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Resumo da aula de Polifarmácia

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Poli farmácia
- O en velh ecimen t o susci ta modifi ca ções biológi ca s que a umentam a morbidade, a mortal idade e o uso de
medic amentos.
- Idosos util izam f ár ma cos prescr itos e não pr escr itos.
FARM AC O LO GIA
- O fár ma co par a provoca r o ef eito desejado, é necessár io que atinja c oncentra ções a dequa da s nos l oca is
de a ção, o que depende da dose a dmi ni str ada, da velocidade e m ag nitude de a bsor çã o, da distr i buiçã o nos
tec idos, da bi otra nsfor ma çã o e da excr eçã o.
M EDIC AM ENTO EM IDO SO
- Podem a ltera r a c apac idade d o idoso de r eal izar a s funções nor ma is, podem leva r a a ltera ções de
comportam ento e podem ser a rr isca da s par a a sua vida.
Poli fa rm a e Q ueda em Idoso
- As r eações a dversa s à m edi ca mentos( é qua lquer r esposta prej udici al ou i ndesej ável, não i ntenc ional , a
um medi ca mento, que oc or re nas doses usua l mente em pr ega da s no homem pa ra profil axi a, dia gnósti co,
ter a pi a da doença ou pa ra a modi fic açã o de funções fi siol óg i cas (ANVISA, 2011), for a m r ela ci ona da s a o
aumento do ri sc o de quedas.
- Efei to cola ter al é a consequênci a que a ing estã o de deter minado medic am ento pode ca usa r a o
or g anismo do i ndivíduo, ou seja , um efei to que é par al elo ao que é desej ado da substânci a f ar ma col óg i ca
absor vida. ... Entr e os efei tos colater ai s ma is corr iquei ros na mai or ia dos medic am entos, está : tontur a,
cef al eia , a ler g ia .
Altera ções Fa rm ac ol óg ic as no Idoso
Absorçã o:
- 70% das rea ções adver sas em i dosos decor r em de al ter ões r ela ci onadas a D ose.
-Reduçã o da motil idade g astr intestinal , a um ento do tem po do esvazia mento g á stri co a car r eta ndo
aumento do tempo de conta to da m edi ca çã o c om a mucosa g á stri ca e l evar a a bsor çã o a umenta da .
-Quando a c oncentra çã o de ác ido é menor que a nor ma l, a absor çã o do medic am ento é reduzida. A
secr eçã o g á stri ca dimi nui c om a idade tor na ndo o pH mai or (a lc al ino).
-Aci dez dimi nuída também a feta a quebr a de psul as e tabletes no estôma go a lter ando a absorç ão do
medic amento.
-Peri sta ltismo dimi nuído pode l evar ma is tempo par a um medic amento cheg a r ao loca l de a bsor çã o,
portanto, sua a çã o poderá ser r etar da da .
D istr ibui çã o dos Medic am entos:
-R edução da ág ua corpor al : rm ac os sol úvei s em ág ua (g enta mic ina, l ítio) tendem a perm anecer em al ta s
concentr a ções no sangue.
-M assa muscula r dim inuída e teci do a di poso a umenta do fár ma cos sol úveis em g ordur a (f enobar bital e
benzodi azepí ni cos) fi cam depositados no tecido a di poso, r esultando em nívei s sang uí neos ba ixos.
-“A mei a -vi da de um a únic a dose de dia zepam no a dulto é de 36 hor a s, pode se estender pa r a a té 100
hora s em um idoso .
-Di mi nuiçã o da hem og lobi na e prot na pla s ti ca (a lbumi na ) é c omum no envel hec im ento.

-R esulta poucos l oca is disponíveis par a os medic amentos que se l ig a m à prot na (fenitoí na , s a li ci la to)
r eaç ões a dver sa s ou tóxi cas é al ta .
-Idoso desnutri do o r isco de toxici da de é ma ior .
-Idosos que consomem m ui to ca rboi dr ato e pouca pr oteína sã o ma is pr opensos a desenvolver toxic idade
compar a do a um idoso c om dieta ba la nc eada.
M etaboli smo dos M edi ca mentos:
-Fíg ado é o ór g ão r esponsável pela bi otra nsfor ma çã o dos medic amentos. O corr e uma r eduçã o do volume
e de fl uxo sang uíneo com a idade neste órg ã o.
-Aos 65 a nos, o f íg ado tem a penas 55% a 65% da per fusão de um a dulto e i sso dim inui a efi ci a deste
ór g ão em metaboli za r os medic am entos, a um entando o r isco de toxic idade.
E xcr eçã o dos M edi ca mentos :
-Os r ins do idoso o menos efi ca zes em remover pr odutos do m eta bolismo, assi m a ex cr eção de
medic amentos será prej udic ada l eva ndo os mesmos perma nec er em na ci r cul ão podendo oc asiona r r i sc o
de toxici da de.
-Os níveis de cr eatinina sér ic a per ma nec em c onstantes m asca ra ndo a di minui çã o da função renal . Par a
ava li ar a toxic idade dos m edi cam entos é mel hor sol ici ta r exa mes de depur açã o da c rea ti ni na que fornece
um a medida ma is efi ca z da funçã o renal .
Inter a ções Medica mentosas:
-Açã o de um medi ca mento i nterf ere com os efei tos do outro, podendo haver siner gi smo, c aso em que a
potencia l izaçã o, ou a ntag onismo qua ndo um prej udi ca a a çã o do outr o.
-A i ntera çã o dos medic amentos e a toxici da de em i dosos podem r esul ta r em a lter ões cognitivas e no
comportam ento que sã o por vezes confundida s c om demênci a.
Poli fa rm áci a
“Pr esc ri çã o, a dm ini stra çã o ou uso de ma is medica ções do que é c li nic amente i ndic ado, é um pr oblema
comum nos idosos”
- Fa tores de ri sco:
•Desejo dos pa ci entes em r eceber uma prescr i ção médica
•Não r ela to de sintomas que podem ser r ea ções adver sas de outros rm ac os, oca si o nando a prescr ão de
um m edi ca mento pa ra tra ta r aqueles sintom as
•C onsultas com múltiplos m édi cos
•Reduç ão da adesã o ao tra tam ento na vi gênci a da polif ar ci a.

ASPEC TO S RE LACIO NADO S À PRESC RIÇ ÃO GER TR ICA
•M a ntenha um al to í ndice de suspei ção par a r ea ções a dver sa s.
•Evite tr atamentos desnec essá ri os.
•C onsi der e a a desão, a infor ma çã o e o tipo de embal ag em.
•Ini ci e com doses ba ix as e a um ente devag a r.
•Inter rogue sempre sobre a utomedic açã o.
•M antenha os inter va los entr e a s doses os mai s am plos possí vel
(uma ou duas vezes ao dia ).
•Revi se reg ul ar mente a prescr ão.
•C onheça as r ea ções adver sas potencia is ( ex: edema de M MII por a ntag onistas do c ál cio).
•Estej a a tento pa r a possí veis inter a ções medi ca mentosa s.
•Tenha em mente o custo total do tr atamento m ensal .
•C onheça as c om or bi da des(exemplo: ur g ênc ia ur i ná ri a e hipertensão evite diurétic os).
•Inf or me a i ndica çã o ( “par a pressão ).
•Escr eva a da ta de suspensão da m edi caç ão, se for a pr opri ado.
•Saiba se o pa ci ente conseg ue ler e se a pr esenta cogniçã o intac ta .
Acr ôni mo C ARE par a Aval ia çã o de M edi ca çã o
C Cuida do c om a a desã o
A Ajuste da dose
R Revisão do R eg im e T era pêuti co
E Educa çã o em Saúde