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Mesopotâmia Evolução Agrícola
Jean Jaime Marangoni 
Prof. Raquel Elisa Da Silva Meneghelli
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI
Curso (FLEX 009) – Estágio II
RESUMO
O trabalho tem como finalidade relatar as praticas da docência observações e regências, realizadas na Escola De Educação Básica João Colin.Ministrando a disciplina de Estágio Obrigatário II, do curso de Licenciatura em História,onde foram analisadas as práticas docente da professora regente,e quais os métodos e os recursos utilizados para ministras os conteúdos, como de fato é realizado seus planejamentos e aplicações das avaliações.Em uma analise visual foram verificadas a postura da professora e o comportamentos dos alunos e toda estrutura da unidade escolar.Estarei relatando como ocorreram as regências ministradas pela minha pessoa e quais contribuições a mesma pode contribuir como aluno e futuro professor. 
Palavras-chave: Praticas na Docência.
1 INTRODUÇÃO
 O presente trabalho relata as experiências de observações e regências que possui o objetivo apresentar um relato de experiência na docência, buscando assim refletir as práticas em sala de aula, e concluídas na Escola De Educação Básica João Colin.Ministrando a disciplina de Estágio Obrigatário II.
 O presente trabalho tem o objetivo de apresentar em relatos a realidade escolar,foram analisadas em um todo a estrutura as instalações físicas da escola os recursos tecnológicos presentes na mesma e o perfil dos alunos.Dessa forma,busca-se neste relato abordar a maneira pela qual a prática de regência e observação da escola e da prática docente contribui na formação inicial a exercer a profissão professor de história, tendo como base um diálogo entre fundamentação teórica e as experiências vivenciadas pelos académico.
foram realizadas além das observações,5h/a de regência e coletas de dados o PPP,Conforme Silva e Aragão (2012,p 50-59 ).Salienta que:
O ato de observar é fundamental para analisar e compreender as relações dos sujeitos entre si e com o meio em que vivem. Silva e Aragão (2012,p 50-59 ).
Passerini(2007,p.30),diferencia Estágio Supervisionado de Estágio Profissional:
Estágio Curricular Supervisionado [é] aquele em que o futuro profissional toma o campo de atuação como objeto de estudo, de investigação, de análise e de interpretação crítica, embasando-se no que é estudado nas disciplinas do 4 curso, indo além do chamado Estágio Profissional, aquele que busca inserir o futuro profissional no campo de trabalho de modo que este treine as rotinas de atuação.(Passerini,2007,p,30).
Desta forma será possível contribuir como futuro professor dentro do espaço escolar os fatos e relevâncias do passado em atual presente.O tema contribuirá para que os alunos compreendam os motivos, da sua evolução e os fatos e acontecimentos da história por traz da história.
A base do estudo deste trabalho, é a descrição histórica dos fatos que contribuíram para evolução da história da Agricultura.A análise, feita através desse trabalho irá evidenciar uma civilização que desde seus primórdios buscou e busca até os dias atuai a sua evolução e as técnicas agrícolas que evolui até a presente dada..( Andrade,205,p2) Salienta que.
É portanto, o Estágio, uma importante parte integradora do currículo, a parte em que o licenciando vai assumir pela primeira vez a sua identidade profissional e sentir na pele o compromisso com o aluno, com sua família, com sua comunidade com a instituição escolar, que representa sua inclusão civilizatória, com a produção conjunta de significados em sala de aula, com a democracia, com o sentido de profissionalismo que implique competência - fazer bem o que lhe compete. (ANDRADE, 2005, p. 2).
2 ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
O presente trabalho académico apresenta-se como tema, a Mesopotâmia e sua Contribuição na História da Agricultura,mostrando um paralelo de conquistas e evoluções. .
A minha preferência para abordar o tema em questão, é devido ao grande volume de ideias inovadoras, que este povo teve em seu período de atuação na história das antigas civilizações, principalmente na área da agricultura. Para um período em que tudo era desenvolvido de forma braçal eles, os Mesopotâmios foram inspiradores para o novo formato de uma nova sociedade criativa.
 Temos muito a descobrir e, a pesquisar, sobre esse povo. Que muito contribuiu para as novas gerações de sociedade que estavam em desenvolvimento. Sempre foi motivo de muitas perguntas e curiosidade, desde de minha infância, apreciar e buscar conhecimento sobre os povos antigos que colaboraram para chegarmos a esse estágio de evolução e convivo civilização, que encontramos nos dias de hoje, foi sempre admirado por mim, toda essa cultura de evolução tecnológicas antigas. Analisei e questionei o interesse deste assunto, antes de tomar a minha decisão em explorar e buscar ainda mais, informações contundentes que me levasse em uma viajem ao passado deste povo que viveu a mais de 3.000 a.C.Espero poder contribuir com todos os interessados neste assunto, para compreender um pouco mais sobre a história dos Mesopotânios.
Os Mesopotâmios acabaram por desenvolver um complexo sistema hidráulico, para dissecar os pântanos e armazenar água para o período das secas. Com essas medidas e a construção de diques e canais de irrigação, tornou-se possível o desenvolvimento da agricultura e do pastoreio. (Asimov,1993),relata a seguinte pratica.
A prática da agricultura, do pastoreio e a posterior expansão dos núcleos urbanos trouxeram consigo novas possibilidades de organização social e uma variedade muito grande de respostas culturais aos desafios que a nova forma de vida coletiva impunham às diversas comunidades agrícolas que iam se formando.. (Asimov, 1993).
A fertilidade do solo era garantida pelo ciclo de cheias dos dois rios que encharcavam o solo com material orgânico e permitia o desenvolvimento da agricultura e da criação de animais. A palavra Mesopotâmia tem origem no idioma grego e significa “terra entre rios” em uma menção direta à importância dos rios para aquela região. 
Espero poder contribuir com todos os interessados neste assunto, para compreender um pouco mais a história dos Mesopotâmios. (Dorling Kindersley, pág 54 e 55).Salienta que:
A agricultura mesopotâmica dependia dos ricos sedimentos que as águas dos rios traziam. Os pântanos davam peixes, aves e juncos que serviam para fazer telhados. Como precisavam de esquemas de irrigação e aproveitamento da terras precisaram do comando organizado de muita gente. Julga-se que isso criou as bases do que se pensa ser a primeira sociedade estratificada. (Dorling Kindersley, pág 54 e 55).
A agricultura era base da economia, e a economia da Baixa Mesopotâmia. Em meados do terceiro milénio a.C, baseava-se na agricultura de irrigação onde os mesmos cultivavam trigo, cevada, linho, gergelim (sésamo, de onde extraiam o azeite para alimentação e iluminação), árvores frutíferas, raízes e legumes.
As terras eram consideradas propriedade dos deuses, cabendo ao homem servi-los, não só com o trabalho agrícola mas também com a edificação dos zigurates.A Mesopotâmia era uma região fértil que facilitava a fixação de populações. Em épocas sucessivas, sumérios, acádico e assírios, dentre outros povos dominaram esta zona.
A agricultura baseada na fertilidade dos vales,que é formado pelo acumulo de sedimentos que descem da montanha, era comum na região da Alta Mesopotâmia.
Já na Baixa Mesopotâmia a parte mais fértil, as plantações eram realizadas nas margens e regiões próximas dos rios, sendo está a parte mais economicamente ativa e onde surgiu a maioria dos impérios mesopotâmico.segundo(Carvalho, 2003p,85).
A natureza não diz respeito apenas aos animais, às plantas, aos rios, às montanhas, etc., mas também ao modo como enxergamos essas coisas, integradas a um conceito que nós criamos: esta totalidade que chamamos de natureza (Carvalho, 2003). 
Sendo assim, com a evolução na descoberta da agricultura a mesmase expandiu e evolui constantemente até os dias atuais.
3 VIVÊNCIA DO ESTÁGIO
Iniciei este programa de estágio junto a Escola De Educação Básica João Colin, situada na Rua: Bota-fogo, 618 - Itaum, Joinville - SC, 89210-050. O colégio estadual João Colin, foi fundado em 1958, e ano de 1967, foi implementando o ensino de 5ª a 8ª series. Desde de 1978 até o presente momento o colégio João Colin, opera em três turnos. 
Os alunos e sua grande maioria, são oriundos do próprio bairro Itaum ou comunidades próximas ao bairro de origem do colégio. O colégio João Colin, tem como objetivo, desenvolver um ambiente favorável de ensino para que o educando, possa reconhecer sentido em tudo o que aprende. A composição de ensino e gestão do colégio, é formado por 01 diretor escolar, 02 assessores, 17 professores contratados em regime de caráter temporários e 24 professores efetivos, 03 assistentes de educação e 06 assistentes técnicas. A escola também conta com as Associações de Pais e Professores e Conselho Deliberativo. O comportamento dos alunos no turno da noite, me pareceu muito exemplar, todos respeitando seus horários em sala de aula e no intervalo, os alunos se comportaram de forma educada, todos em fila para o momento de retirar a janta, depois todos se assentaram-se e jantaram de maneira tranquila, até o momento de retornar as salas de aula para os seus devidos cursos.
 Este é um relato desenvolvido a partir da experiência de estágio docente realizado na Disciplina de história do Estágio II Obrigatório,uma proposta de um texto reflexivo a respeito de nossas experiências no estágio de licenciatura em história e por isso, é um texto que busca articular a discussão teórica acerca da educação e do ensino com a experiência desenvolvida.
Cronograma do Estágio II. 
	Data
	Turno e horário
	Atividade
	02/04/2019
	Noturno 4h
	Regência de Classe e Pratica 
	_09_/_04_/__2019__
	Noturno 4h
	Regência de Classe e Pratica 
	_12_/04__/_2019___
	Noturno 4h
	Regência de Classe e Pratica 
	
	
	
	_17_/_04_/__2019__
	Noturno 4h
	Regência de Classe e Pratica 
	_23_/_04_/__2019__
	Noturno 4h
	Regência de Classe e Pratica 
Para elaborar uma regência de qualidade, partimos para uma analise em todo o PPP da unidade escolar coletando todos os dados necessários para construir um bom projeto académico.
No segundo momento foi concluindo todas as observações no ambiente sala e em toda a estrutura da escola. Em uma conversa oral com a professora regente, a mesmo diz que durante está semana será trabalhado o mesmo assunto em todos os sextos anos.
 Observação,a professora regente me apresentou aos alunos, que ficaram curiosos com minha presença, mas de fato ocorreu tudo bem,após as apresentações a regente inicia a chamado dos alunos, que permanecem em silêncio a mesma possui um total de 38 alunos,a sala de aula possui quadro, uma armário, ar-condicionado, nada conta nas paredes.
Depois de estar em todas as salas de aula posso relatar que, todas são acessíveis, os alunos são participativos a um bom entendimento ente professora e os alunos, nada consta nas paredes, todas possui armários, quadros e a quantidade de alunos não passa de 38.Todas as turmas possui-em livros didáticos e acesso as tecnologias, etc. 
Regências aulas aplicadas 
02/04/2019 Iniciamos as atividades pedagógicas,aplicando as regências com a ajuda dos alunos foram entregues os livros didáticos da disciplina de história,os alunos realizarão uma leitura sobre as civilizações mesopotâmicas,onde estaremos referenciando com os alunos alguns pontos sobre evolução cultural,sedentarismo,surgimento das primeiras sociedades complexas e consequentemente o surgimento  das primeiras civilizações,onde os alunos tiveram acesso ao mapa onde poderão localizar a região do Crescente Fértil,assim estávamos interagindo com os alunos e refletirão sobre as razões pelas quais os seres humanos escolheram viver perto dos grandes rios, estabelecendo relações entre o sedentarismo e a necessidade de regras para o convívio social.Após uma conversa oral com os educandos o professor estagiário passou no quadro uma resumos sobre o referente tema,todos permanecem em silencio nos momentos da explicação, e contribuíram sobre o assunto.
09/04/2019,Iniciamos as praticas pedagógica apresentando o tema os Sumérios, foi entregue aos alunos um Xerox para aprofundando uma leitura explicativa sobre os Sumérios, após uma conversa com os alunos,foi passado no quadro um pequeno resumo para acrescentar o conteúdo. Foi realizado um debate entre os alunos sobre o tema.
Que de fato pode contribuir na construção do conhecimento de cada um presente no ambiente sala de aula. Foram apresentadas algumas atividades onde cada um concluiu com autonomia.
12/04/2019,Conteúdo aplicado foi os acadianos e os babilónios, iniciamos as praticas pedagógicas aprofundando o assunto sobre os acadianos e os babilónios, onde foi passado no quadro um resumo da sua história e trajeto-ria, em seguida iniciamos uma conversa explicativa referente ao tema ministrado. Com a participação dos educados aprofundaremos em uma conversa oral referenciando o que os chamou mais atenção sobre toda a sua trajetória e conquistas.foi desenvolvidas três atividades descritiva, e todas foram corrigidas no ambiente sala,
17/04/2019, Iniciaremos as atividades pedagógicas entregando os livro didáticos de História para cada educando e os orientando que abram o livro na página 34 e 35. Em seguida iniciaremos a leitura o texto,iniciaremos uma conversa explicativa aprofundando o assunto,foi mostrado aos alunos um mapa de toda a trajetória dos assírios.
Cada aluno pode mostrar no mapa as cidades mais importantes, de fato os alunos de mostraram interesse pelo assunto, foram participativos e concluiriam todas as atividades.
23/04/2019, Chegou a hora de aplicar a ultima regência, iniciaremos entregando os xerox para os alunos,em seguida realizamos uma conversa explicativa sobre os caldeus e toda sua historia,utilizamos o livro didático para visualizar as imagens dos povos daquele período.
Será analisado no mapa toda a sua trajetória e todas as evolução e conquistas. Por fim os alunos realizaram uma avaliação de consulta de todo o assusto discutido no ambiente sala
Ao corrigir as avaliações pude perceber que, as aulas contribuíram muito para os alunos as notas foram ótimas.Muitos alunos não utilizaram os materiais de consultas pois os mesmos relataram que os assunto foram bem explicados e entenderam tudo sobre os temas.
4 IMPRESSÕES DO ESTÁGIO
 O presente relato das praticas de observações e regências do Estagio II, foi de fato muito importante para minha carreira profissional e pessoal, a prática de observação e regência é de fundamental importância para compreender a realidade da escola e principalmente as dificuldades que o professor pode encontrar ao ministrar as aulas.
Essas experiências permitiram a constatação de que as teorias estudadas nas salas de aula divergem bastante da prática observada na unidade escolar, além de propiciar o primeiro contato com o campo de atuação do professor, para que se possa acostumar com os problemas presentes na educação brasileira e propor soluções para os mesmos, baseado em todo o processo de aprendizagem.
Com a realização desse estágio, foi possível enriquecer o aprendizado referente à prática docente, pois durante esse momento foi possível perceber todos os aspectos implícitos em uma sala de aula e na função de educador e futuro professor.
o professor não opera no vazio. Os saberes históricos, os valores culturais e políticos são transmitidos na escola a sujeitos que trazem consigo um conjunto de crenças, significados, valores, atitudes e comportamentos adquirido nos outros espaços educacionais (GUIMARÃES, 2003 p. 90).
REFERÊNCIAS
ANDRADE, Arnon Mascarenhas de Andrade. O Estágio Supervisionado e a Práxis Docente. In:SILVA, Maria Lúcia Santos Ferreira da. (Org.). Estágio Curricular: Contribuições para o Redimensionamento de sua Prática. Natal: EdUFRN, 2005. Disponível em: www.educ.ufrn.br/arnon/estagio.pdf; acesso em: 15 jul. 2008.
ASIMOV,Cronologia das Ciências e das Descobertas. Trad.Ana. Zelma Campos. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 1993. LEAKEY, E.L. ..
ARAGÃO, Raimundo Freitas; SILVA, Nubélia Moreira da. A Observação como Prática Pedagógica no Ensino de Geografia. Fortaleza: Geosaberes, 2012.
CARVALHO, Marcos de. O que é natureza. Editora Brasiliense: Coleção Primeiros Passos. 2. ed. São Paulo, 2003.p.85
DEMA, Pedro. (1996). Educar pela Pesquisa. Campinas, SP:  Autores Associados.
DORLIG. Kindersley, Historiar Série de autores e consultores, (título original), 2007, ISBN 978-989-550-607-1, pág 54 e 55.
GUIMARÃES, Selva. Didática e práticas de ensino de história: Experiências, reflexões e aprendizados. Campinas, SP: Papirus, 2003.
PIAGET, Jean. Psicologia da Inteligência. Rio de Janeiro: Zarpar Editores, 1977
NEXO
CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI
 Rodovia BR 470 - Km 71 - no 1.040 – Bairro Benedito – Caixa 
Postal 191 – 89130-000 – Indaial/SC
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ROTEIRO DE OBSERVAÇÃO – Estágio II
1 Caracterização da Instituição em relação à Educação Básica:
 O presente estagio foi realizado e concluído na Escola De Educação Básica João Colin, situada na Rua: Bota-fogo, 618 - Itaum, Joinville - SC, 89210-050. O colégio estadual João Colin, foi fundado em 1958. No ano de 1967, foi implementando o ensino de 5ª a 8ª series. Desde de 1978 até o presente momento o colégio João Colin, opera em três turnos. O colégio sofreu várias modificações em suas estruturas devido aos problemas com fortes chuvas que atingiam a escola, portanto na data de 1998, o governo do estado de SC, trabalhou fortemente nesta questão, realizando o aterro do terreno antigo e ampliando a capacidade estrutural da escola. Dois anos após a última reforma, no ano de 2000, o colégio recebeu um novo investimento, ampliando ainda mais suas dependências. O colégio possui um total de 633 alunos divididos em 3 turnos escolares. Os alunos e sua grande maioria, são oriundos do próprio bairro Itaum ou comunidades próximas ao bairro de origem do colégio. O colégio João Colin, tem como objetivo, desenvolver um ambiente favorável de ensino para que o educando, possa reconhecer sentido em tudo o que aprende. A composição de ensino e gestão do colégio, é formado por 01 diretor escolar, 02 assessores, 17 professores contratados em regime de caráter temporários e 24 professores efetivos, 03 assistentes de educação e 06 assistentes técnicas. A escola também conta com as Associações de Pais e Professores e Conselho Deliberativo. O comportamento dos alunos no turno da noite, me pareceu muito exemplar, todos respeitando seus horários em sala de aula e no intervalo, os alunos se comportaram de forma educada, todos em fila para o momento de retirar a janta, depois todos se assentaram-se e jantaram de maneira tranquila, até o momento de retornar as salas de aula para os seus devidos cursos. Dentro de todo o contesto, realizei uma inquiete com 08 perguntas, abordando os temas e também a forma de aplicação das aulas desenvolvidas pelos tutores do colégio João Colin, dentro do cenário político, económico e também cultural.
 PLANOS DE AULAS 
CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI
 Rodovia BR 470 - Km 71 - no 1.040 – Bairro Benedito – Caixa Postal 191 – 89130-000 – Indaial/SC
 Fone (47) 3281-9000 – Fax (47) 3281-9090 – Site: www.uniasselvi.com.br
PLANO DE AULA 1
Dados de identificação da Instituição Concedente
Nome da escola: Escola Estadual De Educação Básica João Colin 
Diretor(a):Sônia Mara.B.Da Silva
Coordenador(a):Lilian R.M
Professor(a) regente: Vanessa Borba Turma:6º Período:Noturno
Nome do(a) Estagiário(a):Jean Jaime Marangoni Turma:: FLX009
Conteúdo: Civilizações Mesopotâmicas.  
Objetivos:
Compreender as civilizações antigas como berço do modelo das sociedades atuais.
Caracterizar os diferentes povos que formaram as civilizações mesopotâmicas.
Descrever a cultura, a religião e os conhecimentos científicos dos povos da Mesopotâmia.
Recursos:Imagens das regiões em obras antigas e fotos atuais, papel,canetas, giz, textos e livros didático
Sequência didática:Iniciamos as atividades pedagógicas,onde será entregue os livros didáticos da disciplina de história,os alunos realizarão uma leitura sobre as civilizações mesopotâmicas,onde estaremos referenciando com os alunos alguns pontos sobre evolução cultural, sedentarismo,surgimento das primeiras sociedades complexas e consequentemente o surgimento  das primeiras civilizações,onde os alunos iram localizar no mapa a região do Crescente Fértil,assim estaremos instigando os alunos a refletirem sobre as razões pelas quais os seres humanos escolheram viver perto dos grandes rios, estabelecendo relações entre o sedentarismo e a necessidade de regras para o convívio social.Após uma conversa oral com os educandos o professor estagiário passará no quadro uma resumos sobre o referente tema.
Avaliação: A avaliação ocorrerá segundo a participação nas atividades realizadas: pesquisas, leitura, interpretação de texto, respostas aos roteiros e quadros comparativos.
Referências: 
PELLEGRINE; Marco César. DIAS; Adriana Machado. GRINBERG; Keila. Vontade de Saber História, 6º ano, 3. Ed.- São Paulo: FTD, 2015.
AS CIVILIZAÇÕES DA MESOPOTÂMIA. Disponível em:http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=37662. Acesso em 28 de Julho de 2016 as 19:03.
Anexos:Aula aplicada
 Civilizações da Mesopotâmia 
Diferentemente do Antigo Egito que era cortado pelo Nilo, a Mesopotâmia era abarcada pelos rios Tigre e Eufrates, espaço relativamente mais aberto à investida de inúmeros povos oriundos de regiões a norte, leste e oeste.Tais povos conviveram e trocaram variadas informações, moldando uma cultura entre os dois rios. Daí alguns autores afirmarem a existência da civilização mesopotâmica (mesos =meio/entre; potamos = rios).Devemos considerar ainda que a história da Mesopotâmia Antiga durou cerca de 3,5 mil anos, nos quais invasões continuadas alteraram os elementos primitivos originários da sua civilização.
Na comparação entre sumérios e assírios, há uma diferença cronológica de aproximadamente dois mil anos. Por tais razões vários historiadores e arqueólogos afirmam a existência de civilizações mesopotâmicas, realçando a ideia de diversidade como uma característica cultural daquele espaço.
Em termos gerais respeitando a ordem cronológica, podemos afirmar a presença de alguns grupos mais significativos para o conjunto da história mesopotâmica antiga.Dentre tais grupos destacamos os sumérios, os acadianos, os amoritas, os elamitas, os assírios e os caldeus.
Atividades:
Elabore  uma linha do tempo em ordem cronológica,com o período do predomínio  de cada povo da Mesopotâmia, contendo as informações abaixo:
Título da linha do tempo:
Período de domínio:
Localização:
Principais realizações:
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 PLANO DE AULA 2
Dados de identificação da Instituição Concedente
Nome da escola: Escola Estadual De Educação BásicaJoão Colin 
 Diretor(a): Sônia Mara.B.Da Silva
Coordenador(a):Lilian R.M
Professor(a) regente: Vanessa Borba Turma:6º Período:Noturno
Nome do(a) Estagiário(a): Jean Jaime Marangoni Turma:: FLX009
Conteúdo:Os sumérios
Objetivos:Estimular os alunos a compreender a história do passado em atual presente.
Recursos: Livro didático,imagens,quadro,canetão.
Sequência didática:iniciamos as praticas pedagógicas entregando um Xerox a cada aluno aprofundando uma leitura explicativa sobre os Sumérios, após uma conversa com os alunos será passado no quadro um pequeno resumo para acrescentar o conteúdo.Será feito um debate entre os alunos sobre o tema.
Avaliação: A avaliação ocorrerá com a participação nas atividades realizadas: pesquisas, leitura e comportamento.
Referências:
PELLEGRINE; Marco César. DIAS; Adriana Machado. GRINBERG; Keila. Vontade de Saber História, 6º ano, 3. Ed.- São Paulo: FTD, 2015.
Anexos: Aula aplicada 
 Os sumérios
Considerados os primeiros habitantes da região, os sumérios não têm uma origem bem esclarecida. Sabemos que por volta de 4500 a.C. eles fixaram-se na parte mais meridional da Mesopotâmia, uma região pantanosa, alagadiça, espaço que corresponde às proximidades da foz dos rios Tigre e Eufrates, área próxima ao golfo Pérsico.
Os sumérios foram os primeiros habitantes da Mesopotâmia. Alguns autores consideram o povo sumério como base das civilizações mesopotâmicas, pois algumas de suas realizações foram incorporadas por grupos humanos que invadiram a região posteriormente ao florescimento de sua cultura.No que diz respeito à história suméria podemos assinalar a organização de cidades como Ur, Uruk, Eridu, Nippur e Lagash, núcleos urbanos governados por sacerdotes denominados patesi, que cuidavam da ordem terrena e da comunicação com os deuses.
Dessa forma, compreendemos a existência de micro estados de caráter teocrático entre os sumérios. A vida era regulada conforme preceitos religiosos que definiam divisões de trabalho e a ordem social propriamente dita, organizada com dois grupos básicos, diferenciados em aristocracia e população camponesa.
São fatos associado aos sumérios:
O desenvolvimento da roda;
A criação de uma escrita traçada em tabletes de argila com inscrições na forma de cunha (escrita cuneiforme) – e, com ela, os primeiros códigos de leis.
A elaboração de uma arquitetura de tijolos, cujas construções mais monumentais foram os templos chamados zigurates;
A construção dos primeiros diques, sistemas de drenagem de água;
E por fim, uma mitologia explicativa do aparecimento do ser humano e da natureza. Há lendas sobre a criação do homem a partir do barro, e do dilúvio, narradas na escrita cuneiforme. O livro mais antigo de que se tem notícia é de origem suméria, a Epopeia de Gilgamesh.
Os sumérios foram dominados por um povo que se estabeleceu mais ao norte de sua área. Tal povo, de origem semítica, ficou conhecido por arcadiano. Isso se deve à fundação de seu núcleo urbano, a cidade de Akad, feita pelo guerreiro “Sargão, o Antigo” por volta de 2500 a.C.
Atividades
Cite 2 fatos associado aos sumérios?
Quem foram os primeiros habitantes da Mesopotâmia?
Elabore um caça palavras utilizando o texto. 
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 PLANO DE AULA 3
Dados de identificação da Instituição Concedente
Nome da escola: Escola Estadual De Educação Básica João Colin 
Diretor(a): Sônia Mara.B.Da Silva
Coordenador(a):Lilian R.M
Professor(a) regente: Vanessa Borba Turma:6º Período:Noturno
Nome do(a) Estagiário(a):Jean Jaime Marangoni Turma:: FLX009
Conteúdo::Os acadianos e os babilónios
Objetivos:Estimular os alunos a compreender a história do passado em atual presente. Estimular os alunos a participarem de debates estimulando a aprofundarem seus conhecimentos. 
Recursos:Livro didático, Xerox,imagens ilustrativas
Sequência didática:Iniciamos as atividades entregando Xerox para todos do ambiente sala,cada aluno realizara uma leitura de um paragrafo do texto.Em seguida abriremos um debate explicativo com o professor estagiário e os alunos, com os livros didáticos será utilizado para visualizar as imagens e acontecimentos do período passado.
Avaliação: Participação e interação
Referências: 
PELLEGRINE; Marco César. DIAS; Adriana Machado. GRINBERG; Keila. Vontade de Saber História, 6º ano, 3. Ed.- São Paulo: FTD, 2015.
LÉVÊQUE, Pierre (Dir.). As primeiras civilizações: da Idade da Pedra aos povos semitas. Lisboa: 70, 2009.
Anexos:Aula aplicada.
Os acadianos
Os acadianos cobiçavam as terras mais ao sul dominadas pelos sumérios, pois eram mais férteis e garantiam suprimentos por mais tempo. Aos poucos as ações militares dirigidas ao sul pelo acádios (ou acadianos) submeteram as cidades sumérias e Akad se tornou o centro político de toda a região. A submissão dos sumérios ao poder do norte foi a base de constituição do primeiro império da Mesopotâmia, o Império Arcadiano.O domínio de Akad se estendeu por terras mais setentrionais da Mesopotâmia. Eram cobrados tributos das populações dominadas na forma de trabalho. Para alguns autores marxistas, estavam lançadas as condições para o modo de produção asiático estudado na história do Egito Antigo. Contudo o Império Arcadiano não durou muito. Movimentações internas contra o domínio de Akad e pressões de povos que desejavam ocupar a Mesopotâmia minaram a supremacia acadiana.
Por volta de 2000 a.C., elamitas e amoritas invadiram a região. Eram povos oriundos do deserto da Arábia que se associaram, mas o poder maior cabia aos amoritas, fundadores da Babilónia.
Os babilónios
Os amoritas construíram um império maior que o dos acadianos. A diversidade de povos submetidos à ordem babilónica era grande, o que exigia grandes esforços para a manutenção da estabilidade nas relações entre os vários grupos.
Foi um período de intensas trocas comerciais e de elevada produtividade. Alguns estudiosos se perguntam de que forma foi possível a relativa estabilidade verificada com o domínio da Babilónia. Encontram como resposta a existência de um aparelho militar poderoso e de um código de leis unificador dos povos.
Devemos considerar, em primeiro lugar que a acomodação humana (sedentarização) a determinados espaços, principalmente num quadro de crescimento demográfico exige a aceitação de determinadas regras de convívio social. Tais regras podem ser definidas por meio de justificativas sobrenaturais (religiosas) e por meio da imposição militar ou, ainda, por ambas atuando ao mesmo tempo.
O caso babilónico é exemplar. Encontramos em seu imperador, Hamurabi, a junção entre força militar e religiosa. Hamurabi, governante do Império Babilónico entre 1728 a.C. e 1686 a.C., apresentou aos vários povos que habitavam a Mesopotâmia um código de leis, visando ao ajustamento das populações a apenas um conjunto de regras. O código de Hamurabi buscava uniformizar as relações entre as várias comunidades humanas, consolidando a hegemonia da Babilónia sobre aquele mundo conhecido.
A hegemonia babilónica foi quebrada com uma nova onda de invasões (hititas e cassitas) e, posteriormente, com o ataque incisivo do povo localizado na parte mais setentrional da Mesopotâmia, o povo assírio.
Atividades:
Os alunos ficaram em um circulo onde no meio haverá uma mesa com papéis, em cada uma haverá uma pergunta,assim iniciará um debate sobre o assunto trabalhado em sala de aula.
CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI
 Rodovia BR 470 - Km 71 - no 1.040 – Bairro Benedito – Caixa Postal 191 – 89130-000 – Indaial/SCFone (47) 3281-9000 – Fax (47) 3281-9090 – Site: www.uniasselvi.com.br
 PLANO DE AULA 4
Dados de identificação da Instituição Concedente
Nome da escola:Escola Estadual De Educação Básica João Colin 
Diretor(a):Sônia Mara.B.Da Silva
Coordenador(a):.Lilian R.M
Professor(a) regente: Vanessa Borba Turma:6º Período:Noturno
Nome do(a) Estagiário(a): Jean Jaime Marangoni Turma:: FLX009
Conteúdo:Os assírios
Objetivos:Estimular a participação expontânia dos educandos.
Esclarecer os fatos e acontecimentos seus vestígios do passado, as mudanças e conquistas do período.
Recursos:Livro didático, quadro,mapa.
Sequência didática: No primeiro momento iniciaremos as atividades pedagógicas entregando os livro didáticos de História para cada educando e os orientando que abram o livro na página 34 e 35. Em seguida iniciaremos a leitura o texto,iniciaremos uma conversa explicativa aprofundando o assunto,Será mostrado aos alunos um mapa de toda a trajetória dos assírios.
Cada aluno poderá mostrar no mapa as cidades mais importantes,
Avaliação:Será desenvolvida através de observação e interação com o conteúdo concluindo as atividades propostas..
Referências:
 https://www.passeiweb.com/estudos/sala_de_aula/historia/civil_mesopotamica_assiria
PELLEGRINE; Marco César. DIAS; Adriana Machado. GRINBERG; Keila. Vontade de Saber História, 6º ano, 3. Ed.- São Paulo: FTD, 2015.
LÉVÊQUE, Pierre (Dir.). As primeiras civilizações: da Idade da Pedra aos povos semitas. Lisboa: 70, 2009.
Anexos:Aula aplicada
Os assírios
A Assíria foi um antigo país ao norte da Mesopotâmia, a partir da fronteira norte do atual Iraque, cujas conquistas se estenderam aos vales dos rios Tigre e Eufrates durante o período de 1368 a.C. até 600 a.C.
A parte ocidental do país era uma estepe adequada apenas a uma população nômade. Entretanto, a parte oriental era apropriada para a agricultura, com colinas cheias de bosques e férteis vales banhados por pequenos rios. A leste da Síria se encontram os montes Zagros; ao norte, um escalão de platôs conduz ao maciço Arménio; a oeste se estende a planície da Mesopotâmia. Ao sul se encontrava o país conhecido primeiro como Suméria, depois Suméria e Arcádia e, mais tarde, Babilônia. Resultaram da mestiçagem entre as tribos de semitas da Samaria (região da Palestina) e os povos do norte do rio Tigre. O Império Assírio novo (883 a.C. - 612 a.C.), que se estendia da Pérsia (atual Irã) até a cidade egípcia de Tebas, atingiu seu apogeu sob o reinado de Sargão II. As principais cidades-estados eram Assur e Nínive.
As grandes escavações empreendidas a partir de 1840 e a decifração de numerosas inscrições (só a biblioteca de Assurbanipal, de Nínive, forneceu 22 mil tábulas gravadas) permitiram reconstruir, com certa minúcia, o passado desse grande império. Restam zonas de sombras. As listas assírias de reis, como a de Khorsabad, encontrada em 1932-1933, ou as de oficiais epónimos (o primeiro ano de um reinado recebia o nome do rei; os seguintes, o de algum dignitário), são, todas, incompletas e inexatas, quando não fantasiosas. As sumérias, por exemplo, a Dmuzi, de Badtibira, de 28.800 anos de reinado; a Enmenduranna, de Sipar, 72.000.
Tais números são inaceitáveis, quer se trate de anos solares, quer lunares ademais os cronologistas não estão de acordo quanto à data em que os anos solares substituíram os lunares na Mesopotâmia. Acresce que certos reis cujos nomes chegaram até nós em estalas ou outros monumentos não constam de qualquer relação dinástica. O próprio conceito de dinastia é moderno e não se aplica com exatidão ao caso da Assíria, onde nem sempre houve sucessão contínua, no sentido tradicional, e nem sempre a sucessão se fez de pai para filho. A realeza parece ter passado, em certas épocas, de cidades para cidades. Em outras, várias dinastias coexistiram e houve centros simultâneos de poder. Assim, reis aparentemente distanciados no tempo foram, de fato, contemporâneos.
A rigor, na Assíria, rei era o deus local, de que o príncipe não passava de representante ou vigário, isto é, o que fazia as suas vezes. Não é uniforme a terminologia empregada, nem é nítida a diferença entre os títulos assírios de aluguer (rei) e ensino (governador). Às vezes, o ensi é um preposto do lugar, às vezes o lugar insiste em usar o título de ensi, ou por motivo religioso (reservar o título maior para a divindade, a que pertence de direito), ou por motivo político (não ferir a suscetibilidade da população, como aconteceu cada vez que a Babilônia foi conquistada).
Formaram o primeiro Exército organizado e o mais poderoso até então. Desenvolveram armas de ferro e carros de combate puxados a cavalo. Impuseram práticas cruéis aos vencidos, como a mutilação. Os guerreiros e sacerdotes desfrutavam grandes privilégios: não pagavam tributos e eram grandes proprietários de terra. A população formada por camponeses e artesãos, era sujeita ao serviço forçado na construção de imensos palácios e estradas e ainda paga altos tributos. Os assírios implantaram a horticultura e aperfeiçoaram o arado. Eram politeístas e possuíam um deus supremo Assur. 
 
As cidades mais importantes da Assíria, todas situadas no território do atual Iraque, eram Assur, atualmente Sharqat; Nínive, da qual os únicos vestígios que indicam sua localização são dois grandes tells (colinas formadas sobre ruínas), Quyunyik e Nabi Yunas; Calach, hoje Nimrud, e Dur Sharrukin, atualmente Jursabad (Jorsabad).
A literatura assíria era praticamente idêntica à babilônica, e os reis assírios mais cultos, principalmente Assurbanipal, se gabavam de armazenar em suas bibliotecas cópias de documentos literários babilônicos. A vida social ou familiar, os costumes matrimoniais e as leis de propriedade também eram muito parecidas. E as práticas e crenças religiosas, muito semelhantes às da Babilônia, inclusive o deus nacional assírio, Assur, foi substituído pelo deus babilónio Marduk. A principal contribuição cultural assíria ocorreu no campo da arte e da arquitetura.
Segundo os descobrimentos arqueológicos, a Assíria foi habitada desde o início da era paleolítica. Apesar disso, a vida sedentária não teve origem nessa região, até cerca de 6500 a.C. O fim do Império Assírio ocorreu no ano de 612 a.C., quando o exército, comandado por seu último rei, Assur-Uballit II (612-609 a.C.), foi derrotado pelos medas em Harran.
Ao longo de sua história, o poder da Assíria dependeu quase que inteiramente de sua força militar. O rei era o comandante-em-chefe do exército e dirigia suas campanhas. Embora em teoria fosse monarca absoluto, na realidade os nobres e cortesãos que o rodeavam, assim como os governadores que nomeava para administrar as terras conquistadas, tomavam frequentemente decisões em seu nome. As ambições e intrigas foram uma ameaça constante para a vida do governante assírio. Essa debilidade central na organização e na administração do Império Assírio foi responsável por sua desintegração e colapso.
Atividades.
Copie e responda as atividades do livro didático da pagina 138 as perguntas 1,2,3,4,5,e 7
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Dados de identificação da Instituição Concedente
Nome da escola: Escola Estadual De Educação Básica João Colin 
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Conteúdo::Os caldeus
Objetivos:Compreender a história dos Caldeus e toda sua trajetória.
Recursos:Xerox, livro didático (Piatã História 6º),Quadro e pincel atómico,Atividades descritivas.
Sequência didática:Iniciaremos entregando os xerox para os alunos,em seguidarealizaremos uma conversa explicativa sobre os caldeus e toda sua historia,será utilizado o livro didático para visualizar as imagens dos povos daquele período.
Será analisado o mapa,e toda sua evolução e conquistas. Por fim os alunos realizaram uma avaliação de consulta de todo o assusto discutido no ambiente sala.
Avaliação: Será desenvolvida através de uma avaliação descritiva. 
Referências: PELLEGRINE; Marco César. DIAS; Adriana Machado. GRINBERG; Keila. Vontade de Saber História, 6º ano, 3. Ed.- São Paulo: FTD, 2015.
LÉVÊQUE, Pierre (Dir.). As primeiras civilizações: da Idade da Pedra aos povos semitas. Lisboa: 70, 2009.
Anexos:Aula aplicada
Os caldeus
O último império mesopotâmico teve como figura mais importante Nabucodonosor, responsável pela conquista dos hebreus do Reino de Judá em 586 a.C., enviando-os para a realização de trabalhos forçados na Babilônia (Cativeiro da Babilônia). Alguns autores afirmam que a cidade teria se tornado literalmente um canteiro de obras, destacando-se entre elas os Jardins Suspensos da Babilônia.
O Império Neobabilônico durou pouco, pois as investidas dos persas, comandados por Ciro, determinaram o fim da experiência imperial babilônica e o início de um poderio ainda maior, o Império Persa, em 539 a.C.
Cultura mesopotâmica
Os povos mesopotâmicos criaram uma sofisticada cultu​ra para os padrões da época.
Podemos destacar a crença politeísta com a realização de culto a figuras com forma humana (antropomórficas). As divindades eram divididas em deuses celestes e deuses terrenos.
Os deuses celestes estavam associados aos astros e os deuses terrenos se vinculavam aos fenómenos da natureza. Ea, Bel, Enlil, Marduk, Ishtar eram algumas das divindades mais cultu adas.
Exemplo de escrita em tabletes de argila desenvolvida primeiramente pelos sumérios.
A escrita cuneiforme criada pelos sumérios e incorporada pelos povos mesopotâmicos foi outra contribuição fundamental. Houve variações significativas nos sinais gravados nos tabletes de argila, mas a utilização do material e a inscrição na forma de cunha foram a referência básica dos registros escritos.
A argila também foi utilizada para a realização de monumentais obras arquitetónico. O método de elaboração de formas de madeira em que era colocado o barro até que endurecesse ao sol para depois ser queimado se constituiu em elemento fundamental para a construção de barragens, templos, casas, palácios, enfim, de todo o espaço marcadamente citadino.
Obras legislativas e literárias foram produzidas pelos povos mesopotâmicos, configurando todo o universo de valores compartilhados socialmente e validados pela atuação dos Estados. Tais Estados integravam o universo civilizacional mesopotâmico, pois, forjados nas relações de poder de ordem coletiva, garantiam a relativa estabilidade necessária para a cultura material e imaterial da região.
Além destes aspectos da cultura mesopotâmica, podemos assinalar, ainda, a crença na predestinação pelos astros, levando à fixação dos signos do zodíaco (horóscopo). No que diz respeito ao destino humano, o fim último, a morte, era vista como inescapável. Assim, a visão mesopotâmica era fatalista, diferente da civilização egípcia que acreditava na vida após a morte.
Avaliação Final:
1) Elabore  uma linha do tempo em ordem cronológica, com o período do predomínio  de cada povo da mesopotâmica.
Descreva as evoluções e conquistas de cada período.
Civilizações Mesopotâmicas.
R:
Os sumérios.
R:
Os acadianos e os babilónios.
R:
Os assírios.
R:
Os caldeus
R:
FICHAS AVALIATIVAS

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