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Governança da Tecnologia da Informação Governança de Ativos Elaine L. Civalsci ATIVOS DE UMA EMPRESA Mas o que são os ativos de uma empresa? Em contabilidade, ativo é um termo básico utilizado para expressar o conjunto de bens, valores, créditos, direitos e assemelhados que forma o patrimônio de uma pessoa, singular ou coletiva, num determinado momento, avaliado pelos respectivos custos (Weill & Ross, 2006). GOVERNANÇA DE ATIVOS A governança dos principais ativos ocorre por meio de um grande número de mecanismos organizacionais (estruturas, processos, comitês, procedimentos e auditorias). Alguns mecanismos são exclusivos de um dado ativo (como o comitê de arquitetura de ti), e outros cruzam e integram vários tipos de ativos (o processo de aprovação de capital, por exemplo), assegurando sinergia entre esses ativos. A maturidade na governança desses seis ativos principais varia significativamente na maioria das empresas de hoje, como os ativos financeiros e físicos sendo tipicamente os mais bem governados, e os ativos de informação figurando entre os piores (Weill & Ross, 2006). PRINCIPAIS ATIVOS DE UMA EMPRESA • Ativos Humanos • Ativos Financeiros • Ativos Físicos • Ativos de PI (propriedade intelectual) • Ativos de informação e TI • Ativos de relacionamento DESCRIÇÃO DOS ATIVOS Ativos Humanos: Podemos exemplificar os ativos humanos como as pessoas, habilidades, planos de carreira, treinamento, relatórios, mentoring, competências, etc (Weill & Ross, 2006). Ativos financeiros: São descritos como ativos financeiros de uma empresa o dinheiro, investimentos, passivo, fluxo de caixa, contas a receber e assim por diante (Weill & Ross, 2006). Ativos físicos: Os ativos físicos são descritos como os prédios, fábricas, equipamentos, manutenção, segurança, utilização e assim por diante (Weill & Ross, 2006); Ativos de PI (propriedade intelectual): Os ativos de propriedade intelectual incluem o know-how de produtos, serviços e processos devidamente patenteados, registrados ou embutidos nas pessoas e nos sistemas da empresa. Ativos de informação e TI: Os dados digitalizados, informações e conhecimentos sobre clientes, desempenho de processos, finanças, sistemas de informação e assim por adiante são característicos dos ativos de informação e TI (Weill & Ross, 2006). Ativos de relacionamento: Os ativos de relacionamento podem ser caracterizados como o relacionamento dentro da empresa, bem como a marca e reputação junto a clientes, fornecedores, unidades de negócio, órgão reguladores, concorrentes, revendas autorizadas e assim por diante (Weill & Ross, 2006). A MATURIDADE DA GOVERNANÇA DE ATIVOS A maturidade na governança desses seis ativos principais varia significativamente na maioria das empresas de hoje, como os ativos financeiros e físicos sendo tipicamente os mais bem governados, e os ativos de informação figurando entre os piores. Na base da figura 1, estão os mecanismos utilizados para governar cada um dos seis ativos. Afirmamos que as empresas com mecanismos comuns para vários ativos tem um desempenho melhor. Por exemplo: Se o mesmo comitê executivo governar ativos tanto financeiros como TI, a empresa pode obter maior integração e gerar maior valor (Weill & Ross, 2006). Figura 1 – Governança de ativos. A educação da equipe de alta gerência sobre como os mecanismos de governança se combinam e atuam a favor da empresa é uma tarefa essencial e constante para que se tenha uma governança efetiva. É positivo afirmar que muitos benefícios tangíveis estão à espera de uma governança de TI melhor (Weill & Ross, 2006). CINCO DECISÕES CRÍTICAS DE TI - TORNANDO A TI UM ATIVO ESTRATÉGICO Uma governança de TI eficaz deve tratar de 3 questões críticas: 1) Quais decisões devem ser tomadas para garantir a gestão e uso eficazes de TI? 2) Quem deve tomar essas decisões? 3) Como essas decisões serão tomadas e monitoradas? Podemos organizar essas perguntas em uma grade, chamada de Matriz de Arranjos de Governança, conforme a figura 2 (Weill & Ross, 2006). Figura 2 – Matriz de arranjo da governança com as 5 decisões inter-relacionadas. A MATRIZ DE ARRANJO DA GOVERNANÇA DE TI Segundo os autores Fernandes & Abreu, 2012, as cinco decisões de TI inter- relacionadas podem ser descritas como: • Princípios de TI. • Arquitetura de TI. • Infraestrutura de TI. • Necessidade de aplicações de negócio.. • Investimentos e priorização de TI. Princípios de TI: Os princípios de TI são regras que norteiam o direcionamento e o controle dos processos dentro da estrutura corporativa. Esclarecendo o papel de negócio de TI. Arquitetura de TI: capacidade instalada de tecnologia da informação, padrões de tecnologia, modelos de dados, etc (Weill & Ross, 2006). Infraestrutura de TI: Contemplam as decisões sobre serviços de infraestrutura de TI, suporte de TI, gestão de ativos de software, entrega de serviços e suporte a serviços (Weill & Ross, 2006). Necessidade de aplicações de negócio: Essa decisão especifica a necessidade comercial de aplicações de TI, comprada ou desenvolvida internamente (Weill & Ross, 2006). Investimentos e priorização de TI: Essa decisão permite escolher quais iniciativas financiar e quanto gastar. Como priorizar os recursos aplicados em TI. MATRIZ DE ARRANJOS DE GOVERNANÇA Internamente, a governança deve desenvolver competências e designar os direitos de decisão nas questões de real valor tendo por fim atingir os objetivos de negócio. Neste aspecto, a governança em TI se apresenta como uma estrutura bem definida de relações e processos que controlam e dirigem uma organização dentro de um cenário de extrema competitividade. O foco é permitir que as perspectivas de negócios, de infraestrutura, de pessoas e de operações sejam levadas em consideração no momento de definição do que mais interessa à empresa, alinhando a tecnologia da informação à essa estratégia. Estas cinco decisões chaves estão inter-relacionadas e requerem vinculação para que haja uma governança eficaz tipicamente fluindo da esquerda para a direita na matriz, figura 1. Por exemplo, os Princípios de TI motivam a arquitetura, que leva à infraestrutura. A infraestrutura habilita o desenvolvimento de aplicações com base nas necessidades do negócio, especificadas frequentemente pelos detentores dos processos comerciais. Finalmente, os investimentos em TI (contração de ‘processo de investimento e priorização de TI’), devem ser motivados pelos princípios, pela arquitetura, pela infraestrutura e pelas necessidades de aplicações (Fernandes & Abreu, 2012). CONJUNTO DE ARQUÉTIPOS – DIREITOS DECISÓRIOS Cada arquétipo identifica o tipo de pessoa envolvida em tomar uma decisão de TI: • Monarquia de negócio. • Monarquia de TI. • Feudalismo. • Federalismo. • Duopólio de TI. • Anarquia. Cada arquétipo identifica o tipo de pessoa envolvida em tomar uma decisão de TI, são descritos a seguir: Monarquia de negócio: Podemos descrever a monarquia de negócio como um grupo de executivos de negócio ou executivos individuais (CxSOs). Inclui comitês de executivos seniores de negócios (podendo incluir o CIO). Exclui executivos de TI que atuem independentemente. Numa monarquia de negócio, os altos executivos de negócios tomam decisões de TI que afetam a empresa toda. O CIO participa em pé de igualdade com os demais líderes.Os alto executivos de negócios (CXOS ou executivos em papel de diretoria) tomam decisões em grupo. Tipicamente, as monarquias de negócio aceitam contribuições de muitas fontes para as decisões-chave. Por exemplo, as decisões de investimentos de TI recebem contribuições do(s): a) Subordinados diretos do CIO; b) Lideres de TI das unidades de negócio; c) Processo de gestão de orçamento da empresa como um todo; d) Acordos de nível de serviços e cobrança reversa; e) Um sistema de rastreamento de atividades que mostram todos os recursos de TI e como este é utilizado (Weill & Ross, 2006); Monarquia de TI: Estão caracterizados na monarquia de TI os indivíduos ou grupos de executivos de TI. Numa monarquia de TI, os profissionais de TI tomam as decisões de TI. Por exemplo, o Comitê de governança de TI, formado pelos altos administradores de TI, toma as decisões estratégicas que afetam a arquitetura de TI. As empresas implementam monarquias de TI de muitas maneiras diferentes, frequentemente envolvendo profissionais de TI tanto de equipes corporativas como de unidades de negócio (Weill & Ross, 2006). Feudalismo: O Feudalismo consiste em um grupo de lideres das unidades de negócio. Detentores de processos-chave ou seus delegados. O modelo feudal é baseado nas tradições “antiga e alegre Inglaterra”, onde os príncipes e princesas, ou os cavaleiros por eles escolhidos, tomavam suas próprias decisões, otimizando suas necessidades locais. No da governança de TI, a entidade feudal é tipicamente a unidade de negócio, a região ou função. De forma geral, o modelo feudal não se mostrou muito comum, porque a maioria das empresas estava em busca de sinergias entre as unidades de negócio. Esse modelo não facilita a tomada de decisões da empresa como um todo (Weill & Ross, 2006). Federalismo: São os tipos os grupos de executivos do nível de diretoria e grupos de negócios (processo ou unidades de negócio), incluindo executivos de TI como participantes adicionais. Equivalente à atuação conjunta dos governos federal e estadual. O modelo decisório federalista tem uma longa tradição nos governos. Arranjos federalistas tentam equilibrar as responsabilidades e cobranças de múltiplos órgãos de governo, como país e estados. Este modelo tem a principal utilidade de negociar os interesses tanto da organização central (tipicamente cede) como unidades individuais. Definimos o modelo federalista como a tomada de decisões coordenada que envolve tanto centro como as unidades de negócio. Os representantes de unidades podem ser os líderes ou detentores de processos de negócio. Lideres de TI em nível corporativo e/ou das unidades de negócio podem, também, envolver-se na governança federalista como participantes adicionais. Nos modelos federalistas, as unidades de negócio maiores e mais poderosas com frequência ganham mais atenção e tem maior influência sobre as decisões. As empresas que adotam estruturas de governança federalistas costumam fazer uso de equipes administrativas e comitês executivos para resolver conflitos inerentes (Weill & Ross, 2006). Duopólio de TI: O grupo do duopólio de TI podem ser compostos de executivos de TI e algum outro grupo. (os CxOs ou lideres de unidade de negócio ou lideres de processos). O duopólio de TI é um arranjo entre duas partes em que as decisões representam o consenso bilateral entre executivos de TI e algum outro grupo. Os executivos de TI podem ser um grupo central de TI ou uma equipe composta por organizações de TI central e das unidades de negócio. O outro grupo pode ser constituído de CXOs, líderes das unidades de negócios ou detentores de processos de negócios, ou ainda, grupos dos principais usuários de sistemas. O duopólio diferente do modelo federalista no sentido de que o arranjo federalista tem sempre representação tanto corporativa como local, ao passo que o duopólio tem uma ou outra, mas nunca ambas, inclui invariavelmente profissionais de TI. Os duopólios de TI assumem frequentemente uma de duas formas: a “roda de bicicleta” ou estrutura de comitê em forma “T”. A roda de bicicleta ilustra um duopólio que envolve o grupo central de TI e as unidades de negócio. O grupo de TI encontra-se no cubo central e as unidades de negócio em volta do aro. Os raios são a série de relacionamentos bilaterais entre grupo de TI e as várias unidades de negócio. Conforme figura 3 (Weill & Ross, 2006). Figura 3 – Duopólio de TI – Configuração de roda de bicicleta. O comitê executivo (a parte horizontal do T) é composto predominantemente de administradores da área comercial. A parte vertical do T é um comitê de TI constituído em sua maioria por administradores técnicos. Um pequeno grupo de pessoas participa de ambos os comitês para coordenar e garantir a sobreposição (Weill & Ross, 2006). Conforme figura 4. Figura 4 - Duopólio de TI – Configuração de roda de bicicleta. Anarquia: No arquétipo a tomada de decisões é feita individualmente por profissionais ou por pequenos grupos de modo isolado. UN = Unidade de negócio GR = Gerente de relacionamento de TI/ Negócios Horizontal = Administração comercial Vertical = Administrador de TI Numa Anarquia, indivíduos ou pequenos grupos tomam suas próprias decisões com base somente em suas necessidades locais. As Anarquias são a ruína de muitos grupos de TI, sendo caras de sustentar e preservar. Anarquias formalmente sancionadas são raras, sendo adotadas nos casos em que se requer uma resposta muito rápida a necessidades locais ou de clientes individuais (Weill & Ross, 2006). PRINCIPAIS DECISÕES SOBRE GOVERNANÇA DE TI As principais decisões sobre governança de TI podem ser observadas no quadro abaixo: Decisões sobre os princípios de TI Declarações de alto nível sobre como a TI é utilizada no negócio Decisões sobre a arquitetura de TI. Organização lógica de dados, aplicações e infraestruturas, definida a partir de um conjunto de políticas, relacionamentos e opções técnicas adotadas para obter a padronização e a integração técnica e de negócio. Decisões sobre a infraestrutura de TI. Serviços de TI coordenados de maneira centralizada e compartilhados, que provêm a base para a capacidade de TI da empresa. Decisões sobre os investimentos e a priorização da TI. Decisões sobre quanto e onde investir em TI, incluindo a aprovação de projetos e as técnicas de justificação. Necessidade de aplicações de negócio. Especificação da necessidade de negócio de aplicações de TI adquiridas no mercado ou desenvolvidas internamente. Decisão 1 – Princípios de TI As decisões de princípios de TI estão relacionadas a: Qual o modelo operacional da empresa? Qual o papel da TI no negócio? Quais são os comportamentos desejáveis em termos de TI? Como a TI será custeada? Decisão 2 – Arquitetura de TI As decisões de arquitetura de TI estão relacionadas a: Quais os processos centrais de negócio da empresa? Como eles se relacionam? Quais informações determinam esses processos centrais? Como os dados devem ser integrados. Quais capacidades técnicas devem ser padronizadas na empresa toda para suportar as eficiências de TI e facilitar a padronização e a integração dos processos? Quais as atividades devem ser padronizadas na empresa toda para dar suporte à integração dos dados Quais opções tecnológicas guiarão a abordagem da empresa para as iniciativas de TI? Decisão 3 – Infraestrutura de TI As decisões de infraestrutura de TIestão relacionadas a: Quais serviços de infraestrutura são mais críticos para que se atinjam os objetivos estratégicos da empresa? Para cada cluster de capacidade, que serviços de infraestrutura deve ser implementados na empresa toda e quais os requisitos de nível de serviço desses serviços? Como os serviços de infraestrutura devem ser apreçados? Qual o plano para manter atualizadas as tecnologias de suporte? Que serviços de infraestrutura devem ser terceirizados? Decisão 4 – Necessidades de aplicações de negócio As decisões acerca das necessidades de aplicações de negócio são: Quais as oportunidades de mercado e de processos de negócios para novas aplicações comerciais? Como os experimentos são concebidos de modo que estimem o seu sucesso ? Como as necessidades de negócio podem ser satisfeitas dentro dos padrões da arquitetura de TI? Quando uma necessidade de negócio justifica uma exceção às normas ? Quem será detentor dos resultados de cada projeto e instituirá mudanças organizacionais para garantir a geração de valor? Decisão 5 – Investimentos e priorização da TI As decisões sobre os investimentos e priorização de TI, relacionam-se a: Que mudanças ou melhorias de processos são estrategicamente mais importantes para empresa? Quais são as distribuições nos portfólios atuais e proposto de TI? Esses portfólios são consistentes com os objetivos estratégicos da empresa? Qual a importância relativa de investimentos na empresa como um todo versus investimentos nas unidades de negócio? As práticas reais de Investimentos refletem essa importância relativa? COMO AS EMPRESAS GOVERNAM? O padrão mais comum de governança permitia colaborações de base ampla com direitos decisórios alocados a grupos que variavam conforme a decisão. No caso das três decisões de TI Orientadas a negócio (princípios, necessidades de aplicações de negócio e investimentos), mais de 80% das empresas permitiam a contribuição através de um modelo federalista. Os duopólios eram, também, uma abordagem popular de contribuição para decisões técnicas. Apresentamos na figura 5, a seguir, os dados relacionados as pesquisas realizadas pelos autores (Weill & Ross, 2006), no mercado americano. Figura 5 – Dados relacionados as pesquisas relacionadas pelos autores, no mercado americano. EXEMPLO DE MATRIZ DE ARRANJO DAS COMPANHIAS CARLSON A empresa apresentada a seguir fez parte da pesquisa dos autores, que relaciona o tipo de decisão com o tipo de arquétipo. E permitiu contribuir para os dados da tabela da figura 5. As companhias Carlson são um conglomerado privado de U$ 19, 8 bilhões no negócio de marketing, hotelaria e viagens. Ela tem crescido mediante aquisições e possui grupos operacionais nas áreas de serviços de marketing de relacionamento, programas de fidelidade, hotéis, restaurantes, cruzeiros e serviços de viagem. Entre s nomes no portfolio da Carlson estão as cadeias de Hotéis Regente International e Radisson Hotels & Resorts, entre outros. Está sediada em Minneapolis, Minnesota, nos EUA Legenda da matriz de arranjo, figura 6. Mecanismos de Governança das empresas Carlson: Conselho de CSS – Conselho Carlson de Serviços Compartilhados: CFO e CTO de cada grupo operacional CIO – Pessoal do CIO CTAC – Grupo Carlson de Arquitetura Tecnológica (um em cada grupo operacional) EAO - Organização de Arquitetura da Empresa Comitê de Investimentos – Comitê de Investimentos: subgrupo do comitê executivo. Conselho de TI – CIOs e CTO dos grupos operacionais. Figura 6 – Matriz de arranjo dos direitos decisões das empresas Carlson *. * Observação: As células em cinza concentram os padrões mais comuns em todas as empresas que fizeram parte da pesquisa. Combinados os mecanismos de governança da Carlson deram suporte aos esforços do CIO para reduzir os custos de TI e aproximar, ao mesmo tempo, a empresa da visão CEO de uma “Carlson Integrada”. Recomendamos que todas as empresas tenham pelo menos um mecanismo de alto desempenho em cada categoria. Ter um número menor de mecanismos eficazes é melhor do que ter muitos mecanismos que variem consideravelmente em eficácia e introduzam confusões quanto às responsabilidades. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FERNANDES, Aguinaldo Aragon, ABREU, Vladimir Ferraz de Abreu. IMPLANTANDO A GOVERNANÇA DE TI: da estratégia a Gestão dos Processos e Serviços. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR WEILL, Peter, ROSS, Jeanne W., Governança de TI, Tecnologia da Informação; tradução de Roger Maioli dos Santos. M Books do Brasil, São Paulo, 2006.