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ABNT – Associação
Brasileira de
Normas Técnicas
Copyright © 2001,
ABNT–Associação Brasileira
de Normas Técnicas
Printed in Brazil/
Impresso no Brasil
Todos os direitos reservados
SET 2001 NBR 5026
Catodo de cobre eletrolítico -
Requisitos
Origem: Projeto NBR 5026:2001
ABNT/CB-44 - Comitê Brasileiro do Cobre
CE-44.000.06 - Comissão de Estudo de Catodo de Cobre Eletrolítico
NBR 5026 - Electrolitic copper cathode - Requirements
Descriptors: Copper cathode. Cooper
Esta Norma substitui a NBR 5026:1982
Válida a partir de 29.10.2001
Palavras-chave: Eletrolítico. Catodo de cobre. Cobre 4 páginas
Sumário
Prefácio
Introdução
1 Objetivo
2 Referências normativas
3 Definições
4 Requisitos gerais
5 Requisitos específicos
6 Inspeção
7 Aceitação e rejeição
Prefácio
A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo
conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB) e dos Organismos de Normalização Setorial
(ABNT/ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas
fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).
Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos ABNT/CB e ABNT/ONS, circulam para Consulta Pública entre
os associados da ABNT e demais interessados.
Introdução
Esta Norma é elaborada em função da necessidade do mercado produzir ligas de cobre, vergalhão de cobre e outros
produtos, a partir de catodos de cobre eletrolítico.
Um catodo de cobre eletrolítico é geralmente obtido através do processo de eletrorrefino de ânodos de cobre ou de
soluções eletrolíticas de cobre, com ciclos catódicos que geralmente podem durar de 6 dias a 14 dias, dependendo do tipo
de processamento adotado, os quais definem a espessura do produto e atribuem-lhe uma pureza conforme demonstrada
na tabela 1.
1 Objetivo
Esta Norma fixa as condições exigíveis para aceitação e/ou recebimento de catodos de cobre eletrolítico, obtidos pelo
processo de eletrorrefino.
NBR 5026:20012
2 Referências normativas
As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta
Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão,
recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições mais
recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento.
NBR 5019:2001 - Produtos e ligas de cobre - Terminologia
NBR 6809:1993 - Vergalhões de cobre destinados à fabricação de condutores elétricos - Especificação
NBR 6815:1981 - Fios e cabos elétricos - Ensaio de determinação da resistividade em componentes metálicos - Método de
ensaio
ASTM E 53:1998 - Chemical analysis of copper (eletrolytic determination of copper)
Definições
Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as definições da NBR 5019.
4 Requisitos
4.1 Obtenção
Os catodos são obtidos através da dissolução de ânodos de cobre em solução ácida (eletrólito) ou diretamente a partir
destas, utilizando-se ânodos inertes de chumbo, onde os íons de cobre migram para a superfície catódica e são depo-
sitados. O processo se dá com a aplicação de uma corrente elétrica contínua, segundo a lei de Faraday e outros processos
eletroquímicos.
4.2 Material
Os catodos de cobre devem ser de qualidade e pureza que confiram ao produto as propriedades e características prescritas
nesta Norma. A composição química dos catodos deve atender aos limites indicados na tabela 1.
Tabela 1 - Composição química
Valores em porcentagem
Elementos Composição
Cobre + Prata 99,95 (mín.)
Selênio (Se) 0,000 20 (máx.)
Telúrio (Te) 0,000 20 (máx.)
Bismuto (Bi) 0,000 10 (máx.)
Total do grupo 0,000 30 (máx.)
Antimônio (Sb) 0,000 40 (máx.)
Arsênio (As) 0,000 50 (máx.)
Chumbo (Pb) 0,000 50 (máx.)
Enxofre (S) 0,001 50 (máx.)
Estanho (Sn) 0,000 50 (máx.)
Níquel (Ni) 0,001 00 (máx.)
Ferro (Fe) 0,001 00 (máx.)
Zinco (Zn) 0,000 30 (máx.)
Prata (Ag) 0,002 50 (máx.)
NOTA - A concentração total de todas as impurezas é de 0,006 5% máxima.
4.3 Acabamento
4.3.1 As superfícies dos catodos não devem apresentar quantidade excessiva de nódulos, assim como cordões nodulares,
de modo a não provocar alterações na composição química.
4.3.2 Nas superfícies dos catodos não são aceitáveis imperfeições aparentes, tais como sulfato de cobre, graxas, óleo e
resíduo de lama.
NBR 5026:2001 3
4.4 Dimensões
4.4.1 Os catodos podem ter o formato retangular ou quadrado, dependendo de suas dimensões.
4.4.2 A espessura dos catodos é função específica do tempo do ciclo catódico do processo de eletrorrefino do fornecedor.
Espessuras específicas podem ser obtidas, mediante acordo prévio.
4.4.3 Por acordo prévio entre fornecedor e comprador, os catodos podem ser entregues inteiros ou cortados.
4.5 Acondicionamento
4.5.1 Os catodos devem ser sobrepostos formando um pacote pesando de 2 000 kg a 3 000 kg, sendo firmemente
amarrados por cintas.
4.5.2 Pacotes de peso específico podem ser previamente acordados entre as partes.
4.6 Identificação
Os pacotes de catodos devem estar identificados por etiquetas ou manuscritos na placa superior, contendo os seguintes
dados:
a) nome do fabricante;
b) nome comercial do catodo;
c) número do lote/grupo;
d) número do pacote;
e) massa líquida do pacote, em quilogramas;
f) outros requisitos previamente acordados entre comprador e fornecedor.
4.7 Garantia da qualidade
Mediante solicitação do comprador, o fornecedor deve encaminhar junto com o material um documento que certifique sua
qualidade e garanta sua conformidade com esta Norma.
5 Requisitos específicos
5.1 Resistividade elétrica
5.1.1 A resistividade elétrica máxima para o catodo de cobre deve ser de 0,017 241 Ωmm2/m a 20°C, equivalente à
condutividade elétrica de 100% I.A.C.S.1), quando submetida ao ensaio conforme 7.3.2.
5.1.2 Para o fornecedor de catodo que possui planta de laminação contínua, é facultado fazer a determinação da resis-
tividade elétrica conforme a NBR 6809.
6 Inspeção
6.1 Considerações a serem adotadas na inspeção
6.1.1 A inspeção de catodos pode ser realizada na usina do fabricante, no depósito do fornecedor ou no estabelecimento
do comprador, conforme acordo prévio.
6.1.2 Se especificado na ordem de compra, o fabricante deve certificar-se de que os catodos foram fabricados em con-
dições tais que o produto esteja em conformidade com as condições de fabricação usual e com os ensaios recomendados.
6.2 Considerações a serem adotadas na amostragem
6.2.1 Os lotes são constituídos pela carga de cada veículo, com carga máxima de 50 t, salvo acordo prévio em contrário.
6.2.2 As amostras para determinação da composição química e da resistividade elétrica são obtidas conforme proce-
dimento de 6.2.3 e 6.2.4, com exceção apenas para os fornecedores que possuem planta de laminação contínua, onde é
facultado amostrar e realizar as análises de acordo com seus procedimentos.
6.2.3 Retira-se ao acaso uma unidade para cada 10 t ou fração do lote e de cada uma extrai-se o material para amostra.
Depois de limpar a superfície, fura-se o catodo com uma broca de aproximadamente 12 mm de diâmetro, perfurando em
pontos igualmente espaçados ao longo de uma diagonal, atravessando toda a peça sem o emprego de lubrificante e
evitando oxidação dos cavacos devido ao calor produzido por uma furação demasiadamente rápida.
6.2.4 O total do material assim separado é todo cortado, misturado e dividido em três porções as quais são colocadas em
recipientes fechados,uma para o fabricante (ou fornecedor), outra para o comprador e uma terceira para possíveis casos
de arbitragem.
________________
1) I.A.C.S. - International Annealed Copper Standard.
NBR 5026:20014
6.3 Considerações a serem adotadas nos ensaios
6.3.1 A determinação da composição química é feita pelo método ASTM E 53, até que se publique norma brasileira sobre o
assunto.
6.3.2 A deteminação da resistividade elétrica é feita conforme 6.3.2.1 a 6.3.2.3 ou conforme a NBR 6809 para aqueles
fornecedores que possuem planta de laminação contínua.
6.3.2.1 Os cavacos obtidos segundo 6.2.3 são fundidos em um cadinho de grafita pura, carbono ou outro material que não
seja contaminante, e cobertos com carvão vegetal, vazados em um molde para a amostra e, por forjamento ou laminação a
quente e trefilação a frio, transformados num fio de diâmetro de aproximadamente 2 mm, o qual é recozido a aproxima-
damente 500°C por 30 m.
6.3.2.2 O fio assim obtido é cortado em três porções, as quais são colocadas em recipientes fechados, uma para o fabri-
cante (ou fornecedor), outra para o comprador e uma terceira para possíveis casos de arbitragem.
6.3.2.3 A resistividade elétrica do fio é determinada de acordo com a NBR 6815.
7 Aceitação e rejeição
7.1 Aceitação
Se a amostra tirada de acordo com 6.2 cumprir os requisitos especificados nesta Norma, o lote é aceito.
7.2 Rejeição
7.2.1 Se, nos ensaios efetuados pelo comprador, a amostra não obedecer a qualquer dos requisitos especificados, o
comprador tem o direito de rejeitar o lote, o que é notificado ao fabricante por escrito, mencionando o motivo da rejeição.
O fabricante (ou fornecedor) deve comunicar seu acordo ou desacordo e, neste último caso, pode existir um exame do lote
por árbitro escolhido em comum acordo.
7.2.2 Podem ser rejeitados os pacotes de catodos individuais que não cumprirem os requisitos de 4.3.
7.2.3 Se um lote ou parte do mesmo não cumprir os requisitos desta Norma, o fornecedor deve substituir o material
defeituoso, caso seja constatada sua responsabilidade no fato.
________________

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