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COMO AUMENTAR A 
PRECISÃO NA 
AVALIAÇÃO DA 
FORÇA MUSCULAR? 
Ana Luiza Resende Rodrigues 
CONTEÚDO PRAGMÁTICO 
Importância da avaliação da força muscular em 
diferentes áreas da fisioterapia; 
 
Considerações sobre o desempenho muscular; 
 
Instrumentos e recursos para avaliação da força 
muscular; 
 
Propriedades de medida, aplicação e 
interpretação do Teste do Esfigmomanômetro. 
CIF 
DESEMPENHO MUSCULAR 
 Produção de 
movimentos 
(direcionado a 
um objetivo) 
 Manutenção 
postural 
 Estabilização 
articular 
 
 Respiração  Deglutição, 
micção, 
defecação 
 Proteção de 
vísceras e 
órgãos internos 
 
FUNÇÕES DOS MÚSCULOS ESTRIADOS ESQUELÉTICOS 
DESEMPENHO MUSCULAR 
 Estrutura do 
tecido muscular 
 Propriedades 
do tecido 
muscular 
 Tipos de fibras 
musculares 
 
 Arquitetura 
muscular 
 Inserções 
musculares; 
músculos uni e 
biarticulares 
 Tipos de 
contração 
muscular 
 
CONSIDERAÇÕES 
DESEMPENHO MUSCULAR 
 Estrutura do 
tecido muscular 
 Propriedades 
do tecido 
muscular 
 Tipos de fibras 
musculares 
 
 Arquitetura 
muscular 
 Inserções 
musculares; 
músculos uni e 
biarticulares 
 Tipos de 
contração 
muscular 
 
CONSIDERAÇÕES 
ESTRUTURA DO TECIDO MUSCULAR 
(Engles, 2001) Elemento viscoelástico em série 
Elemento viscoelástico em paralelo 
ESTRUTURA DO TECIDO MUSCULAR 
Unidade estrutural 
Fibra muscular 
Elemento contrátil 
(Engles, 2001) 
ESTRUTURA DO TECIDO MUSCULAR 
Unidade contrátil 
Sarcômero 
(Engles, 2001) 
ESTRUTURA DO TECIDO MUSCULAR 
Unidade contrátil 
(Nordin, 2003) 
ESTRUTURA DO TECIDO MUSCULAR 
 Estrutura do 
tecido muscular 
 Propriedades 
do tecido 
muscular 
 Tipos de fibras 
musculares 
 
 Arquitetura 
muscular 
 Inserções 
musculares; 
músculos uni e 
biarticulares 
 Tipos de 
contração 
muscular 
 
CONSIDERAÇÕES 
PROPRIEDADES DO TECIDO MUSCULAR 
PROPRIEDADES DO TECIDO MUSCULAR 
Tecido conjuntivo Viscoelasticidade 
Propriedades: 
 
- Físicas 
 
- Mecânicas 
(Taylor, 1990) 
Tecido conjuntivo Viscoelasticidade 
Propriedades: 
 
- Físicas 
 
- Mecânicas 
(Taylor, 1990) 
 Relaxamento ao stress 
 Creep 
 Histerese 
PROPRIEDADES DO TECIDO MUSCULAR 
PROPRIEDADES DO TECIDO MUSCULAR 
Tecido conjuntivo Viscoelasticidade 
Propriedades: 
 
- Físicas 
 
- Mecânicas 
(Taylor, 1990) 
PROPRIEDADES DO TECIDO MUSCULAR 
Tecido conjuntivo Viscoelasticidade 
Propriedades: 
 
- Físicas 
 
- Mecânicas 
(Taylor, 1990) 
- Inclinação da reta referente à zona 
elástica da curva 
estresse/deformação: medida da 
rigidez passiva 
- Rigidez passiva: mudança na 
resistência interna do tecido à 
deformação (estresse) por 
unidade de deformação 
PROPRIEDADES DO TECIDO MUSCULAR 
Comportamento Mecânico - Rigidez 
 Rigidez: propriedade 
mecânica – mudança na 
tensão do tecido por unidade 
de mudança no seu 
comprimento 
 A rigidez é obtida pela 
inclinação da curva com 
padrão de deformação 
elástica da curva stress/strain 
 Uma rigidez passiva elevada 
de um músculo = maior 
tensão interna do músculo 
(momento interno passivo) por 
unidade de mudança do 
comprimento (movimento 
angular) 
 
 
(Zernicke, 2001) 
 Estrutura do 
tecido muscular 
 Propriedades 
do tecido 
muscular 
 Tipos de fibras 
musculares 
 
 Arquitetura 
muscular 
 Inserções 
musculares; 
músculos uni e 
biarticulares 
 Tipos de 
contração 
muscular 
 
CONSIDERAÇÕES 
PROPRIEDADES DO TECIDO MUSCULAR 
TIPOS DE FIBRA MUSCULAR 
TIPOS DE FIBRA MUSCULAR 
 
• O que determina o fenótipo muscular é a 
demanda funcional à qual o músculo é 
submetido. 
 
• Hormônios, envelhecimento, alteração da 
demanda funcional, exercícios, envelhecimento: 
geram adaptações no tecido muscular, inclusive 
em relação aos tipos de fibras musculares. 
 
(Minamoto, 2005) 
 Estrutura do 
tecido muscular 
 Propriedades 
do tecido 
muscular 
 Tipos de fibras 
musculares 
 
 Arquitetura 
muscular 
 Inserções 
musculares; 
músculos uni e 
biarticulares 
 Tipos de 
contração 
muscular 
 
CONSIDERAÇÕES 
PROPRIEDADES DO TECIDO MUSCULAR 
ARQUITETURA MUSCULAR 
ARQUITETURA MUSCULAR 
 Fusiformes 
 fibras paralelas à linha de tração 
 comprimento muscular > tendão 
 alta velocidade e grandes distâncias: biceps 
 área de secção fisiológica = anatômica 
 
 Peniformes 
 fibras diagonais com relação ao tendão 
 área de secção fisiológica > anatômica 
 > força e potência 
 
 
• Hormônios, envelhecimento, alteração da 
demanda funcional, exercícios, envelhecimento: 
geram adaptações no tecido muscular, inclusive 
em relação aos tipos de fibras musculares. 
 
 Estrutura do 
tecido muscular 
 Propriedades 
do tecido 
muscular 
 Tipos de fibras 
musculares 
 
 Arquitetura 
muscular 
 Inserções 
musculares; 
músculos uni e 
biarticulares 
 Tipos de 
contração 
muscular 
 
CONSIDERAÇÕES 
PROPRIEDADES DO TECIDO MUSCULAR 
INSERÇÕES MUSCULAR ES 
 Diretamente no osso: coracobraquial; mínima deformação 
 Via tendão: biceps braquial; suporta altas sobrecargas 
 Via aponeurose: palmar longo; baixa sobrecarga 
DESEMPENHO MUSCULAR 
 
 
CONSIDERAÇÕES: INSERÇÕES MUSCULARES 
• MÚSCULOS UNI E BIARTICULARES 
 
•INSUFICIÊNCIA ATIVA X INSUFICIÊNCIA PASSIVA 
 
 Ocorre quando o músculo é encurtado excessivamente 
(poucas chances de formar pontes) ou alongado 
excessivamente (pouca sobreposição dos filamentos) ou 
 
 Estrutura do 
tecido muscular 
 Propriedades 
do tecido 
muscular 
 Tipos de fibras 
musculares 
 
 Arquitetura 
muscular 
 Inserções 
musculares; 
músculos uni e 
biarticulares 
 Tipos de 
contração 
muscular 
 
CONSIDERAÇÕES 
PROPRIEDADES DO TECIDO MUSCULAR 
TIPOS DE CONTRAÇÃO MUSCULAR 
ISOMÉTRICA 
ISOTÔNICA 
ISOCINÉTICA 
TIPOS DE CONTRAÇÃO MUSCULAR 
 ISOMÉTRICA 
TIPOS DE CONTRAÇÃO MUSCULAR 
 ISOTÔNICA – CONCÊNTRICA 
TIPOS DE CONTRAÇÃO MUSCULAR 
 ISOTÔNICA – EXCÊNTRICA 
TIPOS DE CONTRAÇÃO MUSCULAR 
 CONCÊNTRICA E EXCÊNTRICA 
TIPOS DE CONTRAÇÃO MUSCULAR 
• A tensão máxima produzida por uma contração 
excêntrica é maior que por uma contração isométrica 
que, por sua vez, gera maior tensão que uma contração 
concêntrica 
TIPOS DE CONTRAÇÃO MUSCULAR 
 ISOCINÉTICA 
DESEMPENHO MUSCULAR 
OUTROS PARÂMETROS 
• Flexibilidade 
 
• Equilíbrio 
PARÂMETROS BÁSICOS 
• Força 
• Resistência 
• Potência 
DESEMPENHO MUSCULAR 
• FORÇA: é a capacidade do músculo de gerar 
tensão contra alguma resistência (músculos 
agindo em alavanca-torque) 
DESEMPENHO MUSCULAR 
A) FATORES NERVOSOS: 
• Nº de unidades motoras recrutadas 
B) FATORES BIOQUÍMICOS E MORFOLÓGICOS: 
• Área de secção transversa 
• Tipo de fibra muscular 
C) FATORES MECÂNICOS: 
• Tipo de contração muscular 
DESEMPENHO MUSCULAR 
 
 
• A tensão máxima produzida por uma contração excêntrica 
é maior que por uma contração isométrica que, por sua vez, 
gera maior tensão que uma contração concêntrica 
Componente 
contrátil 
Componente 
elástico 
Componente contrátil e elástico 
O elemento 
elástico tem a 
capacidade de 
absorver energia 
e de retorná-la ao 
sistema 
DESEMPENHO MUSCULAR 
 
 
PARÂMETROS BÁSICOS 
Velocidade 
Concêntrica: 
maior velocidade 
de encurtamento 
muscular = 
menor a tensão 
produzida. 
 
Excêntrica: no 
início, maior 
velocidade = 
maior tensão 
produzida; 
depois há uma 
estabilização. 
 
DESEMPENHO MUSCULAR 
• RESISTÊNCIA MUSCULAR: é a capacidade de realizar 
contrações musculares repetitivas contra alguma resistência 
durante um longo período de tempo 
• Para a média da população, o desenvolvimento de 
resistência muscular tende a ser mais importante do que 
o de outrascaracterísticas. 
• As fibras musculares Tipo I (Contração lenta) são mais 
resistentes à fadiga e estão associadas a atividades de 
longa duração (tipo de fibra predominante nos músculos 
posturais) 
DESEMPENHO MUSCULAR 
 
 
T
O
R
Q
U
E
 (
N
/M
) 
DESLOCAMENTO (ADM - GRAUS) 
A área sob o gráfico TORQUE X 
DESLOCAMENTO fornece o 
trabalho produzido pela 
contração muscular. Apesar do 
pico de torque ter sido o mesmo, 
o trabalho produzido pelas duas 
contrações foi diferente (área 
cinza e área preta + cinza) 
 
W + 
w - 
 
TRABALHO (w) - W = força x distância (Joule) 
Durante a contração concêntrica o 
trabalho é positivo e durante a 
excêntrica é negativo. 
Para a mesma força, o dispêndio 
de energia é menor pela contração 
excêntrica: menos unidades 
motoras são ativadas durante a 
contração excêntrica 
DESEMPENHO MUSCULAR 
• POTÊNCIA MUSCULAR: é a taxa de produção de 
trabalho – Trabalho / tempo (Watts). Movimento potente: 
gera grande quantidade de força rapidamente 
 
AVALIAR 
QUANTIFICAR 
INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DA 
FORÇA MUSCULAR 
Teste de força manual 
TESTE DE FORÇA MANUAL 
 Teste semi-quantitativo e SUBJETIVO (As medidas dependem 
da habilidade e do treino do examinador) 
 Para que o teste seja capaz de detectar alteração é preciso uma 
perda de, pelo menos, 50% da força do músculo (Fisher, 1990; 
Bohannon, 1989) 
 Apresenta boa confiabilidade intra-examinador e confiabilidade 
inter-examinador de regular para boa 
 Baixo custo operacional e facilidade de uso na clínica 
 Critérios: arco de movimento, força da gravidade e força externa 
aplicada 
 Depende: de estabilização e de um bom posicionamento, da 
aplicação de força externa em vantagem mecânica e do tipo de 
contração (isotônica ou isométrica) 
 
SENDO O TESTE MANUAL DE FORÇA UM 
TESTE SUBJETIVO... 
SERÁ QUE ELE É A MELHOR 
OPÇÃO???? 
 
DINAMÔMETRO ISOCINÉTICO 
Biodex ® 
Outras marcas: Cybex®, Kin-Com®, Ariel®, Lido®, Merac® 
DINAMÔMETRO ISOCINÉTICO 
Biodex ® 
Outras marcas: Cybex®, Kin-Com®, Ariel®, Lido®, Merac® 
DINAMÔMETRO ISOCINÉTICO 
DINAMÔMETRO ISOCINÉTICO 
 Protocolo de Teste 
– Avaliação do indivíduo 
– Calibração do equipamento 
– Aquecimento 
– Posicionamento: alinhamento do eixo e 
estabilização 
– Treino de familiarização 
– Correção gravitacional 
– Tipo de contração muscular, velocidade, no de 
repetições e de séries, intervalo de descanso 
– Estímulo verbal 
(PERRIN, 1993) 
DINAMOMETRO 
PORTÁTIL (MANUAL) 
• Equipamento 
apresenta uma mola 
ou célula de força – 
quantifica a força 
aplicada e fornece 
medidas em Kgf ou 
N ou Lb. Pode ser 
analógico ou digital 
(maior precisão para 
a leitura da medida) 
DINAMOMETRO 
PORTÁTIL (MANUAL) 
• Vantagens 
– medida objetiva e específica 
– fácil manuseio 
– boa confiabilidade e validade 
 
 
• Desvantagens 
– relativo alto custo para a clínica 
– depende da habilidade do examinador 
– requer calibração frequente 
– pode haver dificuldade na estabilização 
 
DINAMOMETRO 
PORTÁTIL (MANUAL) 
JAMAR 
LOMBAR 
ESCAPULAR 
Eletromiografia 
ELETROMIOGRAFIA 
 Técnica válida para detectar e medir a atividade 
elétrica associada à contração muscular 
 Utilização da eletromiografia 
– Avaliar a atividade muscular em diferentes 
movimentos e posturas (padrão de ativação 
muscular, latência, grau de ativação, grau de co-
contração, fadiga) 
– Determinar a atividade muscular durante 
intervenções 
– Proporcionar “biofeedback” 
 Atenção: mede a atividade elétrica relacionada 
ao grau de ativação. Não mede força muscular!!! 
(CRAM;KASMAN;HOLTZ,1998) 
(Holtz ,1998) 
Teste do Esfigmomanômetro 
e Teste Modificado (TEM) 
 
- Utilizado para quantificar a força 
produzida por uma contração isométrica 
manualmente resistida 
 
- Equipamento: esfigmomanômetro 
modificado: a braçadeira é enrolada e 
presa com uma faixa elástica e o 
medidor é mantido fora do manguito 
 
 
(AGUIAR, 2016; KAEGI, 1998; HELEWA, 1981; MARTINS, 2015; SOUZA, 2013, 2014) 
Teste do Esfigmomanômetro 
e Teste Modificado (TEM) 
Teste do Esfigmomanômetro 
e Teste Modificado (TEM) 
Teste do Esfigmomanômetro 
Modificado (TEM) 
- Dimensões da bolsinha: 15cm de comprimento, 11cm 
de largura e 2,7cm de espessura 
 
 R$15,00 
Teste do Esfigmomanômetro 
- Vantagens: medida objetiva, acessibilidade do 
instrumento, flexibilidade do material, pode ser aplicado 
em superfícies ósseas sem desconforto ou dor, baixo 
custo operacional, boa confiabilidade 
 
- Desvantagens: aparelho pouco resistente, depende da 
capacidade do examinador para resistir à força do 
indivíduo, medida em unidade de pressão – mmHg – ( 
necessidade de conversão da unidade de pressão para 
a unidade de força). 
Teste do Esfigmomanômetro 
 
 
 Insuflar o manguito à aproximadamente 20 
mmHg e dobrar a braçadeira 
 Posicionar o indivíduo conforme o TMM ou 
equivalente 
 Posicionar o equipamento na extremidade distal 
do segmento (de acordo com o grupo muscular a 
ser avaliado 
 Solicitar a contração de 5 segundos 
Teste do Esfigmomanômetro 
Teste de resistência muscular 
Hell-rise 
test 
 Avalia resistência e força do tríceps 
sural como um meio de 
monitorização de alterações que 
podem influenciar o desempenho 
funcional dos indivíduos. 
 
 Consiste na realização de flexões 
plantares (FP), em apoio bipodal, até 
a fadiga. 
(Monteiro, 2013) 
 O indivíduo descalço permanece apoiado pela sua mão dominante na 
parede, com o cotovelo semifletido para manter o equilíbrio; 
 Para determinar a altura do teste 
 O sujeito é orientado a encostar a cabeça nesse instrumento em todas as 
repetições, para garantir que execute todas as FP com o máximo da 
amplitude de movimento 
 Deve-se realizar o maior número de FP o mais rápido possível, até a 
fadiga voluntária 
 Não há comando verbal por parte do examinador durante a execução do 
teste 
 O teste é finalizado quando a cabeça do indivíduo não alcança a haste 
por duas vezes consecutivas. 
Teste de resistência muscular 
(Monteiro, 2013) 
 
 Valor de 
referência: Se 
o indivíduo 
atingir valor 
acima de 25% 
do intervalo 
interquartílico 
para número 
de FP no teste, 
de acordo com 
sexo e faixa 
etária, ele 
apresenta 
desempenho 
dentro da 
normalidade. 
 
(Monteiro, 2013) 
Teste de potência muscular 
 O sujeito é instruído a ficar em 
uma perna e posicionar os 
dedos dos pés em uma marca 
no chão; 
 A distância, em centímetros, é 
medida a partir do dedo do pé 
na posição de partida para o 
calcanhar, onde o sujeito 
aterrissa. 
 O teste é bem-sucedido quando 
o sujeito é capaz de manter seu 
pé no lugar enquanto se 
equilibra durante a chegada. 
 
Hop Test 
(Myers, 2014) 
Teste de potência muscular 
Valores de referência: 
 Indivíduos saudáveis 
(quadro; população 
testada); 
 Lesionado: indicativo 
de instabilidade quando 
o individuo apresenta 
uma assimetria >10% 
na distância alcançada 
entre os MMII. 
 
(Munro, 2011) 
Teste de potência muscular 
Medicine ball 
(Chia Chawang, 2017) 
Teste de potência muscular 
Teste função muscular 
 Teste de função dos 
isquiotibiais 
 Padronização 
 Valores de referência: 26 
repetições para atletas sem 
estiramento; 20 para os que 
sofreram estiramento 
Avaliar Medir Testar 
Analisar 
Observar 
“Invista seu tempo e energia para realizar uma 
avaliação personalizada e criteriosa. Utilize bem 
seu tempo para estabelecer hipótesese e desenhar 
os melhores caminhos terapêuticos para seu 
paciente (…) quando o cliente visualiza o serviço 
feito ele percebe a qualidade e valoriza mais.” 
THANKS! 
analurodrigues25@gmail.com 
 
Instagram: @analurodrigues25 
mailto:analurodrigues25@gmail.com

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