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AULA PATOLOGIA ESPERMÁTICA FINAL

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AULA PATOLOGIA ESPERMÁTICA FINAL – 
17/02/2020 
 
MORFOLOGIA ESPERMÁTICA: DEFEITOS 
MAIORES 
 
FORMAS TERATOLÓGICAS: 
 
São alterações que ocorrem durante a 
espermatogênese e, quando em grande 
número podem afetar a fertilidade. 
 
 
CLASSIFICAÇÃO DA MORFOLOGIA 
ESPERMÁTICA 
 
Espermatozoides anormais podem 
reduzir a fertilidade por dois motivos: 
 
1-incapacidade em alcançar o local de 
fertilização -Defeitos compensáveis- 
(menores) (defeitos de cauda e gotas). 
 
2-mesmo que o SPTZ alcance o local de 
fertilização apresenta incapacidade para 
fertilizar o óvulo ou para sustentar o 
desenvolvimento embrionário. -Defeitos 
não compensáveis- (maiores) (formato 
da cabeça espermática, bem como 
defeitos na estrutura da cromatina). 
 
Aumento na concentração espermática 
melhora a fertilidade? 
 
 
ESPERMOGRAMA – OUTROS ELEMENTOS 
ENCONTRADOS NO SÊMEN 
 
Células primordiais (Células da linhagem 
espermatogênica): são células que 
desprenderam do epitélio germinativo. 
Geralmente aparecem durante as 
degenerações testiculares graves (DTG). 
 
Células gigantes: quadros de DTG ou 
hipoplasia, células do epitélio germinativo 
sofrem distúrbios do processo de divisão, 
levam a condensação do material 
genético e à formação de núcleos 
picnóticos que evoluem para a formação 
de sincícios denominados células 
gigantes. 
Ou: união de várias células do epitélio 
germinativo (células primordiais) e restos 
e Citoplasmas. 
 
Leucócitos: processos inflamatórios do 
aparelho genito-urinário (piospermia). 
 
Hemácias: lesão em alguma parte do 
aparelho genital (hemospermia). 
 
Células epiteliais: processo de 
descamação dos ductos do aparelho 
genital 
-animais com longo tempo de repouso 
sexual, 
-sua presença não tem significado 
patológico. 
 
Medusas: origem - degenerações ou 
hipoplasias testiculares graves. Onde 
células epiteliais ciliadas se desprenderam 
de ductos do trânsito espermático 
posterior aos túbulos seminíferos.