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Patologias Bacterianas em Aves Centro Universitário Estácio de Sá Campus Rio Branco - Juiz de Fora Curso de Medicina Veterinária Clínica Médica de Aves e Suideos SALMONELOSE ✓Pulorose - Salmonella Pullorum; ✓Tifo Aviário - Salmonella Gallinarum; ✓Paratifo Aviário - Outras Salmonellas spp. PULOROSE ✓Salmonella Pullorum; ✓Hospedeiro natural – Galinhas; ✓Leves são mais resistentes; ✓2 a 3 semanas de vida; ✓Persistentemente infectadas; Transmissão: ✓Transovariana, fezes, aerógena, água e alimentos contaminados; PULOROSE Sinais Clínicos: ✓Sonolência, fraqueza, perda de apetite, retardo no crescimento, amontoamento, diarreia branca e morte; ✓2 a 3 semanas – Cansaço, amontoamento, penas arrepiadas, asas caídas, dificuldade de respirar; Alterações macroscópicas: ✓Aumento de volume e congestão de fígado, baço e rins; ✓Nódulos brancos no fígado, pulmão, trato digestivo e pâncreas; ✓Pericárdio e peritônio viscoso e com exsudato; ✓Sobreviventes: Nódulos brancos e artrite. PULOROSE Diagnóstico: · Anamnese, achados clínicos e anatomopatológicos e exames laboratoriais (ELISA); · Diferencial: Encefalomielite aviária, aspergilose, colibacilose e outras salmoneloses; Tratamento: · Sulfamerazina (Reduz ingestão de água) e nitrofuranos; · Sulfa do 5° ao 10° dia reduz mortalidade; · Sulfato de neomicina (Pulverização dos ovos); Prevenção e controle: · Teste de pulorose (Aglutinação) em aves reprodutoras (Descarte das positivas); · Medidas de biosseguridade. TIFO AVIÁRIO ✓Salmonella Gallinarum; ✓Hospedeiro natural – Galinhas; ✓Leves são mais resistentes; ✓Mais comum em adultos; ✓Persistentemente infectadas; Transmissão: ✓Canibalismo, água e alimentos contaminados; TIFO AVIÁRIO Sinais Clínicos: ✓Quietas, prostadas, param de se alimentar, diarreia amarelo-esverdeada a esverdeada; queda de postura e morte; ✓Aves jovem – Confundimento com pulurose; Alterações macroscópicas: ✓Aumento de volume e congestão de fígado e baço ( 3 a 4 vezes); ✓Nódulos brancos no fígado, baço e coração; ✓Crônicos: Mesmas lesões da pulurose. TIFO AVIÁRIO Diagnóstico: ✓Achados clínicos e anatomopatológicos e exames laboratoriais (ELISA); ✓Diferencial: Colibacilose, pasteurelose, micoplasmose, doença de Marek e outras salmoneloses; Tratamento: ✓Sulfamerazina (Reduz ingestão de água) e nitrofuranos; ✓Sulfa do 5° ao 10° dia reduz mortalidade; Prevenção e controle: ✓Medidas de biosseguridade. PARATIFO AVIÁRIO ✓Salmonella Typhimurium e S. Enteritidis; ✓Hospedeiro natural – Perus e Galinhas; ✓Mais comum em jovens; ✓Persistentemente infectados; Transmissão: ✓Ovo, fezes, aerógena e água e alimentos contaminados; PARATIFO AVIÁRIO Sinais Clínicos: ✓Mortalidade embrionária e morte rápida em aves recém nascidas; ✓Pintainhos - Tristes, arrepiados, asas caídas, amontoamento e diarreia; ✓Raro em animais com mais de 14 dias; ✓Aves adultas – Inapetência, queda de postura e diarreia; Alterações macroscópicas: ✓Enterite severa e lesões necróticas no intestino delgado; ✓Baço, rins e fígado congestos e aumentados. PARATIFO AVIÁRIO Diagnóstico: · Achados clínicos e anatomopatológicos e exames laboratoriais (Isolamento e identificação); · Diferencial: Outras salmoneloses e enfermidades bacterinas septicêmicas; Tratamento: · Sulfamerazina (Reduz ingestão de água) e nitrofuranos; · Sulfa do 5° ao 10° dia reduz mortalidade; Prevenção e controle: · Vacinação para S. Enteritidis; · Controle de roedores; · Medidas de biosseguridade; · Eliminação de aves portadoras; COLIBACILOSE ✓Escherichia coli; ✓Comensal do trato digestivo; ✓Manifestação extra-intestinal; ✓Contaminação fecal; ✓Colisepticemia, peritonite, pneumonia, aerosaculite, pericardite, celulite, coligranuloma, doença respiratória crônica complicada, onfalite, salpingite, síndrome de cabeça inchada, osteomielite, ooforite e sinovite; COLIBACILOSE Patogenia: ✓Fatores estressantes; ✓Aves jovens de 4 a 9 semanas mais susceptíveis ao quadro respiratório; ✓Aves adultas ao quadro de salpingites; ✓Agentes concomitantes: Micoplasma, pasteurela, haemmophillus, pneumovírus, vírus da Bronquite Infecciosa, Doença de Marek e New Castle, Gumboro e aflatoxinas; COLIBACILOSE ONFALITE: ✓Contaminação fecal do ovo; ✓Morte embrionária no período final de incubação; ✓Parede do saco vitelínico edemaciada; ✓Gema acastanhada com massas caseosas; ✓Casos de pericardite em pintinhos recém nascidos; ✓Diminuição do índices produtivos. COLIBACILOSE DOENÇA RESPIRATÓRIA CRÔNICA COMPLICADA E COLISEPTICEMIA: ✓4 a 9 semanas de idade; ✓Perda da imunidade do trato respiratório superior (Muco e cílios); ✓Colonização traqueia e sacos aéreos (Traqueíte, aerossacultite, pericardite e perihepatite – Tríade da condenação de carcaça); ✓Septicemia e morte; COLIBACILOSE SALPINGITE: ✓Aumento dos níveis de estrógeno; ✓Massa caseosa no oviduto; ✓Morte em seis meses ou diminuição da produção de ovos; ✓Peritonite fibrinosa e morte aguda – Rompimento dos folículos; COLIBACILOSE SÍNDROME DA CABEÇA INCHADA: ✓Concomitante com pneumovírus; ✓Sinusite com edema peri e infra-orbitário; ✓SNC – Torcicolo, opistótomo e incoordenação motora; ✓Duração de 2 a 3 semanas; ✓Mortalidade de 3 a 4 %; COLIBACILOSE CELULITE: ✓Frangos de corte; ✓Condenação de carcaças (Aspecto repugnante); ✓Exsudato caseoso no tecido subcutâneo (Abdômen). COLIBACILOSE Lesões Macroscópicas: ✓Perihepatite, pericardite, aerossaculite, onfalite, pneumonia fibrinosa, ooforite, salpingite, meningoencefalite, sinusites, artrite caseosa e celulite; Diagnóstico: ✓Isolamento e PCR; ✓Diferencial: Mycoplasma (aerossaculite), Chlamydia (aerossaculite e pericardite), Pasteurella e Salmonella (pericardite e perihepatite); COLIBACILOSE Tratamento: ✓Fase inicial da doença; ✓Quinolonas, sulfonamidas, macrolídios, lincosamídeos, tetraciclinas, penicilinas e aminoglicosídeos; Prevenção e controle: ✓Vacinação de matrizes; ✓Diminuição de fatores imunossupressores; ✓Biosseguridade. ESTAFILOCOCOSE E ESTREPTOCOCOSE ✓Staphylococcus spp e straptocossus spp; ✓Comensal do trato respiratório superior e digestivo das aves; ✓Secundária a pasteureloses, micoplasmoses, coriza infecciosa, adenovírus, Gumboro, leucose, doença de Marek, anemia infecciosa e micotoxinas; ✓Período de incubação variável (Média 3 a 4 dias)– Doenças imunossupressoras, artrites, ferimentos na pele e deficiências de selênio e vitamina E; ESTAFILOCOCOSE E ESTREPTOCOCOSE Sinais Clínicos: ✓Penas eriçadas, dificuldade de locomoção, asas caídas, queda na produção de ovos, hipertemia e tremores musculares; ✓Sonolência e anorexia; Lesões macroscópicas: ✓Osteomielite, artrite, sinovite, periartrite; ✓Necrose e congestão no baço, fígado, rins e pulmão, infecção ocular (Pesadas); ESTAFILOCOCOSE E ESTREPTOCOCOSE Diagnóstico: · Isolamento e caracterização do agente; · Diferencial: Escherichia coli (infecção sistêmica), Pasteurella multocida (infecção sistêmica), Mycoplasma synoviae (problemas de perna e artites), artrite viral (artrites), tifo aviário, pulorose e deficiências nutricionais; Tratamento: · Penicilina, ampicilina e eritromicina, estreptomicina, tetraciclina, oxitetraciclina, novobiocina, enrofloxacina e danofloxacina; · Substâncias imunoestimulantes; Prevenção e controle: · Diminuição de fatores imunossupressores; · Biosseguridade. MICOPLASMOSE ✓Mycoplasma spp; ✓Queda na produção (5-10%) e qualidade dos ovos, má eclodibilidade (5-7%), queda na eficiência alimentar, altas taxas de mortalidade (1-10%) e condenação de carcaças; ✓Reservatório na mucosa do trato respiratório superior; ✓Transmissão aerossóis, contaminantes e ovos; ✓Período de incubação de 6 a 21 dias; MICOPLASMOSE Sinais clínicos: ✓Normalmente crônica; ✓Doença Crônica Respiratória (DCR) das galinhas e Sinusite Infecciosa dos perus (Edema facial e ronqueira); ✓Sinovite Infecciosa (Edema articular, aumento de calos, retardo do crescimento, penas arrepiadas e palidez); ✓Aerossaculite das aves (Aerossaculite em peruzinhos e anormalidade ósseas em vértebras cervicaise encurtamento do osso tarso-metatarso. MICOPLASMOSE Lesões macroscópicas: ✓Sacos aéreos com exsudato fibrinoso, perihepatite e pericardite, pneumonias, salpingite, edemas das articulações com exsudato. MICOPLASMOSE Diagnóstico: ✓Epidemiológico, clínico, lesões; ✓Isolamento e sorologia; Tratamento: ✓Tiamulin e enrofloxacina; ✓Tratamento em ovos férteis; Prevenção e controle: ✓Aquisição de reprodutores livres; ✓Vacinação para poedeiras; ✓Biosseguridade; CORIZA INFECCIOSA ✓Avibacterium paragallinarum; ✓Hospedeiro natural – Galinhas; ✓Todas as idades, maior severidade em aves com mais de 13 semanas de idade; ✓Transmissão aerossol, moscas, contato direto, e água contaminada; ✓Aderência na mucosa ciliada da traqueia e destruição; ✓Período de incubação de 24 a 72 horas; CORIZA INFECCIOSA Sinais Clínicos: ✓2 a 3 semanas; Descomplicada (Apenas o Avibacterium) ✓Descarga nasal serosa a mucosa, edema dos seis infraorbitais e facial, conjuntivite catarral e barbelas inchadas, dificuldade respiratória; Complicada (Agentes concomitantes) ✓Sinais mais severos, alguns casos crônicos (Cheiro de rato); Lesões: ✓Inflamação catarral a fibrino-purulenta no trato respiratório superior e edema subcutâneo da face e barbelas; ✓Crônicos – Traqueíte, aerossaculite e pneumonia; CORIZA INFECCIOSA Diagnóstico: ✓Histórico, sintomatologia, isolamento e PCR; ✓Diferencial: Bouba aviária, avitaminose A, pasteurelose e síndrome da cabeça inchada; Tratamento: ✓Sulfas, estreptomicina, eritromicina, tetraciclina e tilosina; Prevenção e controle: ✓Vacinação aves de postura (12 e 16 semanas); ✓Evitar mistura de lotes; ✓Biosseguridade; CÓLERA AVIÁRIA ✓Pasteurella multocida; ✓Comensal do trato respiratório e digestivo; ✓Perus são mais susceptíveis; ✓Persistentemente infectados; ✓Maior ocorrência em estações de temperaturas altas; ✓Transmissão direta. CÓLERA ÁVIÁRIA Sinais Clínicos: Agudas (Incubação de horas a 3 dias, mortalidade de até 90%): · Recusa de andar e alimentar, penas arrepiadas, sonolência, febre, descarga mucosa pela boca e aumento da taxa respiratória; · Diarreia aquosa, inicialmente esbranquiçada, amarelada até esverdeada; · Cianose de crista e barbela e morte; Crônica: · Semanas ou meses; · Enfraquecimento progressiva, palidez de crista e barbelas, osteomielite, artrite, conjuntivite, edema nos seis infra-orbitários; · Sinais associados a outras enfermidades; CÓLERA AVIÁRIA Lesões: ✓Forma aguda apresenta distúrbios vasculares, generalizados; ✓Forma crônica com infecções localizadas com exsudato caseoso; CÓLERA AVIÁRIA Diagnóstico: ✓Sintomatologia, lesões, isolamento e PCR; ✓Diferencial: Colibacilose, salmonelose, staphilococose, coriza infeciosa e micoplasmose; Tratamento: ✓Sulfaquinoxalina, sulfadimetoxina, sulfametazina, sulfamerazina, sulfaethoxypiridazina, sulfacloropyrazina, penicilina, estreptomicina, clortetraciclina, oxitetraciclina, cloranfenicol, eritromicina, novobiocina e enrofloxacina. Prevenção e controle: ✓Vacinação (12, 15, 17 e 20 semanas, IM); ✓Biosseguridade; CLOSTRIDIOSES ✓Clostridium botulinum – Botulismo; ✓Clostridium perfringens – Enterite Necrótica; ✓Clostridium colinum – Enterite Ulcerativa; ✓Clostridium septicum e C. perfringes – Dermatites Gangrenosas. BOTULISMO ✓Clostridium botulinum; ✓Todas as aves, exceto urubu; ✓Consumo de carcaça, peixes, larvas, vegetação em decomposição e cama úmida; ✓Toxina bloqueia a liberação de acetilcolina; ✓Incubação de 10 horas a 2 dias; BOTULISMO Sinais clínicos: ✓Paralisia flácida das pernas, asas , pescoço e da terceira pálpebra; ✓Dificuldade de respirar; ✓Mortalidade depende da quantidade de toxina ingerida; Lesões: ✓Não há lesões macroscópicas. BOTULISMO Diagnóstico: ✓Sinais clínicos e toxina no sangue ou conteúdo de digesta; Tratamento: ✓Não há tratamento específico; ✓Isolar aves doentes; Prevenção e controle: ✓Recolhimento de aves mortas; ✓Remoção da cama após cada lote; ✓Biosseguridade. ENTERITE NECRÓTICA ✓Clostridium perfringens; ✓Comensal do trato digestivo; ✓Fatores estressantes ou concomitante com a coccidiose; ✓2 a 5 semanas de idade, criados em cama; ✓Diminuição da taxa de crescimento e eficiência alimentar; ✓Ração e camas contaminadas. ENTERITE NECRÓTICA Sinais clínicos: ✓Apatia, diminuição do apetite, penas arrepiadas, fezes com coloração escura e diarreicas; ✓Evolução aguda – Mortalidade de 5-15% entre 10 a 14 dias; ✓Evolução crônica – Edema , hemorragias e necrose de membros posteriores; Lesões macroscópicas: ✓Severa necrose intestinal, erosão de moela e hemorragias no fígado; ENTERITE NECRÓTICA Diagnóstico: · Lesões, isolamento, PCR; Tratamento: · Lincomicina, bacitracina de zinco, oxitetraciclinas e tartarato de tilosina; Controle e Prevenção: · Vacinação; · Probióticos, prebióticos, ácidos orgânicos e enzimas; · Promotores de crescimento; · Controle de fatores estressantes; · Controle da matéria prima. ENTERITE ULCERATIVA ✓Clostridium colinum; ✓Ingestão de alimentos, água e carcaças contaminadas; ✓Concomitante com coccidiose ou doenças imunossupressoras; Sinais clínicos: ✓Diarreia aquosa e branca, sonolência , anorexia, pescoço retraído, olhos fechados, penas arrepiadas; ✓Duração de 3 semanas com mortalidade entre 2-10%. ENTERITE ULCERATIVA Lesões macroscópicas: · Hemorragias e ulcerações no intestino delgado, peritonite, necrose no fígado e baço aumentado, congesto e hemorrágico; Diagnóstico: · Sinais clínicos, lesões e isolamento; · Diferencial: Coccidiose, enterite necrótica e histomoníase; Tratamento: · Estreptomicina, bacitracina de zinco, furazolidona, clortretaciclina, penicilinas, lincomicina e virgiamicina; Prevenção e controle: · Controle de fatores estressantes; · Controle da coccidiose; · Biosseguridade. DERMATITE GRANGRENOSA · Clostridium septicium e perfringens; · Principalmente jovens; · Contraem do ambiente, solo ou cama; · Concomitante com agentes estressores; Sinais clínicos: · Menos de 24 horas; · Depressão, incoordenação motora, inapetência, fraqueza de penas, ataxia; Lesões macroscópicas: · Pele escura e desprovida de penas (Áreas hemorrágicas, inflamadas e odor fétido), bolhas de gases no subcutâneo, pulmões congestos, fígados e rins edemaciados. DERMATITE GRANGRENOSA Diagnóstico: ✓Histórico, lesões, isolamento e identificação; Tratamento: ✓Oxitetraciclinas, eritromicina, penicilina, sulfato de cobre; Controle e prevenção: ✓Controle de doenças imunossupressoras, deficiência nutricional; ✓Biosseguridade. CLAMIDIOSE ✓Chlamydophila psittaci; ✓Zoonose; ✓Inalação ou ingestão de secreções contaminadas; Sinais clínicos: ✓Espécie, idade, imunidade, via de infecção, virulência e doenças concomitantes; ✓Superaguda – Morte em horas; ✓Aguda – Apatia, anorexia, desidratação, conjuntivite, asas pendentes, tremores e alterações em todos o órgãos; ✓Crônica – Emagrecimento progressivo, conjuntivite e leves alterações respiratórias; ✓Inaparente – Persistentemente infectados; CLAMIDIOSE Lesões macroscópicas: · Hepatomegalia, esplenomegalia, aerossaculite, pericardite e enterite; Diagnóstico: · Isolamento e identificação; · Diferencial: Pasteurelose, salmonelose, micoplasmose e colibacilose; Tratamento: · Clortetraciclina, doxiciclina ou oxitetraciclina por 45 dias, oral; Controle e Prevenção: · Biosseguridade. image1.jpeg image2.png image3.png image4.png image5.png image6.png image7.png image8.png image9.png image10.png image11.png image12.png image13.png image14.png image15.png image16.png image17.png image18.png image19.png image20.png image21.png image22.png image23.png image24.jpeg image25.png image26.png image27.png image28.png image29.png image30.png image31.png image32.png image33.png image34.jpeg image35.png image36.png image37.png image38.png image39.png image40.png image41.png image42.png image43.png image44.png image45.png image46.png image47.png