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UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO
CENTRO DE EDUCAÇÃO ABERTA E A DISTÂNCIA
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO ESCOLAR
NATÁLIA DE LIMA SILVA
LEOPOLDO TORRES SILVA
VÂNIA SILVA DE FREITAS
FERNANDA AIRES GUEDES FERREIRA
ÉDINA MARTA SOARES DUARTE
ANGELITA DOS SANTOS
ATIVIDADE AVALIATIVA FINAL: MAPA MENTAL
OURO PRETO
2015 
UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO
CENTRO DE EDUCAÇÃO ABERTA E A DISTÂNCIA
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO ESCOLAR
NATÁLIA DE LIMA SILVA
LEOPOLDO TORRES SILVA
VÂNIA SILVA DE FREITAS
FERNANDA AIRES GUEDES FERREIRA
ÉDINA MARTA SOARES DUARTE
ANGELITA DOS SANTOS
ATIVIDADE AVALIATIVA FINAL: MAPA MENTA
Atividade avaliativa final – Mapa Mental - da Disciplina EDG03 - Tópicos Especiais: Conselhos Escolares, apresentado ao Curso de Especialização em Gestão Escolar, como parte dos requisitos da referida disciplina. 
Professores da Disciplina: Dr. Breynner R. de Oliveira
Professor de Turma: Diana de Cássia Silva
Assistente de Turma: Rosimeire de Moraes Cardoso
Polo: Bom Despacho
OURO PRETO
2015
	MAPA MENTAL
	CADERNOS
	TRÊS IDÉIAS PRINCIPAIS
	POTENCIALIDADES
	DIFICULDADES
	COMO POSSO APLICAR EM MINHA ESCOLA/MUNICÍPIO?
	Caderno 1:
Conselhos e Democratização da Escola
	· Aborda a legislação educacional que sustenta e viabiliza o funcionamento dos conselhos escolares;
· Apresenta a estrutura, demonstrando objetivos, limites e possibilidades que envolvem o funcionamento do conselho escolar;
· Busca a implantação e o fortalecimento dos Conselhos Escolares.
	· Implantação consciente de um processo democrático; 
· Formação de integrantes críticos, éticos e participativos;
· Melhoria da qualidade da educação ofertada;
· Transformação do ambiente escolar fazendo a diferença na vida do aluno;
	· Conselhos Escolares não atuantes;
· Falta de motivação;
· Participação não consciente dos conselheiros envolvidos;
· Medo de assumir responsabilidades;
· Concentração do poder nas mãos de poucos;
· Dificuldade de interação do processo entre os envolvidos.
	· Proporcionar uma capacitação aos envolvidos no conselho escolar para que os mesmos possam debater e entender sobre sua real importância e responsabilidade no processo democrático;
· Buscar desconcentrar o poder das mãos de alguns dividindo as responsabilidades e integrando os atores no processo de tomada de decisão;
· Deixar todos os membros envolvidos sempre informados e integrados no processo de decisões referentes aos interesses dos diversos segmentos da escola.
	Caderno 2:
Conselhos e Aprendizagem na Escola
	· A função e a importância Conselho Escolar no processo ensino-aprendizagem. Ele deve ser um parceiro da escola, deve acompanhar o desenvolvimento da prática educativa e do processo ensino-aprendizagem;
· O Conselho Escolar é uma das formas de exercer o direito a democracia representativa e deve trabalhar em sintonia com o gestor, tomando decisões coletivas nas áreas administrativa, financeira e político-pedagógica;
· O Conselho Escolar deve ter uma dimensão unitária ao participar da elaboração, implementação e avaliação do PPP. Ao fazer isso, não há uma divisão entre os que planejam e os que executam. Todos participam da prática educativa e se tornam também educadores. E são co-responsáveis pelos resultados obtidos. 
	· O Conselho Escolar pode ser um mediador de conflitos existentes na comunidade escolar e construir entendimentos dentro das contradições que são encontradas, abrindo espaços para o diálogo respeitando as opiniões e idéias diferentes de acordo com os diferentes interesses existentes em comum acordo para uma educação de qualidade.
· O Conselho escolar tem uma grande importância no acompanhamento da prática educativa, em sua avaliação através de resultados de avaliações internas e externas e através desses resultados promover intervenções.
	· Lidar com as diferenças dos sujeitos no processo educativo garantindo o respeito e abrindo espaços para a inclusão;
· Encontrar pessoas comprometidas para participar do Conselho Escolar, pois é uma responsabilidade muito grande e são poucas as pessoas que têm disponibilidade e querem assumir responsabilidades.
	· O primeiro passo é elaborar um Projeto Político Pedagógico bem sucinto onde sejam discutidas todas as questões de interesse da escola, com pessoas esclarecidas quanto a importância da participação de todos nesse processo. É necessário “fazer” com que as pessoas se sintam responsáveis pelo nome da instituição em que trabalham. Mostrar que o gestor sozinho não dá conta de realizar todas as demandas da escola de forma a agradar a todos os interesses. Quando as pessoas estão envolvidas é mais fácil cobrar e ajudar a promover mudanças.
	Caderno 3:
Conselhos e Respeito a Cultura Escolar
	· Formação humana e os desafios a superar no âmbito da escola.
· Pedagogia da emancipação na escola.
· Encontro dos saberes. 
	· A apropriação da cultura da comunidade onde a escola está inserida, promovendo a emancipação de nossos alunos, dando-lhes condições pessoais e subjetivas para promoverem intervenções na construção da história, no mundo e conquistar melhores condições de vida. 
· Confrontar os saberes da comunidade com os saberes da escola na busca de ampliá-los.
	· Interesses individuais ou de grupos que possuem maior poder na sociedade, o que acaba por acarretar injustiças e desigualdades sociais.
· Ocorrência da pedagogia discriminatória, onde se nega a educação, e se limita suas possibilidades, ocorrendo a negação das origens geopolíticas, étnicas, e sociais de seus alunos. 
· Falta de comprometimento de algum dos segmentos existentes, principalmente dos professores.
· Gerenciamento de conflitos.
	· No processo de democratização do saber e da transformação do ensino público em público e de qualidade, são as barreiras que impedem uma participação da comunidade nas tomadas de decisões e na construção do plano político pedagógico. Minha escola apesar de buscar a excelência na aprendizagem de nossos alunos, visando sempre as metas impostas, utiliza-se de métodos considerados adequados pela direção, pelos professores e superintendência de ensino, mas os alunos, comunidade, pais e restante dos funcionários da escola, quase nunca são ouvidos, fazendo com que suas experiências, anseios e sonhos não sejam absorvidos pelo processo de aprendizagem. 
· A princípio torná-se necessário conhecer a comunidade, sua cultura, suas necessidades, de onde vem, onde querem chegar e em que nós como escola podemos participar da transformação de sua realidade. Buscando sempre a formação não somente do aluno, mas também formar seres humanos capazes de serem senhores de suas vidas, capazes de interferir e modificar a realidade do meio onde estão inseridos. 
	Caderno 4:
Conselhos e o Tempo Pedagógico
	· Organização da escola de forma adequada para o propósito de constituir um espaço favorável à plena formação do estudante.
· A avaliação de aprendizado, a recuperação e a frequência.
· Organização do tempo escolar de modo a propor ações pedagógicas importantes. 
	· Dar autonomia à escola, assegurada pelo conselho escolar de organizar a escola no que se refere aos períodos de formação e avaliação de etapas (séries, ciclos, grupos não seriados, etc).
· Autonomia no que se referem à organização dos estudantes em turmas, grupos conforme necessidades de cada estudante, garantindo um tratamento igualitário a todos, considerando as diferenças.
· Previsão de tempos para planejamentos no que se refere as práticas docentes. 
	· Garantir a aprendizagem de todos os estudantes, ainda que em tempos e momentos diferentes.
· Desenvolver práticas democráticas de reorganização do fazer cotidiano e da gestão da escola, com objetivos pedagógicos claros, incentivando posturas de comprometimento da comunidade escolar.
· Os tempos diferentes de aprendizado dos estudantes dentro do espaço escolar no que se refere a avaliação. 
	· De um modo geral para aplicar as potencialidades do caderno na minha escola é necessário uma vontade conjunta de todos e uma vontade da gestão em articular o tempo pedagógico.
·No que se refere a garantia de direitos básicos previsto na legislação acredito que grande parte das escolas estaduais de MG cumprem, principalmente, no que tange principalmente ao ano letivo (200 dias/800 horas). Porém, no que se refere a uma avaliação da aprendizagem bem-feita e uma recuperação paralela contínua de aprendizagem estamos longe do satisfatório. Necessita-se tempo pedagógico e interação entre os sujeitos da escola. 
	Caderno 5:
Conselhos e Gestão/Escolha do Diretor
	· Analisar a legislação da gestão escolar e sua contribuição eficiente e eficaz no aspecto social para a garantia de uma educação de qualidade.
· Fortalecimento do Conselho Escolar, para garantir a escolha dos dirigentes escolares e criação de mecanismos para a democratização da escola. 
· A importância da construção coletiva do Projeto Político Pedagógico, envolvendo toda comunidade local e escolar, buscando a efetivação da gestão democrática.
	· A gestão escolar constitui fator primordial para o avanço na qualidade da educação oferecida na instituição escolar. Ela mobiliza e articula todas as condições materiais e humanas necessárias para garantir o avanço dos processos de construção da aprendizagem. 
· A participação do conselho escolar na elaboração dos projetos pedagógicos contribui significativamente na promoção efetiva da aprendizagem pelos alunos, de modo a torná-los capazes de exercer a sua cidadania enfrentando os desafios da sociedade globalizada e da economia centrada no conhecimento.
	· A criação de meios e condições favoráveis para que a participação coletiva seja uma realidade dentro das nossas escolas,
· Repensar a cultura escolar e os processos, normalmente autoritários, de distribuição de poder no interior da escola.
· A construção coletiva da participação da comunidade local e escolar nas decisões no âmbito escolar.
· Envolver os diversos segmentos na elaboração e acompanhamento do projeto pedagógico, como forma de construção da gestão democrática e participativa.
· Exercitar a pedagogia do diálogo na busca de construir na escola um processo de participação baseado em relações de cooperação de trabalho.
· Gestão da escola construída de forma individual, sem envolvimento da comunidade local e escolar.
· Implementação e fortalecimento de mecanismos de participação para a construção de uma cultura de participação e de gestão democrática na escola.
· Tomada de decisões centralizadas na mão do diretor, que não partilha as decisões com a comunidade local e escolar.
	· Conversar com a comunidade escolar, começando pelos docentes, sobre a importância da construção coletiva do Projeto Político Pedagógico e mostrar para os mesmos que através dessa construção coletiva caminharemos rumo à implementação de uma gestão democrática.
· Buscar a promoção do diálogo, respeitando as diferenças, a garantia da liberdade de expressão para conseguirmos construir na escola um processo de participação baseado em relação de cooperação do trabalho.
· Promover o diálogo com o gestor da escola no intuito de mostrar para o mesmo que a gestão da escola não pode ser feita de forma individual, e sim coletiva, envolvendo todos na discussão e na tomada de decisões.
· Propor a construção coletiva do Projeto Político Pedagógico, pois na minha escola a sua construção se concentra na mão da supervisora de turno.
· Sugerir que a participação dos pais não seja restrita aos problemas dos filhos na escola, mas buscar reuni-los para discutir temas diversos ligados à educação dos filhos.
· Sugerir ao gestor a criação de espaços de discussão que possibilitem a construção coletiva do projeto educativo e do regimento escolar.
REFERÊNCIAS
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. NBR 6023– Informação e Documentação - Referências - Elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. 24p.
AURÉLIO, B. de H. F. Mini-dicionário da Língua Portuguesa. 2ª ed. Rio de Janeiro: Nova fronteira, 1988.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Programa Nacional de fortalecimento dos Conselhos Escolares. 2004. Caderno 1: Conselhos Escolares: democratização da escola e construção da cidadania
_______. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Programa Nacional de fortalecimento dos Conselhos Escolares. 2004. Caderno 2 – Conselho Escolar e a Aprendizagem na Escola
_______. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Programa Nacional de fortalecimento dos Conselhos Escolares. 2004. Caderno 3 – Conselho Escolar e o Respeito e a Valorização do Saber e da Cultura do Estudante e da Comunidade
_______. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Programa Nacional de fortalecimento dos Conselhos Escolares. 2004. Caderno 4 – Conselho Escolar e o Aproveitamento Significativo do Tempo Pedagógico
_______. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Programa Nacional de fortalecimento dos Conselhos Escolares. 2004. Caderno 5 – Conselho Escolar, Gestão Democrática da Educação e Escolha do Diretor

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