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Clostridioses 
Fundação Educacional de Ituverava 
Faculdade Dr. Francisco Maeda 
Curso de Medicina Veterinária 
Disciplina de Ornitopatologia 
Profa. Dra. Aline Gomes Campos 
Nascimento 
Clostridioses 
 
• Infecções patológicas provocadas por 
toxinas produzidas pelos clostrídeos e, em 
alguns casos, pela multiplicação do 
próprio agente. 
 
• Botulismo, enterite necrótica, ulcerativa e 
dermatite gangrenosa 
Botulismo 
• Intoxicação aguda causada pela 
neurotoxina 
• Provoca debilidade, prostração, paralisia e 
morte 
• Exceção dos urubus 
Botulismo 
• Agente Clostridium botulinum 
• Gram positiva – negativa – esporulação 
• Toxina liberada durante a autólise da 
bactéria 
• Disseminação com facilidade 
• Decomposição 
 
Botulismo 
• Toxina – absorvida no trato intestinal – 
resistentes aos ácidos – pepsina e tripsina 
• Transportada aos neurônios – afetam 
nervos periféricos – impedem a passagem 
dos impulsos nervosos dos nervos para os 
músculos 
Acetilcolina 
Botulismo 
• Morte – paralisia respiratória e circulatória 
• Acomete várias espécies: gado, ovinos, 
cães, suínos, tartarugas, homem, aves 
• Incubação: 10h a 2 dias 
• Transmissão: Forma direta – carcaças 
contaminadas ou larvas contaminadas 
que crescem nas camas úmidas 
• Indireta – bebedouros 
Botulismo 
• SINAIS CLÍNICOS 
Botulismo 
• SINAIS CLÍNICOS 
Morte súbita 
Botulismo 
• ACHADOS ANATOMOPATOLÓGICOS 
Não existem lesões sugestivas 
 
Larvas de moscas no inglúvio 
Uronefrose – privação de água 
Porção anterior do tubo digestivo vazia 
Enterite catarral discreta 
Botulismo 
• DIAGNÓSTICO 
Neutralização da toxina 
Sinais clínicos 
• TRATAMENTO 
Isolamento das aves doentes, facilitar o 
acesso à ração e água 
Selenito de sódio, vit. A, E e D3, 
estreptomicina e clortetraciclina 
Botulismo 
• PREVENÇÃO E CONTROLE 
 
Recolhimento de aves mortas 
Incineração 
Troca de cama – limpeza e desinfecção – 
formalina e hipoclorito de sódio 
Controle de moscas e larvas 
Controle de vetores 
Enterite necrótica 
• É uma enterotoxemia aguda, não 
contagiosa, encontrada principalmente em 
animais jovens e causada pela rápida 
multiplicação no intestino do agente. 
• Agente: Clostridium perfringens 
• Gram positivo 
• Resistentes a calor, desidratação e altas 
temperaturas 
Enterite necrótica 
• Acomete frangos de 2 a 5 semanas de 
idade e poedeiras de 3 a 6 meses de 
idade. 
 
• Transmissão: lotes com alta densidade, 
devido à grande qtde de bactérias 
eliminadas nas fezes. 
Enterite necrótica 
• SINAIS CLÍNICOS 
Apatia 
Diminuição do apetite 
Fezes de coloração escura 
Penas arrepiadas 
Desidratação 
Escurecimento da musculatura peitoral 
Enterite necrótica 
• ALTERAÇÕES ANATOMOPATOLÓGICAS 
Enterite necrótica 
• ALTERAÇÕES ANATOMOPATOLÓGICAS 
Enterite necrótica 
• ALTERAÇÕES ANATOMOPATOLÓGICAS 
Enterite necrótica 
• HISTOPATOLÓGICO 
Severa necrose da mucosa intestinal 
Fibrina aderida as células 
Proliferação de células epiteliais 
 
• DIAGNÓSTICO 
Isolamento e identificação do agente 
PCR 
ELISA 
 
Enterite necrótica 
 
• TRATAMENTO 
Ampicilina – água de bebida – 5-7 dias 
Eritromicina – água de bebida – 7-10 dias 
Clortetraciclina – água de bebida – 5-10 dias 
 
• PREVENÇÃO E CONTROLE 
Evitar superlotação 
Controlar imunossupressão 
Uso de probióticos 
Enterite ulcerativa 
 
 
• Infecção bacteriana aguda que ocorre em 
codornas, frangos jovens, perus e aves de 
caça, caracterizada pelo aparecimento 
súbito e por causar rápido aumento de 
mortalidade. 
Enterite ulcerativa 
 
• Agente: Clostridium colinum 
• Gram positiva 
• Resistentes a agentes químicos e mudanças 
físicas 
 
• TRANSMISSÃO 
Eliminação nas fezes de aves infectadas,ração, 
água contaminados e/ou imunossuprimidas 
Enterite ulcerativa 
 
• SINAIS CLÍNICOS 
 
Diarréia aquosa e branca 
Sonolência 
Anorexia 
Penas arrepiadas 
Emagrecimento 
Sem sinais clínicos – morte súbita 
Enterite ulcerativa 
 
• ACHADOS ANATOMOPATOLÓGICOS 
 
Hemorragias puntiformes e ulcerações no 
intestino delgado, ceco e fígado 
Perfurações e peritonite 
Esplenomegalia 
 
Enterite ulcerativa 
 
• HISTOPATOLÓGICO 
Descamação do epitélio da mucosa 
Edema de parede intestinal 
Infiltração linfocitária 
Necrose 
Vasos obstruídos por trombos e bactérias 
Colonização bacteriana no fígado 
Enterite ulcerativa 
 
• DIAGNÓSTICO 
 
Sinais clínicos 
Avaliação macro e microscópica 
Isolamento e identificação do agente 
Imunofluorescência 
 
Enterite ulcerativa 
 
• TRATAMENTO 
Ampicilina – água de bebida – 5-7 dias 
Eritromicina – água de bebida – 7-10 dias 
Clortetraciclina – água de bebida – 5-10 dias 
 
• PREVENÇÃO E CONTROLE 
Limpeza e desinfecção 
Imunossupressão 
Troca de cama 
Dermatite gangrenosa 
 
• Doença das aves jovens, causada pelo 
Clostridium septicum, Clostridium 
perfringens tipo A e Staphylococcus 
aureus isoladamente ou combinados, 
sendo que a manifestação clínica mais 
severa ocorre quando combinados 
Dermatite gangrenosa 
• Gram positivos 
 
• Frangos de 17 dias a 20 semanas de vida 
 
• Encontram-se no solo, fezes, cama e 
rações contaminadas e no conteúdo 
intestinal 
 
• Contato indireto 
Dermatite gangrenosa 
 
• SINAIS CLÍNICOS 
 
Inapetência 
Depressão 
Incoordenação motora 
Fraqueza das pernas 
Ataxia 
 
 
Dermatite gangrenosa 
 
• ALTERAÇÕES ANATOMOPATOLÓGICAS 
 
 
Dermatite gangrenosa 
• ALTERAÇÕES ANATOMOPATOLÓGICAS 
 
Dermatite gangrenosa 
• ALTERAÇÕES ANATOMOPATOLÓGICAS 
 
Áreas de pele escura – asas, peito, coxas, 
pernas e abdômen 
Hemorragia, inflamação e odor fétido 
Bolhas de gases 
Fígado e rins edemaciados 
Necrose 
Congestão pulmonar 
Dermatite gangrenosa 
• HISTOPATOLÓGICO 
 
Edema e enfisema com grande número de 
bacilos e cocos no tecido SC 
 
Congestão, hemorragia e necrose do músculo 
esquelético 
 
Fígado com necrose coagulativa 
Dermatite gangrenosa 
• HISTOPATOLÓGICO 
 
Dermatite gangrenosa 
 
• TRATAMENTO 
Ampicilina – água de bebida – 5-7 dias 
Eritromicina – água de bebida – 7-10 dias 
Clortetraciclina – água de bebida – 5-10 dias 
 
• PREVENÇÃO E CONTROLE 
Balanço nutricional 
Limpeza e desinfecção 
Imunossupressão 
Clostridioses 
Fundação Educacional de Ituverava 
Faculdade Dr. Francisco Maeda 
Curso de Medicina Veterinária 
Disciplina de Ornitopatologia 
Profa. Dra. Aline Gomes Campos 
Nascimento