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~TEMA 6 - Instalação Elétrica - Conceitos Básicos, NBR 5410 - Instalações elétricas de baixa tensão , NR10

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6. Instalações Elétricas: conceitos básicos, NBR 5410/2005 e Norma Regulamentadora nº 10.
INSTALAÇÕES ELÉTRICA
	CONDUTORES 
	Conceito: é o cabo de material condutor que transmite corrente elétrica (fluxo de cargas) quando há uma tensão aplicada em uma das extremidades do circuito e há uma diferença de potencial entre essas extremidades. 
	Condutores vivos: são aqueles pelos quais passa corrente, ou seja, apresenta diferente potencial em relação à terra. O condutor terra não é vivo. 
	Classificação dos condutores conforme a constituição: 
Fio: a alma condutora está formada por um só elemento ou fio.
Cabo: a alma condutora está formada por uma série de elementos 
ou fios. 
	Classificação conforme o número de condutores: 
Unipolar: possui só uma alma condutora com isolação e com ou sem cobertura. 
Multipolar: possui duas ou mais almas condutoras com isolação e com cobertura.
	REPRESENTAÇÃO DE CONDUTORES: 
	DICAS: 
Terra tem formato de T. 
Retorno é só metade do tracinho.
Neutro (L de ponta cabeça).
Fase (O traço completo).
	REPRESENTAÇÃO DA CORES:
TERRA: cor ver ou verde e amarelo
NEUTRO: cor azul claro.
FASE: indicado usar vermelho, preto ou marrom.
	TERRA: O condutor terra é o condutor ligado a outro condutor, no quadro de distribuição, que está conectado à terra através de um condutor enterrado. É um tipo de aterramento, proteção, visa a proteção contra choques elétricos por contato direto. Sempre deve ser conectado às tomadas. 
RETORNO: como é chamado o condutor que liga o ponte de luz ao interruptor.
NEUTRO: é o condutor que é ligado, no quadro de distribuição, a um condutor sem tensão elétrica. Serve para conectar uma das extremidades de circuitos com tensão 127V. É um tipo de aterramento, o funcional. 
FASE: está ligado ao ponto, no quadro de distribuição, em que há fornecimento de carga, onde foi conectado o cabo com transmissão de energia elétrica vindo do poste da concessionária de energia elétrica. 
 
	CONDUTORES 
	SEÇÃO
	A seção dos condutores deve ser determinada de forma a que sejam atendidos, no mínimo, todos os seguintes critérios:
a) A capacidade de condução de corrente dos condutores deve ser igual ou superior à corrente de projeto do circuito, incluindo as componentes harmônicas;
b) A proteção contra sobrecargas;
c) A proteção contra curtos-circuitos e solicitações térmicas; 
d) A proteção contra choques elétricos por seccionamento automático da alimentação em esquemas TN e IT, quando pertinente;
e) Os limites de queda de tensão:
	SEÇÃO MÍNIMA DO CONDUTOR FASE: 
	SEÇÃO MÍNIMA DO CONDUTOR NEUTRO: 
-O condutor neutro não pode ser comum a mais de um circuito;
-O condutor neutro de um circuito monofásico deve ter a mesma seção do condutor fase; 
-Num circuito trifásico com neutro e cujos condutores de fase tenham uma seção superior a 25mm², a seção do condutor neutro pode ser inferior a dos condutores de fase, quando as três condições seguintes forem simultaneamente atendidas:
a) O circuito for presumivelmente equilibrado, em serviço normal; 
b) A corrente de fases não contiver uma taxa de terceira harmônica e múltiplos superior a 15%, e
c) O condutor neutro for protegido contra sobrecorrentes. 
	
	TIPOS DE DIAGRAMAS ELÉTRICOS
	
DIAGRAMA FUNCIONAL
	-Usado para explicar o funcionamento e não o posicionamento dos condutores. 
-Mostra os condutores e componentes.
- O diagrama funcional é usado quando há a necessidade de demonstrar um circuito com clareza e rapidez até para fins didáticos.
	DIAGRAMA MULTIFILAR
	-Representação minuciosa, mostrando os condutores, componentes e posição. 
-O diagrama multifilar é usado somente para os circuitos elementares, pois é de difícil interpretação quando o circuito é complexo.
	Funcional:
 
	Multifilar:
	
DIAGRAMA UNIFILAR
	- O diagrama unifilar é o mais usado pelos eletricistas instaladores nas obras.
-Desenhado na planta baixa.
-O diagrama unifilar serve especialmente para se verificar, com rapidez, quantos condutores passarão em determinados eletrodutos e qual o trajeto dele.
-Com uma única linha indica-se o número de condutores e sua trajetória na instalação elétrica
	DIAGRAMA TRIFILAR
	-Amplamente usado em sistemas de comandos elétricos e maquinas trifásicas.
-Representa cada uma das três fases de um sistema elétrico e suas respectivas derivações, tendo características muito parecidas com o diagrama unifilar.
	Unifilar:
	Trifilar:
	
	INTERRUPTORES
	SIMPLES
	VÁRIAS SEÇÕES
	INTERRUPTOR PARALELOS (THREE-WAY)
São mais usados quando se tem mais de um ponto de comando para o mesmo circuito de iluminação. É chamado assim porque tem 3 condutores, sendo uma conexão de entrada e duas de saída.
	INTERRUPTOR INTERMEDIÁRIO (FOUR-WAY)
Muito usado quando se quer controlar uma lâmpada, ou grupo de lâmpadas por três ou mais diferentes pontos. É chamado assim porque tem 4 condutores, sendo uma conexão de entrada e três de saída.
 
	Interruptor de Minuteria: Iluminação que necessita da ação humana para ligar o circuito. Desligando-se automaticamente após algum tempo previamente regulado. A temporização pode variar de 15 segundos a 5 minutos, podendo este tempo se regulado através do temporizador. 
Interruptor horário (Relé horário): Possibilita controlar, ligar e desligar circuitos elétricos em horários pré-determinados.
Interruptor automático por presença: Através de um sensor infravermelho, a radiação de calor de pessoas, animais, automóveis, que estejam nos limites perceptíveis do dispositivo e funciona como um comando automático do circuito de iluminação. 
Relé fotoelétrico: Destina-se principalmente ao controle de ligar e desligar lâmpadas em função da luz ambiente.
Dimmer: É um equipamento que controla a intensidade luminosa de uma lâmpada incandescente ao variar a corrente que passa pelo filamento. 
	TOMADAS
	-Exigem a obrigação do uso do terra;
-Devem ser previsto circuitos para tomadas de uso gerais (TUG);
-Devem ser previstos circuitos para as tomadas de uso específico (TUE), os pontos de tomadas das TUE devem estar no máximo a 1,5m da distância do equipamento que vai ser alimentado
	
	QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO
	-É o local onde se concentra toda a instalação elétrica.
-É também conhecido como quadro de luz (QL);
-Deve ser instalado o mais próximo possível da entrada da edificação;
-É onde são instalados os dispositivos de proteção, Disjuntores termomagnéticos (DTM) ou os disjuntores diferenciais residuais (DR);
Recebe os condutores que vêm do medidor ou centro de medição e os distribuem a um ou mais circuitos;
É de onde partes os circuitos terminais que irão alimentar as diversas cargas da instalação (equipamentos). 
	CIRCUITOS
	Existem dois tipos de circuitos: distribuição e terminais (parciais):
-Circuitos de distribuição: partem do quadro de medição ao quadro de distribuição. São os cabos principais que fornecem energia para todos os circuitos terminais. 
-Circuitos terminais: partem do quadro de distribuição e alimentam as lâmpadas, TUG e TUE. 
Geralmente, em uma residência, um circuito terminal é formado por F+N+T (Fase, neutro e terra), mas certos equipamentos (trifásicos) precisam de 3F+N+T.
Um quadro terminal, ou parcial como diz na norma, é aquele destinado a alimentar exclusivamente circuito terminal.
 
	ELETRODUTOS 
	- É vedado o uso, como eletroduto, de produtos que não sejam expressamente apresentados e comercializados como tal. Isso inclui proibição de produtos como mangueiras.
-A função é proteger os condutores contra ações mecânicas e corrosão e proteger o meio contra perigos de incêndio, resultante do superaquecimento dos condutores. 
- Em qualquer situação, os eletrodutos devem suportar as solicitações mecânicas, químicas, elétricas e térmicas a que forem submetidos nas condições de instalação. 
- A norma NBR 5410/2004 nos traz que só são admitidos eletrodutos não-propagantes de chama. Todavia os eletrodutos embutidos em laje ou enterrado na área externa da edificação podem ser propagantes de chama. 
		Aplicação
	Classificação quanto àresistência mecânica
	Classificação quanto à propagação da chama.
	TIPO A: embutido em laje ou enterrado na área externa da edificação.
	Média
Pesado
	-Propagane de chama.
-Não propagante de chama.
	TIPO B: embutido em alvenaria.
	Leve
Médio
Pesado
	-Não propagante de chama.
	TIPO C: aparente
	Pesado
	-Não propagante de chama. 
	Eletroduto rígido: é aquele que não pode ser curvado, a não ser com ajuda mecânica, com ou sem tratamento especial.
Eletroduto flexível: é aquele que é curvável, que pode ser dobrado com a mão, com uma força razoavelmente reduzida, mas sem ajuda de um outro meio e que é destinado a ser frequentemente dobrado em serviço.
	
Observação: os eletrodutos aparentes devem ser na cor cinza, e podem ser utilizados embutidos.
	Informações sobre aplicação:
-Em nenhuma hipótese devem ser instalados curvas com deflexão superior a 90°.
-Os eletrodutos só devem ser cortados perpendicularmente a seu eixo. Deve ser retirada toda rebarba suscetível de danificar a isolação dos condutores. 
-A enfiação dos condutores só deve ser iniciada depois que a montagem dos eletrodutos for concluída, não restar nenhum serviço de construção suscetível de danificá-los e a linha for submetida a uma limpeza completa. 
-Nas juntas de dilatação, os eletrodutos rígidos devem ser seccionados, o que pode exigir certas medidas compensatórias, como, por exemplo, o uso de luvas flexíveis ou cordoalhadas destinadas a garantir a continuidade elétrica de um eletroduto metálico. 
-Quando necessário, os eletrodutos rígidos isolantes devem ser providos de juntas de expansão para compensar as variações térmicas.
	ELETRODUTOS
	Devem ser empregadas caixas: 
a) Em todos os pontos da tubulação onde houver entrada ou saída de condutores, exceto nos pontos de transição de uma linha aberta para a linha em eletrodutos, os quais, nestes casos, deve ser rematodos com buchas. 
b) Em todos os pontos de emenda ou de derivação de condutores;
c) Sempre que for necessário segmentar a tubulação.
*As caixas devem ter tampa, sendo admissível a ausência da tampa em caixas de derivação ou de passagem instaladas em forros ou pisos falsos, desde que essas caixas efetivamente só se tornem acessíveis com a remoção das placas do forro ou do piso falso e que se destinem exclusivamente a emenda e/ou derivação de condutores, sem acomodar nenhum dispositivo ou equipamento. 
*Os condutores devem formar trechos contínuos entre as caixas, não se admitindo emendas e derivações senão no interior das caixas.
*Condutores emendados ou cujo isolação tenha sido danificada e recomposta com fita isolante ou outro material não devem ser enfiados em eletrodutos. Evitar que argamassas e concretos entrem nas bocas dos eletrodutos. 
	DIMENSÕES:
-As dimensões internas dos eletrodutos e de suas conexões devem permitir que, após montagem da linha, os condutores possam ser instalados e retirados com facilidade. Para tanto: 
a) A taxa de ocupação do eletroduto, dado pelo quociente entre a soma das áreas das seções transversais dos condutores previstos, calculadas com base no diâmetro externo, e a área útil da seção transversal do eletroduto, não deve ser superior a:
-53% no caso de um condutor;
-31% no caso de dois condutores;
-40% no caso de três ou mais condutores.
b) Os trechos contínuos de tubulação, sem interposição de caixas ou equipamentos, não devem exceder 15m de comprimento para linhas internas e 30m para as linhas em área externas as edificações, se os trechos forem retilíneos. Se os trechos incluírem curvas, o limite de 15m e o de 30m devem ser reduzidos em 3m para cada curva de 90°.
	DIMENSIONAMENTO – NÚMERO DE TOMADAS
	-Dimensionado com o perímetro do ambiente.
a) No banheiro pelo menos um ponto, perto do lavatório.
b) Em cozinhas, copas, áreas de serviço, deve ser considerado 1 ponto a cada 3,5m ou fração de perímetro. Em cima da bancada da pia deve ser previsto 2 pontos de tomada, no mesmo ponto ou ponto diferentes. 
c) Em varandas pelo menos um ponto. O uso fica a critério do profissional quando a varanda não comporta, área inferior a 2m², quando sua profundidade for inferior a 0,8m.
d) Em salas e dormitórios pelos menos 1 ponto a cada 5m ou fração.
e) Em cada um dos cômodos e dependências de habitação deve ser previsto pelo menos:
-Um ponto se a área do cômodo for igual ou inferior a 2,25m². Admite-se que esse ponto seja colocado de um lado externo da dependência, a uma distância de até 0,8m.
- Um ponto se a área for superior a 2,25m² e igual ou inferior a 6m².
- Um ponto de tomada a cada perímetro ou fração de 5m, se a área for superior a 6m².
Potência: 
a) em banheiros, cozinhas, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, lavanderias e locais análogos, no mínimo 600 VA por ponto de tomada, até três pontos, e 100 VA por ponto para os excedentes. Quando o total de tomadas no conjunto desses ambientes for superior a seis pontos, admite-se que o critério de atribuição de potências seja de no mínimo 600 VA por ponto de tomada, até dois pontos, e 100 VA por ponto para os excedentes.
b) nos demais cômodos ou dependências, no mínimo 100 VA por ponto de tomada.
c) Potência nominal das TUE iguais a do equipamento a ser alimentado ou a soma das potencias nominais dos equipamentos a serem alimentados. 
	DIMENSIONAMENTO – ILUMINAÇÃO
	-Em cada cômodo no mínimo um ponto de luz fixo no teto comando por interruptor.
-Para determinação das cargas:
a) Com cômodos ou dependências com área inferior ou igual a 6m², deve ser prevista uma carga mínima de 100VA.
b) Com área superior a 6m², deve ser prevista uma carga mínima de 100VA para os primeiros 6m², e acrescida de 60VA para cada aumento de 4m² inteiros. 
	SISTEMAS DE PROTEÇÃO
	Curto-circuito: é uma ligação intencional ou acidental entre dois ou mais pontos de um circuito ou mais pontos de um circuito, através de uma impedância desprezível (a corrente não sofre resistência). São causados por falhas ou rompimento da isolação entre condutores e, como consequência, produzem correntes extremamente elevadas.
Sobrecargas: provocam no circuito correntes superiores à corrente nominal.
Contato direto: ocorre por falha de isolamento, por ruptura ou remoção indevida de partes isolantes ou por atitude imprudente de uma pessoa com uma parte viva.
Contato indireto: ocorre quando há contato com uma massa (como uma carcaça de um equipamento) energizado. 
Corrente de fuga: é a corrente de condução que, devido à isolação imperfeita, percorre um caminho diferente do previsto. Em particular, a corrente de fuga de uma instalação ou parte de uma instalação é a corrente que, na ausência falta, flui para a terra ou para elementos condutores estranhos á instalação.
Corrente diferencial-residual: Soma algébrica dos valores instantâneos das correntes que percorrem todos os condutores vivos do circuito considerado, em um dado ponto. 
	Os dispositivos de proteção devem proteger uma instalação de uma sobrecarga ou curto-circuito. Esses dispositivos podem ser: disjuntores, fusíveis e disjuntores a dispositivos fusíveis. 
*Fusíveis: é a peça que deve ser substituída após a operação do dispositivo, contém o elemento fusível que é o componente que deve fundir, quando for percorrido por uma corrente que exceda um valor especificado durante um tempo especificado
*Disjuntores termomagnéticos: Garantem a manobra e a proteção contra correntes de sobrecarga e contra correntes de curto-circuito.
3 funções básicas: abrir e fechar os circuitos (manobra), proteger a fiação contra sobrecargas através do seu dispositivo térmico e contra curto-circuito através do seu dispositivo magnético.
	Dispositivo diferenciais residuais (DR)
É um dispositivo de proteção que detecta num circuito a existência de corrente diferencial residual e provoca interrupção do circuito, quando o valor da corrente ultrapassa um valor especificado.
Exercem funções: Proteção dos condutores contra sobrecorrentes, proteção das pessoas contra choques elétricos, proteção dos locais contra incêndios, controlar o isolamento da instalação, impedindo o desperdício de energiapor fuga excessiva de corrente. 
Seu funcionamento se dá através da detecção de correntes de fuga na instalação elétrica e consequentemente interrupção da corrente através do seccionamento do condutor. 
	DR de alta sensibilidade
Se aplica a tomadas com corrente nominal de até 32 A. Não se aplica a circuitos ou setores da instalação concebidos em esquema IT.
A proteção dos circuitos pode ser realizada individualmente, por ponto de utilização ou por circuito ou por grupo de circuitos. Dispositivos diferencial-residual (DR) de alta sensibilidade devem ser utilizados para proteção complementar ao aterramento, contra contatos diretos nas seguintes situações: 
-Circuitos que sirvam de pontos em locais providos de banheira ou chuveiros e locais sujeitos a lavagem.
-Circuitos que alimentem tomadas de corrente situadas em áreas externas á edificações.
-Circuitos de tomadas de correntes situadas em áreas internas que possam alimentar equipamentos no exterior. 
-Podem ser excluídos da obrigatoriedade de DR, os circuitos que alimentam luminárias localizadas a mais de 2,5m de altura e as tomadas não diretamente acessíveis, destinadas a alimentar refrigeradores e congeladores.
Condutores de proteção
Os condutores de proteção são necessários em todas as instalações elétricas de baixa tensão, independentemente do tipo de esquema de aterramento, quer seja TN,TT,IT, cuja finalidade é a proteção contra contatos indiretos. Esses condutores permitem o escoamento das correntes de fuga e/ou de falta da instalação, garantindo assim uma perfeita continuidade do circuito de terra. 
O condutor de proteção de um circuito terminal liga as massas dos equipamentos de utilização, e se for o caso, o terminal terra das tomadas de correntes, alimentado pelo circuito ao terminal de aterramento (barramento de terra) do quadro de distribuição respectivo. Um condutor de proteção, pode ser comum a vários circuitos. 
A seção do condutor de proteção pode ser determinada através da relação com a selão dos condutores fase. 
TIPOS DE ATERRAMENTO
O aterramento tem por finalidade proteger a instalação e seus usuários de uma ligação intencional à terra, onde a energia elétrica flui sem risco. 
Significado das letras das classificações a seguir:
Primeira letra: situação da alimentação em relação à terra: 
T= um ponto diretamente enterrado;
I=isolação de todas as partes vivas em relação à terra ou aterramento através de uma impedância;
Segunda letra: Situações das massas da instalação em relação à terra:
T: massas diretamente aterradas, independemente do aterramento eventual de um ponto de alimentação. 
N: Massas ligadas diretamente ao ponto de alimentação aterrado (em corrente alternada, o ponto aterrado é normalmente o ponto neutro).
Outras letras: disposição do condutor neutro e do condutor de proteção:
S= funções de neutro e de proteção assegurados por condutores distintos;
C= funções de neutro e de proteção combinadas em um único (condutor PEN).
-Esquemas TN: um ponto de alimentação diretamente aterrado, sendo as massas (massas metálicas, são os condutores elétricos) ligados a este ponto por condutores de proteção.
Esquema TT: um ponto de alimentação diretamente aterrado, estando as massas da instalação ligadas a pontos de aterramento distintos do ponto de aterramento da instalação. A proteção por DR é obrigatório. 
Esquema IT: não possui qualquer ponto da alimentação diretamente aterrado (sistema isolado ou aterrado por impedância), estando, no entanto, as massas da instalação diretamente aterradas. 
A fim de se garantir a proteção contra choques elétricos, foram classificados dois tipos de proteção:
· proteção básica – Esta proteção era chamada na edição anterior da norma de proteção contra contatos diretos. Exemplos de proteção básica: isolação, barreira, invólucro, limitação da tensão;
· 
· proteção supletiva – Esta proteção era chamada na edição anterior da norma de proteção contra contatos indiretos. Exemplos de proteção supletiva: equipotencialização, seccionamento automático da alimentação, isolação suplementar, separação elétrica.
Há também um tipo de proteção contra choques elétricos, chamado de proteção adicional, em situações nas quais o risco é mais elevado devido às condições do local e/ou do usuário. As proteções adicionais, são: equipotencialização suplementar e uso de DR de alta sensibilidade (30 mA).
Condutores enterrados 
Ponto de entrega: ponto de conexão do sistema elétrico da empresa distribuidora de eletricidade.
Ponto de entrada: ponto em que uma linha externa penetra na edificação.
Ponto de utilização: ponto de uma linha elétrica destinado à conexão de equipamentos de utilização.
Ponto de comando: interruptor, dimmer, 
Ponto de tomada: ponto de utilização em que a conexão do equipamento ou equipamentos é alimentada através de tomada de corrente.

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