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MONITORAMENTO ELETRÔNICO
APRESENTAÇÃO TRABALHO CONCLUSÃO DE CURSO - TCC
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MONITORAMENTO ELETRÔNICO
 PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO PENAL
 VERA LÚCIA AMARAL MONTEIRO
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MONITORAMENTO
ELETRÔNICO
Os principais objetivos deste estudo é analisar a importância desse novo modelo de cumprimento de pena e sua utilização em medidas cautelares diversas, com objetivo de:
Entender sua aplicação pratica;
Redução dos custos, diminuição superlotação e reincidência;
Verificando seu amparo legal através do CPB, LEP, estudiosos e documentos.
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APRESENTAÇÃO ORAL PRESENCIAL 
DELIMITAÇÃO
O crescente índice da criminalidade e a decadência do sistema prisional, ensejaram a superlotação dos presídios, penitenciárias e casa de albergados, colocando em xeque a eficiência da reclusão, sendo necessário um nova forma de execução penal. 
Realmente a reclusão é eficiente?
A superlotação causa ineficiência da ressocialização?
Prejudica o objetivo da pena?
É necessário um novo modelo de execução penal?
Reduz a criminalidade?
Reduz Custos?
Devolve individuo ressocializado ao convívio em sociedade?
MONITORAMENTO ELETRÔNICO
É uma forma de execução penal, a qual o reeducando por meio de uma tornozeleira eletrônica, afixada ao seu corpo é monitorado vinte quatro horas por dia, através de uma central de monitoramento. Teve sua origem nos Estados Unidos em meados de 1970, implantado no Brasil no ano de 2010 e no Rio Grande do Sul no ano de 2013.
SERA INEVITÁVEL A SUBSTITUIÇÃO PELAS NOVAS TENDÊNCIAS TECNOLÓGICAS?
Nos primórdios o encarceramento era a solução para inibir a pratica delitiva, devido a superlotação das casas prisionais, o que ocasiou a ineficácia do objetivo principal da pena ( que é devolver o individuo infrator ressocializado ao convívio em sociedade), viu-se a necessidade de uma nova forma que substituísse o entendimento das penas do século XXI.
OBJETIVO GERAL 
Colocar em pauta esse novo modelo de cumprimento de pena e sua utilização em medidas cautelares diversas, com objetivo de entender sua aplicação pratica, reduzir custos, diminuir a superlotação e reincidência na execução penal.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Entender sua aplicação pratica e funcionamento.
METODOLOGIA DE PESQUISA
Foi realizada uma pesquisa qualitativa documental com referências em Obras doutrinarias que abordam o tema, a análise da aplicação pratica desse modelo e de dados nos sistemas de tecnologia do Estado do Rio Grande do Sul e de Bento Gonçalves/RS, para verificar o aumento/diminuição de reincidência, superlotação, ressocialização e custos.
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Conceito 
O aparelho de monitoramento eletrônico é um dispositivo acoplado ao corpo do monitorado em tempo integral, ligado a uma central de monitoramento, sendo que o monitorado será vigiado 24 horas por dia por um sistema de GPS(Global Positioning System).
TRÍPLICE FINALIDADE DO MONITORAMENTO ELETRÔNICO:
Redução da superlotação prisional;
 
Redução dos custos em relação as prisões tradicionais;
- Combate a reincidência criminal.
DOIS MODELOS BÁSICOS:
Front-door: Substitui toda a pena, impede o ingresso do condenado ao cárcere, em penas de pequeno potencial ofensivo. Ex: Prisão domiciliar, PSC e Suspensão condicional da pena.
Back-door: Busca reduzir o tempo de encarceramento, ou seja, substitui o restante da pena privativa de liberdade, tendo como principal finalidade a reinserção do condenado na vida em sociedade. Ex: Cumprimento do restante da pena quando em regime aberto, Livramento Condicional. 
LEI FEDERAL Nº 12.258/2010:
Regulamenta o Monitoramento eletrônico no ordenamento jurídico brasileiro.
introduz a rubrica “Da Monitoração Eletrônica”, acrescentando os artigos 146-B, 146-C, 146-D à Lei de execução penal(LEP).
RESULTADO DE PESQUISA
Como principais resultados desta pesquisa, pode-se perceber que o Monitoramento Eletrônico apesar de ainda sofrer alguns preconceitos com relação a violação dos Direitos Humanos, é um meio alternativo em desenvolvimento que tem potencial de evoluir e se tornar ainda mais eficaz, contribuindo para redução da criminalidade, custos para o Estado, e ressocialização em contraponto ao ultrapassado e ineficaz modelo atual. 
REFERÊNCIAS
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