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Estética Corporal
Profª Luana Rodrigues
Fibro Edema Gelóide
O segredo do tratamento a celulite é a avaliação. 
O profissional que avaliar corretamente terá a capacidade
de elencar as melhores condutas clínicas. 
Dr. João Tassinary
FEG
 A palavra celulite é de origem francesa e foi introduzida na literatura por
volta de 1923.
 A Celulite ou FEG é o termo utilizado para definir um condição e pele
ondulada e localizada.
 É identificada na superfície da pele como uma covinha ou aparência de casca
de laranja.
FEG
FEG
 Um fator interessante é que entre 85% a 98% das mulheres pós-púberes
apresentam algum grau de celulite.
 Os hormônios femininos também influenciam no aparecimento da celulite a
partir da puberdade.
 O estrogênio estimula a lipogênese e inibe lipólise, promovendo a hiperplasia
do adipócito.
 Embora seja um fenômeno raro no sexo masculino, observa-se que, em
homens com deficiência de androgênio, como é o caso da síndrome de
Klinefelter.
FEG
 A celulite é considerada um transtorno microcirculatório endócrino-metabólico
que causa alterações da matriz intersticial e mudanças estruturais no tecido
adiposo subcutâneo.
 Compreender o processo, considerando as causas, origem e evolução, é de vital
importância para o delineamento de terapias mais eficazes
 FEG
 Origem fisiológica
 Sexo feminino
 Multicausal
→ Associada a fatores que desencadeiam, perpetuem ou exacerbe esse processo
FEG
 Fatores que podem influenciar
 Arquitetura do tecido conjuntivo
 A ação do estrogênio
 Idade
 Alterações microvasculares
 Patologias genéticas
 Alterações hormonais 
 Medicamentos (principalmente antidepressivos)
FEG
 Fatores que podem influenciar
 Em relação a predisposição genética a literatura relata que algumas pessoas tem
propensão maior ao acumulo de adipócitos com distribuição periférica
 Aliada a um tipo de arquitetura da face derme-hipoderme que favorece o
surgimento de celulite
 Os hormônios femininos também estão envolvidos no desenvolvimento da celulite
 Regulam o metabolismo de gordura
 Circulação linfática e venosa
 Facilitam a retenção de liquido
FEG
 Fatores que podem influenciar
 Matriz extracelular
É uma área formada por fibras (colágeno e elastina) e material intersticial.
Na celulite essa matriz vai se modificar, devido a um mal funcionamento, seja por
distensão ou compressão.
Essa matriz já pode está alterada devido a fatores que já foram citados anteriormente
FEG
 Fatores Determinantes ou Agravantes
 Tabagismo
 Alcoolismo
 Sedentarismo
 Dieta não equilibrada
 Obesidade
 Posturas corporais
 Medicamentos
Avaliação e classificação
 Na avaliação procuramos determinar a etiologia e a fase em que a afecção se 
encontra para que possamos escolher a melhor conduta
 De acordo com a literatura atual a celulite pode apresentar ou não caráter 
inflamatório (Inflamatória ou fibroesclerótica)
 Tipos de avaliação:
 Palpação (teste da casca de laranja)
 Termografia infravermelha
 Antropometria
 Impedância bioelétrica
 Xerografia
 Ecografia bidimensional
 Tomografia computadorizada
 Ressonância magnética 
 Termografia do relevo cutâneo e 
anatomopatologica
Classificação da FEG quanto ao aspecto 
da pele
Na inspeção e palpação:
 Alterações no relevo
 Coloração
 Flacidez da pele
 Disfunções circulatórias
 Tônus muscular
 Dor a palpação
 Aumento do volume do tecido 
adiposo
 Deformações na pele por aderência
Teste da casca de laranja
Teste da casca de laranja
Teste de preensão
Dor Grau
Sem dor -
Dor Fraca Grau I
Dor desconfortável Grau II
Dor Angustiante Grau III
Dor Torturante Grau IV
Classificação do FEG quanto os graus
 Celulite grau I ou Branda
 O aspecto da casca de laranja é percebido somente na compressão ou contração 
voluntaria. Não há alteração no teste de sensibilidade e dor. Tem bom prognóstico.
 Celulite grau II ou Moderada
 Depressões são visíveis mesmo sem a compressão dos tecidos. Se agravando após os 
testes. Podendo ocorrer aumento da temperatura da pele e edema local.
 Celulite grau III ou Grave 
 A pele apresenta aspecto da casca de laranja, sendo observado mediante a uma 
simples inspeção. Presença de nódulos palpáveis e dolorosos. A pele adquire um 
aspecto de casca de nozes. 
Classificação do FEG quanto os graus
 Celulite grau IV ou gravíssima:
 Aspecto de casca de laranja presente em todo o corpo, sendo observada por uma 
simples inspeção 
 A pele apresenta-se flácida e com pouco tônus muscular. Representa a evolução do 
grau III, mas com nódulos muito mais palpáveis, visíveis e aderentes aos planos 
profundos
 Apresenta dor aumentada e presença de fibrose
Classificação
 Dura
 Pacientes jovens, com atividade física regular, o aspecto de casca de laranja só
aparece se comprimirmos com os dedos.
 Flácida
 Sedentários e mulheres que perderam muito peso, levando à flacidez.
 Edematosa
 Mulheres mais jovens que tomam anticoncepcionais. O sinal da casca de laranja e o
edema é precoce.
 Mista
 Representa a evolução de uma forma antiga para outra. Pode haver celulite
endurecida na face externa da coxa e já ter a forma flácida na face interna.
Aparelhos
 Aparelhos usados para celulite:
 Carboxiterapia
 Ultrassom 
 Endermo
 Corrente Aussie/Russa
 Criofrequencia
 Rádiofrequência
 Plataforma Vibrátoria
 Ondas de choque
Gordura Localizada
Com o passar dos anos, presenciamos o aumento crescente da obesidade, sendo 
estimado um cenário em 2025 no qual 18% dos homens adultos e mais de 21% das 
mulheres serão obesos.
Dr. João Tassinary
Tecido adiposo
 É o principal local de armazenamento de energia, que será liberada de acordo 
com as necessidades do organismo.
 Adicionalmente à função de reserva
 Atua na síntese metabólica regulando hormônios
 Distribuição das células adiposas
 Tecidos subcutâneos 50%
 Órgãos internos 45%
 Tecido intramuscular 5%
Padrão de distribuição
 A obesidade ginoide ocorre predominantemente no sexo feminino. É também
chamada de obesidade baixa, periférica ou glúteo-femoral. Este tipo de
obesidade se associa à figura de uma pêra, e acarreta num menor risco de
complicações metabólicas.
Padrão de distribuição
 A Obesidade androide é predominante no sexo masculino. Esta variação
também é conhecida como obesidade alta, central ou troncular. A obesidade
androide se assemelha à figura de uma maçã. Estudos apontam que a
obesidade androide oferece maior risco de complicação metabólica. Esta
variação é considerada de alto risco pois possui um acúmulo predominante de
células gordurosas na região abdominal, o que leva a um aumento de risco de
doenças cardiovasculares e morte prematura. As alterações metabólicas
relacionadas à obesidade androide incluem as dislipidemias, resistência à
insulina, diabetes de tipo 2, síndrome metabólica, inflamações e trombose.
Tipos de tecido Adiposo
 Tecido adiposo branco
 Tecido adiposo marrom
 Tecido adiposo bege
Tecido Adiposo Branco
 Especializado em armazenar energia na forma de ácidos graxos
 Liberação de energia durante os períodos de jejum ou maior demanda 
energética
 Caracterizada por apresentar uma única gota lipídica (em geral 
triglicerídeos)
 Podem variar de tamanho de acordo com a quantidade de TGA
 Isolante térmico, protege as vísceras, produção hormonal
Tecido Adiposo Marrom
 Contem várias gotas lipidias
 A cor se da pela abundancia na vascularização
 Tecido especializado em formação de calor, ocorre em abundancia nos recém-
nascidos
 Principal função termogênica
Tecido Adiposo bege
 Apresentam tanto características dos tecidos brancos como marrom 
 Eles possuem capacidade termogênica e se originalizam do tecido branco
 São estimulados com o altas temperaturas
Lipólise
Necrose
Apoptose
Avaliação
 Ficha de Anmenese
 Dados pessoas, queixa principal, dados sobre a disfunção Perimetria
 Adipometria
 Fotografia com parede branca atrás
Eletroterapia Aplicada
APARELHOS
 Carboxiterapia
 Ultrassom 
 Endermologia
 Corrente Aussie/Russa
 Criolipólise
 Rádiofrequência
 Plataforma Vibratória
 Ondas de choque
 Eletrolipólise 
Estrias Cutâneas 
 São afecções estéticas corporais de altíssima incidência.
 70% dos adolescentes e 90% das gestantes 
 São caracterizadas por placas lineares e atróficas associadas principalmente 
ao estiramento continuo e progressivo da pele
Estrias Cutâneas 
 É importante frisar que estrias seguem frequentes lógicas de apresentação 
clinica: 
 Simetria
 Bilateralidade
 Inicialmente eritematosas e posteriormente esbranquiçadas 
 Maior incidência na região dos braços, quadril, abdômen e região lombossacra
Estrias cutâneas 
As estrias cutâneas podem aparecer por diversos fatores:
 Distúrbios Bioquímicos ou hormonais
 (medicação, gestação, puberdade)
 Desordens Mecânicas
 (ganho de peso, puberdade, gravidez)
Avaliação 
 É realizada a coleta de queixas e o histórico do surgimento das estrias
 Aconselha-se que façam um registro fotográfico para acompanhar a evolução 
das estrias
 Observa-se em qual estagio a estria se encontra para poder traçar melhor 
tratamento
Eletroterapia aplicada
 Carboxiterapia
 Rádiofrequência
 Striat
 Endermologia
 Peelind de diamante
 Microgalvanopuntura
 Microagulhamento
Flacidez Tissular e Muscular
Flacidez Tissular
 A flacidez tissulares dá por basicamente por perda gradativa de elementos 
como ELASTINA, FIBROBLASTOS e por consequência, colágeno.
 Resultando na diminuição da firmeza entre as células, afrouxando a pele ou 
ainda tracionando a estrutura para acima da sua capacidade resistiva.
Flacidez Tissular e Muscular
 Fatores que desencadeiam a flacidez tissular:
 Predisposição Genética
 Tração excessiva (gravidez e obesidade)
 Envelhecimento fisiológico 
 A importância de beber agua, pois a agua ajuda na hidratação da pele 
deixando mais resistente a tração
Eletroterapia Aplicada
 Radiofrequência
 Criofrequência
 Carboxiterapia
 Microagulhamento
 Ondas de choque
DETOX
 O Detox tem como objetivo eliminar toxinas através da argiloterapia
 Muito indicado para quem tem:
 Inchaço
 Celulite
 Edema
 Precisa acelerar metabolismo
 Auxilia na redução do peso
Detox
Etapas
 Limpar a área e começar a drenagem linfática manual
 Aumentar circulação local com cosméticos que possuam ação lipolítica e 
endermologia, pantalhas e/ou bambu
 Colocar argila verde ou preta no ABD da paciente e envolver com papel filme
 Deixar com a argila na mantra por 30min 
Hidrolipoclasia Ultrassônica
 A hidrolipoclasia ultrassônica é a injeção de uma solução hipotônica (soro 
fisiológico mais/ou água destilada) no tecido hipodérmico, logo após utiliza-se 
o ultrassom que terá seu efeito potencializado com essa solução, o objetivo é 
a redução da gordura localizada. (BORGES & SCORZA, 2016). 
Hidrolipoclasia Ultrassônica
 A hidrolipoclasia não aspirativa ou hidrolipoclasia ultrassônica é um
procedimento minimamente invasivo que visa a redução de gordura
localizada.
 A técnica consiste na infusão de uma solução hipotônica, no tecido gorduroso
ser tratado seguido da são cavitacional do ultrassom, agitando a membrana
destas células ocasionando seu rompimento.
 HLCUS (Hidrolipoclasia ultrassonica) foi criada pelo médico Italiano maurizio
Crccrelli e era aspirativa
Hidrolipoclasia Ultrassônica
 Técnica difundida na Europa, conhecida como:
 HLCA
 HLCUS
 Hidrolipo
 Lipo sem corte
Hidrolipoclasia Ultrassônica
 Mecanismo de ação
 Tecido Gorduroso
 Aplicação da Solução fisiológica
 Intumescência 
 Aplicação do ultrassom
 Rompimento da célula de gordura
Hidrolipoclasia Ultrassônica
 Indicado para gordura localizada
 Áreas que podemos tratar
 Culotes
 Flancos
 Abdômen
 Costas
 Braços
 Interno de coxa
 Papada
 Entre outras
Hidrolipoclasia Ultrassônica
 Indicações:
 Qualquer individuo que possua gordura localizada
 Contra Indicações:
 ICC
 HAS não controlada
 DM não controlada
 Doença renal
 Doença hepática
 Lupos eritematoso sistêmico
 Distúrbios de coagulação
Hidrolipoclasia Ultrassônica
 Importante:
 Aplicar somente uma vez em cada área
 O intervalo de sessões é de uma semana
 Usar cinta modeladora por 24hs após o procedimento
 Indicar que o paciente pratique atividade física após a aplicação
Hidrolipoclasia Ultrassônica
 PROTOCOLO
 Assepsia das mãos e do local a se tratado
 Demarcação do local 
 Aplicar o soro (entre 1ml ate no max 5ml por área)
 Aplicar o ultrassom
 Drenagem linfática (opcional)
 Carboxiterapia ou eletrolipólise 
 Compressão por cinta
Drenagem Linfática Manual
 A drenagem Linfática manual é efetiva quando aplicada por um profissional
com conhecimento, pois ele respeitará aspectos relevantes na
potencialização da absorção da drenagem de líquidos, como a postura
correta do paciente, o ritmo, a pressão e a sequenciadas manobras.
 Dr. João Tassinary
Drenagem Linfática Manual
 Drenagem linfática manual ou DLM foi desenvolvida na década de 1930 por
Emil Vodder e sua esposa, Estrid Vodder.
 Atualmente a drenagem linfática é usada pelos profissionais que tratam
pacientes com sinais de edema
 Movimentos específicos da mão que proporcionam ação de bombeamento
suave na pele, realizada com uma pressão de 35 a 40mmHg.
 Embora seja uma tipo de ‘massagem’ não usamos cremes nem óleo.
 Isso garante que efeito máximo de alongamento da pele seja obtio com
mínimo de pressão.
 Como resultado, há melhora do fluxo linfático sem o aumento da infiltração
capilar.
Drenagem Linfática Manual
 Efeitos fisiológicos importantes na DLM:
 Aumento da contratilidade dos linfáticos
 Aumento da reabsorção das proteínas
 Melhora da drenagem linfática colateral
 Estimulação do sistema imunológico
 Estimulação do movimento dos fluidos corporais, aumentando a capacidade da 
redução do edema
 Aceleração na eliminação de resíduos 
IMPORTANTE
Drenagem Linfática Manual
 Dois tipos de vasos formam a rede vascular linfática:
 Capilares linfáticos com origens extremidades proximas
 Vasos linfáticos coletores, de maior calibre
Drenagem Linfática Manual
 O que é liquido intersticial (LI)?
 É dado essa denominação quando a linfa penetra nos capilares linfáticos
 O L.I. após passar pelos capilares linfáticos irá passar por vasos de maior 
calibre, denominados pré-coletores. 
 Quando eles se fundem passam a ser chamados de coletores
 Esses vasos coletores são caracterizados por possuírem uma camada 
perivascular de musculatura lisa e junções interendoteliais de válvulas 
bifolheto
Drenagem Linfática Manual
 Qual sua principal finalidade?
 Auxiliar na retirada dos fluidos acumulados entre os espaços intersticiais 
 Para a execução dessa técnica é fundamental o conhecimento anatômico w da 
distribuição dos linfonodos profundos e superficiais
 A DLM deve ser realizada em direção ao retorno venoso, ou seja em direção 
ao coração, para facilitar o fluxo da linfa
Drenagem Linfática Manual
 Manobras:
 Evacuação: estimula-se os gânglios linfáticos com os dedos, fazendo uma leve
pressão sobre a região, afim de provocar o esvaziamento do gânglio para
receber a linfa durante a drenagem. Realiza-se no começo e no fim da
drenagem.
 Movimentos circulares: podem ser realizados com os dedos, polegar ou
ambos, para que a linfa seja direcionada ao gânglio, afim de promover a
eliminação do fluido presente em excesso na região trabalhada.
 Captação: realiza-se com ambas as mãos, formando um bracelete na região a
ser trabalhada. Faz-se uma leve pressão, semelhante ao bombeamento
cardíaco, direcionando os restos metabólicos em direção aos gânglios, após a
estimulação com os movimentos circulares.
Questões da Gincana
 1 – Expliqueos dois padrões de distribuição da gordura?
 2- Quais são as quatro etapas do Detox e para que serve?
 3- Qual o mecanismo de redução da gordura na hidrolipoclasia?
 4- Quais são os dois tipos de estrias?
 5- Quais graus de celulite? E quais graus nós tratamos?
Questões da Gincana
 6- Cite SEIS aparelhos que trabalham gordura localizada como disfunção 
principal
 7- Cite dois equipamentos que trabalham Flacidez Tissular
 8- Cite o passo a passo da hidrolipoclasia
 9- Estrias e Flacidez. Qual tratar primeiro e porq?
 10- Quais são os dois testes realizados para FEG?
Questões da Gincana
 11- Cite três aparelhos que podemos usar para melhorar o aspecto da estria
 12- Qual mecanismo de ação na estria?
 13- Posso associar Ultrassom e eletrolipólise para gordura localizada?
 14- Porque na maioria das vezes o homem não tem celulite
 15- Cite cinco fatores que podem influenciar no aparecimento das FGE’s
Questões da Gincana
 16- Paciente com flacidez tissular e muscular, trace um protocolo que trate as 
duas disfunções
 17- Exemplifique cada subtipo Flácida, compacta e edematosa de celulite
 18- Fatores que desencadeiam a Flacidez Tissular
 19- Qual mecanismo de aparecimento da estrias (o que desencandeia)
 20- Rebecka, apresentou gordura localizada associada a celulite no interno de 
coxa. Trace um protocolo com três sessões.
BOA PROVA!
PROVA FINAL DIA 19/02

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