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O texto inicia dizendo sobre o que pode ser chamado de inquisições ciencas, ou seja, um padrão que um ciensta deve seguir para se chamar ciensta, baseado na razão, na pracidade. Rubem Alves não se dene lósofo porque não pensa a parr de conceitos, mas de imagens O texto, se inicia com o tema inquisições científicas, que é um padrão que o cientista tem que seguir para ser tido como o mesmo, baseado na razão e praticidade. O autor não se define como filósofo porque não pensa a partir de conceitos e sim de imagens. A partir disso o autor cita a história sobre um rio que vive duas etapas: a mágica, mística cercadas por mistérios divinos a respeito dos peixes e das águas, cujos moradores ao redor, viviam a base de lendas sobre ‘’o que ‘’ habitará aquele rio , quais tipos de criatura , porém , nunca conseguiram provas concretas , e a lenda se pendurava. Em uma segunda etapa, o conhecimento começa a entrar em vigor já que um dos aldeões, cria uma maneira de tentar provar que consegue pescar algo dentro do rio, e nesse momento confecciona uma rede. Com os resultados inúmeras pessoas ficam curiosas, e começam a aprender a fabricação de redes no mesmo, e acabam por se tornar importantes, até criando um grupo, onde tudo girava ao redor da confecção das redes, e a partir desse momento, o que não era ou não tinha a ver com rede passou a não ser mais real, pois a rede tinha funções ( já que com ela capturava se o peixe) desde alimentação até a função de curar doenças . A criação da rede conseguiu modificar até a linguagem dos aldeões que praticavam a tecelagem, porém o fato da história é, que no mundo haviam inúmeras coisas que uma rede não teria efeito nenhum, pois estariam fora do rio. Rubens Alves nessa metáfora cita um mundo que já foi encantado, porém com a rigidez científica foi se desencantando. O rio se caracteriza pelos mistérios que temos no mundo, o Rio é a ciência, e o grupo de aldeões nada mais é do que a comunidade dos cientistas que seguem uma ciência rígida. O que é científico? Científico, é aquilo que é racional, aquilo que funciona, algo real que possa ser explicado, como um processo todo, desde seu início até a conclusão do objetivo, tem que ser analítico, passar por etapas e ao fim de tudo tem que ser útil para alguém na sociedade.