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Trabalho A1 - resumo do video Historia da Terra

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Como surgiu a Terra?
RESUMO DO DOCUMENTÁRIO: O INICIO DE TUDO
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Conta a teoria cientifica que o Planeta Terra como o conhecemos tem sua origem a 4,5 bilhões de anos atrás e que antes disto, seguindo inclusive a crença Bíblica que de forma despretensiosa, conta que a Terra era sem forma e vazia, ou seja, sem vida, desolada. Uma colisão de um outro planeta do tamanho de Marte com nosso planeta teria resultado numa fusão e gerado uma série de eventos cataclísmicos desencadeando vulcões em erupção por toda a superfície do planeta, que deram origem a uma atmosfera primitiva e que assim, numa combinação de hidrogênio com oxigênio formaram uma demanda d’água capaz de cobrir toda superfície do planeta gerando uma crosta submersa, isto é, uma camada sólida oriunda da própria massa mineral pastosa, em estado de fusão que se chamou de magma, popularmente conhecida como rocha líquida, obviamente em estado efervescente.
As pressões internas do magma sobre a crosta fina, de aproximadamente 5km apenas, entre a água e o magma, criariam veias de larvas até a superfície nos pontos vulneráveis, chamados hotspot (pontos de acesso), espalhados por todo o planeta. A medida em que estas larvas atingiam a água, se solidificavam criando protuberâncias de rocha que eram empilhadas por essas veias de larvas, que se projetavam para cima e quando atingiam a superfície das águas criavam ilhas com as camadas de terra que se elevavam do fundo do mar, como ainda ocorre nos dias atuais, obviamente que em escalas menores.
No entanto existiria uma força ainda mais incontrolável no magma pressionando a crosta que teria causado separações dela em placas tectônicas gerando intensas atividades vulcânicas nos pontos vulneráveis ao longo das linhas divisórias dessas placas que se colidiam entre si.
O atrito brutal entre essas placas teria projetado a crosta para cima formando gigantescas cadeias montanhosas e muitos vulcões, o que foi chamado de Deriva Continental, que teria dado origem as “porções secas” chamadas de continentes. A deriva continental é algo muito estudada e fundamenta a teoria da movimentação das placas tectônicas e abalos sísmicos da atualidade.
O primeiro grande continente a ter erguido foi chamado de Rodinia. Acredita-se que seu litoral “serviu de berço para um salto espetacular da vida”, onde, “em suas águas rasas, organismos unicelulares combinados deram origem a algas primitivas que converteriam luz do sol em oxigênio”, proporcionando condições favoráveis e em seguida, a existência da vida animal que prosperou por 1,5 bilhões de anos. Estima-se que a 300 bilhões de anos existia muita vida animal no planeta, mas uma catástrofe teria sucumbido quase toda vida na Terra e estaria ligado a movimentação das placas tectônicas. Uma colisão entre duas placas continentais forçou a elevação do terreno formando um supercontinente ainda maior, chamado Pangeia (toda a terra), com cadeias montanhosas ainda maiores, que acabariam por proporcionar bruscas mudanças climáticas que teriam contribuído para a catástrofe, em função de excessivas chuvas torrenciais que atingiriam regiões litorâneas e que teria transformado 60% da terra em um gigantesco deserto (o ancestral do Saara), e, grande aquecimento teria despertado vulcões, que contaminariam a atmosfera com excessiva quantidade de metano e exterminado 90% da vida selvagem.
Mas, a 250 milhões de anos, os sobreviventes desse apocalipse, na era dos dinossauros, estavam por vivenciar outra catástrofe que extinguiria toda vida no mundo. Eventos cataclísmicos anunciariam o início do rompimento da Pangeia que teria se partido em vários outros continentes. As placas tectônicas resultantes desta divisão agora começariam a se afastar umas das outras, como isso o deserto do Saara teria desabado permitindo que mares pré-históricos inundassem boa parte do deserto, justificando a existência do mundo moderno e a aparição do Oceano Atlântico.
A 90 milhões de anos o continente americano estava em movimento, mas a 70 milhões de anos foi bloqueada pelo Pacífico por uma força de colisão entre as duas placas tectônicas que elevou as cadeias montanhosas conhecidas como as planícies norte-americanas em 5km de diferença de nível. Com a elevação do terreno que teria estado submerso por muito tempo, rios começaram a descer pelas encostas e o rio Colorado que teria sido muito mais volumoso, escorrendo pela planície esculpiu o Grand Canyon como ocorre ainda hoje.
Alguns indícios nas camadas geológicas indicam que a 65 milhões de anos um gigantesco asteroide teria atingido a terra, que combinado a um aumento na atividade vulcânica teria dado início a um inverno nuclear que teria extinguido toda vida superior a 10 kg, pondo um fim a era dos dinossauros. Pequenos mamíferos teriam resistido, mas tendo ainda que suportar uma série de catástrofes.
“Cerca de 3 milhões de anos atrás atividades tectônicas somada a mudanças diminutas na rotação da terra em torno do Sol, permitiu que geleiras gigantescas tomassem o mundo”, a queda brusca de temperatura e as frequentes nevascas compactariam gelos sobre gelos, aprisionando e provocando uma baixa no nível dos oceanos de forma a transformar o mundo radicalmente e o que antes era submerso estaria então exposto aumentando as áreas desérticas e vice-versa. 
A 12 mil anos atrás o mundo ainda estaria envolto numa era glacial, entretanto, a medida que essa era chegava ao fim o gelo aprisionado nos polos mais frios do planeta começou a derreter liberando poderosa quantidade de água, criando enchentes com força para criar “vales profundos, desgastar canyon e reduzir montanhas a planicies”, justificando tamanha erosão no oeste americano que formou o Grand Canyon.
Forças externas como a dos meteoros, radiações solares, aquecimento global, entre outras, que agem sobre o planeta contribuindo para a atuação das forças internas como a deriva dos continentes, que proporcionam por todo o planeta atividades vulcânicas, alterações climáticas, que promovem enchentes torrenciais, frentes extremamente frias, secas... Essas forças continuam a modificar as paisagens do nosso mundo, lugares que desapareceram, outros que surgiram, o derretimento constante das geleiras no Alasca, as características e deformações, são muitas as evidências de que o mundo está em constante transformação, que muitas vezes se tornam imperceptíveis ao nosso tempo, devido a nossa limitação, pois o tempo geológico é datado de 4,5 milhões de anos ao passo que o tempo do homo sapiens seria de apenas 200 mil anos e nós ainda só estamos começando a compreender o nosso planeta.

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