Logo Passei Direto
Buscar

manual do prof port

Ferramentas de estudo

Material

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

D
os
si
ê 
Pr
át
ic
o 
do
 P
ro
fe
ss
or
PORTUGUÊS
António Vilas-Boas
Manuel Vieira
Apresentação do projeto Entre Palavras 12 ............................................................. 3
1 Planificação global .......................................................................................................... 5 
 Planos de aula ...................................................................................................................... 53
2 Testes .......................................................................................................................................... 63
 Testes de avaliação diagnóstica ................................................................................. 64
 Testes de avaliação modelo IAVE .............................................................................. 74
 Folha de cotação dos testes de avaliação modelo IAVE .............................. 229
 Grelha de registo de classificações ................................................. 
 Testes de compreensão do oral ................................................................................... 231
 Testes de verificação de leitura das obras integrais ...................................... 241
 José Saramago, O ano da morte de Ricardo Reis .................................... 241
 José Saramago, O Memorial do Convento ................................................... 243
3 Unidade didática ............................................................................................................... 247
 «Famílias desavindas», de Mário de Carvalho ................................................... 248
 Jorge de Sena ........................................................................................................................... 255
 Alexandre O’Neill .................................................................................................................. 265
 António Ramos Rosa ........................................................................................................... 273
 Herberto Helder ...................................................................................................................... 283
 Manuel Alegre ......................................................................................................................... 292
 Luiza Neto Jorge ..................................................................................................................... 300
 Vasco Graça Moura .............................................................................................................. 308
 Nuno Júdice .............................................................................................................................. 316
 Ana Luísa Amaral ................................................................................................................. 325
4 Soluções .................................................................................................................................... 335
5 Transcrições de áudio e vídeos .............................................................................. 349
 
Índice
Entre Palavras 11 • Dossiê Prático do Professor • 2
Entre Palavras 11 • Dossiê Prático do Professor • 3
Apresentação do projeto
Apresentação do projeto Entre Palavras 12
Para o Aluno
• Manual
• Leituras em dia Preparação 
para o Exame
• Caderno de Atividades
• www.entrepalavras12.asa.pt
Para o Professor
• Manual (Edição do Professor)
• Dossiê Prático do Professor
> Planificação anual e periódica
> Planos de aula
> Testes de avaliação
– Teste de avaliação diagnóstica
– 16 testes de avaliação (modelo IAVE)
– 5 testes de compreensão do oral
– 2 testes de verificação de leitura das obras integrais (O ano da 
morte de Ricardo Reis e Memorial do Convento)
> Unidade didática para:
– Conto “Famílias desavindas” de Mário de Carvalho
– Poetas contemporâneos do Programa
> Transcrições de recursos áudio e vídeo
• CD Áudio
• www.entrepalavras12.asa.pt
O Manual estrutura-se, no âmbito da Educação Literária, da seguinte forma: 
• Unidade 1: Fernando Pessoa: 1. Poesia do ortónimo | 1.2 Bernardo Soares, Livro do desassossego | 1.3 Poesia 
dos heterónimos | 1.4 Mensagem
• Unidade 2: Contos: “Sempre é uma companhia”, de Manuel da Fonseca | “George”, de Maria Judite de Carvalho
• Unidade 3: Poetas contemporâneos: Miguel Torga | Eugénio de Andrade | Ruy Belo
• Unidade 4: José Saramago: 4.1 O ano da morte de Ricardo Reis | 4.2 Memorial do Convento
 O Manual orienta e motiva o aluno na compreensão das obras, dos textos e dos tópicos de conteúdo do Programa 
através de: 
– textos de contextualização histórico-literária e resumos/quadros estruturantes claros; 
− recursos áudio e vídeo variados que fazem a ponte com a atualidade em “Antes de Ler”; 
− imagens apelativas – ilustrações, fotografias e reproduções de obras de arte – que estabelecem relações 
intertextuais com o texto literário; 
− textos informativos e atividades curtas que visam o reconhecimento de temas comuns entre textos e 
obras estudadas, nas rubricas “Intertextualidades” e “temas comuns”; 
− atividades de verificação da leitura integral de O ano da morte de Ricardo Reis e Memorial do Convento, 
essenciais para a compreensão do sentido global das obras;
− fichas de apoio ao estudo e à compreensão dos tópicos de conteúdo:
• abordagem da gramática assente em explicações concisas e exemplos claros (ao longo das unidades e 
no Anexo Informativo);
• esquemas-síntese dos tópicos de conteúdo do Programa, que integram QrCodes® para acesso rápido 
aos conteúdos; 
• desenvolvimento dos géneros da Leitura, da Escrita e da Oralidade, com base em notas informativas a pro-
pósito dos géneros textuais;
• Badanas do Manual com referência aos tópicos de conteúdo do Programa e às Metas Curriculares.
Entre Palavras 11 • Dossiê Prático do Professor • 4
Apresentação do projeto
O projeto auxilia o aluno na preparação para o Exame
No Manual 
– testes de avaliação modelo IAVE, no final de cada unidade didática (com conteúdos de 10º, 11º e 
12º anos)
Em Leituras em dia – Preparação para o Exame 
Sínteses dos textos e obras do Programa (10º, 11º e 12º anos), organizados por tópicos de conteúdos.
No Caderno de Atividades 
• Testes de avaliação modelo IAVE 
• Questões-modelo Exame dos conteúdos de Gramática
• Fichas de Leitura e Gramática (de preparação para o Grupo II do Exame)
• Atividades de Escrita orientada
O Entre Palavras 12 apoia o Professor nos vários momentos da prática letiva
Manual (Edição do Professor)
A Edição do Professor contempla bandas laterais com informação pertinente e notas esclarecedoras, que vão 
além do mero cenário de resposta; remissões para os tópicos do Programa e descritores das Metas Curricula-
res e a articulação com os restantes componentes do projeto através de remissões para os vários componentes 
do projeto.
Publicação regular de novos materiais 
Espaço Entre Palavras, em www.entrepalavras12.asa.pt
Dossiê Prático do Professor
Contém um vasto e diversificado conjunto de materiais de apoio à prática letiva. Totalmente editável em 
.
CD Áudio apresenta a vocalização de alguns textos do manual e recursos áudio de apoio a atividades de orali-
dade. 
O componente multimédia do projeto Entre Palavras integra todos os recursos concebidos em articulação com 
o Manual, para utilização em sala de aula: 
• apresentações em PowerPoint®;
• adaptação teatral – O Essencial de O Ano da Morte de Ricardo Reis; 
• vídeos; 
• áudios; 
• imagens ampliáveis; 
• testes interativos; 
• soluções projetáveis.
Este material encontra-se disponível, em formato editável, em .
* No encontra-se disponível a totalidadedos planos de aula.
1
Planificação 
global
e 
planos de aula
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 6
1. Planificação global e planos de aula
Proposta de distribuição média de tempos por período letivo
Período letivo Unidades do manual 
Domínios 
tratados
Nº aulas 
(90 min / 45 min)
Nº de aulas 
para testes
TOTAL
Absoluto (min)
1º período(1)
1. Fernando Pessoa
1.1 Poesia do 
ortónimo
1.2 Bernardo 
Soares, Livro do 
desassossego
1.3 Poesia dos 
heterónimos
Oralidade (CO+EO)
Educação Literária
Leitura 
Escrita
Gramática 
24 (ou 48)
6 (ou 12) 
2 testes de 
90 minutos + duas 
correções de 
45 min cada)
(outras avaliações)(4)
30 (ou 60)
2º período(2)
1.4 Mensagem
2. Contos «Sempre é 
uma companhia», 
ou «George» 
ou «Famílias 
desavindas»
3. Poetas 
contemporâneos 
(3 poetas)
Oralidade (CO+EO)
Educação Literária
Leitura 
Escrita
Gramática
24 (ou 48)
6 (ou 12) 
(2 testes de 
90 minutos + duas 
correções de 
45 min cada)
(outras avaliações)(4) 30 (ou 60)
3º período(3)
4. José Saramago
4.1 O ano da morte 
de Ricardo Reis*
ou
4.2 Memorial 
do Convento*
Oralidade (CO+EO)
Educação literária 
Leitura 
Escrita
Gramática
14 (ou 28)
6 (ou 12) 
6 (ou 12) 
(2 testes de 90 
minutos + duas 
correções de 
45 min. cada)
(outras avaliações)(4)
20 (ou 40)
TOTAIS 
Parciais (min)
62 (ou 124) 18 (ou 36) 80 (ou 160)
* Nos anos letivos de 2017/2018 e 2018/2019, a obra a estudar será, obrigatoriamente, O ano da morte de Ricardo Reis.
(1) Entre 15 de setembro e 17 de dezembro.
(2) Consideram-se para o 2º período os meses de janeiro, fevereiro e março.
(3) Consideram-se, em média, duas a três semanas de abril, maio, e a primeira semana de junho.
(4) Por «outras avaliações» entende-se testes de avaliação diagnóstica (ou dirigida a conhecimentos prévios determinados), 
produções escritas autónomas a partir de temas ou tópicos fornecidos pelo professor, testes de compreensão do oral (testes 
escritos realizados a partir de audição de documentos), etc. 
Nota: nesta distribuição de tempos letivos, considera-se a proposta apresentada no Programa e Metas Curriculares de Português 
do Ensino Secundário, p. 36.
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 7
Planificação global
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
1º
C
om
pr
ee
ns
ão
 
do
 o
ra
l 
(O
12
)
M
ar
ca
s 
de
 g
én
er
o 
co
m
un
s 
a 
di
ál
og
o 
ar
gu
m
en
ta
ti
vo
 e
 d
eb
at
e:
 t
em
a,
 in
fo
rm
aç
ão
 s
ig
ni
fic
at
iv
a,
 e
nc
ad
ea
m
en
to
 ló
gi
co
 d
os
 t
óp
ic
os
 t
ra
ta
do
s;
 r
ec
ur
so
s 
ve
rb
ai
s 
e 
nã
o 
ve
rb
ai
s 
(e
.g
. p
os
tu
ra
, t
om
 d
e 
vo
z,
 a
rt
ic
ul
aç
ão
, r
it
m
o,
 e
nt
oa
çã
o,
 e
xp
re
ss
iv
id
ad
e,
 s
ilê
nc
io
, o
lh
ar
)
D
iá
lo
go
 
ar
gu
m
en
ta
tiv
o
C
ar
át
er
 
pe
rs
ua
si
vo
, 
de
fe
sa
 d
e 
um
 
po
nt
o 
de
 v
is
ta
 
su
st
en
ta
do
 p
or
 
ar
gu
m
en
to
s 
vá
lid
os
 e
 
ex
em
pl
os
 
si
gn
ifi
ca
ti
vo
s,
 
co
nc
is
ão
 d
o 
di
sc
ur
so
 e
 
re
sp
ei
to
 p
el
o 
pr
in
cí
pi
o 
da
 
co
rt
es
ia
1.
 I
nt
er
pr
et
ar
 te
xt
os
 o
ra
is
 
de
 d
ife
re
nt
es
 g
én
er
os
.
1.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
te
m
a 
e 
su
bt
em
as
, 
ju
st
ifi
ca
nd
o.
2.
 E
xp
lic
it
ar
 a
 e
st
ru
tu
ra
 d
o 
te
xt
o.
3.
 F
az
er
 in
fe
rê
nc
ia
s.
4.
 A
pr
ec
ia
r 
a 
qu
al
id
ad
e 
da
 
in
fo
rm
aç
ão
 m
ob
ili
za
da
.
5.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
ar
gu
m
en
to
s.
6.
 A
pr
ec
ia
r 
a 
va
lid
ad
e 
do
s 
ar
gu
m
en
to
s 
ad
uz
id
os
. 
7.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
m
ar
ca
s 
re
ve
la
do
ra
s 
da
s 
di
fe
re
nt
es
 in
te
nç
õe
s 
co
m
un
ic
at
iv
as
. 
8.
 E
xp
lic
it
ar
, e
m
 f
un
çã
o 
do
 t
ex
to
, 
m
ar
ca
s 
do
s 
se
gu
in
te
s 
gé
ne
ro
s:
 
di
ál
og
o 
ar
gu
m
en
ta
ti
vo
 e
 d
eb
at
e.
 
2.
 R
eg
is
ta
r 
e 
tr
at
ar
 a
 in
fo
rm
aç
ão
.
1.
 D
iv
er
si
fic
ar
 a
s 
m
od
al
id
ad
es
 d
e 
re
gi
st
o 
da
 in
fo
rm
aç
ão
: t
om
ad
a 
 
de
 n
ot
as
, r
eg
is
to
 d
e 
tó
pi
co
s 
 
e 
id
ei
as
-c
ha
ve
. 
A
tiv
id
ad
es
 
do
 M
an
ua
l 
1.
 D
iá
lo
go
 
ar
gu
m
en
ta
ti
vo
: 
ex
ce
rt
o 
do
 f
ilm
e 
A
 re
de
 s
oc
ia
l 
 M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 1
: F
er
na
nd
o 
P
es
so
a 
1.
2 
 B
er
na
rd
o 
S
oa
re
s,
 L
iv
ro
 
do
 d
es
as
so
ss
eg
o 
 
(p
. 5
8)
 
• 
 Ví
de
o
D
iá
lo
go
 a
rg
um
en
ta
ti
vo
 
Ex
ce
rt
o 
do
 f
ilm
e 
A
 re
de
 
so
ci
al
D
os
si
ê 
P
rá
tic
o 
 
do
 P
ro
fe
ss
or
• T
es
te
 d
e 
co
m
pr
ee
ns
ão
 
do
 o
ra
l (
pp
. 2
31
)
 
1º
 p
er
ío
d
o 
le
ti
v
o
U
n
id
ad
e 
1 
– 
Fe
rn
an
d
o 
P
es
so
a:
 1
.1
 p
oe
si
a 
d
o 
or
tó
n
im
o;
 1
.2
 B
er
n
ar
d
o 
S
oa
re
s,
 L
iv
ro
 d
o 
de
sa
ss
os
se
g
o;
 1
.3
 p
oe
si
a 
d
os
 h
et
er
ón
im
os
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 8
1. Planificação global e planos de aula
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
1º
M
ar
ca
s 
de
 g
én
er
o 
co
m
un
s 
a 
ex
po
si
çã
o 
so
br
e 
um
 t
em
a,
 a
pr
ec
ia
çã
o 
cr
ít
ic
a,
 t
ex
to
 d
e 
op
in
iã
o,
 d
iá
lo
go
 a
rg
um
en
ta
ti
vo
 e
 d
eb
at
e:
 t
em
a,in
fo
rm
aç
ão
 s
ig
ni
fic
at
iv
a,
 e
nc
ad
ea
m
en
to
 
ló
gi
co
 d
os
 t
óp
ic
os
 t
ra
ta
do
s;
 r
ec
ur
so
s 
ve
rb
ai
s 
e 
nã
o 
ve
rb
ai
s 
(e
.g
. p
os
tu
ra
, t
om
 d
e 
vo
z,
 a
rt
ic
ul
aç
ão
, r
it
m
o,
 e
nt
oa
çã
o,
 e
xp
re
ss
iv
id
ad
e,
 u
so
 a
de
qu
ad
o 
de
 f
er
ra
m
en
ta
s 
te
cn
ol
óg
ic
as
 d
e 
su
po
rt
e 
à 
in
te
rv
en
çã
o 
or
al
),
 c
or
re
çã
o 
lin
gu
ís
ti
ca
E
xp
re
ss
ão
 
or
al
 
(O
12
)
Te
xt
o 
de
 o
pi
ni
ão
 
Ex
pl
ic
it
aç
ão
 d
e 
um
 p
on
to
 d
e 
vi
st
a,
 c
la
re
za
 
e 
pe
rt
in
ên
ci
a 
da
 p
er
sp
et
iv
a 
ad
ot
ad
a,
 d
os
 
ar
gu
m
en
to
s 
de
se
nv
ol
vi
do
s 
 
e 
do
s 
re
sp
et
iv
os
 
ex
em
pl
os
; 
di
sc
ur
so
 
va
lo
ra
ti
vo
 (
ju
íz
o 
de
 v
al
or
 e
xp
líc
it
o 
ou
 im
pl
íc
it
o)
3.
 P
la
ni
fic
ar
 in
te
rv
en
çõ
es
 o
ra
is
. 
1.
 P
la
ni
fic
ar
 o
 t
ex
to
 o
ra
l e
la
bo
ra
nd
o 
um
 p
la
no
 d
e 
su
po
rt
e,
 c
om
 
tó
pi
co
s,
 a
rg
um
en
to
s 
e 
re
sp
et
iv
os
 
ex
em
pl
os
.
4.
 P
ar
tic
ip
ar
 o
po
rt
un
a 
e 
co
ns
tr
ut
iv
am
en
te
 e
m
 s
itu
aç
õe
s 
 
de
 in
te
ra
çã
o 
or
al
. 
1.
 D
eb
at
er
 e
 ju
st
ifi
ca
r 
po
nt
os
 
de
 v
is
ta
 e
 o
pi
ni
õe
s.
2.
 C
on
si
de
ra
r 
po
nt
os
 d
e 
vi
st
a 
co
nt
rá
ri
os
 e
 r
ef
or
m
ul
ar
 p
os
iç
õe
s.
5.
 P
ro
du
zi
r 
te
xt
os
 o
ra
is
 c
om
 
co
rr
eç
ão
 e
 p
er
tin
ên
ci
a.
 
1.
 P
ro
du
zi
r 
te
xt
os
 o
ra
is
 s
eg
ui
nd
o 
um
 
pl
an
o 
pr
ev
ia
m
en
te
 e
la
bo
ra
do
.
2.
 P
ro
du
zi
r 
te
xt
os
 li
ng
ui
st
ic
am
en
te
 
co
rr
et
os
, c
om
 r
iq
ue
za
 v
oc
ab
ul
ar
 e
 
re
cu
rs
os
 e
xp
re
ss
iv
os
 a
de
qu
ad
os
. 
3.
 M
ob
ili
za
r 
ad
eq
ua
da
m
en
te
 
m
ar
ca
do
re
s 
di
sc
ur
si
vo
s 
qu
e 
ga
ra
nt
am
 a
 c
oe
sã
o 
te
xt
ua
l.
6.
 P
ro
du
zi
r 
te
xt
os
 o
ra
is
 d
e 
di
fe
re
nt
es
 g
én
er
os
 e
 c
om
 
di
fe
re
nt
es
 fi
na
lid
ad
es
.
1.
 P
ro
du
zi
r 
os
 s
eg
ui
nt
es
 g
én
er
os
 d
e 
te
xt
o:
 e
xp
os
iç
ão
 s
ob
re
 u
m
 t
em
a,
 
ap
re
ci
aç
ão
 c
rí
ti
ca
, t
ex
to
 d
e 
op
in
iã
o 
e 
di
ál
og
o 
ar
gu
m
en
ta
ti
vo
.
A
tiv
id
ad
es
 
do
 M
an
ua
l 
1.
 T
ex
to
 d
e 
op
in
iã
o:
 
R
az
ão
 o
u 
em
oç
ão
?
 M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 1
: F
er
na
nd
o 
P
es
so
a 
1.
1 
 P
oe
si
a 
do
 o
rt
ón
im
o 
 
(p
. 3
2)
 
A
ne
xo
 I
nf
or
m
at
iv
o
• 
 G
én
er
os
 t
ex
tu
ai
s 
– 
 Te
xt
o 
de
 o
pi
ni
ão
 
(p
. 3
82
)
• 
 A
pr
es
en
ta
çã
o 
– 
 C
en
ár
io
s 
de
 r
es
po
st
a 
 
da
 u
ni
da
de
 1
• 
 D
oc
um
en
to
 
– 
 G
re
lh
a 
 
Ex
ce
ll 
® 
de
 
re
gi
st
o 
de
 
cl
as
si
fic
aç
õe
s
D
iá
lo
go
 
ar
gu
m
en
ta
tiv
o
C
ar
át
er
 
pe
rs
ua
si
vo
, 
de
fe
sa
 d
e 
um
 
po
nt
o 
de
 v
is
ta
 
su
st
en
ta
do
 p
or
 
ar
gu
m
en
to
s 
vá
lid
os
 e
 
ex
em
pl
os
 
si
gn
ifi
ca
ti
vo
s,
 
co
nc
is
ão
 d
o 
di
sc
ur
so
 e
 
re
sp
ei
to
 p
el
o 
pr
in
cí
pi
o 
da
 
co
rt
es
ia
A
tiv
id
ad
es
 
do
 M
an
ua
l 
2.
 D
iá
lo
go
 
ar
gu
m
en
ta
ti
vo
: 
as
 r
el
aç
õe
s 
so
ci
ai
s 
na
 
m
od
er
na
 c
id
ad
e 
te
cn
ol
óg
ic
a
M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 1
: F
er
na
nd
o 
P
es
so
a 
1.
2 
 B
er
na
rd
o 
S
oa
re
s,
 L
iv
ro
 
do
 d
es
as
so
ss
eg
o 
 
(p
. 5
8)
 
 
 
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 9
Planificação global
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
1º
E
xp
re
ss
ão
 
or
al
 
(O
11
)
E
xp
os
iç
ão
 s
ob
re
 
um
 te
m
a
C
ar
át
er
 
de
m
on
st
ra
ti
vo
, 
el
uc
id
aç
ão
 
ev
id
en
te
 d
o 
te
m
a 
(f
un
da
m
en
ta
çã
o 
da
s 
id
ei
as
),
 
co
nc
is
ão
 e
 
ob
je
ti
vi
da
de
, 
va
lo
r 
ex
pr
es
si
vo
 
da
s 
fo
rm
as
 
lin
gu
ís
ti
ca
s 
(d
eí
ti
co
s,
 
co
ne
ct
or
es
…
)
2.
 R
es
pe
it
ar
 a
s 
m
ar
ca
s 
de
 g
én
er
o 
 
do
 t
ex
to
 a
 p
ro
du
zi
r. 
3.
 R
es
pe
it
ar
 a
s 
se
gu
in
te
s 
ex
te
ns
õe
s 
te
m
po
ra
is
: e
xp
os
iç
ão
 s
ob
re
 u
m
 
te
m
a 
– 
te
xt
o 
de
 o
pi
ni
ão
 –
 4
 a
 6
 
m
in
ut
os
; a
pr
ec
ia
çã
o 
cr
ít
ic
a 
– 
2 
a 
4 
m
in
ut
os
; t
ex
to
 d
e 
op
in
iã
o 
– 
4 
a 
6 
m
in
ut
os
; d
iá
lo
go
 a
rg
um
en
ta
ti
vo
 –
 
8 
a 
12
 m
in
ut
os
.
 
A
tiv
id
ad
es
 
do
 M
an
ua
l 
3.
 E
xp
os
iç
ão
 
so
br
e 
um
 t
em
a:
 
re
fl
ex
õe
s 
so
br
e 
o 
cu
rs
o 
 
e 
a 
br
ev
id
ad
e 
 
da
 v
id
a
M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 1
: F
er
na
nd
o 
P
es
so
a 
1.
3 
 P
oe
si
a 
do
s 
he
te
ró
ni
m
os
(p
. 7
9)
 
A
ne
xo
 I
nf
or
m
at
iv
o
• 
 G
én
er
os
 t
ex
tu
ai
s 
– 
 Ex
po
si
çã
o 
so
br
e 
um
 t
em
a 
(p
. 3
80
)
 
• 
 A
pr
es
en
ta
çã
o 
– 
 C
en
ár
io
s 
de
 r
es
po
st
a 
 
da
 u
ni
da
de
 1
A
pr
ec
ia
çã
o 
cr
íti
ca
D
es
cr
iç
ão
 
su
cint
a 
do
 o
bj
et
o,
 
ac
om
pa
nh
ad
a 
de
 
co
m
en
tá
ri
o 
cr
ít
ic
o
A
tiv
id
ad
es
 
do
 M
an
ua
l 
4.
 A
pr
ec
ia
çã
o 
cr
ít
ic
a:
 
pi
nt
ur
a 
de
 G
in
o 
S
ev
er
in
i
 M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 1
: F
er
na
nd
o 
P
es
so
a 
1.
3 
 P
oe
si
a 
do
s 
he
te
ró
ni
m
os
 (
p.
 8
7)
 
A
ne
xo
 I
nf
or
m
at
iv
o
• 
 G
én
er
os
 t
ex
tu
ai
s 
– 
 Ex
po
si
çã
o 
so
br
e 
um
 t
em
a 
(p
. 3
81
)
 
• 
 A
pr
es
en
ta
çã
o 
– 
 C
en
ár
io
s 
de
 r
es
po
st
a 
 
da
 u
ni
da
de
 1
A
pr
es
en
ta
çã
o 
or
al
15
. A
pr
ec
ia
r 
te
xt
os
 li
te
rá
ri
os
4.
 F
az
er
 a
pr
es
en
ta
çõ
es
 o
ra
is
 (
5 
a 
7 
m
in
ut
os
) 
so
br
e 
ob
ra
s,
 p
ar
te
s 
de
 
ob
ra
s 
ou
 t
óp
ic
os
 d
o 
P
ro
gr
am
a.
 
(d
es
cr
it
or
 d
e 
Ed
uc
aç
ão
 L
it
er
ár
ia
)
A
tiv
id
ad
es
 
do
 M
an
ua
l 
5.
 A
pr
ec
ia
çã
o 
cr
ít
ic
a:
 
A
 im
po
rt
ân
ci
a 
 
da
 c
el
eb
ra
çã
o 
 
do
 a
ni
ve
rs
ár
io
 M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 1
: F
er
na
nd
o 
P
es
so
a 
1.
3 
 P
oe
si
a 
do
s 
he
te
ró
ni
m
os
 (
p.
 9
7)
 
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 10
1. Planificação global e planos de aula
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
1º
Le
itu
ra
 
(L
12
)
M
ar
ca
s 
de
 g
én
er
o 
co
m
un
s 
a 
di
ár
io
, m
em
ór
ia
s,
 a
pr
ec
ia
çã
o 
cr
ít
ic
a,
 a
rt
ig
o 
de
 o
pi
ni
ão
: t
em
a,
 in
fo
rm
aç
ão
 s
ig
ni
fic
at
iv
a,
 e
nc
ad
ea
m
en
to
 ló
gi
co
 d
os
 t
óp
ic
os
 
tr
at
ad
os
, a
sp
et
os
 p
ar
at
ex
tu
ai
s 
(e
.g
. t
ít
ul
o 
e 
su
bt
ít
ul
o,
 e
pí
gr
af
e,
 p
re
fá
ci
o,
 n
ot
as
 d
e 
ro
da
pé
 o
u 
no
ta
s 
fin
ai
s,
 b
ib
lio
gr
af
ia
, í
nd
ic
e 
e 
ilu
st
ra
çã
o)
D
iá
ri
o
Va
ri
ed
ad
e 
de
 
te
m
as
, l
ig
aç
ão
 
ao
 q
uo
ti
di
an
o 
(r
ea
l o
u 
su
po
st
a)
, 
na
rr
at
iv
id
ad
e,
 
or
de
na
çã
o 
cr
on
ol
óg
ic
a,
 
di
sc
ur
so
 p
es
so
al
 
(p
re
va
lê
nc
ia
 d
a 
 
1ª
 p
es
so
a)
7.
 L
er
 e
 in
te
rp
re
ta
r 
te
xt
os
 
de
 d
ife
re
nt
es
 g
én
er
os
 e
 g
ra
us
 
de
 c
om
pl
ex
id
ad
e.
1.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
te
m
a 
e 
su
bt
em
as
, 
ju
st
ifi
ca
nd
o.
 
2.
 E
xp
lic
it
ar
 a
 e
st
ru
tu
ra
 in
te
rn
a 
do
 
te
xt
o,
 ju
st
ifi
ca
nd
o.
 
3.
 F
az
er
 in
fe
rê
nc
ia
s,
 f
un
da
m
en
ta
nd
o.
 
4.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
un
iv
er
so
s 
de
 
re
fe
rê
nc
ia
 a
ti
va
do
s 
pe
lo
 t
ex
to
. 
5.
 E
xp
lic
it
ar
 o
 s
en
ti
do
 g
lo
ba
l d
o 
te
xt
o,
 f
un
da
m
en
ta
nd
o.
 
6.
 R
el
ac
io
na
r 
as
pe
to
s 
pa
ra
te
xt
ua
is
 
co
m
 o
 c
on
te
úd
o 
do
 t
ex
to
. 
7.
 E
xp
lic
it
ar
, e
m
 t
ex
to
s 
ap
re
se
nt
ad
os
 
em
 d
iv
er
so
s 
su
po
rt
es
, m
ar
ca
s 
do
s 
se
gu
in
te
s 
gé
ne
ro
s:
 a
rt
ig
o 
de
 
di
vu
lg
aç
ão
 c
ie
nt
ífi
ca
, d
is
cu
rs
o 
po
lít
ic
o,
 a
pr
ec
ia
çã
o 
cr
ít
ic
a 
e 
ar
ti
go
 
de
 o
pi
ni
ão
. 
8.
 U
til
iz
ar
 p
ro
ce
di
m
en
to
s 
ad
eq
ua
do
s 
ao
 r
eg
is
to
 e
 a
o 
tr
at
am
en
to
 d
a 
in
fo
rm
aç
ão
. 
1.
 S
el
ec
io
na
r 
cr
it
er
io
sa
m
en
te
 
in
fo
rm
aç
ão
 r
el
ev
an
te
.
2.
 E
la
bo
ra
r 
tó
pi
co
s 
qu
e 
si
st
em
at
iz
em
 
as
 id
ei
as
-c
ha
ve
 d
o 
te
xt
o,
 
or
ga
ni
za
nd
o-
os
 s
eq
ue
nc
ia
lm
en
te
.
A
tiv
id
ad
e 
 
do
 M
an
ua
l 
1.
 D
iá
ri
o:
 D
iá
ri
o 
de
 
M
ig
ue
l T
or
ga
M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 1
: F
er
na
nd
o 
P
es
so
a 
1.
1 
 P
oe
si
a 
do
 o
rt
ón
im
o 
(p
. 3
8)
 
M
an
ua
l
1.
1 
 P
oe
si
a 
do
 
or
tó
ni
m
o 
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
• 
 P
re
pa
ra
r 
o 
G
ru
po
 
II
 d
o 
Ex
am
e 
– 
 Fi
ch
a 
nº
 7
: d
iá
ri
o 
(p
p.
 5
7-
58
) 
D
os
si
ê 
P
rá
tic
o 
 
do
 P
ro
fe
ss
or
• 
 Te
st
es
 d
e 
av
al
ia
çã
o 
 
m
od
el
o 
IA
VE
 
da
 U
ni
da
de
 1
 
(p
p.
 7
4-
82
) 
(p
p.
 8
3-
91
)
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 11
Planificação global
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
1º
Le
itu
ra
 
(L
12
)
M
em
ór
ia
s
Va
ri
ed
ad
e 
de
 t
em
as
, 
na
rr
at
iv
id
ad
e,
 
m
ob
ili
za
çã
o 
de
 in
fo
rm
aç
ão
 
se
le
ti
va
, d
is
cu
rs
o 
pe
ss
oa
l e
 
re
tr
os
pe
ti
vo
 
(p
re
va
lê
nc
ia
 
da
 1
ª 
pe
ss
oa
, 
fo
rm
as
 d
e 
ex
pr
es
sã
o 
do
 
te
m
po
)
9.
 L
er
 p
ar
a 
ap
re
ci
ar
 c
ri
tic
am
en
te
 
te
xt
os
 v
ar
ia
do
s.
 
1.
 E
xp
ri
m
ir
 p
on
to
s 
de
 v
is
ta
 
su
sc
it
ad
os
 p
or
 le
it
ur
as
 d
iv
ersa
s,
 
fu
nd
am
en
ta
nd
o.
A
tiv
id
ad
e 
 
do
 M
an
ua
l 
1.
 M
em
ór
ia
s:
 
O
s 
an
iv
er
sá
ri
os
 
de
 R
óm
ul
o 
de
 
C
ar
va
lh
o
M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 1
: F
er
na
nd
o 
P
es
so
a 
1.
3 
 P
oe
si
a 
do
s 
he
te
ró
ni
m
os
 
(p
. 9
9)
 
M
an
ua
l
1.
3 
 P
oe
si
a 
do
s 
he
te
ró
ni
m
os
 
• 
 Te
st
e 
de
 
av
al
ia
çã
o 
(p
. 1
02
) 
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
• 
 P
re
pa
ra
r 
o 
G
ru
po
 
II
 d
o 
Ex
am
e 
– 
 Fi
ch
a 
nº
 8
: 
di
ár
io
 
(p
p.
 5
9-
60
) 
D
os
si
ê 
P
rá
tic
o 
 
do
 P
ro
fe
ss
or
• 
 Te
st
es
 d
e 
av
al
ia
çã
o 
 
m
od
el
o 
IA
VE
 
da
 U
ni
da
de
 1
 
(p
p.
 7
4-
14
0)
 
 
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 12
1. Planificação global e planos de aula
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
1º
E
sc
ri
ta
 
(E
12
)
M
ar
ca
s 
de
 g
én
er
o 
co
m
un
s 
ao
s 
3 
gé
ne
ro
s:
 t
em
a,
 in
fo
rm
aç
ão
 s
ig
ni
fic
at
iv
a,
 e
nc
ad
ea
m
en
to
 ló
gi
co
 d
os
 t
óp
ic
os
 t
ra
ta
do
s,
 a
sp
et
os
 p
ar
at
ex
tu
ai
s 
(e
.g
. t
ít
ul
o 
e 
su
bt
ít
ul
o,
 n
ot
as
 d
e 
ro
da
pé
 o
u 
no
ta
s 
fin
ai
s,
 b
ib
lio
gr
af
ia
, í
nd
ic
e 
e 
ilu
st
ra
çã
o)
, c
or
re
çã
o 
lin
gu
ís
ti
ca
A
pr
ec
ia
çã
o 
cr
íti
ca
 
D
es
cr
iç
ão
 
su
ci
nt
a 
do
 o
bj
et
o,
 
ac
om
pa
nh
ad
a 
de
 
co
m
en
tá
ri
o 
cr
ít
ic
o
10
. P
la
ni
fic
ar
 a
 e
sc
ri
ta
 d
e 
te
xt
os
.
1.
 C
on
so
lid
ar
 e
 a
pe
rf
ei
ço
ar
 
pr
oc
ed
im
en
to
s 
de
 e
la
bo
ra
çã
o 
 
de
 p
la
no
s 
de
 t
ex
to
. 
11
. E
sc
re
ve
r 
te
xt
os
 d
e 
di
fe
re
nt
es
 
gé
ne
ro
s 
e 
fin
al
id
ad
es
. 
1.
 E
sc
re
ve
r 
te
xt
os
 v
ar
ia
do
s,
 
re
sp
ei
ta
nd
o 
as
 m
ar
ca
s 
do
 g
én
er
o:
 
ex
po
si
çã
o 
so
br
e 
um
 t
em
a,
 
ap
re
ci
aç
ão
 c
rí
ti
ca
 e
 t
ex
to
 d
e 
op
in
iã
o.
 
12
. R
ed
ig
ir
 te
xt
os
 c
om
 c
oe
rê
nc
ia
 
e 
co
rr
eç
ão
 li
ng
uí
st
ic
a.
1.
 R
es
pe
ita
r o
 te
m
a.
2.
 M
ob
ili
za
r i
nf
or
m
aç
ão
 a
m
pl
a 
 
e 
di
ve
rs
ifi
ca
da
.
3.
 R
ed
ig
ir 
um
 te
xt
o 
es
tr
ut
ur
ad
o,
 
qu
e 
re
fl
ita
 u
m
a 
pl
an
ifi
ca
çã
o,
 
ev
id
en
ci
an
do
 u
m
 b
om
 d
om
ín
io
 d
os
 
m
ec
an
is
m
os
 d
e 
co
es
ão
 te
xt
ua
l: 
a)
 t
ex
to
 c
on
st
itu
íd
o 
po
r 
tr
ês
 p
ar
te
s 
(in
tr
od
uç
ão
, 
de
se
nv
ol
vi
m
en
to
 e
 c
on
cl
us
ão
),
 
in
di
vi
du
al
iz
ad
as
 e
 d
ev
id
am
en
te
 
pr
op
or
ci
on
ad
as
; 
b)
 m
ar
ca
çã
o 
co
rr
et
a 
 
de
 p
ar
ág
ra
fo
s;
 
c)
 u
til
iz
aç
ão
 a
de
qu
ad
a 
 
de
 c
on
ec
to
re
s.
 
4.
 M
ob
ili
za
r a
de
qu
ad
am
en
te
 re
cu
rs
os
 
da
 lí
ng
ua
: u
so
 c
or
re
to
 d
o 
re
gi
st
o 
de
 lí
ng
ua
, v
oc
ab
ul
ár
io
 a
de
qu
ad
o 
ao
 te
m
a,
 c
or
re
çã
o 
na
 a
ce
nt
ua
çã
o,
 
na
 o
rt
og
ra
fia
, n
a 
si
nt
ax
e 
e 
na
 
po
nt
ua
çã
o.
A
tiv
id
ad
e 
 
do
 M
an
ua
l 
1.
 A
pr
ec
ia
çã
o 
cr
ít
ic
a 
(d
e 
qu
ad
ro
):
 p
in
tu
ra
s 
de
 S
ilv
a 
P
or
to
 e
 
Lé
on
 A
ug
us
ti
n 
Lh
er
m
it
te
2.
 A
pr
ec
ia
çã
o 
cr
ít
ic
a 
(d
e 
liv
ro
):
 
lit
er
at
ur
a 
de
 
vi
ag
en
s
M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 1
: F
er
na
nd
o 
P
es
so
a 
1.
1 
 P
oe
si
a 
do
 o
rt
ón
im
o 
 
(p
. 3
0)
 
2.
 U
ni
da
de
 1
: F
er
na
nd
o 
P
es
so
a 
1.
2 
 B
er
na
rd
o 
S
oa
re
s,
 L
iv
ro
 
do
 d
es
as
so
ss
eg
o 
 
 (
p.
 5
3)
 
A
ne
xo
 I
nf
or
m
at
iv
o
• 
 G
én
er
os
 t
ex
tu
ai
s 
– 
 A
pr
ec
ia
çã
o 
cr
ít
ic
a 
 
(p
. 3
81
)
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
• 
 Es
cr
it
a 
– 
 Fi
ch
a 
nº
 3
: a
pr
ec
ia
çã
o 
cr
ít
ic
a 
(p
p.
 6
7-
68
) 
 • 
 A
pr
es
en
ta
çã
o 
 C
en
ár
io
s 
de
 r
es
po
st
a 
da
 
un
id
ad
e 
1
M
an
ua
l
1.
3 
 P
oe
si
a 
do
s 
he
te
ró
ni
m
os
 
• 
 Te
st
e 
de
 
av
al
ia
çã
o 
(p
. 1
02
) 
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
• 
 Es
cr
it
a 
– 
 Fi
ch
a 
nº
 2
: 
ex
po
si
çã
o 
so
br
e 
um
 t
em
a 
(p
p.
 6
5-
66
) 
– 
 Fi
ch
a 
nº
 3
: 
ap
re
ci
aç
ão
 
cr
ít
ic
a 
(p
p.
 6
7-
68
) 
– 
 Fi
ch
a 
nº
 4
: t
ex
to
 
de
 o
pi
ni
ão
 
(p
p.
 6
9-
70
) 
D
os
si
ê 
P
rá
tic
o 
 
do
 P
ro
fe
ss
or
• 
 Te
st
es
 d
e 
av
al
ia
çã
o 
 
m
od
el
o 
IA
VE
 
da
 U
ni
da
de
 1
 
(p
p.
 7
4-
91
) 
(p
p.
 9
2-
10
1)
 
Te
xt
o 
de
 o
pi
ni
ão
Ex
pl
ic
it
aç
ão
 d
e 
um
 p
on
to
 d
e 
vi
st
a,
 c
la
re
za
 
e 
pe
rt
in
ên
ci
a 
da
 p
er
sp
et
iv
a 
ad
ot
ad
a,
 d
os
 
ar
gu
m
en
to
s 
de
se
nv
ol
vi
do
s 
 
e 
do
s 
re
sp
et
iv
os
 
ex
em
pl
os
; 
A
tiv
id
ad
e 
 
do
 M
an
ua
l
1.
 T
ex
to
 d
e 
op
in
iã
o:
 
a 
im
po
rt
ân
ci
a 
do
 
co
nt
ac
to
 c
om
 a
 
N
at
ur
ez
a
M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 1
: F
er
na
nd
o 
P
es
so
a 
1.
3 
 P
oe
si
a 
do
s 
he
te
ró
ni
m
os
 (
p.
 6
9)
 
 
 
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor• 13
Planificação global
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
1º
E
sc
ri
ta
 
(E
12
)
di
sc
ur
so
 
va
lo
ra
ti
vo
 (
ju
íz
o 
de
 v
al
or
 e
xp
líc
it
o 
ou
 im
pl
íc
it
o)
5.
 O
bs
er
va
r o
s 
pr
in
cí
pi
os
 d
o 
tr
ab
al
ho
 
in
te
le
ct
ua
l: 
id
en
tif
ic
aç
ão
 d
as
 
fo
nt
es
 u
til
iz
ad
as
; c
um
pr
im
en
to
 d
as
 
no
rm
as
 d
e 
ci
ta
çã
o;
 u
so
 d
e 
no
ta
s 
de
 
ro
da
pé
; e
la
bo
ra
çã
o 
da
 b
ib
lio
gr
af
ia
. 
6.
 U
til
iz
ar
 c
om
 a
ce
rt
o 
as
 te
cn
ol
og
ia
s 
de
 in
fo
rm
aç
ão
 n
a 
pr
od
uç
ão
, n
a 
re
vi
sã
o 
e 
na
 e
di
çã
o 
de
 te
xt
o.
 
13
. R
ev
er
 o
s 
te
xt
os
 e
sc
ri
to
s.
1.
 P
au
ta
r a
 e
sc
rit
a 
do
 te
xt
o 
po
r 
ge
st
os
 re
co
rr
en
te
s 
de
 re
vi
sã
o 
e 
ap
er
fe
iç
oa
m
en
to
, t
en
do
 e
m
 c
on
ta
 
a 
qu
al
id
ad
e 
do
 p
ro
du
to
 fi
na
l.
2.
 T
ex
to
 d
e 
op
in
iã
o:
 a
sp
et
os
 
ne
ga
ti
vo
s 
do
 a
va
nç
o 
te
cn
ol
óg
ic
o
M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 1
: F
er
na
nd
o 
P
es
so
a 
1.
3 
 P
oe
si
a 
do
s 
he
te
ró
ni
m
os
 (
p.
 8
7)
 
A
ne
xo
 I
nf
or
m
at
iv
o
• 
 G
én
er
os
 t
ex
tu
ai
s 
– 
Te
xt
o 
de
 o
pi
ni
ão
 (
p.
 3
82
)
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
• 
 Es
cr
it
a 
– 
 Fi
ch
a 
nº
 4
: t
ex
to
 d
e 
op
in
iã
o 
(p
p.
 6
9-
70
) 
• 
 A
pr
es
en
ta
çã
o 
 C
en
ár
io
s 
de
 r
es
po
st
a 
 
da
 u
ni
da
de
 1
E
xp
os
iç
ão
 s
ob
re
 
um
 te
m
a
C
ar
át
er
 
de
m
on
st
ra
ti
vo
, 
el
uc
id
aç
ão
 
ev
id
en
te
 d
o 
te
m
a 
(f
un
da
m
en
ta
çã
o 
da
s 
id
ei
as
),
 
co
nc
is
ão
 e
 
ob
je
ti
vi
da
de
, 
va
lo
r 
ex
pr
es
si
vo
 
da
s 
fo
rm
as
 
lin
gu
ís
ti
ca
s 
(d
eí
ti
co
s,
 
co
ne
ct
or
es
…
)
A
tiv
id
ad
e 
 
do
 M
an
ua
l
1.
 E
xp
os
iç
ão
 s
ob
re
 
um
 t
em
a:
 
fo
rm
as
 d
e 
vi
da
 
pl
en
a 
e 
fe
liz
es
M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 1
: F
er
na
nd
o 
P
es
so
a 
1.
3 
 P
oe
si
a 
do
s 
he
te
ró
ni
m
os
 (
p.
 8
0)
 
A
ne
xo
 I
nf
or
m
at
iv
o
• 
 G
én
er
os
 t
ex
tu
ai
s 
– 
 Ex
po
si
çã
o 
so
br
e 
um
 t
em
a 
(p
. 3
80
)
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
• 
 Es
cr
it
a 
– 
 Fi
ch
a 
nº
 2
:
 Ex
po
si
çã
o 
so
br
e 
um
 t
em
a 
(p
p.
 6
5-
66
) 
 • 
 A
pr
es
en
ta
çã
o 
 C
en
ár
io
s 
de
 r
es
po
st
a 
 
da
 u
ni
da
de
 1
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 14
1. Planificação global e planos de aula
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
A
ut
or
 / 
O
br
a
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
1º
E
du
ca
çã
o 
lit
er
ár
ia
 
(E
L1
2)
1.
 F
er
na
nd
o 
P
es
so
a 
1.
1 
 P
oe
si
a 
do
 
or
tó
ni
m
o
C
on
te
xt
ua
liz
aç
ão
 
hi
st
ór
ic
o-
-l
it
er
ár
ia
A
 q
ue
st
ão
 d
a 
he
te
ro
ní
m
ia
O
 f
in
gi
m
en
to
 
ar
tí
st
ic
o
A
 d
or
 d
e 
pe
ns
ar
S
on
ho
 e
 r
ea
lid
ad
e
A
 n
os
ta
lg
ia
 d
a 
in
fâ
nc
ia
Li
ng
ua
ge
m
, e
st
ilo
 
e 
es
tr
ut
ur
a:
– 
 re
cu
rs
os
 
ex
pr
es
si
vo
s:
 
a 
an
áf
or
a,
 a
 
an
tí
te
se
, a
 
ap
ós
tr
of
e,
 a
 
en
um
er
aç
ão
, 
a 
gr
ad
aç
ão
, a
 
m
et
áf
or
a 
e 
a 
pe
rs
on
ifi
ca
çã
o
14
. L
er
 e
 in
te
rp
re
ta
r 
te
xt
os
 
lit
er
ár
io
s.
 
1.
 L
er
 e
xp
re
ss
iv
am
en
te
 e
m
 v
oz
 a
lt
a 
te
xt
os
 li
te
rá
ri
os
.
2.
 L
er
 t
ex
to
s 
lit
er
ár
io
s 
po
rt
ug
ue
se
s 
do
 s
éc
ul
o 
XX
, d
e 
di
fe
re
nt
es
 
gé
ne
ro
s.
3.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
te
m
as
, i
de
ia
s 
pr
in
ci
pa
is
, p
on
to
s 
de
 v
is
ta
 
e 
un
iv
er
so
s 
de
 r
ef
er
ên
ci
a,
 
ju
st
ifi
ca
nd
o.
4.
 F
az
er
 in
fe
rê
nc
ia
s,
 f
un
da
m
en
ta
nd
o.
5.
 A
na
lis
ar
 o
 p
on
to
 d
e 
vi
st
a 
da
s 
di
fe
re
nt
es
 p
er
so
na
ge
ns
.
6.
 E
xp
lic
it
ar
 a
 f
or
m
a 
co
m
o 
o 
te
xt
o 
es
tá
 e
st
ru
tu
ra
do
.
7.
 E
st
ab
el
ec
er
 r
el
aç
õe
s 
de
 s
en
ti
do
 
en
tr
e 
si
tu
aç
õe
s 
ou
 e
pi
só
di
os
. 
8.
 M
ob
ili
za
r 
os
 c
on
he
ci
m
en
to
s 
ad
qu
ir
id
os
 s
ob
re
 a
s 
ca
ra
ct
er
ís
ti
ca
s 
do
s 
te
xt
os
 
po
ét
ic
os
 e
 n
ar
ra
ti
vo
s.
 
9.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
e 
ex
pl
ic
it
ar
 o
 v
al
or
 d
os
 
re
cu
rs
os
 e
xp
re
ss
iv
os
 m
en
ci
on
ad
os
 
no
 P
ro
gr
am
a.
 
M
an
ua
l
1.
 L
ei
tu
ra
 d
e 
te
xt
os
 d
e 
co
nt
ex
tu
al
iz
aç
ão
 
hi
st
ór
ic
o-
 
-l
it
er
ár
ia
2.
 A
ti
vi
da
de
s 
de
 
pr
é-
le
it
ur
a 
/ 
m
ot
iv
aç
ão
 p
ar
a 
 
a 
le
it
ur
a
3.
 L
ei
tu
ra
 d
os
 
te
xt
os
 li
te
rá
ri
os
 
de
 F
er
na
ndo 
P
es
so
a 
or
tó
ni
m
o,
 
de
 B
er
na
rd
o 
S
oa
re
s,
 L
iv
ro
 d
o 
de
sa
ss
os
se
go
 e
 
do
s 
po
em
as
 d
os
 
he
te
ró
ni
m
os
4.
 R
es
ol
uç
ão
 
de
 f
ic
ha
s 
de
 
ap
oi
o 
re
la
ti
va
 
ao
s 
tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
P
ro
gr
am
a
5.
 L
ei
tu
ra
 d
a 
ru
br
ic
a 
de
 â
m
bi
to
 
te
ór
ic
o 
de
si
gn
ad
a 
«I
nt
er
te
xt
ua
li-
da
de
s»
6.
 R
ea
liz
aç
ão
 
da
s 
at
iv
id
ad
es
 
as
so
ci
ad
as
 à
 
ru
br
ic
a 
de
 â
m
bi
to
 
pr
át
ic
o 
de
si
gn
ad
a 
«T
em
as
 c
om
un
s»
M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 1
: F
er
na
nd
o 
P
es
so
a 
– 
 Te
xt
os
 d
e 
co
nt
ex
tu
al
iz
aç
ão
 
hi
st
ór
ic
o-
lit
er
ár
ia
 
re
la
ti
va
s 
ao
– 
M
od
er
ni
sm
o 
(p
p.
 1
8-
21
)
– 
 Fe
rn
an
do
 P
es
so
a:
 v
id
a 
e 
ob
ra
 (
pp
. 2
2-
23
)
1.
1 
P
oe
si
a 
do
 o
rt
ón
im
o 
– 
 Te
xt
os
 d
e 
co
nt
ex
tu
al
iz
aç
ão
 
 (
pp
. 2
4-
25
)
– 
 R
ub
ri
ca
 «
A
nt
es
 d
e 
le
r»
 
e 
po
em
as
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 2
6)
• «
A
ut
op
si
co
gr
af
ia
» 
(p
. 2
6)
• «
Is
to
» 
(p
. 2
7)
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 2
9)
• «
C
ei
fe
ir
a»
 (
p.
 2
9)
• «
Ve
nd
av
al
» 
(p
. 3
1)
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 3
4)
• «
N
ão
 s
ei
 s
e 
é 
so
nh
o,
 
se
 r
ea
lid
ad
e»
 (
p.
 3
4)
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 3
6)
• «
P
ed
ro
uç
os
» 
(p
. 3
6)
Fi
ch
as
 d
e 
ap
oi
o
• 
 Fi
ch
a 
de
 a
po
io
 n
º 
1 
– 
 
O
 f
in
gi
m
en
to
 a
rt
ís
ti
co
 
(p
. 2
8)
• 
 Fi
ch
a 
de
 a
po
io
 n
º 
2 
– 
A
 d
or
 
de
 p
en
sa
r 
(p
. 3
3)
 •
 F
ic
ha
 d
e 
ap
oi
o 
nº
 3
 –
 S
on
ho
 
e 
re
al
id
ad
e 
(p
. 3
5)
 •
 F
ic
ha
 d
e 
ap
oi
o 
nº
 4
 –
 
A
 n
os
ta
lg
ia
 d
a 
in
fâ
nc
ia
 
(p
. 3
7)
M
an
ua
l
1.
1 
 P
oe
si
a 
do
 
or
tó
ni
m
o 
1.
2 
 B
er
na
rd
o 
S
oa
re
s,
 L
iv
ro
 d
o 
de
sa
ss
os
se
go
Te
st
e 
de
 
av
al
ia
çã
o 
(p
. 6
0)
 
1.
3 
 P
oe
si
a 
do
s 
he
te
ró
ni
m
os
Te
st
e 
de
 
av
al
ia
çã
o
(p
. 1
02
) 
 • 
 D
oc
um
en
to
s 
 Te
st
e 
de
 a
va
lia
çã
o
1.
1 
 P
oe
si
a 
do
 
or
tó
ni
m
o 
1.
2 
 B
er
na
rd
o 
S
oa
re
s,
 L
iv
ro
 d
o 
de
sa
ss
os
se
go
1.
3 
 P
oe
si
a 
do
s 
he
te
ró
ni
m
os
 
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 15
Planificação global
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
A
ut
or
 / 
O
br
a
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
1º
E
du
ca
çã
o 
lit
er
ár
ia
 
(E
L1
2)
1.
2 
 B
er
na
rd
o 
S
oa
re
s,
 
Li
vr
o 
do
 
de
sa
ss
os
se
go
O
 im
ag
in
ár
io
 
ur
ba
no
 O
 q
uo
ti
di
an
o
D
ea
m
bu
la
çã
o 
e 
so
nh
o:
 o
 
ob
se
rv
ad
or
 
ac
id
en
ta
l
P
er
ce
çã
o 
e 
tr
an
sf
ig
ur
aç
ão
 
po
ét
ic
a 
do
 r
ea
l
Li
ng
ua
ge
m
, e
st
ilo
 
e 
es
tr
ut
ur
a:
 
– 
 a 
na
tu
re
za
 
fr
ag
m
en
tá
ri
a 
da
 
ob
ra
15
. A
pr
ec
ia
r 
te
xt
os
 li
te
rá
ri
os
.
1.
 R
ec
on
he
ce
r 
va
lo
re
s 
cu
lt
ur
ai
s,
 
ét
ic
os
 e
 e
st
ét
ic
os
 m
an
ife
st
ad
os
 
no
s 
te
xt
os
.
2.
 V
al
or
iz
ar
 u
m
a 
ob
ra
 e
nq
ua
nt
o 
ob
je
to
 s
im
bó
lic
o,
 n
o 
pl
an
o 
do
 
im
ag
in
ár
io
 in
di
vi
du
al
 e
 c
ol
et
iv
o.
3.
 E
xp
re
ss
ar
 p
on
to
s 
de
 v
is
ta
 
su
sc
it
ad
os
 p
el
os
 t
ex
to
s 
lid
os
, 
fu
nd
am
en
ta
nd
o.
 
4.
 F
az
er
 a
pr
es
en
ta
çõ
es
 o
ra
is
 (
5 
a 
7 
m
in
ut
os
) 
so
br
e 
ob
ra
s,
 p
ar
te
 d
e 
ob
ra
s 
ou
 t
óp
ic
os
 d
o 
P
ro
gr
am
a.
5.
 E
sc
re
ve
r 
ex
po
si
çõ
es
 (
en
tr
e 
13
0 
e 
17
0 
pa
la
vr
as
) 
so
br
e 
te
m
as
 
re
sp
ei
ta
nt
es
 à
s 
ob
ra
s 
es
tu
da
da
s,
 
de
 a
co
rd
o 
co
m
 u
m
 p
la
no
 
pr
ev
ia
m
en
te
 e
la
bo
ra
do
 p
el
o 
al
un
o.
6.
 L
er
 u
m
a 
ou
 d
ua
s 
ob
ra
s 
do
 P
ro
je
to
 
de
 L
ei
tu
ra
 r
el
ac
io
na
nd
o-
a(
s)
 c
om
 
co
nt
eú
do
s 
pr
og
ra
m
át
ic
os
 d
e 
di
fe
re
nt
es
 d
om
ín
io
s.
7.
 A
na
lis
ar
 r
ec
ri
aç
õe
s 
de
 o
br
as
 
lit
er
ár
ia
s 
do
 P
ro
gr
am
a,
 c
om
 
re
cu
rs
o 
a 
di
fe
re
nt
es
 li
ng
ua
ge
ns
 
(p
or
 e
xe
m
pl
o,
 m
ús
ic
a,
 t
ea
tr
o,
 
ci
ne
m
a,
 a
da
pt
aç
õe
s 
a 
sé
ri
es
 d
e 
TV
),
 e
st
ab
el
ec
en
do
 c
om
pa
ra
çõ
es
 
pe
rt
in
en
te
s.
 
7.
 A
ná
lis
e 
e 
es
tu
do
 
do
s 
es
qu
em
as
- 
-s
ín
te
se
 n
o 
fin
al
 
da
s 
un
id
ad
es
 
di
dá
ti
ca
s
M
an
ua
l 
1.
2 
 B
er
na
rd
o 
S
oa
re
s,
 L
iv
ro
 d
o 
de
sa
ss
os
se
go
– 
 Te
xt
os
 d
e 
co
nt
ex
tu
al
iz
aç
ão
 
(p
p.
 4
2-
45
)
– 
 R
ub
ri
ca
 «
A
nt
es
 d
e 
le
r»
 
e 
fr
ag
m
en
to
s 
do
 L
iv
ro
 
do
 d
es
as
so
ss
eg
o
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 4
6)
• I
 –
 «
N
a 
B
ai
xa
, c
om
 
C
es
ár
io
 V
er
de
» 
(p
. 4
6)
• I
I 
– 
«N
a 
B
ai
xa
, u
m
 
ho
m
em
 d
e 
co
st
as
: 
to
do
s 
os
 h
om
en
s»
 
(p
. 4
8)
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 5
2)
• I
II
 –
 «
O
 v
ia
ja
nt
e»
 
(p
. 5
2)
Fi
cha 
de
 a
po
io
• 
 Fi
ch
a 
de
 a
po
io
 n
º 
7 
– 
 
O
 im
ag
in
ár
io
 u
rb
an
o;
 o
 
qu
ot
id
ia
no
; d
ea
m
bu
la
çã
o 
e 
so
nh
o;
 o
 o
bs
er
va
do
r 
ac
id
en
ta
l; 
pe
rc
eç
ão
 e
 
tr
an
sf
ig
ur
aç
ão
 p
oé
ti
ca
 
do
 r
ea
l (
p.
 5
4)
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
. T
es
te
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
m
od
el
o 
IA
VE
 
Te
st
e 
nº
 1
: 
Fe
rn
an
do
 P
es
so
a,
 
P
oe
si
a 
do
 
or
tó
ni
m
o 
e 
do
s 
he
te
ró
ni
m
os
 (
pp
. 7
2-
75
) 
D
os
si
ê 
P
rá
tic
o 
 
do
 P
ro
fe
ss
or
• 
 Te
st
es
 d
e 
av
al
ia
çã
o 
 
m
od
el
o 
IA
VE
 
da
 U
ni
da
de
 1
 
(p
p.
 9
2-
10
1)
 
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 16
1. Planificação global e planos de aula
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
1º
E
du
ca
çã
o 
lit
er
ár
ia
 
(E
L1
2 
)
1.
3 
 P
oe
si
a 
do
s 
he
te
ró
ni
m
os
A
lb
er
to
 C
ae
ir
o
R
ic
ar
do
 R
ei
s
Á
lv
ar
o 
de
 
C
am
po
s
O
 f
in
gi
m
en
to
 
ar
tí
st
ic
o:
A
lb
er
to
 C
ae
ir
o,
 o
 
po
et
a 
«b
uc
ól
ic
o»
R
ef
le
xã
o 
ex
is
te
nc
ia
l: 
– 
 A
lb
er
to
 C
ae
ir
o:
 
o 
pr
im
ad
o 
da
s 
se
ns
aç
õe
s 
O
 f
in
gi
m
en
to
 
ar
tí
st
ic
o:
R
ic
ar
do
 R
ei
s,
 o
 
po
et
a 
«c
lá
ss
ic
o»
R
ef
le
xã
o 
ex
is
te
nc
ia
l: 
– 
 R
ic
ar
do
 R
ei
s:
 a
 
co
ns
ci
ên
ci
a 
e 
a 
en
ce
na
çã
o 
da
 
m
or
ta
lid
ad
e
O
 f
in
gi
m
en
to
 
ar
tí
st
ic
o:
Á
lv
ar
o 
de
 
C
am
po
s,
 o
 p
oe
ta
 
da
 m
od
er
ni
da
de
16
. S
itu
ar
 o
br
as
 li
te
rá
ri
as
 e
m
 
fu
nç
ão
 d
e 
gr
an
de
s 
m
ar
co
s 
hi
st
ór
ic
os
 e
 c
ul
tu
ra
is
.
1.
 R
ec
on
he
ce
r 
a 
co
nt
ex
tu
al
iz
aç
ão
 
hi
st
ór
ic
o-
lit
er
ár
ia
 n
os
 c
as
os
 
pr
ev
is
to
s 
no
 P
ro
gr
am
a.
2.
 C
om
pa
ra
r 
te
m
as
, i
de
ia
s 
e 
va
lo
re
s 
ex
pr
es
so
s 
em
 d
ife
re
nt
es
 t
ex
to
s 
da
 m
es
m
a 
ép
oc
a 
e 
de
 d
ife
re
nt
es
 
ép
oc
as
.
R
ub
ri
ca
 «
Te
m
as
 c
om
un
s»
• 
 B
er
na
rd
o 
S
oa
re
s 
e 
C
es
ár
io
 
Ve
rd
e 
(p
. 4
7)
1.
3 
P
oe
si
a 
do
s 
he
te
ró
ni
m
os
A
lb
er
to
 C
ae
ir
o
– 
 Te
xt
os
 d
e 
co
nt
ex
tu
al
iz
aç
ão
 
(p
p.
 6
4-
66
)
– 
 R
ub
ri
ca
 «
A
nt
es
 d
e 
le
r»
 
e 
po
em
as
 
• 
A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 6
7)
• 
 «O
 g
ua
rd
ad
or
 
de
 r
eb
an
ho
s 
I»
 (
p.
 6
7)
. «
O
 g
ua
rd
ad
or
 
de
 r
eb
an
ho
s 
IX
» 
(p
. 7
1)
R
ic
ar
do
 R
ei
s
– 
 Te
xt
os
 d
e 
co
nt
ex
tu
al
iz
aç
ão
 
(p
. 7
3)
– 
 R
ub
ri
ca
 «
A
nt
es
 d
e 
le
r»
 
e 
po
em
as
 
• 
 A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 7
4)
• 
 «M
es
tr
e,
 s
ão
 p
lá
ci
da
s»
 
(p
. 7
4)
• 
 «A
s 
ro
sa
s 
am
o 
do
s 
ja
rd
in
s 
de
 A
dó
ni
s»
 (
p.
 7
7)
• 
 «V
em
 s
en
ta
r-
te
 c
om
ig
o,
 
Lí
di
a,
 à
 b
ei
ra
 r
io
» 
(p
. 7
8)
• 
 «S
au
do
so
 já
 d
es
te
 v
er
ão
 
qu
e 
ve
jo
» 
(p
. 8
0)
• 
 Fi
ch
a 
de
 a
po
io
 n
º 
4 
–
R
ef
le
xã
o 
ex
is
te
nc
ia
l 
– 
R
ic
ar
do
 R
ei
s:
 a
 
co
ns
ci
ên
ci
a 
e 
a 
en
ce
na
çã
o 
da
 m
or
ta
lid
ad
e 
(p
. 8
1)
Á
lv
ar
o 
de
 C
am
po
s
– 
 Te
xt
os
 d
e 
co
nt
ex
tu
al
iz
aç
ão
 
(p
. 8
2)
D
os
si
ê 
P
rá
tic
o 
 
do
 P
ro
fe
ss
or
• 
 Te
st
es
 d
e 
av
al
ia
çã
o 
 
m
od
el
o 
IA
VE
 
da
 U
ni
da
de
 1
 
(p
p.
 1
02
-1
11
)
D
os
si
ê 
P
rá
tic
o 
 
do
 P
ro
fe
ss
or
• 
 Te
st
es
 d
e 
av
al
ia
çã
o 
 
m
od
el
o 
IA
VE
 
da
 U
ni
da
de
 1
 
(p
p.
 1
12
-1
21
)
 
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 17
Planificação global
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
A
ut
or
 / 
O
br
a
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
1º
E
du
ca
çã
o 
lit
er
ár
ia
 
(E
L1
2)
Á
lv
ar
o 
de
 
C
am
po
s
R
ef
le
xã
o 
ex
is
te
nc
ia
l: 
su
je
it
o,
 
co
ns
ci
ên
ci
a 
e 
te
m
po
; n
os
ta
lg
ia
 
da
 in
fâ
nc
ia
.
O
 im
ag
in
ár
io
 
ép
ic
o:
– 
 m
at
ér
ia
 é
pi
ca
: 
a 
ex
al
ta
çã
o 
do
 
M
od
er
no
; 
– 
 o 
ar
re
ba
ta
m
en
-
to
 d
o 
ca
nt
o
Li
ng
ua
ge
m
, e
st
ilo
 
e 
es
tr
ut
ur
a:
 
– 
 fo
rm
as
 p
oé
ti
ca
s 
e 
fo
rm
as
 
es
tr
óf
ic
as
, 
m
ét
ri
ca
 e
 r
im
a;
 
– 
 re
cu
rs
os
 
ex
pr
es
si
vo
s:
 
a 
al
it
er
aç
ão
, 
a 
an
áf
or
a,
 a
 
an
ás
tr
of
e,
 a
 
ap
ós
tr
of
e,
 a
 
en
um
er
aç
ão
, 
a 
gr
ad
aç
ão
, a
 
m
et
áf
or
a 
e 
a 
pe
rs
on
ifi
ca
çã
o;
 
– 
a 
on
om
at
op
ei
a 
 
– 
 R
ub
ri
ca
 «
A
nt
es
 d
e 
le
r»
 
e 
po
em
as
 
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 8
3)
• 
 «O
de
 t
ri
un
fa
l»
 (
p.
 8
3)• «
O
de
 m
ar
ít
im
a»
 (
p.
 8
8)
• 
 «E
st
a 
ve
lh
a 
an
gú
st
ia
» 
 
(p
. 9
4)
• «
A
ni
ve
rs
ár
io
» 
(p
. 9
6)
Fi
ch
as
 d
e 
ap
oi
o
• 
 Fi
ch
a 
de
 a
po
io
 n
º 
1 
– 
 
O
 f
in
gi
m
en
to
 a
rt
ís
ti
co
: 
A
lb
er
to
 C
ae
ir
o,
 o
 p
oe
ta
 
«b
uc
ól
ic
o»
 (
p.
 7
0)
• 
 Fi
ch
a 
de
 a
po
io
 n
º2
 –
 
R
ef
le
xã
o 
ex
is
te
nc
ia
l –
 
A
lb
er
to
 C
ae
ir
o:
 o
 p
ri
m
ad
o 
da
s 
se
ns
aç
õe
s 
(p
. 7
2)
• 
 Fi
ch
a 
de
 a
po
io
 n
º 
3 
– 
 
O
 f
in
gi
m
en
to
 a
rt
ís
ti
co
: 
R
ic
ar
do
 R
ei
s,
 o
 p
oe
ta
 
«c
lá
ss
ic
o»
 (
p.
 7
6)
• 
 Fi
ch
a 
de
 a
po
io
 n
º 
5 
– 
 
O
 f
in
gi
m
en
to
 a
rt
ís
ti
co
: 
Á
lv
ar
o 
de
 C
am
po
s,
 o
 p
oe
ta
 
da
 m
od
er
ni
da
de
 (
p.
 9
2)
• 
 Fi
ch
a 
de
 a
po
io
 n
º 
6 
– 
 
O
 im
ag
in
ár
io
 é
pi
co
 –
 Á
lv
ar
o 
de
 C
am
po
s:
 a
 m
at
ér
ia
 
ép
ic
a 
e 
o 
ar
re
ba
ta
m
en
to
 
do
 c
an
to
 (
p.
 9
3)
• 
 Fi
ch
a 
de
 a
po
io
 n
º 
7 
– 
R
ef
le
xã
o 
ex
is
te
nc
ia
l –
 
Á
lv
ar
o 
de
 C
am
po
s:
 s
uj
ei
to
; 
co
ns
ci
ên
ci
a 
e 
te
m
po
; 
no
st
al
gi
a 
da
 in
fâ
nc
ia
 
(p
. 9
8)
D
os
si
ê 
P
rá
tic
o 
 
do
 P
ro
fe
ss
or
• 
 Te
st
es
 d
e 
av
al
ia
çã
o 
 
m
od
el
o 
IA
VE
 
da
 U
ni
da
de
 1
 
(p
p.
 1
22
-1
30
) 
(p
p.
 1
31
-1
40
)
 
 
 
 
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 18
1. Planificação global e planos de aula
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
A
ut
or
 / 
O
br
a
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
1º
E
du
ca
çã
o 
lit
er
ár
ia
 
(E
L1
2)
R
ub
ri
ca
 «
Te
m
as
 c
om
un
s»
• 
 A
lb
er
to
 C
ae
ir
o 
e 
Fe
rn
an
do
 
P
es
so
a 
(p
. 7
1)
R
ub
ri
ca
 
«I
nt
er
te
xt
ua
lid
ad
es
»
• 
 A
 «
O
de
 t
ri
un
fa
l»
 
e 
O
s 
Lu
sí
ad
as
 (
p.
 8
6)
• 
 A
 «
O
de
 m
ar
ít
im
a»
, 
O
s 
Lu
sí
ad
as
 e
 
«O
 s
en
ti
m
en
to
 d
um
 
oc
id
en
ta
l»
 (
p.
 9
1)
E
sq
ue
m
as
-s
ín
te
se
1.
1 
P
oe
si
a 
do
 o
rt
ón
im
o 
e 
 
1.
2 
 B
er
na
rd
o 
S
oa
re
s,
 L
iv
ro
 d
o 
de
sa
ss
os
se
go
 (
p.
 5
9)
1.
3 
 P
oe
si
a 
do
s 
he
te
ró
ni
m
os
 
(p
. 1
01
)
• 
 A
pr
es
en
ta
çã
o 
C
on
te
xt
ua
liz
aç
ão
 
hi
st
ór
ic
o-
lit
er
ár
ia
 
da
 u
ni
da
de
 1
 
S
ín
te
se
 –
 1
.1
 P
oe
si
a 
 
do
 o
rt
ón
im
o;
 
1.
2 
B
er
na
rd
o 
S
oa
re
s,
 L
iv
ro
 
do
 d
es
as
so
ss
eg
o 
e 
 
1.
3 
P
oe
si
a 
do
s 
he
te
ró
ni
m
os
 
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 19
Planificação global
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
A
ut
or
 / 
O
br
a
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
1º
E
du
ca
çã
o 
lit
er
ár
ia
 
(E
L1
2)
• 
 Á
ud
io
s 
/ L
in
ks
 
R
ui
 V
el
os
o,
 «
S
ei
 d
e 
um
a 
ca
m
po
ne
sa
» 
(3
:3
5 
m
in
) 
M
an
ue
l F
re
ir
e,
 «
P
ed
ra
 
fil
os
of
al
» 
(5
:1
2 
m
in
) 
O
s 
A
ze
it
on
as
 «
C
an
ti
ga
 
de
 e
m
ba
la
r 
jo
ve
ns
 a
du
lt
os
» 
(4
:4
5 
m
in
) 
Ta
ra
 p
er
di
da
, «
Li
sb
oa
» 
 
O
'Q
ue
S
tr
ad
a,
 «
C
om
bo
io
 
D
es
ce
nd
en
te
» 
Á
ud
io
s
«A
ut
op
si
co
gr
af
ia
» 
«I
st
o»
 
 
«V
en
da
va
l»
 
«N
ão
 s
ei
 s
e 
é 
so
nh
o,
 s
e 
re
al
id
ad
e»
Ta
ra
 p
er
di
da
, «
Li
sb
oa
» 
 
(3
:4
0 
m
in
)
«O
 g
ua
rd
ad
or
 d
e 
re
ba
nh
os
 I
»
«M
es
tr
e,
 s
ão
 p
lá
ci
da
s»
 
«A
s 
ro
sa
s 
am
o 
do
s 
ja
rd
in
s 
de
 
A
dó
ni
s»
 
«V
em
 s
en
ta
r-
te
 c
om
ig
o,
 
Lí
di
a,
 à
 b
ei
ra
 r
io
» 
«E
st
a 
ve
lh
a 
an
gú
st
ia
»
«A
ni
ve
rs
ár
io
»
 
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 20
1. Planificação global e planos de aula
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
1º
G
ra
m
át
ic
a 
(G
12
)
1.
 R
et
om
a 
(e
m
 
re
vi
sã
o)
 d
os
 
co
nt
eú
do
s 
es
tu
da
do
s 
no
 
10
º 
e 
no
 1
1º
 
an
o
3.
 S
em
ân
tic
a:
3.
1 
Va
lo
r 
te
m
po
ra
l
a)
 f
or
m
as
 
de
 e
xp
re
ss
ão
 
do
 t
em
po
 
(l
oc
al
iz
aç
ão
 
te
m
po
ra
l)
: 
fl
ex
ão
 v
er
ba
l, 
ve
rb
os
 a
ux
ili
ar
es
, 
ad
vé
rb
io
s 
ou
 
ex
pr
es
sõ
es
 d
e 
te
m
po
 e
 o
ra
çõ
es
 
te
m
po
ra
is
;
b)
 r
el
aç
õe
s 
de
 o
rd
em
 
cr
on
ol
óg
ic
a:
 
si
m
ul
ta
ne
id
ad
e,
 
an
te
rior
id
ad
e 
e 
po
st
er
io
ri
da
de
3.
2 
Va
lo
r 
as
pe
tu
al
: a
sp
et
o 
gr
am
at
ic
al
 (
va
lo
r 
pe
rf
ec
ti
vo
, v
al
or
 
im
pe
rf
et
iv
o,
 
si
tu
aç
ão
 g
en
ér
ic
a,
 
si
tu
aç
ão
 h
ab
it
ua
l 
e 
si
tu
aç
ão
 
it
er
at
iv
a)
17
. C
on
st
ru
ir
 u
m
 c
on
he
ci
m
en
to
 
re
fl
ex
iv
o 
so
br
e 
a 
es
tr
ut
ur
a 
e 
o 
us
o 
do
 p
or
tu
gu
ês
. 
1.
 C
on
so
lid
ar
 o
s 
co
nh
ec
im
en
to
s 
gr
am
at
ic
ai
s 
ad
qu
ir
id
os
 n
o 
an
o 
an
te
ri
or
. 
18
. R
ec
on
he
ce
r 
a 
fo
rm
a 
co
m
o 
se
 
co
ns
tr
ói
 a
 te
xt
ua
lid
ad
e.
 
1.
 D
em
on
st
ra
r, 
em
 t
ex
to
s,
 a
 
ex
is
tê
nc
ia
 d
e 
co
er
ên
ci
a 
te
xt
ua
l. 
2.
 D
is
ti
ng
ui
r 
m
ec
an
is
m
os
 d
e 
co
ns
tr
uç
ão
 d
a 
co
es
ão
 t
ex
tu
al
. 
19
. E
xp
lic
ita
r 
as
pe
to
s 
da
 
se
m
ân
tic
a 
do
 p
or
tu
gu
ês
. 
1.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
e 
in
te
rp
re
ta
r 
fo
rm
as
 
de
 e
xp
re
ss
ão
 d
o 
te
m
po
. 
2.
 D
is
ti
ng
ui
r 
re
la
çõ
es
 d
e 
or
de
m
 
cr
on
ol
óg
ic
a.
 
3.
 D
is
ti
ng
ui
r 
va
lo
re
s 
as
pe
tu
ai
s.
 
4.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
e 
ca
ra
ct
er
iz
ar
 
di
fe
re
nt
es
 m
od
al
id
ad
es
. 
A
tiv
id
ad
es
 d
o
M
an
ua
l
1.
 E
xe
rc
íc
io
s 
de
 
re
to
m
a 
(e
m
 
re
vi
sã
o)
 d
os
 
co
nt
eú
do
s 
es
tu
da
do
s:
 
pr
oc
es
so
s 
fo
no
ló
gi
co
s;
 
fu
nç
õe
s 
si
nt
át
ic
as
; 
su
bo
rd
in
aç
ão
; 
co
es
ão
 t
ex
tu
al
; 
dê
ix
is
; c
am
po
 
le
xi
ca
l; 
si
no
ní
m
ia
 
e 
an
to
ní
m
ia
2.
 E
xe
rc
íc
io
s 
de
 1
2º
 
an
o 
em
 f
ic
ha
s 
de
 
ap
oi
o:
– 
 Fi
ch
a 
de
 a
po
io
 
nº
 5
: v
al
or
 
te
m
po
ra
l
– 
 Fi
ch
a 
de
 a
po
io
 
nº
 6
: v
al
or
 
as
pe
tu
al
– 
 Fi
ch
a 
de
 a
po
io
 
nº
 8
: v
al
or
 
m
od
al
3.
 S
is
te
m
at
iz
aç
õe
s 
gr
am
at
ic
ai
s 
no
 A
ne
xo
 
In
fo
rm
at
iv
o
M
an
ua
l
1.
1 
P
oe
si
a 
do
 o
rt
ón
im
o 
– 
 ex
er
cí
ci
os
 d
e 
re
to
m
a 
(p
p.
 3
2,
 4
9,
 5
3)
– 
 Fi
ch
as
 d
e 
ap
oi
o 
nº
 5
, 6
 
e 
8 
• F
ic
ha
 d
e 
ap
oi
o 
nº
 5
: 
va
lo
r 
te
m
po
ra
l (
pp
. 
40
-4
1)
• F
ic
ha
 d
e 
ap
oi
o 
nº
 6
: 
va
lo
r 
as
pe
tu
al
 (
pp
. 
50
-5
1)
• F
ic
ha
 d
e 
ap
oi
o 
nº
 8
: 
va
lo
r 
m
od
al
 (
pp
. 5
6-
57
)
A
ne
xo
 I
nf
or
m
at
iv
o
• C
on
te
úd
os
 d
e 
re
to
m
a 
 
m
en
ci
on
ad
os
 (
pp
. 3
47
, 
35
6-
35
9,
 3
60
-3
61
, 3
64
, 
36
5,
 3
69
)
• V
al
or
 t
em
po
ra
l (
p.
 3
76
)
• V
al
or
 a
sp
et
ua
l (
p.
 3
77
)
• V
al
or
 m
od
al
 (
p.
 3
78
)
 C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
 
• 
 Fi
ch
a 
nº
 2
: p
ro
ce
ss
os
 
fo
no
ló
gi
co
s 
(p
. 5
) 
• 
 Fi
ch
a 
nº
 5
: f
un
çõ
es
 
si
nt
át
ic
as
 (
pp
. 8
-1
3)
 
• 
 Fi
ch
a 
nº
 6
: c
oo
rd
en
aç
ão
 e
 
su
bo
rd
in
aç
ão
 (
pp
. 1
5-
18
) 
• 
 Fi
ch
a 
nº
 7
: f
un
çõ
es
 
si
nt
át
ic
as
 d
as
 o
ra
çõ
es
 
su
bo
rd
in
ad
as
 (
pp
. 1
9-
20
) 
• 
 Fi
ch
a 
nº
 9
: c
am
po
 le
xi
ca
l 
e 
se
m
ân
ti
co
 (
p.
 2
3)
M
an
ua
l
1.
1 
 P
oe
si
a 
do
 
or
tó
ni
m
o 
1.
2 
 B
er
na
rd
o 
S
oa
re
s,
 L
iv
ro
 d
o 
de
sa
ss
os
se
go
Te
st
e 
de
 
av
al
ia
çã
o 
(p
. 6
0)
 
1.
3 
 P
oe
si
a 
do
s 
he
te
ró
ni
m
os
Te
st
e 
de
 
av
al
ia
çã
o 
(p
. 1
02
) 
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
. T
es
te
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
m
od
el
o 
IA
VE
 
Te
st
e 
nº
 1
: 
Fe
rn
an
do
 P
es
so
a,
 
P
oe
si
a 
do
 
or
tó
ni
m
o 
e 
do
s 
he
te
ró
ni
m
os
 (
pp
. 7
2-
75
) 
D
os
si
ê 
P
rá
tic
o 
 
do
 P
ro
fe
ss
or
Te
st
es
 d
e 
av
al
ia
çã
o 
m
od
el
o 
IA
VE
 d
a 
U
ni
da
de
 1
(p
p.
74
-1
40
)
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 21
Planificação global
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
1º
G
ra
m
át
ic
a 
(G
12
)
3.
3 
Va
lo
r 
m
od
al
: 
m
od
al
id
ad
e 
ep
is
té
m
ic
a 
(v
al
or
 
de
 p
ro
ba
bi
lid
ad
e 
ou
 d
e 
ce
rt
ez
a)
, 
de
ôn
ti
ca
 (
va
lo
r 
 
de
 p
er
m
is
sã
o 
 
ou
 d
e 
ob
ri
ga
çã
o)
 
e 
ap
re
ci
at
iv
a
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
 
1.
 F
ic
ha
s 
de
 
gr
am
át
ic
a
2.
 F
ic
ha
s 
de
 L
ei
tu
ra
 
e 
G
ra
m
át
ic
a 
– 
P
re
pa
ra
r 
o 
G
ru
po
 
II
 d
o 
Ex
am
e
• 
 A
pr
es
en
ta
çã
o 
Va
lo
r 
te
m
po
ra
l 
Va
lo
r 
as
pe
tu
al
 
Va
lo
r 
m
od
al
• F
ic
ha
 n
º 
11
: c
oe
sã
o 
 
e 
co
er
ên
ci
a 
te
xt
ua
l 
(p
p.
 2
6-
28
) 
• F
ic
ha
 n
º 
13
: d
êi
xi
s 
(p
. 3
1)
 
• F
ic
ha
 n
º 
14
: v
al
or
 t
em
po
ra
l 
(p
. 3
3)
 
• F
ic
ha
 n
º 
15
: v
al
or
 a
sp
et
ua
l 
(p
. 3
5)
 
• F
ic
ha
 n
º 
16
: v
al
or
 m
od
al
 
(p
. 3
7)
 
 
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 22
1. Planificação global e planos de aula
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 do 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
2º
C
om
pr
ee
ns
ão
 
do
 o
ra
l 
(O
12
)
M
ar
ca
s 
de
 g
én
er
o 
co
m
un
s 
a 
de
ba
te
 e
 e
xp
os
iç
ão
 s
ob
re
 u
m
 t
em
a:
 t
em
a,
 in
fo
rm
aç
ão
 s
ig
ni
fic
at
iv
a,
 e
nc
ad
ea
m
en
to
 ló
gi
co
 d
os
 t
óp
ic
os
 t
ra
ta
do
s;
 r
ec
ur
so
s 
ve
rb
ai
s 
e 
nã
o 
ve
rb
ai
s 
(e
.g
. p
os
tu
ra
, t
om
 d
e 
vo
z,
 a
rt
ic
ul
aç
ão
, r
it
m
o,
 e
nt
oa
çã
o,
 e
xp
re
ss
iv
id
ad
e,
 s
ilê
nc
io
, o
lh
ar
)
D
eb
at
e
C
ar
át
er
 
pe
rs
ua
si
vo
, 
pa
pé
is
 e
 
fu
nç
õe
s 
do
s 
in
te
rv
en
ie
nt
es
, 
ca
pa
ci
da
de
 d
e 
ar
gu
m
en
ta
r 
 
e 
co
nt
ra
- 
-a
rg
um
en
ta
r, 
co
nc
is
ão
 d
as
 
in
te
rv
en
çõ
es
 
e 
re
sp
ei
to
 p
el
o 
pr
in
cí
pi
o 
da
 
co
rt
es
ia
1.
 I
nt
er
pr
et
ar
 te
xt
os
 o
ra
is
 
de
 d
ife
re
nt
es
 g
én
er
os
.
1.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
te
m
a 
e 
su
bt
em
as
, 
ju
st
ifi
ca
nd
o.
2.
 E
xp
lic
it
ar
 a
 e
st
ru
tu
ra
 d
o 
te
xt
o.
3.
 F
az
er
 in
fe
rê
nc
ia
s.
4.
 A
pr
ec
ia
r 
a 
qu
al
id
ad
e 
da
 
in
fo
rm
aç
ão
 m
ob
ili
za
da
.
5.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
ar
gu
m
en
to
s.
6.
 A
pr
ec
ia
r 
a 
va
lid
ad
e 
do
s 
ar
gu
m
en
to
s 
ad
uz
id
os
. 
7.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
m
ar
ca
s 
re
ve
la
do
ra
s 
da
s 
di
fe
re
nt
es
 in
te
nç
õe
s 
co
m
un
ic
at
iv
as
. 
8.
 E
xp
lic
it
ar
, e
m
 f
un
çã
o 
do
 t
ex
to
, 
m
ar
ca
s 
do
s 
se
gu
in
te
s 
gé
ne
ro
s:
 
di
ál
og
o 
ar
gu
m
en
ta
ti
vo
 e
 d
eb
at
e.
 
2.
 R
eg
is
ta
r 
e 
tr
at
ar
 a
 in
fo
rm
aç
ão
.
1.
 D
iv
er
si
fic
ar
 a
s 
m
od
al
id
ad
es
 d
e 
re
gi
st
o 
da
 in
fo
rm
aç
ão
: t
om
ad
a 
 
de
 n
ot
as
, r
eg
is
to
 d
e 
tó
pi
co
s 
e 
id
ei
as
-c
ha
ve
.
A
tiv
id
ad
es
 
do
 M
an
ua
l 
1.
 D
eb
at
e:
 «
O
s 
co
nt
eú
do
s 
do
 
fu
tu
ro
»,
 P
ró
s 
 
e 
C
on
tr
as
 M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 2
: C
on
to
s 
(p
. 1
44
) 
2.
 U
ni
da
de
 3
: P
oe
ta
s 
co
nt
em
po
râ
ne
os
 (
19
0)
• 
 Ví
de
o 
 
D
eb
at
e 
«O
s 
co
nt
eú
do
s 
do
 
fu
tu
ro
»,
 P
ró
s 
e 
C
on
tr
as
 
(2
7:
14
 m
in
)
• 
 Á
ud
io
 
Jo
sé
 M
at
to
so
 (
di
r)
, H
is
tó
ri
a 
da
 v
id
a 
pr
iv
ad
a ,
 «
O
s 
no
ss
os
 
di
as
»,
 c
oo
rd
en
aç
ão
 d
e 
A
na
 
N
un
es
 d
e 
A
lm
ei
da
, C
ír
cu
lo
 
de
 L
ei
to
re
s 
e 
Te
m
as
 e
 
D
eb
at
es
, L
is
bo
a,
 p
p.
 4
2-
43
 
(t
ex
to
 a
da
pt
ad
o)
D
os
si
ê 
P
rá
tic
o 
 
do
 P
ro
fe
ss
or
• 
 Te
st
es
 d
e 
co
m
pr
ee
ns
ão
 
do
 o
ra
l (
p.
 2
33
)
E
xp
os
iç
ão
 s
ob
re
 
um
 te
m
a
C
ar
át
er
 
de
m
on
st
ra
ti
vo
, 
el
uc
id
aç
ão
 
ev
id
en
te
 d
o 
te
m
a 
(f
un
da
m
en
ta
çã
o 
da
s 
id
ei
as
),
 
co
nc
is
ão
 e
 
ob
je
ti
vi
da
de
, 
va
lo
r 
ex
pr
es
si
vo
 
da
s 
fo
rm
as
 
lin
gu
ís
ti
ca
s 
(d
eí
ti
co
s,
 
co
ne
ct
or
es
…
) 
2.
 E
xp
os
iç
ão
 
so
br
e 
um
 t
em
a:
 
«M
od
os
 d
e 
ha
bi
ta
r 
ao
 lo
ng
o 
do
s 
te
m
po
s»
 
 
2º
 p
er
ío
d
o 
le
ti
v
o
U
n
id
ad
e 
1 
– 
1.
4
 M
en
sa
g
em
 | 
U
n
id
ad
e 
2 
– 
C
on
to
s 
| U
n
id
ad
e 
3 
– 
P
oe
ta
s 
co
n
te
m
p
or
ân
eo
s 
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 23
Planificação global
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
2º
E
xp
re
ss
ão
 
or
al
 
(O
12
)
M
ar
ca
s 
de
 g
én
er
o 
co
m
un
s 
a 
ap
re
ci
aç
ão
 c
rí
ti
ca
, t
ex
to
 d
e 
op
in
iã
o 
e 
de
ba
te
: t
em
a,
 in
fo
rm
aç
ão
 s
ig
ni
fic
at
iv
a,
 e
nc
ad
ea
m
en
to
 ló
gi
co
 d
os
 t
óp
ic
os
 t
ra
ta
do
s;
 
re
cu
rs
os
 v
er
ba
is
 e
 n
ão
 v
er
ba
is
 (
e.
g.
 p
os
tu
ra
, t
om
 d
e 
vo
z,
 a
rt
ic
ul
aç
ão
, r
it
m
o,
 e
nt
oa
çã
o,
 e
xp
re
ss
iv
id
ad
e,
 u
so
 a
de
qu
ad
o 
de
 f
er
ra
m
en
ta
s 
te
cn
ol
óg
ic
as
 d
e 
su
po
rt
e 
à 
in
te
rv
en
çã
o 
or
al
),
 c
or
re
çã
o 
lin
gu
ís
ti
ca
A
pr
ec
ia
çã
o 
cr
íti
ca
 
D
es
cr
iç
ão
 
su
ci
nt
a 
do
 o
bj
et
o,
 
ac
om
pa
nh
ad
a 
de
 
co
m
en
tá
ri
o 
cr
ít
ic
o
3.
 P
la
ni
fic
ar
 in
te
rv
en
çõ
es
 o
ra
is
. 
1.
 P
la
ni
fic
ar
 o
 t
ex
to
 o
ra
l e
la
bo
ra
nd
o 
um
 p
la
no
 d
e 
su
po
rt
e,
 c
om
 
tó
pi
co
s,
 a
rg
um
en
to
s 
e 
re
sp
et
iv
os
 
ex
em
pl
os
.
4.
 P
ar
tic
ip
ar
 o
po
rt
un
a 
e 
co
ns
tr
ut
iv
am
en
te
 e
m
 s
itu
aç
õe
s 
 
de
 in
te
ra
çã
o 
or
al
. 
1.
 D
eb
at
er
 e
 ju
st
ifi
ca
r 
po
nt
os
 
de
 v
is
ta
 e
 o
pi
ni
õe
s.
2.
 C
on
si
de
ra
r 
po
nt
os
 d
e 
vi
st
a 
co
nt
rá
ri
os
 e
 r
ef
or
m
ul
ar
 p
os
iç
õe
s.
5.
 P
ro
du
zi
r 
te
xt
os
 o
ra
is
 c
om
 
co
rr
eção
 e
 p
er
tin
ên
ci
a.
 
1.
 P
ro
du
zi
r 
te
xt
os
 o
ra
is
 s
eg
ui
nd
o 
um
 
pl
an
o 
pr
ev
ia
m
en
te
 e
la
bo
ra
do
.
2.
 P
ro
du
zi
r 
te
xt
os
 li
ng
ui
st
ic
am
en
te
 
co
rr
et
os
, c
om
 r
iq
ue
za
 v
oc
ab
ul
ar
 
e 
re
cu
rs
os
 e
xp
re
ss
iv
os
 a
de
qu
ad
os
. 
3.
 M
ob
ili
za
r 
ad
eq
ua
da
m
en
te
 
m
ar
ca
do
re
s 
di
sc
ur
si
vo
s 
qu
e 
ga
ra
nt
am
 a
 c
oe
sã
o 
te
xt
ua
l. 
A
tiv
id
ad
es
 
do
 M
an
ua
l 
1.
 A
pr
ec
ia
çã
o 
cr
ít
ic
a:
 p
in
tu
ra
 
de
 M
ar
ia
 H
el
en
a 
Vi
ei
ra
 d
a 
S
ilv
a
2.
 A
pr
ec
ia
çã
o 
cr
ít
ic
a:
 p
in
tu
ra
 
de
 G
us
ta
v 
K
lim
t
 M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 1
: F
er
na
nd
o 
P
es
so
a 
1.
4 
M
en
sa
ge
m
 (
p.
 1
16
) 
2.
 U
ni
da
de
 3
: P
oe
ta
s 
co
nt
em
po
râ
ne
os
 (
p.
 1
79
) 
A
ne
xo
 I
nf
or
m
at
iv
o
• 
 G
én
er
os
 t
ex
tu
ai
s 
– 
 A
pr
ec
ia
çã
o 
cr
ít
ic
a 
 
(p
. 3
81
)
• 
 A
pr
es
en
ta
çã
o 
– 
 C
en
ár
io
s 
de
 re
sp
os
ta
 d
a 
ex
pr
es
sã
o 
or
al
 (u
ni
da
de
 1
)
– 
 C
en
ár
io
s 
de
 re
sp
os
ta
 
ex
pr
es
sã
o 
or
al
 (u
ni
da
de
 3
)
• 
 D
oc
um
en
to
 
Fo
lh
a 
Ex
ce
l®
 
de
 r
eg
is
to
 d
e 
cl
as
si
fic
aç
õe
s
Te
xt
o 
de
 o
pi
ni
ão
Ex
pl
ic
it
aç
ão
 
de
 u
m
 p
on
to
 
de
 v
is
ta
, c
la
re
za
 
e 
pe
rt
in
ên
ci
a 
da
 p
er
sp
et
iv
a 
ad
ot
ad
a,
 d
os
 
ar
gu
m
en
to
s 
de
se
nv
ol
vi
do
s 
 
e 
do
s 
re
sp
et
iv
os
 
ex
em
pl
os
; 
di
sc
ur
so
 
va
lo
ra
ti
vo
 (
ju
íz
o 
de
 v
al
or
 e
xp
líc
it
o 
ou
 im
pl
íc
it
o)
A
tiv
id
ad
es
 
do
 M
an
ua
l 
1.
 T
ex
to
 d
e 
op
in
iã
o:
 
a 
af
ir
m
aç
ão
 
de
 P
or
tu
ga
l 
na
 E
ur
op
a 
e 
 
no
 m
un
do
 M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 1
: F
er
na
nd
o 
P
es
so
a 
1.
4 
M
en
sa
ge
m
 (
p.
 1
21
) 
A
ne
xo
 I
nf
or
m
at
iv
o
• 
 G
én
er
os
 t
ex
tu
ai
s 
– 
 Te
xt
o 
de
 o
pi
ni
ão
 
(p
. 3
82
)
 
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 24
1. Planificação global e planos de aula
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
2º
E
xp
re
ss
ão
 
or
al
 
(O
12
)
D
eb
at
e
C
ar
át
er
 
pe
rs
ua
si
vo
, 
pa
pé
is
 e
 
fu
nç
õe
s 
do
s 
in
te
rv
en
ie
nt
es
, 
ca
pa
ci
da
de
 d
e 
ar
gu
m
en
ta
r 
 
e 
co
nt
ra
- 
-a
rg
um
en
ta
r, 
co
nc
is
ão
 d
as
 
in
te
rv
en
çõ
es
 
e 
re
sp
ei
to
 p
el
o 
pr
in
cí
pi
o 
da
 
co
rt
es
ia
6.
 P
ro
du
zi
r 
te
xt
os
 o
ra
is
 d
e 
di
fe
re
nt
es
 g
én
er
os
 e
 c
om
 
di
fe
re
nt
es
 fi
na
lid
ad
es
.
1.
 P
ro
du
zi
r 
os
 s
eg
ui
nt
es
 g
én
er
os
 
de
 t
ex
to
: t
ex
to
 d
e 
op
in
iã
o 
e 
di
ál
og
o 
ar
gu
m
en
ta
ti
vo
.
2.
 R
es
pe
it
ar
 a
s 
m
ar
ca
s 
de
 g
én
er
o 
 
do
 t
ex
to
 a
 p
ro
du
zi
r. 
3.
 R
es
pe
it
ar
 a
s 
se
gu
in
te
s 
ex
te
ns
õe
s 
te
m
po
ra
is
: e
xp
os
iç
ão
 s
ob
re
 u
m
 
te
m
a 
– 
te
xt
o 
de
 o
pi
ni
ão
 –
 4
 a
 6
 
m
in
ut
os
; d
iá
lo
go
 a
rg
um
en
ta
ti
vo
 –
 
8 
a 
12
 m
in
ut
os
.
N
ot
a:
 n
os
 g
én
er
os
 d
os
 1
0º
 e
 1
1º
 
an
os
 (
ap
re
ci
aç
ão
 c
rí
ti
ca
) 
de
ve
m
 s
er
 
co
ns
id
er
ad
os
 o
s 
de
sc
ri
to
re
s 
de
ss
es
 
an
os
.
A
tiv
id
ad
es
 
do
 M
an
ua
l
1.
 D
eb
at
e:
 u
ti
lid
ad
e 
e 
in
fl
uê
nc
ia
 d
a 
In
te
rn
et
 e
 d
as
 
re
de
s 
so
ci
ai
s
2.
 D
eb
at
e:
 
a 
qu
es
tã
o 
da
 
ha
bi
ta
çã
o 
so
ci
al
M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 2
: C
on
to
s 
(p
. 1
45
) 
2.
 U
ni
da
de
 3
: P
oe
ta
s 
co
nt
em
po
râ
ne
os
 (
19
0)
• 
 A
pr
es
en
ta
çã
o 
– 
 C
en
ár
io
s 
de
 r
es
po
st
a 
da
 
ex
pr
es
sã
o 
or
al
 (
un
id
ad
e 
2)
D
os
si
ê 
P
rá
tic
o 
 
do
 P
ro
fe
ss
or
• 
 Te
st
es
 d
e 
co
m
pr
ee
ns
ão
 
do
 o
ra
l (
p.
 2
35
)
Le
itu
ra
 
(L
12
)
R
el
at
o 
de
 
vi
ag
em
Va
ri
ed
ad
e 
de
 t
em
as
, 
di
sc
ur
so
 p
es
so
al
 
(p
re
va
lê
nc
ia
 
da
 1
ª 
pe
ss
oa
),
 
di
m
en
sõ
es
 
na
rr
at
iv
a 
 
e 
de
sc
ri
ti
va
, 
m
ul
ti
m
od
al
id
ad
e 
(d
iv
er
si
da
de
 
de
 f
or
m
at
os
 
e 
re
cu
rs
os
)
7 
. L
er
 e
 in
te
rp
re
ta
r 
te
xt
os
 d
e 
di
fe
re
nt
es
 g
én
er
os
 e
 g
ra
us
 d
e 
co
m
pl
ex
id
ad
e.
1.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
te
m
a 
e 
su
bt
em
as
, 
ju
st
ifi
ca
nd
o.
 
2.
 E
xp
lic
it
ar
 a
 e
st
ru
tu
ra
 in
te
rn
a 
do
 
te
xt
o,
 ju
st
ifi
ca
nd
o.
3.
 F
az
er
 in
fe
rê
nc
ia
s,
 fu
nd
am
en
ta
nd
o.
 
4.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
un
iv
er
so
s 
de
 
re
fe
rê
nc
ia
 a
ti
va
do
s 
pe
lo
 t
ex
to
. 
5.
 E
xp
lic
it
ar
 o
 s
en
ti
do
 g
lo
ba
l d
o 
te
xt
o,
 f
un
da
m
en
ta
nd
o.
 
6.
 R
el
ac
io
na
r 
as
pe
to
s 
pa
ra
te
xt
ua
is
 
co
m
 o
 c
on
te
úd
o 
do
 t
ex
to
. 
A
tiv
id
ad
es
 
do
 M
an
ua
l 
1.
 R
el
at
o 
de
 
vi
ag
em
: «
G
oa
, 
Ín
di
a:
 p
as
sa
do
 
e 
pr
es
en
te
»,
 
O
 m
ur
m
úr
io
 d
om
un
do
 –
 a
 Í
nd
ia
 
re
vi
si
ta
da
 d
e 
A
lm
ei
da
 F
ar
ia
M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 1
: F
er
na
nd
o 
P
es
so
a 
1.
4 
M
en
sa
ge
m
 (
p.
 1
23
) 
M
an
ua
l
M
an
ua
l
1.
4 
 M
en
sa
ge
m
 
Te
st
e 
de
 
av
al
ia
çã
o 
(p
. 1
26
) 
2.
 C
on
to
s 
Te
st
e 
de
 
av
al
ia
çã
o 
 
(p
. 1
60
) 
3.
 P
oe
ta
s 
co
nt
em
po
râ
ne
os
 
Te
st
e 
de
 
av
al
ia
çã
o 
 
(p
. 1
98
) 
 
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 25
Planificação global
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
2º
Le
itu
ra
 
(L
12
)
A
rt
ig
o 
de
 o
pi
ni
ão
Ex
pl
ic
it
aç
ão
 
de
 u
m
 p
on
to
 
de
 v
is
ta
, c
la
re
za
 
e 
pe
rt
in
ên
ci
a 
da
 p
er
sp
et
iv
a 
ad
ot
ad
a,
 d
os
 
ar
gu
m
en
to
s 
de
se
nv
ol
vi
do
s 
 
e 
do
s 
re
sp
et
iv
os
 
ex
em
pl
os
; 
di
sc
ur
so
 
va
lo
ra
ti
vo
 (
ju
íz
o 
de
 v
al
or
 e
xp
líc
it
o 
ou
 im
pl
íc
it
o)
7.
 E
xp
lic
it
ar
, e
m
 t
ex
to
s 
ap
re
se
nt
ad
os
 
em
 d
iv
er
so
s 
su
po
rt
es
, m
ar
ca
s 
do
s 
se
gu
in
te
s 
gé
ne
ro
s:
 d
iá
ri
o,
 
m
em
ór
ia
s,
 a
pr
ec
ia
çã
o 
cr
ít
ic
a 
 
e 
ar
ti
go
 d
e 
op
in
iã
o.
 
8.
 U
til
iz
ar
 p
ro
ce
di
m
en
to
s 
ad
eq
ua
do
s 
ao
 r
eg
is
to
 e
 a
o 
tr
at
am
en
to
 d
a 
in
fo
rm
aç
ão
. 
1.
 S
el
ec
io
na
r 
cr
it
er
io
sa
m
en
te
 
in
fo
rm
aç
ão
 r
el
ev
an
te
.
2.
 E
la
bo
ra
r 
tó
pi
co
s 
qu
e 
si
st
em
at
iz
em
 a
s 
id
ei
as
-c
ha
ve
 
do
 t
ex
to
, o
rg
an
iz
an
do
-o
s 
se
qu
en
ci
al
m
en
te
.
9.
 L
er
 p
ar
a 
ap
re
ci
ar
 c
ri
tic
am
en
te
 
te
xt
os
 v
ar
ia
do
s.
 
1.
 E
xp
ri
m
ir
 p
on
to
s 
de
 v
is
ta
 
su
sc
it
ad
os
 p
or
 le
it
ur
as
 d
iv
er
sa
s,
 
fu
nd
am
en
ta
nd
o.
2.
 A
rt
ig
o 
de
 o
pi
ni
ão
: 
«E
nv
el
he
ci
m
en
to
 
da
 p
op
ul
aç
ão
» 
2.
 U
ni
da
de
 2
: C
on
to
s 
(p
. 1
57
) 
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
• 
 P
re
pa
ra
r 
o 
G
ru
po
 
II
 d
o 
Ex
am
e 
– 
 Fi
ch
a 
nº
 1
: 
re
la
to
 d
e 
vi
ag
em
 
(p
p.
 4
0-
41
) 
– 
 Fi
ch
a 
nº
 5
: 
ar
tig
o 
de
 o
pi
ni
ão
 
(p
p.
 5
1-
53
)
– 
 Fi
ch
a 
nº
 3
: 
ap
re
ci
aç
ão
 
cr
ít
ic
a 
 
(p
p.
 4
5-
47
) 
D
os
si
ê 
P
rá
tic
o 
 
do
 P
ro
fe
ss
or
Te
st
es
 d
e 
av
al
ia
çã
o 
m
od
el
o 
IA
VE
 d
as
 
U
ni
da
de
s 
1,
 2
 e
 3
(p
p.
 1
41
-1
50
)
(p
p.
 1
51
-1
79
)
(p
p.
 1
80
-2
08
) 
A
pr
ec
ia
çã
o 
cr
íti
ca
D
es
cr
iç
ão
 
su
ci
nt
a 
do
 o
bj
et
o,
 
ac
om
pa
nh
ad
a 
 
de
 c
om
en
tá
ri
o 
 
cr
ít
ic
o
3.
 A
pr
ec
ia
çã
o 
cr
ít
ic
a 
(d
e 
liv
ro
):
 
«R
es
ga
te
 d
a 
pa
la
vr
a»
, B
ai
rr
o 
oc
id
en
ta
l d
e 
M
an
ue
l A
le
gr
e
3.
 U
ni
da
de
 3
: P
oe
ta
s 
co
nt
em
po
râ
ne
os
 (
p.
 1
95
)
E
sc
ri
ta
 
(E
12
)
A
pr
ec
ia
çã
o 
cr
íti
ca
D
es
cr
iç
ão
 
su
ci
nt
a 
do
 o
bj
et
o,
 
ac
om
pa
nh
ad
a 
 
de
 c
om
en
tá
ri
o 
cr
ít
ic
o
10
. P
la
ni
fic
ar
 a
 e
sc
ri
ta
 d
e 
te
xt
os
.
1.
 C
on
so
lid
ar
 e
 a
pe
rf
ei
ço
ar
 
pr
oc
ed
im
en
to
s 
de
 e
la
bo
ra
çã
o 
 
de
 p
la
no
s 
de
 t
ex
to
. 
11
. E
sc
re
ve
r 
te
xt
os
 d
e 
di
fe
re
nt
es
 
gé
ne
ro
s 
e 
fin
al
id
ad
es
. 
1.
 E
sc
re
ve
r 
te
xt
os
 v
ar
ia
do
s,
 
re
sp
ei
ta
nd
o 
as
 m
ar
ca
s 
do
 g
én
er
o:
 
ex
po
si
çã
o 
so
br
e 
um
 t
em
a,
 
ap
re
ci
aç
ão
 c
rí
ti
ca
 e
 t
ex
to
 
de
 o
pi
ni
ão
. 
A
tiv
id
ad
e 
 
do
 M
an
ua
l
1.
 A
pr
ec
ia
çã
o 
cr
ít
ic
a 
(d
e 
fil
m
e)
: 
fil
m
e 
ép
ic
o
2.
 A
pr
ec
ia
çã
o 
cr
ít
ic
a 
(d
e 
ex
po
si
çã
o)
: 
ex
po
si
çã
o 
ar
tí
st
ic
a
M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 1
: F
er
na
nd
o 
P
es
so
a 
1.
4 
M
en
sa
ge
m
 (
p.
 1
21
) 
2.
 U
ni
da
de
 3
: P
oe
ta
s 
co
nt
em
po
râ
ne
os
 (
p.
 1
91
) 
A
ne
xo
 I
nf
or
m
at
iv
o
• G
én
er
os
 t
ex
tu
ai
s 
– 
 A
pr
ec
ia
çã
o 
cr
ít
ic
a 
(p
. 3
81
) 
M
an
ua
l
1.
4 
 M
en
sa
ge
m
 
Te
st
e 
de
 
av
al
ia
çã
o 
(p
. 1
26
) 
2.
 C
on
to
s 
Te
st
e 
de
 a
 
va
lia
çã
o 
(p
. 1
60
) 
 
 
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 26
1. Planificação global e planos de aula
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
2º
E
sc
ri
ta
 
(E
12
)
12
. R
ed
ig
ir
 te
xt
os
 c
om
 c
oe
rê
nc
ia
 
e 
co
rr
eç
ão
 li
ng
uí
st
ic
a.
1.
 R
es
pe
it
ar
 o
 t
em
a.
2.
 M
ob
ili
za
r 
in
fo
rm
aç
ão
 a
m
pl
a 
 
e 
di
ve
rs
ifi
ca
da
.
3.
 R
ed
ig
ir
 u
m
 t
ex
to
 e
st
rutu
ra
do
, 
qu
e 
re
fl
it
a 
um
a 
pl
an
ifi
ca
çã
o,
 
ev
id
en
ci
an
do
 u
m
 b
om
 d
om
ín
io
 d
os
 
m
ec
an
is
m
os
 d
e 
co
es
ão
 t
ex
tu
al
: 
a)
 t
ex
to
 c
on
st
it
uí
do
 p
or
 
tr
ês
 p
ar
te
s 
(i
nt
ro
du
çã
o,
 
de
se
nv
ol
vi
m
en
to
 e
 c
on
cl
us
ão
),
 
in
di
vi
du
al
iz
ad
as
 e
 d
ev
id
am
en
te
 
pr
op
or
ci
on
ad
as
; 
b)
 m
ar
ca
çã
o 
co
rr
et
a 
 
de
 p
ar
ág
ra
fo
s;
 
d)
 u
ti
liz
aç
ão
 a
de
qu
ad
a 
 
de
 c
on
ec
to
re
s 
di
ve
rs
ifi
ca
do
s.
4.
 M
ob
ili
za
r 
ad
eq
ua
da
m
en
te
 
re
cu
rs
os
 d
a 
lín
gu
a:
 u
so
 c
or
re
to
 
do
 r
eg
is
to
 d
e 
lín
gu
a,
 v
oc
ab
ul
ár
io
 
ad
eq
ua
do
 a
o 
te
m
a,
 c
or
re
çã
o 
na
 
ac
en
tu
aç
ão
, n
a 
or
to
gr
af
ia
, n
a 
si
nt
ax
e 
e 
na
 p
on
tu
aç
ão
.
5.
 O
bs
er
va
r 
os
 p
ri
nc
íp
io
s 
do
 t
ra
ba
lh
o 
in
te
le
ct
ua
l: 
id
en
ti
fic
aç
ão
 d
as
 
fo
nt
es
 u
ti
liz
ad
as
; c
um
pr
im
en
to
 
da
s 
no
rm
as
 d
e 
ci
ta
çã
o;
 u
so
 d
e 
no
ta
s 
de
 r
od
ap
é;
 e
la
bo
ra
çã
o 
da
 
bi
bl
io
gr
af
ia
. 
6.
 U
ti
liz
ar
 c
om
 a
ce
rt
o 
as
 t
ec
no
lo
gi
as
 
de
 in
fo
rm
aç
ão
 n
a 
pr
od
uç
ão
, n
a 
re
vi
sã
o 
e 
na
 e
di
çã
o 
de
 t
ex
to
. 
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
• E
sc
ri
ta
 
– 
 Fi
ch
a 
nº
 3
: a
pr
ec
ia
çã
o 
cr
ít
ic
a 
 (
pp
. 6
7-
68
) 
• 
 S
ol
uç
õe
s 
– 
 C
en
ár
io
s 
de
 r
es
po
st
a 
da
 
es
cr
it
a 
(U
ni
da
de
 1
)
3.
 P
oe
ta
s 
co
nt
em
po
râ
ne
os
 
Te
st
e 
de
 
av
al
ia
çã
o 
(p
. 1
98
) 
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
• E
sc
ri
ta
 
– 
 Fi
ch
a 
nº
 3
: 
ap
re
ci
aç
ão
 
cr
ít
ic
a 
 
(p
p.
 6
7-
68
) 
– 
 Fi
ch
a 
nº
 2
: 
ex
po
si
çã
o 
so
br
e 
um
 t
em
a 
(p
p.
 6
5-
66
) 
– 
 Fi
ch
a 
nº
 4
: t
ex
to
 
de
 o
pi
ni
ão
 
(p
p.
 6
9-
70
) 
D
os
si
ê 
P
rá
tic
o 
 
do
 P
ro
fe
ss
or
Te
st
es
 d
e 
av
al
ia
çã
o 
m
od
el
o 
IA
VE
 d
as
 
U
ni
da
de
s 
1,
 2
 e
 3
(p
p.
 1
41
-1
50
)
(p
p.
 1
51
-1
79
)
(p
p.
 1
80
-2
08
)
E
xp
os
iç
ão
 s
ob
re
 
um
 te
m
a
Va
ri
ed
ad
e 
de
 t
em
as
, 
m
ul
ti
pl
ic
id
ad
e 
de
 
in
te
rv
en
ie
nt
es
, 
m
ei
os
 e
 p
on
to
s 
de
 v
is
ta
 
(a
lt
er
nâ
nc
ia
 d
a 
1ª
 
e 
da
 3
ª 
pe
ss
oa
),
 
in
fo
rm
aç
ão
 
se
le
ti
va
, r
el
aç
ão
 
en
tr
e 
o 
to
do
 e
 a
s 
pa
rt
es
1.
 E
xp
os
iç
ão
 s
ob
re
 
um
 t
em
a:
 o
s 
po
rt
ug
ue
se
s 
e 
o 
m
ar
 n
a 
at
ua
lid
ad
e
2.
 E
xp
os
iç
ão
 
so
br
e 
um
 t
em
a:
 
os
 m
ei
os
 d
e 
co
m
un
ic
aç
ão
 
na
s 
so
ci
ed
ad
es
3.
 E
xp
os
iç
ão
 s
ob
re
 
um
 t
em
a:
 s
er
 
cr
ia
nç
a
M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 1
: F
er
na
nd
o 
P
es
so
a 
1.
4 
M
en
sa
ge
m
 (
p.
 1
11
) 
2.
 U
ni
da
de
 2
: C
on
to
s 
(p
. 1
45
) 
3.
 U
ni
da
de
 3
: P
oe
ta
s 
co
nt
em
po
râ
ne
os
 (
p.
 1
78
) 
A
ne
xo
 I
nf
or
m
at
iv
o
• G
én
er
os
 t
ex
tu
ai
s 
– 
 Ex
po
si
çã
o 
so
br
e 
um
 t
em
a 
(p
. 3
80
)
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
• E
sc
ri
ta
 
– 
 Fi
ch
a 
nº
 2
: E
xp
os
iç
ão
 
so
br
e 
um
 t
em
a 
 
(p
p.
 6
5-
66
) 
• 
 S
ol
uç
õe
s 
– 
 C
en
ár
io
s 
de
 r
es
po
st
a 
da
 
es
cr
it
a 
(U
ni
da
de
s 
1,
 2
 e
 3
)
 
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 27
Planificação global
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
2º
E
sc
ri
ta
 
(E
12
)
Te
xt
o 
de
 o
pi
ni
ão
Ex
pl
ic
it
aç
ão
 d
e 
um
 p
on
to
 d
e 
vi
st
a,
 c
la
re
za
 
e 
pe
rt
in
ên
ci
a 
da
 p
er
sp
et
iv
a 
ad
ot
ad
a,
 d
os
 
ar
gu
m
en
to
s 
de
se
nv
ol
vi
do
s 
e 
do
s 
re
sp
et
iv
os
 
ex
em
pl
os
; 
di
sc
ur
so
 
va
lo
ra
ti
vo
 (
ju
íz
o 
de
 v
al
or
 e
xp
líc
it
o 
ou
 im
pl
íc
it
o)
13
. R
ev
er
 o
s 
te
xt
os
 e
sc
ri
to
s.
1.
 P
au
ta
r 
a 
es
cr
it
a 
do
 t
ex
to
 p
or
 
ge
st
os
 r
ec
or
re
nt
es
 d
e 
re
vi
sã
o 
e 
ap
er
fe
iç
oa
m
en
to
, t
en
do
 e
m
 c
on
ta
 
a 
qu
al
id
ad
e 
do
 p
ro
du
to
 f
in
al
.
1.
 T
ex
to
 d
e 
op
in
iã
o:
 
en
ve
lh
ec
im
en
to
 
da
 p
op
ul
aç
ão
 e
 
ní
ve
is
 b
ai
xo
s 
de
 
na
ta
lid
ad
e
2.
 T
ex
to
 d
e 
op
in
iã
o:
 
a 
im
po
rt
ân
ci
a 
da
 
lib
er
da
de
M
an
ua
l
2.
 U
ni
da
de
 2
: C
on
to
s 
(p
. 1
54
) 
3.
 U
ni
da
de
 3
: P
oe
ta
s 
co
nt
em
po
râ
ne
os
 (
p.
 1
70
) 
A
ne
xo
 I
nf
or
m
at
iv
o
• G
én
er
os
 t
ex
tu
ai
s 
– 
Te
xt
o 
de
 o
pi
ni
ão
 (
p.
 3
82
)
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
• E
sc
ri
ta
 
– 
 Fi
ch
a 
nº
 4
: T
ex
to
 d
e 
op
in
iã
o 
(p
p.
 6
9-
70
) 
• 
 S
ol
uç
õe
s 
– 
 C
en
ár
io
s 
de
 r
es
po
st
a 
da
 
es
cr
it
a 
(U
ni
da
de
s 
2 
e 
3)
E
du
ca
çã
o 
lit
er
ár
ia
 
(E
L1
2)
M
en
sa
ge
m
 
O
 S
eb
as
ti
an
is
m
o.
O
 im
ag
in
ár
io
 
ép
ic
o:
 
– 
 na
tu
re
za
 é
pi
co
-
-l
íric
a 
da
 o
br
a;
 
– 
 es
tr
ut
ur
a 
da
 
ob
ra
; 
– 
 di
m
en
sã
o 
si
m
bó
lic
a 
 
do
 h
er
ói
; 
– 
 ex
al
ta
çã
o 
pa
tr
ió
ti
ca
14
. L
er
 e
 in
te
rp
re
ta
r 
te
xt
os
 
lit
er
ár
io
s.
 
1.
 L
er
 e
xp
re
ss
iv
am
en
te
 e
m
 v
oz
 a
lt
a 
te
xt
os
 li
te
rá
ri
os
.
2.
 L
er
 t
ex
to
s 
lit
er
ár
io
s 
po
rt
ug
ue
se
s 
do
 s
éc
ul
o 
XX
, d
e 
di
fe
re
nt
es
 
gé
ne
ro
s.
3.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
te
m
as
, i
de
ia
s 
pr
in
ci
pa
is
, p
on
to
s 
de
 v
is
ta
 
e 
un
iv
er
so
s 
de
 r
ef
er
ên
ci
a,
 
ju
st
ifi
ca
nd
o.
4.
 F
az
er
 in
fe
rê
nc
ia
s,
 f
un
da
m
en
ta
nd
o.
5.
 A
na
lis
ar
 o
 p
on
to
 d
e 
vi
st
a 
da
s 
di
fe
re
nt
es
 p
er
so
na
ge
ns
.
6.
 E
xp
lic
it
ar
 a
 f
or
m
a 
co
m
o 
o 
te
xt
o 
es
tá
 e
st
ru
tu
ra
do
.
M
an
ua
l
1.
 L
ei
tu
ra
 d
e 
te
xt
os
 d
e 
co
nt
ex
tu
al
iz
aç
ão
 
hi
st
ór
ic
o-
 
-l
it
er
ár
ia
2.
 A
ti
vi
da
de
s 
de
 
pr
é-
le
it
ur
a/
m
ot
iv
aç
ão
 p
ar
a 
 
a 
le
it
ur
a
3.
 L
ei
tu
ra
 d
os
 
po
em
as
 d
e 
M
en
sa
ge
m
 d
e 
Fe
rn
an
do
 P
es
so
a 
or
tó
ni
m
o
M
an
ua
l
1.
4 
M
en
sa
ge
m
 
– 
 Te
xt
os
 d
e 
co
nt
ex
tu
al
iz
aç
ão
 
hi
st
ór
ic
o-
lit
er
ár
ia
 
re
la
ti
va
s 
a:
 
– 
 Fe
rn
an
do
 P
es
so
a 
e 
M
en
sa
ge
m
 (
pp
. 1
06
-1
07
)
– 
 Es
tr
ut
ur
a 
de
 M
en
sa
ge
m
 
(p
. 1
08
)
R
ub
ri
ca
 «
A
nt
es
 d
e 
le
r»
 
e 
po
em
as
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 1
09
) 
I.
 B
R
A
S
Ã
O
• «
O
 d
os
 c
as
te
lo
s»
 (
p.
 1
09
)
M
an
ua
l
1.
4 
 M
en
sa
ge
m
 
Te
st
e 
de
 
av
al
ia
çã
o 
(p
. 1
26
) 
• D
oc
um
en
to
s 
Te
st
e 
de
 a
va
lia
çã
o 
1.
4 
M
en
sa
ge
m
 
 
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 28
1. Planificação global e planos de aula
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
A
ut
or
 / 
O
br
a
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
2º
E
du
ca
çã
o 
lit
er
ár
ia
 
(E
L1
2)
Li
ng
ua
ge
m
, e
st
ilo
 
e 
es
tr
ut
ur
a:
– 
 es
tr
ut
ur
a 
es
tr
óf
ic
a,
 
m
ét
ri
ca
 e
 r
im
a;
 
– 
 re
cu
rs
os
 
ex
pr
es
si
vo
s:
 
a 
ap
ós
tr
of
e,
 a
 
en
um
er
aç
ão
, 
a 
gr
ad
aç
ão
, a
 
in
te
rr
og
aç
ão
 
re
tó
ri
ca
 e
 a
 
m
et
áf
or
a
7.
 E
st
ab
el
ec
er
 r
el
aç
õe
s 
de
 s
en
ti
do
 
en
tr
e 
si
tu
aç
õe
s 
ou
 e
pi
só
di
os
. 
8.
 M
ob
ili
za
r 
os
 c
on
he
ci
m
en
to
s 
ad
qu
ir
id
os
 s
ob
re
 a
s 
ca
ra
ct
er
ís
ti
ca
s 
do
s 
te
xt
os
 
po
ét
ic
os
 e
 n
ar
ra
ti
vo
s.
 
9.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
e 
ex
pl
ic
it
ar
 o
 v
al
or
 d
os
 
re
cu
rs
os
 e
xp
re
ss
iv
os
 m
en
ci
on
ad
os
 
no
 P
ro
gr
am
a.
 
15
. A
pr
ec
ia
r 
te
xt
os
 li
te
rá
ri
os
.
1.
 R
ec
on
he
ce
r 
va
lo
re
s 
cu
lt
ur
ai
s,
 
ét
ic
os
 e
 e
st
ét
ic
os
 m
an
ife
st
ad
os
 
no
s 
te
xt
os
.
2.
 V
al
or
iz
ar
 u
m
a 
ob
ra
 e
nq
ua
nt
o 
ob
je
to
 s
im
bó
lic
o,
 n
o 
pl
an
o 
do
 
im
ag
in
ár
io
 in
di
vi
du
al
 e
 c
ol
et
iv
o.
3.
 E
xp
re
ss
ar
 p
on
to
s 
de
 v
is
ta
 
su
sc
it
ad
os
 p
el
os
 t
ex
to
s 
lid
os
, 
fu
nd
am
en
ta
nd
o.
 
4.
 F
az
er
 a
pr
es
en
ta
çõ
es
 o
ra
is
 (
5 
a 
7 
m
in
ut
os
) 
so
br
e 
ob
ra
s,
 p
ar
te
 d
e 
ob
ra
s 
ou
 t
óp
ic
os
 d
o 
P
ro
gr
am
a.
5.
 E
sc
re
ve
r 
ex
po
si
çõ
es
 (
en
tr
e 
13
0 
e 
17
0 
pa
la
vr
as
) 
so
br
e 
te
m
as
 
re
sp
ei
ta
nt
es
 à
s 
ob
ra
s 
es
tu
da
da
s,
 
se
gu
in
do
 t
óp
ic
os
 f
or
ne
ci
do
s.
6.
 L
er
 u
m
a 
ou
 d
ua
s 
ob
ra
s 
do
 P
ro
je
to
 
de
 L
ei
tu
ra
 r
el
ac
io
na
nd
o-
a(
s)
 c
om
 
co
nt
eú
do
s 
pr
og
ra
m
át
ic
os
 d
e 
di
fe
re
nt
es
 d
om
ín
io
s.
7.
 A
na
lis
ar
 r
ec
ri
aç
õe
s 
de
 o
br
as
 
lit
er
ár
ia
s 
do
 P
ro
gr
am
a,
 c
om
 
re
cu
rs
o 
a 
di
fe
re
nt
es
 li
ng
ua
ge
ns
 
(p
or
 e
xe
m
pl
o,
 m
ús
ic
a,
 t
ea
tr
o,
 
ci
ne
m
a,
 a
da
pt
aç
õe
s 
a 
sé
ri
es
 d
e 
TV
),
 e
st
ab
el
ec
en
do
 c
om
pa
ra
çõ
es
 
pe
rt
in
en
te
s.
4.
 R
es
ol
uç
ão
 d
e 
fic
ha
s 
de
 a
po
io
 
re
la
ti
va
 a
os
 
tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
P
ro
gr
am
a
5.
 L
ei
tu
ra
 d
a 
 
ru
br
ic
a 
 
de
 â
m
bi
to
 
te
ór
ic
o 
 
de
si
gn
ad
a 
«I
nt
er
te
xt
ua
li-
da
de
s»
6.
 R
ea
liz
aç
ão
 
da
s 
at
iv
id
ad
es
 
as
so
ci
ad
as
 
à 
ru
br
ic
a 
de
 
âm
bi
to
 p
rá
ti
co
 
de
si
gn
ad
a 
«T
em
as
 
co
m
un
s»
7.
 A
ná
lis
e 
e 
es
tu
do
 
do
s 
es
qu
em
as
-
-s
ín
te
se
 n
o 
fin
al
 
da
s 
un
id
ad
es
 
di
dá
ti
ca
s
• «
D.
 D
in
is
» 
(p
. 1
10
)
• «
D.
 S
eb
as
ti
ão
, r
ei
 
de
 P
or
tu
ga
l»
 (
p.
 1
11
)
II
. M
A
R
 P
O
R
TU
G
U
ÊS
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 1
12
)
• «
H
or
iz
on
te
» 
(p
. 1
12
)
• «
O
 M
os
tr
en
go
» 
(p
. 1
14
)
• «
O
 Q
ui
nt
o 
Im
pé
ri
o»
 
(p
. 1
15
)
II
. O
 E
N
C
O
B
ER
TO
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 1
19
)
• «
’S
cr
ev
o 
m
eu
 li
vr
o 
àbe
ir
a-
m
ág
oa
» 
(p
. 1
19
)
• «
N
ev
oe
ir
o»
 (
p.
 1
20
)
Fi
ch
as
 d
e 
ap
oi
o
 Fi
ch
a 
de
 a
po
io
 n
º 
1 
– 
 
O
 im
ag
in
ár
io
 é
pi
co
: n
at
ur
ez
a 
ép
ic
o-
lír
ic
a 
da
 o
br
a 
 
(p
. 1
17
)
Fi
ch
a 
de
 a
po
io
 n
º 
2 
– 
 
O
 im
ag
in
ár
io
 é
pi
co
: d
im
en
sã
o 
si
m
bó
lic
a 
do
 h
er
ói
 e
 
ex
al
ta
çã
o 
pa
tr
ió
ti
ca
 (
p.
 1
18
)
Fi
ch
a 
de
 a
po
io
 n
º 
3 
– 
 
O
 S
eb
as
ti
an
is
m
o 
(p
. 1
22
)
R
ub
ri
ca
 «
Te
m
as
 c
om
un
s»
 S
eb
as
ti
an
is
m
o 
em
 M
en
sa
ge
m
 
e 
Fr
ei
 L
uí
s 
de
 S
ou
sa
 (
p.
 1
16
)
R
ub
ri
ca
 
«I
nt
er
te
xt
ua
lid
ad
es
»
M
en
sa
ge
m
 e
 O
s 
Lu
sí
ad
as
 
(p
. 1
13
)
E
sq
ue
m
a-
sí
nt
es
e
1.
4 
M
en
sa
ge
m
 (
p.
 1
25
)
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
• T
es
te
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
m
od
el
o 
IA
VE
Te
st
e 
nº
 2
: 
B
er
na
rd
o 
S
oa
re
s,
 L
iv
ro
 d
o 
de
sa
ss
os
se
go
 e
 
Fe
rn
an
do
 P
es
so
a,
 
M
en
sa
ge
m
(p
p.
 7
6-
79
) 
D
os
si
ê 
P
rá
tic
o 
 
do
 P
ro
fe
ss
or
Te
st
es
 d
e 
av
al
ia
çã
o 
m
od
el
o 
IA
VE
 d
a 
U
ni
da
de
 1
(p
p.
 1
41
-1
50
)
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 29
Planificação global
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
A
ut
or
 / 
O
br
a
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
2º
E
du
ca
çã
o 
lit
er
ár
ia
 
(E
L1
1)
16
. S
itu
ar
 o
br
as
 li
te
rá
ri
as
 e
m
 
fu
nç
ão
 d
e 
gr
an
de
s 
m
ar
co
s 
hi
st
ór
ic
os
 e
 c
ul
tu
ra
is
.
1.
 R
ec
on
he
ce
r 
a 
co
nt
ex
tu
al
iz
aç
ão
 
hi
st
ór
ic
o-
lit
er
ár
ia
 n
os
 c
as
os
 
pr
ev
is
to
s 
no
 P
ro
gr
am
a.
2.
 C
om
pa
ra
r 
te
m
as
, i
de
ia
s 
e 
va
lo
re
s 
ex
pr
es
so
s 
em
 d
ife
re
nt
es
 t
ex
to
s 
da
 m
es
m
a 
ép
oc
a 
e 
de
 d
ife
re
nt
es
 
ép
oc
as
.
• Á
ud
io
s 
/ L
in
ks
 
H
él
de
r 
M
ou
ti
nh
o,
 «
M
ar
 
po
rt
ug
uê
s»
 (
4:
11
 m
in
) 
Jo
ão
 B
ra
ga
, «
D.
 S
eb
as
ti
ão
» 
(4
:1
1 
m
in
)
• Á
ud
io
s 
«O
 d
os
 C
as
te
lo
s»
 
«O
 M
os
tr
en
go
» 
«O
 Q
ui
nt
o 
Im
pé
ri
o»
 
«N
ev
oe
ir
o»
2.
 C
on
to
s
1.
 «
S
em
pr
e 
é 
um
a 
co
m
pa
nh
ia
»,
 
de
 M
an
ue
l d
a 
Fo
ns
ec
a
ou
S
ol
id
ão
 e
 
co
nv
iv
ia
lid
ad
e
C
ar
ac
te
ri
za
çã
o 
da
s 
pe
rs
on
ag
en
s 
– 
 R
el
aç
ão
 e
nt
re
 
el
as
C
ar
ac
te
ri
za
çã
o 
do
 e
sp
aç
o:
 f
ís
ic
o,
 
ps
ic
ol
óg
ic
o 
e 
so
ci
op
ol
ít
ic
o.
 
Im
po
rt
ân
ci
a 
da
s 
pe
ri
pé
ci
as
 in
ic
ia
l 
e 
fin
al
M
an
ua
l
1.
 L
ei
tu
ra
 d
e 
te
xt
os
 d
e 
co
nt
ex
tu
al
iz
aç
ão
 
lit
er
ár
ia
2.
 A
ti
vi
da
de
s 
de
 
pr
é-
le
it
ur
a/
m
ot
iv
aç
ão
 p
ar
a 
 
a 
le
it
ur
a
3.
 L
ei
tu
ra
 d
o 
co
nt
o 
«S
em
pr
e 
é 
um
a 
co
m
pa
nh
ia
»,
 
de
 M
an
ue
l d
a 
Fo
ns
ec
a 
4.
 R
es
ol
uç
ão
 
de
 f
ic
ha
s 
de
 
ap
oi
o 
re
la
ti
va
 
ao
s 
tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
P
ro
gr
am
a
5.
 A
ná
lis
e 
e 
es
tu
do
 
do
s 
es
qu
em
as
- 
-s
ín
te
se
 n
o 
fin
al
 
da
s 
un
id
ad
es
 
di
dá
ti
ca
s
M
an
ua
l
2.
 C
on
to
s
– 
 Te
xt
os
 d
e 
co
nt
ex
tu
al
iz
aç
ão
 
lit
er
ár
ia
 r
el
at
iv
as
 a
 
– 
G
én
er
os
 li
te
rá
ri
os
 –
 
o 
co
nt
o 
(p
p.
 1
32
-1
33
)
– 
 M
an
ue
l d
a 
Fo
ns
ec
a 
– 
Vi
da
 e
 o
br
a 
(p
. 1
34
)
– 
 M
ar
ia
 J
ud
it
e 
de
 
C
ar
va
lh
o 
– 
Vi
da
 e
 
ob
ra
 (
p.
 1
48
)
R
ub
ri
ca
 «
A
nt
es
 d
e 
le
r»
 
co
nt
o
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 1
35
)
• «
S
em
pr
e 
é 
um
a 
co
m
pa
nh
ia
»,
 d
e 
M
an
ue
l d
a 
Fo
ns
ec
a 
(p
p.
 1
35
-1
40
)
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 1
49
)
 • 
 «G
eo
rg
e»
, d
e 
M
ar
ia
 J
ud
it
e 
de
 C
ar
va
lh
o 
(p
p.
 1
49
-1
53
)
M
an
ua
l
2.
 C
on
to
s
Te
st
e 
de
 a
va
lia
çã
o
(p
. 1
60
) 
D
os
si
ê 
P
rá
tic
o 
 
do
 P
ro
fe
ss
or
• 
 Te
st
es
 d
e 
av
al
ia
çã
o 
 
m
od
el
o 
IA
VE
 
da
 U
ni
da
de
 2
 
(p
p.
 1
51
-1
79
)
• D
oc
um
en
to
s 
Te
st
e 
de
 a
va
lia
çã
o
2.
 C
on
to
s
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
• T
es
te
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
m
od
el
o 
IA
VE
Te
st
e 
nº
 3
: C
on
to
 
de
 M
an
ue
l d
a 
Fo
ns
ec
a 
e 
po
em
a 
de
 J
or
ge
 d
e 
S
en
a
(p
p.
 8
0-
84
) 
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 30
1. Planificação global e planos de aula
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
A
ut
or
 / 
O
br
a
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
2º
E
du
ca
çã
o 
lit
er
ár
ia
 
(E
L1
2)
Li
ng
ua
ge
m
, e
st
ilo
 
e 
es
tr
ut
ur
a:
 
– 
 o 
co
nt
o:
 
un
id
ad
e 
deaç
ão
; b
re
vi
da
de
 
na
rr
at
iv
a;
 
co
nc
en
tr
aç
ão
 d
e 
te
m
po
 e
 e
sp
aç
o;
 
nú
m
er
o 
lim
ita
do
 
de
 p
er
so
na
ge
ns
; 
– 
 a 
es
tr
ut
ur
a 
da
 
ob
ra
; 
– 
 di
sc
ur
so
 d
ire
to
 
e 
in
di
re
to
; 
– 
 re
cu
rs
os
 
ex
pr
es
si
vo
s
Fi
ch
as
 d
e 
ap
oi
o
• F
ic
ha
 d
e 
ap
oi
o 
nº
 2
 –
 
S
ol
id
ão
 e
 c
on
vi
vi
al
id
ad
e 
| 
C
ar
ac
te
ri
za
çã
o 
da
s 
pe
rs
on
ag
en
s 
| 
C
ar
ac
te
ri
za
çã
o 
do
 e
sp
aç
o 
| 
Im
po
rt
ân
ci
a 
da
s 
pe
ri
pé
ci
as
 
in
ic
ia
l e
 f
in
al
 (
pp
. 1
46
-1
47
)
• F
ic
ha
 d
e 
ap
oi
o 
nº
 3
 –
 A
s 
tr
ês
 
id
ad
es
 d
a 
vi
da
 | 
O
 d
iá
lo
go
 
en
tr
e 
re
al
id
ad
e,
 m
em
ór
ia
 e
 
im
ag
in
aç
ão
 | 
M
et
am
or
fo
se
s 
da
 f
ig
ur
a 
fe
m
in
in
a 
| A
 
co
m
pl
ex
id
ad
e 
da
 n
at
ur
ez
a 
hu
m
an
a 
(p
p.
 1
55
-1
56
)
E
sq
ue
m
a-
sí
nt
es
e
2.
 C
on
to
s 
(p
. 1
59
)
• A
pr
es
en
ta
çã
o 
C
on
te
xt
ua
liz
aç
ão
 
hi
st
ór
ic
o-
lit
er
ár
ia
 
da
 u
ni
da
de
 2
 
S
ín
te
se
 –
 2
. C
on
to
s
• V
íd
eo
 / 
Li
nk
s 
A
 m
en
in
a 
da
 rá
di
o 
(1
94
4)
, 
re
al
iz
ad
o 
po
r 
A
rt
hu
r 
D
ua
rt
e
D
os
si
ê 
P
rá
tic
o 
 
do
 P
ro
fe
ss
or
Te
st
es
 d
e 
av
al
ia
çã
o 
m
od
el
o 
IA
VE
 d
a 
U
ni
da
de
 2
(p
p.
 1
51
-1
60
)
D
os
si
ê 
P
rá
tic
o 
 
do
 P
ro
fe
ss
or
Te
st
es
 d
e 
av
al
ia
çã
o 
m
od
el
o 
IA
VE
 d
a 
U
ni
da
de
 2
(p
p.
 1
61
-1
69
)
2.
 «
G
eo
rg
e»
, d
e 
M
ar
ia
 J
ud
it
e 
de
 C
ar
va
lh
o
ou
A
s 
tr
ês
 id
ad
es
 d
a 
vi
da
O
 d
iá
lo
go
 e
nt
re
 
re
al
id
ad
e,
 
m
em
ór
ia
 
e 
im
ag
in
aç
ão
M
et
am
or
fo
se
s 
da
 
fig
ur
a 
fe
m
in
in
a
A
 c
om
pl
ex
id
ad
e 
da
 n
at
ur
ez
a 
hu
m
an
a
Li
ng
ua
ge
m
, e
st
ilo
 
e 
es
tr
ut
ur
a:
 
– 
 o 
co
nt
o:
 u
ni
da
de
 
de
 a
çã
o;
 
br
ev
id
ad
e 
 
na
rr
at
iv
a;
 
co
nc
en
tr
aç
ão
 
de
 t
em
po
 e
 
es
pa
ço
; 
nú
m
er
o 
lim
it
ad
o 
de
 p
er
so
na
ge
ns
;
M
an
ua
l
1.
 L
ei
tu
ra
 d
e 
te
xt
os
 d
e 
co
nt
ex
tu
al
iz
aç
ão
 
lit
er
ár
ia
2.
 A
ti
vi
da
de
s 
de
 
pr
é-
le
it
ur
a/
m
ot
iv
aç
ão
 p
ar
a 
 
a 
le
it
ur
a
3.
 L
ei
tu
ra
 d
o 
co
nt
o 
«S
em
pr
e 
é 
um
a 
co
m
pa
nh
ia
»,
 
de
 M
an
ue
l d
a 
Fo
ns
ec
a 
4.
 R
es
ol
uç
ão
 
de
 f
ic
ha
s 
de
 
ap
oi
o 
re
la
ti
va
 
ao
s 
tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
P
ro
gr
am
a
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 31
Planificação global
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
A
ut
or
 / 
O
br
a
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
2º
E
du
ca
çã
o 
lit
er
ár
ia
 
(E
L1
2)
– 
 a 
es
tr
ut
ur
a 
da
 
ob
ra
; 
– 
 di
sc
ur
so
 d
ir
et
o 
e 
in
di
re
to
; 
– 
 re
cu
rs
os
 
ex
pr
es
si
vo
s
5.
 A
ná
lis
e 
e 
es
tu
do
 
do
s 
es
qu
em
as
- 
-s
ín
te
se
 n
o 
fin
al
 
da
s 
un
id
ad
es
 
di
dá
ti
ca
s
3.
 «
Fa
m
íli
as
 
de
sa
vi
nd
as
»,
 
de
 M
ár
io
 d
e 
C
ar
va
lh
o
H
is
tó
ri
a 
pe
ss
oa
l e
 
hi
st
ór
ia
 s
oc
ia
l: 
as
 
du
as
 f
am
íli
as
Va
lo
r 
si
m
bó
lic
o 
do
s 
m
ar
co
s 
hi
st
ór
ic
os
 
re
fe
ri
do
s
A
 d
im
en
sã
o 
ir
ón
ic
a 
do
 c
on
to
. 
A
 im
po
rt
ân
ci
a 
 
do
s 
ep
is
ód
io
s 
e 
 
da
 p
er
ip
éc
ia
 f
in
al
Li
ng
ua
ge
m
, e
st
ilo
 
e 
es
tr
ut
ur
a:
 
– 
 o 
co
nt
o:
 
un
id
ad
e 
de
 
aç
ão
; b
re
vi
da
de
 
na
rr
at
iv
a;
 
co
nc
en
tr
aç
ão
 
de
 t
em
po
 e
 
es
pa
ço
; n
úm
er
o 
lim
it
ad
o 
de
 
pe
rs
on
ag
en
s;
 
– 
 a 
es
tr
ut
ur
a 
da
 
ob
ra
; 
– 
 di
sc
ur
so
 d
ir
et
o 
e 
in
di
re
to
; 
– 
 re
cu
rs
os
 
ex
pr
es
si
vo
s
M
an
ua
l
1.
 L
ei
tu
ra
 d
e 
te
xt
os
 d
e 
co
nt
ex
tu
al
iz
aç
ão
 
lit
er
ár
ia
2.
 A
ti
vi
da
de
s 
de
 
pr
é-
le
it
ur
a/
m
ot
iv
aç
ão
 p
ar
a 
 
a 
le
it
ur
a
3.
 L
ei
tu
ra
 d
o 
co
nt
o 
«S
em
pr
e 
é 
um
a 
co
m
pa
nh
ia
»,
 
de
 M
an
ue
l d
a 
Fo
ns
ec
a 
4.
 R
es
ol
uç
ão
 
de
 f
ic
ha
s 
de
 
ap
oi
o 
re
la
ti
va
 
ao
s 
tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
P
ro
gr
am
a
5.
 A
ná
lis
e 
e 
es
tu
do
 
do
s 
es
qu
em
as
- 
-s
ín
te
se
 n
o 
fin
al
 
da
s 
un
id
ad
es
 
di
dá
ti
ca
s
U
ni
da
de
 2
 –
 C
on
to
s
Te
xt
o 
de
 c
on
te
xt
ua
liz
aç
ão
 
(p
p.
 1
70
-1
79
)
3.
 «
Fa
m
íli
as
 d
es
av
in
da
s»
, 
p.
 2
49
 d
o 
D
os
si
ê 
pr
át
ic
o 
 
do
 p
ro
fe
ss
or
.
Fi
ch
a 
de
 a
po
io
 
Te
st
e 
de
 a
va
lia
çã
o 
de
 c
on
he
ci
m
en
to
s
D
os
si
ê 
P
rá
tic
o 
 
do
 P
ro
fe
ss
or
Te
st
es
 d
e 
av
al
ia
çã
o 
m
od
el
o 
IA
VE
 d
a 
U
ni
da
de
 2
(p
p.
 1
70
-1
79
)
 
 
 
 
 
 
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 32
1. Planificação global e planos de aula
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
A
utor
 / 
O
br
a
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
2º
E
du
ca
çã
o 
lit
er
ár
ia
 
(E
L1
2)
3.
 P
oe
ta
s 
 
co
nt
em
po
râ
ne
os
R
ep
re
se
nt
aç
õe
s 
do
 c
on
te
m
po
râ
-
ne
o
Tr
ad
iç
ão
 li
te
rá
ri
a
Fi
gu
ra
çõ
es
 
do
 p
oe
ta
A
rt
e 
po
ét
ic
a
Li
ng
ua
ge
m
, e
st
ilo
 
e 
es
tr
ut
ur
a:
 
– 
 fo
rm
as
 p
oé
ti
ca
s 
e 
fo
rm
as
 
es
tr
óf
ic
as
; 
– 
m
ét
ri
ca
; 
– 
 re
cu
rs
os
 
ex
pr
es
si
vo
s
M
an
ua
l
1.
 L
ei
tu
ra
 d
e 
te
xt
os
 d
e 
co
nt
ex
tu
al
iz
aç
ão
 
hi
st
ór
ic
o-
lit
er
ár
ia
2.
 A
ti
vi
da
de
s 
de
 
pr
é-
le
it
ur
a/
m
ot
iv
aç
ão
 p
ar
a 
 
a 
le
it
ur
a
3.
 L
ei
tu
ra
 d
os
 
po
em
as
 d
e 
M
ig
ue
l T
or
ga
, 
Eu
gé
ni
o 
de
 
A
nd
ra
de
 e
 R
uy
 
B
el
o
4.
 R
es
ol
uç
ão
 
de
 f
ic
ha
s 
de
 
ap
oi
o 
re
la
ti
va
 
ao
s 
tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
P
ro
gr
am
a
5.
 L
ei
tu
ra
 d
a 
 
ru
br
ic
a 
de
 â
m
bi
-
to
 t
eó
ri
co
 d
es
ig
-
na
da
 «
In
te
rt
ex
-
tu
al
id
ad
es
»
6.
 R
ea
liz
aç
ão
 
da
s 
at
iv
id
ad
es
 
as
so
ci
ad
as
 
à 
ru
br
ic
a 
de
 
âm
bi
to
 p
rá
ti
co
 
de
si
gn
ad
a 
«T
em
as
 
co
m
un
s»
7.
 A
ná
lis
e 
e 
es
tu
do
 
do
s 
es
qu
em
as
- 
-s
ín
te
se
 n
o 
fin
al
 
da
s 
un
id
ad
es
 
di
dá
ti
ca
s
M
an
ua
l
3.
 P
oe
ta
s 
co
nt
em
po
râ
ne
os
M
ig
ue
l T
or
ga
– 
 Te
xt
os
 d
e 
co
nt
ex
tu
al
iz
aç
ão
 
lit
er
ár
ia
 r
el
at
iv
os
 a
 
– 
 P
oe
si
a 
po
rt
ug
ue
sa
 d
o 
sé
cu
lo
 X
X 
– 
de
po
im
en
to
s 
(p
p.
 1
66
-1
68
)
– 
 M
ig
ue
l T
or
ga
 –
 V
id
a 
e 
ob
ra
 
(p
. 1
68
)
R
ub
ri
ca
s 
«A
nt
es
 d
e 
le
r»
 e
 
po
em
as
 d
e 
M
ig
ue
l T
or
ga
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 1
69
)
• «
P
la
te
ia
» 
(p
. 1
69
)
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 1
71
)
• «
La
rg
ad
a»
 (
p.
 1
71
)
• «
Li
vr
o 
de
 h
or
as
» 
(p
. 1
72
)
• «
M
in
er
aç
ão
» 
(p
. 1
73
)
Fi
ch
a 
de
 a
po
io
• F
ic
ha
 d
e 
ap
oi
o 
nº
 1
 –
 
R
ep
re
se
nt
aç
õe
s 
do
 
co
nt
em
po
râ
ne
o;
 t
ra
di
çã
o 
lit
er
ár
ia
; f
ig
ur
aç
õe
s 
do
 
po
et
a;
 a
rt
e 
po
ét
ic
a 
na
 
po
es
ia
 d
e 
M
ig
ue
l T
or
ga
 
(p
p.
 1
74
-1
75
)
R
ub
ri
ca
 «
Te
m
as
 c
om
un
s»
• M
ig
ue
l T
or
ga
 e
 J
or
ge
 d
e 
S
en
a 
(p
. 1
70
)
• M
ig
ue
l T
or
ga
 e
 M
en
sa
ge
m
 
(p
. 1
71
)
• M
ig
ue
l T
or
ga
 e
 A
nt
ón
io
 
R
am
os
 R
os
a 
(p
. 1
73
)
M
an
ua
l
3.
 P
oe
ta
s 
co
nt
em
po
râ
ne
os
 
Te
st
e 
de
 
av
al
ia
çã
o 
(p
. 1
98
) 
D
os
si
ê 
P
rá
tic
o 
 
do
 P
ro
fe
ss
or
Te
st
es
 d
e 
av
al
ia
çã
o 
m
od
el
o 
IA
VE
 d
a 
U
ni
da
de
 3
(p
p.
 1
80
-2
08
)
• D
oc
um
en
to
s 
Te
st
e 
de
 a
va
lia
çã
o 
3.
 P
oe
ta
s 
co
nt
em
po
râ
ne
os
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
• T
es
te
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
m
od
el
o 
IA
VE
 
Te
st
e 
nº
 3
: C
on
to
 
de
 M
an
ue
l d
a 
Fo
ns
ec
a 
e 
po
em
a 
de
 J
or
ge
 d
e 
S
en
a 
(p
p.
 8
0-
84
) 
D
os
si
ê 
P
rá
tic
o 
 
do
 P
ro
fe
ss
or
Te
st
es
 d
e 
av
al
ia
çã
o 
m
od
el
o 
IA
VE
 d
a 
U
ni
da
de
 3
(p
p.
 1
80
-1
88
)
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 33
Planificação global
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
A
ut
or
 / 
O
br
a
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
2º
E
du
ca
çã
o 
lit
er
ár
ia
 
(E
L1
2)
E
ug
én
io
 d
e 
A
nd
ra
de
– 
 Te
xt
os
 d
e 
co
nt
ex
tu
al
iz
aç
ão
 
lit
er
ár
ia
 r
el
at
iv
os
 a
 
– 
 Eu
gé
ni
o 
de
 A
nd
ra
de
 –
 V
id
a 
e 
ob
ra
 (
p.
 1
76
)
R
ub
ri
ca
s 
«A
nt
es
 d
e 
le
r»
 
e 
po
em
as
 d
e 
E
ug
én
io
 d
e 
A
nd
ra
de
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 1
77
)
• «
P
or
to
» 
(p
. 1
77
)
• «
N
o 
fim
 d
o 
ve
rã
o»
 (
p.
 1
78
)
• «
C
an
çã
o»
 (
p.
 1
79
)
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 1
80
)
• «
Em
 L
is
bo
a 
co
m
 C
es
ár
io
 
Ve
rd
e»
 (
p.
 1
80
)
• «
Ú
lt
im
o 
po
em
a»
 (
p.
 1
82
)
• «
A
 s
íla
ba
» 
(p
. 1
83
)
Fi
ch
a 
de
 a
po
io
• F
ic
ha
 d
e 
ap
oi
o 
nº
 1
 –
 
R
ep
re
se
nt
aç
õe
s 
do
 
co
nt
em
po
râ
ne
o;
 t
ra
di
çã
o 
lit
er
ár
ia
; f
ig
ur
aç
õe
s 
do
 
po
et
a;
 a
rt
e 
po
ét
ic
a 
na
 
po
es
ia
 d
e 
Eu
gé
ni
o 
de
 
A
nd
ra
de
 (
pp
. 1
84
-1
85
)
R
ub
ri
ca
 «
Te
m
as
 c
om
un
s»
• O
 N
at
al
 v
is
to
 p
or
 E
ug
én
io
 
de
 A
nd
ra
de
 e
 M
ig
ue
l T
or
ga
 
(p
. 1
82
)
R
ub
ri
ca
 
«I
nt
er
te
xt
ua
lid
ad
es
»
• E
ug
én
io
 d
e 
A
nd
ra
de
, 
C
es
ár
io
 V
er
de
 e
 R
uy
 B
el
o 
(p
. 1
81
)
D
os
si
ê 
P
rá
tic
o 
 
do
 P
ro
fe
ss
or
Te
st
es
 d
e 
av
al
ia
çã
o 
m
od
el
o 
IA
VE
 da 
U
ni
da
de
 3
(p
p.
 1
89
-1
98
)
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 34
1. Planificação global e planos de aula
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
A
ut
or
 / 
O
br
a
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
2º
E
du
ca
çã
o 
lit
er
ár
ia
 
(E
L1
2)
R
uy
 B
el
o
– 
 Te
xt
os
 d
e 
co
nt
ex
tu
al
iz
aç
ão
 
lit
er
ár
ia
 r
el
at
iv
os
 a
 
– 
 R
uy
 B
el
o 
– 
Vi
da
 e
 o
br
a 
 
(p
. 1
86
)
 R
ub
ri
ca
s 
«A
nt
es
 d
e 
le
r»
 
e 
po
em
as
 d
e 
R
uy
 B
el
o
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 1
87
)
• «
O
s 
es
ti
va
do
re
s»
 (
p.
 1
87
)
• «
O
h 
as
 c
as
as
 a
s 
ca
sa
s 
as
 
ca
sa
s»
 (
p.
 1
88
)
• «
P
or
tu
ga
l s
ac
ro
-p
ro
fa
no
: 
Vi
la
 d
o 
C
on
de
» 
(p
. 1
91
)
• «
C
ól
of
on
 o
u 
ep
it
áf
io
» 
 
(p
. 1
92
)
• «
C
on
se
lh
o»
 (
p.
 1
92
)
Fi
ch
a 
de
 a
po
io
• F
ic
ha
 d
e 
ap
oi
o 
nº
 1
 –
 
R
ep
re
se
nt
aç
õe
s 
do
 
co
nt
em
po
râ
ne
o;
 t
ra
di
çã
o 
lit
er
ár
ia
; f
ig
ur
aç
õe
s 
do
 
po
et
a;
 a
rt
e 
po
ét
ic
a 
na
 
po
es
ia
 d
e 
R
uy
 B
el
o 
 
(p
p.
 1
93
-1
94
)
R
ub
ri
ca
 «
Te
m
as
 c
om
un
s»
• R
uy
 B
el
o 
e 
A
nt
ón
io
 R
am
os
 
R
os
a 
(p
. 1
89
)
E
sq
ue
m
a-
sí
nt
es
e
 3.
 P
oe
ta
s 
co
nt
em
po
râ
ne
os
 
(p
. 1
97
)
• A
pr
es
en
ta
çã
o 
C
on
te
xt
ua
liz
aç
ão
 h
is
tó
ri
co
-
-l
it
er
ár
ia
 d
a 
un
id
ad
e 
3
D
os
si
ê 
P
rá
tic
o 
 
do
 P
ro
fe
ss
or
Te
st
es
 d
e 
av
al
ia
çã
o 
m
od
el
o 
IA
VE
 d
a 
U
ni
da
de
 3
(p
p.
 1
99
-2
08
)
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 35
Planificação global
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
A
ut
or
 / 
O
br
a
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
2º
E
du
ca
çã
o 
lit
er
ár
ia
 
(E
L1
2)
Á
ud
io
s 
/ V
íd
eo
s 
/ L
in
ks
 
S
ér
gi
o 
G
od
in
ho
, 
«L
ib
er
da
de
» 
(3
:5
2 
m
in
) 
A
nt
ón
io
 Z
am
bu
jo
, 
«A
qu
el
a 
ja
ne
la
 v
ir
ad
a 
 
p’
ro
 m
ar
» 
(4
:1
6 
m
in
) 
«U
m
a 
ci
da
de
 c
ha
m
ad
a 
P
or
to
» 
D
eo
lin
da
, «
M
ov
im
en
to
 
pe
rp
ét
uo
 a
ss
oc
ia
ti
vo
» 
 
(2
:3
1 
m
in
) 
Li
sb
on
 s
ou
l o
f 
th
e 
w
or
ld
 
(4
:0
8 
m
in
) 
Á
ud
io
s 
«L
iv
ro
 d
e 
ho
ra
s»
 
«N
o 
fim
 d
o 
ve
rã
o»
 
«O
h 
as
 c
as
as
 a
s 
ca
sa
s 
as
 
ca
sa
s»
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 36
1. Planificação global e planos de aula
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
A
ut
or
 / 
O
br
a
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
2º
G
ra
m
át
ic
a 
(G
12
)
1.
 R
et
om
a 
(e
m
 
re
vi
sã
o)
 d
os
 
co
nt
eú
do
s 
es
tu
da
do
s 
no
 
10
º 
e 
11
º 
an
o 
2.
 T
ex
to
 e
 
te
xt
ua
lid
ad
e
3.
 S
em
ân
tic
a
1.
1 
C
on
te
úd
os
 
gr
am
at
ic
ai
s 
de
 1
0º
, 1
1º
, 
e 
re
to
m
a 
de
 
co
nt
eú
do
s 
de
 1
2º
 
da
 1
ª 
se
qu
ên
ci
a
2.
1.
 T
ex
to
 e
 
te
xt
ua
lid
ad
e:
 
a)
 o
rg
an
iz
aç
ão
 
de
 s
eq
uê
nc
ia
s 
te
xt
ua
is
 
(n
ar
ra
ti
va
, 
de
sc
ri
ti
va
, 
ar
gu
m
en
ta
ti
va
, 
ex
pl
ic
at
iv
a 
e 
di
al
og
al
);
 
b)
 in
te
rt
ex
tu
al
i-
da
de
3.
1.
 V
al
or
 
te
m
po
ra
l: 
a)
 f
or
m
as
 d
e 
ex
pr
es
sã
o 
do
 t
em
po
 
(l
oc
al
iz
aç
ão
 
te
m
po
ra
l)
: 
fl
ex
ão
 v
er
ba
l, 
ve
rb
os
 a
ux
ili
ar
es
, 
ad
vé
rb
io
s 
ou
 
ex
pr
es
sõ
es
 d
e 
te
m
po
 e
 o
ra
çõ
es
 
te
m
po
ra
is
; 
b)
 r
el
aç
õe
s 
de
 o
rd
em
 
cr
on
ol
óg
ic
a:
 
si
m
ul
ta
ne
id
ad
e,
 
an
te
ri
or
id
ad
e 
e 
po
st
er
io
ri
da
de
17
. C
on
st
ru
ir
 u
m
 c
on
he
ci
m
en
to
 
re
fl
ex
iv
o 
so
br
e 
a 
es
tr
ut
ur
a 
e 
o 
us
o 
do
 p
or
tu
gu
ês
. 
1.
 C
on
so
lid
ar
 o
s 
co
nh
ec
im
en
to
s 
gr
am
at
ic
ai
s 
ad
qu
ir
id
os
 n
o 
an
o 
an
te
ri
or
. 
18
. R
ec
on
he
ce
r 
a 
fo
rm
a 
co
m
o 
 
se
 c
on
st
ró
i a
 te
xt
ua
lid
ad
e.
 
1.
 D
em
on
st
ra
r, 
em
 t
ex
to
s,
 
a 
ex
is
tê
nc
ia
 d
e 
co
er
ên
ci
a 
te
xt
ua
l. 
2.
 D
is
ti
ng
ui
r 
m
ec
an
is
m
os
 d
e 
co
ns
tr
uç
ão
 d
a 
co
es
ão
 t
ex
tu
al
. 
3.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
m
ar
ca
s 
da
s 
se
qu
ên
ci
as
 
te
xt
ua
is
.
4.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
e 
in
te
rp
re
ta
r 
m
an
ife
st
aç
õe
s 
de
 
in
te
rt
ex
tu
al
id
ad
e.
19
. E
xp
licita
r 
as
pe
to
s 
da
 
se
m
ân
tic
a 
do
 p
or
tu
gu
ês
. 
1.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
e 
in
te
rp
re
ta
r 
fo
rm
as
 
de
 e
xp
re
ss
ão
 d
o 
te
m
po
. 
2.
 D
is
ti
ng
ui
r 
re
la
çõ
es
 d
e 
or
de
m
 
cr
on
ol
óg
ic
a.
 
3.
 D
is
ti
ng
ui
r 
va
lo
re
s 
as
pe
tu
ai
s.
 
4.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
e 
ca
ra
ct
er
iz
ar
 
di
fe
re
nt
es
 m
od
al
id
ad
es
. 
 
A
tiv
id
ad
es
 d
o 
M
an
ua
l 
1.
 E
xe
rc
íc
io
s 
de
 
re
to
m
a 
(e
m
 
re
vi
sã
o)
 d
os
 
co
nt
eú
do
s 
es
tu
da
do
s:
 
pr
oc
es
so
s 
fo
no
ló
gi
co
s;
 
fu
nç
õe
s 
si
nt
át
ic
as
; 
su
bo
rd
in
aç
ão
; 
co
es
ão
 t
ex
tu
al
; 
dê
ix
is
; d
is
cu
rs
o 
di
re
to
 e
 in
di
re
to
; 
ca
m
po
 le
xi
ca
l; 
va
lo
r 
m
od
al
; 
va
lo
r 
te
m
po
ra
l; 
or
ga
ni
za
çã
o 
da
s 
se
qu
ên
ci
as
 
te
xt
ua
is
2.
 E
xe
rc
íc
io
s 
de
 1
2º
 
an
o 
em
 f
ic
ha
s 
de
 
ap
oi
o:
– 
Fi
ch
a 
de
 
ap
oi
o 
nº
 1
: 
or
ga
ni
za
çã
o 
da
s 
se
qu
ên
ci
as
 
te
xt
ua
is
 
3.
 S
is
te
m
at
iz
aç
õe
s 
gr
am
at
ic
ai
s 
no
 A
ne
xo
 
In
fo
rm
at
iv
o
M
an
ua
l
1.
4 
 M
en
sa
ge
m
 
– 
 ex
er
cí
ci
os
 d
e 
re
to
m
a 
(p
p.
 1
10
, 1
13
)
2.
 C
on
to
s 
 
– 
 ex
er
cí
ci
os
 d
e 
re
to
m
a 
(p
p.
 1
41
, 1
13
)
Fi
ch
as
 d
e 
ap
oi
o
• F
ic
ha
 d
e 
ap
oi
o 
nº
 1
: 
or
ga
ni
za
çã
o 
da
s 
se
qu
ên
ci
as
 
te
xt
ua
is
 (
pp
. 1
42
-1
43
)
A
ne
xo
 I
nf
or
m
at
iv
o
• C
on
te
úd
os
 d
e 
re
to
m
a 
m
en
ci
on
ad
os
 (
pp
. 3
47
, 
35
6-
35
9,
 3
60
-3
61
, 3
64
, 
36
5,
 3
69
)
• O
rg
an
iz
aç
ão
 d
as
 s
eq
uê
nc
ia
s 
te
xt
ua
is
 (
pp
. 3
71
-3
75
)
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
• F
ic
ha
 n
º 
2:
 p
ro
ce
ss
os
 
fo
no
ló
gi
co
s 
(p
. 5
) 
• F
ic
ha
 n
º 
5:
 f
un
çõ
es
 
si
nt
át
ic
as
 (
pp
. 8
-1
3)
 
• F
ic
ha
 n
º 
6:
 c
oo
rd
en
aç
ão
 e
 
su
bo
rd
in
aç
ão
 (
pp
. 1
5-
18
) 
• F
ic
ha
 n
º 
7:
 f
un
çõ
es
 
si
nt
át
ic
as
 d
as
 o
ra
çõ
es
 
su
bo
rd
in
ad
as
 (
pp
. 1
9-
20
) 
• F
ic
ha
 n
º 
9:
 c
am
po
 le
xi
ca
l 
e 
se
m
ân
ti
co
 (
p.
 2
3)
 
• F
ic
ha
 n
º 
11
: c
oe
sã
o 
 
e 
co
er
ên
ci
a 
te
xt
ua
l 
(p
p.
 2
6-
28
) 
M
an
ua
l
1.
4 
 M
en
sa
ge
m
 
Te
st
e 
de
 
av
al
ia
çã
o 
(p
. 1
26
) 
2.
 C
on
to
s 
Te
st
e 
de
 
av
al
ia
çã
o 
(p
. 1
60
) 
2.
 P
oe
ta
s 
co
nt
em
po
râ
ne
os
 
Te
st
e 
de
 
av
al
ia
çã
o 
 
(p
. 1
98
) 
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
• T
es
te
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
m
od
el
o 
IA
VE
Te
st
e 
nº
 2
: 
B
er
na
rd
o 
S
oa
re
s,
 L
iv
ro
 d
o 
de
sa
ss
os
se
go
 e
 
Fe
rn
an
do
 P
es
so
a,
 
M
en
sa
ge
m
(p
p.
 7
6-
79
)
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 37
Planificação global
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
A
ut
or
 / 
O
br
a
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
2º
G
ra
m
át
ic
a 
(G
12
)
3.
2.
 V
al
or
 
as
pe
tu
al
: a
sp
et
o 
gr
am
at
ic
al
 (
va
lo
r 
pe
rf
et
iv
o,
 v
al
or
 
im
pe
rf
et
iv
o,
 
si
tu
aç
ão
 g
en
ér
ic
a,
 
si
tu
aç
ão
 h
ab
it
ua
l 
e 
si
tu
aç
ão
 
it
er
at
iv
a)
. 
3.
3.
 V
al
or
 m
od
al
: 
m
od
al
id
ad
e 
ep
is
té
m
ic
a 
(v
al
or
 
de
 p
ro
ba
bi
lid
ad
e 
ou
 d
e 
ce
rt
ez
a)
, 
de
ôn
ti
ca
 (
va
lo
r 
de
 p
er
m
is
sã
o 
ou
 
de
 o
br
ig
aç
ão
) 
e 
ap
re
ci
at
iv
a
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
 
1.
 F
ic
ha
s 
de
 
gr
am
át
ic
a
2.
 F
ic
ha
s 
de
 L
ei
tu
ra
 
e 
G
ra
m
át
ic
a 
– 
P
re
pa
ra
r 
o 
G
ru
po
 
II
 d
o 
Ex
am
e
• F
ic
ha
 n
º 
13
: d
êi
xi
s 
(p
. 3
1)
 
• F
ic
ha
 n
º 
14
: v
al
or
 t
em
po
ra
l 
(p
. 3
3)
 
• F
ic
ha
 n
º 
15
: v
al
or
 a
sp
et
ua
l 
(p
. 3
5)
 
• F
ic
ha
 n
º 
16
: v
al
or
 m
od
al
 
(p
. 3
7)
 
• T
es
te
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
m
od
el
o 
IA
VE
Te
st
e 
nº
 3
: C
on
to
 
de
 M
an
ue
l d
a 
Fo
ns
ec
a 
e 
po
em
a 
de
 J
or
ge
 d
e 
S
en
a 
(p
p.
 8
0-
84
) 
D
os
si
ê 
P
rá
tic
o 
 
do
 P
ro
fe
ss
or
Te
st
es
 d
e 
av
al
ia
çã
o 
m
od
el
o 
IA
VE
 d
as
 
U
ni
da
de
s 
1,
 2
, 3
(p
p.
 7
4-
15
0)
(p
p.
 1
51
-1
79
)
(p
p.
 1
80
-2
08
)
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 38
1. Planificação global e planos de aula
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
3º
C
om
pr
ee
ns
ão
 
do
 o
ra
l 
(O
12
)
M
ar
ca
s 
de
 g
én
er
o 
co
m
un
s 
a 
di
ál
og
o 
ar
gu
m
en
ta
ti
vo
: t
em
a,
 in
fo
rm
aç
ão
 s
ig
ni
fic
at
iv
a,
 e
nc
ad
ea
m
en
to
 ló
gi
co
 d
os
 t
óp
ic
ost
ra
ta
do
s,
 r
ec
ur
so
s 
ve
rb
ai
s 
e 
nã
o 
ve
rb
ai
s 
(e
.g
. p
os
tu
ra
, t
om
 d
e 
vo
z,
 a
rt
ic
ul
aç
ão
, r
it
m
o,
 e
nt
oa
çã
o,
 e
xp
re
ss
iv
id
ad
e,
 s
ilê
nc
io
, o
lh
ar
)
D
iá
lo
go
 
ar
gu
m
en
ta
tiv
o
C
ar
át
er
 
pe
rs
ua
si
vo
, 
de
fe
sa
 d
e 
um
 
po
nt
o 
de
 v
is
ta
 
su
st
en
ta
do
 p
or
 
ar
gu
m
en
to
s 
vá
lid
os
 e
 
ex
em
pl
os
 
si
gn
ifi
ca
ti
vo
s,
 
co
nc
is
ão
 d
o 
di
sc
ur
so
 e
 
re
sp
ei
to
 p
el
o 
pr
in
cí
pi
o 
da
 
co
rt
es
ia
1.
 I
nt
er
pr
et
ar
 te
xt
os
 o
ra
is
 
de
 d
ife
re
nt
es
 g
én
er
os
. 
1.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
te
m
a 
e 
su
bt
em
as
, 
ju
st
ifi
ca
nd
o.
2.
 E
xp
lic
it
ar
 a
 e
st
ru
tu
ra
 d
o 
te
xt
o.
3.
 F
az
er
 in
fe
rê
nc
ia
s.
4.
 A
pr
ec
ia
r 
a 
qu
al
id
ad
e 
da
 
in
fo
rm
aç
ão
 m
ob
ili
za
da
.
5.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
ar
gu
m
en
to
s.
6.
 A
pr
ec
ia
r 
a 
va
lid
ad
e 
do
s 
ar
gu
m
en
to
s 
ad
uz
id
os
. 
7.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
m
ar
ca
s 
re
ve
la
do
ra
s 
da
s 
di
fe
re
nt
es
 in
te
nç
õe
s 
co
m
un
ic
at
iv
as
. 
8.
 E
xp
lic
it
ar
, e
m
 f
un
çã
o 
do
 t
ex
to
, 
m
ar
ca
s 
do
s 
se
gu
in
te
s 
gé
ne
ro
s:
 
di
ál
og
o 
ar
gu
m
en
ta
ti
vo
 e
 d
eb
at
e.
 
2.
 R
eg
is
ta
r 
e 
tr
at
ar
 a
 in
fo
rm
aç
ão
.
1.
 D
iv
er
si
fic
ar
 a
s 
m
od
al
id
ad
es
 d
e 
re
gi
st
o 
da
 in
fo
rm
aç
ão
: t
om
ad
a 
de
 n
ot
as
, r
eg
is
to
 d
e 
tó
pi
co
s 
e 
id
ei
as
-c
ha
ve
. 
A
tiv
id
ad
e 
 
do
 M
an
ua
l
1.
 D
iá
lo
go
 
ar
gu
m
en
ta
ti
vo
: 
di
ál
og
o 
en
tr
e 
Fe
rn
an
do
 P
es
so
a 
e 
R
ic
ar
do
 R
ei
s 
de
 
O
 a
no
 d
a 
m
or
te
 d
e 
R
ic
ar
do
 R
ei
s
2.
 D
iá
lo
go
 
ar
gu
m
en
ta
ti
vo
: 
di
ál
og
o 
en
tr
e 
o 
P
ad
re
 
B
ar
to
lo
m
eu
 
Lo
ur
en
ço
 e
 
D
om
m
en
ic
o 
S
ca
rl
at
ti
 d
e 
M
em
or
ia
l d
o 
C
on
ve
nt
o 
 M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 4
.1
: J
os
é 
S
ar
am
ag
o,
 O
 a
no
 d
a 
m
or
te
 
de
 R
ic
ar
do
 R
ei
s 
 (
p.
 2
44
) 
2.
 U
ni
da
de
 4
.2
: J
os
é 
S
ar
am
ag
o,
 M
em
or
ia
l d
o 
C
on
ve
nt
o 
(p
. 3
07
) 
• 
 Á
ud
io
 
– 
 D
iá
lo
go
 e
nt
re
 F
er
na
nd
o 
P
es
so
a 
e 
R
ic
ar
do
 R
ei
s 
de
 
O
 a
no
 d
a 
m
or
te
 d
e 
R
ic
ar
do
 
R
ei
s
 – 
 D
iá
lo
go
 e
nt
re
 o
 P
ad
re
 
B
ar
to
lo
m
eu
 L
ou
re
nç
o 
e 
D
om
m
en
ic
o 
S
ca
rl
at
ti
 d
e 
M
em
or
ia
l d
o 
C
on
ve
nt
o
D
os
si
ê 
P
rá
tic
o 
 
do
 P
ro
fe
ss
or
• 
 Te
st
es
 d
e 
co
m
pr
ee
ns
ão
 
do
 o
ra
l (
p.
 2
37
)
 
3º
 p
er
ío
d
o 
le
ti
vo
U
n
id
ad
e 
4
 –
 O
 a
no
 d
a 
m
or
te
 d
e 
R
ic
ar
do
 R
ei
s 
ou
 M
em
or
ia
l d
o 
Co
nv
en
to
, d
e 
Jo
sé
 S
ar
am
ag
o 
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 39
Planificação global
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
M
ar
ca
s 
de
 g
én
er
o 
co
m
un
s 
a 
di
ál
og
o 
ar
gu
m
en
ta
ti
vo
, d
eb
at
e,
 t
ex
to
 d
e 
op
in
iã
o 
e 
ex
po
si
çã
o 
so
br
e 
um
 t
em
a:
 t
em
a,
 in
fo
rm
aç
ão
 s
ig
ni
fic
at
iv
a,
 e
nc
ad
ea
m
en
to
 
ló
gi
co
 d
os
 t
óp
ic
os
 t
ra
ta
do
s;
 r
ec
ur
so
s 
ve
rb
ai
s 
e 
nã
o 
ve
rb
ai
s 
(e
.g
. p
os
tu
ra
, t
om
 d
e 
vo
z,
 a
rt
ic
ul
aç
ão
, r
it
m
o,
 e
nt
oa
çã
o,
 e
xp
re
ss
iv
id
ad
e,
 u
so
 a
de
qu
ad
o 
de
 
fe
rr
am
en
ta
s 
te
cn
ol
óg
ic
as
 d
e 
su
po
rt
e 
à 
in
te
rv
en
çã
o 
or
al
),
 c
or
re
çã
o 
lin
gu
ís
ti
ca
.
3º
E
xp
re
ss
ão
 
or
al
 
(O
12
)
D
iá
lo
go
 
ar
gu
m
en
ta
tiv
o
C
ar
át
er
 
pe
rs
ua
si
vo
, 
de
fe
sa
 d
e 
um
 
po
nt
o 
de
 v
is
ta
 
su
st
en
ta
do
 p
or
 
ar
gu
m
en
to
s 
vá
lid
os
 e
 
ex
em
pl
os
 
si
gn
ifi
ca
ti
vo
s,
 
co
nc
is
ão
 d
o 
di
sc
ur
so
 e
 
re
sp
ei
to
 p
el
o 
pr
in
cí
pi
o 
da
 
co
rt
es
ia
3.
 P
la
ni
fic
ar
 in
te
rv
en
çõ
es
 o
ra
is
. 
1.
 P
la
ni
fic
ar
 o
 t
ex
to
 o
ra
l e
la
bo
ra
nd
o 
um
 p
la
no
 d
e 
su
po
rt
e,
 c
om
 
tó
pi
co
s,
 a
rg
um
en
to
s 
e 
re
sp
et
iv
os
 
ex
em
pl
os
.
 4.
 P
ar
tic
ip
ar
 o
po
rt
un
a 
e 
co
ns
tr
ut
iv
am
en
te
 e
m
 s
itu
aç
õe
s 
 
de
 in
te
ra
çã
o 
or
al
. 
1.
 D
eb
at
er
 e
 ju
st
ifi
ca
r 
po
nt
os
 
de
 v
is
ta
 e
 o
pi
ni
õe
s.
2.
 C
on
si
de
ra
r 
po
nt
os
 d
e 
vi
st
a 
co
nt
rá
ri
os
 e
 r
ef
or
m
ul
ar
 p
os
iç
õe
s.
5.
 P
ro
du
zi
r 
te
xt
os
 o
ra
is
 c
om
 
co
rr
eç
ão
 e
 p
er
tin
ên
ci
a.
 
1.
 P
ro
du
zi
r 
te
xt
os
 o
ra
is
 s
eg
ui
nd
o 
 
um
 p
la
no
 p
re
vi
am
en
te
 e
la
bo
ra
do
.
2.
 P
ro
du
zi
r 
te
xt
os
 li
ng
ui
st
ic
am
en
te
 
co
rr
et
os
, c
om
 r
iq
ue
za
 v
oc
ab
ul
ar
 
e 
re
cu
rs
os
 e
xp
re
ss
iv
os
 a
de
qu
ad
os
. 
3.
 M
ob
ili
za
r 
ad
eq
ua
da
m
en
te
 
m
ar
ca
do
re
s 
di
sc
ur
si
vo
s 
qu
e 
ga
ra
nt
ama
 c
oe
sã
o 
te
xt
ua
l. 
6.
 P
ro
du
zi
r 
te
xt
os
 o
ra
is
 d
e 
di
fe
re
nt
es
 g
én
er
os
 e
 c
om
 
di
fe
re
nt
es
 fi
na
lid
ad
es
1.
 P
ro
du
zi
r 
os
 s
eg
ui
nt
es
 g
én
er
os
 d
e 
te
xt
o:
 t
ex
to
 d
e 
op
in
iã
o 
e 
di
ál
og
o 
ar
gu
m
en
ta
ti
vo
.
2.
 R
es
pe
it
ar
 a
s 
m
ar
ca
s 
de
 g
én
er
o 
 
do
 t
ex
to
 a
 p
ro
du
zi
r. 
A
tiv
id
ad
e 
do
 
M
an
ua
l 
1.
 D
iá
lo
go
 
ar
gu
m
en
ta
ti
vo
: 
a 
in
fl
uê
nc
ia
 d
e 
Li
sb
oa
 e
nq
ua
nt
o 
ca
pi
ta
l
2.
 D
iá
lo
go
 
ar
gu
m
en
ta
ti
vo
: 
re
pr
es
sã
o 
po
lít
ic
a
M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 4
.1
: J
os
é 
S
ar
am
ag
o,
 O
 a
no
 d
a 
m
or
te
 
de
 R
ic
ar
do
 R
ei
s 
(p
. 2
20
) 
2.
 U
ni
da
de
 4
.2
: J
os
é 
S
ar
am
ag
o,
 M
em
or
ia
l d
o 
C
on
ve
nt
o 
(p
. 2
88
) 
• S
ol
uç
ão
 
– 
 C
en
ár
io
s 
de
 r
es
po
st
a:
 
at
iv
id
ad
es
 d
e 
ex
pr
es
sã
o 
or
al
 (
U
ni
da
de
 4
.1
 e
 4
.2
 –
 
Jo
sé
 S
ar
am
ag
o,
 O
 a
no
 
da
 m
or
te
 d
e 
R
ic
ar
do
 R
ei
s 
 
e 
M
em
or
ia
l d
o 
C
on
ve
nt
o)
 
• D
oc
um
en
to
 
– 
 G
re
lh
a 
Ex
ce
l®
 
de
 r
eg
is
to
 d
e 
cl
as
si
fic
aç
õe
s 
Te
xt
o 
de
 o
pi
ni
ão
 
Ex
pl
ic
it
aç
ão
 d
e 
um
 p
on
to
 d
e 
vi
st
a,
 c
la
re
za
 
e 
pe
rt
in
ên
ci
a 
da
 p
er
sp
et
iv
a 
ad
ot
ad
a,
 d
os
 
ar
gu
m
en
to
s 
de
se
nv
ol
vi
do
s 
 
e 
do
s 
re
sp
et
iv
os
 
ex
em
pl
os
; 
di
sc
ur
so
 
va
lo
ra
ti
vo
 (
ju
íz
o 
de
 v
al
or
 e
xp
líc
it
o 
ou
 im
pl
íc
it
o)
A
tiv
id
ad
e 
 
do
 M
an
ua
l 
1.
 T
ex
to
 d
e 
op
in
iã
o:
 
a 
at
ua
l c
on
di
çã
o 
da
 m
ul
he
r 
na
s 
so
ci
ed
ad
es
 
co
nt
em
po
râ
ne
as
 
2.
 T
ex
to
 d
e 
op
in
iã
o:
 
o 
am
or
 e
 o
 
ca
sa
m
en
to
M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 4
.1
: J
os
é 
S
ar
am
ag
o,
 O
 a
no
 d
a 
m
or
te
 
de
 R
ic
ar
do
 R
ei
s 
(p
. 2
40
) 
2.
 U
ni
da
de
 4
.2
: J
os
é 
S
ar
am
ag
o,
 M
em
or
ia
l d
o 
C
on
ve
nt
o 
(p
. 2
85
) 
• S
ol
uç
ão
 
– 
 C
en
ár
io
s 
de
 r
es
po
st
a:
 
at
iv
id
ad
es
 d
e 
ex
pr
es
sã
o 
or
al
 (
U
ni
da
de
 4
.1
 e
 4
.2
 –
 
Jo
sé
 S
ar
am
ag
o,
 O
 a
no
 d
a 
m
or
te
 d
e 
R
ic
ar
do
 R
ei
s 
 
e 
M
em
or
ia
l d
o 
C
on
ve
nt
o)
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 40
1. Planificação global e planos de aula
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
3º
E
xp
re
ss
ão
 
or
al
 
(O
12
)
E
xp
os
iç
ão
 
so
br
e 
um
 te
m
a
Va
ri
ed
ad
e 
de
 t
em
as
, 
m
ul
ti
pl
ic
id
ad
e 
 
de
 in
te
rv
en
ie
nt
es
, 
m
ei
os
 e
 p
on
to
s 
 
de
 v
is
ta
 
(a
lt
er
nâ
nc
ia
 
da
 1
ª 
e 
da
 
3ª
 p
es
so
a)
, 
in
fo
rm
aç
ão
 
se
le
ti
va
, r
el
aç
ão
 
en
tr
e 
o 
to
do
 e
 a
s 
pa
rt
es
3.
 R
es
pe
it
ar
 a
s 
se
gu
in
te
s 
ex
te
ns
õe
s 
te
m
po
ra
is
: e
xp
os
iç
ão
 s
ob
re
 u
m
 
te
m
a 
– 
te
xt
o 
de
 o
pi
ni
ão
 –
 4
 a
 6
 
m
in
ut
os
; d
iá
lo
go
 a
rg
um
en
ta
ti
vo
 –
 
8 
a 
12
 m
in
ut
os
.
N
ot
a:
 n
os
 g
én
er
os
 d
os
 1
0º
 e
 1
1º
 a
no
s 
(a
pr
ec
ia
çã
o 
cr
íti
ca
 e
 e
xp
os
iç
ão
 s
ob
re
 
um
 te
m
a)
 d
ev
em
 s
er
 c
on
si
de
ra
do
s 
os
 
de
sc
rit
or
es
 d
es
se
s 
an
os
.
A
tiv
id
ad
e 
 
do
 M
an
ua
l 
1.
 E
xp
os
iç
ão
 s
ob
re
 
um
 t
em
a:
 a
 
im
po
rt
ân
ci
a 
da
 
le
it
ur
a 
en
tr
e 
os
 
jo
ve
ns
M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 4
.1
: J
os
é 
S
ar
am
ag
o,
 O
 a
no
 d
a 
m
or
te
 
de
 R
ic
ar
do
 R
ei
s 
(p
. 2
49
) 
• S
ol
uç
ão
 
– 
 C
en
ár
io
s 
de
 r
es
po
st
a:
 
at
iv
id
ad
es
 d
e 
ex
pr
es
sã
o 
or
al
 (
U
ni
da
de
 4
.1
 –
 J
os
é 
S
ar
am
ag
o,
 O
 a
no
 d
a 
m
or
te
 
de
 R
ic
ar
do
 R
ei
s )
D
eb
at
e
C
ar
át
er
 
pe
rs
ua
si
vo
, p
ap
éi
s 
e 
fu
nç
õe
s 
do
s 
in
te
rv
en
ie
nt
es
, 
ca
pa
ci
da
de
 d
e 
ar
gu
m
en
ta
r 
 
e 
co
nt
ra
- 
-a
rg
um
en
ta
r, 
co
nc
is
ão
 d
as
 
in
te
rv
en
çõ
es
 
e 
re
sp
ei
to
 p
el
o 
pr
in
cí
pi
o 
da
 
co
rt
es
ia
A
tiv
id
ad
e 
 
do
 M
an
ua
l 
1.
 E
xp
os
iç
ão
 s
ob
re
 
um
 t
em
a:
 a
 
es
cr
av
at
ur
a 
do
s 
te
m
po
s 
m
od
er
no
s
M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 4
.2
: J
os
é 
S
ar
am
ag
o,
 M
em
or
ia
l 
do
 C
on
ve
nt
o 
(p
. 3
21
) 
 
• S
ol
uç
ão
 
– 
 C
en
ár
io
s 
de
 r
es
po
st
a:
 
at
iv
id
ad
es
 d
e 
ex
pr
es
sã
o 
or
al
 (
U
ni
da
de
 4
.2
 –
 J
os
é 
S
ar
am
ag
o,
 M
em
or
ia
l d
o 
C
on
ve
nt
o )
A
pr
es
en
ta
çã
o 
or
al
15
. A
pr
ec
ia
r t
ex
to
s 
lit
er
ár
io
s
4.
 F
az
er
 a
pr
es
en
ta
çõ
es
 o
ra
is
 (5
 a
 7
 
m
in
ut
os
) s
ob
re
 o
br
as
, p
ar
te
s 
de
 
ob
ra
s 
ou
 tó
pi
co
s 
do
 P
ro
gr
am
a.
 
(d
es
cr
ito
r d
e 
Ed
uc
aç
ão
 L
ite
rá
ria
)
A
tiv
id
ad
e 
 
do
 M
an
ua
l 
1.
 E
xp
os
iç
ão
 s
ob
re
 
um
 t
em
a:
 a
 
im
po
rt
ân
ci
a 
do
sri
tu
ai
s 
na
 v
id
a 
pe
ss
oa
l e
 s
oc
ia
l
M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 4
.2
: J
os
é 
S
ar
am
ag
o,
 M
em
or
ia
l d
o 
C
on
ve
nt
o 
(p
. 3
27
) 
 • S
ol
uç
ão
 
– 
 C
en
ár
io
s 
de
 r
es
po
st
a:
 
at
iv
id
ad
es
 d
e 
ex
pr
es
sã
o 
or
al
 (
U
ni
da
de
 4
.2
 –
 J
os
é 
S
ar
am
ag
o,
 M
em
or
ia
l d
o 
C
on
ve
nt
o )
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 41
Planificação global
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
3º
Le
itu
ra
 
(L
12
)
M
ar
ca
s 
de
 g
én
er
o 
co
m
un
s 
a 
di
sc
ur
so
 p
ol
ít
ic
o 
e 
m
em
ór
ia
s:
 t
em
a,
 in
fo
rm
aç
ão
 s
ig
ni
fic
at
iv
a,
 e
nc
ad
ea
m
en
to
 ló
gi
co
 d
os
 t
óp
ic
os
 t
ra
ta
do
s,
 a
sp
et
os
 
pa
ra
te
xt
ua
is
 (
e.
g.
 t
ít
ul
o 
e 
su
bt
ít
ul
o,
 n
ot
as
 d
e 
ro
da
pé
 o
u 
no
ta
s 
fin
ai
s,
 b
ib
lio
gr
af
ia
, í
nd
ic
e 
e 
ilu
st
ra
çã
o)
, c
or
re
çã
o 
lin
gu
ís
ti
ca
D
is
cu
rs
o 
po
lít
ic
o
C
ar
át
er
 
pe
rs
ua
si
vo
, 
in
fo
rm
aç
ão
 
se
le
ti
va
, 
ca
pa
ci
da
de
 
de
 e
xp
or
 e
 
ar
gu
m
en
ta
r 
(c
oe
rê
nc
ia
 e
 
va
lid
ad
e 
do
s 
ar
gu
m
en
to
s,
 
co
nt
ra
- 
-a
rg
um
en
to
s 
e 
pr
ov
as
),
 
di
m
en
sã
o 
ét
ic
a 
e 
so
ci
al
, e
lo
qu
ên
ci
a 
(v
al
or
 e
xp
re
ss
iv
o 
do
s 
re
cu
rs
os
 
m
ob
ili
za
do
s)
7.
 L
er
 e
 in
te
rp
re
ta
r 
te
xt
os
 
de
 d
ife
re
nt
es
 g
én
er
os
 e
 g
ra
us
 
de
 c
om
pl
ex
id
ad
e.
1.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
te
m
a 
e 
su
bt
em
as
, 
ju
st
ifi
ca
nd
o.
 
2.
 E
xp
lic
it
ar
 a
 e
st
ru
tu
ra
 in
te
rn
a 
 
do
 t
ex
to
, j
us
ti
fic
an
do
. 
3.
 F
az
er
 in
fe
rê
nc
ia
s,
 f
un
da
m
en
ta
nd
o.
 
4.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
un
iv
er
so
s 
de
 
re
fe
rê
nc
ia
 a
ti
va
do
s 
pe
lo
 t
ex
to
. 
5.
 E
xp
lic
it
ar
 o
 s
en
ti
do
 g
lo
ba
l d
o 
te
xt
o,
 f
un
da
m
en
ta
nd
o.
 
6.
 R
el
ac
io
na
r 
as
pe
to
s 
pa
ra
te
xt
ua
is
 
co
m
 o
 c
on
te
úd
o 
do
 t
ex
to
. 
7.
 E
xp
lic
ita
r, 
em
 te
xt
os
 a
pr
es
en
ta
do
s 
em
 d
iv
er
so
s 
su
po
rt
es
, m
ar
ca
s 
do
s 
se
gu
in
te
s 
gé
ne
ro
s:
 d
iá
rio
, 
m
em
ór
ia
s,
 a
pr
ec
ia
çã
o 
cr
íti
ca
 e
 
ar
tig
o 
de
 o
pi
ni
ão
 (r
el
at
o 
de
 v
ia
ge
m
, 
ar
tig
o 
de
 d
iv
ul
ga
çã
o 
ci
en
tíf
ic
a,
 
ex
po
si
çã
o 
so
br
e 
um
 te
m
a,
 d
is
cu
rs
o 
po
lít
ic
o 
de
 1
0 
e 
11
º 
an
os
).
 
8.
 U
til
iz
ar
 p
ro
ce
di
m
en
to
s 
ad
eq
ua
do
s 
ao
 r
eg
is
to
 e
 a
o 
tr
at
am
en
to
 d
a 
in
fo
rm
aç
ão
. 
1.
 S
el
ec
io
na
r 
cr
it
er
io
sa
m
en
te
 
in
fo
rm
aç
ão
 r
el
ev
an
te
.
2.
 E
la
bo
ra
r 
tó
pi
co
s 
qu
e 
si
st
em
at
iz
em
 
as
 id
ei
as
-c
ha
ve
 d
o 
te
xt
o,
 
or
ga
ni
za
nd
o-
os
 s
eq
ue
nc
ia
lm
en
te
.
9.
 L
er
 p
ar
a 
ap
re
ci
ar
 c
ri
tic
am
en
te
 
te
xt
os
 v
ar
ia
do
s.
 
1.
 E
xp
ri
m
ir
 p
on
to
s 
de
 v
is
ta
 
su
sc
it
ad
os
 p
or
 le
it
ur
as
 d
iv
er
sa
s,
 
fu
nd
am
en
ta
nd
o.
A
tiv
id
ad
e 
 
do
 M
an
ua
l 
1.
 D
is
cu
rs
o 
po
lít
ic
o:
 
«N
un
ca
 n
os
 
re
nd
er
em
os
»,
 
de
 W
in
st
on
 
C
hu
rc
hi
ll 
M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 4
.1
: J
os
é 
S
ar
am
ag
o,
 O
 a
no
 d
a 
m
or
te
 
de
 R
ic
ar
do
 R
ei
s 
(p
. 2
69
) 
M
an
ua
l
4.
1 
 Jo
sé
 
S
ar
am
ag
o,
 
O
 a
no
 d
a 
m
or
te
 
de
 R
ic
ar
do
 R
ei
s 
(p
. 2
72
)
U
ni
da
de
 4
.2
: 
Jo
sé
 S
ar
am
ag
o,
 
M
em
or
ia
l d
o 
C
on
ve
nt
o 
(p
. 3
34
) 
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
• P
re
pa
ra
r 
o 
G
ru
po
 
II
 d
o 
Ex
am
e 
– 
 Fi
ch
a 
nº
 6
: 
di
sc
ur
so
 p
ol
ít
ic
o 
(p
p.
 5
4-
56
) 
– 
 Fi
ch
a 
nº
 8
: 
m
em
ór
ia
s 
(p
p.
 5
9-
60
) 
D
os
si
ê 
P
rá
tic
o 
 
do
 P
ro
fe
ss
or
Te
st
es
 d
e 
av
al
ia
çã
o 
m
od
el
o 
IA
VE
 d
a 
U
ni
da
de
 4
(p
p.
 2
09
-2
18
) 
(p
p.
 2
19
-2
28
)
M
em
ór
ia
s
Va
ri
ed
ad
e 
de
 t
em
as
, 
na
rr
at
iv
id
ad
e,
 
m
ob
ili
za
çã
o 
de
 in
fo
rm
aç
ão
 
se
le
ti
va
, d
is
cu
rs
o 
pe
ss
oa
l e
 
re
tr
os
pe
ti
vo
 
(p
re
va
lê
nc
ia
 d
a 
1ª
 p
es
so
a,
 f
or
m
as
 
de
 e
xp
re
ss
ão
 d
o 
te
m
po
)
A
tiv
id
ad
e 
 
do
 M
an
ua
l 
1.
 D
is
cu
rs
o 
po
lít
ic
o 
«D
e 
jo
ve
m
 e
 
de
 s
an
to
 t
od
os
 
te
m
os
 u
m
 
ta
nt
o»
 d
e 
Jo
sé
 
S
ar
am
ag
o
M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 4
.2
: J
os
é 
S
ar
am
ag
o,
 M
em
or
ia
l 
do
 C
on
ve
nt
o 
(p
. 3
31
) 
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 42
1. Planificação global e planos de aula
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
opr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
3º
E
sc
ri
ta
 
(E
12
)
M
ar
ca
s 
de
 g
én
er
o 
co
m
un
s 
a 
ap
re
ci
aç
ão
 c
rí
ti
ca
, e
xp
os
iç
ão
 s
ob
re
 u
m
 t
em
a 
e 
te
xt
o 
de
 o
pi
ni
ão
: t
em
a,
 in
fo
rm
aç
ão
 s
ig
ni
fic
at
iv
a,
 e
nc
ad
ea
m
en
to
 ló
gi
co
 d
os
 
tó
pi
co
s 
tr
at
ad
os
, a
sp
et
os
 p
ar
at
ex
tu
ai
s 
(e
.g
. t
ít
ul
o 
e 
su
bt
ít
ul
o,
 n
ot
as
 d
e 
ro
da
pé
 o
u 
no
ta
s 
fin
ai
s,
 b
ib
lio
gr
af
ia
, í
nd
ic
e 
e 
ilu
st
ra
çã
o)
, c
or
re
çã
o 
lin
gu
ís
ti
ca
A
pr
ec
ia
çã
o 
cr
íti
ca
 
D
es
cr
iç
ão
 
su
ci
nt
a 
do
 o
bj
et
o,
 
ac
om
pa
nh
ad
a 
de
 
co
m
en
tá
ri
o 
cr
ít
ic
o
10
. P
la
ni
fic
ar
 a
 e
sc
ri
ta
 d
e 
te
xt
os
.
1.
 C
on
so
lid
ar
 e
 a
pe
rf
ei
ço
ar
 
pr
oc
ed
im
en
to
s 
de
 e
la
bo
ra
çã
o 
 
de
 p
la
no
s 
de
 t
ex
to
. 
11
. E
sc
re
ve
r 
te
xt
os
 d
e 
di
fe
re
nt
es
 
gé
ne
ro
s 
e 
fin
al
id
ad
es
. 
1.
 E
sc
re
ve
r 
te
xt
os
 v
ar
ia
do
s,
 
re
sp
ei
ta
nd
o 
as
 m
ar
ca
s 
do
 g
én
er
o:
 
ex
po
si
çã
o 
so
br
e 
um
 t
em
a,
 
ap
re
ci
aç
ão
 c
rí
ti
ca
 e
 t
ex
to
 d
e 
op
in
iã
o.
 
12
. R
ed
ig
ir
 te
xt
os
 c
om
 c
oe
rê
nc
ia
 
e 
co
rr
eç
ão
 li
ng
uí
st
ic
a.
1.
 R
es
pe
it
ar
 o
 t
em
a.
2.
 M
ob
ili
za
r 
in
fo
rm
aç
ão
 a
de
qu
ad
a 
ao
 t
em
a.
3.
 R
ed
ig
ir
 u
m
 t
ex
to
 e
st
ru
tu
ra
do
, 
qu
e 
re
fl
it
a 
um
a 
pl
an
ifi
ca
çã
o,
 
ev
id
en
ci
an
do
 u
m
 b
om
 d
om
ín
io
 d
os
 
m
ec
an
is
m
os
 d
e 
co
es
ão
 t
ex
tu
al
: 
a)
 t
ex
to
 c
on
st
it
uí
do
 p
or
 
tr
ês
 p
ar
te
s 
(i
nt
ro
du
çã
o,
 
de
se
nv
ol
vi
m
en
to
 e
 c
on
cl
us
ão
),
 
in
di
vi
du
al
iz
ad
as
 e
 d
ev
id
am
en
te
 
pr
op
or
ci
on
ad
as
; 
b)
 m
ar
ca
çã
o 
co
rr
et
a 
 
de
 p
ar
ág
ra
fo
s;
 
c)
 a
rt
ic
ul
aç
ão
 d
as
 d
ife
re
nt
es
 
pa
rt
es
 p
or
 m
ei
o 
de
 r
et
om
as
 
ap
ro
pr
ia
da
s;
 
d)
 u
ti
liz
aç
ão
 a
de
qu
ad
a 
de
 
co
ne
ct
or
es
.
A
tiv
id
ad
es
 d
o 
M
an
ua
l
1.
 A
pr
ec
ia
çã
o 
cr
ít
ic
a 
(d
e 
qu
ad
ro
):
 p
in
tu
ra
 
de
 E
m
ili
an
o 
D
i 
C
av
al
ca
nt
i
2.
 A
pr
ec
ia
çã
o 
cr
ít
ic
a 
(d
e 
qu
ad
ro
):
 p
in
tu
ra
s 
de
 G
io
rg
io
 
D
om
en
ic
o 
D
up
rà
 
(M
ar
ia
 B
ár
ba
ra
 
de
 B
ra
ga
nç
a 
e 
In
fa
nt
e 
D.
 J
os
é)
M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 4
.1
: J
os
é 
S
ar
am
ag
o,
 O
 a
no
 d
a 
m
or
te
 
de
 R
ic
ar
do
 R
ei
s 
(p
. 2
34
) 
2.
 U
ni
da
de
 4
.2
: J
os
é 
S
ar
am
ag
o,
 M
em
or
ia
l 
do
 C
on
ve
nt
o 
(p
. 3
27
) 
A
ne
xo
 I
nf
or
m
at
iv
o
• 
 G
én
er
os
 t
ex
tu
ai
s 
– 
 A
pr
ec
ia
çã
o 
cr
ít
ic
a 
(p
. 3
81
)
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
• 
 Es
cr
it
a 
– 
 Fi
ch
a 
nº
 3
: a
pr
ec
ia
çã
o 
cr
ít
ic
a 
(p
p.
 6
7-
68
) 
 
• 
 S
ol
uç
ão
 
– 
 C
en
ár
io
s 
de
 r
es
po
st
a:
 
at
iv
id
ad
es
 d
e 
es
cr
it
a 
(U
ni
da
de
s 
4.
1 
e 
4.
2 
– 
Jo
sé
 S
ar
am
ag
o,
 O
 a
no
 d
a 
m
or
te
 d
e 
R
ic
ar
do
 R
ei
s 
e 
M
em
or
ia
l d
o 
C
on
ve
nt
o)
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
• E
sc
ri
ta
 
– 
 Fi
ch
a 
nº
 2
: 
ex
po
si
çã
o 
so
br
e 
um
 t
em
a 
(p
p.
 6
5-
66
) 
– 
 Fi
ch
a 
nº
 3
: 
ap
re
ci
aç
ão
 
cr
ít
ic
a 
(p
p.
 6
7-
68
) 
– 
 Fi
ch
a 
nº
 4
: t
ex
to
 
de
 o
pi
ni
ão
 
(p
p.
 6
9-
70
) 
 
 
 
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 43
Planificação global
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
3º
E
sc
ri
ta
 
(E
12
 )
E
xp
os
iç
ão
 s
ob
re
 
um
 te
m
a
C
ar
át
er
 
de
m
on
st
ra
ti
vo
, 
el
uc
id
aç
ão
 
ev
id
en
te
 d
o 
te
m
a 
(f
un
da
m
en
ta
çã
o 
da
s 
id
ei
as
),
 
co
nc
is
ão
 e
 
ob
je
ti
vi
da
de
, 
va
lo
r 
ex
pr
es
si
vo
 
da
s 
fo
rm
as
 
lin
gu
ís
ti
ca
s 
(d
eí
ti
co
s,
 
co
ne
ct
or
es
…
)
4.
 M
ob
ili
za
r 
ad
eq
ua
da
m
en
te
 
re
cu
rs
os
 d
a 
lín
gu
a:
 u
so
 c
or
re
to
 
do
 r
eg
is
to
 d
e 
lín
gu
a,
 v
oc
ab
ul
ár
io
 
ad
eq
ua
do
 a
o 
te
m
a,
 c
or
re
çã
o 
 
na
 a
ce
nt
ua
çã
o,
 n
a 
or
to
gr
af
ia
, 
na
 s
in
ta
xe
 e
 n
a 
po
nt
ua
çã
o.
5.
 O
bs
er
va
r 
os
 p
ri
nc
íp
io
s 
do
 t
ra
ba
lh
o 
in
te
le
ct
ua
l: 
id
en
ti
fic
aç
ão
 
da
s 
fo
nt
es
 u
ti
liz
ad
as
; 
cu
m
pr
im
en
to
 d
as
 n
or
m
as
 
de
 c
it
aç
ão
; u
so
 d
e 
no
ta
s 
de
 
ro
da
pé
; e
la
bo
ra
çã
o 
da
 b
ib
lio
gr
af
ia
. 
6.
 U
ti
liz
ar
 c
om
 a
ce
rt
o 
as
 t
ec
no
lo
gi
as
 
de
 in
fo
rm
aç
ão
 n
a 
pr
od
uç
ão
, 
na
 r
ev
is
ão
 e
 n
a 
ed
iç
ão
 d
e 
te
xt
o.
 
 13
. R
ev
er
 o
s 
te
xt
os
 e
sc
ri
to
s.
1.
 P
au
ta
r 
a 
es
cr
it
a 
do
 t
ex
to
 p
or
 
ge
st
os
 r
ec
or
re
ntes
 d
e 
re
vi
sã
o 
 
e 
ap
er
fe
iç
oa
m
en
to
, t
en
do
 e
m
 
vi
st
a 
a 
qu
al
id
ad
e 
do
 p
ro
du
to
 f
in
al
.
A
tiv
id
ad
es
 d
o 
M
an
ua
l
1.
 E
xp
os
iç
ão
 
so
br
e 
um
 t
em
a:
 
os
 a
m
or
es
 d
e 
R
ic
ar
do
 R
ei
s
2.
 E
xp
os
iç
ão
 s
ob
re
 
um
 t
em
a:
 o
 v
al
or
 
do
 t
ra
ba
lh
o
M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 4
.1
: J
os
é 
S
ar
am
ag
o,
 O
 a
no
 d
a 
m
or
te
 
de
 R
ic
ar
do
 R
ei
s 
(p
. 2
38
) 
2.
 U
ni
da
de
 4
.2
: J
os
é 
S
ar
am
ag
o,
 M
em
or
ia
l d
o 
C
on
ve
nt
o 
(p
. 3
17
) 
A
ne
xo
 I
nf
or
m
at
iv
o
• G
én
er
os
 t
ex
tu
ai
s 
– 
 Ex
po
si
çã
o 
so
br
e 
um
 t
em
a 
 
(p
. 3
80
)
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
• E
sc
ri
ta
 
– 
 Fi
ch
a 
nº
 2
: e
xp
os
iç
ão
 
so
br
e 
um
 t
em
a 
 
(p
p.
 6
5-
66
) 
 
 
• 
 S
ol
uç
ão
 
C
en
ár
io
s 
de
 r
es
po
st
a:
 
at
iv
id
ad
es
 d
e 
es
cr
it
a 
(U
ni
da
de
s 
4.
1 
e 
4.
2 
– 
Jo
sé
 
S
ar
am
ag
o,
 O
 a
no
 d
a 
m
or
te
 
de
 R
ic
ar
do
 R
ei
s 
e 
M
em
or
ia
l 
do
 C
on
ve
nt
o )
Te
xt
o 
de
 o
pi
ni
ão
Ex
pl
ic
it
aç
ão
 d
e 
um
 p
on
to
 d
e 
vi
st
a,
 c
la
re
za
 
e 
pe
rt
in
ên
ci
a 
da
 p
er
sp
et
iv
a 
ad
ot
ad
a,
 d
os
 
ar
gu
m
en
to
s 
de
se
nv
ol
vi
do
s 
e 
do
s 
re
sp
et
iv
os
 
ex
em
pl
os
M
an
ua
l
1.
 T
ex
to
 d
e 
op
in
iã
o:
 
pa
rt
ic
ip
aç
ão
 n
a 
vi
da
 s
oc
ia
l –
 u
m
 
de
ve
r 
e 
um
 
di
re
it
o
M
an
ua
l
1.
 U
ni
da
de
 4
.1
: J
os
é 
S
ar
am
ag
o,
 O
 a
no
 d
a 
m
or
te
 
de
 R
ic
ar
do
 R
ei
s 
(p
. 2
61
) 
2.
 U
ni
da
de
 4
.2
: J
os
é 
S
ar
am
ag
o,
 M
em
or
ia
l d
o 
C
on
ve
nt
o 
 (
p.
 3
10
) 
 
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 44
1. Planificação global e planos de aula
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
3º
E
sc
ri
ta
 
(E
12
 )
2.
 E
xp
os
iç
ão
 
so
br
e 
um
 t
em
a:
 
o 
 s
on
ho
 c
om
o 
m
ot
or
 d
a 
aç
ão
 
e 
do
 p
ro
gr
es
so
 
hu
m
an
o
A
ne
xo
 I
nf
or
m
at
iv
o
• G
én
er
os
 t
ex
tu
ai
s 
– 
Te
xt
o 
de
 o
pi
ni
ão
 (
p.
 3
82
)
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
• E
sc
ri
ta
 
– 
 Fi
ch
a 
nº
 4
: t
ex
to
 d
e 
op
in
iã
o 
(p
p.
 6
9-
70
) 
 
 
• 
 S
ol
uç
ão
 
C
en
ár
io
s 
de
 r
es
po
st
a:
 
at
iv
id
ad
es
 d
e 
es
cr
it
a 
(U
ni
da
de
s 
4.
1 
e 
4.
2 
– 
Jo
sé
 
S
ar
am
ag
o,
 O
 a
no
 d
a 
m
or
te
 
de
 R
ic
ar
do
 R
ei
s 
e 
M
em
or
ia
l 
do
 C
on
ve
nt
o )
E
du
ca
çã
o 
lit
er
ár
ia
 
(E
L1
2)
Jo
sé
 S
ar
am
ag
o,
 
O
 a
no
 d
a 
m
or
te
 d
e 
R
ic
ar
do
 R
ei
s
ou
R
ep
re
se
nt
aç
õe
s 
do
 s
éc
ul
o 
XX
: 
o 
es
pa
ço
 d
a 
ci
da
de
, o
 t
em
po
 
hi
st
ór
ic
o 
e 
os
 
ac
on
te
ci
m
en
to
s 
po
lít
ic
os
D
ea
m
bu
la
çã
o 
ge
og
rá
fic
a 
e 
vi
ag
em
 li
te
rá
ri
a
R
ep
re
se
nt
aç
õe
s 
do
 a
m
or
 In
te
rt
ex
tu
al
id
ad
e:
 
Jo
sé
 S
ar
am
ag
o,
 
le
it
or
 d
e 
Lu
ís
 d
e 
C
am
õe
s,
 C
es
ár
io
 
Ve
rd
e 
e 
Fe
rn
an
do
 
P
es
so
a
14
. L
er
 e
 in
te
rp
re
ta
r 
te
xt
os
 
lit
er
ár
io
s.
 
1.
 L
er
 e
xp
re
ss
iv
am
en
te
 e
m
 v
oz
 a
lt
a 
te
xt
os
 li
te
rá
ri
os
, a
pó
s 
pr
ep
ar
aç
ão
 
de
 le
it
ur
a.
2.
 
 Le
r 
te
xt
os
 li
te
rá
ri
os
 p
or
tu
gu
es
es
 
do
 s
éc
ul
o 
XX
, d
e 
di
fe
re
nt
es
 
gé
ne
ro
s.
 
3.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
te
m
as
, i
de
ia
s 
pr
in
ci
pa
is
, p
on
to
s 
de
 v
is
ta
 
e 
un
iv
er
so
s 
de
 r
ef
er
ên
ci
a,
 
ju
st
ifi
ca
nd
o.
4.
 F
az
er
 in
fe
rê
nc
ia
s,
 f
un
da
m
en
ta
nd
o.
5.
 A
na
lis
ar
 o
 p
on
to
 d
e 
vi
st
a 
da
s 
di
fe
re
nt
es
 p
er
so
na
ge
ns
.
6.
 E
xp
lic
it
ar
 a
 f
or
m
a 
co
m
o 
o 
te
xt
o 
es
tá
 e
st
ru
tu
ra
do
.
7.
 E
st
ab
el
ec
er
 r
el
aç
õe
s 
de
 s
en
ti
do
 
en
tr
e 
si
tu
aç
õe
s 
ou
 e
pi
só
di
os
. 
M
an
ua
l
1.
 L
ei
tu
ra
 e
 
re
al
iz
aç
ão
 
da
s 
at
iv
id
ad
es
 
as
so
ci
ad
as
 
à 
in
tr
od
uç
ão
 
da
 U
ni
da
de
 4
 
de
si
gn
ad
a 
 «
Jo
sé
 
S
ar
am
ag
o,
 N
ob
el
 
da
 L
it
er
at
ur
a 
(1
99
8)
2.
 L
ei
tu
ra
 d
e 
te
xt
os
 d
e 
co
nt
ex
tu
al
iz
aç
ão
 
hi
st
ór
ic
o-
lit
er
ár
ia
3.
 A
tiv
id
ad
es
 d
e 
pr
é-
le
itu
ra
/
m
ot
iv
aç
ão
 p
ar
a 
a 
le
itu
ra
M
an
ua
l
4.
 J
os
é 
S
ar
am
ag
o
4.
1 
 Jo
sé
 S
ar
am
ag
o,
 O
 a
no
 
da
 m
or
te
 d
e 
R
ic
ar
do
 R
ei
s
– 
 Te
xt
os
 d
e 
co
nt
ex
tu
al
iz
aç
ão
 
hi
st
ór
ic
o-
lit
er
ár
ia
 
re
la
ti
va
s 
a
– 
 O
 c
on
te
xt
o 
da
 é
po
ca
 
e 
a 
gé
ne
se
 d
o 
ro
m
an
ce
 
(p
p.
 2
10
-2
13
)
R
ub
ri
ca
 «
A
nt
es
 d
e 
le
r»
 
e 
te
xt
os
 li
te
rá
ri
os
• «
19
35
: u
m
 n
av
io
 c
he
ga
 
a 
Li
sb
oa
» 
(p
. 2
14
)
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 2
17
)
• «
R
ic
ar
do
 R
ei
s 
de
se
m
ba
rc
a 
em
 L
is
bo
a»
 (
p.
 2
17
)
M
an
ua
l
4.
1 
 José
 
S
ar
am
ag
o,
 
O
 a
no
 d
a 
m
or
te
 
de
 R
ic
ar
do
 R
ei
s 
Te
st
e 
de
 
av
al
ia
çã
o 
(p
. 2
72
) 
4.
1 
 Jo
sé
 
S
ar
am
ag
o,
 
M
em
or
ia
l d
o 
C
on
ve
nt
o 
Te
st
e 
de
 
av
al
ia
çã
o 
(p
. 3
34
) 
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 45
Planificação global
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
3º
E
du
ca
çã
o 
lit
er
ár
ia
 
(E
L1
2)
Li
ng
ua
ge
m
, e
st
ilo
 
e 
es
tr
ut
ur
a:
 
– 
 a 
es
tr
ut
ur
a 
 
da
 o
br
a;
 
– 
 o 
to
m
 o
ra
liz
an
te
 
e 
a 
po
nt
ua
çã
o;
 
– 
 re
cu
rs
os
 
ex
pr
es
si
vo
s:
 
a 
an
tí
te
se
, 
a 
co
m
pa
ra
çã
o,
 
a 
en
um
er
aç
ão
, 
a 
ir
on
ia
 e
 a
 
m
et
áf
or
a;
 
– 
 re
pr
od
uç
ão
 
do
 d
is
cu
rs
o 
 
no
 d
is
cu
rs
o
8.
 M
ob
ili
za
r 
os
 c
on
he
ci
m
en
to
s 
ad
qu
ir
id
os
 s
ob
re
 a
s 
ca
ra
ct
er
ís
ti
ca
s 
do
s 
te
xt
os
 p
oé
ti
co
s 
e 
na
rr
at
iv
os
. 
9.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
e 
ex
pl
ic
it
ar
 o
 v
al
or
 d
os
 
re
cu
rs
os
 e
xp
re
ss
iv
os
 m
en
ci
on
ad
os
 
no
 P
ro
gr
am
a.
 
15
. A
pr
ec
ia
r 
te
xt
os
 li
te
rá
ri
os
.
1.
 R
ec
on
he
ce
r 
va
lo
re
s 
cu
lt
ur
ai
s,
 
ét
ic
os
 e
 e
st
ét
ic
os
 m
an
ife
st
ad
os
 
no
s 
te
xt
os
.
2.
 V
al
or
iz
ar
 u
m
a 
ob
ra
 e
nq
ua
nt
o 
ob
je
to
 s
im
bó
lic
o,
 n
o 
pl
an
o 
do
 
im
ag
in
ár
io
 in
di
vi
du
al
 e
 c
ol
et
iv
o.
3.
 E
xp
re
ss
ar
 p
on
to
s 
de
 v
is
ta
 
su
sc
it
ad
os
 p
el
os
 t
ex
to
s 
lid
os
, 
fu
nd
am
en
ta
nd
o.
 
4.
 F
az
er
 a
pr
es
en
ta
çõ
es
 o
ra
is
 (
5 
a 
7 
m
in
ut
os
) 
so
br
e 
ob
ra
s,
 p
ar
te
 d
e 
ob
ra
s 
ou
 t
óp
ic
os
 d
o 
P
ro
gr
am
a.
5.
 E
sc
re
ve
r 
ex
po
si
çõ
es
 (
en
tr
e 
13
0 
e 
17
0 
pa
la
vr
as
) 
so
br
e 
te
m
as
 
re
sp
ei
ta
nt
es
 à
s 
ob
ra
s 
es
tu
da
da
s,
 
de
 a
co
rd
o 
co
m
 u
m
 p
la
no
 
pr
ev
ia
m
en
te
 e
la
bo
ra
do
 p
el
o 
al
un
o.
6.
 L
er
 u
m
a 
ou
 d
ua
s 
ob
ra
s 
do
 P
ro
je
to
 
de
 L
ei
tu
ra
 r
el
ac
io
na
nd
o-
a(
s)
 c
om
 
co
nt
eú
do
s 
pr
og
ra
m
át
ic
os
 d
e 
di
fe
re
nt
es
 d
om
ín
io
s.
7.
 A
na
lis
ar
 r
ec
ri
aç
õe
s 
de
 o
br
as
 
lit
er
ár
ia
s 
do
 P
ro
gr
am
a,
 c
om
 
re
cu
rs
o 
a 
di
fe
re
nt
es
 li
ng
ua
ge
ns
 
(p
or
 e
xe
m
pl
o,
 m
ús
ic
a,
 t
ea
tr
o,
 
ci
ne
m
a,
 a
da
pt
aç
õe
s 
a 
sé
ri
es
 d
e 
TV
),
 e
st
ab
el
ec
en
do
 c
om
pa
ra
çõ
es
 
pe
rt
in
en
te
s.
 
4.
 L
ei
tu
ra
 e
xc
er
to
s 
de
 O
 a
no
 d
a 
m
or
te
 d
e 
R
ic
ar
do
 
R
ei
s 
de
 J
os
é 
S
ar
am
ag
o
5.
 R
es
ol
uç
ão
 
de
 f
ic
ha
s 
de
 
ap
oi
o 
re
la
ti
va
 
ao
s 
tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
P
ro
gr
am
a
6.
 L
ei
tu
ra
 d
a 
 
ru
br
ic
a 
de
 
âm
bi
to
 
te
ór
ic
o 
 
de
si
gn
ad
a 
«I
nt
er
te
xt
ua
li-
da
de
s»
7.
 R
ea
liz
aç
ão
 
da
s 
at
iv
id
ad
es
 
as
so
ci
ad
as
 à
 
ru
br
ic
a 
de
 â
m
bi
to
 
pr
át
ic
o 
de
si
gn
ad
a 
«T
em
as
 c
om
un
s»
8.
 R
es
ol
uç
ão
 d
a 
at
iv
id
ad
e 
de
 
ve
ri
fic
aç
ão
 d
a 
le
it
ur
a 
in
te
gr
al
 
na
 r
ub
ri
ca
 
«L
ei
tu
ra
 a
 p
ar
 
e 
pa
ss
o…
» 
 
9.
 A
ná
lis
e 
e 
es
tu
do
 
do
s 
es
qu
em
as
- 
-s
ín
te
se
 n
o 
fin
al
 
da
s 
un
id
ad
es
 
di
dá
ti
ca
s
• L
ei
tu
ra
 a
 p
ar
 e
 p
as
so
…
 
(p
. 2
20
)
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 2
23
)
• «
Fe
rn
an
do
 P
es
so
a 
vi
si
ta
 
R
ic
ar
do
 R
ei
s»
 (
p.
 2
23
)
• L
ei
tu
ra
 a
 p
ar
 e
 p
as
so
…
 
(p
. 2
26
)
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 2
30
)
• «
Li
sb
oa
 1
93
6:
 u
m
 C
ar
na
va
l 
tr
is
te
» 
(p
. 2
30
)
• L
ei
tu
ra
 a
 p
ar
 e
 p
as
so
…
 
(p
. 2
34
)
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 2
35
)
• «
R
ic
ar
do
 R
ei
s 
vê
 M
ar
ce
nd
a 
pe
la
 p
ri
m
ei
ra
 v
ez
» 
(p
. 2
35
)
• «
R
ic
ar
do
 R
ei
s 
co
nh
ec
e 
um
a 
 
cr
ia
da
 d
e 
ho
te
l, 
Lí
di
a»
 
(p
. 2
36
)
• «
R
ic
ar
do
 R
ei
s 
m
an
té
m
-s
e 
in
te
re
ss
ad
o 
em
 M
ar
ce
nd
a»
 
(p
. 2
37
)
• «
M
ar
ce
nd
a:
 o
 a
m
or
 
im
po
ss
ív
el
» 
(p
. 2
39
)
• «
Lí
di
a»
 (
p.
 2
41
)
• «
Lí
di
a:
 o
 a
de
us
» 
(p
. 2
43
)
• L
ei
tu
ra
 a
 p
ar
 e
 p
as
so
…
 
(p
. 2
44
)
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 2
48
)
• «
C
om
 C
am
õe
s 
pe
la
 B
ai
xa
 
de
 L
is
bo
a»
 (
p.
 2
48
)
• «
À
 p
ro
cu
ra
 d
e 
em
pr
eg
o 
co
m
 C
am
õe
s»
 (
p.
 2
50
)
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 2
51
)
• «
Vi
ag
en
s 
lit
er
ár
ia
s»
 
(p
. 2
51
)
• L
ei
tu
ra
 a
 p
ar
 e
 p
as
so
…
 
(p
. 2
54
)
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 2
59
)
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
• T
es
te
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
m
od
el
o 
IA
VE
Te
st
e 
nº
 4
: J
os
é 
S
ar
am
ag
o,
 O
 
an
o 
da
 m
or
te
 d
e 
R
ic
ar
do
 R
ei
s 
e 
co
nt
o 
de
 M
ár
io
 
de
 C
ar
va
lh
o
(p
p.
 8
5-
88
) 
D
os
siê 
P
rá
tic
o 
do
 
P
ro
fe
ss
or
Te
st
es
 d
e 
av
al
ia
çã
o 
m
od
el
o 
IA
VE
 d
a 
U
ni
da
de
s 
4.
1 
e 
4.
2
(p
p.
 2
09
-2
18
) 
(p
p.
 2
19
-2
28
)
• D
oc
um
en
to
s 
Te
st
e 
de
 a
va
lia
çã
o 
4.
1 
e 
4.
2 
Jo
é 
S
ar
am
ag
o,
 O
 
an
o 
da
 m
or
te
 
de
 R
ic
ar
do
 R
ei
s 
e 
M
em
or
ia
l d
o 
C
on
ve
nt
o 
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 46
1. Planificação global e planos de aula
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
3º
E
du
ca
çã
o 
lit
er
ár
ia
 
(E
L1
2)
16
. S
itu
ar
 o
br
as
 li
te
rá
ri
as
 e
m
 
fu
nç
ão
 d
e 
gr
an
de
s 
m
ar
co
s 
hi
st
ór
ic
os
 e
 c
ul
tu
ra
is
.
1.
 R
ec
on
he
ce
r 
a 
co
nt
ex
tu
al
iz
aç
ão
 
hi
st
ór
ic
o-
lit
er
ár
ia
 n
os
 c
as
os
 
pr
ev
is
to
s 
no
 P
ro
gr
am
a.
2.
 C
om
pa
ra
r 
te
m
as
, i
de
ia
s 
e 
va
lo
re
s 
ex
pr
es
so
s 
em
 d
ife
re
nt
es
 t
ex
to
s 
da
 m
es
m
a 
ép
oc
a 
e 
de
 d
ife
re
nt
es
 
ép
oc
as
.
• «
R
ic
ar
do
 R
ei
s 
e 
o 
"e
sp
et
ác
ul
o 
do
 m
un
do
"»
 
(p
. 2
59
)
• L
ei
tu
ra
 a
 p
ar
 e
 p
as
so
…
 
(p
. 2
61
)
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 2
64
)
• «
O
 ú
lt
im
o 
en
co
nt
ro
» 
 
(p
. 2
64
)
 Fi
ch
as
 d
e 
ap
oi
o
• F
ic
ha
 d
e 
ap
oi
o 
nº
 1
 –
re
pr
es
en
ta
çõ
es
 d
o 
sé
cu
lo
 
XX
: o
 e
sp
aç
o 
da
 c
id
ad
e 
 
(p
. 2
21
)
• F
ic
ha
 d
e 
ap
oi
o 
nº
 2
 –
 
In
te
rt
ex
tu
al
id
ad
e 
(p
. 2
27
)
• F
ic
ha
 d
e 
ap
oi
o 
nº
 3
 –
 
re
pr
es
en
ta
çõ
es
 d
o 
am
or
 
(p
. 2
45
)
• F
ic
ha
 d
e 
ap
oi
o 
nº
 4
 –
 
D
ea
m
bu
la
çã
o 
ge
og
rá
fic
a 
e 
vi
ag
em
 li
te
rá
ri
a;
 
in
te
rt
ex
tu
al
id
ad
e;
 J
os
é 
S
ar
am
ag
o,
 le
it
or
 d
e 
Lu
ís
 d
e 
C
am
õe
s;
 C
es
ár
io
 V
er
de
 e
 
Fe
rn
an
do
 P
es
so
a 
(p
. 2
55
)
• F
ic
ha
 d
e 
ap
oi
o 
nº
 5
 –
 
re
pr
es
en
ta
çõ
es
 d
o 
sé
cu
lo
 
XX
; o
 e
sp
aç
o 
da
 c
id
ad
e;
 
o 
te
m
po
 h
is
tó
ri
co
 e
 o
s 
ac
on
te
ci
m
en
to
s 
po
lít
ic
os
 
(p
. 2
62
)
• F
ic
ha
 d
e 
ap
oi
o 
nº
 6
 –
 
in
te
rt
ex
tu
al
id
ad
e:
 J
os
é 
S
ar
am
ag
o,
 le
it
or
 d
e 
Lu
ís
 
de
 C
am
õe
s 
(p
. 2
66
)
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 47
Planificação global
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
3º
E
du
ca
çã
o 
lit
er
ár
ia
 
(E
L1
2)
R
ub
ri
ca
 «
Te
m
as
 c
om
un
s»
• O
s 
es
pa
ço
s 
em
 O
 a
no
 d
a 
m
or
te
 d
e 
R
ic
ar
do
 R
ei
s 
e 
em
 
O
s 
M
ai
as
 o
u 
A
 il
us
tr
e 
ca
sa
 d
e 
R
am
ir
es
 (
p.
 2
19
)
• H
is
tó
ri
as
 d
e 
am
or
 e
m
 F
re
i 
Lu
ís
 d
e 
So
us
a ,
 A
m
or
 d
e 
pe
rd
iç
ão
, V
ia
ge
ns
 n
a 
m
in
ha
 
te
rr
a 
e 
O
s 
M
ai
as
 (
p.
 2
42
)
R
ub
ri
ca
 
«I
nt
er
te
xt
ua
lid
ad
es
»
• D
a 
de
am
bu
la
çã
o 
ge
og
rá
fic
a 
 
à 
lit
er
at
ur
a:
 R
ic
ar
do
 R
ei
s,
 
C
es
ár
io
 v
er
de
, L
uí
s 
de
 
C
am
õe
s 
(p
. 2
54
)
E
sq
ue
m
a-
sí
nt
es
e 
4.
1 
 Jo
sé
 S
ar
am
ag
o,
 O
 a
no
 
da
 m
or
te
 d
e 
R
ic
ar
do
 R
ei
s 
 
(p
. 2
71
)
 
• 
 A
pr
es
en
ta
çã
o 
C
on
te
xt
ua
liz
aç
ão
 
hi
st
ór
ic
o-
lit
er
ár
ia
 d
a 
un
id
ad
e 
4 
S
ín
te
se
 –
 4
.1
 J
os
é 
S
ar
am
ag
o,
 O
 a
no
 d
a 
m
or
te
 
de
 R
ic
ar
do
 R
ei
s
• 
 Ví
de
o 
«D
is
cu
rs
o 
de
 J
os
é 
S
ar
am
ag
o»
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 48
1. Planificação global e planos de aula
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
3º
E
du
ca
çã
o 
lit
er
ár
ia
 
(E
L1
2)
Jo
sé
 S
ar
am
ag
o,
 
M
em
or
ia
l d
o 
C
on
ve
nt
o
O
 t
ít
ul
o 
e 
as
 
lin
ha
s 
de
 a
çã
o
C
ar
ac
te
ri
za
çã
o 
da
s 
pe
rs
on
ag
en
s 
– 
 re
la
çã
o 
en
tr
e 
el
as
O
 t
em
po
 h
is
tó
ri
co
 
e 
o 
te
m
po
 d
a 
na
rr
at
iv
a
Vi
sã
o 
cr
ít
ic
a
D
im
en
sã
o 
si
m
bó
lic
a
Li
ng
ua
ge
m
, e
st
ilo
 
e 
es
tr
ut
ur
a:
 
– 
 a 
es
tr
ut
ur
a 
 
da
 o
br
a;
 
– 
in
te
rt
ex
tu
al
id
ad
e;
 
– 
po
nt
ua
çã
o;
 
– 
 re
cu
rs
os
 
ex
pr
es
si
vo
s:
 
a 
an
áf
or
a,
 a
 
co
m
pa
ra
çã
o,
 
a 
en
um
er
aç
ão, 
a 
ir
on
ia
 e
 
a 
m
et
áf
or
a;
 
– 
 re
pr
od
uç
ão
 
do
 d
is
cu
rs
o 
 
no
 d
is
cu
rs
o
M
an
ua
l
1.
 L
ei
tu
ra
 e
 
re
al
iz
aç
ão
 
da
s 
at
iv
id
ad
es
 
as
so
ci
ad
as
 
à 
in
tr
od
uç
ão
 
da
 U
ni
da
de
 4
 
de
si
gn
ad
a 
 «
Jo
sé
 
S
ar
am
ag
o,
 N
ob
el
 
da
 L
it
er
at
ur
a 
(1
99
8)
2.
 L
ei
tu
ra
 d
e 
te
xt
os
 d
e 
co
nt
ex
tu
al
iz
aç
ão
 
hi
st
ór
ic
o-
lit
er
ár
ia
3.
 A
ti
vi
da
de
s 
de
 
pr
é-
le
it
ur
a/
m
ot
iv
aç
ão
 p
ar
a 
 
a 
le
it
ur
a
4.
 L
ei
tu
ra
 e
xc
er
to
s 
de
 M
em
or
ia
l d
o 
C
on
ve
nt
o 
de
 
Jo
sé
 S
ar
am
ag
o
5.
 R
es
ol
uç
ão
 
de
 f
ic
ha
s 
de
 
ap
oi
o 
re
la
ti
va
 
ao
s 
tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
P
ro
gr
am
a
6.
 L
ei
tu
ra
 d
a 
ru
br
ic
a 
de
 â
m
bi
to
 
te
ór
ic
o 
de
si
gn
ad
a 
«I
nt
er
te
xt
ua
li-
da
de
s»
M
an
ua
l
4.
 J
os
é 
S
ar
am
ag
o
4.
1 
 Jo
sé
 S
ar
am
ag
o,
 M
em
or
ia
l 
do
 C
on
ve
nt
o
– 
 Te
xt
os
 d
e 
co
nt
ex
tu
al
iz
aç
ão
 
hi
st
ór
ic
o-
lit
er
ár
ia
 
re
la
ti
va
s 
a 
– 
 S
éc
ul
o 
VI
II
 –
 
um
 t
em
po
 e
m
 
tr
an
sf
or
m
aç
ão
 
(p
p.
 2
76
-2
80
)
– 
 Es
tr
ut
ur
a 
e 
lin
ha
s 
de
 
aç
ão
 d
e 
M
em
or
ia
l d
o 
C
on
ve
nt
o 
(p
. 2
81
)
R
ub
ri
ca
 «
A
nt
es
 d
e 
le
r»
 
e 
te
xt
os
 li
te
rá
ri
os
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 2
82
)
• «
A
 r
ea
l p
ro
m
es
sa
» 
(p
. 2
82
)
• L
ei
tu
ra
 a
 p
ar
 e
 p
as
so
…
 
(p
. 2
85
)
• «
A
 p
ro
ci
ss
ão
 d
o 
au
to
 d
e 
fé
» 
(p
. 2
86
)
• L
ei
tu
ra
 a
 p
ar
 e
 p
as
so
…
 
(p
. 2
88
)
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 2
89
)
• «
N
un
ca
 t
e 
ol
ha
re
i p
or
 
de
nt
ro
» 
(p
. 2
89
)
 • 
 Le
it
ur
a 
a 
pa
r 
e 
pa
ss
o…
 
(p
. 2
91
)
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 2
92
)
 • 
 «Q
ue
 p
ad
re
 é
 e
st
e?
» 
 
(p
. 2
92
)
• L
ei
tu
ra
 a
 p
ar
 e
 p
as
so
…
 
(p
. 2
96
)
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 2
97
)
• «
M
od
os
 d
e 
ju
nt
ar
 u
m
 
ho
m
em
 e
 u
m
a 
m
ul
he
r»
 
(p
. 2
97
)
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 49
Planificação global
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
3º
E
du
ca
çã
o 
lit
er
ár
ia
 
(E
L1
2)
7.
 R
ea
liz
aç
ão
 
da
s 
at
iv
id
ad
es
 
as
so
ci
ad
as
 
à 
ru
br
ic
a 
de
 
âm
bi
to
 p
rá
ti
co
 
de
si
gn
ad
a 
«T
em
as
 
co
m
un
s»
8.
 R
es
ol
uç
ão
 d
a 
at
iv
id
ad
e 
de
 
ve
ri
fic
aç
ão
 d
a 
le
it
ur
a 
in
te
gr
al
 
na
 r
ub
ri
ca
 
«L
ei
tu
ra
 a
 p
ar
 e
 
pa
ss
o…
» 
 
9.
 A
ná
lis
e 
e 
es
tu
do
 
do
s 
es
qu
em
as
- 
-s
ín
te
se
 n
o 
fin
al
 
da
s 
un
id
ad
es
 
di
dá
ti
ca
s
• L
ei
tu
ra
 a
 p
ar
 e
 p
as
so
…
 
(p
. 3
01
)
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 3
04
)
• «
A
 m
áq
ui
na
 d
e 
vo
ar
» 
 
(p
. 3
04
)
• L
ei
tu
ra
 a
 p
ar
 e
 p
as
so
…
 
(p
. 3
07
)
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 3
08
)
• «
Vo
ar
 a
té
 a
o 
S
ol
» 
(p
. 3
08
)
• L
ei
tu
ra
 a
 p
ar
 e
 p
as
so
…
 
(p
. 3
10
)
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 3
14
)
• «
O
 t
ra
ns
po
rt
e 
da
 m
ãe
 
da
 p
ed
ra
» 
(p
. 3
14
)
• L
ei
tu
ra
 a
 p
ar
 e
 p
as
so
…
 
(p
. 3
17
)
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 3
18
)
• «
Q
ua
nt
o 
po
de
 u
m
 r
ei
» 
 
(p
. 3
18
)
• L
ei
tu
ra
 a
 p
ar
 e
 p
as
so
…
 
(p
. 3
21
)
• A
nt
es
 d
e 
le
r 
(p
. 3
25
)
• «
O
 d
ia
 d
a 
sa
gr
aç
ão
 
do
 c
on
ve
nt
o»
 (
p.
 3
25
)
Fi
ch
as
 d
e 
ap
oi
o
• F
ic
ha
 d
e 
ap
oi
o 
nº
 1
 –
 
C
ar
ac
te
ri
za
çã
o 
da
s 
pe
rs
on
ag
en
s 
– 
re
la
çã
o 
en
tr
e 
el
as
 (
p.
 3
02
)
• F
ic
ha
 d
e 
ap
oi
o 
nº
 2
 –
 
D
im
en
sã
o 
si
m
bó
lic
a 
 
(p
. 3
11
)
• F
ic
ha
 d
e 
ap
oi
o 
nº
 3
 –
 V
is
ão
 
cr
ít
ic
a 
(p
. 3
22
)
• F
ic
ha
 d
e 
ap
oi
o 
nº
 4
 –
 
In
te
rt
ex
tu
al
id
ad
e 
(p
. 3
23
)
• F
ic
ha
 d
e 
ap
oi
o 
nº
 5
 –
 t
em
po
 
hi
st
ór
ic
o 
e 
te
m
po
 d
a 
na
rr
at
iv
a 
(p
. 3
28
)
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 50
1. Planificação global e planos de aula
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
3º
E
du
ca
çã
o 
lit
er
ár
ia
 
(E
L1
2)
R
ub
ri
ca
 «
Te
m
as
 c
om
un
s»
• O
 «
H
om
em
» 
vi
st
o 
pe
lo
 
pa
dr
e 
B
ar
to
lo
m
eu
 
Lo
ur
en
ço
, e
m
 M
em
or
ia
l d
o 
C
on
ve
nt
o ,
 e
 p
or
 C
am
õe
s,
 e
m
 
O
s 
Lu
sí
ad
as
 (
p.
 2
96
)
• A
 p
er
sp
et
iv
a 
da
 m
ul
he
r 
fa
ce
 
ao
 a
m
or
 e
 a
o 
ca
sa
m
en
to
 e
m
 
M
em
or
ia
ld
o 
C
on
ve
nt
o,
 
Fr
ei
 L
uí
s 
de
 S
ou
sa
 e
 A
m
or
 
de
 p
er
di
çã
o 
(p
. 3
00
)
R
ub
ri
ca
 
«I
nt
er
te
xt
ua
lid
ad
es
»
• V
is
ão
 c
rí
ti
ca
 –
 M
em
or
ia
l 
do
 C
on
ve
nt
o 
e 
O
s 
Lu
sí
ad
as
 
(p
. 3
20
)
E
sq
ue
m
a-
sí
nt
es
e
4.
1 
 Jo
sé
 S
ar
am
ag
o,
 
M
em
or
ia
l d
o 
C
on
ve
nt
o 
 
(p
. 3
33
)
 
• 
 A
pr
es
en
ta
çã
o 
C
on
te
xt
ua
liz
aç
ão
 
hi
st
ór
ic
o-
lit
er
ár
ia
 d
a 
un
id
ad
e 
4 
S
ín
te
se
 –
 4
.1
 J
os
é 
S
ar
am
ag
o,
 M
em
or
ia
l d
o 
C
on
ve
nt
o
 Á
ud
io
s 
/ L
in
ks
D
eo
lin
da
, «
Li
sb
oa
 n
ão
 é
 a
 
ci
da
de
 p
er
fe
it
a»
Lu
ís
 R
ep
re
sa
s,
 «
Fe
it
ic
ei
ra
»
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 51
Planificação global
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
3º
G
ra
m
át
ic
a 
(G
12
)
1.
 R
et
om
a 
(e
m
 
re
vi
sã
o)
 d
os
 
co
nt
eú
do
s 
es
tu
da
do
s 
no
 
10
º 
e 
11
º 
an
o
2.
 T
ex
to
 e
 
te
xt
ua
lid
ad
e
3.
 S
em
ân
ti
ca
1.
1 
C
on
te
úd
os
 
gr
am
at
ic
ai
s 
de
 1
0º
, 1
1º
, 
e 
re
to
m
a 
de
 
co
nt
eú
do
s 
de
 1
2º
 
da
 U
ni
da
de
 1
.
2.
1.
 T
ex
to
 e
 
te
xt
ua
lid
ad
e:
 
 a
) 
or
ga
ni
za
çã
o 
de
 s
eq
uê
nc
ia
s 
te
xt
ua
is
 
(n
ar
ra
ti
va
, 
de
sc
ri
ti
va
, 
ar
gu
m
en
ta
ti
va
, 
ex
pl
ic
at
iv
a 
e 
di
al
og
al
);
 
b)
 in
te
rt
ex
tu
al
id
ad
e
3.
1.
 V
al
or
 
te
m
po
ra
l: 
a)
 f
or
m
as
 d
e 
ex
pr
es
sã
o 
do
 t
em
po
 
(l
oc
al
iz
aç
ão
 
te
m
po
ra
l)
: 
fl
ex
ão
 v
er
ba
l, 
ve
rb
os
 a
ux
ili
ar
es
, 
ad
vé
rb
io
s 
ou
 
ex
pr
es
sõ
es
 d
e 
te
m
po
 e
 o
ra
çõ
es
 
te
m
po
ra
is
; 
b)
 r
el
aç
õe
s 
de
 o
rd
em
 
cr
on
ol
óg
ic
a:
 
si
m
ul
ta
ne
id
ad
e,
 
an
te
ri
or
id
ad
e 
e 
po
st
er
io
ri
da
de
17
. C
on
st
ru
ir
 u
m
 c
on
he
ci
m
en
to
 
re
fl
ex
iv
o 
so
br
e 
a 
es
tr
ut
ur
a 
e 
o 
us
o 
do
 p
or
tu
gu
ês
. 
1.
 C
on
so
lid
ar
 o
s 
co
nh
ec
im
en
to
s 
gr
am
at
ic
ai
s 
ad
qu
ir
id
os
 n
os
 a
no
s 
an
te
ri
or
es
. 
18
. R
ec
on
he
ce
r 
a 
fo
rm
a 
co
m
o 
 
se
 c
on
st
ró
i a
 te
xt
ua
lid
ad
e.
 
1.
 D
em
on
st
ra
r, 
em
 t
ex
to
s,
 a
 
ex
is
tê
nc
ia
 d
e 
co
er
ên
ci
a 
te
xt
ua
l. 
2.
 D
is
ti
ng
ui
r 
m
ec
an
is
m
os
 d
e 
co
ns
tr
uç
ão
 d
a 
co
es
ão
 t
ex
tu
al
. 
G
11
19
. R
ec
on
he
ce
r 
m
od
al
id
ad
es
 
de
 r
ep
ro
du
çã
o 
ou
 d
e 
ci
ta
çã
o 
 
do
 d
is
cu
rs
o.
 
1.
 R
ec
on
he
ce
r 
e 
fa
ze
r 
ci
ta
çõ
es
. 
2.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
e 
in
te
rp
re
ta
r 
di
sc
ur
so
 
di
re
to
, d
is
cu
rs
o 
in
di
re
to
 e
 d
is
cu
rs
o 
in
di
re
to
 li
vr
e.
 
3.
 R
ec
on
he
ce
r 
e 
ut
ili
za
r 
ad
eq
ua
da
m
en
te
 d
ife
re
nt
es
 v
er
bo
s 
in
tr
od
ut
or
es
 d
e 
re
la
to
 d
o 
di
sc
ur
so
.
 20
. I
de
nt
ifi
ca
r 
as
pe
to
s 
da
 
di
m
en
sã
o 
pr
ag
m
át
ic
a 
do
 d
is
cu
rs
o.
 
1.
 I
de
nt
ifi
ca
r 
de
ít
ic
os
 e
 r
es
pe
ti
vo
s 
re
fe
re
nt
es
.
A
tiv
id
ad
es
 
do
 M
an
ua
l
1.
 E
xe
rc
íc
io
s 
de
 
re
to
m
a 
(e
m
 
re
vi
sã
o)
 d
os
 
co
nt
eú
do
s 
es
tu
da
do
s:
 
P
ro
ce
ss
os
 
fo
no
ló
gi
co
s;
 
fu
nç
õe
s 
si
nt
át
ic
as
; 
su
bo
rd
in
aç
ão
; 
pa
la
vr
as
 
co
nv
er
ge
nt
es
 e
 
di
ve
rg
en
te
s;
 
co
es
ão
 t
ex
tu
al
; 
va
lo
r 
te
m
po
ra
l; 
va
lo
r 
as
pe
tu
al
; 
va
lo
r 
m
od
al
; 
or
ga
ni
za
çã
o 
da
s 
se
qu
ên
ci
as
 
te
xt
ua
is
; 
re
pr
od
uç
ão
 d
o 
di
sc
ur
so
 n
o 
di
sc
ur
so
2.
 E
xe
rc
íc
io
s 
de
 1
2º
 
an
o 
em
 f
ic
ha
s 
de
 
ap
oi
o:
– 
 Fi
ch
a 
de
 a
po
io
 
nº
 2
: i
nt
er
te
x-
tu
al
id
ad
e 
– 
 Fi
ch
a 
de
 a
po
io
 
nº
 4
: i
nt
er
te
x-
tu
al
id
ad
e
M
an
ua
l
4.
1 
 Jo
sé
 S
ar
am
ag
o,
 O
 a
no
 d
a 
m
or
te
 d
e 
R
ic
ar
do
 R
ei
s 
– 
ex
er
cí
ci
os
 d
e 
re
to
m
a 
(p
p.
 2
16
, 2
40
, 2
53
, 2
65
)
4.
2 
 Jo
sé
 S
ar
am
ag
o,
 M
em
or
ia
l 
do
 C
on
ve
nt
o 
– 
ex
er
cí
ci
os
 d
e 
re
to
m
a 
(p
p.
 2
84
, 2
91
, 2
95
, 3
01
)
Fi
ch
as
 d
e 
ap
oi
o
• F
ic
ha
 d
e 
ap
oi
o 
nº
 2
: 
in
te
rt
ex
tu
al
id
ad
e 
 
(p
p.
 2
27
-2
29
)
• F
ic
ha
 d
e 
ap
oi
o 
nº
 4
: 
in
te
rt
ex
tu
al
id
ad
e 
 
(p
p.
 3
23
-3
24
)
A
ne
xo
 I
nf
or
m
at
iv
o
• C
on
te
úd
os
 d
e 
re
to
m
a 
m
en
ci
on
ad
os
 (
pp
. 3
47
, 
35
6-
35
9,
 3
60
-3
61
, 3
64
, 
36
5,
 3
69
; 3
71
-3
75
)
• O
rg
an
iz
aç
ão
 d
as
 s
eq
uê
nc
ia
s 
te
xt
ua
is
 (
pp
. 3
71
-3
75
)
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
• F
ic
ha
 n
º 
2:
 p
ro
ce
ss
os
 
fo
no
ló
gi
co
s 
 (
p.
 5
) 
• F
ic
ha
 n
º 
5:
 f
un
çõ
es
 
si
nt
át
ic
as
 (
pp
. 8
-1
3)
 
• F
ic
ha
 n
º 
6:
 c
oo
rd
en
aç
ão
 e
 
su
bo
rd
in
aç
ão
 (
pp
. 1
5-
18
) 
• F
ic
ha
 n
º 
7:
 f
un
çõ
es
 
si
nt
át
ic
as
 d
aso
ra
çõ
es
 
su
bo
rd
in
ad
as
 (
pp
. 1
9-
20
) 
M
an
ua
l
4.
1 
 Jo
sé
 
S
ar
am
ag
o,
 O
 
an
o 
da
 m
or
te
 d
e 
R
ic
ar
do
 R
ei
s 
Te
st
e 
de
 
av
al
ia
çã
o 
(p
. 2
72
) 
4.
1 
 Jo
sé
 
S
ar
am
ag
o,
 
M
em
or
ia
l d
o 
C
on
ve
nt
o 
Te
st
e 
de
 
av
al
ia
çã
o 
(p
. 3
34
) 
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
Te
st
es
 d
e 
av
al
ia
çã
o 
m
od
el
o 
IA
VE
Te
st
e 
nº
 4
: J
os
é 
S
ar
am
ag
o,
 O
 a
no
 
da
 m
or
te
 d
e 
R
ic
ar
do
 
R
ei
s 
e 
co
nt
o 
de
 
M
ár
io
 d
e 
C
ar
va
lh
o
 (
pp
. 8
5-
88
)
D
os
si
ê 
P
rá
tic
o 
do
 
P
ro
fe
ss
or
Te
st
es
 d
e 
av
al
ia
çã
o 
m
od
el
o 
IA
VE
 d
a 
U
ni
da
de
s 
4.
1 
e 
4.
2
(p
p.
 2
09
-2
18
) 
(p
p.
 2
19
-2
28
)
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 52
1. Planificação global e planos de aula
P
la
ni
fic
aç
ão
 g
lo
ba
l (
P
ro
gr
am
a/
M
et
as
/E
nt
re
 P
al
av
ra
s 
12
)
P
er
ío
do
 
le
tiv
o
D
om
ín
io
s
G
én
er
os
Tó
pi
co
s 
de
 
co
nt
eú
do
 d
o 
 
P
ro
gr
am
a
O
bj
et
iv
os
 / 
D
es
cr
ito
re
s 
da
s 
M
et
as
E
st
ra
té
gi
as
 /
 
A
tiv
id
ad
es
R
ec
ur
so
s 
no
s 
 
co
m
po
ne
nt
es
 d
o 
pr
oj
et
o
P
ro
ce
ss
os
 
e 
in
st
ru
m
en
to
s 
de
 
av
al
ia
çã
o 
no
 p
ro
je
to
3º
G
ra
m
át
ic
a 
(G
12
)
3.
2.
 V
al
or
 
as
pe
tu
al
: a
sp
et
o 
gr
am
at
ic
al
 (
va
lo
r 
pe
rf
et
iv
o,
 v
al
or
 
im
pe
rf
et
iv
o,
 
si
tu
aç
ão
 g
en
ér
ic
a,
 
si
tu
aç
ão
 h
ab
it
ua
l 
e 
si
tu
aç
ão
 
it
er
at
iv
a)
3.
3.
 V
al
or
 m
od
al
: 
m
od
al
id
ad
e 
ep
is
té
m
ic
a 
(v
al
or
 
de
 p
ro
ba
bi
lid
ad
e 
ou
 d
e 
ce
rt
ez
a)
, 
de
ôn
ti
ca
 (
va
lo
r 
de
 p
er
m
is
sã
o 
ou
 
de
 o
br
ig
aç
ão
) 
e 
ap
re
ci
at
iv
a
3.
 S
is
te
m
at
iz
aç
õe
s 
gr
am
at
ic
ai
s 
no
 A
ne
xo
 
In
fo
rm
at
iv
o
C
ad
er
no
 d
e 
A
tiv
id
ad
es
 
1.
 F
ic
ha
s 
de
 
gr
am
át
ic
a
2.
 F
ic
ha
s 
de
 L
ei
tu
ra
 
e 
G
ra
m
át
ic
a 
– 
P
re
pa
ra
r 
o 
G
ru
po
 
II
 d
o 
Ex
am
e
• F
ic
ha
 n
º 
9:
 c
am
po
 le
xi
ca
l e
 
se
m
ân
ti
co
 (
p.
 2
3)
 
• F
ic
ha
 n
º 
11
: c
oe
sã
o 
e 
co
er
ên
ci
a 
te
xt
ua
l 
(p
p.
 2
6-
28
) 
• F
ic
ha
 n
º 
13
: d
êi
xi
s 
(p
. 3
1)
 
• F
ic
ha
 n
º 
14
: v
al
or
 t
em
po
ra
l 
(p
. 3
3)
 
• F
ic
ha
 n
º 
15
: v
al
or
 a
sp
et
ua
l 
(p
. 3
5)
 
• F
ic
ha
 n
º 
16
: v
al
or
 m
od
al
 
(p
. 3
7)
 
 
53Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 54
55Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 56
57Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 58
59Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 60
61Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 
PL
AN
IFI
CA
ÇÃ
O 
GL
OB
AL
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 62
Este material encontra-se disponível, 
em formato editável, em .
2
TESTES
• 1 teste de avaliação diagnóstica
• 16 testes de avaliação modelo IAVE
– Matriz + lista de objetivos/conteúdos para cada teste
- Cotações + grelha de registo de classificações*
• 5 testes de compreensão do oral
• 2 testes de verificação de leitura das obras integrais
Teste de diagnóstico 1Teste de diagnóstico 1
Este material encontra-se disponível, 
em formato editável, em .
* Excel®
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 64
Matriz do teste de avaliação diagnóstica* 
Domínios – Educação Literária; Leitura / Gramática; Escrita
Objetivos Conteúdos Estrutura e Percentagem (%)
Perguntas/ 
cotação
Educação Literária
Ler e interpretar textos 
literários (EL11; 14)
Parte A
Texto literário: 
excerto de Frei Luís 
de Sousa, de 
Almeida Garrett 
Grupo I 
50%
Parte A
3 itens de resposta 
curta
A. 
1. 20 pontos
2. 20 pontos
3. 20 pontos
B. 
4. 20 pontos
5. 20 pontos
Total – 100 pontos
Parte B
Texto literário: 
soneto de Camões
Parte B
2 itens de resposta 
curta
Leitura 
Ler e interpretar textos de 
diferentes géneros e graus 
de complexidade (10; 7)
Texto de leitura não 
literária – relato de 
viagem
Grupo II 
25%
7 itens de escolha 
múltipla e/ou de 
associação
1. 5 pontos
2. 5 pontos
3. 5 pontos
4. 5 pontos
5. 5 pontos
6. 5 pontos
7. 5 pontos
8. 5 pontos
9. 5 pontos
10. 5 pontos
Total – 50 pontos
Gramática
a) Reconhecer modalidades 
de reprodução ou de citação 
do discurso. (G11; 19)
 
b) Construir um conhecimento 
reflexivo sobre a estrutura e 
o uso do português 
(E11; 17)
a) Ponto 2.2 
reprodução 
do discurso 
no discurso
b) Pontos 2.1 e 2.2 
do programa 
(retoma 10.0 ano) – 
sintaxe: funções 
sintáticas e a 
frase complexa: 
coordenação e 
subordinação
3 itens de resposta 
restrita
Escrita
a) Planificar a escrita de textos 
(E11; 10)
b) Escrever textos de 
diferentes géneros e 
finalidades (E11; 11)
c) Redigir textos com coerência 
e correção linguística 
(E11; 12)
d) Rever os textos escritos 
(E11; 13)
a) Planificação
b) Texto de opinião 
c) Redação / 
textualização
d) Revisão
Grupo III 
25%
1 item de resposta 
extensa 
(200 a 300 palavras)
Item 
único – 50 pontos
Total – 200 pontos
Testes de avaliação diagnóstica
* Outra versão deste teste encontra-se disponível em .
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 65
Nome Turma Data 
TE
ST
ES
GRUPO I
Apresenta as tuas respostas de forma estruturada.
A
Lê o texto.
Manuel de Sousa, sentado num tamborete, ao pé da mesa, o rosto inclinado sobre o peito, os braços caídos 
e em completa prostração de espírito e de corpo; num tamborete do outro lado Jorge, meio encostado para a 
mesa com as mãos postas e os olhos pregados no irmão. 
Manuel – Oh, minha filha, minha filha! (Silêncio longo.) Desgraçada filha, que ficas órfã!... órfã de pai e 
de mãe... (pausa) e de família e de nome, que tudo perdeste hoje... (Levanta-se com violentaaflição.) 
A desgraçada nunca os teve. – Oh! Jorge, que esta lembrança é que me mata, que me desespera! 
(Apertando a mão do irmão, que se levantou após dele e o está consolando do gesto.) É o castigo terrível do 
meu erro... se foi erro... crime sei que não foi. E sabe-o Deus, Jorge, e castigou-me assim, meu irmão! 
Jorge – Paciência, paciência: os seus juízos são imperscrutáveis1. (Acalma e faz sentar o irmão; tornam 
a ficar ambos como estavam.)
Manuel – Mas eu em que mereci ser feito o homem mais infeliz da terra, posto de alvo à irrisão e ao 
discursar do vulgo?... Manuel de Sousa Coutinho, o filho de Lopo de Sousa Coutinho, o filho do 
nosso pai, Jorge!
Jorge – Tu chamas-te o homem mais infeliz da terra... Já te esqueceste que ainda está vivo aquele...
Manuel (caindo em si) – É verdade. (Pausa; e depois, como quem se desdiz). Mas não é, nem tanto: pade-
ceu mais, padeceu mais longamente e bebeu até às fezes o cálix das amarguras humanas... (Levan-
tando a voz). Mas fui eu, eu que lho preparei, eu que lho dei a beber, pelas mãos... inocentes mãos!... 
dessa infeliz que arrastei na minha queda, que lancei nesse abismo de vergonha, a quem cobri 
as faces – as faces puras e que não tinham corado doutro pejo2 senão do da virtude e do recato... 
cobri-lhas de um véu de infâmia que nem a morte há de levantar, porque lhe fica perpétuo e para 
sempre lançado sobre o túmulo a cobrir-lhe a memória de sombras... de manchas que se não la-
cNZ��ã�3bV�Rb�\�Nba\_�QR�abQ\�V`a\��\�Nba\_�QN�ZV[UN�QR`T_NyN�R�QN�`bN�QR`\[_N�QRYR`����@RV�\��P\[UR-
ço-o; e não sou mais infeliz que nenhum?
Jorge – Vê a palavra que disseste: «desonra»; lembra-te dela e de ti, e considera se podes pleitear3 
misérias com esse homem a quem Deus não quis acudir com a morte antes de conhecer essoutra 
agonia maior. Ele não tem...
Manuel – Ele não tem uma filha como eu, desgraçado... (Pausa��ã�bZN�SVYUN�ORYN��]b_N��NQ\_NQN��`\O_R�
cuja cabeça – oh, porque não é na minha! – vai cair toda essa desonra, toda a ignomínia4, todo o 
opróbrio5 que a injustiça do mundo, não sei porquê, me não quer lançar no rosto a mim, para pôr 
tudo na testa branca e pura de um anjo, que não tem outra culpa senão a da origem que eu lhe dei.
1 não se pode entender; 2 vergonha; 3 comparar; 4 desonra; 5 desgraça
-
-
-
-
5
-
-
-
-
10
-
-
-
-
15
-
-
-
-
20
-
-
-
-
25
-
-
-
-
30
Teste de avaliação diagnóstica
Testes de avaliação diagnóstica
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 66
Jorge – Não é assim, meu irmão, não te cegues com a dor, não te faças mais infeliz do que és. Já não 
és pouco, meu pobre Manuel, meu querido irmão! E Deus há de levar em conta essas amarguras. 
Já que te não pode apartar o cálix dos beiços, o que tu padeces há de ser descontado nela, há de 
resgatar a culpa.
Almeida Garrett, Frei Luís de Sousa, prefácio de Annabela Rita, Porto, Edições Caixotim, 2004, pp. 125-126.
1. Explica o motivo da aflição de Manuel de Sousa presente na sua primeira fala. 
2. Indica a quem se refere Frei Jorge na sua segunda fala.
3. Atenta no segmento textual «cobri-lhas de um véu de infâmia que nem a morte há de levantar, porque 
lhe fica perpétuo e para sempre lançado sobre o túmulo a cobrir-lhe a memória de sombras...» (linhas 
20 e 21).
Explicita o valor literário do recurso expressivo que nele ocorre por duas vezes.
B
Lê o texto.
 Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
muda-se o ser, muda-se a confiança;
todo o mundo é composto de mudança,
tomando sempre novas qualidades.
 Continuamente vemos novidades,
diferentes em tudo da esperança1;
do mal ficam as mágoas na lembrança,
e do bem (se algum houve), as saüdades.
 O tempo cobre o chão de verde manto,
que já coberto foi de neve fria,
e, em mim, converte2 em choro o doce canto. 
 E, afora este3 mudar-se cada dia,
outra mudança faz de mor4 espanto,
que não se muda já como soía5.
Luís de Camões, Rimas, texto estabelecido e prefaciado por Álvaro J. da Costa Pimpão, Coimbra, Almedina, 2005, p. 162.
1 vv. 5-6 – continuamente vemos deceções; 2 transforma; 3 «afora este» – além deste; 4 «de mor» – de maior; 5 costumava
4. Identifica o tema do poema, justificando.
5. Interpreta a relação entre o «tempo» e o sujeito poético, tal como se apresenta no primeiro terceto.
-
-
-
-
5
-
-
-
-
10
-
-
-
-
-
-
-
-
Testes de avaliação diagnóstica
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 67
TE
ST
ES
GRUPO II
Na resposta aos itens de escolha múltipla, seleciona a opção correta.
Lê o texto.
Aconteceu tudo exatamente como estava descrito no guia. A muralha de vapor que quase me ani-
quilou e empurrou novamente para dentro do avião, a humidade quente e verde com resquícios 
de fluido de travões. Saímos do avião, ofegantes, tentando respirar quando parecia não haver ar, e 
descemos a escada, que cedia sob os nossos pés com um rangido seco e metálico. Ao chegarmos ao 
terminal, as nossas camisas manchadas de suor faziam lembrar carapaças de tartaruga. 
O aeroporto de São Tomé era pouco mais do que uma sauna tropical. As nossas malas amachu-
cadas e coçadas desfilavam a uma velocidade algo excessiva num tapete rolante acionado por ope-
radores de bagagem invisíveis. Os passageiros recolhiam-nas em silêncio. Da minha mochila, nem 
sinal. Antecipando este momento, seguira o conselho de um viajante experiente em deslocações a 
São Tomé, que me aconselhara a não esperar milagres no aeroporto. 
«Quando falas em milagres, estás a referir-te a…?» 
«Receberes a tua bagagem à chegada.» 
Segui a recomendação e enfiei num pequeno saco preto tudo o que precisava para sobreviver a 
uma semana de clima tropical: comprimidos para a malária, escova de dentes e duas t-sbirts. Nada 
de elegante, apenas o suficiente para me livrar de apuros até à chegada do voo seguinte, uma semana 
mais tarde. Coloquei a minha bagagem de mão ao ombro e parti para o Príncipe, a mais pequena e 
possivelmente a mais encantadora das duas ilhas principais. 
Uma escala em São Tomé e Príncipe não será, talvez, a maneira mais lógica de chegar a Angola. 
A ilha de São Tomé situa-se a 1250 quilómetros de Luanda e os voos de ligação são escassos. Não 
fica a caminho de nada, e as ilhas são demasiado remotas para quem está de passagem. Sentia, no 
entanto, que me abriria uma janela sobre Angola e me daria um vislumbre de como era viver sob a 
imensa sombra do Portugal colonial. 
Durante séculos, este sedutor conjunto de ilhas atlânticas atormentadas pela pobreza desenvol-
vera-se em simultâneo com Angola e Cabo Verde, as outras colónias portuguesas em África, servin-
do de ponto de paragem, entreposto do tráfico negreiro, umas vezes trazendo riquezas ao império, 
outras, ditando a sua ruína. Atualmente, o país não pode rivalizar com o tipo de sociedade em que 
Angola está a transformar-se. Tinha o pressentimento de que estava prestes a conhecer uma espécie 
de universo paralelo angolano. São Tomé é um país onde, teoricamente, existe petróleo, mas a sua 
extração ainda não começou, pelo que, de certa forma, a esperança permanece viva. 
Há anos que a classe política de São Tomé se entretém a discutir a existência de uma imensa re-
`R_cN�]Ra_\Y~SR_N��3\V�QRYVZVaNQN�bZN�¦g\[N�RP\[ƒZVPN�RePYb`VcN§�[N`�`bN`�sTbN`�aR__Va\_VNV`�R�cs-
rias companhias petrolíferas foram convidadas a participar em concursos para obtenção de con-
cessões de exploração. Todos se converterão em milionários, mas ninguém parece ansiar por esse 
dia. As negociações arrastam-se e tudo indica que estes insulares – que, ao longo da sua história, têm 
vivido ao sabor dos caprichos das colheitas de cacau e de chocolate – estão à beira de uma mudança 
arriscada e, potencialmente, muito perigosa. 
-
-
-
-
5
-
-
-
-
10
-
-
-
-15
-
-
-
-
20
-
-
-
-
25
-
-
-
-
30
-
-
-
-
35
-
Testes de avaliação diagnóstica
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 68
Por ora, São Tomé e Príncipe ainda não é muito conhecido além do Golfo da Guiné. O seu nome 
não é fácil de pronunciar, sobretudo para um falante de língua inglesa; quando o mencionamos a um 
operador turístico, ele julga que estamos apenas a tentar apanhá-lo em falta. Pensando bem, porque 
haveríamos de ter ouvido falar dele? Não passa de um minúsculo arquipélago situado no equador, 
com uma população que equivale a metade do total de habitantes de Ealing e que tem como vizi-
nhos mais próximos outros países da África central que não constituem pontos de referência rele-
vantes. Além de ser um dos lugares mais belos, exuberantes e seguros que é possível visitar, detentor 
de um património arquitetónico comparável ao de Nova Orleães e de uma beleza natural idêntica à 
da Amazónia, não deixa de ser um destino irremediavelmente desconhecido e caro.
Daniel Metcalfe, Dália azul ouro negro – viagem a Angola, Lisboa, Tinta da China, 2004, pp. 21 a 23.
1. No primeiro parágrafo do texto, o viajante narra a sua chegada a São Tomé usando três recursos ex-
pressivos: 
 (A) uma comparação, uma enumeração e uma metáfora.
 (B) uma hipérbole, uma comparação e uma antítese.
 (C) uma comparação, uma enumeração e uma anáfora.
 (D) uma enumeração, uma comparação e uma sinestesia.
2. A antecipação referida no segundo parágrafo tem na origem
 (A) um conflito. 
 (B) uma experiência. 
 (C) uma demora.
 (D) um erro.
3. Com a paragem em São Tomé e Príncipe, a caminho de Angola, o viajante pretendia tentar
 (A) conhecer uma realidade social idêntica à angolana.
 (B) perceber como tinha sido a vida no império colonial português.
 (C) adaptar-se ao que o esperava em Angola.
 (D) compreender a origem da pobreza das ilhas.
4. A possível semelhança entre São Tomé e Príncipe e Angola radicaria num facto de natureza
 (A) social.
 (B) económica.
 (C) geológica.
 (D) turística.
-
-
-
40
-
-
-
-
45
Testes de avaliação diagnóstica
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 69
TE
ST
ES
5. As palavras ou expressões responsáveis pela coesão referencial na frase «servindo de ponto de para-
gem, entreposto do tráfico negreiro, umas vezes trazendo riquezas ao império, outras, ditando a sua 
ruína.» (linhas 24 a 26) são 
 (A) «paragem» e «entreposto.» 
 (B) «tráfico negreiro». 
 (C) «riquezas ao império».
 (D) «outras» e «sua».
6. A frase «quando o mencionamos a um operador turístico, ele julga que estamos apenas a tentar apa-
nhá-lo em falta.» (linhas 38 e 39) significa que o operador turístico
 (A) pensa que o consideramos ignorante.
 (B) acredita que estamos a testar os seus conhecimentos.
 (C) acredita que queremos ir a São Tomé e Príncipe.
 (D) pensa na melhor maneira de nos aconselhar sobre a viagem.
7. A expressão «não deixa de ser»(linha 45) só pode ser substituída, no contexto em que ocorre, por 
 (A) «é também». 
 (B) «apesar de ser». 
 (C) «embora seja».
 (D) «será talvez».
8. Tendo em conta o contexto, coloca no discurso indireto o segmento textual «Quando falas em mila-
gres, estás a referir-te a…?» (linha 11).
9. Indica a função sintática da expressão destacada em «Todos se converterão em milionários» 
(linha 33).
10. Refere a função sintática da oração subordinada presente em «Sentia, no entanto, que me abriria 
uma janela sobre Angola» (linhas 20 e 21).
GRUPO III
Viajar, mesmo em condições difíceis, é algo que vale sempre a pena dado o enriquecimento pessoal 
que esta atividade pressupõe, nomeadamente em jovens adolescentes.
Redige um texto de opinião, no qual comproves esta perspetiva, apresentando, pelo menos, dois argu-
mentos e respetivos exemplos.
O teu texto deve ter entre 200 e 300 palavras e deve estruturar-se em três partes lógicas.
Testes de avaliação diagnóstica
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 70
CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE CLASSIFICAÇÃO 
Grupo I ............................................................................................................................ 100 pontos
A
Pergunta 1 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
4
Explica adequadamente o motivo da aflição de Manuel de Sousa presente na sua 
primeira fala.
12
3
Explica, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, o motivo 
da aflição de Manuel de Sousa presente na sua primeira fala.
9
2
Explica, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, o motivo 
da aflição de Manuel de Sousa presente na sua primeira fala.
6
1
Explica, de modo incompleto e impreciso, o motivo da aflição de Manuel de Sousa 
presente na sua primeira fala.
3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Cenário de resposta: 
A aflição de Manuel de Sousa, presente na sua primeira fala e disseminada pelo texto, radica no estado da sua 
filha Maria: tendo-se verificado que o casamento dos pais de Maria é nulo, ela passa a ser desconsiderada so-
cialmente, por razões de ordem social e religiosa. Deixa de poder contar com uma família, deixa de ter passado 
e de ter futuro socialmente: daí a aflição do pai.
Pergunta 2 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
4 Indica adequadamente a quem se refere Frei Jorge na sua segunda fala. 12
3
Indica, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, a quem 
se refere Frei Jorge na sua segunda fala.
9
2
Indica, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, a quem 
se refere Frei Jorge na sua segunda fala.
6
1
Indica, de modo incompleto e com imprecisões, a quem se refere Frei Jorge na sua 
segunda fala.
3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Testes de avaliação diagnóstica
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 71
TE
ST
ES
Cenário de resposta: 
Frei Jorge refere-se a D. João de Portugal que, tendo ao fim de muitos anos conseguido regressar a Portugal, 
vem encontrar a mulher casada com outro. Daí o seu sofrimento – recordado ao irmão por Frei Jorge.
Pergunta 3 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
4
Explicita adequadamenteo valor literário do recurso expressivo que ocorre duas vezes 
no excerto citado.
12
3
Explicita, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, o valor literário 
do recurso expressivo que ocorre duas vezes no excerto citado.
9
2
Explicita, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, o valor literário 
do recurso expressivo que ocorre duas vezes no excerto citado.
6
1
Explicita, de modo incompleto e com imprecisões, o valor literário do recurso expressivo 
que ocorre duas vezes no excerto citado.
3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Cenário de resposta: 
Trata-se de duas metáforas: «véu de infâmia» e «sombras». Ambas se relacionam com D. Madalena de Vilhena 
que, agora que se sabe que casou estando vivo o primeiro marido, tem o nome infamado, metaforicamente coberto 
por um «véu» que não é outro senão o da «infâmia»; por outro lado, a segunda metáfora aponta no sentido de o seu 
nome e a sua memória, mesmo depois de morta, nunca mais serem recordados de modo limpo. 
B
Pergunta 4 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
4 Identifica adequadamente o tema do poema, justificando. 12
3
Identifica, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, o tema 
do poema, justificando.
9
2
Identifica, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, o tema 
do poema, justificando.
6
1 Identifica, de modo incompleto e com imprecisões, o tema do poema, justificando. 3
Testes de avaliação diagnóstica
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 72
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Cenário de resposta: 
O soneto exemplifica o tema da mudança: tudo muda, tudo se renova, exceto o sujeito poético que vai a caminho 
do fim.
Pergunta 5 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
6
Interpreta, adequadamente, a relação entre o «tempo» e o sujeito poético, tal como 
se apresenta no primeiro terceto.
12
5
Interpreta, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, a relação 
entre o «tempo» e o sujeito poético, tal como se apresenta no primeiro terceto.
9
4
Interpreta, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, a relação 
entre o «tempo» e o sujeito poético, tal como se apresenta no primeiro terceto.
6
3
Interpreta, de modo incompleto e com imprecisões, a relação entre o «tempo» 
e o sujeito poético, tal como se apresenta no primeiro terceto.
3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Cenário de resposta: 
O «tempo» transforma a Natureza do mau para o bom: à «neve fria» sucede-se o «verde manto»; contudo, o 
sujeito poético sabe que o «tempo», com ele atua de outro modo: o «doce canto», a juventude, vai a caminho do 
«choro», a velhice – transformação negativa da autoria do «tempo». 
Grupo II ............................................................................................................................ 50 pontos
Item Resposta Pontuação
1 A 5
2 B 5
3 B 5
4 C 5
5 D 5
6 B 5
7 A 5
8
O narrador perguntou a um viajante experimentado a que se estava ele a referir quando 
falava em milagres.
5
9 Complemento oblíquo 5
10 Oração subordinada substantiva completiva 5
Testes de avaliação diagnóstica
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 73
TE
ST
ES
Grupo III .......................................................................................................................... 50 pontos
Estruturação temática e discursiva (ETD) ............................................................................. 30 pontos 
Correção linguística (CL) ....................................................................................................... 20 pontos
Os critérios de classificação relativos à estruturação temática e discursiva (ETD) apresentam-se organi-
zados por níveis de desempenho nos parâmetros seguintes: (A) tema e tipologia, (B) estrutura e coesão, 
(C) léxico e adequação discursiva. 
Descritores dos níveis de desempenho (ETD)
Pontuação
15 12 9 6 3
Parâmetro
(A)
Tema e 
tipologia
– Trata, sem desvios, 
o tema proposto.
– Mobiliza informação 
ampla e diversificada 
relativamente à tipologia 
textual solicitada: produz 
um discurso coerente 
e sem qualquer tipo de 
ambiguidade.
– Trata o tema proposto, 
embora com alguns 
desvios.
– Mobiliza informação 
suficiente, relativamente à 
tipologia textual solicitada: 
produz um discurso 
globalmente coerente, 
apesar de algumas 
ambiguidades.
– Aborda lateralmente 
o tema proposto.
– Mobiliza muito pouca 
informação relativamente 
à tipologia textual solicitada: 
produz um discurso 
geralmente inconsistente 
e, por vezes, ininteligível.
Pontuação
10 8 6 4 2
Parâmetro
(B)
Estrutura 
e coesão
– Redige um texto bem 
estruturado, constituído 
por três partes (introdução, 
desenvolvimento, 
conclusão), proporcionadas 
e articuladas entre si de 
modo consistente;
•• marca corretamente 
os parágrafos;
•• utiliza, adequadamente, 
conectores diversificados 
e outros mecanismos de 
coesão textual.
– Redige um texto 
satisfatoriamente 
estruturado nas três 
partes habituais, nem 
sempre devidamente 
articuladas entre si ou com 
desequilíbrios de proporção 
mais ou menos notórios;
•• marca parágrafos, mas 
com algumas falhas;
•• utiliza apenas os 
conectores e os 
mecanismos de coesão 
textual mais comuns, 
embora sem incorreções 
graves.
– Redige um texto com 
estruturação muito 
deficiente, em que 
não se conseguem 
identificar claramente 
três partes (introdução, 
desenvolvimento e 
conclusão) ou em que estas 
estão insuficientemente 
articuladas;
•• raramente marca 
parágrafos de forma 
correta;
•• raramente utiliza 
conectores e mecanismos 
de coesão textual ou 
utiliza-os de forma 
inadequada.
Pontuação
5 4 3 2 1
Parâmetro
(C)
Léxico e 
adequação 
discursiva
– Mobiliza, com 
intencionalidade, recursos 
da língua expressivos e 
adequados.
– Utiliza o registo de língua 
adequado ao texto, 
eventualmente com 
esporádicos afastamentos, 
que se encontram, no 
entanto, justificados 
pela intencionalidade 
dodiscurso e assinalados 
graficamente (com aspas 
ou sublinhados).
– Mobiliza um repertório 
lexical adequado, mas 
pouco variado.
– Utiliza, em geral, o registo 
de língua adequado ao 
texto, mas apresentando 
alguns afastamentos que 
afetam pontualmente a 
adequação global.
– Mobiliza um repertório 
lexical adequado, mas 
pouco variado.
– Utiliza, em geral, o registo 
de língua adequado ao 
texto, mas apresentando 
alguns afastamentos que 
afetam pontualmente a 
adequação global.
Dada a natureza deste item, não é apresentado cenário de resposta.
Testes de avaliação diagnóstica
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 74
Matriz do teste de avaliação modelo IAVE – Unidade 1 
Teste n.° 1 – Fernando Pessoa (ortónimo)
Domínios – Educação Literária; Leitura / Gramática; Escrita
Objetivos Conteúdos Estrutura e Percentagem (%)
Perguntas/ 
cotação
Educação Literária
Ler e interpretar textos 
literários (EL10 e EL12; 14)
Parte A
Texto literário: Texto 
poético de Fernando 
Pessoa (ortónimo) 
Grupo I 
50%
Parte A
3 itens de resposta 
curta
A. 
1. 20 pontos
2. 20 pontos
3. 20 pontos
B. 
4. 20 pontos
5. 20 pontos
Total – 100 pontos
Parte B
Texto literário: 
excerto da Crónica 
de D. João I, de 
Fernão Lopes
Parte B
2 itens de resposta 
curta
Leitura 
Ler e interpretar textos de 
diferentes géneros e graus 
de complexidade (L12; 7)
Texto de leitura não 
literária constante 
no programa de 
12º ano (Diário)
Grupo II 
20%
5 itens de escolha 
múltipla e/ou de 
associação
1.1 5 pontos
1.2 5 pontos
1.3 5 pontos
1.4 5 pontos
1.5 5 pontos
2.1 5 pontos
2.2 5 pontos
2.3 5 pontos
Total – 40 pontos
Gramática
a) Explicitar aspetos da 
semântica do português 
(G12; 19) 
b) Construir um conhecimento 
reflexivo sobre a estrutura 
e o uso do português 
(G12; 17)
a) Semântica – 3.1 
a) formas de 
expressão do 
tempo
b) Ponto 1 – retoma 
dos conteúdos 
de 10º ano e 
11º anos – 
sintaxe: funções 
sintáticas e a 
frase complexa: 
coordenação e 
subordinação
3 itens de resposta 
restrita
Escrita
a) Planificar a escrita de textos 
(E12; 10)
b) Escrever textos de 
diferentes géneros e 
finalidades (E12; 11)
c) Redigir textos com coerência 
e correção linguística 
(E12; 12)
d) Rever os textos escritos 
(E12; 13)
a) Planificação 
b) Texto de opinião 
 
c) Redação / 
textualização
 
d) Revisão
Grupo III 
30%
1 item de resposta 
extensa 
(200 a 300 palavras)
Item 
único – 60 pontos
Total – 200 pontos
Teste de avaliação modelo IAVE
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 75
Nome Turma Data 
TE
ST
ES
Teste de avaliação modelo IAVE n.º 1 | Fernando Pessoa (ortónimo)
1 Teste de avaliação
GRUPO I
A
Lê o texto.
Às VEZES, em sonho triste, 
Aos meus desejos existe 
Longinquamente um país 
Onde ser feliz consiste 
Apenas em ser feliz. 
Vive-se como se nasce 
Sem o querer nem saber 
Nessa ilusão de viver 
O tempo morre e renasce 
Sem que o sintamos correr. 
O sentir e o desejar 
São banidos dessa terra 
O amor não é amor 
Nesse país por onde erra 
Meu longínquo divagar. 
Nem se sonha nem se vive 
É uma infância sem fim. 
Parece que se revive 
Tão suave é viver assim 
Nesse impossível jardim.
 
 21-11-1909
Fernando Pessoa, Poesia do eu, edição de Richard Zenith, Lisboa, Assírio & Alvim, 2014, p. 37. 
1. Explicita os conceitos de consciência e de inconsciência presentes no texto.
2. Explica em que sentido o sujeito poético pode afirmar que, nessa terra sonhada, «O amor não é amor» 
(verso 13).
3. Identifica, transcrevendo-a, a metáfora referente ao espaço sonhado.
-
-
-
-
5
-
-
-
-
10
-
-
-
-
15
-
-
-
-
20
Unidade 1
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 76
B
Lê o texto.
Onde sabee1 que como o Meestre e os da cidade souberom a viinda del-Rei de Castela, e espera-
rom seu grande e poderoso cerco, logo foi ordenado de recolherem pera a cidade os mais mantii-
mentos que haver podessem, assi de pam e carnes, come quaes quer outras cousas. E iam-se muitos 
aas liziras2 em barcas e batees, depois que Santarem esteve por Castela, e dali tragiam muitos gaados 
mortos que salgavom em tinas, e outras cousas de que fezerom grande açalmamento3; e colherom-
-se4 dentro aa cidade muitos lavradores com as molheres e filhos, e cousas que tiinham; e doutras 
pessoas da comarca d’arredor, aqueles a que prougue5 de o fazer; e deles6 passarom o Tejo com seus 
gaados e bestas e o que levar poderom, e se foram contra7 Setuval, e pera Palmela; outros ficarom na 
cidade e nom quiserom dali partir; e taes i8 houve que poserom todo o seu9, e ficarom nas vilas que 
por Castela tomarom voz.
Os muros todos da cidade nom haviam mingua10 de boom repairamento11; e em seteenta e sete 
torres que ela teem a redor de si, foram feitos fortes caramanchões de madeira, os quaes eram bem 
fornecidos d’escudos e lanças e dardos e bestas de torno12, e doutras maneiras com grande avon-
dança13 de muitos viratões14.
Fernão Lopes, in Teresa Amado (apresentação crítica), Crónica de D. João I de Fernão Lopes (textos escolhidos), 
Lisboa, Seara Nova Comunicação, 1992, p. 72.
1 sabei; 2 lezírias (grandes campos do Ribatejo); 3 abastecimento; 4 refugiaram-se; 5 a quem entendeu por bem; 6 e alguns; 7 em 
direção a; 8 aí; 9 «que poseram todo o seu» – que puseram em segurança os seus haveres; 10 necessidade; 11 reparação, fortificação; 
12 «beestas de torno» – armas que disparavam setas a grandes distâncias; 13 abundância; 14 setas grandes
4. Indica duas atitudes tomadas pelos «da cidade» (linha 1) derivadas do conhecimento do «grande e 
poderoso cerco» (linha 2) que se aproximava.
5. Refere a função da enumeração presente no último parágrafo.
GRUPO II
Lê o texto.
8-fevereiro (segunda). Regressamos a Lisboa para tratarmos de várias coisas. E como de costume, 
encontro um monte de correio acumulado durante a semana. Livros, cartas. Entre elas uma de meu 
irmão César que me escreve da aldeia. Notícias várias que eu absorvo como meu alimento natural. 
Mas a certa altura fala-me da nossa irmã. O espírito apaga-se-lhe precipitadamente e tudo aquilo 
que a ligava ao mundo se lhe confunde num caos. A filha, o marido, todas as pessoas de família lhe 
são figuras estranhas como toda a perspetiva do tempo se lhe perdeu. Tento situar-me em face da 
minha irmã e não sei. Quando voltar a vê-la decerto me não conhece. Todo o passado da nossa in-
fância comum vem ter comigo e de súbito ele está morto nela a uma distância de vertigem. Que 
significa ela estar viva e real na realidade que é a sua? É morta minha irmã. No fundo de mim o sei. 
E nas várias questões a arrumar, tive de ir à Baixa. Havia um problema a resolver no fundo da rua 
.bTb`aN��2[aw\�YRZO_RV�ZR�QR�V_�N\�PNSz�:N_aV[U\�QN�._PNQN��\[QR�[b[PN�S\_N��3bV�t�]_\Pb_N�QR�=R`-
soa e da sua legenda. Pouco antes de morrer, Gaspar Simões encontrou-o ali. Tinha a gabardina com 
-
-
-
-
5
-
-
-
-
10
-
-
-
-
-
-
-
-
5
-
-
-
-
10
-
-
Teste de avaliação modelo IAVE
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 77
TE
ST
ES
nódoas, diz-nos Simões. Conhecia, das fotografias, o seu recanto habitual, procurei-o para me sen-
tar. Estavam lá dois sujeitos, sentei-me um pouco ao lado. Queria tocar a ausência do pobre poeta 
do desacerto da vida, viver o seu espírito um instante, irmanado à sua memória. Mas a sua memória 
não estava. Estavasó o grande ruído de tráfego da praça e a conversa dos dois sujeitos terrestres, 
sentados onde eu me queria sentar. E acabei por nem tomar café. Tomei uma droga sem cafeína para 
ao menos salvar a noite de uma insónia. 
12-fevereiro (sexta). Que ridículo e mesmo estúpido dizer-se de um livro que está bem escrito. 
Não é «bem escrito» que está. Está é sentido, originalmente, original nas observações, inteligente 
na reflexão. E por isso que não se pode imitar. Pode-se é ser original de outra maneira. Há realmente 
livros que são apenas «bem escritos». São os livros banais, com palavras trabalhadas ao torno, fra-
ses que se pretendem «despojadas», reduzidas ao «essencial», e cruas. Mas como o que nelas está 
não representa um sentir originário, nem uma observação imprevista, nem uma reflexão que nos 
surpreenda pela justeza e profundidade, o que delas resulta é uma construção pretensiosa, estéril 
e quase sempre irritante. Decerto um romance (como a poesia segundo Mallarmé e como creio já 
ter dito), faz-se com palavras. Pois com que é que havia de fazer-se? Mas antes disso faz-se com o 
impulso animador a essas palavras e que assim não passa bem por elas mas por entre elas, fazendo 
delas apenas um apoio para passar além, como o som passa pelas cordas mas existe por entre elas e 
é nesse som o indizível que nos emociona. O que nos fica de um livro «bem escrito» é essa emoção 
que já não lembra as palavras e vive por si. Eis porque tal livro é inimitável e apenas poderá repetir-
-se, ou seja plagiar-se. Imitar verdadeiramente esse livro é recompor uma emoção afim1 e inventar 
outras palavras que traduzam esse sentir, ou seja que lhe sirvam de pretexto ou estratagema para 
que esse sentir (e pensar/sentir) se realize como a música nas cordas de um instrumento. O escritor 
medíocre imagina que todo o seu trabalho deve incidir no trabalhar uma frase. Ora não é a frase que 
tem de se trabalhar: é aquilo que há de passar por ela. Os autores célebres que trabalharam a frase, 
na realidade trabalharam apenas aquilo que haviam de exprimir; testaram na frase a realização de 
uma expressão. O escritor medíocre dá como já adquirido o que haveria a dizer e todo o seu esforço 
é secar o período, burilar2 ou envernizar o vocábulo. E no fim de contas, este é que «escreve bem». 
Mas quem assim escreve bem, escreve bastante mal. Não digo rasamente que o «conteúdo» preceda 
a sua «expressão». Mas o que preexiste à expressão não é um puro nada. Exprimir é operar e con-
cretizar esse algo. Mas esse algo existe. Escrever bem, como se diz, é realizar pela escrita um «bem» 
que aí se revela mas que está antes e depois disso em que se revela. Escreve-se bem com o espírito 
e a sensibilidade – não com um dicionário. Embora seja no dicionário que está toda a obra-prima. 
Como na pedra está toda a melhor escultura. 
 
Vergílio Ferreira, Conta-corrente 4, Lisboa, Bertrand Editora, 1982, pp. 24, 25 e 26.
1 idêntica, parecida; 2 retocar para aperfeiçoar
1. Para responderes a cada um dos itens de 1.1 a 1.5, seleciona a única opção que permite obter uma 
afirmação correta.
1.1 A morte da irmã – «É morta minha irmã.» (linha 9) – a que se refere o diarista na entrada do dia 8 
de fevereiro, é de natureza
 (A) física. (B) psíquica. (C) temporal. (D) familiar.
-
-
15
-
-
-
-
20
-
-
-
-
25
-
-
-
-
30
-
-
-
-
35
-
-
-
-
40
-
-
-
-
45
Teste de avaliação modelo IAVE n.º 1 | Fernando Pessoa (ortónimo)
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 78
1.2 A utilização das palavras destacadas em «procurei-o para me sentar. Estavam lá dois sujeitos,» 
(linhas 13 e 14) contribui para a construção da coesão
 (A) referencial.
 (B) interfrásica.
 (C) temporal.
 (D) frásica.
1.3 O diarista entrou no café Martinho da Arcada com a intenção de
 (A) encontrar e falar com Fernando Pessoa.
 (B) ver o «recanto» no qual Pessoa se sentava.
 (C) recordar Fernando Pessoa.
 (D) tomar um café com Fernando Pessoa.
1.4 Para o diarista, um bom livro não se pode imitar porque quem tenta imitar não consegue
 (A) reproduzir as mesmas emoções do autor do livro original.
 (B) utilizar o mesmo material verbal do autor do livro original.
 (C) ser justo e profundo como o autor do livro original.
 (D) refletir nem sentir de modo original.
1.5 No contexto, o enunciado «como de costume, encontro um monte de correio acumulado» (linhas 
1 e 2) indica uma situação
 (A) terminada. (B) habitual. (C) genérica. (D) iterativa.
2. Responde, de forma correta, aos itens apresentados.
2.1 Indica o valor temporal da formal verbal «conhece», na frase «Quando voltar a vê-la decerto me 
não conhece»(linha 7).
2.2 Indica a função sintática do pronome pessoal presente em «uma reflexão que nos surpreenda» 
(linhas 24 e 25). 
2.3 Classifica a oração subordinada presente em «Tomei uma droga sem cafeína para ao menos salvar 
a noite de uma insónia.» (linhas 17 e 18).
GRUPO III
É através do sonho ou dos sonhos que a Humanidade tem tantas vezes chegado à realização de gran-
des conquistas de vária ordem, desde tecnológicas até culturais e históricas. 
Redige um texto de opinião, no qual comproves esta perspetiva, apresentando, pelo menos, dois argu-
mentos e respetivos exemplos.
O teu texto deve ter entre 200 e 300 palavras e deve estruturar-se em três partes lógicas. 
Teste de avaliação modelo IAVE
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 79
TE
ST
ES
CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE CLASSIFICAÇÃO 
Grupo I ............................................................................................................................ 100 pontos
A
Pergunta 1 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
4
Explicita, adequadamente, os conceitos de consciência e de inconsciência presentes 
no texto.
12
3
Explicita, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, os conceitos 
de consciência e de inconsciência presentes no texto.
9
2
Explicita, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, os conceitos 
de consciência e de inconsciência presentes no texto.
6
1
Explicita, de modo incompleto e impreciso, os conceitos de consciência 
e de inconsciência presentes no texto.
3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Cenário de resposta: 
O sujeito poético sonha com um espaço inexistente onde a inconsciência reina, onde não há consciência da morte 
ou do amor e os problemas que acarreta. Trata-se de um espaço que vive num tempo mítico caracterizado pela 
inconsciência em que vivem as crianças.
Pergunta 2 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
4
Explica adequadamente o sentido da afirmação do sujeito poético relativamente 
ao verso 13.
12
3
Explica, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, o sentido 
da afirmaçãodo sujeito poético relativamente ao verso 13.
9
2
Explica, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, o sentido 
da afirmação do sujeito poético relativamente ao verso 13.
6
1
Explica, de modo incompleto e com imprecisões, o sentido da afirmação do sujeito 
poético relativamente ao verso 13.
3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Teste de avaliação modelo IAVE n.º 1 | Fernando Pessoa (ortónimo)
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 80
Cenário de resposta: 
Esta afirmação prende-se com a questão da inconsciência infantil. O amor que se sente é um amor descompli-
cado, como o que uma criança sente pelos pais.
Pergunta 3 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
4 Identifica adequadamente a metáfora referente ao espaço sonhado, transcrevendo-a. 12
3
Identifica, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, a metáfora 
referente ao espaço sonhado, transcrevendo-a.
9
2
Identifica, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, a metáfora 
referente ao espaço sonhado, transcrevendo-a.
6
1
Identifica, de modo incompleto e com imprecisões, a metáfora referente ao espaço 
sonhado, transcrevendo-a.
3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Cenário de resposta: 
«impossível jardim», no último verso do poema.
B
Pergunta 4 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
4
Indica adequadamente duas atitudes tomadas pelos «da cidade» derivadas 
 do conhecimento do «grande e poderoso cerco» que se aproximava.
12
3
Indica, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, duas atitudes 
tomadas pelos «da cidade» derivadas do conhecimento do «grande e poderoso cerco» 
que se aproximava.
9
2
Indica, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, duas atitudes 
tomadas pelos «da cidade» derivadas do conhecimento do «grande e poderoso cerco» 
que se aproximava.
6
1
Indica, de modo incompleto e com imprecisões, duas atitudes tomadas pelos 
«da cidade» derivadas do conhecimento do «grande e poderoso cerco» 
que se aproximava.
3
Teste de avaliação modelo IAVE
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 81
TE
ST
ES
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Cenário de resposta: 
A primeira atitude foi recolher no interior da cidade os mantimentos que pudessem conseguir; a segunda foi 
fazer reparações nas muralhas de Lisboa.
Pergunta 5 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
6 Refere, adequadamente, a função da enumeração presente no último parágrafo. 12
5
Refere, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, a função 
da enumeração presente no último parágrafo.
9
4
Refere, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, a função 
da enumeração presente no último parágrafo.
6
3
Refere, de modo incompleto e com imprecisões, a função da enumeração presente 
no último parágrafo.
3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Cenário de resposta: 
Esta enumeração comprova os bons preparativos de defesa realizados. 
Grupo II ............................................................................................................................ 40 pontos
Item Resposta Pontuação
1.1 B 5
1.2 A 5
1.3 C 5
1.4 A 5
1.5 B 5
2.1 Valor de futuro 5
2.2 Complemento direto 5
2.3 Oração subordinada adverbial final 5
Teste de avaliação modelo IAVE n.º 1 | Fernando Pessoa (ortónimo)
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 82
Grupo III .......................................................................................................................... 60 pontos
Estruturação temática e discursiva (ETD) ............................................................................. 35 pontos 
Correção linguística (CL) ....................................................................................................... 25 pontos
Os critérios de classificação relativos à estruturação temática e discursiva (ETD) apresentam-se organi-
zados por níveis de desempenho nos parâmetros seguintes: (A) tema e tipologia, (B) estrutura e coesão, 
(C) léxico e adequação discursiva. 
Descritores dos níveis de desempenho (ETD)
Pontuação
17 14 11 8 5
Parâmetro
(A)
Tema e 
tipologia
– Trata, sem desvios, 
o tema proposto.
– Mobiliza informação 
ampla e diversificada 
relativamente à tipologia 
textual solicitada: produz 
um discurso coerente 
e sem qualquer tipo de 
ambiguidade.
– Trata o tema proposto, 
embora com alguns 
desvios.
– Mobiliza informação 
suficiente, relativamente à 
tipologia textual solicitada: 
produz um discurso 
globalmente coerente, 
apesar de algumas 
ambiguidades.
– Aborda lateralmente 
o tema proposto.
– Mobiliza muito pouca 
informação relativamente 
à tipologia textual solicitada: 
produz um discurso 
geralmente inconsistente 
e, por vezes, ininteligível.
Pontuação
12 11 9 5 3
Parâmetro
(B)
Estrutura 
e coesão
– Redige um texto bem 
estruturado, constituído 
por três partes (introdução, 
desenvolvimento, 
conclusão), proporcionadas 
e articuladas entre si de 
modo consistente;
•• marca corretamente 
os parágrafos;
•• utiliza, adequadamente, 
conectores diversificados 
e outros mecanismos de 
coesão textual.
– Redige um texto 
satisfatoriamente 
estruturado nas três 
partes habituais, nem 
sempre devidamente 
articuladas entre si ou com 
desequilíbrios de proporção 
mais ou menos notórios;
•• marca parágrafos, mas 
com algumas falhas;•• utiliza apenas os 
conectores e os 
mecanismos de coesão 
textual mais comuns, 
embora sem incorreções 
graves.
– Redige um texto com 
estruturação muito 
deficiente, em que 
não se conseguem 
identificar claramente 
três partes (introdução, 
desenvolvimento e 
conclusão) ou em que estas 
estão insuficientemente 
articuladas;
•• raramente marca 
parágrafos de forma 
correta;
•• raramente utiliza 
conectores e mecanismos 
de coesão textual ou 
utiliza-os de forma 
inadequada.
Pontuação
6 4 3 2 1
Parâmetro
(C)
Léxico e 
adequação 
discursiva
– Mobiliza, com 
intencionalidade, recursos 
da língua expressivos e 
adequados.
– Utiliza o registo de língua 
adequado ao texto, 
eventualmente com 
esporádicos afastamentos, 
que se encontram, no 
entanto, justificados 
pela intencionalidade 
do discurso e assinalados 
graficamente (com aspas 
ou sublinhados).
– Mobiliza um repertório 
lexical adequado, mas 
pouco variado.
– Utiliza, em geral, o registo 
de língua adequado ao 
texto, mas apresentando 
alguns afastamentos que 
afetam pontualmente a 
adequação global.
– Mobiliza um repertório 
lexical adequado, mas 
pouco variado.
– Utiliza, em geral, o registo 
de língua adequado ao 
texto, mas apresentando 
alguns afastamentos que 
afetam pontualmente a 
adequação global.
Dada a natureza deste item, não é apresentado cenário de resposta.
Teste de avaliação modelo IAVE
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 83
TE
ST
ES
Matriz do teste de avaliação modelo IAVE – Unidade 1 
Teste n.° 2 – Fernando Pessoa (ortónimo)
Domínios – Educação Literária; Leitura / Gramática; Escrita
Objetivos Conteúdos Estrutura e Percentagem (%)
Perguntas/ 
cotação
Educação Literária
Ler e interpretar textos 
literários (EL11 e EL12; 14)
Parte A
Texto literário: texto 
poético de Fernando 
Pessoa (ortónimo) 
Grupo I 
50%
Parte A
3 itens de resposta 
curta
A. 
1. 20 pontos
2. 20 pontos
3. 20 pontos
B. 
4. 20 pontos
5. 20 pontos
Total – 100 pontos
Parte B
Texto literário: 
excerto do «Sermão 
de Santo António 
aos peixes», do 
P. António Vieira
Parte B
2 itens de resposta 
curta
Leitura 
Ler e interpretar textos de 
diferentes géneros e graus 
de complexidade (L12; 7)
Texto de leitura não 
literária constante 
no programa de 12º 
ano (Diário)
Grupo II 
20%
7 itens de escolha 
múltipla e/ou de 
associação
1. 5 pontos
2. 5 pontos
3. 5 pontos
4. 5 pontos
5. 5 pontos
6. 5 pontos
7. 5 pontos
8. 5 pontos
9. 5 pontos
10. 5 pontos
Total – 50 pontos
Gramática
a) Explicitar aspetos da 
semântica do português 
(G12; 19.4)
b) Construir um conhecimento 
reflexivo sobre a estrutura e 
o uso do português 
(G12; 17)
a) Semântica – 3.3, 
valor modal 
b) Ponto 1 – retoma 
dos conteúdos 
de 10º ano e 
11º anos – 
sintaxe: funções 
sintáticas e a 
frase complexa: 
coordenação e 
subordinação
3 itens de resposta 
restrita
Escrita
a) Planificar a escrita de textos 
(E12; 10)
b) Escrever textos de 
diferentes géneros 
e finalidades (E12; 11)
c) Redigir textos com coerência 
e correção linguística 
(E12; 12)
d) Rever os textos escritos 
(E12; 13)
a) Planificação
b) Texto de opinião 
c) Redação / 
textualização
d) Revisão
Grupo III 
30%
1 item de resposta 
extensa 
(200 a 300 palavras)
Item 
único – 50 pontos
Total – 200 pontos
Teste de avaliação modelo IAVE n.º 2 | Fernando Pessoa (ortónimo)
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 84
Nome Turma Data 
2 Teste de avaliação
GRUPO I
Apresenta as tuas respostas de forma bem estruturada.
A
Lê o texto.
O avô e o neto 
Ao ver o neto a brincar, 
Diz o avô, entristecido, 
«Ah, quem me dera voltar 
A estar assim entretido! 
Quem me dera o tempo quando 
Castelos assim fazia, 
E que os deixava ficando 
Às vezes p’ra o outro dia; 
E toda a tristeza minha 
Era, ao acordar p’ra vê-lo, 
Ver que a criada já tinha 
Arrumado o meu castelo.»
 
Mas o neto não o ouve 
Porque está preocupado 
Com um engano que houve 
No portão para o soldado. 
E, enquanto o avô cisma, e triste 
Lembra a infância que lá vai, 
Já mais uma casa existe 
Ou mais um castelo cai; 
E o neto, olhando afinal 
E vendo o avô a chorar, 
Diz, «Caiu, mas não faz mal: 
Torna-se já a arranjar.» 
 [1924?]
Fernando Pessoa, Poesia do eu, edição de Richard Zenith, Lisboa, Assírio & Alvim, 2014, pp. 165 e 166.
1. Distingue as duas tristezas do avô referidas no poema.
2. Explicita a conceção de infância presente no texto.
3. Justifica o choro do avô – presente na última estrofe.
-
-
-
-
5
-
-
-
-
10
-
-
-
-
15
-
-
-
-
20
-
-
-
-
Unidade 1
Teste de avaliação modelo IAVE
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 85
TE
ST
ES
B
Lê o texto.
«Vós», diz Cristo Senhor nosso, falando com os Pregadores, «sois o sal da terra»; e chama-lhes 
sal da terra, porque quer que façam na terra o que faz o sal. O efeito do sal é impedir a corrupção, 
mas quando a terra se vê tão corrupta como está a nossa, havendo tantos nela, que têm ofício de sal, 
qual será, ou qual pode ser a causa desta corrupção? Ou é porque o sal não salga, ou porque a terra 
se não deixa salgar. Ou é porque o sal não salga, e os Pregadores não pregam a verdadeira doutrina; 
ou porque a terra se não deixa salgar, e os ouvintes, sendo verdadeira a doutrina, que lhes dão, a 
não querem receber; ou é porque o sal não salga, e os Pregadores dizem uma coisa, e fazem outra; 
ou porque a terra se não deixa salgar, e os ouvintes querem antes imitar o que eles fazem, que fazer 
o que dizem; ou é porque o sal não salga, e os Pregadores se pregam a si, e não a Cristo; ou porque a 
terra se não deixa salgar, e os ouvintes em vez de servir a Cristo servem a seus apetites. Não é tudo 
isto verdade? Ainda mal!
Padre António Vieira, «Sermão de Santo António», in Obra completa (dir. José Eduardo Franco e Pedro Calafate), 
tomo II, volume X, Lisboa, Circulo de Leitores, 2014, p. 137.
4. Apresenta os vários motivos segundo os quais, para o pregador, a palavra de Deus não surte efeito.
5. Identifica o recurso expressivo através do qual se referem os pregadores, justificando.
GRUPO II
Nas respostas aos itens de escolha múltipla, seleciona a opção correta.
Lê o texto.
6-janeiro (terça). Um ano veio, outro se foi. Não se conta já o que um ano traz, mas o que o ou-
tro leva. Com o correr do tempo, creio que todo o balanço é negativo. Do capital acumulado em 
ideias, projetos, interesses, o que nos define as contas é sempre uma tremenda delapidação1. Na 
velhice, uma ou duas ideias fazem já muito barulho. E do que se precisa é de sossego. Que o fim da 
vida coincida com o esgotamento das reservas. É exemplar, eu sei, afirmar uma perene «juventude». 
Os que conheço e o fazem são apenas ridículos. A senilidade pode mostrar-se no gosto de jogar o 
pião. É mesmo normalmente a sua prova. O elogio que um Eça faz de certos velhos é serem «assea-
dos». O «asseio» é de facto a correção da velhice. Limpeza, sensatez, compreensão da justa medida, 
saber o que nos pertence e o que é para a vida dos outros. E todavia que fazer? Assalta-me ainda o 
desejo de escrever dois livros. Só que a morte raro vem na hora própria e corta-nos quase sempre um 
projeto pelo meio. Terá isso a vantagem de se morrer vivo e não morto? Terá. 
Decidi largar o liceu este ano. É-me insuportável dar aulas:trabalhosa a sua preparação, trabalho-
so o «número» que tenho de fazer. Mas sobretudo preocupa-me a quebra da unidade, da cumplici-
dade com as turmas. Sinto ser para os alunos uma personagem estranha, póstuma à plausibilidade 
de fazer parte do seu circuito. 
-
-
-
-
5
-
-
-
-
10
-
-
-
-
-
5
-
-
-
-
10
-
-
-
-
15
Teste de avaliação modelo IAVE n.º 2 | Fernando Pessoa (ortónimo)
1 estrago, destruição
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 86
Tolerado, não aceito. E a coisa agrava-se nas relações com os colegas, uma sarilhada de moças a 
reinventarem a vida que eu já inventei. A minha invenção pertence ao registo dos mortos, não é já 
utilizável. Nem sequer como ficha de um ficheiro onde não tem razão de estar. […]
12-abril (segunda). De vez em quando lembro-me de que já não venho aqui há muito. Como quem 
`R� YRZO_N``R�QR� Ws�Us�ZbVa\�[w\�_RgN_��3\V�N``VZ�P\Z�V[aR_cNY\`�QR``R`�^bR�QRVeRV�ZR`Z\�QR� V_�t�
missa. Devo estar a perder a crença neste escrito. Como um álcool ou uma febre, vai-me tomando 
um desejo profundo de passividade. Tudo feito – que resta ainda por fazer? Para as minhas contas e 
as dos outros, devo começar a estar a mais. Sou uma ficha de um catálogo que já está cheia. Todo o 
acrescento embaraça a pressa e nitidez de uma classificação. Mas como sobreviver? 
Hoje já estou de férias. E é duro experimentar como não sei encher o tempo. Mas sentar-me à 
secretária diante de uma folha de papel e tudo em mim a dizer que não… É-se definitivamente um 
escritor menor, quando a arte nos não realiza a vida toda. Onde o entusiasmo que me sustentou? 
E todavia – só mais dois livros... Só, só mais dois. No fundo, não acredito, porque ninguém mais acre-
dita. E eu preciso que os outros acreditem para eu acreditar. De facto? A verdade é que toda a vida 
ZR�ON`aRV�N�ZVZ�]_ƒ]_V\��3\V�P\[a_N�N�QR`P\[SVN[yN�NYURVN�^bR�Rb�R_TbV�N�ZV[UN�]_ƒ]_VN��0U\cR��2�Us�
vento. Sozinho em casa, à espera de que o dia passe. Acomodar-me na cova. Quero ir para Mello2. 
Arranjem-me lá um sítio em definitivo esquecimento. 
 Vergílio Ferreira, Conta-corrente 1, Lisboa, Bertrand Editora, pp. 303, 312 e 313.
2 terra natal do autor
1. O autor exprime, relativamente à mudança de um ano para o ano seguinte, uma
 (A) possibilidade. (C) certeza.
 (B) incerteza. (D) indefinição.
2. O autor critica aqueles que «Na velhice» (linhas 3 e 4) 
 (A) aceitam resignadamente a sua condição.
 (B) assumem comportamentos da juventude.
 (C) vivem uma vida de sossego.
 (D) assumem comportamentos ridículos.
3. Para o diarista, morre «vivo e não morto» (linha 11) aquele que sendo velho,
 (A) já não sonha. (C) resigna-se à sua condição.
 (B) não pensa na morte. (D) ainda sonha.
4. A relação do diarista com a sua profissão já não é a que era porque
 (A) se sente desatualizado nos seus conhecimentos.
 (B) sente existir um fosso de gerações entre ele e os seus alunos.
 (C) sente que os seus alunos se desinteressam dos seus ensinamentos.
 (D) sente-se ultrapassado pela atividade das suas colegas.
-
-
-
-
20
-
-
-
-
25
-
-
-
-
30
-
-
Teste de avaliação modelo IAVE
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 87
TE
ST
ES
5. Para se autocaracterizar através da frase «Sou uma ficha de um catálogo que já está cheia.» (linha 
23) o autor serve-se de uma
 (A) hipérbole.
 (B) comparação.
 (C) personificação.
 (D) metáfora.
6. A perplexidade do autor relativamente ao preenchimento do «tempo» (linha 25) prende-se com o 
facto de ele
 (A) já não ter projetos.
 (B) ainda ter projetos.
 (C) não ter já ilusões.
 (D) ter ainda ilusões.
7. A utilização do advérbio presente em «Arranjem-me lá um sítio em definitivo esquecimento.» (linha 
32) contribui para a coesão
 (A) lexical.
 (B) temporal.
 (C) referencial.
 (D) interfrásica.
8. Refere o valor modal presente no verbo dever na frase «Para as minhas contas e as dos outros, devo 
começar a estar a mais.» (linhas 22 e 23).
9. Indica a função sintática do pronome pessoal presente em «É-me insuportável dar aulas» (linha 12).
10. Refere a função sintática da oração subordinada presente em «No fundo, não acredito, porque nin-
guém mais acredita.» (linhas 28 e 29). 
GRUPO III
O bem-estar físico e psicológico de cada um de nós passa por locais, terras ou paisagens que apreciamos 
particularmente, aquilo que se chama a nossa «geografia sentimental».
Redige um texto de opinião, no qual comproves esta perspetiva, apresentando, pelo menos, dois argu-
mentos e respetivos exemplos.
O teu texto deve ter entre 200 e 300 palavras e deve estruturar-se em três partes lógicas.
Teste de avaliação modelo IAVE n.º 2 | Fernando Pessoa (ortónimo)
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 88
CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE CLASSIFICAÇÃO 
Grupo I ............................................................................................................................ 100 pontos
A
Pergunta 1 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
4 Distingue, adequadamente, as duas tristezas do avô referidas no poema. 12
3
Distingue, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, as duas 
tristezas do avô referidas no poema.
9
2
Distingue, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, as duas 
tristezas do avô referidas no poema.
6
1 Distingue, de modo incompleto e impreciso, as duas tristezas do avô referidas no poema. 3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Cenário de resposta: 
A primeira dor do avô radica no facto de já não se conseguir entreter como o neto – primeira estrofe; esta pri-
meira tristeza dá depois origem a uma segunda, mais profunda, que radica no facto de o avô se consciencializar 
da impossibilidade de regressar ao passado.
Pergunta 2 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
4 Explicita adequadamente a conceção de infância presente no texto. 12
3
Explicita, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, a conceção 
de infância presente no texto.
9
2
Explicita, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, a conceção 
de infância presente no texto.
6
1
Explicita, de modo incompleto e com imprecisões, a conceção de infância presente 
no texto.
3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Teste de avaliação modelo IAVE
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 89
TE
ST
ES
Cenário de resposta: 
A infância é o tempoda despreocupação, da inocência, da inconsciência: o menino, vendo o avô chorar, «lê» essa 
situação meramente como o desgosto do avô por «um castelo» (v. 20) ter caído.
Pergunta 3 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
4 Justifica adequadamente o choro do avô – presente na última estrofe. 12
3
Justifica, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, o choro 
do avô – presente na última estrofe.
9
2
Justifica, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, o choro 
do avô – presente na última estrofe.
6
1
Justifica, de modo incompleto e com imprecisões, o choro do avô – presente na última 
estrofe.
3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Cenário de resposta: 
Este choro deriva da consciência da morte que se aproxima, da consciência de não poder nunca mais ser menino.
B
Pergunta 4 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
4
Apresenta adequadamente os vários motivos segundo os quais, para o pregador, 
a palavra de Deus não surte efeito.
12
3
Apresenta, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, os vários 
motivos segundo os quais, para o pregador, a palavra de Deus não surte efeito.
9
2
Apresenta, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, os vários 
motivos segundo os quais, para o pregador, a palavra de Deus não surte efeito.
OU
Apresenta, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, alguns 
motivos segundo os quais, para o pregador, a palavra de Deus não surte efeito.
6
1
Apresenta, de modo incompleto e com imprecisões, os vários motivos segundo os quais, 
para o pregador, a palavra de Deus não surte efeito.
3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Teste de avaliação modelo IAVE n.º 2 | Fernando Pessoa (ortónimo)
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 90
Cenário de resposta: 
A palavra de Deus não surte efeito, segundo o pregador, porque a «terra» está imersa na corrupção; além disso, 
porque «os Pregadores» não atuam de acordo com a palavra pregada; e ainda porque «os ouvintes» não cum-
prem a doutrina pregada, seguindo os «seus apetites».
Pergunta 5 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
6
Identifica, adequadamente, o recurso expressivo através do qual se referem 
os pregadores, justificando.
12
5
Identifica, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, o recurso 
expressivo através do qual se referem os pregadores, justificando.
9
4
Identifica, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, o recurso 
expressivo através do qual se referem os pregadores, justificando.
6
3
Identifica, de modo incompleto e com imprecisões, o recurso expressivo através do qual 
se referem os pregadores, justificando.
3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Cenário de resposta: 
Os pregadores são metaforizados na expressão «sal da terra», isto é, eles são, ou deviam ser, aquilo que, tal 
como o sal, impede a corrupção.
Grupo II ............................................................................................................................ 50 pontos
Item Resposta Pontuação
1. A 5
2. B 5
3. D 5
4. B 5
5. D 5
6. B 5
7. C 5
8. Valor de possibilidade / probabilidade 5
9. Complemento indireto 5
10. Modificador (de GV) 5
Teste de avaliação modelo IAVE
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 91
TE
ST
ES
Grupo III .......................................................................................................................... 50 pontos
Estruturação temática e discursiva (ETD) ............................................................................. 30 pontos 
Correção linguística (CL) ....................................................................................................... 20 pontos
Os critérios de classificação relativos à estruturação temática e discursiva (ETD) apresentam-se organi-
zados por níveis de desempenho nos parâmetros seguintes: (A) tema e tipologia, (B) estrutura e coesão, 
(C) léxico e adequação discursiva. 
Descritores dos níveis de desempenho (ETD)
Pontuação
15 12 9 6 3
Parâmetro
(A)
Tema e 
tipologia
– Trata, sem desvios, 
o tema proposto.
– Mobiliza informação 
ampla e diversificada 
relativamente à tipologia 
textual solicitada: produz 
um discurso coerente 
e sem qualquer tipo de 
ambiguidade.
– Trata o tema proposto, 
embora com alguns 
desvios.
– Mobiliza informação 
suficiente, relativamente à 
tipologia textual solicitada: 
produz um discurso 
globalmente coerente, 
apesar de algumas 
ambiguidades.
– Aborda lateralmente 
o tema proposto.
– Mobiliza muito pouca 
informação relativamente 
à tipologia textual solicitada: 
produz um discurso 
geralmente inconsistente 
e, por vezes, ininteligível.
Pontuação
10 8 6 4 2
Parâmetro
(B)
Estrutura 
e coesão
– Redige um texto bem 
estruturado, constituído 
por três partes (introdução, 
desenvolvimento, 
conclusão), proporcionadas 
e articuladas entre si de 
modo consistente;
•• marca corretamente 
os parágrafos;
•• utiliza, adequadamente, 
conectores diversificados 
e outros mecanismos de 
coesão textual.
– Redige um texto 
satisfatoriamente 
estruturado nas três 
partes habituais, nem 
sempre devidamente 
articuladas entre si ou com 
desequilíbrios de proporção 
mais ou menos notórios;
•• marca parágrafos, mas 
com algumas falhas;
•• utiliza apenas os 
conectores e os 
mecanismos de coesão 
textual mais comuns, 
embora sem incorreções 
graves.
– Redige um texto com 
estruturação muito 
deficiente, em que 
não se conseguem 
identificar claramente 
três partes (introdução, 
desenvolvimento e 
conclusão) ou em que estas 
estão insuficientemente 
articuladas;
•• raramente marca 
parágrafos de forma 
correta;
•• raramente utiliza 
conectores e mecanismosde coesão textual ou 
utiliza-os de forma 
inadequada.
Pontuação
5 4 3 2 1
Parâmetro
(C)
Léxico e 
adequação 
discursiva
– Mobiliza, com 
intencionalidade, recursos 
da língua expressivos e 
adequados.
– Utiliza o registo de língua 
adequado ao texto, 
eventualmente com 
esporádicos afastamentos, 
que se encontram, no 
entanto, justificados 
pela intencionalidade 
do discurso e assinalados 
graficamente (com aspas 
ou sublinhados).
– Mobiliza um repertório 
lexical adequado, mas 
pouco variado.
– Utiliza, em geral, o registo 
de língua adequado ao 
texto, mas apresentando 
alguns afastamentos que 
afetam pontualmente a 
adequação global.
– Mobiliza um repertório 
lexical adequado, mas 
pouco variado.
– Utiliza, em geral, o registo 
de língua adequado ao 
texto, mas apresentando 
alguns afastamentos que 
afetam pontualmente a 
adequação global.
Dada a natureza deste item, não é apresentado cenário de resposta.
Teste de avaliação modelo IAVE n.º 2 | Fernando Pessoa (ortónimo)
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 92
Matriz do teste de avaliação modelo IAVE – Unidade 1
Teste n.° 3 – Bernardo Soares – Livro do desassossego*
Domínios – Educação Literária; Leitura / Gramática; Escrita
Objetivos Conteúdos Estrutura e Percentagem (%)
Perguntas/ 
cotação
Educação Literária
Ler e interpretar textos 
literários (EL11 e EL12; 14)
Parte A
Texto literário: 
texto do Livro do 
desasossego 
Grupo I 
50%
Parte A
3 itens de resposta 
curta
A. 
1. 20 pontos
2. 20 pontos
3. 20 pontos
B. 
4. 20 pontos
5. 20 pontos
Total – 100 pontos
Parte B
Texto literário: 
excerto de Frei 
Luís de Sousa, de 
Almeida Garrett
Parte B
2 itens de resposta 
curta
Leitura 
Ler e interpretar textos de 
diferentes géneros e graus 
de complexidade (L12; 7)
Texto de leitura não 
literária constante 
no programa de 
12º ano (Diário)
Grupo II 
25%
7 itens de escolha 
múltipla e/ou de 
associação
1. 5 pontos
2. 5 pontos
3. 5 pontos
4. 5 pontos
5. 5 pontos
6. 5 pontos
7. 5 pontos
8. 5 pontos
9. 5 pontos
10. 5 pontos
Total – 50 pontos
Gramática
a) Explicitar aspetos da 
semântica do português 
(G12; 19.4)
b) Construir um conhecimento 
reflexivo sobre a estrutura e 
o uso do português 
(G12; 17)
a) Semântica – 3.3, 
valor modal. 
b) Ponto 1 – retoma 
dos conteúdos 
de 10º ano e 11º 
anos – sintaxe: 
funções 
sintáticas e a 
frase complexa: 
coordenação e 
subordinação
3 itens de resposta 
restrita
Escrita
a) Planificar a escrita 
de textos (E12; 10)
b) Escrever textos de 
diferentes géneros e 
finalidades (E12; 11)
c) Redigir textos com coerência 
e correção linguística 
(E12; 12)
d) Rever os textos escritos 
(E12; 13)
a) Planificação
b) Texto expositivo
c) Redação / 
textualização
d) Revisão
Grupo III 
25%
1 item de resposta 
extensa 
(200 a 300 palavras)
Item 
único – 50 pontos
Total – 200 pontos
Teste de avaliação modelo IAVE
* Outra versão deste teste encontra-se disponível em .
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 93
Nome Turma Data 
TE
ST
ES
Teste de avaliação modelo IAVE n.º 3 | Bernardo Soares, Livro do desassossego
3 Teste de avaliação Unidade 1
GRUPO I
Apresenta as tuas respostas de forma bem estruturada.
A
Lê o texto.
Tudo é absurdo. Este empenha a vida em ganhar dinheiro que guarda, e nem tem filhos a quem 
o deixe nem esperança que um céu lhe reserve uma transcendência desse dinheiro. Aquele empe-
nha o esforço em ganhar fama, para depois de morto, e não crê naquela sobrevivência que lhe dê o 
conhecimento da fama. Esse outro gasta-se na procura de coisas de que realmente não gosta. Mais 
adiante, há um que […] 
Um lê para saber, inutilmente. Outro goza para viver, inutilmente. 
Vou num carro elétrico, e estou reparando lentamente, conforme é meu costume, em todos os 
pormenores das pessoas que vão adiante de mim. Para mim os pormenores são coisas, vozes, fra-
ses. Neste vestido da rapariga que vai em minha frente decomponho o vestido em o estofo de que 
se compõe, o trabalho com que o fizeram – pois que o vejo vestido e não estofo – e o bordado leve 
que orla a parte que contorna o pescoço separa-se-me em retrós de seda, com que se o bordou, e o 
trabalho que houve de o bordar. E imediatamente, como num livro primário de economia política, 
desdobram-se diante de mim as fábricas e os trabalhos – a fábrica onde se fez o tecido; a fábrica onde 
se fez o retrós, de um tom mais escuro, com que se orla de coisinhas retorcidas o seu lugar junto 
ao pescoço; e vejo as secções das fábricas, as máquinas, os operários, as costureiras, meus olhos 
virados para dentro penetram nos escritórios, vejo os gerentes procurar estar sossegados, sigo, nos 
livros, a contabilidade de tudo; mas não é só isto: vejo, para além, as vidas domésticas dos que vivem 
a sua vida social nessas fábricas e nesses escritórios... Toda a vida social jaz a meus olhos só porque 
tenho diante de mim, abaixo de um pescoço moreno, que de outro lado tem não sei que cara, um 
orlar irregular regular verde-escuro sobre um verde-claro de vestido. 
Para além disto pressinto os amores, as secrecias [sic], a alma, de todos quantos trabalharam para 
que esta mulher que está diante de mim no elétrico use, em torno do seu pescoço mortal, a banalida-
de sinuosa de um retrós de seda verde-escura fazendo inutilidades pela orla de uma fazenda verde 
menos escura. 
Entonteço. Os bancos de elétrico, de um entretecido de palha forte e pequena, levam-me a regiões 
distantes, multiplicam-se-me em indústrias, operários, casas de operários, vidas, realidades, tudo. 
Saio do carro exausto e sonâmbulo. Vivi a vida inteira. 
Fernando Pessoa, Livro do desassossego, edição de Richard Zenith, Lisboa, Assírio & Alvim, 2015, pp. 253 e 254.
1. Interpreta a sequência dos vários comportamentos de determinadas pessoas evidenciados no texto 
desde «Este empenha…» até «viver, inutilmente.» (linhas 1 a 6).
2. Explicita a relação entre o enunciador observador e a «rapariga» (linha 9) que vê «num carro elétrico» 
(linha 7).
3. Tendo em consideração a globalidade do texto, apresenta uma justificação válida para a última afirma-
ção do seu autor: «Vivi a vida inteira.» (linha 27).
-
-
-
-
5
-
-
-
-
10
-
-
-
-
15
-
-
-
-
20
-
-
-
-
25
-
-
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 94
Teste de avaliação modelo IAVE
B
Lê o texto.
Cena I
Madalena, só, sentada junto à banca, os pés sobre uma grande almofada, um livro aberto no regaço, e as 
mãos cruzadas sobre ele, como quem descaiu da leitura na meditação.
Madalena (repetindo maquinalmente e devagar o que acaba de ler). 
«Naquele engano d’alma ledo e cego 
Que a fortuna não deixa durar muito...»
Com paz e alegria de alma... um engano, um engano de poucos instantes que seja... deve de ser 
a felicidade suprema neste mundo. E que importa que o não deixe durar muito a fortuna? Viveu-se, 
pode-se morrer. Mas eu!... (Pausa). Oh! que o não saiba ele ao menos, que não suspeite o estado em 
que eu vivo... este medo, estes contínuos terrores que ainda me não deixaram gozar um só momento 
de toda a imensa felicidade que me dava o seu amor. – Oh! que amor, que felicidade... que desgraça 
a minha! (Torna a descair em profunda meditação; silêncio breve). 
Almeida Garrett, Frei Luís de Sousa, prefácio de Annabela Rita, Porto, Edições Caixotim, 2004, pp. 59-61.4. Justifica o momento de «meditação» (linha 2) em que se encontra D. Madalena.
5. Explica a que se refere D. Madalena com a expressão «o estado em que eu vivo… este medo, estes 
contínuos terrores» (linhas 8 e 9), com base no teu conhecimento da obra de onde foi retirado o texto.
GRUPO II
Na resposta aos itens de escolha múltipla, seleciona a opção correta.
Lê o texto.
Albufeira, 27 de julho de 1982. 
 ALGARVE 
O mistério do mar, 
O milagre do sol 
E a graça da paisagem 
Na moldura dos olhos. 
E a paz feliz de que tenho o que é meu. 
Ah, terra bem-amada! 
Bênção da natureza 
Caiada 
De pureza 
E nimbada1 
De saudade. 
Algarve. Liberdade 
Dos sentidos. 
3z_VN`�N\�`bY�
-
-
-
-
5
-
-
-
-
10
-
-
-
-
-
5
-
-
-
-
10
-
-
-
-
15
-
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 95
TE
ST
ES
Teste de avaliação modelo IAVE n.º 3 | Bernardo Soares, Livro do desassossego
Da imaginação. 
Ainda a mesma nação, 
Mas com outros sinais. 
E a memória também 
De que todo o além 
Começa neste cais. 
Albufeira, 28 julho de 1982 – Sol e preguiça. O sol salgado que me faltou em criança e a preguiça 
distendida que nunca pude ter de boa consciência pela vida fora. 
Albufeira, 29 julho de 1982 – Retomei a enxada. A moinice2 de ontem foi sol de pouca dura. Bem 
tento. Mas os genes são o que são e podem mais do que a vontade. Quando não trabalho sinto-me 
em pecado mortal. 
Albufeira, 30 de Julho de 1982 – Um dia radioso lá fora, e eu aqui agarrado ao teclado3, a puxar dili-
gentemente pelos neurónios. Para quê? Para dar duração a uma existência atribulada que teima em 
não se confinar ao império das circunstâncias. Somos assim. Sabemos que nada é eterno, que tudo 
acaba, mas insistimos em celebrar-nos na solidez da pedra ou na fragilidade do papel. Mesmo os que 
acreditam numa outra vida, pelo sim, pelo não, tentam perpetuar-se nesta, nem que seja a canivete na 
casca dum olmo4. Desafiam também o total esquecimento como podem. Inconformados com a nos-
sa efemeridade terrena, queremos ao menos a memória conservada na lembrança dos vindoiros. E o 
povo, na sua certeira sabedoria, entendeu-o bem e disse-o lapidarmente: «Morra um homem e fique 
a fama.» 
[…]
Albufeira, 11 de agosto de 1982 – Mais uma barrela5 da alma. À hora menos pensada, violento a timi-
dez e descomando-me, perante o espanto ou o embaraço de quem me ouve. Confesso as minhas 
culpas, reconheço as minhas falências, aponto as minhas limitações. Sempre o fiz, de resto. Inocen-
temente quando em pequeno me desobrigava no confessionário6 e, depois, já homem, mais madu-
ramente, a confidentes nem sempre de eleição. Os desabafos de agora, porém, igualmente sinceros, 
não me dão o alívio de outrora. Parecem não me dizer respeito. É como se falasse de um outro, de um 
sósia, com o meu rosto, os meus sentimentos, o meu passado. De tanto escrever sobre mim, acabei 
por me tornar aos próprios olhos numa abstração. 
Albufeira, 12 de agosto de 1982 – Tanto que dizer deste dia e a caneta nega-se a qualquer rabisco 
significativo. Obrigo-a apenas a declarar que estou cada vez mais só no mundo. Porque tudo ousei, 
nada calei e muito interroguei, tornei-me um monstro de inquietação até para os mais compreensi-
vos. E mesmo aqueles que não fugiram da minha lepra de poeta é como se vivessem longe de mim. 
Nem esquecem que sou gafado7, nem mo deixam esquecer. 
Évora, 14 de agosto de 1982 – O aprumo interior a que nos obrigam certas terras do mundo! Évora 
é uma delas. Sempre que a visito, sou outro. Caminho nas ruas com não sei que respeito, olho os 
monumentos com não sei que admiração, respiro o ar de cada praça com não sei que agradecimento 
fisiológico dos pulmões. É uma dignidade ambiente que se pega, que nos impõe a mesma autentici-
dade, a mesma pulcritude8, a mesma distinção. Há um sagrado laico como há um sagrado religioso. 
Um sagrado laico que também só contemplamos em paz a meia voz e de chapéu na mão. 
Miguel Torga, Diário – volumes. XIII a XVI, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 2011, pp. 113, 114 e 115.
1 marcada; 2 preguiça; 3 de uma máquina de escrever; 4 espécie de árvore; 5 limpeza forte; 6 «me desobrigava no confessionário» – 
me confessava a um padre; 7 leproso, portador de lepra, doença contagiosa; 8 beleza 
-
-
25
-
-
-
-
30
-
-
-
-
35
-
-
-
-
40
-
-
-
-
45
-
-
-
-
50
-
-
-
-
55
-
-
-
-
20
-
-
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 96
1. No poema presente na entrada do dia 27 de julho de 1982, o sujeito poético, através dos versos «Ainda 
a mesma nação, / Mas com outros sinais.» (linhas 18 e 19), 
 (A) caracteriza um espaço.
 (B) identifica um espaço com outro.
 (C) contrasta dois espaços.
 (D) elogia um espaço.
2. Tem em atenção a frase «Retomei a enxada.» (linha 25). Da sua relação com a frase «aqui agarrado 
ao teclado» (linha 28) conclui-se que o enunciador utilizou uma
 (A) hipérbole.
 (B) personificação.
 (C) metáfora.
 (D) hipérbole.
3. Para o diarista, a necessidade que sente em escrever tem origem na consciência da
 (A) eternidade.
 (B) efemeridade.
 (C) fama.
 (D) responsabilidade.
4. As palavras destacadas em «E o povo, na sua certeira sabedoria, entendeu-o bem e disse-o lapidar-
mente» (linhas 34 e 35) concretizam marcas da coesão
 (A) temporal.
 (B) lexical.
 (C) referencial.
 (D) frásica.
5. Na entrada do seu diário do dia 11 de agosto, o diarista compara um
 (A) passado e um presente, respetivamente, para valorizar o primeiro.
 (B) presente e um passado, respetivamente, para valorizar o segundo.
 (C) presente e um passado, respetivamente, para desvalorizar o segundo.
 (D) passado e um presente, respetivamente, para desvalorizar o primeiro.
Teste de avaliação modelo IAVE
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 97
TE
ST
ES
Teste de avaliação modelo IAVE n.º 3 | Bernardo Soares, Livro do desassossego
6. O diarista caracteriza-se, metaforicamente como leproso, «gafado» (linha 50), portador, pois, de uma 
doença contagiosa cujo sintoma principal é a 
 (A) debilidade física.
 (B) solidão mental.
 (C) incapacidade de compreensão.
 (D) vontade de saber.
7. As duas atitudes referidas no final da entrada do diário relativamente à visita a Évora, – «a meia voz e 
de chapéu na mão.» (linha 56) revelam no visitante um sentimento de 
 (A) admiração.
 (B) alegria.
 (C) respeito.
 (D) confiança.
8. Indica o valor modal presente no verbo poder no enunciado «O sol salgado que me faltou em criança 
e a preguiça distendida que nunca pude ter de boa consciência pela vida fora.» (linhas 23 e 24).
9. Identifica a função sintática da oração subordinada presente em «Sabemos que nada é eterno» 
(linha 30). 
10. Classifica a oração subordinada «que tudo acaba» (linhas 30 e 31).
GRUPO III
A relação dos portugueses com o mar tem sido muito variada ao longo dos tempos, como o é ainda 
hoje.
Redige um texto de natureza expositiva, no qual apresentes modos de que se revestiu ou reveste essa 
relação.
O teu texto deve ter entre 200 e 300 palavras e deve estruturar-se em três partes lógicas.
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 98
CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE CLASSIFICAÇÃO 
Grupo I ............................................................................................................................ 100 pontos
A
Pergunta 1 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação4
Interpreta, adequadamente, a sequência dos vários comportamentos evidenciados 
no intervalo de texto indicado.
12
3
Interpreta, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, 
a sequência dos vários comportamentos evidenciados no intervalo de texto indicado.
9
2
Interpreta, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, 
a sequência dos vários comportamentos evidenciados no intervalo de texto indicado.
6
1
Interpreta, de modo incompleto e impreciso, a sequência dos vários comportamentos 
evidenciados no intervalo de texto indicado.
3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Cenário de resposta: 
Com esta sequência, o autor apresenta uma série de comportamentos que se caracterizam, na sua opinião, por 
serem absurdos – dada a sua incongruência.
Pergunta 2 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
4
Explicita adequadamente a relação entre o enunciador observador e a «rapariga» 
que vê «num carro elétrico».
12
3
Explicita, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, a relação 
entre o enunciador observador e a «rapariga» que vê «num carro elétrico».
9
2
Explicita, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, a relação 
entre o enunciador observador e a «rapariga» que vê «num carro elétrico».
6
1
Explicita, de modo incompleto e com imprecisões, a relação entre o enunciador 
observador e a «rapariga» que vê «num carro elétrico».
3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Teste de avaliação modelo IAVE
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 99
TE
ST
ES
Teste de avaliação modelo IAVE n.º 3 | Bernardo Soares, Livro do desassossego
Cenário de resposta: 
Para o observador, a «rapariga» é o ponto de partida para imaginar tudo o que se relaciona com o «vestido» dela, 
desde as «fábricas» de tecidos até ao «trabalho» necessário para o fazer.
Pergunta 3 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
4
Apresenta adequadamente uma justificação válida para a última afirmação do autor, 
tendo em conta a globalidade do texto.
12
3
Apresenta, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, uma 
justificação válida para a última afirmação do autor, tendo em conta a globalidade 
do texto.
9
2
Apresenta, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, uma 
justificação válida para a última afirmação do autor, tendo em conta a globalidade 
do texto.
6
1
Apresenta, de modo incompleto e com imprecisões, uma justificação válida para 
a última afirmação do autor, tendo em conta a globalidade do texto.
3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Cenário de resposta: 
Com esta frase o observador / autor diz-nos que, a partir do «vestido» da rapariga, imaginou a totalidade da vida 
dela.
B
Pergunta 4 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
4 Justifica adequadamente o momento de «meditação» em que se encontra D. Madalena. 12
3
Justifica, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, o momento 
de «meditação» em que se encontra D. Madalena.
9
2
Justifica, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, o momento 
de «meditação» em que se encontra D. Madalena.
6
1
Justifica, de modo incompleto e com imprecisões, o momento de «meditação» 
em que se encontra D. Madalena.
3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 100
Cenário de resposta: 
D. Madalena cai num momento de meditação, isto é, de reflexão triste sobre a sua própria vida, com base na lei-
tura de versos de Camões relativos a Inês de Castro, com quem se compara, para se inferiorizar.
Pergunta 5 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
6
Explica, adequadamente, e com base no conhecimento da obra, a alusão de D. Madalena 
aos factos referidos na expressão «o estado em que eu vivo… este medo, estes 
contínuos terrores».
12
5
Explica, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, e com base 
no conhecimento da obra, a alusão de D. Madalena aos factos referidos na expressão 
«o estado em que eu vivo… este medo, estes contínuos terrores».
9
4
Explica, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, e com base 
no conhecimento da obra, a alusão de D. Madalena aos factos referidos na expressão 
«o estado em que eu vivo… este medo, estes contínuos terrores».
6
3
Explica, de modo incompleto e com imprecisões, e com base no conhecimento da obra, 
a alusão de D. Madalena aos factos referidos na expressão «o estado em que eu vivo… 
este medo, estes contínuos terrores».
3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Cenário de resposta: 
Com estas expressões ela refere-se ao seu estado de alma perturbado pela possibilidade de o seu primeiro 
marido – cuja morte nunca foi comprovada – regressar e destruir o seu segundo casamento.
Grupo II ............................................................................................................................50 pontos
Item Resposta Pontuação
1. C 5
2. C 5
3. B 5
4. C 5
5. B 5
6. D 5
7. C 5
8. Valor de permissão 5
9. Complemento direto 5
10. Oração subordinada substantiva completiva 5
Teste de avaliação modelo IAVE
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 101
TE
ST
ES
Teste de avaliação modelo IAVE n.º 3 | Bernardo Soares, Livro do desassossego
Grupo III .......................................................................................................................... 50 pontos
Estruturação temática e discursiva (ETD) ............................................................................. 30 pontos 
Correção linguística (CL) ....................................................................................................... 20 pontos
Os critérios de classificação relativos à estruturação temática e discursiva (ETD) apresentam-se organi-
zados por níveis de desempenho nos parâmetros seguintes: (A) tema e tipologia, (B) estrutura e coesão, 
(C) léxico e adequação discursiva. 
Descritores dos níveis de desempenho (ETD)
Pontuação
15 12 9 6 3
Parâmetro
(A)
Tema e 
tipologia
– Trata, sem desvios, 
o tema proposto.
– Mobiliza informação 
ampla e diversificada 
relativamente à tipologia 
textual solicitada: produz 
um discurso coerente 
e sem qualquer tipo de 
ambiguidade.
– Trata o tema proposto, 
embora com alguns 
desvios.
– Mobiliza informação 
suficiente, relativamente à 
tipologia textual solicitada: 
produz um discurso 
globalmente coerente, 
apesar de algumas 
ambiguidades.
– Aborda lateralmente 
o tema proposto.
– Mobiliza muito pouca 
informação relativamente 
à tipologia textual solicitada: 
produz um discurso 
geralmente inconsistente 
e, por vezes, ininteligível.
Pontuação
10 8 6 4 2
Parâmetro
(B)
Estrutura 
e coesão
– Redige um texto bem 
estruturado, constituído 
por três partes (introdução, 
desenvolvimento, 
conclusão), proporcionadas 
e articuladas entre si de 
modo consistente;
•• marca corretamente 
os parágrafos;
•• utiliza, adequadamente, 
conectores diversificados 
e outros mecanismos de 
coesão textual.
– Redige um texto 
satisfatoriamente 
estruturado nas três 
partes habituais, nem 
sempre devidamente 
articuladas entre si ou com 
desequilíbrios de proporção 
mais ou menos notórios;
•• marca parágrafos, mas 
com algumas falhas;
•• utiliza apenas os 
conectores e os 
mecanismos de coesão 
textual mais comuns, 
embora sem incorreções 
graves.
– Redige um texto com 
estruturação muito 
deficiente, em que 
não se conseguem 
identificar claramente 
três partes (introdução, 
desenvolvimento e 
conclusão) ou em que estas 
estão insuficientemente 
articuladas;
•• raramente marca 
parágrafos de forma 
correta;
•• raramente utiliza 
conectores e mecanismos 
de coesão textual ou 
utiliza-os de forma 
inadequada.
Pontuação
5 4 3 2 1
Parâmetro
(C)
Léxico e 
adequação 
discursiva
– Mobiliza, com 
intencionalidade, recursos 
da língua expressivos e 
adequados.
– Utiliza o registo de língua 
adequado ao texto, 
eventualmente com 
esporádicos afastamentos, 
que se encontram, no 
entanto, justificados 
pela intencionalidade 
do discurso e assinalados 
graficamente (com aspas 
ou sublinhados).
– Mobiliza um repertório 
lexical adequado, mas 
pouco variado.
– Utiliza, em geral, o registo 
de língua adequado ao 
texto, mas apresentando 
alguns afastamentos que 
afetam pontualmente a 
adequação global.
– Mobiliza um repertório 
lexical adequado, mas 
pouco variado.
– Utiliza, em geral, o registo 
de língua adequado ao 
texto, mas apresentando 
alguns afastamentos que 
afetam pontualmente a 
adequação global.
Dada a natureza deste item, não é apresentado cenário de resposta.
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 102
Teste de avaliação modelo IAVE
Matriz do teste de avaliação modelo IAVE – Unidade 1
Teste n.° 4 – Alberto Caeiro*
Domínios – Educação Literária; Leitura / Gramática; Escrita
Objetivos Conteúdos Estrutura e Percentagem (%)
Perguntas/ 
cotação
Educação Literária
Ler e interpretar textos 
literários (EL11 e EL12; 14)
Parte A
Texto literário: 
Poema de Alberto 
Caeiro 
Grupo I 
50%
Parte A
3 itens de resposta 
curta
A. 
1. 20 pontos
2. 20 pontos
3. 20 pontos
B. 
4. 20 pontos
5. 20 pontos
Total – 100 pontos
Parte B
Texto literário: 
Soneto de Antero 
de Quental 
Parte B
2 itens de resposta 
curta
Leitura 
Ler e interpretar textos de 
diferentes géneros e graus 
de complexidade (L12; 7)
Texto de leitura não 
literária constante 
no programa de 
12º ano (Diário)
Grupo II 
25%
7 itens de escolha 
múltipla e/ou de 
associação
1. 5 pontos
2. 5 pontos
3. 5 pontos
4. 5 pontos
5. 5 pontos
6. 5 pontos
7. 5 pontos
8. 5 pontos
9. 5 pontos
10. 5 pontos
Total – 50 pontos
Gramática
a) Explicitar aspetos da 
semântica do português 
(G12; 19.4)
b) Construir um conhecimento 
reflexivo sobre a estrutura 
e o uso do português 
(G12; 17)
a) Semântica – 3.2, 
valor aspetual 
b) Ponto 1 – retoma 
dos conteúdos 
de 10º ano e 
11º anos – 
sintaxe: funções 
sintáticas
3 itens de resposta 
restrita
Escrita
a) Planificar a escrita 
de textos (E12; 10)
b) Escrever textos de 
diferentes géneros e 
finalidades (E12; 11)
c) Redigir textos com 
coerência e correção 
linguística (E12; 12)
d) Rever os textos escritos 
(E12; 13)
a) Planificação
 
b) Texto de 
apreciação crítica 
 
c) Redação / 
textualização
 
d) Revisão
Grupo III 
25%
1 item de resposta 
extensa 
(150 a 200 palavras)
Item 
único – 50 pontos
Total – 200 pontos* Outra versão deste teste encontra-se disponível em .
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 103
Nome Turma Data 
TE
ST
ES
Teste de avaliação modelo IAVE n.º 4 | Alberto Caeiro
Nome Turma Data 
4 Teste de avaliação Unidade 1 
GRUPO I
Apresenta as tuas respostas de forma bem estruturada.
A
Lê o texto.
Num dia excessivamente nítido, 
Dia em que dava a vontade de ter trabalhado muito 
Para nele não trabalhar nada, 
Entrevi, como uma estrada por entre as árvores, 
O que talvez seja o Grande Segredo, 
Aquele Grande Mistério de que os poetas falsos falam.
 
Vi que não há Natureza, 
Que Natureza não existe, 
Que há montes, vales, planícies, 
Que há árvores, flores, ervas, 
Que há rios e pedras, 
Mas que não há um todo a que isso pertença, 
Que um conjunto real e verdadeiro 
É uma doença das nossas ideias. 
A Natureza é partes sem um todo. 
Isto é talvez o tal mistério de que falam. 
3\V�V`a\�\�^bR�`RZ�]R[`N_�[RZ�]N_N_��
Acertei que devia ser a verdade 
Que todos andam a achar e que não acham, 
E que só eu, porque a não fui achar, achei. 
Fernando Pessoa, Poesia dos outros eus, edição de Richard Zenith, Lisboa, Assírio & Alvim, 2007, p. 72.
1. Explicita a natureza da descoberta feita pelo sujeito poético.
2. Refere a função da enumeração que ocorre entre os versos 9 e 11.
3. Interpreta a referência à «doença das nossas ideias» (verso 14), no contexto do poema.
-
-
-
-
5
-
-
-
-
10
-
-
-
-
15
-
-
-
-
20
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 104
Teste de avaliação modelo IAVE
B
Lê o texto.
O palácio da ventura 
Sonho que sou um cavaleiro andante. 
Por desertos, por sóis, por noite escura, 
Paladinodo amor, busco anelante 
O palácio encantado da Ventura! 
Mas já desmaio, exausto e vacilante, 
Quebrada a espada já, rota a armadura… 
E eis que súbito o avisto, fulgurante 
Na sua pompa e aérea formosura! 
Com grandes golpes bato à porta e brado: 
Eu sou o Vagabundo, o Deserdado 
Abri-vos, portas d’ouro, ante meus ais! 
Abrem-se as portas d’ouro, com fragor… 
Mas dentro encontro só, cheio de dor, 
Silêncio e escuridão – e nada mais!
Antero de Quental, Poesia completa – 1842-1891, organização e prefácio de Fernando Pinto Amaral, Lisboa, 
Publicações Dom Quixote, 2001, p. 248.
4. Identifica o motivo da busca do sujeito poético.
5. Justifica a presença da conjunção coordenativa adversativa no início do verso 13.
GRUPO II
Nas respostas aos itens de escolha múltipla, seleciona a opção correta.
Lê o texto.
Coimbra, 10 de setembro [de 1993]
Coimbra não tem mais encanto na hora da despedida. Abraços. Um último acenar de mãos ao posti-
go do carro alugado – e aí vamos nós (eu e a Linda) a caminho do Sul. O dia, mais benigno, faz remoçar 
a vontade de nos metermos aos caminhos. Houve momentos de luz especial colorindo prados, perfis 
de árvores com azuis imprevisíveis por detrás, pequenas aldeias perdidas nos restolhos. E abandono 
de ruínas, e aridez de terra mal semeada, tudo isto a brigar com o faiscar dos cromados das viaturas em 
loucas correrias pela autoestrada. 
O mar foi anúncio da Nazaré, cheirando a peixe e a ondas, a praia conspurcada de grude e com rue-
las nem sempre castiças. Estivemos no cimo da penedia a sentir o abismo dos rochedos verticais, pas-
mados da lonjura que os olhos viam. 
-
-
-
-
5
-
-
-
-
10
-
-
-
-
-
-
-
-
5
-
-
-
-
10
 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 105
TE
ST
ES
Teste de avaliação modelo IAVE n.º 4 | Alberto Caeiro
Depois, São Martinho do Porto, que eu visitava pela primeira vez, uma lindeza de angra1, arre-
dondada a compasso, rompida pelas ondas em cachão. No nosso entusiasmo decidimos pernoitar: 
albergaria moderna, com todos os requisitos e nesga de mar avistada da varanda. Passeio a pé, à borda 
da praia, lambida da onda quase tão mansa como a das minhas lagoas ilhoas2. Mas o tempo a querer 
toldar, o sol a encobrir e um arrepio nas nuvens. 
Ao outro dia, parecia o dilúvio. Partimos como quem foge de uma incha de mar3. O dia quase noite e 
a paisagem como um borrão desbotado, semivelada, dissolvida na chuva que Deus mandava. Eu, com 
os olhos no mostrador, não fosse faltar a gasolina ou ocorrer avaria e a gente no descampado. Chegá-
mos a Óbidos, e foi tremendo esforço para imaginar o que seriam aquelas betesgas4, e degraus, e torres, 
e arcos abertos nas muralhas, por um dia iluminado de sol português, com rolas a esvoaçarem pelos 
beirais. Navegando por estreitos canais de casas desabitadas e desertas, retomámos a estrada. Ainda 
fizemos um desvio por Mafra, a ver se eu por lá me reencontrava, ali, onde há muitos anos puseram à 
prova as minhas virtudes militares durante sete longos meses – com medíocres resultados, «diga-se 
em aboda verdade» (expressão muito recomendada pelo senhor padre Ernesto Borges cá dos meus 
sítios). Decididamente, não fui destinado à carreira das armas. Daquele tempo só me ficou a grata me-
mória de um ou outro camarada de presídio, e a novidade dos concertos de carrilhão5, creio que aos 
sábados (ou aos domingos? – já não me lembro bem). Desta vez, revisitei o palácio e o templo imensos, 
medidos pela medida grande do nosso ouro do Brasil em tempos de fausto joanino6. 
Antes de me vir embora, concedi ao Memorial do convento7 um minuto de silêncio, posto o que, pela 
segunda vez, deixei Mafra sem saudades. […]
Ponta Delgada, 10 de janeiro [de 1994]
Apresentação do Diário III�[N�Wb[aN�QR�3_RTbR`VN�QN�3NWw��P\Z�`NYN�PURVN�QN`�]NYNc_N`�S_NaR_[NV`�QR�
CNZOR_a\�3_RVaN`8. 
Na minha idade, quando aumenta o medo do escuro, é bom descobrir que, daquilo que se foi se-
meando pelo caminho, nem tudo se perdeu. 
* 
A primeira remessa do Diário esgotou-se num instante nas livrarias da cidade. As pessoas encon-
tram-me na rua e dizem: ando a ler o seu Diário – e eu sinto-me mais próximo dessas pessoas que 
transportam consigo um pouco de mim. 
Recebi também cartas falando do livro: cartas da América e cartas de Portugal. Uma carta com ca-
rimbo de Ponta Delgada de uma querida amiga, tão sinceramente ditada do coração ao papel. E assim 
vai-se a gente agarrando à vida com a ilusão da eternidade. 
Ponta Delgada, 18 de fevereiro 
3Ny\�\ba_N�cRg�N[\`�R�aVcR�aRYRS\[RZN`��aRYRT_NZN`��\SR_aN�QR�YVc_\`��=\_�NYTb[`�a~abY\`�^bR�R`P\YUR-
ram, reparo que, na opinião de certos amigos, a minha vida nem sempre está no rumo certo: deram-me 
livros de orientação moral e de esclarecimento na fé. De minha parte, quero dizer-lhes do meu enter-
necimento, pois vejo que não só apreciam a minha companhia cá neste mundo mas, também, não a 
dispensam lá no outro.
Fernando Aires, Era uma vez o tempo – Diário (1982-2010), Guimarães, Opera Omnia, 2015, pp. 534, 535 e 538.
1 pequena baía; 2 «lagoas ilhoas» – o autor refere-se às lagoas da sua ilha, São Miguel, Açores; 3 «incha de mar» – onda grande; 
4 ruas estreitas; 5 «concertos de carrilhão» – concertos de música tocada pelos carrilhões, grandes conjuntos de sinos; 6 «fausto 
joanino» – referência à riqueza do rei D. João V, que permitiu a construção do convento de Mafra; 7 «Memorial do convento» – ro-
mance de José Saramago cuja ação decorre à volta da construção do convento, no século XVIII; 8 «Vamberto Freitas» – crítico 
literário e professor universitário da Universidade dos Açores
-
-
-
-
15
-
-
-
-
20
-
-
-
-
25
-
-
-
-
30
-
-
-
-
35
-
-
-
-
40
-
-
-
-
45
-
-
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 106
Teste de avaliação modelo IAVE
1. A frase inicial da entrada do diário «Coimbra não tem mais encanto na hora da despedida.» (linha 2) 
estabelece com o primeiro verso de um conhecido fado de Coimbra, «Coimbra tem mais encanto na 
hora da despedida», uma relação intertextual sob a forma de 
 (A) citação.
 (B) paródia. 
 (C) paráfrase.
 (D) alusão.
2. As impressões do viajante, no primeiro parágrafo e no segundo (linhas 1 a 10) são traduzidas através 
da expressão de sensações respetivamente
 (A) visuais e olfativas. 
 (B) auditivas e olfativas. 
 (C) táteis e visuais.
 (D) olfativas e gustativas.
3. A frase «uma lindeza de angra, arredondada a compasso, rompida pelas ondas em cachão.» (linhas 11 
e 12) integra duas
 (A) personificações. 
 (B) metáforas.
 (C) comparações. 
 (D) hipérboles.
4. A secção destacada na frase «Eu, com os olhos no mostrador, não fosse faltar a gasolina ou ocorrer 
avaria e a gente no descampado.» (linhas 17 e 18) tem valor
 (A) condicional.
 (B) causal. 
 (C) consecutivo.
 (D) concessivo.
5. As palavras destacadas no segmento textual «Ainda fizemos um desvio por Mafra, a ver se eu por lá 
me reencontrava, ali, onde há muitos anos puseram à prova as minhas virtudes militares durante sete 
longos meses» (linhas 21 a 23) são marcas da coesão
 (A) frásica.
 (B) lexical.
 (C) interfrásica
 (D) referencial.
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 107
TE
ST
ES
Teste de avaliação modelo IAVE n.º 4 | Alberto Caeiro
6. No contexto em que ocorre, a expressão «quando aumenta o medo do escuro» (linha 34) significa, por 
parte do memorialista,
 (A) a preocupação com a morte e o Além. 
 (B) a referência a uma fobia pessoal.
 (C) um aviso aos seus leitores.
 (D) a preocupação com o destino da sua obra.
7. Os agradecimentos que o memorialista transmite, na última entrada deste excerto do seu diário 
(linhas43 a 47), 
 (A) integram uma autocrítica.
 (B) estão marcados pela ironia.
 (C) destinam-se a todos os amigos.
 (D) integram uma crítica aos amigos.
8. Refere o valor aspetual do enunciado tendo em conta o tempo verbal nele presente: «Recebi também 
cartas falando do livro: cartas da América e cartas de Portugal.» (linha 39). 
9. Indica a função sintática da expressão destacada em «Um último acenar de mãos ao postigo do carro 
alugado» (linhas 2 e 3). 
10. Refere a função sintática da oração subordinada adverbial presente em «Na minha idade, quando 
aumenta o medo do escuro, é bom descobrir que, daquilo que se foi semeando pelo caminho, nem 
tudo se perdeu.» (linhas 34 e 35). 
GRUPO III
Seleciona um filme cuja temática seja uma aventura no mar. Visiona esse filme e escreve um texto de 
apreciação crítica sobre ele.
O teu texto deve ter entre 150 e 200 palavras e deve estruturar-se em três partes lógicas.
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 108
Teste de avaliação modelo IAVE
CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE CLASSIFICAÇÃO 
Grupo I ............................................................................................................................ 100 pontos
A
Pergunta 1 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
4 Explicita, adequadamente, a natureza da descoberta feita pelo sujeito poético. 12
3
Explicita, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, a natureza 
da descoberta feita pelo sujeito poético.
9
2
Explicita, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, a natureza 
da descoberta feita pelo sujeito poético.
6
1
Explicita, de modo incompleto e impreciso, a natureza da descoberta feita pelo sujeito 
poético.
3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Cenário de resposta: 
O sujeito poético descobriu que a «Natureza» apresenta caráter essencialmente objetivo.
Pergunta 2 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis escritores do nível de desempenho Pontuação
4 Refere adequadamente a função da enumeração que ocorre entre os versos 9 e 11. 12
3
Refere, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, a função 
da enumeração que ocorre entre os versos 9 e 11.
9
2
Refere, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, a função 
da enumeração que ocorre entre os versos 9 e 11.
6
1
Refere, de modo incompleto e com imprecisões, a função da enumeração que ocorre 
entre os versos 9 e 11.
3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 109
TE
ST
ES
Teste de avaliação modelo IAVE n.º 4 | Alberto Caeiro
Cenário de resposta: 
Esta enumeração tem como função vincar a objetividade da Natureza através da referência a vários elementos 
naturais.
Pergunta 3 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
4
Interpreta adequadamente a referência à «doença das nossas ideias» no contexto 
do poema.
12
3
Interpreta, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, 
a referência à «doença das nossas ideias» no contexto do poema.
9
2
Interpreta, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, 
a referência à «doença das nossas ideias» no contexto do poema.
6
1
Interpreta, de modo incompleto e com imprecisões, a referência à «doença das nossas 
ideias» no contexto do poema.
3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Cenário de resposta: 
Esta «doença» contribui para que vejamos subjetivamente a Natureza e não tal como ela é efetivamente na sua 
realidade objetiva.
B
Pergunta 4 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
4 Identifica adequadamente o motivo da busca do sujeito poético. 12
3
Identifica, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, o motivo 
da busca do sujeito poético.
9
2
Identifica, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, o motivo 
da busca do sujeito poético.
6
1 Identifica, de modo incompleto e com imprecisões, o motivo da busca do sujeito poético. 3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 110
Teste de avaliação modelo IAVE
Cenário de resposta: 
O sujeito poético apresenta-se como alguém em busca da felicidade, a «Ventura» (v. 4).
Pergunta 5 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
6
Justifica, adequadamente, a presença da conjunção coordenativa adversativa no início 
do verso 13.
12
5
Justifica, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, a presença 
da conjunção coordenativa adversativa no início do verso 13.
9
4
Justifica, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, a presença 
da conjunção coordenativa adversativa no início do verso 13.
6
3
Justifica, de modo incompleto e com imprecisões, a presença da conjunção coordenativa 
adversativa no início do verso 13.
3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso ..........................................................................................................4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Cenário de resposta: 
Esta conjunção tem como função estabelecer um contraste entre o ideal sonhado e o real encontrado. 
Grupo II ............................................................................................................................ 50 pontos
Item Resposta Pontuação
1. C 5
2. A 5
3. B 5
4. B 5
5. D 5
6. A 5
7. B 5
8. Valor perfetivo 5
9. Complemento do nome 5
10. Modificador (de GV) 5
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 111
TE
ST
ES
Teste de avaliação modelo IAVE n.º 4 | Alberto Caeiro
Grupo III .......................................................................................................................... 50 pontos
Estruturação temática e discursiva (ETD) ............................................................................. 30 pontos 
Correção linguística (CL) ....................................................................................................... 20 pontos
Os critérios de classificação relativos à estruturação temática e discursiva (ETD) apresentam-se organi-
zados por níveis de desempenho nos parâmetros seguintes: (A) tema e tipologia, (B) estrutura e coesão, 
(C) léxico e adequação discursiva. 
Descritores dos níveis de desempenho (ETD)
Pontuação
15 12 9 6 3
Parâmetro
(A)
Tema e 
tipologia
– Trata, sem desvios, 
o tema proposto.
– Mobiliza informação 
ampla e diversificada 
relativamente à tipologia 
textual solicitada: produz 
um discurso coerente 
e sem qualquer tipo de 
ambiguidade.
– Trata o tema proposto, 
embora com alguns 
desvios.
– Mobiliza informação 
suficiente, relativamente à 
tipologia textual solicitada: 
produz um discurso 
globalmente coerente, 
apesar de algumas 
ambiguidades.
– Aborda lateralmente 
o tema proposto.
– Mobiliza muito pouca 
informação relativamente 
à tipologia textual solicitada: 
produz um discurso 
geralmente inconsistente 
e, por vezes, ininteligível.
Pontuação
10 8 6 4 2
Parâmetro
(B)
Estrutura 
e coesão
– Redige um texto bem 
estruturado, constituído 
por três partes (introdução, 
desenvolvimento, 
conclusão), proporcionadas 
e articuladas entre si de 
modo consistente;
•• marca corretamente 
os parágrafos;
•• utiliza, adequadamente, 
conectores diversificados 
e outros mecanismos de 
coesão textual.
– Redige um texto 
satisfatoriamente 
estruturado nas três 
partes habituais, nem 
sempre devidamente 
articuladas entre si ou com 
desequilíbrios de proporção 
mais ou menos notórios;
•• marca parágrafos, mas 
com algumas falhas;
•• utiliza apenas os 
conectores e os 
mecanismos de coesão 
textual mais comuns, 
embora sem incorreções 
graves.
– Redige um texto com 
estruturação muito 
deficiente, em que 
não se conseguem 
identificar claramente 
três partes (introdução, 
desenvolvimento e 
conclusão) ou em que estas 
estão insuficientemente 
articuladas;
•• raramente marca 
parágrafos de forma 
correta;
•• raramente utiliza 
conectores e mecanismos 
de coesão textual ou 
utiliza-os de forma 
inadequada.
Pontuação
5 4 3 2 1
Parâmetro
(C)
Léxico e 
adequação 
discursiva
– Mobiliza, com 
intencionalidade, recursos 
da língua expressivos e 
adequados.
– Utiliza o registo de língua 
adequado ao texto, 
eventualmente com 
esporádicos afastamentos, 
que se encontram, 
no entanto, justificados 
pela intencionalidade 
do discurso e assinalados 
graficamente (com aspas 
ou sublinhados).
– Mobiliza um repertório 
lexical adequado, mas 
pouco variado.
– Utiliza, em geral, o registo 
de língua adequado ao 
texto, mas apresentando 
alguns afastamentos que 
afetam pontualmente a 
adequação global.
– Mobiliza um repertório 
lexical adequado, mas 
pouco variado.
– Utiliza, em geral, o registo 
de língua adequado ao 
texto, mas apresentando 
alguns afastamentos que 
afetam pontualmente a 
adequação global.
Dada a natureza deste item, não é apresentado cenário de resposta.
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 112
Teste de avaliação modelo IAVE
Matriz do teste de avaliação modelo IAVE – Unidade 1
Teste n.° 5 – Ricardo Reis*
Domínios – Educação Literária; Leitura / Gramática; Escrita
Objetivos Conteúdos Estrutura e Percentagem (%)
Perguntas/ 
cotação
Educação Literária
Ler e interpretar textos 
literários (EL11 e EL12; 14)
Parte A
Texto literário: 
poema de Ricardo 
Reis 
Grupo I 
50%
Parte A
3 itens de resposta 
curta
A. 
1. 20 pontos
2. 20 pontos
3. 20 pontos
B. 
4. 20 pontos
5. 20 pontos
Total – 100 pontos
Parte B
Texto literário: 
excerto de 
«Sentimento dum 
ocidental», de 
Cesário Verde 
Parte B
2 itens de resposta 
curta
Leitura 
Ler e interpretar textos de 
diferentes géneros e graus 
de complexidade (L12; 7)
Texto de leitura não 
literária constante 
no programa de 
12º ano (Memórias)
Grupo II 
25%
7 itens de escolha 
múltipla e/ou de 
associação
1. 5 pontos
2. 5 pontos
3. 5 pontos
4. 5 pontos
5. 5 pontos
6. 5 pontos
7. 5 pontos
8. 5 pontos
9. 5 pontos
10. 5 pontos
Total – 50 pontos
Gramática
a) Explicitar aspetos da 
semântica do português 
(G12; 19.4) 
b) Construir um conhecimento 
reflexivo sobre a estrutura e 
o uso do português 
(G12; 17)
a) Semântica – 3.3, 
valor modal 
 
b) Ponto 1 – retoma 
dos conteúdos 
de 10º ano e 
11º anos – 
sintaxe: funções 
sintáticas e a 
frase complexa: 
coordenação e 
subordinação
3 itens de resposta 
restrita
Escrita
a) Planificar a escrita 
de textos (E12; 10)
b) Escrever textos de 
diferentes géneros 
e finalidades (E12; 11)
c) Redigir textos com 
coerência e correção 
linguística (E12; 12)
d) Rever os textos escritos 
(E12; 13)
a) Planificação 
b) Texto expositivo 
 
 
c) Redação / 
textualização 
d) Revisão
Grupo III 
25%
1 item de resposta 
extensa 
(200 a 300 palavras)
Item 
único – 50 pontos
Total – 200 pontos* Outra versão deste teste encontra-se disponível em .
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 113
Nome Turma Data 
TE
ST
ES
Teste de avaliação modelo IAVE n.º 5 | Ricardo Reis
5 Teste de avaliação Unidade 1
GRUPO I
Apresenta as tuas respostas de forma bem estruturada.
A 
Lê o texto.
NÃO TORNA ao ramo a folha que o deixou, 
Nem com seu mesmo pó se uma outra forma. 
O momento, que acaba ao começar 
 Este, morreu p’ra sempre. 
Não me promete o incerto e vão futuro 
Mais do que esta repetida experiência 
Da mortal sorte e a condição perdida
 Das cousas e de mim. 
Por isso, neste rio universal 
De que sou, não uma onda, senão ondas, 
Decorro inerte, sem pedido, nem 
 Deuses a quem o faça. 
 28-9-1926
Fernando Pessoa, Poesia dos outros eus, edição de Richard Zenith, Lisboa, Assírio & Alvim, 2007, p. 185.
1. Divide o texto em duas partes lógicas, justificando.
2. Esclarece a que «rio universal» (verso 9) se refere o sujeito poético, justificando.
3. Atenta nos dois últimos versos. Caracteriza o sujeito poético com base nesses versos.
-
-
-
-
5
-
-
-
-
10
-
-
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 114
-
-
-
-
5
-
-
-
-
10
-
-
Teste de avaliaçãomodelo IAVE
B
Lê o texto. 
O sentimento dum ocidental 
I 
Nas nossas ruas, ao anoitecer, 
Há tal soturnidade1, há tal melancolia, 
Que as sombras, o bulício2, o Tejo, a maresia 
Despertam um desejo absurdo de sofrer. 
O céu parece baixo e de neblina, 
O gás3 extravasado enjoa-nos, perturba; 
E os edifícios, com as chaminés, e a turba 
Toldam-se d’uma cor monótona e londrina4. 
Batem5 os carros de aluguer, ao fundo, 
9RcN[Q\�t�cVN�Sz__RN�\`�^bR�`R�cw\��3RYVgR`��
Ocorrem-me em revista, exposições, países: 
Madrid, Paris, Berlim, S. Petersburgo, o mundo! 
[…] 
Cesário Verde, Cânticos do Realismo. O livro de Cesário Verde, coordenação de Carlos Reis, 
introdução e nota biobibliográfica de Helena Carvalhão Buescu, Lisboa, INCM, 2015, p. 122.
1 tristeza; 2 agitação; 3 usado na iluminação; 4 típica de Londres, nevoenta; 5 partem
4. Explica a relação de consequência que estrutura a primeira estrofe.
5. Identifica, justificando, o recurso expressivo presente no verso 12.
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 115
TE
ST
ES
Teste de avaliação modelo IAVE n.º 5 | Ricardo Reis
GRUPO II
Nas respostas aos itens de escolha múltipla, seleciona a opção correta.
Lê o texto. 
Naquela longa varanda suspensa no espaço, pista de corridas, parque infantil, observatório do 
mundo, passei horas inesquecíveis. Recordo particularmente as noites de verão, cálidas, cheirosas 
das flores da vizinhança, na meia obscuridade. Apagava-se a luz da casa de jantar, para poupar o gás 
e porque nem sequer se justificava o seu consumo. A mãe trazia uma cadeira para a varanda, e senta-
va-se, permanecendo com os olhos fechados e o seu sorriso de todas as horas. O pai ficava cá dentro 
a ressonar na sua cadeira de braços. A avó estava na cozinha a lavar a loiça, e as irmãs andavam por 
cá e por lá. 
Cálida e cheirosa, a noite. O céu, azul-escuro, repleto de estrelas cintilantes. Espetáculo mara-
vilhoso de um firmamento que a civilização aniquilou. Não é saudosismo. Juro! Já não se veem es-
trelas, à noite, no céu de Lisboa, nem nos céus dos grandes aglomerados populacionais. Os gases 
de combustão da gasolina dos automóveis, dos óleos dos camiões, do combustível dos aviões, a 
incessante fumarada das chaminés das fábricas, cobriram a cidade de um capacete denso que não 
se deixa atravessar pela fraca luz das estrelas. É um facto observado; não é saudosismo, repito. As 
novas gerações não sabem o que é um céu estrelado, a não ser que o tenham visto em regiões menos 
poluídas, talvez no campo ou na praia. Mas o campo não interessa aos jovens, e a praia, à noite não é 
para fitar o céu mas para morder a terra. […]
Estas vigílias na varanda não eram hábito particular da casa dos meus pais. Olhando a rua, e pelas 
outras ruas igualmente, viam-se sempre pessoas nas varandas, quando as tinham, ou muito repou-
sadas com os antebraços apoiados nas sacadas das janelas de peito. Estavam ali, de verão e de inver-
no, na primavera e no outono, a bisbilhotar, a ver quem passava, a espreitar os vizinhos, a chamar os 
vendedores ambulantes, a tomar ar simplesmente. Havia sempre na vida das pessoas domésticas 
um tempo destinado a estar à janela, em particular ao fim da tarde, depois de terminadas as lides da 
casa, após o jantar. Era um hábito excelente, saudável, de comunicação social. As pessoas, à janela, 
falavam para a rua, conversavam com os vizinhos próximos, confraternizavam ou descompunham-
-se, batiam com as vidraças ostensivamente quando se zangavam ou permaneciam gozosas e, a des-
frutarem as guerrilhas dos outros. 
Era uma característica do tempo, do meu tempo, hoje totalmente ultrapassada. Chego à janela, 
nos dias que decorrem, e verifico que todas as janelas estão fechadas, dia e noite, a não ser quando as 
abrem, da parte da manhã para arejar os quartos, mas sem ninguém à vista. À noite é o encerramento 
total. Que teria acontecido? Que prenderá as pessoas, dentro de suas casas, invisíveis do exterior, 
como se o Governo tivesse declarado o estado de sítio? 
Aqui, e em todo o mundo (civilizado, é claro) a humanidade foi submetida a uma opressão ditato-
rial que todos acolhem voluntariamente. Que estarão a fazer as pessoas nas suas casas, segregadas, 
com as janelas fechadas, sem darem sinais de vida? Se formos espreitá-las vê-las-emos todas senta-
das, homens, mulheres e crianças, novos e velhos, sem trocarem uma palavra entre si, de boca semia-
berta, a olharem para uma caixa, colocada estrategicamente em certo lugar do compartimento, de 
onde todos a possam ver bem. A caixa é o televisor e a humanidade o conjunto dos telespetadores. 
 
Rómulo de Carvalho, [Memórias], Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 2010, pp. 60 a 62.
-
-
-
-
5
-
-
-
-
10
-
-
-
-
15
-
-
-
-
20
-
-
-
-
25
-
-
-
-
30
-
-
-
-
35
-
-
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 116
Teste de avaliação modelo IAVE
1. No primeiro parágrafo, o memorialista recorda as noites passadas «numa longa varanda» (linha 1) 
através da referência a sensações de natureza, respetivamente,
 (A) táteis / olfativas / visuais / auditivas. 
 (B) olfativas / táteis / auditivas / visuais.
 (C) visuais / táteis / olfativas / auditivas.
 (D) táteis / auditivas / olfativas / visuais.
2. A frase «cobriram a cidade de um capacete denso» (linha 12) integra uma
 (A) hipérbole.
 (B) personificação.
 (C) metáfora.
 (D) comparação.
3. Com a frase «a não ser que o tenham visto em regiões menos poluídas.» (linhas 14 e 15) o memoria-
lista exprime
 (A) uma afirmação.
 (B) uma exceção.
 (C) um contraste.
 (D) uma alternativa.
4. O tempo que as pessoas passavam «nas varandas» ou «nas sacadas das janelas» (linhas 18 e 19) era 
fundamentalmente um tempo
 (A) de observação.
 (B) de socialização.
 (C) perdido.
 (D) de alegria.
5. O autor estabelece entre esse tempo e o nosso, uma relação de 
 (A) semelhança.
 (B) identidade.
 (C) inferioridade.
 (D) contraste.
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 117
TE
ST
ES
Teste de avaliação modelo IAVE n.º 5 | Ricardo Reis
6. Os pronomes presentes na frase «Se formos espreitá-las vê-las-emos todas sentadas,» (linhas 34 e 
35) constituem, mecanismos de construção da coesão
 (A) frásica.
 (B) referencial.
 (C) temporal.
 (D) interfrásica.
7. A visão que o enunciador tem da humanidade, na sua relação com a televisão, tal como exposta no 
ultimo parágrafo do texto, é de natureza
 (A) irónica.
 (B) hiperbólica.
 (C) metafórica.
 (D) antitética.
8. Refere o valor modal presente na utilização do verbo poder no enunciado «uma caixa, colocada estra-
tegicamente em certo lugar do compartimento, de onde todos a possam ver bem.» (linhas 36 e 37).
9. Indica a função sintática da oração subordinada presente na frase complexa «verifico que todas as 
janelas estão fechadas»(linha 28). 
10. Classifica a oração subordinada presente na frase complexa «Chego à janela, nos dias que decor-
rem,» (linhas 27 e 28). 
GRUPO III 
A televisão é um meio de entretenimento apreciado por todas as gerações.
Redige um texto de natureza expositiva, no qual apresentes, justificando, alguns dos teus programas 
preferidos.
O teu texto deve ter entre 200 e 300 palavras e deve estruturar-se em três partes lógicas. 
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 118
Teste de avaliação modelo IAVE
CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE CLASSIFICAÇÃO 
Grupo I ............................................................................................................................ 100 pontos
A
Pergunta 1 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ......................................................................................................12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
4 Divide, adequadamente, o texto em duas partes lógicas, justificando. 12
3
Divide, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, o texto 
em duas partes lógicas, justificando.
9
2
Divide, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, o texto em duas 
partes lógicas, justificando.
6
1 Divide, de modo incompleto e impreciso, o texto em duas partes lógicas, justificando. 3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Cenário de resposta: 
A primeira parte termina em «de mim.» (v. 8); a segunda corresponde ao restante texto. Na primeira parte o 
sujeito poético apresenta a realidade essencial da Natureza: o seu caráter mortal; na segunda insere-se nessa 
realidade: também ele é mortal, também ele desaparecerá para sempre.
Pergunta 2 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
4
Esclarece adequadamente a referência ao «rio universal» pelo sujeito poético, 
justificando.
12
3
Esclarece, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, 
a referência ao «rio universal» pelo sujeito poético, justificando.
9
2
Esclarece, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, a referência 
ao «rio universal» pelo sujeito poético, justificando.
6
1
Esclarece, de modo incompleto e com imprecisões, a referência ao «rio universal» pelo 
sujeito poético, justificando.
3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 119
TE
ST
ES
Teste de avaliação modelo IAVE n.º 5 | Ricardo Reis
Cenário de resposta: 
Trata-se da morte, destino comum de tudo.
Pergunta 3 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
4
Caracteriza adequadamente o sujeito poético com base na referência aos dois últimos 
versos do poema.
12
3
Caracteriza, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, o sujeito 
poético com base na referência aos dois últimos versos do poema.
9
2
Caracteriza, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, o sujeito 
poético com base na referência aos dois últimos versos do poema.
6
1
Caracteriza, de modo incompleto e com imprecisões, o sujeito poético com base 
na referência aos dois últimos versos do poema.
3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Cenário de resposta: 
Perante o destino que sabe ser o seu, o sujeito poético sabe que nada há a fazer, nada vale a pena, nada há a 
pedir nem a quem pedir. 
B
Pergunta 4 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
4 Explica adequadamente a relação de consequência que estrutura a primeira estrofe. 12
3
Explica, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, a relação 
de consequência que estrutura a primeira estrofe.
9
2
Explica, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, a relação 
de consequência que estrutura a primeira estrofe.
6
1
Explica, de modo incompleto e com imprecisões, a relação de consequência que 
estrutura a primeira estrofe.
3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 120
Cenário de resposta: 
Em consequência do ambiente geral que o cerca, triste e melancólico, o sujeito poético sente-se mal.
Pergunta 5 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ...................................................................................................... 12 pontos
Níveis Descritores do nível de desempenho Pontuação
6 Identifica, adequadamente, o recurso expressivo presente no verso 12, justificando. 12
5
Identifica, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, o recurso 
expressivo presente no verso 12, justificando.
9
4
Identifica, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, o recurso 
expressivo presente no verso 12, justificando.
6
3
Identifica, de modo incompleto e com imprecisões, o recurso expressivo presente 
no verso 12, justificando.
3
Aspetos de estruturação do discurso e correção linguística (F) ........................................ 8 pontos
Estruturação do discurso .......................................................................................................... 4 pontos 
Correção linguística .................................................................................................................. 4 pontos
Cenário de resposta: 
Gradação ascendente – vai do mais próximo para o mais longínquo. 
Grupo II ............................................................................................................................ 50 pontos
Item Resposta Pontuação
1. A 5
2. C 5
3. B 5
4. B 5
5. D 5
6. B 5
7. A 5
8. Valor de permissão 5
9. Complemento direto 5
10. Oração subordinada adjetiva relativa restritiva 5
Teste de avaliação modelo IAVE
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 121
TE
ST
ES
Teste de avaliação modelo IAVE n.º 5 | Ricardo Reis
Dada a natureza deste item, não é apresentado cenário de resposta.
Grupo III .......................................................................................................................... 50 pontos
Estruturação temática e discursiva (ETD) ............................................................................. 30 pontos 
Correção linguística (CL) .......................................................................................................20 pontos
Os critérios de classificação relativos à estruturação temática e discursiva (ETD) apresentam-se organi-
zados por níveis de desempenho nos parâmetros seguintes: (A) tema e tipologia, (B) estrutura e coesão, 
(C) léxico e adequação discursiva. 
Descritores dos níveis de desempenho (ETD)
Pontuação
15 12 9 6 3
Parâmetro
(A)
Tema e 
tipologia
– Trata, sem desvios, 
o tema proposto.
– Mobiliza informação 
ampla e diversificada 
relativamente à tipologia 
textual solicitada: produz 
um discurso coerente 
e sem qualquer tipo de 
ambiguidade.
– Trata o tema proposto, 
embora com alguns 
desvios.
– Mobiliza informação 
suficiente, relativamente à 
tipologia textual solicitada: 
produz um discurso 
globalmente coerente, 
apesar de algumas 
ambiguidades.
– Aborda lateralmente 
o tema proposto.
– Mobiliza muito pouca 
informação relativamente 
à tipologia textual solicitada: 
produz um discurso 
geralmente inconsistente 
e, por vezes, ininteligível.
Pontuação
10 8 6 4 2
Parâmetro
(B)
Estrutura 
e coesão
– Redige um texto bem 
estruturado, constituído 
por três partes (introdução, 
desenvolvimento, 
conclusão), proporcionadas 
e articuladas entre si de 
modo consistente;
•• marca corretamente 
os parágrafos;
•• utiliza, adequadamente, 
conectores diversificados 
e outros mecanismos de 
coesão textual.
– Redige um texto 
satisfatoriamente 
estruturado nas três 
partes habituais, nem 
sempre devidamente 
articuladas entre si ou com 
desequilíbrios de proporção 
mais ou menos notórios;
•• marca parágrafos, mas 
com algumas falhas;
•• utiliza apenas os 
conectores e os 
mecanismos de coesão 
textual mais comuns, 
embora sem incorreções 
graves.
– Redige um texto com 
estruturação muito 
deficiente, em que 
não se conseguem 
identificar claramente 
três partes (introdução, 
desenvolvimento e 
conclusão) ou em que estas 
estão insuficientemente 
articuladas;
•• raramente marca 
parágrafos de forma 
correta;
•• raramente utiliza 
conectores e mecanismos 
de coesão textual ou 
utiliza-os de forma 
inadequada.
Pontuação
5 4 3 2 1
Parâmetro
(C)
Léxico e 
adequação 
discursiva
– Mobiliza, com 
intencionalidade, recursos 
da língua expressivos e 
adequados.
– Utiliza o registo de língua 
adequado ao texto, 
eventualmente com 
esporádicos afastamentos, 
que se encontram, 
no entanto, justificados 
pela intencionalidade 
do discurso e assinalados 
graficamente (com aspas 
ou sublinhados).
– Mobiliza um repertório 
lexical adequado, mas 
pouco variado.
– Utiliza, em geral, o registo 
de língua adequado ao 
texto, mas apresentando 
alguns afastamentos que 
afetam pontualmente a 
adequação global.
– Mobiliza um repertório 
lexical adequado, mas 
pouco variado.
– Utiliza, em geral, o registo 
de língua adequado ao 
texto, mas apresentando 
alguns afastamentos que 
afetam pontualmente a 
adequação global.
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 122
Teste de avaliação modelo IAVE
Matriz do teste de avaliação modelo IAVE – Unidade 1
Teste n.° 6 – Álvaro de Campos
Domínios – Educação Literária; Leitura / Gramática; Escrita
Objetivos Conteúdos Estrutura e Percentagem (%)
Perguntas/ 
cotação
Educação Literária
Ler e interpretar textos 
literários (EL10 e EL12; 14)
Texto A
Texto literário: 
excerto de um texto 
poético de Álvaro de 
Campos 
Grupo I 
50%
Parte A
3 itens de resposta 
curta
A. 
1. 20 pontos
2. 20 pontos
3. 20 pontos
B. 
4. 20 pontos
5. 20 pontos
Total – 100 pontos
Texto B
Texto literário: 
excerto de 
Os Lusíadas
Parte B
2 itens de resposta 
curta
Leitura 
Ler e interpretar textos de 
diferentes géneros e graus 
de complexidade (L12; 7)
Texto de leitura não 
literária constante 
no programa de 
12º ano (Memórias)
Grupo II 
20%
5 itens de escolha 
múltipla e/ou de 
associação
1.1 5 pontos
1.2 5 pontos
1.3 5 pontos
1.4 5 pontos
1.5 5 pontos
2.1 5 pontos
2.2 5 pontos
2.3 5 pontos
Total – 40 pontos
Gramática
a) Explicitar aspetos da 
semântica do português 
(G12; 19)
b) Construir um conhecimento 
reflexivo sobre a estrutura e 
o uso do português 
(G12; 17)
a) Semântica – 3.2, 
valor aspetual 
b) Ponto 1 – retoma 
dos conteúdos 
de 10º ano e 
11º anos – 
sintaxe: funções 
sintáticas e a 
frase complexa: 
coordenação e 
subordinação
3 itens de resposta 
restrita
Escrita
a) Planificar a escrita 
de textos (E12; 10)
b) Escrever textos de 
diferentes géneros 
e finalidades (E12; 11)
c) Redigir textos com 
coerência e correção 
linguística (E12; 12)
d) Rever os textos escritos 
(E12; 13)
a) Planificação 
b) Texto de opinião 
 
c) Redação / 
textualização 
d) Revisão
Grupo III 
30%
1 item de resposta 
extensa 
(200 a 300 palavras)
Item 
único – 60 pontos
Total – 200 pontos
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 123
Nome Turma Data 
TE
ST
ES
Teste de avaliação modelo IAVE n.º 6 | Álvaro de Campos
6 Teste de avaliação Unidade 1
GRUPO I
A
Lê o texto.
Ó fábricas, ó laboratórios, ó music-halls, ó Luna-Parks1, 
Ó couraçados2, ó pontes, ó docas flutuantes – 
Na minha mente turbulenta e encandescida3
Possuo-vos como a uma mulher bela, 
Completamente vos possuo como a uma mulher bela que não se ama, 
Que se encontra casualmente e se acha interessantíssima. 
Eh-lá-hô fachadas das grandes lojas! 
Eh-lá-hô elevadores dos grandes edifícios! 
Eh-lá-hô recomposições ministeriais4! 
Parlamentos, políticas, relatores de orçamentos, 
Orçamentos falsificados! 
(Um orçamento é tão natural como uma árvore 
E um parlamento tão belo como uma borboleta.) 
Eh-lá o interesse por tudo na vida, 
Porque tudo é a vida, desde os brilhantes5 nas montras 
Até à noite ponte misteriosa entre os astros 
E o mar antigo e solene, lavando as costas 
E sendo misericordiosamente o mesmo 
Que era quando Platão era realmente Platão 
Na sua presença real e na sua carne com a alma dentro, 
E falava com Aristóteles, que havia de não ser discípulo dele. 
Fernando Pessoa, Poesia dos outros eus, edição de Richard Zenith, Lisboa, Assírio & Alvim, 2007, pp. 231 e 232.
1 «Luna-Parks» – parques de diversão; 2 navios de guerra; 3 rubra de calor; 4 «recomposições ministeriais» – alterações na 
composição dos governos por mudanças de ministros; 5 diamantes
1. Identifica os dois recursos expressivos presentes nos dois primeiros versos do texto. 
2. Explicita a intenção da inclusão da informação presente entre parênteses nos versos 12 e 13: «(Um 
orçamento é tão natural como uma árvore / E um parlamento tão belo como uma borboleta.)». 
3. Apresenta duas marcas de modernidade que sejam cantadas no poema.
-
-
-
-
5
-
-
-
-
10
-
-
-
-
15
-
-
-
-
20
-
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 124
Teste de avaliação modelo IAVE
B
Lê o texto.
Mas eu que falo, humilde, baxo e rudo1,
De vós não conhecido nem sonhado?
Da boca dos pequenos2 sei, contudo,
Que o louvor sai às vezes acabado.
Nem me falta na vida honesto estudo,
Com longa esperiencia misturado,
Nem engenho, que aqui vereis presente,
Cousas que juntas se acham raramente3.
Pera servir-vos, braço às armas feito;
Pera cantar-vos, mente às Musas dada;
Só me falece4 ser a5 vós aceito6,
De7 quem virtude8 deve ser prezada.
[…]
Luís de Camões, Os Lusíadas, organização de Emanuel Paulo Ramos, X, 154 e 155, 3ª edição, 
Porto, Porto Editora, 1987, p. 355.
1 v. 1– Camões exibe a sua origem social, o povo; 2 «dos pequenos» – de pessoas do povo; 3 vv. 5-8: Camões apresenta várias 
qualidades suas: o conhecimento baseado nos livros, o «estudo», o conhecimento facultado pela «experiência» da vida, o «engenho», 
isto é, a capacidade poética, «aqui» – em Os Lusíadas – concretizada; 4 «só me falece» – só me falta; 5 por; 6 conhecido; 7 por; 8 a 
capacidade engenhosa que lhe permitiu construir Os Lusíadas
4. Tem em atenção o conector de natureza adversativa «contudo» presente no verso 3. Explica a sua 
função no contexto em que ocorre.
5. Refere as duas características de natureza biográfica que Camões apresenta na segunda estrofe.
GRUPO II
Lê o texto.
A Quinta da Alorna, em Almeirim, era e é ainda hoje uma vastíssima e bela propriedade, uma das 
ZRYU\_R`�Q\�]N~`��=R_aR[PR_N��Naz�ZRNQ\`�Q\�`zPbY\�E6E��N\`�:N_^bR`R`�QN�3_\[aRV_N�R�QN�.Y\_[N�
e deles tomara o nome. Adquirira-a por essa altura o Visconde da Junqueira, magnate financeiro1 
nobilitado pela monarquia liberal2. Ligado à indústria dos tabacos, tinha o novel titular3 fortuna su-
ficiente para se substituir, na posse das terras, à velha aristocracia carregada de títulos4 e aligeirada 
de bens5. […]
-
-
-
-
5
-
-
-
-
10
-
-
-
-
-
-
5
-
1 «magnate financeiro» – grande capitalista; 2 «nobilitado pela monarquia liberal» – tornado nobre pelo regime monárquico 
liberal; 3 «novel titular» – novo nobre; 4 «carregada de títulos» – cheia de títulos nobiliárquicos: condes, marqueses, duques…; 
5 «aligeirada de bens» – que tinha perdido os bens, empobrecida
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 125
TE
ST
ES
Teste de avaliação modelo IAVE n.º 6 | Álvaro de Campos
Pois foi para a Alorna, menina dos meus olhos – tão grande que eles não puderam reter-lhe por 
muito tempo a imagem –, que partimos em caravana de automóveis, mandados vir de Lisboa, da 
Companhia das Carruagens, dona dos coupés usados pela família e agora já de alguns desses novos 
veículos motorizados que ainda eram luxo de espantar pobres e remediados e até ricos pouco afei-
tos a tais conquistas do progresso. 
Levava quatro horas a viagem do Linhó até Almeirim, porque as estradas eram de macadame6 
ruim, os automóveis de parca velocidade, diminuída ainda pelos cuidados que exigia o trans-
porte de minha avó, entrevada e dorida. No primeiro carro seguiam a avó, a tia Jesuína, minha 
madrinha, uma criada, o Carlos Eugénio7 e eu. O automóvel tinha a disposição interior do coupé, 
a mesma carrosserie escura e dois assentos pequenos, por nós dois ocupados, em frente do banco 
traseiro. Portinholas altas, com vidraça de correr na metade superior. 
No segundo automóvel, gémeo do primeiro, seguiam as duas tias Isabéis, a do Linhó, irmã da nos-
sa avó, e a de Lisboa, filha mais nova desta; e também a Maria, neta da falecida Mãe Carlota8, e outra 
criada. 
Marchava lentamente a caravana, pelas estradas esburacadas e cheias de pó. Eu falava todo o 
tempo e o Carlos Eugénio interrompia-me para me dar conselhos de moderação ou para responder, 
com o seu saber privilegiado, às perguntas da minha curiosidade. Com o aparelho metálico pesado 
que dava vida precária à sua perna atrofiada pela paralisia infantil, ele sofria sem um queixume os 
incómodos da longa viagem e dos solavancos frequentes. A nossa avó, que as tias e as criadas ti-
nham trazido ao colo até ao banco do automóvel donde ao fim das longas horas do trajeto a tirariam, 
era pouco mais do que um molho de ossos minados pelo reumatismo deformante, e a viagem era 
para ela uma via de sofrimento suportada com o estoicismo da grande alma escondida em corpo tão 
minguado. Só eu tagarelava o tempo todo, ante o sorriso benevolente da tia Jesuína e a repreensão 
delicada do Carlos Eugénio. 
A viagem fazia-se por Santarém, pois muitos anos ainda haviam de decorrer antes de se construir 
N�]\[aR�QR�CVYN�3_N[PN��.\�Na_NcR``N_Z\`�N�cRYUN�]\[aR�^bR�YVTN�@N[aN_zZ�t�ZN_TRZ�R`^bR_QN�Q\�
Tejo, via-se já, a despontar na terra baixa da lezíria9, escassos quilómetros ao sul, o vulto branco do 
palácio da Alorna, meta da nossa expedição. Passávamos por Almeirim e descíamos pela estrada 
que leva a Benfica do Ribatejo. À direita abria-se, à nossa espera, o grande portão da quinta. Os au-
tomóveis percorriam uma estreita alameda, torneavam o jardim cuidado. E paravam, parecia que 
exaustos do esforço singular, em frente aos degraus onde o Dr. Mateus Barbosa, administrador das 
propriedades desde o tempo da Condessa da Junqueira, a governanta e toda a criadagem esperavam 
outra condessa que não tinha nem o saber agronómico nem a autoridade daquela. 
Joaquim Paço D’Arcos, Memórias da minha vida e do meu tempo, Lisboa, Guimarães, 2013, pp. 81, 83 e 84.
6 tipo de piso da estrada; 7 «Carlos Eugénio» – irmão mais velho do memorialista; 8 «Mãe Carlota» – antiga criada da família; 
9 planície ribatejana
1. Para responderes a cada um dos itens de 1.1 a 1.5, seleciona a única opção que permite obter uma 
afirmação correta.
1.1 Os pronomes pessoais presentes em «Pertencera, até meados do século XIX, aos Marqueses da 
Fronteira e da Alorna e deles tomara o nome. Adquirira-a por essa altura o Visconde da Junquei-
ra,» (linhas 2 e 3) são mecanismos de construção da coesão
 (A) interfrásica. (B) referencial. (C) lexical. (D) temporal.
-
-
-
10
-
-
-
-
15
-
-
-
-
20
-
-
-
-
25
-
-
-
-
30
-
-
-
-
35
-
-
-
-
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 126
Teste de avaliação modelo IAVE
1.2 Com a frase «– tão grande que eles não puderam reter-lhe por muito tempo a imagem –,» (linhas 
7 e 8) o memorialista pretende 
 (A) descrever a imagem da quinta.
 (B) reforçar a importância da quinta.
 (C) acentuar a dimensão da quinta.
 (D) especificar a localização da quinta.
1.3 Para justificar a lentidão da viagem entre Linhó e Almeirim, o autor apresenta
 (A) dois motivos. (C) quatro motivos. 
 (B) três motivos. (D) um só motivo.
1.4 A expressão «sorriso benevolente» (linha 29) configura uma
 (A) comparação. (C) sinestesia.
 (B) hipérbole. (D) personificação.
1.5 O texto termina com uma comparação entre duas condessas cuja função é
 (A) engrandecer a segunda.
 (B) engrandecer a primeira.
 (C) enaltecer a segunda.
 (D) diminuir a primeira.
2. Responde, de forma correta, aos itens apresentados.
2.1 Refere o valor aspetual presente no verbo levar no enunciado «Levava quatro horas a viagem do 
Linhó até Almeirim» (linha 12).
2.2 Identifica a função sintática da expressão destacada em «Marchava lentamente a caravana» 
(linha 21).
2.2 Indica o valor da oração subordinada presente na frase complexa «Passávamos por Almeirim e 
descíamos pela estrada que leva a Benfica do Ribatejo.» (linhas 34 e 35). 
GRUPO III
As viagens foram e continuam a ser, hoje, principalmente para os jovens, fontes de conhecimento 
importantes.
Redige um texto de opinião, no qual comproves esta perspetiva, apresentando, pelo menos, dois argu-
mentos e respetivos exemplos.
O teu texto deve ter entre 200 e 300 palavras e deve estruturar-se em três partes lógicas.
Entre Palavras 12 • Dossiê Prático do Professor • 127
TE
ST
ES
Teste de avaliação modelo IAVE n.º 6 | Álvaro de Campos
CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE CLASSIFICAÇÃO 
Grupo I ............................................................................................................................ 100 pontos
A
Pergunta 1 ............................................................................................................................. 20 pontos
Aspetos de conteúdo (C) ......................................................................................................

Mais conteúdos dessa disciplina