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estágio III literatura visual

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Prévia do material em texto

Centro Universitário Leonardo Da Vinci
Educacional Leonardo Da Vinci
 Margareth Medeiros da Silva Ribeiro.
Maurícia Oliveira De Aquino.
(LBR0015) 
PROJETO DE ESTÁGIO III
Literatura Visual. 
CIDADE
ANO
SUMÁRIO
1 PARTE I: PESQUISA     03
1.1 DELIMITAÇÃO DO TEMA: ÁREA DE CONCENTRAÇÃO E JUSTIFICATIVA    03
1.2 OBJETIVOS    03
1.3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA    03
2 PARTE II: PROCEDIMENTOS DO ESTÁGIO     05
2.1 METODOLOGIA    05
2.2 CRONOGRAMA    06
REFERÊNCIAS    06
ANEXOS    06
1 PARTE I: PESQUISA
1.1 DELIMITAÇÃO DO TEMA: ÁREA DE CONCENTRAÇÃO E JUSTIFICATIVA: ENSINO DA LIBRAS NA L2.
Área de concentração: Educação Inclusiva/LIBRAS
Tema: Literatura Visual.
Nesta disciplina serão trabalhadas situações que auxiliem na construção de conhecimento através da reflexão, com o objetivo de apresentar a importância da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) como componente curricular desde a Educação Infantil, Usando a metodologia do ensino da literatura visual a partir de diversos gêneros literário, explorando diferentes elementos da língua de sinais (configurações de mão, movimentos, pontos de articulação). A organização de unidades pedagógicas de língua de sinais e literatura visual, enfocando a reprodução do aprendizado.
Busca também sanar as necessidades do público surdo em sua interação, tornando notório e conhecido a Cultura Surda para o seu ensino ser efetivado. O conhecimento é o objetivo, pois facilita a aprendizagem e a formação de possíveis profissionais. 
1.2 OBJETIVOS
 Oportunizar vivências a partir dos conhecimentos adquiridos durante a formação acadêmica; possibilitando ao futuro professor propor novos conhecimentos em Literatura Surda no ensino de L1 e L2 a partir do estágio em forma de pesquisa.
 Fornecendo conhecimento Teórico e Prático aos alunos e demais, estimulando e valorizando cada vez mais o vocabulário.
 
 
1.2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 
Quero realizar neste projeto, o conhecimento da literatura visual, um contato harmônico entre as línguas e suas culturas, buscando diferentes formas na construção de como contar suas histórias e ter a noção do tempo histórico.
A escola também deve ensinar seus alunos a tomar decisões sábias durante sua vida, motivá-los a ser pessoas boas. Além disso, é importante trabalhar a autoestima deles, Libâneo (2002, p. 7) declara:
É preciso que a escola contribua para uma nova postura ético-valorativa de recolocar valores humanos fundamentais como a justiça, a solidariedade, a honestidade, o reconhecimento da diversidade e da diferença, o respeito à vida e aos direitos humanos.
 Assim, aulas dinâmicas proporcionam um melhor aprendizado e o objetivo alcançado. Buscando ligações entre as proposições originariamente emanadas na Conferência Mundial sobre Educação para Todos e propondo ao final da oficina, um grande reconhecimento humano de utilizar os saberes universalmente. 
  Com a Libras na vida das pessoas, foi possível perceber que, a Língua Brasileira de Sinais é um meio de garantir a socialização e interação do surdo na sociedade, além de contribuir para a valorização e o reconhecimento da cultura surda. fazendo com que haja uma maior difusão da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, na escola onde estudam.
2 PARTE II: PROCEDIMENTOS DE ESTÁGIO
2.1 METODOLOGIA 
Este estágio será realizado na E.E Prof. Emygdio Campos Widal, localizada na Rua Bom Pastor,460, Bairro Vila Vilas Boas., do 2º ao 3º ano. Campo Grande – no período vespertino.
Tendo na escola um total de 430 alunos, período integral, serão realizadas as atividades com regência de 40 horas/aula.
Primeiramente ensinaremos o alfabeto manual, cumprimentos, expressão facial e corporal, após, ensinaremos o método de interpretação de histórias, 
“ Literatura Visual “. Será elaborado um curta – metragem de até 30 minutos de intenção estética educacional, que será usado e exibido como complemento do seminário. Montaremos um texto próprio com o objetivo de inclusão.
OBS: Só participará do curta, os alunos com autorização assinada pelo responsável.
O curta será exibido na Escola Estadual Prof. Emydio Campos Widal na data marcada com a Diretora Fernanda Alves Bucallon Serafim e coordenadora Ediana Divagar Alves.
A finalização com a apresentação de teatro/cinema foi escolhida, por experiências anteriores.
2.2 CRONOGRAMA 
	Data
	Turno e horário
	Atividade
	16/10/2019
	tarde – 17:00 às 17:30
	Observação
	17/10/2019
	tarde – 17:00 às 17:30
	Observação
	18/10/2019
	tarde – 17:00 às 17:30
	Observação
	21/10/2019
	tarde – 17:00 às 17:30
	Observação
	22/10/2019
	tarde – 17:00 às 17:30
	Observação
	23/10/2019
	tarde – 17:00 às 17:30
	Regência 1
	24/10/2019
	tarde – 17:00 às 17:30
	Regência 2
	25/10/2019
	tarde – 17:00 às 17:30
	Regência 3
	28/10/2019
	tarde – 17:00 às 17:30
	Regência 4
	29/10/2019
	tarde – 17:00 às 17:30
	Regência 5
ANEXOS
São anexos do Projeto de Estágio os seguintes documentos:
· Estágio Obrigatório III: Roteiro de Observação e Projeto de Intervenção.
ROTEIRO DE OBSERVAÇÃO
A equipe diretiva da escola é formada por: Direção, Coordenação Pedagógica, Secretaria, Corpo Docente, Corpo Discente, Assistente Administrativo, Inspetor de estudantes, serviços gerais (auxiliar de serviços gerais, cozinheira e porteiro). 
O ensino é baseado nas teorias de ensino de ...aos alunos, são distribuídos em período integral , horário das 7:00 às 11:20, no vespertino, no horário de 13:00 às 17:20 .
O colégio possui 11 salas e não são grandes, tem umas que são ainda menores à suportar entre 10 à 15 alunos. 
Onze salas do maternal ao ensino Fundamental com idade entre 14 e 16 anos, banheiros de alunos e de professores.
São 19 professores. 
Os pais como de costume em todas as escolas, têm por hábito freqüentar a escola nas datas comemorativas, quando existe alguma situação pertinente ao aluno para resolver, nas reuniões, no dia da Família na Escola ou quando a escola os solicitam, possui edificações térreas de alvenaria, pois a escola é nova e ainda está sendo ampliada, possui uma quadra esportiva grande e é coberta. 
Sua limpeza é freqüente, contando com os profissionais administrativos,
O atendimento aos pais é feito na coordenação que a escola possui e fica em uma portinha ao lado da rua, facilitando o acesso.
 Possui um biblioteca, sala de vídeo, sala de informática,
secretaria, sala de reforço, cozinha, bebedouros, sala dos professores. A Escola não possui cantina. A escola oferece três refeições diárias uma por turno integral com acompanhamento de nutricionista. 
A escola possui rampas para cadeirantes e banheiro acessível.
Quanto a comunicação na Língua brasileira de Sinais, não existe o conhecimento. Levamos justamente a comunicação a escola para esta questão.
AEscola, é Estadual e está situada na Cidade de Campo
Grande/MS, no bairro..., na ...
A Escola tem a sua comunidade bem participativa e sua missão é promover uma educação de qualidade para que o cidadão, possa buscar anseios futuros, visando qualidade de vida, exercendo a cidadania com consciência, tornando-se assim, um indivíduo global, no que tange a sua formação pessoal e social. Logo na primeira semana do ano Letivo escolar foi observado à jornada pedagógica. Nesse momento analisa-se o calendário escolar anual, planeja-se datas como a semana de provas, conselhos de classe, avaliação interna e externa, entre outras datas comemorativas. Os professores juntos, realiza estudos como: Projetos pedagógicos disciplinares e interdisciplinares desenvolvidos pela escola e professores, onde possam preparar a recepção dos seus alunos e suas aulas no primeiro bimestre letivo.
Professores realizam o planejamento e indicam a metodologia utilizada para
cada aula. 
Os planejamentos são corrigidos pelos coordenadores pedagógicos que o aprovam ou fazem alguma sugestão de mudança antes da aprovação.
O PPP da escola sempre é rediscutido quando a necessidade de inserir
uma nova proposta ou uma ressignificaçãopedagógica ou de outro aspecto, mas que seja de valor para a escola, que vislumbrem o desenvolvimento integral do aluno.
A escola apoia todas as ações voltadas a Língua Brasileira de Sinais como oficinas, cursos e tudo que norteia a educação e o acesso a comunicação na Língua mas ainda não se organizaram para colocar em prática.
Seu corpo docente conta com 19 professores.
Todos os profissionais atuantes possuem Graduação, alguns professores moram no bairro.
 Quanto aos TILS, ainda não existe o momento de se planejar junto aos profissionais pois agora que eles tiveram a primeira aproximação da realidade e da importância do aprendizagem do aluno ouvinte com a Libras, para o contato com o surdo. 
Qual é a concepção lingüística adotada pelos professores no ensino da
Libras com L1 e L2. As atividades desenvolvidas pelo professor ouvinte
contemplam a experiência visual e cultural do aluno.
 A turma que se foi realizada o Estágio II foi do 6º ao do 7º ano, matutino. 
 E com uma média de 5 a 28 alunos em cada sala, na faixa etária entre 11 anos e 14 e 16 anos de idade. 
 O professor segue o seu Planejamento, mas sempre reavaliando o que pode melhorar pedagogicamente. A rotina é cumprida e exposta para que todos os alunos possam interagir. Percebe-se claramente que o professor tem domínio ao explicar o seu objetivo e cumpri-lo dentro das normas propostas.
 Os alunos interagem nas relações de troca, tanto com o professor como entre os próprios alunos, assim, fica claro algumas diferenças de acordo com as características da idade mas que são resolvidas socialmente entre eles e o professor quando necessário e quando é preciso, eles emprestam os materiais uns aos outros. Nestas turmas, em questão de demonstrar interesse na Lingua Brasileira de Sinais, sendo importante ressaltar que, eles não conheciam e não tinham conhecimento, mas poderiam não ter gostado mas para nossa surpresa, eles pediam para agente voltar. 
Quanto ao contato da acadêmica surda, Maurícia, o relacionamento com a pessoa surda, foi emocionante ver os semblantes dos alunos, eles proporcionaram aulas dinâmicas,e para maior interação com o mesmo pensou-se nesse 8.º ano, melhorando assim, a comunicação dos demais alunos na escola com o mesmo.
PROJETO DE INTERVENÇÃO
Dados de identificação da Instituição Concedente 
Nome da escola: Escola Colégio Vida Feliz 	
Diretor(a): Rosana Maria Rosana Maria Ribeiro Faustino.
Coordenador (a): Rosana Maria Rosana Maria Ribeiro Faustino. 
Professor(a) Regente: Flaviana R.Da Silva.
Turma: 6 º ao 8 º 
Período: Matutino
Nome das Acadêmicas Estagiárias: Margareth Medeiros da Silva Ribeiro e
Maurícia de Oliveira de Aquino.
TEMA 
Tema: Ensino da LIBRAS na L2.
JUSTIFICATIVA 
A importância de trabalhar com este projeto escolar, consiste em trazer benefícios que acompanharão para toda a vida, tendo como tema do presente projeto, o ensino da Libras no ensino comum, esta disciplina fará parte do currículo escolar futuramente. Oferecendo a oportunidade de se comunicar com outros alunos surdos. Que através de atividades pelos acadêmicos estagiários, ajudará a criança a melhorar e aprimorar suas expressões facial e alguns outros benefícios, como a descoberta do conhecimento, o desenvolvimento de suas emoções, expressões e socializações no meio social dos surdos, ou seja, contribuirá como uma complementação para a formação pessoal. 
CAPÍTULO IV
DO USO E DA DIFUSÃO DA LIBRAS E DA LÍNGUA PORTUGUESA PARA O ACESSO DAS PESSOAS SURDAS À EDUCAÇÃO
Art. 14.  As instituições federais de ensino devem garantir, obrigatoriamente, às pessoas surdas acesso à comunicação, à informação e à educação nos processos seletivos, nas atividades e nos conteúdos curriculares desenvolvidos em todos os níveis, etapas e modalidades de educação, desde a educação infantil até a superior:
II - Ofertar, obrigatoriamente, desde a educação infantil, o ensino da Libras e também da Língua Portuguesa, como segunda língua para alunos surdos. (BRASIL, 2005).
Em nosso país a Língua Brasileira de nº 10.436 de 24 abril de 2002, a partir desta data foi possível realizar, em âmbito nacional, discussões relacionadas à necessidade do respeito à particularidade linguística da comunidade surda e o movimento de integração social dos indivíduos que apresentam deficiência para que estes se integrem nos ambientes escolares.
Através da LIBRAS, todos os cidadãos podem se comunicar, independentemente de suas limitações, foi reconhecida oficialmente, pela Lei. Oficializando assim, as discussões sobre a educação bilíngue, a valorização de educadores surdos nas escolas e a presença de intérpretes em vários segmentos sociais, foram marcos das conquistas dos surdos brasileiros.
A língua foi oficializada em território nacional pela Lei, assim trazendo muitos avanços com essa regulamentação, ampliando os domínios da língua de sinais para diferentes segmentos sociais.
Se tratando da inclusão do aluno surdo dando-se a partir do momento que este for respeitado e se considerando suas necessidades educacionais, ocasionando no desenvolvimento emocional, fazendo parte no meio social, educacional, político e cultural, tornando esse surdo consciente de sua cidadania.
Depois de toda a discussão voltada para a inclusão do surdo na sociedade em 2010 teve-se passeatas, organizações, encontros e congressos a favor da escola bilíngue, pedindo a atenção dos governantes para solucionar os problemas enfrentados pela comunidade surda e uma atenção maior para a inclusão do Surdo.
Implementando na comunidade escolar, onde todos aprendam a comunicar-se em Libras, deixando o ambiente escolar e social mais inclusivo ao aluno Surdo.
Assim tendo uma maior difusão da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, na escola onde estudar alunos Surdos.
SITUAÇÃO PROBLEMA
A importância de comunicação social faz-se necessário implementar a LIBRAS na comunidade escolar, para que aja uma real inclusão e o surdo se sinta incluído ao meio escolar e social.
PÚBLICO ALVO 
Alunos das escolas, começando pelo ensino fundamental para maior naturalidade da língua.
OBJETIVOS
 
- Descontruir os mitos estabelecidos socialmente com relação a língua de sinais e a comunidade surda.
- Ensinar a Língua de Sinais por completo tendo alfabeto manual, saudações, materiais escolares para uma conversa completa com outros alunos.	Comment by Margareth Medeiros: 
- Explicar sobre a Língua de Sinais e realizar diálogos em LIBRAS;
- Tornar-se natural o aprendizado e a linguagem para os alunos.
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
A educação de crianças se baseia no princípio teórico de que a aprendizagem ativa é fundamental para o desenvolvimento pleno do potencial humano e que essa aprendizagem ocorre mais efetivamente em ambientes que proveem oportunidades de aprendizagem apropriadas ao desenvolvimento. Entende-se por aprendizagem ativa o processo dinâmico e interativo da criança com o mundo que a cerca, garantindo-lhe a apropriação de conhecimentos e estratégias adaptativas a partir de suas iniciativas e interesses, e dos estímulos que recebe de seu meio social. (TRISTÃO, 2006, p. 16)
Assim desperta-se o interesse das crianças a língua e suas diversidades. Demonstrando que é uma língua como o Inglês e espanhol
Art. 14.  As instituições federais de ensino devem garantir, obrigatoriamente, às pessoas surdas acesso à comunicação, à informação e à educação nos processos seletivos, nas atividades e nos conteúdos curriculares desenvolvidos em todos os níveis, etapas e modalidades de educação, desde a educação infantil até a superior: (BRASIL, 2005).
Implementar na comunidade escolar, onde todos aprendam a comunicar-se em Libras, deixando o ambiente escolar e social mais inclusivo ao aluno Surdo.
PERCURSO METODOLÓGICO 
O Estágio será realizado na Escola Vida Feliz, localizada no Bairro Universitária II, junto aos alunos do 6º ao 8 º ano, do período matutino.
A sala tem ao todo entre 5 à 28 alunos matriculados, aonde serão realizadas as atividades. Uma Regência de 40 horas/aula, ensinando o alfabetomanual, cumprimentos, expressões faciais e corporais, uso de texto próprio de escolha dos alunos, materiais escolares como verbos para ajudar na comunicação diária, mão animadora manipulada feita por mim, encartes com sinais de apoio sinalizadas retiradas de apostilas de libras e do CAS/MS (Centro de Apoio ao Surdo de MS).
A finalização teatral foi escolhida, porque já havia trabalhado em sala de aula na disciplina de Língua Portuguesa, indo de encontro com a ideia de divulgar amplamente a Língua de Sinais, trabalhando a expressão facial e corporal do aluno ou as chamadas expressões não manuais e o vocabulário.
RECURSOS:
Sala de aula
Giz
Som
Mão animadora manipulada 
Encartes plastificadas
Papéis coloridos
Folhas impressas 
Caneta própria 
Livro Didático
CRONOGRAMA DE ATIVIDADES 
	Data
	Turno e horário
	Atividade
	30/05/2019
	Manhã – 07:00 às 11:00
	Observação
	31/05/2019
	Manhã – 07:00 às 11:00
	Observação
	03/06/2019
	Manhã – 07:00 às 11:00
	Observação
	04/06/2019
	Manhã – 07:00 às 11:00
	Observação
	05/06/2019
	Manhã – 07:00 às 11:00
	Observação
	06/06/2019
	Manhã – 07:00 às 11:00
	Regência 1
	07/06/2019
	Manhã – 07:00 às 11:00
	Regência 2
	10/06/2019
	Manhã – 07:00 às 11:00
	Regência 3
	11/06/2019
	Manhã – 07:00 às 11:00
	Regência 4
	12/06/2019
	Manhã – 07:00 às 11:00
	Regência 5
AVALIAÇÃO 
A avaliação realizada será através de atividades pedagógicas e observação da interação dos alunos. 
. 
REFERÊNCIAS
ALTMANN, Helena. Influências do Banco Mundial no projeto educacional brasileiro. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 28, n. 1, p. 77-89, jan./jun. 2002.
https://www.pedagogia.com.br/artigos/construcaoconhecimentoeteorias1/
PIAGET, J.; INHELDER, B. A Psicologia da Criança. Rio de Janeiro: Difel, 1978. [La Psychologie de L Enfant, 1966]
http://g1.globo.com/ac/acre/noticia/2013/05/escolas-terao-que-implantar-libras-como-disciplina-curricular.html
https://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:9-ziD3MMODQJ:https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2018/10/05/libras-pode-se-tornar-disciplina-obrigatoria-nas-escolas-publicas+&cd=3&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br
 http://www.libras.ufsc.br/colecaoLetrasLibras/eixoFormacaoPedagogico\\dmzfs01\wwwroot\proweb\wwwroot\Temp\PL_162_201427052019210857_jus.rtf
http://www.interlegis.leg.br/comunicacao/noticias/2008/04/ha-6-anos-a-lingua-brasileira-de-sinais-libras-era-oficializada-como-meio-legal-de-expressao
BRASIL. Decreto n.º 5.626. Regulamenta a Lei n.º 10.436, 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e o art. 18 da Lei n.º 10.098, de 19 dezembro de 2000. Publicada no Diário Oficial da União em 22/12/2005. 
BRASIL. Lei n.º 10.436 de 24 de abril de 2002. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília: MEC. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil/leis/2002/ L10436.htm>. Acesso em: 29 Abr. 2019.
HORT, Ana Paula Fischer & HORT, Carlos Ivan. Educação especial e inclusão escolar. Centro Universitário Leonardo Da Vinci. Indaial: ASSELVI, 2009.
http://www.pcdlegal.com.br/leisacessibilidade/capitulo-iv-do-uso-e-da-difusao-da-libras-e-da-lingua-portuguesa-para-o-acesso-das-pessoas-surdas-a-educacao/?versao=convencional-mobile
TRISTÃO, Rosana Maria. Educação infantil: saberes e práticas da inclusão: dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento. 4ª. Edição – Universidade de Brasília/UnB – MEC/SEESP – Brasília.
 
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