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tarefas desafiadoras de matemática ao nível do ensino médio

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Questões resolvidas

A figura seguinte mostra as pegadas de um homem a andar. O comprimento do passo, p, é a distância entre a parte de trás de duas pegadas consecutivas. Para os homens, a fórmula estabelece uma relação aproximada entre n e p em que: n: número de passos por minuto p: comprimento do passo em metros.
Se esta fórmula se aplicar ao caminhar do Pedro e ele der 70 passos por minuto, qual é o comprimento do passo do Pedro? Apresenta os cálculos que efetuares.

O Bernardo sabe que o comprimento do seu passo é de 0,80 metro. A fórmula aplica-se ao caminhar do Bernardo.
Calcula, em metros por minuto e em quilómetros por hora, a velocidade a que o Bernardo caminha. Apresenta os cálculos que efetuares.

Indica uma expressão algébrica que defina o número de passos por minuto, n, em função do comprimento do passo em metros, p.

Entre as grandezas n e p existe uma relação de proporcionalidade.
a) De que tipo de proporcionalidade se trata?
b) Indica qual é a constante de proporcionalidade.
c) O gráfico que descreve a relação de proporcionalidade entre as grandezas n e p está contido:
(A) numa reta que passa pela origem do referencial.
(B) numa semicircunferência.
(C) numa reta que passa pelo ponto de coordenadas (1, 1).
(D) numa linha poligonal aberta.

Apresenta, pelo menos, quatro exemplos de outros paralelogramos de área 12 em que a base e/ou a altura não sejam números inteiros.

Quando duplica a medida do comprimento da base o que acontece à medida da altura? E quando triplica? Explica o que observaste.

Se a velocidade de um veículo for de 150 km/h, o ângulo de visão será um ângulo…
(A) raso.
(B) reto.
(C) obtuso.
(D) agudo.

O cálculo do consumo de energia de um aparelho elétrico é dado pela fórmula: E = P * t, em que: E é a energia consumida em watts-hora (Wh). P é a potência do aparelho considerada em watts (W). t é o tempo de utilização do aparelho em horas (h).
Completa a tabela seguinte, indicando, em watts, a potência (P) e, em horas, o tempo (t), de diferentes aparelhos elétricos com um consumo de 420 Wh.

Que tipo de relação existe entre a potência (P), em watts, e o tempo de utilização (t), em horas, de aparelhos que consomem 420 Wh? Justifica a tua resposta.

A Maria estima que cerca de 100 pessoas vão entrar durante a festa tendo em conta que outras tantas vão sair. Assim, sugeriu que o preço de cada bilhete seja de 1,25 Æ. Mas o António considera que não é suficiente. Apresenta um argumento a favor da proposta de cada um deles.

Escreve uma fórmula que permita calcular o valor do teor de álcool no sangue (TAS) a partir do valor do teor de álcool no ar expirado (TAE).

Qual é a escala mínima a utilizar para que um detalhe de 25 m de dimensão seja percetível?

O gráfico que descreve a relação de proporcionalidade inversa entre a escala de desenho, e a dimensão de menor detalhe, D, em metros, está sobre uma linha:
(A) reta que passa pela origem do referencial.
(B) que se chama hipérbole e cujos ramos da curva estão nos quadrantes ímpares.
(C) reta que não passa pela origem do referencial.
(D) que se chama hipérbole e cujos ramos da curva estão nos quadrantes pares.

O que se pode dizer sobre a velocidade do carro entre os quilómetros 2,6 e 2,8?
(A) A velocidade do carro é constante.
(B) A velocidade do carro vai aumentando.
(C) A velocidade do carro vai diminuindo.
(D) A velocidade do carro não pode ser determinada a partir do gráfico.

A distância percorrida por um automóvel entre o momento em que o seu condutor inicia a travagem e o momento em que o automóvel para denomina-se distância de travagem (Dt). A distância de travagem pode ser calculada, em metros, utilizando a fórmula: Dt = a v^2/10.
Desenha o gráfico que relaciona a distância de travagem com a velocidade, graduando cada um dos eixos com uma escala adequada.

O gráfico que relaciona a distância de travagem com a velocidade está contido:
O gráfico que relaciona a distância de travagem com a velocidade está contido:
(A) numa linha reta.
(B) numa curva designada por hipérbole.
(C) num quarto de circunferência.
(D) numa curva designada por parábola.

Quais das expressões algébricas definem funções quadráticas?
Quais das expressões algébricas definem funções quadráticas?

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Questões resolvidas

A figura seguinte mostra as pegadas de um homem a andar. O comprimento do passo, p, é a distância entre a parte de trás de duas pegadas consecutivas. Para os homens, a fórmula estabelece uma relação aproximada entre n e p em que: n: número de passos por minuto p: comprimento do passo em metros.
Se esta fórmula se aplicar ao caminhar do Pedro e ele der 70 passos por minuto, qual é o comprimento do passo do Pedro? Apresenta os cálculos que efetuares.

O Bernardo sabe que o comprimento do seu passo é de 0,80 metro. A fórmula aplica-se ao caminhar do Bernardo.
Calcula, em metros por minuto e em quilómetros por hora, a velocidade a que o Bernardo caminha. Apresenta os cálculos que efetuares.

Indica uma expressão algébrica que defina o número de passos por minuto, n, em função do comprimento do passo em metros, p.

Entre as grandezas n e p existe uma relação de proporcionalidade.
a) De que tipo de proporcionalidade se trata?
b) Indica qual é a constante de proporcionalidade.
c) O gráfico que descreve a relação de proporcionalidade entre as grandezas n e p está contido:
(A) numa reta que passa pela origem do referencial.
(B) numa semicircunferência.
(C) numa reta que passa pelo ponto de coordenadas (1, 1).
(D) numa linha poligonal aberta.

Apresenta, pelo menos, quatro exemplos de outros paralelogramos de área 12 em que a base e/ou a altura não sejam números inteiros.

Quando duplica a medida do comprimento da base o que acontece à medida da altura? E quando triplica? Explica o que observaste.

Se a velocidade de um veículo for de 150 km/h, o ângulo de visão será um ângulo…
(A) raso.
(B) reto.
(C) obtuso.
(D) agudo.

O cálculo do consumo de energia de um aparelho elétrico é dado pela fórmula: E = P * t, em que: E é a energia consumida em watts-hora (Wh). P é a potência do aparelho considerada em watts (W). t é o tempo de utilização do aparelho em horas (h).
Completa a tabela seguinte, indicando, em watts, a potência (P) e, em horas, o tempo (t), de diferentes aparelhos elétricos com um consumo de 420 Wh.

Que tipo de relação existe entre a potência (P), em watts, e o tempo de utilização (t), em horas, de aparelhos que consomem 420 Wh? Justifica a tua resposta.

A Maria estima que cerca de 100 pessoas vão entrar durante a festa tendo em conta que outras tantas vão sair. Assim, sugeriu que o preço de cada bilhete seja de 1,25 Æ. Mas o António considera que não é suficiente. Apresenta um argumento a favor da proposta de cada um deles.

Escreve uma fórmula que permita calcular o valor do teor de álcool no sangue (TAS) a partir do valor do teor de álcool no ar expirado (TAE).

Qual é a escala mínima a utilizar para que um detalhe de 25 m de dimensão seja percetível?

O gráfico que descreve a relação de proporcionalidade inversa entre a escala de desenho, e a dimensão de menor detalhe, D, em metros, está sobre uma linha:
(A) reta que passa pela origem do referencial.
(B) que se chama hipérbole e cujos ramos da curva estão nos quadrantes ímpares.
(C) reta que não passa pela origem do referencial.
(D) que se chama hipérbole e cujos ramos da curva estão nos quadrantes pares.

O que se pode dizer sobre a velocidade do carro entre os quilómetros 2,6 e 2,8?
(A) A velocidade do carro é constante.
(B) A velocidade do carro vai aumentando.
(C) A velocidade do carro vai diminuindo.
(D) A velocidade do carro não pode ser determinada a partir do gráfico.

A distância percorrida por um automóvel entre o momento em que o seu condutor inicia a travagem e o momento em que o automóvel para denomina-se distância de travagem (Dt). A distância de travagem pode ser calculada, em metros, utilizando a fórmula: Dt = a v^2/10.
Desenha o gráfico que relaciona a distância de travagem com a velocidade, graduando cada um dos eixos com uma escala adequada.

O gráfico que relaciona a distância de travagem com a velocidade está contido:
O gráfico que relaciona a distância de travagem com a velocidade está contido:
(A) numa linha reta.
(B) numa curva designada por hipérbole.
(C) num quarto de circunferência.
(D) numa curva designada por parábola.

Quais das expressões algébricas definem funções quadráticas?
Quais das expressões algébricas definem funções quadráticas?

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Tarefas desafiadoras
Funções
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1. Caminhando
A figura seguinte mostra as pegadas de um homem a andar. O comprimento do passo, p , é a distân-
cia entre a parte de trás de duas pegadas consecutivas.
Para os homens, a fórmula estabelece uma relação aproximada entre n e p em que:
n : número de passos por minuto
p : comprimento do passo em metros
1.1. Se esta fórmula se aplicar ao caminhar do Pedro e ele der 70 passos por minuto, qual é o 
comprimento do passo do Pedro? Apresenta os cálculos que efetuares.
1.2. O Bernardo sabe que o comprimento do seu passo é de 0,80 metro. A fórmula aplica-se ao
caminhar do Bernardo.
Calcula, em metros por minuto e em quilómetros por hora, a velocidade a que o Bernardo
caminha. Apresenta os cálculos que efetuares.
1.3. Indica uma expressão algébrica que defina o número de passos por minuto, n , em função do
comprimento do passo em metros, p .
1.4. Entre as grandezas n e p existe uma relação de proporcionalidade.
a) De que tipo de proporcionalidade se trata?
b) Indica qual é a constante de proporcionalidade.
c) O gráfico que descreve a relação de proporcionalidade entre as grandezas n e p está 
contido:
(A) numa reta que passa pela origem do referencial. 
(B) numa semicircunferência. 
(C) numa reta que passa pelo ponto de coordenadas (1 , 1) . 
(D) numa linha poligonal aberta.
(Adaptado de PISA, 2003)
n
p
= 140
p
Tarefas desafiadoras
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Paralelogramo Base (b) Altura (a) Área 
A 2 6 12 
B
C
D
E
F
2. Proporcionalidades
Na figura seguinte estão representados alguns paralelogramos equivalentes em que as medidas da base
e da altura são números inteiros.
2.1. Observa os paralelogramos e preenche a tabela seguinte.
2.2. Apresenta, pelo menos, quatro exemplos de outros paralelogramos de área 12 em que a base
e/ou a altura não sejam números inteiros.
2.3. Considera todos os paralelogramos de área 12 . Observa a tabela e responde às seguintes
questões.
a) Quando duplica a medida do comprimento da base o que acontece à medida da altura? 
E quando triplica? Explica o que observaste.
b) A altura a e a base b não são grandezas diretamente proporcionais. Porquê?
c) A altura a e a base b são grandezas inversamente proporcionais. Porquê?
Indica a constante de proporcionalidade. Qual é o seu significado no contexto do problema?
2.4. Num referencial cartesiano Oxy marca os pontos de coordenadas (b , a) associados aos
paralelogramos considerados.
2.5. Escreve uma expressão algébrica que traduza a altura a em função da base b .
(Adaptado de DGIDC, Funções: proposta de sequência de tarefas para o 9.º ano, 2011)
B
1 unidade
C
F
D
A
E
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3. Ângulo de visão
A condução de um veículo automóvel produz um efeito chamado “visão em túnel”. Quanto maior é a
velocidade a que se conduz mais reduzido é o ângulo de visão e, como consequência, as dificuldades de
condução aumentam. 
O esquema seguinte relaciona a velocidade de condução e o ângulo de visão.
Ângulo de visão de 100° Ângulo de visão de 75° Ângulo de visão de 45° Ângulo de visão de 30° 
3.1. Tendo em conta os dados da figura, desenha o gráfico que relaciona a velocidade de condução
com a amplitude do ângulo de visão.
3.2. Prova que a afirmação seguinte é verdadeira:
A relação entre a velocidade de condução e a amplitude do ângulo de visão 
não é nem direta nem inversamente proporcional.
3.3. Entre que valores deve ter variado a velocidade de condução se o ângulo de visão tiver variado
entre 45° e 75° ?
3.4. Se a velocidade de um veículo for de 150 km/h , o ângulo de visão será um ângulo…
(A) raso. 
(B) reto. 
(C) obtuso. 
(D) agudo.
(Adaptado de GAVE, 1001 itens) 
40
km/h
70
km/h
100
km/h
130
km/h
Velocidade (km/h)
100 20 30 40 50 60 70 80 90 100 110 120 130
100
90
80
70
60
50
40
30
20
10
Â
ng
ul
o 
de
 v
is
ão
 (
gr
au
s)
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4. Energia consumida
Sempre que ligamos o computador a uma televisão ou a uma
consola estamos a consumir energia.
O cálculo do consumo de energia de um aparelho elétrico é
dado pela fórmula: 
em que: 
• E é a energia consumida em watts-hora (Wh) . 
• P é a potência do aparelho considerada em watts (W) .
• t é o tempo de utilização do aparelho em horas (h) . 
4.1. Completa a tabela seguinte, indicando, em watts, a potência (P) e, em horas, o tempo (t) , de
diferentes aparelhos elétricos com um consumo de 420 Wh .
4.2. Que tipo de relação existe entre a potência (P) , em watts, e o tempo de utilização (t) , em
horas, de aparelhos que consomem 420 Wh ?
Justifica a tua resposta.
4.3. Analisa os dados da tabela seguinte e dos gráficos, representados no referencial seguinte, que
relacionam a energia consumida com o tempo de utilização de vários aparelhos elétricos.
Identifica o aparelho que corresponde a cada um dos gráficos e justifica as tuas respostas.
(Adaptado de GAVE, 1001 itens) 
E = P * t
t (h)
a
b
c
d
E (Wh)
1200
780
40 8 12
240
Aparelho A Aparelho B Aparelho C
Potência (P em W) 20
Tempo (t em h) 105
Aparelho elétrico
Potência
(em W) 
Rádio 15 
Lâmpada económica 20 
Computador 65 
Televisor 150 
Secador de cabelo 300 
Torradeira 850 
Tarefas desafiadoras
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5. Breakdowns breakeven
A Associação de Estudantes de uma escola está a organizar uma festa de final de ano no ginásio. 
O ginásio tem capacidade para cerca de 300 pessoas, simultaneamente.
A Maria e o António estimaram o valor das despesas com a decoração e com os equipamentos de som
e de iluminação em 500 € (breakdown).
Em linguagem de espetáculo, chama-se breakdown ao valor total de gastos realizados para organizar
um evento e chama-se breakeven ao número mínimo de bilhetes que é necessário vender para atingir o
valor do breakdown.
5.1. A Maria e o António, para decidirem o valor de cada bilhete, de modo a assegurar o break-
down, construíram a tabela seguinte. Completa-a.
5.2. A Maria estima que cerca de 100 pessoas vão entrar durante a festa tendo em conta que
outras tantas vão sair. Assim, sugeriu que o preço de cada bilhete seja de 1,25 Æ . Mas o Antó-
nio considera que não é suficiente. Apresenta um argumento a favor da proposta de cada um
deles.
5.3. Calcula o valor do breakeven se o preço do bilhete for de 1,50 Æ .
5.4. Entre o preço de cada bilhete, em euros, e o breakeven existe uma relação de proporcionali-
dade.
a) De que tipo de proporcionalidade se trata?
b) Indica qual é a constante de proporcionalidade e o seu significado.
c) Escreve uma expressão algébrica que relacione o preço de cada bilhete, p , em euros, e o
breakeven , b .
(Adaptado de GAVE, 1001 itens) 
Preço de cada bilhete 
(euros)
0,50 1
Breakeven 1000 250
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6. TAS versusTAE
A condução sob influência de álcool é uma das principais causas de acidentes de viação em Portugal.
A seguir, apresenta-se um extrato do Decreto-Lei n.º 44/2005 que regulamenta a condução sob
influência de álcool.
Alcoolímetro utilizado pelas 
Brigadas de Trânsito
O alcoolímetro, habitualmente designado por balão, é o instrumento utilizado para avaliar o teor de
álcool no sangue de um condutor (TAS) a partir do teor de álcool no ar expirado (TAE).
A tabela indica, para alguns valores, a equivalência entre o teor de álcool no sangue (TAS) e o teor de
álcool no ar expirado (TAE),de acordo com o ponto 3 do artigo 81.° do Decreto-Lei n.° 44/2005.
6.1. Qual é o valor do teor de álcool no ar expirado (TAE) a partir do qual a lei diz que um condutor
está sob influência de álcool?
6.2. Constrói o gráfico da relação entre o teor de álcool no sangue (TAS) e o teor de álcool no ar
expirado (TAE), para valores do TAE entre 0 e 2,5 mg/l (inclusive). Escolhe escalas adequa-
das para cada um dos eixos e gradua-os, com o maior rigor possível.
6.3. Escreve uma fórmula que permita calcular o valor do teor de álcool no sangue (TAS) a partir
do valor do teor de álcool no ar expirado (TAE).
6.4. Entre as grandezas TAE e TAS existe uma relação de proporcionalidade.
a) De que tipo de proporcionalidade se trata?
b) Indica a constante de proporcionalidade.
(Adaptado de GAVE, 1001 itens) 
Artigo 81.°
Condução sob influência de álcool 
ou de substâncias psicotrópicas
1 – É proibido conduzir sob influência de álcool ou de
substâncias psicotrópicas.
2 – Considera-se sob influência de álcool o condutor que
apresente uma taxa de álcool no sangue igual ou superior
a 0,5 g/l ou que, após exame realizado nos termos
previstos no presente Código e legislação complementar,
seja como tal considerado em relatório médico.
3 – A conversão dos valores do teor de álcool no ar
expirado (TAE) em teor de álcool no sangue (TAS) é
baseada no princípio de que 1 mg de álcool por litro de ar
expirado é equivalente a 2,3 g de álcool por litro de sangue.
Teor de álcool num litro de ar expirado (mg/l) 0,10 0,50 1 1,50 2 
Teor de álcool num litro de sangue (g/l) 0,23 1,15 2,30 3,45 4,60 
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7. Precisão gráfica de um desenho 
De acordo com as normas técnicas, a menor dimensão que a
vista humana percebe – precisão gráfica de um desenho – 
é 0,0002 m . 
Assim, a dimensão do menor detalhe real representado num
desenho com a escala será calculada através da fórmula
seguinte:
Detalhes com dimensões reais inferiores a D não constam dos desenhos, a não ser através de uma
convenção.
7.1. A dimensão mínima que é possível representar com precisão num desenho depende da escala
do desenho. Completa a tabela tendo em conta a informação dada.
(*) Na construção da planta de uma casa cuja escala seja , só serão representados elementos cuja dimensão
real seja superior ou igual a 2 cm .
7.2. Qual é a escala mínima a utilizar para que um detalhe de 25 m de dimensão seja percetível?
7.3. Explica por que é verdadeira a seguinte afirmação:
A relação entre a escala e a dimensão mínima D é uma 
relação de proporcionalidade inversa.
7.4. O gráfico que descreve a relação de proporcionalidade inversa entre a escala de desenho ,
e a dimensão de menor detalhe, D , em metros, está sobre uma linha:
(A) reta que passa pela origem do referencial.
(B) que se chama hipérbole e cujos ramos da curva estão nos quadrantes ímpares.
(C) reta que não passa pela origem do referencial.
(D) que se chama hipérbole e cujos ramos da curva estão nos quadrantes pares.
Assinala a opção correta.
(Adaptado de GAVE, 1001 itens) 
1
N
D = 0,0002 * N
1
100
1
N
1
N
Escala do desenho, 
1
N
1
100
1
500
1
1000
1
2000
1
5000
Dimensão do menor
detalhe, D
(metros) 
0,02 (*) 
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8. Baloiço
Mohammed está sentado num baloiço. Começa a baloiçar-se e tenta chegar o mais alto possível.
Qual dos gráficos representa, de forma mais correta, a altura dos seus pés em relação ao chão
enquanto baloiça?
(A) (B)
(C) (D)
(Estudo-piloto de PISA, 2002)
Tempo0
A
lt
ur
a
do
s 
pé
s
A
lt
ur
a
do
s 
pé
s
Tempo0
A
lt
ur
a
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s 
pé
s
Tempo0Tempo0
A
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ur
a
do
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pé
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9. A queda
A fotografia ao lado mostra um atração vertiginosa de um parque
de diversões.
Em cada viagem, as pessoas sentam-se numa cadeira que sobe até
ao cimo de uma torre e aí permanece alguns instantes. Em seguida,
a cadeira é largada, atingindo uma velocidade de cerca de 100 km/h
antes de se iniciar a travagem e chegar ao chão.
O gráfico ao lado representa a distância da cadeira em relação ao
chão, desde o momento em que inicia a viagem (nível do chão) até
ao momento em que regressa ao ponto de partida.
Explica a razão de nenhum dos gráficos seguintes constituir uma
representação da distância da cadeira em relação ao chão durante a
viagem.
Gráfico A Gráfico B Gráfico C
(Adaptado de GAVE, 1001 itens) 
D
is
tâ
nc
ia
ao
 c
hã
o
Tempo0
D
is
tâ
nc
ia
ao
 c
hã
o
Tempo0
D
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ao
 c
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 c
hã
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Tempo0
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10. Velocidade de um carro de corrida
O gráfico seguinte mostra a variação da velocidade de um carro de corrida num circuito plano de 3 km ,
durante a segunda volta.
10.1. Qual é, aproximadamente, a distância da linha de partida até ao início da reta mais longa do
circuito?
(A) 0,5 km (B) 1,5 km (C) 2,3 km (D) 2,6 km
10.2. Durante a segunda volta, em que local do circuito se registou a velocidade mais baixa?
(A) Na linha de partida.
(B) Aproximadamente, no quilómetro 0,8 .
(C) Aproximadamente, no quilómetro 1,3 .
(D) A meio do circuito.
10.3. O que se pode dizer sobre a velocidade do carro entre os quilómetros 2,6 e 2,8 ?
(A) A velocidade do carro é constante.
(B) A velocidade do carro vai aumentando.
(C) A velocidade do carro vai diminuindo.
(D) A velocidade do carro não pode ser determinada a partir do gráfico.
10.4. Observa a seguir o traçado de cinco circuitos. 
Em qual deles poderá ter o carro circulado, de forma que o gráfico da velocidade seja o
apresentado anteriormente?
(Adaptado de PISA, 2000)
V
el
oc
id
ad
e 
(k
m
/h
)
180
160
140
120
100
80
60
40
20
0
0 0,2 0,4 0,6 0,8 1,0 1,2 1,4 1,6 1,8 2,0 2,2 2,4 2,6
2,51,50,5
Distância percorrida (km)Linha de partida
2,8 3,0
Velocidade de um carro de corrida num circuito de 3 km
(segunda volta)
P
P
P
P
P
A
B
C
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11. Distância de travagem
A distância percorrida por um automóvel entre o momento em
que o seu condutor inicia a travagem e o momento em que o
automóvel para denomina-se distância de travagem (Dt) . 
A distância de travagem pode ser calculada, em metros, 
utilizando a fórmula: 
em que v é a velocidade do veículo (km/h). 
11.1. Resolve a equação dada em ordem a v .
11.2. Completa a tabela seguinte.
11.3. Desenha o gráfico que relaciona a distância de travagem com a velocidade, graduando cada
um dos eixos com uma escala adequada.
11.4. O gráfico que relaciona a distância de travagem com a velocidade está contido:
(A) numa linha reta. 
(B) numa curva designada por hipérbole. 
(C) num quarto de circunferência. 
(D) numa curva designada por parábola. 
(Adaptado de GAVE, 1001 itens)
Dt = a v10b2 * 12
Dt (m)
v (km/h)
0
Velocidade (v) 
(km/h)
30 70 90 110
Distância de travagem (Dt) 
(m)
4,5 12,5 24,5 60,5 78 
Tarefas desafiadoras
Funções
M
ATD
9D
P ©
 Porto Editora
12. Gráficos e expressões algébricas
12.1. Associa cada representação gráfica à expressão algébrica que lhe corresponde.
(A) (B)
(C) (D)
(E)
12.2. Em cada caso, indica se existe proporcionalidade direta ou inversa e, caso exista, escreve a
constante de proporcionalidade.
12.3. Quais das expressões algébricas definem funções quadráticas?(Adaptado de DGIDC, Funções: proposta de sequência de tarefas para o 9.º ano, 2011)
5
4
3
2
1
10
y
x-1-2-3-4-5 2 3 4 5-1
-2
-3
-4
-5
5
4
3
2
1
10
y
x-1-2-3-4-5 2 3 4 5-1
-2
-3
-4
-5
5
4
3
2
1
10
y
x-1-2-3-4-5 2 3 4 5-1
-2
-3
-4
-5
5
4
3
2
1
10
y
x-1-2-3-4-5 2 3 4 5-1
-2
-3
-4
-5
5
4
3
2
1
10
y
x-1-2-3-4-5 2 3 4 5-1
-2
-3
-4
-5
y = x
2
y = 2x2
y = 3x y = - 3
x
y = 2x
y = - 2x
y = 3x y = 4
x
y = - 3x y = 8x y =
4x + 1

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