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Simulado 6º ano Deu Bafafá no salão Festival é assim mesmo: quando termina deixa uma enorme alegria para os vencedores e um mar de reclamações atrás. E no III Festival Nacional de Forró de Itaúnas, realizado no mês de julho, não poderia ter sido diferente. A vitória conquistada pelos rapazes de Campinas (SP) [...] deu o que falar. Segundo texto veiculado por e-mails, a música Retirante, com a qual eles ganharam o festival, não seria inédita, ferindo o regulamento do evento, o que desclassificaria a composição. Migre (Fragmento) fevereiro de 2011 (Habilidade: Inferir sentido de palavra ou expressão) 1) No título desse texto “Deu bafafá no salão”, a palavra em destaque indica (A) confusão. (B) dança regional. (C) multidão. (D) música agitada. VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHO Você vive isolado do mundo e das pessoas, fazendo o que quer, na hora em que bem entende? Provavelmente não, certo? Mesmo sem perceber, você já sabe o que é cidadania: todo mundo que vive em sociedade tem deveres para cumprir e direitos para serem respeitados. Cidadania é justamente essa relação de respeito com o meio em que a gente vive e as pessoas que fazem parte dele. Os deveres existem para organizar a vida em comunidade. Em casa, na escola, na rua, no shopping – em qualquer lugar a gente vai encontrar regrinhas, o que pode ser feito e o que não pode. Às vezes você perde a paciência com tudo isso..., mas, se não fosse desse jeito, a convivência ficaria impossível. Os direitos existem para que cada um de nós tenha uma vida digna e decente, ainda que nem sempre eles sejam respeitados. Como cidadão, todo ser humano já nasce com uma série de direitos: direito à vida, ao trabalho, à liberdade. Também as crianças têm direitos só para elas, assim como os consumidores, e até mesmo os animais. Ser cidadão também é bater o pé para que os direitos não sejam só leis no papel. (http://www.canalkids.com.br) (Habilidade: Reconhecer as relações entre partes de um texto, identificando os recursos coesivos que contribuem para a sua continuidade.) 2) No trecho: “... nem sempre eles sejam respeitados. ”, a palavra “eles” está no lugar está no lugar de (A) deveres. (B) direitos. (C) consumidores. (D) animais. Leia o texto abaixo: Por que os japoneses vieram ao Brasil? E por que, agora, seus descendentes estão indo para o Japão? No início do século 20, as lavouras de café brasileiras precisavam de mão-de-obra. A saída do governo brasileiro foi atrair imigrantes. O momento não podia ser melhor para os japoneses – lá, o desemprego bombava por causa da mecanização da lavoura. Outro motivo que facilitou a vinda deles foi um tratado de amizade que Brasil e Japão tinham acabado de assinar. Aí, a situação se inverteu: o Japão se transformou em uma potência e, lá pela década de 80, ficou difícil bancar a vida no Brasil por causa da inflação e do desemprego. Os netos e bisnetos dos imigrantes japoneses enxergaram, então, uma grande chance de se dar bem e foram em massa para o Japão. Até 2006, a comunidade brasileira no país já havia alcançado 313 pessoas. Fonte: Revista Capricho nº 1045 maio/2008 p.94. 3) Na frase: “... o desemprego bombava por causa da mecanização da lavoura”, a expressão destacada pode ser substituída por: a) aumentava. b) apontava. c) atraía. d) bancava. Jornal do Rio está fazendo 50 anos Ousado e investigativo o “Correio do Povo” sempre mostrou numa linguagem muito clara, tanto com os assuntos da cidade, do país e do mundo, como também dos municípios do bairro de cada cidadão e leitor. Fonte: Revista Veja 2001. 4) No trecho “ Ousado e investigativo o Correio do Povo sempre mostrou numa linguagem muito clara...” as palavras destacadas qualificam: a) A cidade do Rio de Janeiro. b) O leitor. c) O jornal. d) Os jornalistas Leia o texto e responda as questões 5 e 6: Um amigo por trás do vidro A turma inteira foi passar o dia em um parque com muitos animais marinhos. Nos aquários, havia grande quantidade de peixes de todas as cores e de todas as formas. Tinha até uma espécie de túnel de vidro, onde os tubarões ficavam bem acima das pessoas! Luís viu um aquário pequeno e algo pressionado contra o vidro. Ele se aproximou. Diante do seu rosto, por trás do vidro, um polvo estava pendurado pelos tentáculos. Luís olhou em seus olhos. Que choque! Curiosamente, o menino não sentiu medo. O polvo estava trancado e não podia fazer nada, mas por causa dos seus olhos tristes, ele parecia dizer alguma coisa. Comovido, Luís sorriu para o polvo e pôs sua mão no vidro. Então, o polvo esticou a ponta de um tentáculo e veio gentilmente pedir para Luís puxá-lo para fora. Naquela hora, a professora anunciou que estava na hora de ir embora. À noite, Luís comentou com seus pais: “Eu tenho certeza de que aquele polvo queria me dizer alguma coisa! Por que nós trancamos os animais? Por que eles não se defendem? ” A mãe disse que muitas vezes se perguntava a mesma coisa, mas que não sabia a resposta. Para ela, os polvos são inteligentes, talvez tanto quanto nós, mas Luís já tinha percebido isso no seu passeio pelo parque aquático. MURAT, D’Annie. (Reconhecer o gênero discursivo.) 5) Esse texto é A) um conto. B) um diário. C) uma fábula. D) uma lenda. (Habilidade: Identificar o efeito de sentido decorrente do uso da pontuação e de outras notações.) 6) “Por que eles não se defendem? ”, o uso do ponto de interrogação mostra que o menino estava (A) com medo. (B) com raiva. (C) preocupado. (D) surpreso. Gabarito: 1- A 2- B 3- A 4- C 5- A 6- B