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UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ ENGENHARIA CIVIL ANÁLISE FINANCEIRA DA EMPRESA VAPZA S/A PATO BRANCO 2017 1. INTRODUÇÃO A análise referente à empresa VAPZA S/A, atuante no setor de alimentos, tem o intuito de relatar a trajetória financeira da empresa no período de tempo 2010 até o ano de 2016. Para estas analises, consideramos alguns índices de desempenho: Liquidez, Endividamento, Rentabilidade, Atividade e Fluxo de Caixa, que irão revelar a situação da empresa frente a suas obrigações, investimentos, renda, entre outros fatores. 2. TABELAS 2.1 DADOS Tabela 1. Balanço Patrimonial Ativo. Fonte: Diário Oficial do Paraná (2017) Tabela 2. Balanço Patrimonial Passivo. Fonte: Diário Oficial do Paraná (2017) Tabela 3. Demonstração do resultado. Fonte: Diário Oficial do Paraná (2017) Tabela 4. Demonstração do fluxo de caixa. Fonte: Diário Oficial do Paraná (2017) 2.2 ÍNDICES DE DESEMPENHO Tabela 5. Índices de liquidez. Tabela 6. Índices de endividamento. Tabela 7. Índices de rentabilidade. Tabela 8. Índices de atividade. 3. ANÁLISE DOS ÍNDICES 3.1. LIQUIDEZ A empresa Vapza S.A, nos anos analisados obteve uma queda na disponibilidade de recursos para a liquidação de obrigações em curto prazo se fosse preciso, segundo o índice de liquidez corrente (ILC) havendo uma queda significativa ao decorrer dos anos. Excluindo os estoques no índice de liquidez seca (ILS), a empresa seguiu com queda nos índices favoráveis desde 2010 até o ano de 2016. A longo prazo, o índice de liquidez geral (ILG) indica que a situação da empresa teve um pequeno acréscimo no ano de 2012, manteu seu valor com uma pequena oscilação positiva até 2014 e uma queda brusca em 2015 mostrando que a empresa tem um histórico e uma situação preocupante. O capital de Circulante líquido (CCL) da empresa demonstra a solvência da empresa que mantem em uma queda constante de 2010 até chegar em um valor preocupante em 2016, mostrando sinais preocupantes. Analisando estes índices é possível indicar que a empresa apresentou resultados insatisfatórios em todos os períodos, ou seja, ela tem insolvência (não tem capacidade de pagamento frente a suas obrigações), em todo o período. 3.2. ENDIVIDAMENTO Analisando a participação de terceiros nas operações corporativas no índice de endividamento geral (IEG) desde 2010, vemos que existe um aumento em todos os anos, até chegar ao valor de 100%, o que indica uma inadimplência da empresa. O endividamento do patrimônio líquido (IEPL) que evidencia a dependência de recursos de terceiros para a manutenção dos negócios teve um aumento elevado no período de 2010 a 2016, ou seja, a quantia que se deve pegar emprestado para investir aumentou significativamente, o que é extremamente prejudicial para a empresa. O Índice de Cobertura de Juros permanece com pouca margem de variação em maioria dos anos, menos em 2013 e 2016 que mostram uma decadência. 3.3. RENTABILIDADE Com relação a margem bruta (MB) a empresa se mantem com poucas variações desde 2010 e um auge de 43% em 2014, o que retoma que houve uma sobra depois dos custos operacionais em todos os períodos. Segundo a margem operacional (MO), o retorno durante os anos analisados variou com baixa significância, desconsiderando o ano de 2015 que se obteve um valor negativo e logo no ano em seguida obteve-se um aumento, mas ficando com uma baixa faixa, o que implica que não há lucro operacional considerável na empresa. A situação segue semelhante na análise da margem liquida (ML) que se manteve com uma baixa faixa e com pouca variação até o ano de 2015 onde valores negativos começaram a fazer parte da análise da empresa, ou seja, não há um lucro disponível. Considerando o retorno sobre o ativo (ROA) houve uma certa linearidade até o ano de 2014 onde o índice começou a cair até chegar em valores negativos nos anos de 2015 e 2016, isso significa que a lucratividade que a empresa gera é muito pouca. Em relação ao retorno sobre o patrimônio líquido (RSPL) há uma pequena variação até o ano de 2013 onde se observa um acréscimo significativo, porém no ano seguinte,2014, volta para a margem corriqueira e nos anos de 2015 e 2016 chegam a valores negativos de até -215%, logo o capital investido pelos proprietários não esta gerando capital próprio. Observando esses pontos chegamos a conclusão que a empresa decaiu em vários aspectos. As políticas de distribuição e capacidade de gerar receitas, além da autossuficiência estão gravemente afetadas, concluindo que a empresa não é mais rentável. 3.4. ATIVIDADE O giro do estoque (GE) do ano de 2010 até o ano de 2015 se manteve uma variação entre os 340% aos 590%, porém em 2016 teve um aumento significativo, chegando a casa doas 980%. Mostrando assim um aumento considerável nos estoques durante o período de análise. O prazo médio de recebimento (PMR) é menor do que o de pagamento (PMP) nos anos de 2013, 2015 e 2016, o que é bom para a empresa que consegue ter capital e tempo para avaliar as prioridades e liquidar dívidas. 3.5 FLUXOS DE CAIXA Nos anos de 2010, 2013, 2014 e 2016 se obteve um fluxo de caixa positivo devido as atividades operacionais em 2010 e principalmente a atividades de investimentos e financiamentos nos anos de 2013 e 2014. Já em 2015 o caixa fechou como negativo pelo fato do Caixa de financiamento superar negativamente os investimentos e o Caixa Operacional. Os dados dos anos de 2011 e 2012 não foram fornecidos pelo Diário Oficial do Paraná. 4 CONCLUSÃO Este trabalho foi realizado com o intuito de desenvolver a capacidade de análises administrativas e financeiras de uma empresa através dos índices apresentados em sala de aula e a leitura dos mesmos. Tendo em vista que dados podem não terem sido fornecidos de maneira correta pela fonte, Diário Oficial Paranaense, assim como a falta dos mesmos referentes a esta empresa.