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Índice 1. Estado de deformação 2D 1 2. Estado de deformação 3D 3 3. Deformações principais Principais 3 4. Círculo de Mohr em 2D 4 4.1. Construção do ciclo de Mohr 5 5. Ciclo de Mohr 3D 6 ERD 1. Estado de deformação 2D Sejam os pontos A, B e P, pontos de um corpo sujeito a deformação. Ao distorcer o sistema ABP, ocorreram variações de forma e dimensões, dando origem ao novo sistema A’B’P’, como ilustra a o gráfico a seguir. P(x, y) P’ A(x+Δx, y) A' Onde os novos pontos tem as seguintes coordenadas` Para a determinar as deformações nos eixos x e y, tem que se ter em conta a deformação linear, dada por: Para x: Então: A última expressão se assemelha a expressão da definição da deriva, logo: De forma análoga podemos obter a deformação em y: De acordo com Toleto (2017), as deformações angulares que ocorrem entre dois segmentos de recta originalmente perpendicular entre si, e são dadas por: E com as deformações em x e y, observando os seus podemos concluir a figura a seguir figura. Figure 1:Estado de deformação 2D. Fonte: Morilla (s.d) Portanto, usando a tangente, teremos que: e e logo, a deformação angular no plano xy será igual a: Portanto, o estado deformacional do corpo será caracterizado pelo seguinte tensor de deformação. 2. Estado de deformação 3D Figure 2Estado de deformacao 3D. Fonte: Bittencourt (s.d) pag 5 De modo a obter os elementos de deformação em 3D faz-se de forma análoga a do 2D, onde para alem de se adicionar um eixo z, adiciona-se também um deslocamento na direcção do z, o que resulta nas seguintes componentes: ; ; ; e Portanto, o estado deformacional do corpo será caracterizado pelo seguinte tensor de deformação: 3. Deformações principais Principais Segundo Toledo (2017), as deformações principais são aquelas, segundo as quais o tensor de deformação é diagonal e essas são simbolizadas por , onde: e Portanto, considerando o estado deformacional ou de deformação de um corpo, para determinar as deformações principais é preciso satisfazer a equação a seguir: Onde a equação resultante será a equação cúbica: Onde: Para 2D, as componentes que envolvem z são iguais a 0 o que resultará em uma equação quadrática: Onde e 4. Círculo de Mohr em 2D De acordo com Salamuni (s,d) O círculo de Mohr é um método gráfico desenvolvido por Christian Otto Mohr que permite a representação do estado de tensões num ponto. Desse modo, ele consiste na solução gráfica das equações de transformação de tensão, a seguir: Elevando-se ao quadrado cada membro e somando-se as últimas equações acima tem-se: Chamando, e , chega-se a: De acordo com Bittencourt (s.d), se definirmos eixos coordenados com positiva para a direita e positiva para baixo e então construirmos o gráfico da ultima equação, veremos que essa equação representa um circulo de raio R e o centro no ponto A E Figure 3: circulo de Mohr Onde a 4.1. Construção do ciclo de Mohr De acordo com Bittencourt (s.d), para traçar o ciclo de Mohr em 2D, tem que se seguir os seguintes passos: 1. Com os eixos coordenados e definidos, primeiro marca-se o centro do círculo C, que está localizado no eixo σ a uma distância de da origem. 2. Marcar o ponto de referencia A cujas coordenadas são (. 3. Unir o ponto A ao centro C, determinando a hipotenusa CA, que representa o raio R do círculo. 4. E traçar o circulo tendo usando o raio encontrado. 5. As componentes de tensão de cisalhamento máxima e de tensão normal média são determinadas pelo círculo com as coordenadas do ponto E(, 5. Ciclo de Mohr 3D Figure 4: tetraedro de tensão. Fonte: Toledo(2017) Figure 5: Circulo de Mohr 3D O circulo de Mohr 3 dimensional consiste em determinar os círculos de Mohr em cada plano do tetraedro. Onde o circulo 1, 2 e 3 são determinados pelas equações a seguir: Ciculo 1: ; com Circulo 2: com e Circulo 3: com e Construindo estes três círculos obedecendo os passos de construção do ciclo de Mohr mencionados acima, chegaremos a situação da fig5. 2