresentarem-se como sociedade de advogados e nome fantasia, posto que não registrada na Ordem como tal. Deve constar, na placa indicativa da sociedade de advogados, seu número de registro na OAB e, no caso de apresentar os nomes dos advogados, é necessário o número da OAB de cada qual. É possível o nome fantasia para sociedades de advogados, embora não seja permitido para escritórios de advocacia. Explicação: O fundamento da questão encontra-se nos artigos 15 e 16 do EOAB. A abertura de sociedade só é possível com o devido registro dos atos constitutivos na OAB, sendo vedado o nome fantasia. 3. Em relação ao advogado empregado, é correto afirmar: Não tem direito às horas extras; Dentre suas atribuições, está a de prestar serviços de interesse pessoal do empregador; Não tem direito aos honorários sucumbenciais; É representado pelo seu sindicato e, na sua falta, pela federação ou confederação nas convenções coletivas celebradas com as entidades sindicais representativas dos empregadores; A jornada diária de trabalho é de 6(seis) horas contínuas e 30(trinta) horas semanais. Explicação: O fundamento está do art. 18 ao 21 do EOAB. 4. (Exame de ordem - adaptada) Miguel, advogado, sempre exerceu a atividade sozinho. Não obstante, passou a pesquisar sobre a possibilidade de constituir, individualmente, pessoa jurídica para a prestação de seus serviços de advocacia. Sobre o tema, assinale a afirmativa correta. Miguel poderá constituir a pessoa jurídica pretendida mediante registro dos seus atos constitutivos no Conselho Seccional da OAB, com denominação formada pelo nome do titular, seguida da expressão - EIRELI. Miguel não poderá constituir a pessoa jurídica pretendida mediante registro dos seus atos constitutivos porque não há previsão de sociedade unpessoal no Estatuto. Miguel não poderá constituir a pessoa jurídica pretendida, uma vez que o ordenamento jurídico brasileiro não admite a figura da sociedade unipessoal, ressalvados apenas os casos de unipessoalidade temporária e da chamada subsidiária integral. Miguel poderá constituir a pessoa jurídica pretendida, mediante registro dos seus atos constitutivos no Conselho Seccional da OAB em cuja base territorial tiver sede, com denominação formada pelo nome do titular, seguida da expressão Sociedade Individual de Advocacia. Miguel poderá constituir a pessoa jurídica pretendida mediante registro dos seus atos constitutivos no Registro Civil de Pessoas Jurídicas, com denominação formada pelo nome do titular, seguida da expressão EIRELI. Explicação: na forma do art. 15 e 16, § 4° do EOAB, Miguel poderá constituir a pessoa jurídica pretendida, mediante registro dos seus atos constitutivos no Conselho Seccional da OAB em cuja base territorial tiver sede, com denominação formada pelo nome do titular, seguida da expressão Sociedade Individual de Advocacia. 5. Rodrigo celebrou contrato de prestação de serviços advocatícios com a sociedade de advogados Carvalho e Pereira, composta por dois advogados, com o objetivo de que ambos o representem judicialmente em uma ação indenizatória. Nessa situação hipotética, a procuração judicial referente à prestação desse serviço pode ser outorgada tanto à sociedade quanto individualmente aos advogados. deve ser outorgada aos advogados, com a indicação de que eles fazem parte da referida sociedade. deve ser outorgada à sociedade, sendo dispensável a indicação expressa dos advogados que a integram, pois o contrato de prestação de serviços foi celebrado com a pessoa jurídica. deve ser outorgada à sociedade com poderes especiais para substabelecer para os advogados sócios. deve ser outorgada à sociedade, com a expressa enumeração e qualificação dos advogados que a compõem. Explicação: Conforme o art. 42 do RGOAB a sociedade não realiza atos de advocacia, logo procuração somente poderá ser outorgada para advogados. 6. Visando a diminuir custos operacionais e ampliação do campo de atuação, advogados de várias áreas de especialização do direito resolveram estabelecer sociedade de advogados incluindo sócios de outras atividades correlatas, como administrador de empresas, economistas e auditores. Esse tipo de sociedade deverá ser registrado apenas na Registro Civil das Pessoas Jurídicas do Estado de São Paulo. não é admitido pela OAB. terá de obter aprovação prévia do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB. deverá ser registrada na junta comercial do local da sede. exige registro antecipado na Comissão de Sociedade de Advogados da OAB. Explicação: Conforme estabelece o art. 15 do EOAB, somente advogados podem formar sociedade de advogados seja na modalidade puripessoal ou unipessoal. Pessoas não inscritas na oAB não podem ser sócios ou titulares de sociedades de advogados que é uma sociedade simples uniprofissional. 7. O registro da sociedade de advogados é feito: perante o Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas, precedido do registro perante o Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil, em cuja base territorial tiver sede. perante a Junta Comercial, precedido do registro perante o Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil, em cuja base territorial tiver sede. perante o Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil, em cuja base territorial tiver sede. perante o Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas, ou perante a Junta Comercial, desde que tenha sido constituída, respectivamente, sob a forma de sociedade simples ou sociedade empresária. perante o Conselho Federal da OAB, independente do local da sede. Explicação: o fundamento encontra-se no art. 15, do EOAB. O registro da sociedade de advogados é no Conselho Seccional do local da sede. 8. O advogado que figure como sócio de uma sociedade de advogados pode participar de: outra sociedade de advogados, desde que sediada em base territorial de outro Conselho Seccional. uma nova sociedade desde que autorizado pelo Tribunal de Ética e Disciplina. qualquer outra sociedade de advogado. uma nova sociedade de advogados desde que autorizado pela sociedade da qual já venha participando. quaisquer outras sociedades de advogados, desde que não representem em Juízo clientes de interesses opostos. Explicação: O fundamento encontra-se no art. 15, § 4° do EOAB. 1. No concernente à Sociedade de Advogados, é correto afirmar, à luz do Estatuto e do Código de Ética e Disciplina da OAB, que: seus sócios estão imunes ao controle disciplinar da OAB. não está vinculada às regras de ética e disciplina dos advogados. está vinculada às regras de ética e disciplina dos advogados. pode se organizar de forma mercantil, com registro na Junta Comercial. seus componentes podem, isoladamente, representar clientes com interesses conflitantes. Explicação: A Sociedade de Advogados, à luz do Estatuto e do Código de Ética e Disciplina da OAB, está vinculadaàs regras de ética e disciplina dos advogados. 2. (XXI Exame Unificado/OAB/27/11/2016) - Marcela, Natália e Paula integram a sociedade de advogados MNP e foram procuradas por Rafael para ajuizar ação cível em face de Silvio. A procuração outorgada por Rafael indica apenas o nome da sociedade de advogados MNP, e na inicial elaborada por Marcela foi requerido que as futuras intimações fossem feitas apenas em nome da sociedade. Sobre o caso em exame, segundo o Estatuto da OAB, assinale a afirmativa correta. A procuração pode ser outorgada por Rafael apenas em nome da sociedade e faculta a qualquer de suas integrantes a elaboração da inicial, que poderá requerer que as futuras intimações sejam feitas apenas em seu nome ou em nome da sociedade, mas não em nome das demais integrantes. Em relação a outorga dos poderes, poderá ser realizada em nome da Sociedade pois não há qualquer vedação legal expressa na legislação especial. A procuração deve ser outorgada por Rafael individualmente às advogadas e indicar a sociedade de MNP, podendo Marcela requerer que as futuras intimações sejam feitas em seu nome, em nome da sociedade ou em nome das demais outorgadas. A procuração deve ser outorgada por Rafael individualmente às advogadas e indicar a sociedade de MNP, podendo Marcela requerer que as futuras intimações sejam feitas em seu nome ou em nome das demais outorgadas, mas não em nome da sociedade. A procuração pode ser outorgada por Rafael apenas em nome da sociedade e faculta a qualquer de suas integrantes a elaboração da inicial, que poderá requerer que as futuras intimações sejam feitas em seu nome, em nome da sociedade ou em nome das demais integrantes. Explicação: o fundamento da questão encontra-se no art. 15, § 3° do EOAB. AS procurações são outorgadas para advogados. Sociedades não realizam atos de advocacia. 3. O advogado que figure como sócio de uma sociedade de advogados pode participar de outra sociedade de advogados, desde que sediada em base territorial de outro Conselho Seccional. quaisquer outras sociedades de advogados, desde que não representem em Juízo clientes de interesses opostos. qualquer outra sociedade de advogado. Uma nova sociedade de advogados desde que autorizado pela sociedade da qual já venha participando. Explicação: O fundamento está no art. 15, § 4° do EOAB. 4. Visando a diminuir custos operacionais e ampliação do campo de atuação, advogados de várias áreas de especialização do direito resolveram estabelecer sociedade de advogados incluindo sócios de outras atividades correlatas, como administrador de empresas, economistas e auditores. Esse tipo de sociedade não é admitido pela OAB. terá de obter aprovação prévia do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB. deverá permitir apenas o ingresso de corretores e contadores. deverá ser registrado apenas na Registro Civil das Pessoas Jurídicas do Estado de São Paulo. exige registro antecipado na Comissão de Sociedade de Advogados da OAB Explicação: O fundamento da questão encontra-se no art. 15, EOAB. 5. O licenciamento do sócio integrante de Sociedade de Advogados para exercer atividade incompatível com a advocacia em caráter temporário: não requer qualquer providência junto à OAB, desde que o afastamento não exceda de 1 (um) ano. deve ser averbado na Junta Comercial, localizado na sede da sociedade. deve ser averbado no registro da sociedade junto à OAB, não alterando sua constituição. deve ser averbado no registro da sociedade junto à OAB, alterando sua constituição. deve ser averbado no Cartório de Registro das Pessoas Jurídicas, localizado na sede da sociedade. Explicação: Na hipótese de Sociedade de advogados com pluarlidade de sócios, o licenciamento de um deles por exercer atividade incompatível TEMPORÁRIA na forma do art. 12, EOAB, deve ser AVERBADO apenas junto à matricula da Sociedade no Conselho Seccional em que foi feito o registo. 6. A reunião de advogados para a constituição de uma Sociedade de advogados é admitida desde que: haja um segundo registro da Sociedade na Junta Comercial. o ato constitutivo seja registrado nos tribunais superiores. O ato constitutivo seja depositado no CNJ. seja constituída somente por advogados, admitindo-se a sociedade entre cônjuges independente do regime de casamento. utilize títulos de crédito para a cobrança de honorários. Explicação: O art. 2° do Prov. 112/2006 estabelece no inciso XV a possibilidade de constituição de sociedade entre cônjuges desde que ambos sejam advogados regularmente inscritos no território em que a sociedade irá funcionar, sem importar o regime de casamento. 7. Na razão social e nos impressos da sociedade de advogados, a utilização do nome de membro falecido é permitida se houver autorização do Tribunal de Ética e Disciplina onde a sociedade de advogados tiver sua inscrição principal. nos impressos da sociedade de advogados, sendo vedado o uso na razão social. em caso de previsão contratual de tal possibilidade. se houver autorização de todos os herdeiros ou sucessores do falecido. se houver autorização do Conselho Seccional onde a sociedade de advogados tiver sua inscrição principal. Explicação: Para permanência de nome de sócio falecido é necessário previsão contratula expressa, na forma do art. 16, § 1° do EOAB. 8. A Sociedade de Advogados adquire personalidade jurídica com o registro aprovado dos seus atos constitutivos no(a): Conselho Federal da OAB; Junta Comercial do Estado; Conselho Seccional da OAB em cuja base territorial tiver sede. Cartório de Registro de Títulos e Documentos; Registro Público de Empresas Mercantis; 1. (EXAME DE ORDEM/2011/adaptada) - De acordo com o art. 20, do Estatuto da Advocacia e a OAB, a jornada de trabalho do advogado empregado não pode exceder: cinco horas diárias e dez horas semanais, salvo acordo ou convenção coletiva ou em caso de dedicação exclusiva. uas horas diárias e dez horas semanais, salvo acordo ou convenção coletiva ou em caso de dedicação exclusiva. quatro horas diárias contínuas e vinte horas semanais, salvo acordo ou convenção coletiva ou em caso de dedicação exclusiva. seis horas diárias contínuas e trinta horas semanais, salvo acordo ou convenção coletiva ou em caso de dedicação exclusiva. oito horas diárias e quarenta horas semanais, salvo acordo ou convenção coletiva ou em caso de dedicação exclusiva. Explicação: Dispõe o art. 20, do Estatuto da Advocacia e a OAB: "A jornada de trabalho do advogado empregado, no exercício da profissão, não poderá exceder a duração diária de quatro horas contínuas e a de vinte horas semanais, salvo acordo ou convenção coletiva ou em caso de dedicação exclusiva". 2. Assinale a alternativa correta: Para exercer a profissão, o advogado pode se constituir em: Sociedade de Advogados ou constituir uma SociedadeUnipessoal de Advocacia. A Sociedade de Advogados tem natureza jurídica de sociedade simples Sociedade de Advogados sob a forma de S/A ou limitada Sociedade de Advogados ou constituir uma Sociedade Unipessoal de Advocacia. A Sociedade de Advogados sempre sob a forma de sociedade empresária Somente uma Sociedade Unipessoal, de preferência, EIRELI Sociedade de Advogados sob a forma de S/A Explicação: Um advogado poderá formar uma Sociedade de Advogados ou constituir uma Sociedade Unipessoal de Advocacia. A Sociedade de Advogados tem natureza jurídica de sociedade simples, um novo tipo societário introduzido no Código Civil de 2002, substituindo a antiga Sociedade Civil. Art. 15 do EOAB. 3. (XXI Exame Unificado/OAB/2016/adaptada) - Pedro é advogado empregado da sociedade empresária FJ. Em reclamação trabalhista proposta por Tiago em face da FJ, é designada audiência para data na qual os demais empregados da empresa estarão em outro Estado, participando de um congresso. Assim, no dia da audiência designada, Pedro se apresenta como preposto da reclamada, na condição de empregado da empresa, e advogado com procuração para patrocinar a causa. Nesse contexto, Pedro pode funcionar no mesmo processo, simultaneamente, como patrono e preposto do empregador, em qualquer hipótese. Pedro não pode funcionar no mesmo processo, simultaneamente, como patrono e preposto do empregador ou cliente Pedro pode funcionar no mesmo processo, simultaneamente, como patrono e preposto do empregador, pois não há outro empregado disponível na data da audiência. Pedro pode funcionar no mesmo processo, simultaneamente, como patrono e preposto do empregador, em qualquer hipótese, desde que essa circunstância seja previamente comunicada ao juízo e ao reclamante. O caso narrado descreve a hipótese de lide termeráia. Explicação: O art. 23, do Código de Ética e Disciplina dos Advogados, impõe: ¿É defeso ao advogado funcionar no mesmo processo, simultaneamente, como patrono e preposto do empregador ou cliente.¿ Assim, por norma interna da advocacia brasileira, o advogado não pode atuar como patrono e preposto do empregador no mesmo processo. 4. Em relação ao advogado empregado, é correto afirmar: Não tem direito aos honorários sucumbenciais; Não tem direito às horas extras; A jornada diária de trabalho é de 6(seis) horas contínuas e 30(trinta) horas semanais. É representado pelo seu sindicato e, na sua falta, pela federação ou confederação nas convenções coletivas celebradas com as entidades sindicais representativas dos empregadores; Dentre suas atribuições, está a de prestar serviços de interesse pessoal do empregador; Explicação: O fundamento está do art. 18 ao 21 do EOAB. 5. O registro da sociedade de advogados é feito: perante o Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil, em cuja base territorial tiver sede. perante o Conselho Federal da OAB, independente do local da sede. perante o Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas, precedido do registro perante o Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil, em cuja base territorial tiver sede. perante a Junta Comercial, precedido do registro perante o Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil, em cuja base territorial tiver sede. perante o Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas, ou perante a Junta Comercial, desde que tenha sido constituída, respectivamente, sob a forma de sociedade simples ou sociedade empresária. Explicação: o fundamento encontra-se no art. 15, do EOAB. O registro da sociedade de advogados é no Conselho Seccional do local da sede. 6. Rodrigo celebrou contrato de prestação de serviços advocatícios com a sociedade de advogados Carvalho e Pereira, composta por dois advogados, com o objetivo de que ambos o representem judicialmente em uma ação indenizatória. Nessa situação hipotética, a procuração judicial referente à prestação desse serviço deve ser outorgada à sociedade com poderes especiais para substabelecer para os advogados sócios. deve ser outorgada à sociedade, sendo dispensável a indicação expressa dos advogados que a integram, pois o contrato de prestação de serviços foi celebrado com a pessoa jurídica. pode ser outorgada tanto à sociedade quanto individualmente aos advogados. deve ser outorgada aos advogados, com a indicação de que eles fazem parte da referida sociedade. deve ser outorgada à sociedade, com a expressa enumeração e qualificação dos advogados que a compõem. Explicação: Conforme o art. 42 do RGOAB a sociedade não realiza atos de advocacia, logo procuração somente poderá ser outorgada para advogados. 7. Visando a diminuir custos operacionais e ampliação do campo de atuação, advogados de várias áreas de especialização do direito resolveram estabelecer sociedade de advogados incluindo sócios de outras atividades correlatas, como administrador de empresas, economistas e auditores. Esse tipo de sociedade deverá ser registrado apenas na Registro Civil das Pessoas Jurídicas do Estado de São Paulo. exige registro antecipado na Comissão de Sociedade de Advogados da OAB. não é admitido pela OAB. terá de obter aprovação prévia do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB. deverá ser registrada na junta comercial do local da sede. Explicação: Conforme estabelece o art. 15 do EOAB, somente advogados podem formar sociedade de advogados seja na modalidade puripessoal ou unipessoal. Pessoas não inscritas na oAB não podem ser sócios ou titulares de sociedades de advogados que é uma sociedade simples uniprofissional. 8. Um grupo de colegas recém-admitidos na OAB optaram por reunir- se informalmente em sociedade para reduzir custos, dividir despesas e buscar, cada qual atuando em áreas diferentes, tornar o escritório multidisciplinar. Escolhido o local, confeccionaram placa informativa com os sobrenomes de cada qual deles, acrescentando a expressão "advocacia multidisciplinar". Assinale a alternativa incorreta. É possível o nome fantasia para sociedades de advogados, embora não seja permitido para escritórios de advocacia. É possível aos advogados reunirem-se em um local, dividindo despesas, mas é vedado apresentarem-se como sociedade de advogados e nome fantasia, posto que não registrada na Ordem como tal. Deve constar, na placa indicativa da sociedade de advogados, seu número de registro na OAB e, no caso de apresentar os nomes dos advogados, é necessário o número da OAB de cada qual. não é permitido o uso dos sobrenomes dos advogados em placa indicativa do escritório de advocacia acrescida de nome fantasia. É permitido ao advogado participar de mais de uma sociedade de advogados pertencentes à Seccional da OAB, desde que estejam devidamente inscritas na Ordem. 1. (EXAME UNIFICADO XXIV/OAB/ 2017/adaptada ) - O advogado Inácio foi indicado para defender em juízo pessoa economicamente hipossuficiente, pois no local onde atua não houve disponibilidade de defensor público para tal patrocínio. Sobre o direito de Inácioà percepção de honorários, assinale a afirmativa correta. Os honorários serão fixados pelo juiz, independentemente de êxito, segundo tabela organizada pelo Conselho Seccional da OAB e pagos pelo Estado. Os honorários serão fixados pelo juiz, apenas em caso de êxito, independentemente de observância aos patamares previstos na tabela organizada pelo Conselho Seccional da OAB, a serem pagos pelo Estado. s honorários serão fixados pelo juiz, independentemente de êxito, segundo tabela organizada pelo Conselho Seccional da OAB, e pagos pelo patrocinado caso possua patrimônio, a ser executado no prazo de cinco anos, a contar da data da nomeação. Os honorários serão fixados pelo juiz, apenas em caso de êxito, de natureza sucumbencial, a serem executados em face da parte adversa. Os honorários serão fixados de forma arbitrária pelo Tribunal, apenas em caso de êxito, a serem executados em face da parte adversa. Explicação: A resposta encontra-se fundamentada na regra do Artigo 22 § 1º do EOAB, que dispõe: "O advogado, quando indicado para patrocinar causa de juridicamente necessitado, no caso de impossibilidade da Defensoria Pública no local da prestação de serviço, tem direito aos honorários fixados pelo juiz, segundo tabela organizada pelo Conselho Seccional da OAB, e pagos pelo Estado". 2. Nos termos do que dispõe o Estatuto da OAB, salvo estipulação em contrário, os honorários advocatícios devem ser cobrados da seguinte forma: 1/3 no início do serviço e o restante no final dos trabalhos. o valor total dos honorários deve ser cobrado no início dos serviços. o valor total dos honorários deve ser cobrado ao final. 1/3 no início do serviço; 1/3 após até a decisão de primeira instância e 1/3 no final. 1/3 no início do serviço; 1/3 após a decisão transitada em julgado e 1/3 no final. Explicação: Resposta correta: letra C, conforme determina o artigo 22§ 3º do Estatuto da OAB. 3. (2010/Exame Unificado OAB/ Adaptada) - Referentemente à cobrança de honorários advocatícios, assinale a opção correta O prazo prescricional da ação de cobrança de honorários depende do tipo de trabalho profissional contratado e é contado a partir do trânsito em julgado da decisão que os fixar A cobrança dos honorários deverá ser promovida, em 03 anos, extrajidicialmente. A ação de cobrança de honorários prescreve em cinco anos, sendo o prazo contado, necessariamente, a partir do vencimento do contrato, cuja juntada é imprescindível O advogado substabelecido com reserva de poderes pode cobrar honorários proporcionais ao trabalho realizado, sem a intervenção daquele que lhe conferiu o substabelecimento. A decisão judicial que arbitrar honorários e o contrato escrito que o estipular são títulos executivos e constituem crédito privilegiado na falência e na liquidação extrajudicial, entre outras situações Explicação: O fundamento está no art. 24 do EOAB. 4. Homero, advogado especializado em Direito Público, após longos anos, obtém sentença favorável contra a Fazenda Pública Estadual. Requer a execução especial e apresenta, após o decurso normal do processo, requerimento de expedição de precatório, estabelecendo a separação do principal, direcionado ao seu cliente, dos honorários de sucumbência e postulando o desconto no principal de vinte por cento a título de honorários contratuais, cujo contrato anexa aos autos. O pedido é deferido pelo Juiz, mas há recurso do Ministério Público, que não concorda com tal desconto. De acordo com as normas estatutárias aplicáveis, é correto afirmar que os honorários devidos no processo judicial se resumem aos sucumbenciais, vedado o desconto de quaisquer outros valores a esse título os honorários advocatícios, que gozam de autonomia, quer sucumbenciais, quer contratuais, devem ser cobrados em via própria diretamente ao cliente. o advogado não poderá fazer compensação de honorários, em qualquer hipótese. Apenas poderá solicitá-los de seu cliente diretamente. seja o contrato escrito ou verbal, pode o advogado requerer o pagamento dos seus honorários contratuais mediante desconto no valor da condenação É possível o pagamento de honorários advocatícios contratuais no processo em que houve condenação, havendo precatório, desde que o contrato seja escrito. Explicação: O Estatuto estabelece no art. 22, § 4° que o advogado poderá juntar o contrato escrito e solicitar a reserva do valor correspondente aos seus honorários diretamente no processo, sendo o mandado de pagamento em seu nome. 5. (OAB/XVIII/2015/ adaptada) - Paulo é contratado por Pedro para promover ação com pedido condenatório em face de Alexandre, por danos causados ao animal de sua propriedade. Em decorrência do processo, houve condenação do réu ao pagamento de indenização ao autor, fixados honorários de sucumbência correspondentes a dez por cento do apurado em cumprimento de sentença. O réu ofertou apelação contra a sentença proferida na fase cognitiva. Ainda pendente o julgamento do recurso, Pedro decide revogar o mandato judicial conferido a Paulo, desobrigando-se de pagar os honorários contratualmente ajustados. Nos termos do Código de Ética da OAB, a revogação do mandato judicial, por vontade de Pedro, desobriga-o do pagamento das verbas honorárias contratadas e da verba sucumbencial. desobriga-o do pagamento das verbas sucumbenciais. não o desobriga do pagamento das verbas honorárias sucumbenciais, mas o desobriga das verbas contratadas.. não o desobriga do pagamento das verbas honorárias contratadas. desobriga-o do pagamento das verbas honorárias contratadas. Explicação: Conforme o Estatuto da OAB o Artigo 22 dispõe que: " A prestação de serviço profissional assegura aos inscritos na OAB o direito aos honorários convencionados, aos fixados por arbitramento judicial e aos de sucumbência. e quando houver renuncia ou revogação , o advogado tem direito de receber pelo o que ele atuou no processo." 6. Qual o prazo de prescrição da ação de cobrança de honorários de advogado previsto no Estatuto da advocacia ? Cinco anos, contados do vencimento do contrato de honorários. Dois anos, contados do vencimento do contrato de honorários. Um ano, contados do vencimento do contrato de honorários. Cinco anos contados do data da decisão que os estipular. Cinco anos contados do término da causa. Explicação: O prescrição está no art. 25, EOAB, a contar da data do vencimento do contrato. Não são dois anos e sim cinco anos, nem da data da sentença, seria no caso do trânsito em julgado. 7. (OAB/CESPE/2007 - Adaptada) - Em relação aos honorários advocatícios do advogado profissional liberal, assinale a opção correta. Os honorários de sucumbência pertencem ao advogado, que pode executá-los ou exigir seu cumprimento de maneira autônoma em relação ao direito de seu cliente A ação de cobrança de honorários advocatícios é imprescritível. O advogado deve receber, no início de sua atuação em um processo, pelo menos um quarto dos honorários contratuais da causa. Em razão do caráter personalíssimo da contratação dos serviços de um advogado, seu falecimento antes do términodo processo em que atue encerra o mandato, e os herdeiros não terão direito aos honorários eventualmente devidos. A ação de cobrança de honorários caduca em 03 anos. Explicação: O fundamento da questão está no art. 23 do EOAB que estabelece que honorários pertencem ao advogado. 8. (EXAME UNIFICADO Laura formou-se em prestigiada Faculdade de Direito, mas sua prática advocatícia foi limitada, o que a impediu de ter experiência maior no trato com os clientes. Realizou seus primeiros processos para amigos e parentes, cobrando módicas quantias referentes a honorários advocatícios. Ao receber a cliente Telma, próspera empresária, e aceitar defender os seus interesses judicialmente, fica em dúvida quanto aos termos de cobrança inicial dos honorários pactuados. Em razão disso, consulta o advogado Luciano, que lhe informa, segundo os termos do Estatuto da Advocacia, que salvo estipulação em contrário, a integralidade dos honorários é devida até a decisão de primeira instância. um terço dos honorários é devido ao início do processo judicial. metade dos honorários é devida no início do serviço. um terço dos honorários é devido no início do serviço. um quinto dos honorários é devido ao início do processo judicial. 1. Todo advogado possui legalmente por conta da contratação para a prestação dos serviços. Sobre os honorários assistenciais ( a Lei 13.725/2018, alterou o art. 22, criando o parágrafo 6º da lei 8.906): São aqueles convencionados com instituições de direito privado com finalidade político partidária. São aqueles oriundos de ações possessórias em que há sucumbência recíproca. São aqueles fixados em ações coletivas propostas por entidades de classe em substituição processual. São honorários pro bono destinados a entidades sem fins lucrativos. São honorários fixados por arbitramento judicial quando há substituição da Defensoria Pública. Explicação: Os honorários assistenciais criados pela Lei 13.725/2018, que alterou o art. 22, criando o parágrafo 6º da lei 8.906, são aqueles fixados em ações coletivas propostas por entidades de classe em substituição processual. 2. Assinale a alternativa CORRETA, segundo o Estatuto e o Código de Ética e disciplina da OAB. B.( ) O advogado substabelecido, com reserva de poderes, só pode cobrar honorários sem a intervenção daquele que lhe conferiu o substabelecimento, se o cliente assim autorizar. A.( ) Prescreve em três anos a ação de cobrança de honorários de advogado, contado o prazo do trânsito em julgado da decisão que os fixar. C.( ) O advogado pode estabelecer entendimento com a parte adversa, sem ciência do advogado contrário, desde que haja prévia autorização de seu cliente. D.( ) A revogação do mandato judicial por vontade do cliente não o desobriga do pagamento das verbas honorárias contratadas, bem como não retira o direito do advogado de receber o quanto lhe seja devido em eventual verba honorária de sucumbência, calculada proporcionalmente, em face do serviço efetivamente prestado. Explicação: Mesmo existindo cláusula de irrevogabilidade do contrato estabelecido entre advogado e cliente, não é possível estipular multa para as hipóteses de renúncia ou revogação unilateral do mandato, independentemente de motivação, respeitado o recebimento dos honorários proporcionais ao serviço prestado pelo profissional. O entendimento da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) foi proferido ao julgar o recurso especial de um advogado contratado por dois clientes para atuar em inventário da família. Após seis anos de atuação, os clientes revogaram o contrato. O acordo tinha cláusula que previa multa de R$ 20 mil em caso de rescisão unilateral e injustificada por parte dos contratantes. O advogado então ajuizou ação de cobrança requerendo o pagamento da multa convencionada e dos honorários pelos serviços prestados. No STJ, o advogado argumentou que a qualificação dos serviços advocatícios não exclui a exigibilidade da cláusula penal em razão da ¿força obrigatória dos contratos, não havendo falar em direito potestativo de rescindir o contrato¿. 3. Em relação aos honorários advocatícios tratados no Código de Ética e Disciplina dos Advogados, assinale a opção correta. O advogado não pode levar em consideração a condição econômica do cliente para fixação dos honorários advocatícios A participação do advogado em bens particulares de cliente deverá ser exclusivamente não montante dos bens, de acordo com as condições dos bens do cliente. Há expressa vedação a que o advogado tenha participação no patrimônio particular de clientes comprovadamente sem condições pecuniárias de pagá-lo, somente sendo tolerada em caráter excepcional, e desde que contratada por escrito. Na hipótese de adoção de cláusula quota litis, os honorários devem ser necessariamente representados por pecúnia. O recebimento de honorários de sucumbência exclui o pagamento dos honorários contratuais. Explicação: Art. 38. Na hipótese da adoção de cláusula quota litis, os honorários devem ser necessariamente representados por pecúnia e, quando acrescidos dos de honorários dasucumbência, não podem ser superiores às vantagens advindas em favor do constituinte ou do cliente. Parágrafo único. A participação do advogado em bens particulares de cliente, comprovadamente sem condições pecuniárias, só é tolerada em caráter excepcional, e desde que contratada por escrito. 4. A participação do advogado em bens particulares de cliente, comprovadamente sem condições pecuniárias encontra-se dentro dos parâmetros do contrato pro bono é tolerada em caráter excepcional e desde que contratada por escrito. não há forma estabelecida em lei. enseja manifestação e autorização do Tribunal de Ética Profissional. é de livre estipulação entre cliente/advogado, desde que contratada por escrito. Explicação: Trata-se do contrato quota litis que exige contra de honorário escrito em caráter excepcional. 5. Sobre honorários de sucumbência do advogado empregado, nas causas em que for parte vencedora o empregador, é correto afirmar: São integralmente devidos aos advogados empregados. Não há honorários de sucumbência após a reforma do CPC. São devidos integralmente, por força de lei, ao empregador. São devidos ao município a que pertença a pessoa jurídica de direito privado. São devidos ao empregado e/ou empregador na forma estipulada livremente no contrato de trabalho. Explicação: O at. 21 do EOAB sofreu interpretação conforme com decisão do STF am ADI. A regra atual ara os honorários de sucumbência é que ficará livre para que o empregador e o advogado empregado pactuem como será a destinação dos honorários de sucumbência. 6. Sobre contrato de honorários com cláusula quota litis é correto afirmar: destinam-se a clientes comprovadamente sem valores em pecúnia para pagar honorários. são contratos de ~exito que podem ser verbais ou por escrito. são contratos frequentes também designados como contratos de honorários por êxito na causa.podem ser firmados com frequência, envolvem a escolha de bens particulares de cliente, que não precisam ser transformados em pecúnia. quando acrescidos aos honorários de sucumbência podem ser superiores às vantagens advindas a favor do cliente. Explicação: O contrato de quota litis exige cliente comprovadamente sem recursos, deve ser excepcional, firmado em contrato por escrito, conforme estabelece o art. 50, §§ 1° e 2° do CED de 2015. 7. ((XXIV Exame Unificado/19/11/2017/adaptda) - O advogado Inácio foi indicado para defender em juízo pessoa economicamente hipossuficiente, pois no local onde atua não houve disponibilidade de defensor público para tal patrocínio. Sobre o direito de Inácio à percepção de honorários, assinale a afirmativa correta. Os honorários serão fixados pelo juiz, apenas em caso de êxito,segundo tabela organizada pelo Conselho Seccional da OAB. Caso não ocorra o pagamento o advogado terá o prazo decadencial de cinco anos, para efetuar a cobrança judicialmente. Os honorários serão fixados pelo juiz, apenas em caso de êxito, independentemente de observância aos patamares previstos na tabela organizada pelo Conselho Seccional da OAB, a serem pagos pelo Estado Os honorários serão fixados pelo juiz, independentemente de êxito, segundo tabela organizada pelo Conselho Seccional da OAB, e pagos pelo patrocinado caso possua patrimônio, a ser executado no prazo de cinco anos, a contar da data da nomeação. O advogado Inácio foi indicado para defender em juízo pessoa economicamente hipossuficiente, pois no local onde atua não houve disponibilidade de defensor público para tal patrocínio. Sobre o direito de Inácio à percepção de honorários, assinale a afirmativa correta. Os honorários serão fixados pelo juiz, apenas em caso de êxito, independentemente de observância aos patamares previstos na tabela organizada pelo Conselho Seccional da OAB, a serem pagos pelo Estado. Explicação: Portanto, no Brasil, os honorários advocatícios são balizados pela Lei, e fixados pelo juiz no caso concreto, sem a intervenção do Ministério da Justiça ou da Ordem dos Advogados. Ademais, a necessidade de pagamento de honorários advocatícios, não barra o acesso à justiça, tendo em vista que, quando concedido o benefício da assistência gratuita, não há que se falar na cobrança dos respectivos honorários. Para justificar a opção correta cito dois julgados do Superior Tribunal de Justiça ¿ um da relatoria do ministro Ari Pargendler, de 2001, e outro da ministra Nancy Andrighi, de 2008. O excerto da ementa: "Se o beneficiário da Assistência Judiciária Gratuita opta por um determinado profissional, em detrimento daqueles postos à sua disposição gratuitamente pelo Estado, deverá ele arcar com os ônus decorrentes desta escolha. Esta solução busca harmonizar o direito de o advogado de receber o valor referente aos serviços prestados com a faculdade de o beneficiário, caso assim deseje, poder escolher aquele advogado que considera ideal para a defesa de seus interesses." 8. (OAB/SC/adaptada) - Constituído por uma empresa para o patrocínio de uma ação renovatória de locação, o Advogado ajustou verbalmente seus honorários no montante de R$ 30.000,00 (trinta mil reais). Concluído seu trabalho profissional, aquele Advogado não conseguiu receber, amigavelmente, os honorários ajustados. Pergunta-se: Qual a medida judicial adequada para o Advogado receber aqueles honorários? Uma Execução por Quantia Certa; Uma Ação de cobrança cumulada com danos materiais. Uma Ação Monitória; Uma Ação de Cobrança de Honorários, pelo Procedimento Sumário; Uma Ação de Cobrança de Honorários, pelo Procedimento Ordinário 1. O acordo feito pelo cliente do advogado e a parte contrária: provoca a renúncia ao mandato sem direito aos honorários contratados. torna sem efeito o contrato de honorários estabelecido. determina o término do patrocínio e revogação do mandato. só autoriza a execução dos honorários concedidos por sentença. não lhe prejudica os honorários convencionados ou fixados por sentença. Explicação: O fundamento da resposta está expresso no art. 24, § 4° do EOAB. 2. Com relação aos honorários contratuais, é CORRETO afirmar que, se o advogado: juntar a procuração outorgada pelo cliente e comprovar que atuou,efetivamente, no processo,o juiz devera determinar, antes de expedir-se o mandado de levantamento ou precatório, que lhe sejam pagos seus honorários diretamente, por dedução da quantia a ser recebida pelo constituinte, salvo se este provar que já os pagou. mesmo sem contrato escrito, comprovar que atuou, efetivamente, no processo, o juiz devera arbitrar o valor respectivo e determinar, antes de expedir-se o mandado de levantamento ou precatório, que lhe sejam pagos seus honorários diretamente, por dedução da quantia a ser recebida pelo constituinte, salvo se este provar que já os pagou. mesmo sem contrato escrito, comprovar que atuou, efetivamente, no processo, o juiz devera determinar, antes de expedir-se o mandado de levantamento ou precatório, que lhe sejam pagos seus honorários diretamente, por dedução da quantia a ser recebida pelo constituinte, salvo se este provar que já os pagou. a compensação de honorários solicitada antes de expedir-se o mandado de pagamento ou precatório omente é permitida quando o advogado atuar em causas de juridicamente necessitado. fizer juntar aos autos o seu contrato de honorários, o juiz devera determinar, antes de expedir- se o mandado de levantamento ou precatório, que lhe sejam pagos diretamente, por dedução da quantia a ser recebida pelo constituinte, salvo se este provar que já os pagou. Explicação: o fundamento da resposta está no § 4° do art. 22 do EOAB que literalmente transcreve o conteúdo do gabarito. 3. Qual o prazo de prescrição da ação de cobrança de honorários de advogado previsto no Estatuto da advocacia ? Cinco anos contados do data da decisão que os estipular. Dois anos, contados do vencimento do contrato de honorários. Um ano, contados do vencimento do contrato de honorários. Cinco anos, contados do vencimento do contrato de honorários. Cinco anos contados do término da causa. Explicação: O prescrição está no art. 25, EOAB, a contar da data do vencimento do contrato. Não são dois anos e sim cinco anos, nem da data da sentença, seria no caso do trânsito em julgado. 4. Nos termos do que dispõe o Estatuto da OAB, salvo estipulação em contrário, os honorários advocatícios devem ser cobrados da seguinte forma: o valor total dos honorários deve ser cobrado ao final. o valor total dos honorários deve ser cobrado no início dos serviços. 1/3 no início do serviço e o restante no final dos trabalhos. 1/3 no início do serviço; 1/3 após a decisão transitada em julgado e 1/3 no final. 1/3 no início do serviço; 1/3 após até a decisão de primeira instância e 1/3 no final. Explicação: Resposta correta: letra C, conforme determina o artigo 22§ 3º do Estatuto da OAB. 5. Homero, advogado especializado em Direito Público, após longos anos, obtém sentença favorável contra a Fazenda Pública Estadual. Requer a execuçãoespecial e apresenta, após o decurso normal do processo, requerimento de expedição de precatório, estabelecendo a separação do principal, direcionado ao seu cliente, dos honorários de sucumbência e postulando o desconto no principal de vinte por cento a título de honorários contratuais, cujo contrato anexa aos autos. O pedido é deferido pelo Juiz, mas há recurso do Ministério Público, que não concorda com tal desconto. De acordo com as normas estatutárias aplicáveis, é correto afirmar que os honorários advocatícios, que gozam de autonomia, quer sucumbenciais, quer contratuais, devem ser cobrados em via própria diretamente ao cliente. os honorários devidos no processo judicial se resumem aos sucumbenciais, vedado o desconto de quaisquer outros valores a esse título seja o contrato escrito ou verbal, pode o advogado requerer o pagamento dos seus honorários contratuais mediante desconto no valor da condenação É possível o pagamento de honorários advocatícios contratuais no processo em que houve condenação, havendo precatório, desde que o contrato seja escrito. o advogado não poderá fazer compensação de honorários, em qualquer hipótese. Apenas poderá solicitá-los de seu cliente diretamente. Explicação: O Estatuto estabelece no art. 22, § 4° que o advogado poderá juntar o contrato escrito e solicitar a reserva do valor correspondente aos seus honorários diretamente no processo, sendo o mandado de pagamento em seu nome. 6. (OAB/CESPE/2007 - Adaptada) - Em relação aos honorários advocatícios do advogado profissional liberal, assinale a opção correta. Em razão do caráter personalíssimo da contratação dos serviços de um advogado, seu falecimento antes do término do processo em que atue encerra o mandato, e os herdeiros não terão direito aos honorários eventualmente devidos. O advogado deve receber, no início de sua atuação em um processo, pelo menos um quarto dos honorários contratuais da causa. Os honorários de sucumbência pertencem ao advogado, que pode executá-los ou exigir seu cumprimento de maneira autônoma em relação ao direito de seu cliente A ação de cobrança de honorários caduca em 03 anos. A ação de cobrança de honorários advocatícios é imprescritível. Explicação: O fundamento da questão está no art. 23 do EOAB que estabelece que honorários pertencem ao advogado. 7. (EXAME UNIFICADO XXIV/OAB/ 2017/adaptada ) - O advogado Inácio foi indicado para defender em juízo pessoa economicamente hipossuficiente, pois no local onde atua não houve disponibilidade de defensor público para tal patrocínio. Sobre o direito de Inácio à percepção de honorários, assinale a afirmativa correta. Os honorários serão fixados pelo juiz, independentemente de êxito, segundo tabela organizada pelo Conselho Seccional da OAB e pagos pelo Estado. Os honorários serão fixados de forma arbitrária pelo Tribunal, apenas em caso de êxito, a serem executados em face da parte adversa. Os honorários serão fixados pelo juiz, apenas em caso de êxito, independentemente de observância aos patamares previstos na tabela organizada pelo Conselho Seccional da OAB, a serem pagos pelo Estado. Os honorários serão fixados pelo juiz, apenas em caso de êxito, de natureza sucumbencial, a serem executados em face da parte adversa. s honorários serão fixados pelo juiz, independentemente de êxito, segundo tabela organizada pelo Conselho Seccional da OAB, e pagos pelo patrocinado caso possua patrimônio, a ser executado no prazo de cinco anos, a contar da data da nomeação. Explicação: A resposta encontra-se fundamentada na regra do Artigo 22 § 1º do EOAB, que dispõe: "O advogado, quando indicado para patrocinar causa de juridicamente necessitado, no caso de impossibilidade da Defensoria Pública no local da prestação de serviço, tem direito aos honorários fixados pelo juiz, segundo tabela organizada pelo Conselho Seccional da OAB, e pagos pelo Estado". 8. (EXAME UNIFICADO Laura formou-se em prestigiada Faculdade de Direito, mas sua prática advocatícia foi limitada, o que a impediu de ter experiência maior no trato com os clientes. Realizou seus primeiros processos para amigos e parentes, cobrando módicas quantias referentes a honorários advocatícios. Ao receber a cliente Telma, próspera empresária, e aceitar defender os seus interesses judicialmente, fica em dúvida quanto aos termos de cobrança inicial dos honorários pactuados. Em razão disso, consulta o advogado Luciano, que lhe informa, segundo os termos do Estatuto da Advocacia, que salvo estipulação em contrário, um quinto dos honorários é devido ao início do processo judicial. um terço dos honorários é devido ao início do processo judicial. um terço dos honorários é devido no início do serviço. a integralidade dos honorários é devida até a decisão de primeira instância. metade dos honorários é devida no início do serviço. 1. (XXII Exame OAB/2017/adaptada) - Carolina, Júlia, Bianca e Maria são advogadas. Carolina é servidora estadual não enquadrada em hipótese de incompatibilidade; Júlia está cumprindo suspensão por infração disciplinar; Bianca está licenciada por requerimento próprio justificado; e Maria é servidora federal não enquadrada em hipótese de incompatibilidade. As quatro peticionam, como advogadas, isoladamente e em atos distintos, em ação judicial proposta em face da União. Diante da situação narrada, de acordo com o Estatuto da OAB, são válidos os atos praticados: por Carolina, Julia, Bianca e Maria. por Bianca e Maria, apenas. por Carolina e Bianca, apenas. por Carolina, apenas por Carolina, Bianca e Maria, apenas. Explicação: Infrações disciplinares puníveis com suspensão - Suspensão é o cessar temporário (por tempo limitado) de um procedimento ou de uma atividade. Está prevista na Lei 8906/94, no parágrafo primeiro do artigo 37 e secundado no artigo 42. São consideradas infrações disciplinares puníveis com suspensão: O locupletamento, ou seja, o enriquecimento ou benefício indevido do advogado obtido em proveito inadequado dos serviços prestados, a cobrança de honorários exorbitantes, participação vantajosa no resultado do caso e obtendo benefícios excedentes do contrato dos honorários, na apropriação de bens e valores destinados ao cliente, ou quando recebe os honorários, mas não desempenha suas funções. Recusa injustificada da prestação de contas ao seu cliente. Retenção abusiva ou extravio de autos. Inaptidão profissional, entre outros Licença do advogado - Durante o licenciamento, a inscrição do advogado fica suspensa apenas durante um período determinado, haja vista que o profissional brevemente retornará a exercer as suas atividades. Neste período o profissional não pagará anuidade e nem votará nas eleições da OAB. Assim, quando o período de licença termina, o advogado retorna a advogar com o mesmo número de inscrição que possuía e sem precisar fazer prova dos requisitos exigidos no artigo 8º do EAOAB. Da incompatibilidade para o exercício da advocacia - A incompatibilidade é sempre total e absoluta e não se acaba com o afastamento temporário do cargo. A incompatibilidade ocorre por conta do cargo, do nome da função e, não, da atividade exercida pelo funcionário. Desta forma, não deixará de ser incompatível aquele que é lotado em cargo que gera tal vício mas, em seu dia a dia,elabora tarefas não relacionadas com a sua original função, sendo dela desviado, bem como acontece o mesmo com o funcionário posto à disposição. A incompatibilidade é nulidade absoluta, impassível de ratificação 2. A respeito dos dispositivos do Estatuto que versam sobre incompatibilidades e impedimentos para o exercício da advocacia, analise as proposições a seguir: I - As hipóteses de incompatibilidades e de impedimentos com a advocacia estão elencadas nos artigos 28 a 30 do EOAB. Inicia-se com a leitura do artigo 27 do EOAB, que contém a definição para os conceitos de incompatibilidade e impedimento. II - A incompatibilidade implica a proibição total de advogar ao Bacharel em Direito que exerça ou passe a exercer cargos ou funções que o Estatuto expressamente indica como proibidos de serem cumulados. III - A proibição é total, mas pode ser permanente ou temporária, dependendo do exercício ou da natureza do cargo ou da função. IV - A incompatibilidade é sempre total e absoluta: não existe qualquer possibilidade de exercício da advocacia. Estão corretas: Somente I, II e III I, II, III e IV. Somente II e IV. Somente I, II e IV. Somente I e II. Explicação: Todas as afirmativas estão corretas, a saber: I- As hipóteses de incompatibilidades e de impedimentos com a advocacia estão elencadas nos artigos 28 a 30 do EOAB. Inicia-se com a leitura do artigo 27 do EOAB, que contém a definição para os conceitos de incompatibilidade e impedimento. CERTA II - A incompatibilidade implica a proibição total de advogar ao Bacharel em Direito que exerça ou passe a exercer cargos ou funções que o Estatuto expressamente indica como proibidos de serem cumulados. CERTA III - A proibição é total, mas pode ser permanente ou temporária, dependendo do exercício ou da natureza do cargo ou da função. CERTA IV - A incompatibilidade é sempre total e absoluta: não existe qualquer possibilidade de exercício da advocacia.Todas proposições estão em consonância com a incompatibilidades e impedimentos para o exercício da advocacia. CERTA 3. João, bacharel em Direito, foi eleito, em 2012, Vereador. Na data de sua posse, passará a exercer atividade: impedido, ficando licenciado até o término do mandato incompatível, ficando licenciado até o término do mandato incompatível, sendo caso de cancelamento de sua inscrição na OAB geradora de impedimento, não havendo cancelamento ou licenciamento da inscrição na OAB Geradora de impedimento, sendo o caso de licenciamento até o término do mandato Explicação: Conforme dispõe o artigo 27 do referido diploma legal, a incompatibilidade determina a proibição total para o exercício da advocacia, enquanto que o impedimento, a proibição parcial. Por proibição total compreende-se que, ainda que em causa própria, quem exerce determinadas atividades está impossibilitado de exercer qualquer atividade privativa de advogado. Já por proibição parcial compreende-se que há possibilidade de exercer as atividades típicas e legais da profissão, observadas as exceções, in verbis: Art. 27. A incompatibilidade determina a proibição total, e o impedimento, a proibição parcial do exercício da advocacia. O artigo 28 do EAOAB traz um rol taxativo das atividades incompatíveis com a advocacia, uma vez que se trata de uma norma restritiva de direitos que proíbe o exercício de uma profissão, in verbis: Art. 28. A advocacia é incompatível, mesmo em causa própria, com as seguintes atividades: I - chefe do Poder Executivo e membros da Mesa do Poder Legislativo e seus substitutos legai 4. Toia Bustev, advogada, foi eleita Presidente da República, assumindo seu mandato em 01 de janeiro de 2015. A partir de referido dia: tornar-se-á impedida de exercer a advocacia apenas contra a União, que será a Fazenda Pública que irá remunerá-la. tornar-se-á incompatível para o exercício da advocacia, exceto em causa própria, sendo o caso de licenciamento da atividade profissional. tornar-se-á incompatível para o exercício da advocacia, inclusive em causa própria, sendo o caso de licenciamento da atividade profissional. Tornar-se-á impedida de exercer a advocacia contra ou a favor de qualquer ente público, sendo o caso de cancelamento da inscrição. 5. Assinale a alternativa correta: Juiz classista e o juiz da justiça desportiva também são considerados magistrados. Qualquer gênero juiz, de acordo com o EOAB é considerado magistrado. Juiz leigo e conciliadores também são magistrados. Juiz de paz também é magistrado. Em nosso sistema, o termo magistrado é espécie, cujo gênero é juiz. Explicação: O termo magistrado é espécie, cujo gênero é juiz. Há juízes que não são magistrados, a saber: juiz- árbitro, jurados, juiz de paz, juízes leigos, conciliadores, cidadãos que atuam como juízes eleitorais na junta eleitoral em cada zona, o antigo juiz classista e o juiz da justiça desportiva. 6. Assinale a afirmativa INCORRETA. Militares de qualquer natureza, na ativa, e aqueles em função vinculada direta ou indiretamente a atividade policial de qualquer natureza são incompatíveis para a advocacia. Não há incompatibilidade para a administração acadêmica diretamente relacionada ao magistério jurídico em universidades públicas, exceto para cargos de Reitor de universidade pública. Ocupantes de cargos ou funções de direção em órgãos da Administração Pública direta ou indireta, em suas fundações e em empresas controladas ou concessionárias de serviços público são incompatíveis, mas esta condição pode ser interrompida quando deixe de exercê-la temporariamente, em licença sem vencimentos. Não há incompatibilidade para a docência jurídica em universidades públicas. Os membros do Judiciário, MP, os que exercem função de julgamento em órgão de deliberação coletiva da Administração pública direta e indireta são incompatíveis com a advocacia. Explicação: A incompatibilidade permanece ainda que o interessado que ocupe cargo incompatível deixe de exercê-lo temporariamante. Eventual licaneça não afasta a incompatibilidade, só a aposentadoria - art. 28, § 1°, EOAB. 7. (OAB 2016 - FGV - EXAME XIX - 2016.1/adaptada) - Os jovens Rodrigo, 30 anos, e Bibiana, 35 anos, devidamente inscritos em certa seccional da OAB, desejam candidatar-se, pela primeira vez, a cargos de diretoria do Conselho Seccional respectivo. Rodrigo está regularmente inscrito na referida seccional da OAB há seis anos, sendo dois anos como estagiário. Bibiana, por sua vez, exerceu regularmente a profissão por três anos, após a conclusão do curso de Direito. Contudo, afastou- se por dois anos e retornou à advocacia há um ano. Ambos não exercem funções incompatíveis com a advocacia, ou cargos exoneráveis ad nutum. Tampouco integram listas para provimento de cargos em tribunais ou ostentam condenação por infração disciplinar. Bibiana e Rodrigo estão em dia com suas anuidades. Considerando a situação narrada, assinale a afirmativa correta. Nenhum dos dois advogados preenche as condições de elegibilidade para os cargos. Apenas Bibiana preenche as condições de elegibilidade para os cargos. Bibiana e Rodrigo preenchem as condições deelegibilidade para os cargos. Apenas Rodrigo preenche as condições de elegibilidade para os cargos. Todas as opções acima estão incorretas. 8. XIV EXAME DE ORDEM UNIFICADO Cláudia, advogada, inicialmente transitou pelo direito privado, com assunção de causas individuais e coletivas. Ao ser contratada por uma associação civil, deparou com questões mais pertinentes ao direito público e, por força disso, realizou novos estudos e contatou colegas mais experientes na matéria. Ao aprofundar suas relações jurídicas, também iniciou participação política na defesa de temas essenciais à cidadania. Por força disso, Cláudia foi eleita prefeita do município X em eleição bastante disputada, tendo vencido seu oponente, o também advogado Pradel, por apenas cem votos. Eleita e empossada, motivada pelo sentido conciliatório, convidou seu antigo oponente para ocupar cargo em comissão na Secretaria Municipal de Fazenda. A partir da hipótese apresentada, observadas as regras do Estatuto da OAB, assinale a opção correta. A prefeita deve pedir autorização para exercer a advocacia O secretário municipal pode atuar em pleitos contra o Estado federado O secretário municipal pode atuar em ações contra o município. A prefeita exerce função incompatível com a advocacia. 1. (XII Exame Unificado/2013/adaptada) - Joel é Conselheiro do Tribunal de Contas do Município , sendo proprietário de diversos imóveis. Em um deles, por força de contrato de locação residencial, verifica a falta de pagamentos dos alugueres devidos. O Conselheiro é Bacharel em Direito, tendo exercido a advocacia por vários anos na área imobiliária. Nesse caso, nos termos do Estatuto da Advocacia, o Conselheiro: todas as opções acima estão corretas. deverá contratar advogado para a causa diante da situação de incompatibilidade. poderia atuar como advogado em causa própria. está com a sua inscrição como advogado suspensa. poderia advogar; recomenda-se, contudo, a contratação de advogado. Explicação: O artigo 28 do EAOAB traz um rol taxativo das atividades incompatíveis com a advocacia, uma vez que se trata de uma norma restritiva de direitos que proíbe o exercício de uma profissão, in verbis: Art. 28. A advocacia é incompatível, mesmo em causa própria, com as seguintes atividades: VII - ocupantes de cargos ou funções que tenham competência de lançamento, arrecadação ou fiscalização de tributos e contribuições parafiscais. Em decorrência da proibição total para o exercício da advocacia, até mesmo em causa própria, haverá a necessidade da contratação de um advogado para a defesa dos interesses junto ao Poder Judiciário. 2. EXAME DE ORDEM Assinale a assertiva INCORRETA conforme o Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil (Lei no 8.906/1994). Nenhuma das opções Os docentes de cursos jurídicos em universidades públicas não podem advogar contra a fazenda que os remunere. Estão impedidos de exercer a advocacia os parlamentares em todos os níveis. A incompatibilidade determina a proibição total, e o impedimento, a proibição parcial do exercício da advocacia. A incompatibilidade com a advocacia permanece mesmo que o ocupante de cargo ou função de direção em órgão da Administração Pública direta solicite uma licença sem vencimentos. Explicação: O art. 30, parágrafo único do EOAB estabelece que os docentes de cursos jurídicos estão liberados da advogar livremente. 3. Nelson, deputado federal eleito pelo Estado do Ceará, após ser empossado, foi procurador por Jonas, seu cliente, para a propositura de uma ação indenizatória em face da União federal. Considerando as normas de regência aplicáveis, assinale a alternativa correta: A) Nelson, a partir de sua posse, não mais poderá exercer a advocacia, nem mesmo em causa própria D) Nelson poderá advogar normalmente, exceto contra o Estado do Ceará C) Nelson, por ser parlamentar, ficará impedido de advogar contra ou a favor de toda a Administração Pública, seja no âmbito federal, estadual, municipal ou distrital B) Nelson ficará impedido de exercer a advocacia apenas contra a Fazenda Pública que o remunera, motivo pelo qual deverá recusar o patrocínio da causa Explicação: As atividades que geram impedimento para o exercício da advocacia implicam a proibição parcial do exercício da profissão. Consequências ¿ proibição parcial do exercício da atividade profissional de acordo com o art. 30 do Estatuto da OAB São hipóteses de impedimentos relacionadas ao exercício da advocacia, previstas no EOAB: 1- os servidores da administração direta ou indireta e fundacional, contra a Fazenda Pública que os remunere ou à qual seja vinculada a entidade empregadora, exceto os docentes de cursos jurídicos 2- os membros do poder legislativo, em seus diferentes níveis, contra ou a favor de pessoas jurídicas de direito público, empresas publicas, sociedade de economia mista, fundações publicas. Conforme dispõe o artigo 27 do referido diploma legal, a incompatibilidade determina a proibição total para o exercício da advocacia, enquanto que o impedimento, a proibição parcial. Por proibição total compreende-se que, ainda que em causa própria, quem exerce determinadas atividades está impossibilitado de exercer qualquer atividade privativa de advogado. Já por proibição parcial compreende-se que há possibilidade de exercer as atividades típicas e legais da profissão (rol previsto nos incisos do artigo 30 do EOAB). 4. O que acontecerá a um Advogado, que passou a exercer a atividade de Conselheiro do Tribunal de Contas do seu Estado? Continuará inscrito na OAB e exercendo a advocacia, ficando, porém impedido de advogar contra a Fazenda Pública que o remunera; Será licenciado pela OAB e, consequentemente, não poderá exercer a advocacia durante o tempo em que for Conselheiro do Tribunal de Contas; Terá sua inscrição na OAB cancelada e, consequentemente, não poderá mais exercer a advocacia, salvo se fizer nova inscrição na OAB após aposentadoria. Continuará inscrito na OAB e exercendo a advocacia normalmente, sem qualquer restrição; continuará inscrito na OAB não podendo exercer a advocacia a favor da entidade que o remunera. Explicação: O art. 28, inciso II, EOAB estabelece que os membros dos Tribunais de Contas são incompatíveis com a advocacia. Trata-se de incompatibilidade permamente que exige o cancelamento da inscrição na forma do art. 11, inciso IV, EOAB. 5. O Advogado Mauro Martins, inscrito na OAB-RJ, após ser nomeado e empossado no cargo de Oficial do 9º Ofício do Registro Geral de Imóveis do Rio de Janeiro, continuou funcionando como advogado num processo de inventário em que vinha trabalhando desde o seu início. Pergunta-se: Como você classifica os atos praticados por Mauro Martins naquele processo, após sua posse como Oficial do 9º RGI? São atos nulos São atos válidos, porque não se trata de uma causa contra a Fazenda Pública que remunera Mauro Martins São atos anuláveis São atos válidos, porque a OAB-RJ não promoveu o cancelamento da inscrição de Mauro Martins Explicação: "Art. 4º. São nulos os atos privados de advogados praticados por pessoa não inscrita na OAB, sem prejuízo das sanções civis, penaise administrativas. Parágrafo único. São também nulos ou praticados por advogado impedido - no âmbito do impedimento - suspenso, licenciado ou que passar a exercer atividade incompatível com a advocacia." Portanto, a nulidade dos atos de advocacia será sempre de causa formal, guardando direta relação com a situação jurídica da inscrição do indivíduo junto à OAB, assim entendida como requisito legal para o direito de exercer a advocacia, e também com as proibições circunstanciais do exercício da profissão, impostas ao advogado pelo Estatuto da Advocacia. Assim, para construção dessa doutrina das nulidades dos atos de advocacia, observei que existem dois tipos de nulidades, que assim denominei: a) nulidade de fator originário; b) nulidade de fator circunstancial; No caso da nulidade de fator originário, a pessoa que pratica atos de advocacia não é sequer inscrita nos quadros da OAB. Por essa razão, não detém a qualidade de advogado (ainda que seja bacharel em ciências jurídicas), sendo nulos todos os atos privativos de advocacia que tenha praticado. A nulidade de fator originário está prevista no caput do art. 4º do Estatuto da Advocacia, in verbis:"São nulos os atos privativos de advogado praticados por pessoa não inscrita na OAB, sem prejuízo das sanções civis, penais e administrativas." Já no caso da nulidade de fator circunstancial, a pessoa que pratica atos de advocacia deveras é inscrita nos quadros da OAB, porém seu direito de exercer a profissão sofre limitações, que podem ser parciais (quando houver impedimento) ou totais (nas hipóteses de licença, suspensão ou incompatibilidade). 6. O advogado militante, Augusto César, regularmente inscrito na OAB-RJ, foi eleito em assembléia de acionistas e empossado Presidente do Banco Bradesco S.A.- Pergunta-se: Como fica a situação de Augusto César junto a OAB-RJ e quanto ao exercício da Advocacia? Continuará inscrito na OAB-RJ e exercendo a advocacia normalmente sem qualquer restrição, por se tratar de Banco privado Terá sua inscrição na OAB-RJ cancelada e, conseqüentemente não poderá mais exercer a advocacia; Continuará inscrito na OAB-RJ e exercendo a advocacia, ficando porém impedido de advogar contra o Banco Bradesco, que o remunera; Será licenciado pela OAB-RJ e, conseqüentemente, não poderá exercer a advocacia durante o tempo em que for Presidente do Banco Bradesco S.A.; Explicação: As atividades incompatíveis com o exercício da advocacia, mesmo em causa própria, implicam a proibição total do exercício de advogar. Consequências: Se a incompatibilidade for permanente, temos como consequência o cancelamento da inscrição; Se for temporária, acarreta o licenciamento da inscrição. Tendo em vista que é proibição total ao exercício da advocacia, a incompatibilidade não permite sequer a advocacia em causa própria, e permanece mesmo que o ocupante do cargo ou função afaste-se temporariamente. Por ser hipótese de proibição total, faz-se desnecessário dizer que a proibição aplica- se tanto à advocacia judicial quanto extrajudicial, não se permitindo, enfim, a prática de qualquer ato de advocacia por aquele a quem se atribui a incompatibilidade. 7. Um Advogado, regularmente inscrito na OAB-RJ, foi nomeado e empossado no cargo de Secretário de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Pergunta-se: Quanto ao exercício da advocacia e a OAB-RJ, como fica a situação daquele Advogado? (c) Terá sua inscrição na OAB-RJ cancelada e, por conseqüência, não poderá mais exercer a advocacia; (a) Continuará inscrito na OAB-RJ e exercendo livremente a advocacia; (d) Será licenciado da advocacia, não podendo advogar apenas durante o tempo em que estiver ocupando o cargo de Secretário de Justiça (b) Continuará inscrito na OAB-RJ, ficando, porém, proibido de advogar apenas contra a Fazenda Pública do Estado do Rio de Janeiro, que o remunera; Explicação: LICENCIAMENTO - É o requerimento de afastamento dos quadros sem caráter definitivo que precisa de motivação. Assim, deve justificar o pedido com um motivo plausível para a OAB deferi-lo. Quando o advogado volta do licenciamento, continuara com o mesmo numero de inscrição, sendo certo, por outro lado, que o advogado licenciado não está sujeito ao pagamento da anuidade da OAB, bem como fica isento de voltar em época de eleições. Hipóteses de licenciamento: . Quando o advogado assim requerer, com motivo justificado . Quando o advogado passa a exercer, em caráter temporário, atividade incompatível com a advocacia . quando o advogado sofrer de doença mental considerada curável 8. O aluno de curso jurídico que exerça atividade incompatível com a advocacia: não pode frequentar o estágio ministrado pela respectiva instituição de ensino, nem pode inscrever-se na OAB. não pode frequentar o estágio ministrado pela respectiva instituição de ensino, mas pode inscrever-se na OAB. nenhuma das opções acima apresenta a regra correta para incompatibilidade prévia. pode frequentar o estágio ministrado pela respectiva instituição de ensino, bem como pode inscrever-se na OAB. pode frequentar o estágio ministrado pela respectiva instituição de ensino, mas não pode inscrever-se na OAB. 1. Deise é uma próspera advogada e passou a buscar novos desafios, sendo eleita Deputada Estadual. Por força de suas raras habilidades políticas, foi eleita integrante da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado Z. Ao ocupar esse honroso cargo procurou conciliar sua atividade parlamentar com o exercício da advocacia, sendo seu escritório agora administrado pela filha. Nos termos do Estatuto da Advocacia, assinale a afirmativa correta. A função de Deise como integrante da Mesa Diretora do Parlamento Estadual é conciliável com o exercício da advocacia; A atividade parlamentar de Deise na Mesa Diretora pode ser conciliada com o exercício da advocacia em prol dos necessitados; NDA A participação de Deise na Mesa Diretora a torna incompatível com o exercício da advocacia; A atividade parlamentar de Deise é incompatível com o exercício da advocacia; 2. Os notários, os oficiais de registro lidam com atividade sob controle do Poder Judiciário. Como ficará um advogado ao assumir essa função? Incompatível apenas em relação aos Cartórios e Ofícios de Notas. Incompatível contra a fazenda que o remunere enquanto estiver na função. Não há incompatibilidade nesta hipótese de atuação como notários e registradores. Incompatível com a advocacia enquanto estiver exercendo a função ligada ao Poder Judiciário. Impedido de exercer a advocacia contra a fazenda que o remunere enquanto estiver exercendo a função. Explicação: Notários e registradores são incompatíveis com a advocacia conforme o art. 28, inciso IV. EOAB. 3. Um Advogado, regularmente inscrito na OAB-RJ, foi aprovado em concurso e empossado no cargo de Fiscal de Tributos do Estado do Rio de Janeiro. Como fica a situação daquele Advogado? (d) Ficará licenciado da advocacia durante o tempo em que exercer a atividade de Fiscal de Tributos (b) Continuará inscrito na OAB-RJ ficando porém proibido de advogar apenas contra a Fazenda Pública que o remunera; (a) Continuar inscrito na OAB - RJ, porém totalmente proibido de advogar;(c) Terá sua inscrição na OAB-RJ cancelada; Explicação: Tendo em vista que a incompatibilidade é proibição total ao exercício da advocacia; a incompatibilidade não permite sequer a advocacia em causa própria, e permanece mesmo que o ocupante do cargo ou função afaste-se temporariamente. Por ser hipótese de proibição total, faz-se desnecessário dizer que a proibição aplica-se tanto à advocacia judicial quanto extrajudicial, não se permitindo, enfim, a prática de qualquer ato de advocacia por aquele a quem se atribui a incompatibilidade. Não é possível pleitear-se inexistência da incompatibilidade para exercício da advocacia em território diverso daquele onde se exerce a atividade que gera a proibição total de advogar. A incompatibilidade irá aonde quer que vá o indivíduo, sendo antes uma condição pessoal (em razão de determinada atividade que desempenhe), do que territorial. PAULO LUIZ NETTO LÔBO ensina categoricamente: ¿(¿). Apenas cessa a incompatibilidade quando deixar o cargo por motivo de aposentadoria, morte, renúncia ou exoneração". Tirando-se a hipótese de morte, que embora faça cessar a incompatibilidade, de nada adianta a quem deseje ser advogado, percebe-se que apenas com a definitiva cessação do vínculo do indivíduo com o cargo ou função que desempenhe é que se é de considerá-lo permitido à advocacia, não se aceitando para liberação os afastamentos temporários, seja qual for o motivo (v. g., licença médica, licença-prêmio, férias, cessão para outro órgão, ser posto em disponibilidade, et al). EMENTA DO CONSELHO FEDERAL DA OAB: Ementa 45/2003/OEP. Auditor Fiscal - Atribuições Previstas em Lei - Incompatibilidade para o exercício da Advocacia. - O Auditor Fiscal ocupa cargo público de atividade-fim na área tributária. Dentre suas atribuições estão a de inspeção, controle e execução de trabalhos de administração tributária, executar a revisão físico-contábil; fiscalizar as receitas estaduais; constituir privativamente créditos tributários através de lançamentos ex officio com lavratura de auto de infração (Lei Estadual 4.794/88), portanto, misteres incompatíveis com a atividade advocatícia, a teor do disposto no art. 28, VII, do EAOAB. - O afastamento temporário não faz extinguir a incompatibilidade. Se permanece ocupando, em situação permanente, cargo incompatível com a advocacia, a incompatibilidade persiste, ainda que eventual e temporariamente não exercendo as respectivas funções. Recurso improvido. (Recurso 0008/2003/OEP-BA. Relator: Conselheiro José Brito de Souza (MA), julgamento: 13.10.2003, por unanimidade, DJ 18.11.2003, p. 456, S1); 4. Sabrina, advogada, nas eleições municipais de 2012, foi eleita Prefeita, tendo como Vice-Prefeito o advogado Carlos. À luz do Estatuto da OAB: Somente Sabrina terá vedação expressa em lei para exercer a atividade da advocacia. Sabrina e Carlos, a partir da posse, passarão a exercer atividade incompatível com a advocacia, sendo caso de cancelamento da inscrição de ambos. Sabrina, quando da posse, tornar-se-á incompatível, ficando totalmente proibida de advogar, ao passo que Carlos, na condição de Vice-Prefeito, ficará impedido de advogar apenas contra o seu Município Sabrina e Carlos, a partir da posse, passarão a exercer atividade incompatível com a advocacia, sendo caso de licença do exercício profissional. Sabrina e Carlos, a partir da posse, passarão a exercer atividade incompatível com a advocacia, ficando proibidos de advogar. Será caso de cancelamento da inscrição de ambos Explicação: A incompatibilidade, tendo em vista que é a proibição total ao exercício da advocacia, não permite sequer a advocacia em causa própria, e permanece mesmo que o ocupante do cargo ou função afaste-se temporariamente. PAULO LUIZ NETTO LÔBO ensina categoricamente: ¿(¿). Apenas cessa a incompatibilidade quando deixar o cargo por motivo de aposentadoria, morte, renúncia ou exoneração. O advogado que exercer atividade incompatível com o exercício da advocacia deverá solicitar o seu licenciamento, conforme o disposto no artigo 12 do EAOAB, se dará licença ao advogado que: "(...) Passar e exercer, em caráter temporário, atividade incompatível com a advocacia ¿ As atividades consideradas incompatíveis estão disciplinadas no artigo 28 do EAOAB. Todavia, apenas os cargos com mandado eletivo ou exoneráveis ad nutum, que possuem caráter temporário, geram a licença da inscrição do advogado"; Durante o licenciamento, a inscrição do advogado fica suspensa apenas durante um período determinado, haja vista que o profissional brevemente retornará a exercer as suas atividades. Neste período o profissional não pagará anuidade e nem votará nas eleições da OAB. Assim, quando o período de licença termina, o advogado retorna a advogar com o mesmo número de inscrição que possuía e sem precisar fazer prova dos requisitos exigidos no artigo 8º do EAOAB. 5. Alice, advogada regularmente inscrita na OAB, foi aprovada em concurso público de provas e títulos e posteriormente empossada no cargo de Fiscal de Receitas Aleatórias da Secretaria de Assuntos da Mulher do município X. Objetivando sanar dúvida acerca da possibilidade de continuar exercendo a advocacia, Alice peticionou ao Tribunal de Ética e Disciplina (TED) solicitando esclarecimentos, pois pretendia manter a inscrição perante a OAB e, eventualmente, patrocinar algumas causas. Com base nos estudos sobre incompatibilidades e impedimentos, marque a opção correta: Caso seja verificada a incompatibilidade definitiva, Alice deverá renunciar aos poderes que lhe foram outorgados em causas em desfavor da Fazenda que a remunera. Caso seja verificada situação de impedimento, Alice deverá requerer o licenciamento dos quadros da OAB. Alice deverá descrever detalhadamente a função exercida para que o TED possa avaliar se existe incompatibilidade ou impedimento já que a denominação da função nunca é suficiente para esse fim. A situação de incompatibilidade ou de impedimento iniciou-se no momento da homologação do resultado do concurso. Se verificada incompatibilidade definitiva, Alice deverá comunicar a OAB para que proceda ao cancelamento da inscrição. Explicação: Previsto no art. 11 do Estatuto da Advocacia e da OAB, o cancelamento da inscrição do advogado pode ocorrer em cinco situações. O dispositivo legal traz um rol taxativo, no qual, o fato incidindo no disposto, dará causa ao cancelamento, in verbis: Art. 11. Cancela-se a inscrição do profissional que:I ¿ assim o requerer; II ¿ sofrer penalidade de exclusão; III ¿ falecer; IV ¿ passar a exercer, em caráter definitivo, atividade incompatível com a advocacia; V ¿ perder qualquer um dos requisitos necessários para inscrição. Qualquer advogado tem a faculdade de manter-se ou não inscrito. Trata-se, na verdade, de regulamentação do dispositivo constitucional que garante a liberdade de associação, prevista no art. 5º, inciso XX da Constituição Federal de 1988 e, por isso, o profissional que requerer o cancelamento, por quaisquer motivos, sejam de cunho profissional ou pessoal, deverá ter seu requerimento deferido 6. (XIX Exame Unificado/03/04/2016 - adaptada) - Formaram-se em uma Faculdade de Direito, na mesma turma, Luana, Leonardo e Bruno. Luana, 35 anos, já exercia função de gerência em um banco quando se graduou. Leonardo, 30- anos, é prefeito do município de Pontal. Bruno, 28 anos, é policial militar no mesmo município. Os três pretendem praticar atividades privativas de advocacia. Considerando asincompatibilidades e impedimentos ao exercício da advocacia, assinale a opção correta. Os três graduados, Luana, Leonardo e Bruno, exercem funções incompatíveis com a advocacia, sendo determinada a proibição total de exercício das atividades privativas de advogado. Luana não está proibida de exercer a advocacia, pois é empregada de instituição privada, inexistindo impedimentos ou incompatibilidades. Os três graduados, Luana, Leonardo e Bruno estão impedidos de exercer suas funções em face da Fazenda Pública, que os remunera. Entretanto, podem exercer com proibição parcial algumas atividades privativas de advogado. Bruno, como os servidores públicos, apenas é impedido de exercer a advocacia contra a Fazenda Pública que o remunera. Leonardo é impedido de exercer a advocacia apenas contra ou em favor de pessoas jurídicas de direito público, empresas públicas, sociedades de economia mista, fundações públicas, entidades paraestatais ou empresas concessionárias ou permissionárias de serviço público. Explicação: Conforme dispõe o artigo 27 do referido diploma legal, a incompatibilidade determina a proibição total para o exercício da advocacia, enquanto que o impedimento, a proibição parcial. Por proibição total compreende-se que, ainda que em causa própria, quem exerce determinadas atividades está impossibilitado de exercer qualquer atividade privativa de advogado. Já por proibição parcial compreende-se que há possibilidade de exercer as atividades típicas e legais da profissão. Ao que se refere às questões acerca dos impedimentos, assim disciplina o artigo 30 do EAOAB, in verbis: Art. 30. São impedidos de exercer a advocacia: I - os servidores da administração direta, indireta e fundacional, contra a Fazenda Pública que os remunere ou à qual seja vinculada a entidade empregadora. II - os membros do Poder Legislativo, em seus diferentes níveis, contra ou a favor das pessoas jurídicas de direito público, empresas públicas, sociedades de economia mista, fundações públicas, entidades paraestatais ou empresas concessionárias ou permissionárias de serviço público. Parágrafo único. Não se incluem nas hipóteses do inciso I os docentes dos cursos jurídicos. Veja-se, portanto, que apenas são impedidos de exercerem a advocacia aqueles que são servidores da administração direta, indireta e fundacional, desde que não detenham poder de decisão relevante sobre interesses de terceiros, contra a Fazenda Pública ou entidade empregadora que os remunere, bem como Vereadores, Deputados Estaduais, Deputados Distritais, Deputados Federais e Senadores, desde que não sejam membros da Mesa de suas casas legislativas, contra ou a favor das pessoas jurídicas de direito público, empresas públicas, sociedades de economia mista, fundações públicas, entidades paraestatais ou empresas concessionárias ou permissionárias prestativas de serviço público. O que é importante esclarecer é que o legislador não pretendeu restringir o livre exercício da profissão, que é uma garantia constitucional de eficácia contida, por se submeter a uma reserva legal, mas sim apenas regulamentar de forma a não haver prejuízo do interesse público, observando a ética profissional, uma vez que estamos diante de um profissional que exerce munus publicum. 7. A incompatibilidade determina a proibição total, e o impedimento, a proibição parcial do exercício da advocacia. Por disposição estatutária, são impedidos de exercer a advocacia os membros do Poder Legislativo, em seus diferentes níveis, contra ou a favor das pessoas jurídicas de direito público, empresas públicas, sociedade de economia mista, fundações públicas, entidades paraestatais ou empresas concessionárias ou permissionárias de serviço público. os ocupantes de cargos ou funções que tenham competência de lançamento, arrecadação ou fiscalização de tributos e contribuições parafiscais os ocupantes de funções de direção e gerência em instituições financeiras, inclusive privadas. ocupantes de cargos ou funções de ger~encia ou direção em instituições finaceiras, inclusive as privadas. os militares de qualquer natureza, na ativa. Explicação: O fundamento está no art. 30, inciso II do EOAB que trata do impedimento dos parlamentares. As demais opções apresentam hipótese de incompatibilidade do art. 28, EOAB. 8. Patrícia foi aprovada em concurso público e tomou posse como Procuradora do Município em que reside. Como não pretendia mais exercer a advocacia privada, mas apenas atuar como Procuradora do Município, pediu o cancelamento de sua inscrição na OAB. A partir da hipótese apresentada, assinale a afirmativa correta. Patrícia não agiu corretamente, pois os advogados públicos estão obrigados à inscrição na OAB para o exercício de suas atividades; Patrícia agiu corretamente, pois, uma vez que os advogados públicos não podem exercer a advocacia privada, estão obrigados a requerer o cancelamento de suas inscrições. Patrícia não agiu corretamente, pois deveria ter requerido apenas o licenciamento do exercício da advocacia e não o cancelamento de sua inscrição; Nenhuma das alternativas anteriores Patrícia poderia ter pedido o licenciamento do exercício da advocacia, mas nada a impede de pedir o cancelamento de sua inscrição, caso não deseje mais exercer a advocacia privada 1. Vinicius, empregado de empresa do ramo têxtil, em razão de ter sido dispensado sem justa causa, constituiu Silvio como seu advogado. Em audiência de tentativa de conciliação, restou estabulado acordo entre o reclamante e a empresa reclamada. Ficou consignado em ata de audiência que o montante devido ao reclamante seria depositado em conta-corrente do seu advogado, no caso, Silvio. Meses após referido acordo, Vinicius ligou a Silvio, indagando-lhe sobre os depósitos, obtendo como resposta que não haviam sido efetivados pela reclamada. Desconfiado, compareceu ao Fórum Trabalhista, constatando que os depósitos haviam, sim, sido realizados. À luz das regras estatutárias: Silvio deverá ser punido com exclusão, tendo em vista que o não repasse dos valores ao seu cliente constitui hipótese de exclusão dos quadros da OAB Silvio deverá ser punido com suspensão, que durará, no máximo, 30 dias, cessando apenas após a prestação das contas e a devolução do dinheiro ao cliente, devidamente corrigido Silvio deverá ser punido com suspensão, que durará, no mínimo, 30 dias, cessando apenas após a prestação das contas e a devolução do dinheiro ao cliente, devidamente corrigido. Silvio deverá ser advertido pela OAB, aplicando-se-lhe uma multa correspondente aos depósitos indevidamente apropriados Silvio deverá ser punido disciplinarmente com censura, tendo em vista ter violado o seu dever de prestar contas ao cliente de quantias recebidas 2. Justus cometeu infração disciplinar em 20 de junho de 2002, mas a comunicação oficial do fato ao Tribunal de Ética e Disciplina somente se deu em maio de 2018. A pretensão à punibilidade das infrações disciplinares prescreve em três anos, contados da data do fato. as infrações ético disciplinares por sua natureza são imprescritíveis. três anos, contados da data da constatação oficial do fato. cinco anos, contados da data do fato. cinco anos, contados da data da constatação oficial do fato. Explicação: O fundamento da questão encontra-se no art. 43 do EOAB, cinco anos a partirda constatação oficial do fato pela OAB e não da data do fato. 3. Acerca do sistema de penalidades previsto no Estatuto da Advocacia, indique a opção incorreta: Qualquer penalidade somente poderá ser aplicada após regular processo que observe o devido processo legal, ampla defesa e contraditório. A penalidade da censura poderá ser aplicada em hipótese de infração ao Código de Ética e Disciplina ainda que não conste do rol de infrações constante do EOAB. A penalidade da multa poderá ser cumulada com a censura, com a suspensão e com a exclusão. A penalidade da suspensão pode ser aplicada por tempo determinado ou por tempo indeterminado de acordo com a infração cometida. A penalidade da exclusão acarreta o cancelamento automático da inscrição na OAB. Explicação: A multa é uma sanção acessória cumulável APENAS com sensura e suspensão - art. 39, EOAB. 4. A punição disciplinar dos advogados compete ao: ao Tribunal de Ética e Disciplina conselho seccional do estado onde se tome, primeiramente, conhecimento da infração. conselho seccional do estado onde o advogado tenha sua inscrição principal. conselho seccional do estado onde a infração for cometida, ainda que não seja o local onde o advogado tenha a inscrição principal ou suplementar, desde que a infração não seja praticada perante o Conselho Federal. conselho seccional do estado onde o advogado tenha inscrição principal ou onde tenha inscrição suplementar, indistintamente. Explicação: De acordo com o artigo 70 do Estatuto da Advocacia ¿ Lei 8906/94: ¿O poder de punir disciplinarmente os inscritos na OAB compete exclusivamente ao Conselho Seccional em cuja base territorial tenha ocorrido a infração, salvo se a falta for cometida pelo Conselho Federal.¿ Isto significa que não é permitido aos magistrados, ou a qualquer outra autoridade, seja de qualquer um dos Poderes, aplicar sanções aos advogados em virtude da prática, ao menos em tese, de infrações disciplinares. Identificada eventual conduta infratora no exercício da atividade profissional, a autoridade deverá oficiar a OAB para que, como órgão competente, apure e aplique a sanção ao advogado quando for o caso. 5. (XXI Exame Unificado/2016/adaptada) - Lúcia, advogada, foi processada disciplinarmente e, após a interposição de recurso, o Conselho Seccional do Estado de Pernambuco confirmou, por unanimidade, a sanção de suspensão pelo prazo de trinta dias, nos termos do Art. 37, § 1º, do Estatuto da OAB. Lúcia verificou, contudo, existir decisão em sentido contrário, em caso idêntico ao seu, no Conselho Seccional do Estado de Minas Gerais. De acordo com o Estatuto da OAB, contra a decisão definitiva unânime proferida pelo Conselho Seccional do Estado de Pernambuco, Cabe recurso ao Conselho Federal, se a decisão contrariar também decisão do Conselho Federal, e não apenas decisão do Conselho Seccional de Minas Gerais. não cabe recurso ao Conselho Federal, em qualquer hipótese Cabe recurso ao Conselho Seccional em primeira instância. cabe recurso ao Conselho Federal, por contrariar decisão do Conselho Seccional de Minas Gerais cabe recurso ao Conselho Federal, em qualquer hipótese, ainda que não existisse decisão em sentido contrário do Conselho Seccional de Minas Gerais. Explicação: Corroborando com a assertiva, segue nesse sentido, a decisão exarada pelo Pleno da 2ª Câmara do Egrégio Conselho Federal, que ao julgar o Recurso de nº 49.0000.2016.011008-2, uniformizou o posicionamento referente a prevenção de relator e de órgão julgador, observa-se: RECURSO N. 49.0000.2016.011008-2/SCA-PTU. Matéria afetada ao Pleno da Segunda Câmara. Art. 89- A, § 4º, RGEAOAB. Relator: Conselheiro Federal Alexandre Cesar Dantas Soccorro (RR). EMENTA N. 014/2017/SCA.Competência. Prevenção. Matéria afetada ao Plenário da Segunda Câmara. A competência será fixada pela prevenção do relator que tiver antecedido aos outros na prática de algum ato do processo ou de medida a ele relativa. Dessa maneira, havendo manifestação anterior no sentido de anular julgamento e atos processuais, os recursos subsequentes interpostos no mesmo processo ou em processo conexo serão distribuídos ao relator que determinou a anulação do julgado ou dos atos processuais. Ainda que não faça mais parte do órgão julgador, seja pelo encerramento de mandato ou alteração interna de sua composição, a competência será fixada no órgão fracionário ao qual integrava o relator, originariamente. Acórdão: Vistos, relatados e discutidos os autos do processo em referência, acordam os membros da Segunda Câmara do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, observado o quorum exigido no art. 92 do Regulamento Geral, por unanimidade, em fixar a competência para julgamento do recurso na Terceira Turma da Segunda Câmara. Brasília, 21 de agosto de 2017. Ibaneis Rocha Barros Junior, Presidente. Alexandre César Dantas Soccorro, Relator. (DOU, S.1, 29.06.2017, p.67) 6. Um advogado, regularmente inscrito na OAB/RJ, dizendo-se especialista em previdência social, envia "mala direta" a pessoas aposentadas oferecendo seus serviços profissionais para revisão judicial dos proventos da aposentadoria. Pergunta-se: Como você classificaria tal atitude de Paulo Bezerra? Ele praticou um ato ilícito, previsto em nosso Código Civil vigente; Ele cometeu uma infração disciplinar, prevista e punível com a pena de suspensão pelo Estatuto da Advocacia e da OAB. O advogado não praticou infração ético disciplinar por ausência de previsão de envio de mala direto no CED. Ele cometeu uma infração disciplinar, prevista e punível com a pena de censura pelo Estatuto da Advocacia e da OAB; Ele praticou um crime, previsto e punível pelo Código Penal; Explicação: O fundamento da questão está no art. 40, inciso VI do Ced de 2015. 7. Mário, advogado, foi contratado por Túlio para patrocinar sua defesa em uma ação trabalhista. O pagamento dos honorários advocatícios ocorreu na data da assinatura do contrato de prestação de serviços. No dia da audiência, Mário não compareceu nem justificou sua ausência e, desde então, recusa-se a atender e retornar as ligações de Túlio. Com relação a essa situação hipotética, assinale a opção correta. Mário, que descumpriu compromisso profissional, manteve conduta incompatível com a advocacia, desprestigiando toda a ordem de advogados, razão pela qual pode receber a sanção de advertência. Mário abandonou a causa trabalhista sem motivo justo, conduta que caracteriza infração disciplinar grave, iniciando-se o processo disciplinar, necessariamente, com a representação do juiz da causa, que deve certificar o abandono A conduta de Mário caracteriza infração disciplinar de locupletamento à custa do cliente, cuja sanção legal é a suspensão até que a quantia seja devolvida ao cliente lesado. A conduta de Mário caracteriza infração disciplinar punível com suspensão, o que acarreta ao infrator a interdição do exercício profissional em todo o território nacional, pelo prazo de trinta dias a doze meses. A conduta de Mário caracteriza infração de inépcia profissional, cuja sanção legal é a suspensão até que a quantia seja devolvida ao cliente lesado. Explicação: Suspensão nada mais é que, a proibição do exercício da advocacia,em todo o território nacional, e em todas as suas modalidades, incumbe ainda ao infrator, realizar a entrega de seu documento de identificação a OAB, e este será retido pelo prazo da suspensão. A fundamentação da resposta está prevista na regra do artigo 37 da lei nº 8.906/94 (Estatuto da OAB) Art. 37. A suspensão é aplicável nos casos de: I - infrações definidas nos incisos XVII a XXV do art. 34; II - reincidência em infração disciplinar. § 1º A suspensão acarreta ao infrator a interdição do exercício profissional, em todo o território nacional, pelo prazo de trinta dias a doze meses, de acordo com os critérios de individualização previstos neste capítulo. § 2º Nas hipóteses dos incisos XXI e XXIII do art. 34, a suspensão perdura até que satisfaça integralmente a dívida, inclusive com correção monetária. § 3º Na hipótese do inciso XXIV do art. 34, a suspensão perdura até que preste novas provas de habilitação. As sanções disciplinares se encontram expressas no Estatuto e são subdivididas em categorias como: censura, suspensão, exclusão e multa. Dessa forma, o artigo 34 tipifica as infrações, enquanto, os artigos 36 a 39 descrevem as penalizações cabíveis diante à violação praticada pelo profissional no exercício da profissão. Em termos práticos, o Conselho Seccional da inscrição principal do profissional será então comunicado da decisão, eis que condenatória e irrecorrível, está oriunda do processo disciplinar, assim farão os registros nos assentamentos do advogado que penalizado. 8. Os advogados Ivan e Dimitri foram nomeados, por determinado magistrado, para prestarem assistência jurídica a certo jurisdicionado, em razão da impossibilidade da Defensoria Pública. As questões jurídicas debatidas no processo relacionavam- se à interpretação dada a um dispositivo legal. Ivan recusou-se ao patrocínio da causa, alegando que a norma discutida também lhe é aplicável, não sendo, por isso, possível que ele sustente em juízo a interpretação legal benéfica à parte assistida e prejudicial aos seus próprios interesses. Dimitri também se recusou ao patrocínio, pois já defendeu interpretação diversa da mesma norma em outro processo. Sobre a hipótese apresentada, é correto afirmar que: Ivan e Dimitri cometeram infração disciplinar, pois é vedado ao advogado recusar-se a prestar assistência jurídica, sem justo motivo, quando nomeado em virtude de impossibilidade da Defensoria Pública. apenas Dimitri cometeu infração disciplinar, pois não se configura legítima a recusa por ele apresentada ao patrocínio da causa, sendo vedado ao advogado, sem justo motivo, recusar-se a prestar assistência jurídica, quando nomeado em virtude de impossibilidade da Defensoria Pública. Nenhuma das alternativas anteriores apenas Ivan cometeu infração disciplinar, pois não se configura legítima a recusa por ele apresentada ao patrocínio da causa, sendo vedado ao advogado, sem justo motivo, recusar-se a prestar assistência jurídica, quando nomeado. nenhum dos advogados cometeu infração disciplinar, pois se afiguram legítimas as recusas apresentadas ao patrocínio da causa 1. Um advogado, regularmente inscrito na OAB/RJ, dizendo-se especialista em previdência social, envia "mala direta" a pessoas aposentadas oferecendo seus serviços profissionais para revisão judicial dos proventos da aposentadoria. Pergunta-se: Como você classificaria tal atitude de Paulo Bezerra? O advogado não praticou infração ético disciplinar por ausência de previsão de envio de mala direto no CED. Ele praticou um crime, previsto e punível pelo Código Penal; Ele cometeu uma infração disciplinar, prevista e punível com a pena de censura pelo Estatuto da Advocacia e da OAB; Ele cometeu uma infração disciplinar, prevista e punível com a pena de suspensão pelo Estatuto da Advocacia e da OAB. Ele praticou um ato ilícito, previsto em nosso Código Civil vigente; Explicação: O fundamento da questão está no art. 40, inciso VI do Ced de 2015. 2. Na hipótese de o advogado que, mesmo sabendo que não há direito a ser pleiteado, ingressar em aventura jurídica e alegar que a lei foi declarada inconstitucional, sem, no entanto, existir essa declaração do STF será punido em processo ético disciplinar com a sanção de: Advertência Censura Suspensão Licenciamento compulsório. Exclusão Explicação: Na hipótese de o advogado que, mesmo sabendo que não há direito a ser pleiteado, ingressar em aventura jurídica e alegar que a lei foi declarada inconstitucional, sem, no entanto, existir essa declaração do STF será punido em processo ético disciplinar com a sanção de censura, conforme o art. 34, VI, EOAB. 3. NÃO se inclui no conceito de ¿conduta incompatível com a advocacia¿, que caracteriza infração disciplinar: incontinência pública e escandalosa; prática reiterada de jogo de azar, não autorizado por lei; toxicomania habitual embriaguez habitual. violar, sem justa causa, sigilo profissional. Explicação: A conduta incompatível está no art. 34, parágrafo único, alíneas a - c, do EOAB, punível com suspensão. Violar sigilo profissional não é conduta incompatível, está prevista no art. 34, inciso VII, do EOAB punível com censura. 4. Considere que um advogado que nunca tenha sido punido disciplinarmente seja processado pela OAB, sob a acusação de violação de sigilo profissional, e venha a ser condenado. Nessa situação, deve-se aplicar pena de suspensão e multa exclusão, com retenção de honorários. censura. multa progressiva suspensão Explicação: As infrações disciplinares puníveis com censura são as seguintes: exercício da profissão por impedidos ou incompatibilizados (inciso I do art. 34); participação em sociedade irregular (inciso II); utilização de agenciador de causas (inciso III); angariar ou captar causas (inciso IV); autoria falsa de atos (inciso V); advogar contra literal disposição de lei (inciso VI); quebra de sigilo profissional (inciso VII); entendimento com a parte contrária (inciso VIII); prejuízo causado à parte (inciso IX); nulidade processual culposa (inciso X); abandono da causa (inciso XI); recusa da assistência jurídica (inciso XII); publicidade de trabalho pela imprensa (inciso XIII); manipulação fraudulenta de citações (inciso XIV); imputação de fato criminoso (inciso XV); descumprimento a determinação da OAB (inciso XVI); prática irregular de ato pelo estagiário (inciso XXIX); violação ao Código de Ética e Disciplina (inciso II do art. 36); e violação ao preceito do Estatuto (inciso III do art. 36). A censura é pena disciplinar compreendida na repreensão oficial da conduta do infrator posta à análise e a julgamento. Portanto, constitui-se em manifestação oficial da entidade, reconhecendo e condenando, repreendendo, a natureza atentatória aos preceitos deontológicos da profissão da conduta posta. A sanção de censura não pode ser objeto de publicidade ou divulgação, no entanto esse sigilo não é absoluto, porque exclui os órgão da OAB. O parágrafo único do art. 36 da lei estatutária dispõe que a pena de censura poderá ser convertida em mera advertência, em ofício reservado, sem registro nos assentamentos do inscrito, desde que presente circunstância atenuante. São circunstâncias atenuantes as previstas no art. 40 e serão analisadas oportunamente.5. (XX Exame Unificado - Reaplicação Salvador/BA - Caderno Tipo I - Branco - Gabarito Preliminar (Prova aplicada em 14/08/2016/ADAPTADA) O advogado Aureliano foi contratado por alguns herdeiros de José Arcádio para representá-los em inventário judicial. Após dez anos, dá-se o trânsito em julgado da sentença que julgou a partilha, ocasião em que os clientes solicitam a Aureliano que apresente as contas dos valores que deles recebeu durante o período, referentes a custas e outras despesas processuais. Todavia, por não desejar perder tempo com a elaboração do documento, Aureliano, que até então possuía conduta profissional irretocável, deixa de oferecer as contas requeridas. Assim, Aureliano cometeu infração disciplinar, sujeitando-se à sanção de advertência. de censura. de exclusão. de multa pecuniária de suspensão. Explicação: A falta de prestaçãod e contas é uma infração ético-disciplinar punível com suspensão, podendo ser suspenso por prazo indeterminado. Art. 34, Inciso XXI, EOAB. 6. O advogado F recebe do seu cliente WW determinada soma em dinheiro para aplicação em instrumentos necessários à exploração de jogo não autorizado por lei. Nos termos do Estatuto da Advocacia, a infração disciplinar: inocorre, pois se trata de mero ilícito moral; é descaracterizada por ausência de previsão legal; Nenhuma das alternativas anteriores decorre somente se o advogado exige o valor para aplicação ilícita; surge diante do recebimento para aplicação ilícita; Explicação: Ensina Ricardo Duarte Cavazzani: que (...) as infrações disciplinares são normas que restringem direito, isto é, restringem o direito de atuação do advogado, balizando seu campo de atuação dentro de limites éticos dessa profissão, são taxativamente indicadas no texto legal (EAOAB), não deixando para o Código de Ética essa missão, visando, com essa tipificação das infrações, a garantia do devido processo legal quando o Estado tiver de usar de seu poder sancionatório contra atos indevidos praticados por advogados. As infrações disciplinares não comportam interpretações extensivas ou analógicas, constituindo-se apenas nas indicadas pelo Estatuto, considerando-se, logicamente, as possíveis indeterminações de conceitos que podem surgir em função da evolução dos comportamentos profissionais, devendo haver uma adaptação às mudanças que inexoravelmente acontecem. Apenas comete as infrações disciplinares estabelecidas pelos incisos do artigo 34 dos Estatutos o advogado ou estagiário regularmente inscrito nos quadros da OAB que, por ação ou omissão na sua atividade profissional, violem quaisquer das condutas previstas taxativamente na norma. Todo aquele que exerce ilegalmente a profissão de advogado, embora não haja tipo penal para tanto, pode ser enquadrado na figura típica do estelionato na forma do art. 171, caput, do Código Penal, não está sujeito às infrações ética-disciplinares. 7. As sanções disciplinares previstas na Lei 8906/94 são: censura, suspensão e exclusão. censura, suspensão, exclusão e multa aquelas que o Conselho da OAB, em cada caso concreto, entender devam ser criadas e aplicadas. suspensão e exclusão. Explicação: As infrações e sanções disciplinares imputáveis aos profissionais da advocacia estão previstas no capitulo IX da lei nº 8906/94 (Estatuto da Advocacia e da Ordem dos Advogados do Brasil). O artigo 35 da referida lei, enumera as sanções aplicáveis para cada infração, que são censura, suspenção, exclusão e multa. Quanto à censura, percebe-se que esta é uma das formas mais leves das sanções, que com a presença de circunstancias atenuantes, pode a censura ser convertida em advertência, e não impede o exercício da profissão. Esta é aplicada nos casos do art. 36 do Estatuto. A suspenção é aplicada nos casos descritos no art. 37, nos casos de reincidência, e pode ser por tempo determinado, entre 30 dias e 12 meses, ou indeterminado nos casos de recusa injustificada de prestação de contas, inadimplência junto a OAB e inépcia profissional. A exclusão é a pena máxima aplicada, nos casos previstos no art. 38, perdendo o advogado dessa forma seu numero de ordem, não podendo de forma nenhuma exercer a profissão. Já a multa, é uma sanção acessória, que poderá ser aplicada cumulativamente com a censura ou a suspenção, se houver circunstancias agravantes, sendo o valor mínimo de uma anuidade e o máximo de dez anuidades. Após cinco anos contados da data da constatação oficial do fato infracional, prescreve a pretensão de punibilidade das infrações disciplinares. Dessa forma, é aplicada a prescrição a todo processo paralisado por mais de três anos pendentes de julgamento ou despacho, devendo ser arquivado de oficio. 8. Analise as proposições a seguir e assinale a alternativa descontextualizada a respeito da conduta do Tribunal de Ética com relação à suspensão preventiva: O poder de punir disciplinarmente os inscritos na OAB compete exclusivamente ao Conselho Seccional em cuja base territorial tenha ocorrido a infração, salvo se a falta for cometida perante o Conselho Federal (artigo 70 do EOAB). Cabe ao Tribunal de Ética e Disciplina (TED), do Conselho Seccional competente, julgar os processos disciplinares, instruídos pelas Subseções ou por relatores do próprio Conselho, consultas em tese e litígios entre advogados. A jurisdição disciplinar exclui a comum e, quando o fato constituir crime ou contravenção, deve ser comunicado às autoridades competentes (artigo 71 do EOAB). Cabe ao Tribunal de Ética e Disciplina, do Conselho Seccional competente, julgar os processos disciplinares, instruídos pelas Subseções ou por relatores do próprio Conselho (artigo 70 do EOAB). A primeira fase do processo disciplinar poderá ocorrer em uma subseção, mas o julgamento somente perante o Tribunal de Ética e Disciplina, na sede da Seccional da OAB 1. O advogado condenado por crime considerado infamante, que tem a sua inscrição cancelada, para retornar aos quadros da OAB precisa, preliminarmente: Promover a reabilitação judicial. Requerer a restauração da inscrição primitiva. Fazer exame de ordem em face do novo Estatuto. Deixar passar 05 anos a partir do trânsito em julgado da sentença condenatória. Deixar passar 10 anos a partir do trânsito em julgado da sentença condenatória. Explicação: De acordo com o artigo 41, da Lei n. 8.906/94, é facultado ao que tenha sofrido qualquer sanção disciplinar requerer, um ano após seu cumprimento, a reabilitação, em face de provas efetivas de bom comportamento. O Estatuto da OAB prevê que a reabilitação deverá ser apreciada a pedido do interessado, quando apresentar provas de bom comportamento, após um ano do cumprimento efetivo da sanção, inclusive a pena de exclusão. O pedido é personalíssimo, ou seja, feito pelo próprio interessado. O processo seguirá o processamento assemelhado ao processo disciplinar, e as provas de bom comportamento deverão guardar relação com a infração cometida. É indispensável que, durante um ano, após o cumprimento da pena o advogado comprove que sua conduta no meio social não tenha motivado nenhum processo, cível ou criminal, ou, ainda, inquérito policial. Se a sanção disciplinar tiver resultado da prática de crime, apenas após a reabilitação criminal decretada pelo Poder Judiciário poderá ser pleitear a reabilitação disciplinar naOAB. Nesse caso, não haverá necessidade de outras provas de bom comportamento, porque todas já foram apreciadas em sede judicial. Pelo instituto da reabilitação, é restaurada a situação anterior para que possa a pessoa reintegrar-se na posição jurídica de que fora afastada, readquirindo a plenitude de ação relativamente aos direitos de que se privara. 2. (XXI Exame da Ordem). Lúcia, advogada, foi processada disciplinarmente e, após a interposição de recurso, o Conselho Seccional do Estado de Pernambuco confirmou, por unanimidade, a sanção de suspensão pelo prazo de trinta dias, nos termos do Art. 37, § 1º, do Estatuto da OAB. Lúcia verificou, contudo, existir decisão em sentido contrário, em caso idêntico ao seu, no Conselho Seccional do Estado de Minas Gerais. De acordo com o Estatuto da OAB, contra a decisão definitiva unânime proferida pelo Conselho Seccional do Estado de Pernambuco, cabe recurso ao Conselho Federal, por contrariar decisão do Conselho Seccional de Minas Gerais. cabe recurso ao Conselho Federal, em qualquer hipótese, ainda que não existisse decisão em sentido contrário do Conselho Seccional de Minas Gerais cabe recurso ao Conselho Federal, unicamente, se a decisão contrariar decisão anterior do Conselho Seccional do Estado de Pernambuco. não cabe recurso ao Conselho Federal, em qualquer hipótese. cabe recurso ao Conselho Federal, se a decisão contrariar também decisão do Conselho Federal, e não apenas decisão do Conselho Seccional de Minas Gerais. Explicação: Na hipótese, cabe recurso ao Conselho Federal de todas as decisões definitivas proferidas pelo Conselho Seccional, que sendo unânimes, contrariem decisão de outro Conselho Seccional. Art. 75, EOAB. 3. Qual das sanções disciplinares abaixo listadas não se consubstancia em punição por infração disciplinar cometida pelo advogado segundo o Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil ?? Lei no 8.906/1994? Exclusão Suspensão Advertência, como conversão atenuante da censura. Multa. Proibição de concorrer a cargos eletivos junto à Seccional em que está inscrito. Explicação: O art. 35, EOAB estabelece que multa, censura, suspensão e exclusão são sanções ético-disciplinares. Portanto, a opção em que se diz:" Proibição de concorrer a cargos eletivos junto à Seccional em que está inscrito" - está errada porque não é sanção ético disciplinar. 4. De acordo com o ESTATUTO DA OAB, notadamente em relação aos Processos Éticos Disciplinares, assinale a alternativa correta. A exclusão é aplicável nos casos de aplicação, por três vezes, de advertência. A exclusão é aplicável nos casos de aplicação, por três vezes, de suspensão. Aplica-se a prescrição a todo processo disciplinar paralisado por mais de dois anos, pendente de despacho ou julgamento, devendo ser arquivado de ofício, ou a requerimento da parte interessada, sem prejuízo de serem apuradas as responsabilidades pela paralisação A pretensão à punibilidade das infrações disciplinares prescreve em três anos, contados da data da constatação oficial do fato. Asuspensão acarreta ao infrator a interdição do exercício profissional apenas na unidade da Federação onde transitar em Julgado o respectivo processo ético disciplinar. Explicação: Pena mais gravosa imposta ao inscrito nos quadros da Ordem dos Advogados do Brasil, a condenação à exclusão encontra-se no rol das situações ensejadoras do cancelamento da inscrição que, segundo o magistério de Paulo Lôbo,[...] é o ato desconstitutivo que afeta definitivamente a existência da inscrição. O efeito do cancelamento é ex nunc, a partir do fato gerador, salvo na hipótese de inscrição obtida com falsa prova, porque a natureza da decisão seria declaratória de inexistência. (LÔBO, 1996: 86). De fato, o cancelamento é uma medida administrativa adotada como conseqüência de um processo ético- disciplinar ou não, sendo a exclusão, uma sanção que o enseja. Assim, além de decorrer de uma sanção, ele pode se dar a pedido do profissional inscrito; pelo seu falecimento; pelo exercício de atividade incompatível com a advocacia; ou nos casos de perda de qualquer dos requisitos necessários à inscrição na Ordem (Arts. 8º. e 11, da Lei 8.906/94), todos estes casos, passíveis dos respectivos processos. E essa medida administrativa, embora registrada no caput do art. 11, da Lei 8.904/94 como sendo o cancelamento da inscrição do profissional, estende-se também à do estagiário, tanto pela incidência de qualquer das causas atinentes ao profissional, como pelo decurso do prazo de estágio, seja pelo fim da sua vigência, seja pela prestação do compromisso como advogado. Tratando-se do cancelamento pela pena de exclusão, observa-se que esta se dá em duas hipóteses, de acordo com o artigo 38 da Lei 8.906/94: nos casos de aplicação, por três vezes, da pena de suspensão (inciso I); ou nos casos elencados nos incisos XXVI a XXVIII, do artigo 34 desta mesma Lei (inciso II). Assim sendo, além da cominação tripla da pena de suspensão, verifica-se a possibilidade da aplicação da sanção máxima ao inscrito, também nos casos de comprovação da realização de falsa prova de qualquer dos requisitos para a inscrição nos quadros da OAB; de inidoneidade moral para o exercício da advocacia; ou pela prática de crime infamante. 5. No Processo Disciplinar é CORRETO afirmar que a pena de Censura é aplicada ao profissional que solicitar ou receber de constituinte qualquer importância para aplicação ilícita ou desonesta. retiver abusivamente ou extraviar autos recebidos com vista ou em confiança. incidir em erros reiterados que evidenciem inépcia profissional. fizer, em nome do constituinte, e sem sua autorização por escrito, imputação a terceiro de fato definido como crime. realizar sua inscrição na OAB mediante falsa prova. Explicação: Trata-se do inciso XV do art. 34 do EOAB em que temos uma infração ético disciplinar punível com censura. 6. (OAB/SP/adaptada) - Um Advogado, que nunca fora punido disciplinarmente, é processado pela OAB, sob a acusação de violação de sigilo profissional. Se condenado, qual a pena será aplicada àquele Advogado? Multa; Advertência e multa. Censura; Exclusão; Suspensão; Explicação: CENSURA - Trata-se da sanção mais branda, assim, é aplicada para infrações menos graves. Tal sanção não é publicada, ou seja, ninguém além do advogado e da OAB ficam sabendo do fato. Entretanto, será registrada nos assentamentos do inscrito (deixa de ser primário). São consideradas infrações disciplinares puníveis com censura: A captação de novos clientes por meio de publicidade. Vale lembrar que, de acordo com as alterações no Código de Ética e Disciplina da OAB, o advogado pode usar a internet, incluindo as redes sociais, para se apresentar, porém apenas em caráter de informação. Tal apresentação não pode configurar a mercantilização de seus serviços e não pode ter o objetivo de angariar novos clientes. Advogar contra literal disposição da Lei, ou seja, o advogado que pleitear contra a orientação pacífica dos tribunais sobre determinado assunto, sem informar ao seu cliente sobre o insucesso da causa, recebendo os honorários. Quebra do sigilo profissional sem justa causa para tanto. Abandono da causa sem justa causa ou sem o prazo de dezdias da comunicação do abandono, entre outros 7. XIV EXAME DE ORDEM UNIFICADO Ao requerer sua inscrição nos quadros da OAB, Maria assinou e apresentou declaração em que afirmava não exercer cargo incompatível com a advocacia. No entanto, exercia ela ainda o cargo de Oficial de Justiça no Tribunal de Justiça do seu Estado. Pouco tempo depois, já bem sucedida como advogada, pediu exoneração do referido cargo. No entanto, um desafeto seu, tendo descoberto que Maria, ao ingressar nos quadros da OAB, ainda exercia o cargo de Oficial de Justiça, comunicou o fato à entidade, que abriu processo disciplinar para apuração da conduta de Maria, tendo ela sido punida por ter feito falsa prova de um dos requisitos para a inscrição na OAB. De acordo com o EAOAB, assinale a opção que indica a penalidade que deve ser aplicada a Maria. Maria não deve ser punida porque o cargo de Oficial de Justiça não é incompatível com o exercício da advocacia, não tendo Maria, portanto, feito prova falsa de requisito para inscrição na OAB. Maria deve ser punida com a pena de suspensão, pelo prazo de trinta dias. Maria deve ser punida com a pena de exclusão dos quadros da OAB. Maria não deve ser punida porque, ao tempo em que os fatos foram levados ao conhecimento da OAB, ela já não mais exercia cargo incompatível com a advocacia. Maria deve ser punida com a pena de suspensão dos quadros da OAB, pelo prazo de 120 dias. Explicação: Aplica-se a pena de exclusão nos seguintes casos: falsidade dos requisitos de inscrição (inciso XXVI); inidoneidade moral (inciso XXVII); crimeinfamante (inciso XXVIII); nos casos de reincidência, por três vezes em infrações de suspensão. Derivado do latim, do verbo excludere (excluir, afastar, repelir), entende-se, geralmente, o afastamento de uma coisa ou pessoa da situação ou local em que se encontram, ou o impedimento para que possa alguém fruir as coisas que se estabelecem pelo uso ou pelo direito comum. No caso, a pena de exclusão importa em excluir o infrator dos quadros da Ordem dos Advogados do Brasil, deixando, por isso, o mesmo, de ser advogado, e, portanto, ficando impedido de exercer o mandato (art. 42 do EOAB). Por se tratar da mais severa penalidade prevista no Estatuto da Advocacia e da OAB, para sua aplicação é necessária a manifestação favorável de dois terços dos membros do Conselho Seccional competente, conforme exigência contida no parágrafo único do art. 38 do mesmo Estatuto 8. Como você classifica o procedimento do Advogado que aceitou patrocinar uma causa cível do autor e, em conluio com o Advogado do réu, não apela da sentença desfavorável ao seu cliente, que transita em julgado: Ele cometeu um patrocínio infiel Ele cometeu a violação de segredo profissional Ele praticou fraude processual Ele praticou uma lide temerária Ele praticou uma tergiversação 1. Fabiano é conselheiro eleito de certo Conselho Seccional da OAB. No curso do mandato, Fabiano pratica infração disciplinar e sofre condenação, em definitivo, à pena de censura. Considerando a situação descrita e o disposto no Estatuto da OAB, o mandato de Fabiano no Conselho Seccional: será extinto, independentemente da natureza da sanção disciplinar aplicada. será extinto, apenas se a sanção disciplinar aplicada for de exclusão. será extinto, apenas se a sanção por infração disciplinar aplicada for de exclusão ou de suspensão. não será extinto, ainda que a sanção disciplinar for a de exclusão. será extinto, apenas se a sanção aplicada for de suspensão ou se for reincidente em infração disciplinar. Explicação: O artigo 66 do Estatuto da OAB (Lei n. 8.906/94) trata da extinção automática do mandato. A extinção se dará automaticamente pelas causas elencandas nos incisos do I a III do referido dispositivo legal, e esta ocorrerá, antes do final, que é a causa natural da extinção do mandato. O mandato estará extinto se o (a) seu (ua) detentor (a) estiver enquadrado (a) emqualquer das hipóteses de cancelamento ou licenciamento, aquelas previstas nos artigos 11 e 12 do EAOAB. Também se extinguirá prematuramente o mandato se o seu detentor sofrer condenação em processo disciplinar. O terceiro motivo elencado tem caráter moralizador e sancionatório, tendo por escopo que a eleição do Titular (e se refere só a este) de cada órgão da OAB assume o compromisso de bem desempenhar o cargo para o qual foi eleito por todos os advogados (as) e, assim sendo, se não justificada sua falta consecutiva portrês vezes em sessão ordinária, tal ensejará a extinção do mandato, pois comorepresentante da classe, que o elegeu, deve bem e honradamente representá-la. E mais: não poderá o faltante ser reconduzido no mesmo período de mandato. O parágrafo único preconiza que em caso de extinção precoce do mandato e em não havendo suplente eleito, caberá ao Conselho Seccional a escolha, por eleiçãono seu âmbito, do substituto. Art. 66. Extingue-se o mandato automaticamente, antes do seu término, quando: I - ocorrer qualquer hipótese de cancelamento de inscrição ou de licenciamento do profissional; II - o titular sofrer condenação disciplinar; III - o titular faltar, sem motivo justificado, a três reuniões ordinárias consecutivas de cada órgão deliberativo do conselho ou da diretoria da Subseção ou da Caixa de Assistência dos Advogados, não podendo ser reconduzido no mesmo período de mandato. Parágrafo único. Extinto qualquer mandato, nas hipóteses deste artigo, cabe ao Conselho Seccional escolher o substituto, caso não haja suplente. 2. EXANME DE ORDEM Sobre o Conselho Federal da OAB, é CORRETO afirmar que: nenhuma das opções de respostas é competente para criar as Subseções e a Caixa de Assistência dos Advogados; é competente para decidir os pedidos de inscrição nos quadros de advogados e estagiários nas Seccionais; é competente para editar e alterar o Regulamento Geral, o Código de Ética e Disciplina, e os Provimentos que julgar necessário; é competente para fixar, alterar e receber contribuições obrigatórias, preços de serviços e multas dos advogados e estagiários. Explicação: O fundamento está no art. 54, inciso V, EOAB. 3. (OAB 2016 - FGV - EXAME XIX - 2016.1/ADAPTADA) - As Subseções X e Y da OAB, ambas criadas pelo Conselho Seccional Z, reivindicam a competência para desempenhar certa atribuição. Não obstante, o Conselho Seccional Z defende que tal atribuição é de sua competência. Caso instaurado um conflito de competência envolvendo as Subseções X e Y e outro envolvendo a Subseção X e o Conselho Seccional Z, assinale a opção que relaciona, respectivamente, os órgãos competentes para decidir os conflitos. Todas as afirmativas estão incorretas. Ambos os conflitos de competência serão decididos, em única instância, pelo Conselho Federal da OAB. O conflito de competência entre as subseções deve ser decidido pelo Conselho Seccional Z, cabendo recurso ao Conselho Federal da OAB. Do mesmo modo, o conflito entre a Subseção X e o Conselho Seccional Z será decidido pelo Conselho Seccional Z, cabendo recurso ao Conselho Federal da OAB. O conflito de competência entre as subseções deve ser decidido pelo Conselho Seccional Z, cabendo recurso ao Conselho Federal da OAB. Já o conflito entre a Subseção X e o Conselho Seccional Z será decidido, em única instância, pelo Conselho Federal da OAB.O conflito de competência entre as subseções deve ser decidido, em única instância, pelo Conselho Seccional Z. O conflito entre a Subseção X e o Conselho Seccional Z será decidido, em única instância, pelo Conselho Federal da OAB. Explicação: Gladston Mamede, (2013, p.270) entende que "compete ao Conselho Federal cumprir as finalidades da OAB; representar judicial ou extrajudicialmente os interesses coletivos ou individuais dos advogados; velar pela dignidade, independência, prerrogativas e valorização da advocacia; representar, com exclusividade, os advogados brasileiros nos órgãos e eventos internacionais da advocacia; editar e alterar o Regulamento Geral, o Código de Ética e disciplina, e os provimentos que julgar necessários; assegurar o regular funcionamento dos Conselhos Seccionais, neles intervindo quando constatar grave violação do Estatuto ou de seu Regulamento" 4. Sobre as eleições para escolha da Diretoria do Conselho Federal: O voto é exercido pelos Presidentes dos Conselhos Seccionais junto às delegações respectivas. O voto é tomado por delegação e não pode ser exercido nas matérias de interesse da unidade que represente. O voto é exercido por cada membro honorários vitalício, sendo vedado aos Conselheiros eleitos que representem as Seccionais. O voto é exercido por cada conselheiro federal individualmente, sendo vedado aos membros honorários vitalícios. O voto é exercido pelos Presidentes das subseções em sessão solene. Explicação: O fundamento da questão está expresso no art. 68, § 3° do RGOAB, os conselheiros federais que integram as delegações das Seccionais, votam individualmente para eleger a Diretoria do Conselho Federal da OAB. 5. A respeito dos órgãos da OAB, assinale a alternativa correta: As subseções são os órgãos estaduais da OAB, sendo criadas pelo Conselho Federal desde que haja um número mínimo de 100 advogados domiciliados profissionalmente em determinado Estado As Caixas de Assistência dos Advogados, embora não tenham personalidade jurídica própria, são consideradas partes autônomas dos Conselhos Seccionais Os Conselhos Seccionais têm sede em cada um dos Estados e no Distrito Federal, contando com personalidade jurídica própria e, dentre outras, tem competência para elaborar as listas de advogados previstas constitucionalmente, que irão integrar os Tribunais de âmbito estadual O Conselho Federal, com sede em Brasília, é competente para estabelecer tabela de honorários advocatícios, a ser observada em todos os Conselhos Seccionais Explicação: As subseções podem envolver um município ou mais de um, são criadas pela Seccional. art. 58, II, EOAB Os Conselhos Seccionais têm sede em cada um dos Estados e no Distrito Federal, contando com personalidade jurídica própria e, dentre outras, tem competência para elaborar as listas de advogados previstas constitucionalmente, que irão integrar os Tribunais de âmbito estadual - art. 58, XIV, EOAB. O Conselho Federal não organiza a tabela de honorários porque é competência do Conselho Seccional - art. 58, V, EOAB. As Caixas de Assistência dos Advogados têm personalidade jurídica própria. art. 45, § 4°, EOAB. 6. Sobre as Caixas de Assistência dos Advogados, é INCORRETO afirmar: em benefício dos advogados, a Caixa pode promover a seguridade complementar. a sua diretoria é composta de cinco membros com atribuições definidas no seu Regimento Interno. em caso de sua extinção, tem seu patrimônio revertido ao Conselho Federal da OAB. pode sofrer intervenção, mediante deliberação do Conselho Seccional a que se vincule. possuem personalidade jurídica própria, destinando-se a prestar assistência aos inscritos no Conselho Seccional a que se vincule. Explicação: Em caso de extinção ou desativação, seu patrimônio se incorpora ao Conselho Seccional rescpectivo - art. 62,§ 6°, EOAB. 7. Assinale a alternativa INCORRETA: Quais os órgãos que integram a OAB? Conselho Seccional (um em cada ente da federação), Subseção (existem no território das Seccionais) Conselho Federal (sede em Brasília), Fórum Caixa de Assistência dos Advogados (temos uma no território de cada Seccional). Explicação: São órgãos da OAB, na forma do art. 45, I a IV, EOAB: Conselho Federal (sede em Brasília), Conselho Seccional (um em cada ente da federação), Subseção (existem no território das Seccionais) e Caixa de Assistência dos Advogados (temos uma no território de cada Seccional). 8. Os órgãos que integram a Ordem dos Advogados do Brasil são: O Conselho Federal, os Conselhos Distritais, as Subseções, as Caixas de Assistência dos Advogados e os Tribunais de Ética e Disciplina. O Conselho Federal, o Conselho Pleno, as Subseções, as Caixas de Assistência dos Advogados e os Tribunais de Ética e Disciplina. O Conselho Federal, os Conselhos Seccionais, as Subseções e as Caixas de Assistência dos Advogados. O Conselho Federal, os Conselhos Seccionais, as Caixas de Assistência dos advogados e os Tribunais de Ética e Disciplina. O Conselho Federal, os Conselhos Estaduais, as Subseções e os Tribunais de Ética e Disciplina 1. A intervenção nas Subseções do Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil poderá ocorrer por deliberação de 2/3 dos membros do Conselho Federal. da maioria dos membros do Conselho Federal. de 2/3 dos membros do Conselho Seccional. da maioria dos membros do Conselho Seccional, referendada pelo Conselho Federal. de 1/3 dos membros do Conselho Seccional. Explicação: O art. 60, § 6° do EOAB estabelece o quorum de 2/3 dos membros do Conselho SEccional para intervir nas subseções. 2. No exercício do mandato, o Conselheiro Federal atua no interesse da advocacia nacional e nas sessões do Conselho Federal. Como fica atuação de Presidentes das Seccionais e advogados agraciados com a medalha Rui Barbosa nas sessões desse conselho? Presidentes das Seccionais e advogados agraciados com a medalha Rui Barbosa nas sessões do Conselho federal têm direito a voz. Presidentes das Seccionais e advogados agraciados com a medalha Rui Barbosa nas sessões do Conselho federal não têm direito a voto, nem direito a voz. Presidentes das Seccionais têm direito a voz e advogados agraciados com a medalha Rui Barbosa nas sessões do Conselho federal não têm direito a voto, nem direito a voz. Presidentes das Seccionais, tem direito a voz e voto, mas os advogados agraciados com a medalha Rui Barbosa nas sessões do Conselho federal têm direito a voz. Presidentes das Seccionais e advogados agraciados com a medalha Rui Barbosa nas sessões do Conselho federal têm direito a voto e voz. Explicação: Presidentes das Seccionais e advogados agraciados com a medalha Rui Barbosa nas sessões do Conselho federal têm direito a voz, conforme estabelece os art. 51 e 52 do EOAB. 3. As advogadas Tereza, Gabriela e Esmeralda desejam integrar a lista a ser encaminhada ao Tribunal de Justiça dedeterminado estado da federação, para preenchimento de vaga constitucionalmente destinada aos advogados na composição do Tribunal. Tereza exerce regular e efetivamente a atividade de advocacia há 15 anos. Possui reputação ilibada e saber jurídico tão notório que a permitiu ser eleita conselheira suplente, para a atual gestão, de determinada subseção da OAB. Gabriela, embora nunca tenha integrado órgão da OAB, exerce, regular e efetivamente, a advocacia há 06 anos e é conhecida por sua conduta ética e seu profundo conhecimento do Direito. Por sua vez, Esmeralda pratica regularmente a advocacia há 10 anos. Também é inconteste seu extenso conhecimento jurídico. A reputação ilibada de Esmeralda é comprovada diariamente no corretíssimo exercício de sua função de tesoureira da Caixa de Assistência de Advogados da Seccional da OAB na qual inscrita. Sobre o caso narrado, assinale a afirmativa correta. Apenas Tereza deverá compor a lista a ser encaminhada ao Tribunal de Justiça. Apenas Gabriela deverá compor a lista a ser encaminhada ao Tribunal de Justiça. Apenas Tereza e Esmeralda deverão compor a lista a ser encaminhada ao Tribunal de Justiça. Tereza, Esmeralda e Gabriela poderão compor a lista a ser encaminhada ao Tribunal de Justiça. Nenhuma das advogadas deverá compor a lista a ser encaminhada ao Tribunal de Justiça. Explicação: Conforme o art. 58, inciso XIV do EOAB é vedada a indicação para listas constitucionais, pessoas que sejam membros do próprio Conselho e de qualquer órgão da OAB. E conforme o prov. 102/2004 é preciso ter, pelo emnos, 10 anos de exercício profissional. 4. Sobre as Caixas de Assistência dos Advogados, é INCORRETO afirmar: possui diretoria composta de 5 ( cinco) membros. em benefício dos advogados, a Caixa pode promover a seguridade complementar. pode sofrer intervenção, mediante deliberação do Conselho Seccional a que se vincule. possuem personalidade jurídica própria, destinando-se a prestar assistência aos inscritos no Conselho Seccional a que se vincule. em caso de sua extinção, tem seu patrimônio revertido ao Conselho Federal da OAB. Explicação: A Caixa de Assistência dos Advogados, na forma do art. 62, § 6º do EOAB que fala da extinção ou desativação, tem seus patrimônio incorporado ao do Conselho Seccional. 5. Em relação à organização da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), assinale a opção correta. A OAB é uma autarquia da União. O Conselho Seccional é órgão interno do Conselho Federal. Somente é possível a criação de Caixa de Assistência dos Advogados quando a seccional contar com mais de 1.500 inscritos. O presidente de seccional pode, a critério do Pleno, receber remuneração pelo exercício do cargo. A OAB está ligada ao Ministério da Justiça para fins de dotação orçamentária. Explicação: O fundamento da questão está no art. 45, § 4° do EOAB c/c art. 58, II, EOAB. 6. (OAB - IV EXAME DE ORDEM UNIFICADO - FGV - 2011.1/adaptada) Em termos de processo disciplinar perante a OAB, é correto dizer que, havendo representação contra presidente de seccional, o órgão competente será o: Conselho Federal da OAB. Conselho Federal da OAB, quando houver impedimento de dois terços do Conselho Seccional de origem para o julgamento. Tribunal de Ética e Disciplina Conselho Seccional que for escolhido pelo Conselho Federal da OAB, por maioria absoluta. próprio Conselho Seccional, impedindo o presidente. Explicação: Em regra, a competência para julgar processo disciplinar é do Tribunal de Ética. Todavia, quando se tratar de membros do Conselho Federal e/ou Presidente dos Conselhos Seccionais, haverá um deslocamento de competência do Tribunal de Ética para o Conselho Federal, que ficará responsável não só pelo julgamento como também pelo processo destes representados (art. 51, § 3º, do CED). 7. EXAME DE ORDEM Assinale a opção correta em relação ao Estatuto da OAB Uma subseção pode abranger um ou mais municípios e, ainda, partes de município. Uma seccional pode abranger um ou mais estados da Federação Uma Caixa de Assistência aos Advogados não tem personalidade própria, mas o Conselho Seccional a que ela se vincula, sim. Juntamente com a eleição do Conselho Seccional e da Subseção, os advogados elegem diretamente o Conselho Federal da OAB. Nenhuma das opções de respostas Explicação: O fundamento está no art. 60, EOAB. 8. Os jovens Rodrigo, 30 anos, e Bibiana, 35 anos, devidamente inscritos em certa seccional da OAB, desejam candidatar-se,pela primeira vez, a cargos de diretoria do Conselho Seccional respectivo. Rodrigo está regularmente inscrito na referida seccional da OAB há seis anos, sendo dois anos como estagiário. Bibiana, por sua vez, exerceu regularmente a profissão por três anos, após a conclusão do curso de Direito. Contudo, afastou-se por dois anos e retornou à advocacia há um ano. Ambos não exercem funções incompatíveis com a advocacia, ou cargos exoneráveis ad nutum. Tampouco integram listas para provimento de cargos em tribunais ou ostentam condenação por infração disciplinar. Bibiana e Rodrigo estão em dia com suas anuidades. Considerando a situação narrada, assinale a afirmativa correta. nenhuma das alternativas anteriores Apenas Rodrigo preenche as condições de elegibilidade para os cargos. Apenas Bibiana preenche as condições de elegibilidade para os cargos. Bibiana e Rodrigo preenchem as condições de elegibilidade para os cargos. Nenhum dos dois advogados preenche as condições de elegibilidade para os cargos. uestões que será usado na sua AV e AVS. 1. Fabiano é conselheiro eleito de certo Conselho Seccional da OAB. No curso do mandato, Fabiano pratica infração disciplinar e sofre condenação, em definitivo, à pena de censura. Considerando a situação descrita e o disposto no Estatuto da OAB, o mandato de Fabiano no Conselho Seccional será extinto, apenas se a sanção aplicada for de suspensão cumulada com multa. será extinto, apenas se a sanção aplicada for de suspensão ou se for reincidente em infração disciplinar será extinto, apenas se a sanção disciplinar aplicada for de exclusão. será extinto, apenas se a sanção por infração disciplinar aplicada for de exclusão ou de suspensão. será extinto, independentemente da natureza da sanção disciplinar aplicada. Explicação: O fundamento está no art. 66, inciso II, do EOAB em que se observa a extinção automática do mandato porque o titular sofreu condenação disciplinar. 2. Com relação às atribuições do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, assinale a alternativa incorreta. Compete ao Conselho Federal elaborar seu regimento e os regimentos dos Conselhos Seccionais. Compete ao Conselho Federal adotar medidas para assegurar o regular funcionamento dos Conselhos Seccionais. Compete ao Conselho Federal velar pela dignidade, independência, prerrogativas e valorização da advocacia. Compete ao Conselho Federal julgar, em grau de recurso, as questões decididas pelos Conselhos Seccionais, nos casos previstos no estatuto da OAB e no regulamentogeral. Compete ao Conselho Federal representar, com exclusividade, os advogados brasileiros nos órgãos e eventos internacionais da advocacia. Explicação: A competência mencionada não se refere ao Conselho Federal da OAB. Conforme o art. 58, inciso I do EOAB a competência é privativa do Conselho Seccional editar seu regimento Interno. O Conselho Federal tem sua estrutura e funcionamento definidos no regulamento geral da OAB, conforme exprime o art. 53, EOAB. 3. As Subseções X e Y da OAB, ambas criadas pelo Conselho Seccional Z, reivindicam a competência para desempenhar certa atribuição. Não obstante, o Conselho Seccional Z defende que tal atribuição é de sua competência. Caso instaurado um conflito de competência envolvendo as Subseções X e Y e outro envolvendo a Subseção X e o Conselho Seccional Z, assinale a opção que relaciona, respectivamente, os órgãos competentes para decidir os conflitos. Ambos os conflitos de competência serão decididos, em única instância, pelo Conselho Federal da OAB. O conflito de competência entre as subseções deve ser decidido pelo Conselho Seccional Z, cabendo recurso ao Conselho Federal da OAB. Já o conflito entre a Subseção X e o Conselho Seccional Z será decidido, em única instância, pelo Conselho Federal da OAB. O conflito de competência entre as subseções deve ser decidido, em única instância, pelo Conselho Seccional Z. O conflito entre a Subseção X e o Conselho Seccional Z será decidido, em única instância, pelo Conselho Federal da OAB. Nenhuma das alternativas anteriores O conflito de competência entre as subseções deve ser decidido pelo Conselho Seccional Z, cabendo recurso ao Conselho Federal da OAB. Do mesmo modo, o conflito entre a Subseção X e o Conselho Seccional Z será decidido pelo Conselho Seccional Z, cabendo recurso ao Conselho Federal da OAB. Explicação: O fundamento da questão encontra-se nos artigos 57 e 58 do EOAB. 4. Não é da competência privativa dos Conselhos Seccionais: Criar as Subseções e a Caixa de Assistência dos Advogados. Editar seu regimento Interno e Resoluções. aprovar e modificar seu orçamento anual. Julgar em grau de recurso as questões decididas por seu presidente, diretoria e TED. dispor sobre a identificação dos inscritos na OAB e sobre os símbolos privativos. Explicação: A opção : "dispor sobre a identificação dos inscritos na OAB e sobre os símbolos privativos." é da competência do Conselho Federal, na forma do art. 54, X, EOAB. As mat´ria privativas do Conselho Seccional estão enecadas no art. 58, EOAB. 5. Qual a natureza jurídica da Ordem dos Advogados do Brasil? É uma pessoa jurídica, de direito privado; É uma associação de classe, sem fins lucrativos; É uma autarquia federal; É uma instituição "sui generis", com personalidade jurídica e forma federativa, constituindo um serviço público de âmbito nacional, gozando seus bens, rendas e serviços de imunidade tributária total. É uma pessoa jurídica, de direito público; Explicação: Para se entender a natureza jurídica da OAB é preciso analisar a ADIN 3026-4/DF que tratou da constitucionalidade do § 1º do artigo 79 da lei 8906/1994 (Estatuto da OAB) cujo teor segue abaixo transcrito: Art. 79. Aos servidores da OAB, aplica-se o regime trabalhista. § 1º. § 1º Aos servidores da OAB, sujeitos ao regime da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, é concedido o direito de opção pelo regime trabalhista, no prazo de noventa dias a partir da vigência desta lei, sendo assegurado aos optantes o pagamento de indenização, quando da aposentadoria, correspondente a cinco vezes o valor da última remuneração. O STF ao analisar a constitucionalidade desses dispositivos deixou consignado alguns importantes posicionamentos sobre o tema. O primeiro refere-se ao fato de que a OAB não se sujeita aos ditames impostos à Administração Direta e Indireta. Segundo o referido julgado, a OAB não é uma entidade da Administração Indireta da União. A Ordem é entidade sui generis por trata-se de um serviço público independente de categoria ímpar no elenco das personalidades jurídicas existentes no direito brasileiro. 6. São órgãos da OAB, na forma do art. 45, I a IV, EOAB: I - Conselho Federal (sede em Brasília), II - Conselho Seccional (um em cada ente da federação), III - Subseção (existem no território das Seccionais), IV - Caixa de Assistência dos Advogados (temos uma no território de cada Seccional). Estão corretas: Somente I, II e III Somente I e II Somente III e IV Somente I e IV I, II, III e IV Explicação: Todas proposições se referem a órgãos da OAB 7. Acerca das finalidades da Ordem dos Advogados do Brasil, marque a opção correta: promover, com exclusividade, a representação dos advogados em toda a República Federativa do Brasil em demandas de responsabilização civil movidas por ex-clientes. defender a Constituição, a ordem jurídica estatal, a seleção e a disciplina dos advogados em toda a República Federativa do Brasil. promover, com exclusividade, a representação e a defesa dos advogados em toda a República Federativa do Brasil, inclusive dos que estejam em relação de emprego nos respectivos dissídios coletivos. defesa dos direitos humanos dos "humanos direitos", da boa aplicação das leis, da rápida administração da justiça e a fiscalização do processo eleitoral brasileiro em todos os níveis. defender a justiça social, pugnar pela boa aplicação das leis, pela rápida administração da justiça e pelo aperfeiçoamento da cultura e das instituições jurídicas. Explicação: As finalidades da OAB estão elencada no art. 44, do EOAB. 8. A Competência para determinar, com exclusividade, critérios no que se relaciona ao traje dos advogados, no exercício profissional, é atribuída ao: Juiz Diretor do Fórum onde o advogado vai atuar Conselho Seccional da OAB Caixa de Assistência do Advogado Conselho Federal da OAB Conselho Superior da Magistratura