Logo Passei Direto
Buscar

CURSO CTI - EXAMES LABORATORIAIS

Ferramentas de estudo

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

Técnica de coleta 
de material para 
exames 
laboratoriais 
 EXAMES LABORATORIAIS 
 São meios indispensáveis para definir o diagnóstico; 
 
 Auxiliar na avaliação do estado do cliente. 
 
O resultado obtido através do laboratório é consequência da 
qualidade da amostra recebida, portanto a COLETA, CONSERVAÇÃO e 
o TRANSPORTE DO MATERIAL devem seguir uma padronização. 
 Para que o laboratório clínico possa oferecer respostas adequadas, é 
indispensável que o preparo do paciente e a coleta do material a ser 
examinado sejam realizados obedecendo-se determinadas regras, sem as 
quais toda a rotina laboratorial pode ser seriamente prejudicada ou mesmo 
inviabilizada. 
 
(MACHADO eANDRIOLO, 2002) 
 
Objetivos 
 Estabelecer ou complementar um diagnóstico clínico 
 Monitorar o tratamento 
 Estabelecer um prognóstico 
 Determinar a posologia eficaz de um medicamento e evitar a toxidade. 
 Estabelecer critérios de normalidade 
 Delinear fatores de risco evolutivos 
 
Considerações gerais 
 Orientar o paciente quanto ao procedimento que será realizado; 
 Atentar para a antissepsia na coleta de todos os materiais clínicos; 
 Obter quantidade suficiente de material permitindo assim uma análise 
microbiológica completa e fidedigna; 
 o pedido do exame deve ser claro com maior numero de informações possíveis , 
além de conter dados do paciente (etiqueta) e antibióticos em uso . 
Condições de segurança 
 Uso do EPI adequado, conforme risco que a coleta for oferecer; 
 Higienização das mãos antes e após a coleta; 
 Toda a amostra deve ser tratada como potencialmente patogênica; 
 Usar frascos e transporte adequado; 
 Atentar para não contaminar o frasco da coleta e verificar se o mesmo encontra-se 
bem vedado; 
 Identificar a amostra coletada com os dados do paciente; 
 Encaminhar material imediatamente ao laboratório. 
 
 
Identificação das Amostras 
 
Nome 
Idade 
Setor 
Médico 
Tipo de amostra 
Exame solicitado 
Data e hora da coleta 
Justificativa (dados clínicos) 
Fatores que interferem nos 
resultados 
 Técnica da coleta do material 
 Atividade física 
 Período de jejum 
 Dieta 
 Administração de drogas 
Obtenção de amostras 
 A enfermagem é responsável em preparar o cliente para colher 
amostras de: 
 
 Urina 
 Fezes 
 Escarro 
 Sangue 
Exames comuns 
 Sangue 
 Urina tipo I (EAS) 
 Urina 24 horas 
 Urocultura 
 Exame de escarro 
 Parasitológico de fezes 
 Coprocultura 
Coleta de urina 
 Indicado para identificar distúrbios urinários, bem como rastreamento 
de substâncias e características da urina do cliente; 
Tipos de exame de urina 
 Tipo I: coleta da primeira micção do dia em recipiente limpo e 
seco para análise quantitativa de substâncias como proteína, 
glicose, bactérias, hemácias; 
 
 Urina 24h/ proteinúria/ glicosúria: coleta de todas as micções em 
24h para avaliar função renal e quadro de diabetes; 
 
 Urocultura: coleta em recipiente estéril para avaliar presença de 
microorganismos; 
Material urina tipo I 
 
 Bandeja; 
 
 Luvas; 
 
 Comadre ou papagaio; 
 
 Frasco; 
 
 Etiqueta; 
Procedimento 
 
 Lavar as mãos; 
 
 Preparar o material; 
 
 Orientar o cliente quanto a primeira micção do dia, em jato médio; 
 
 Calçar a luva; 
 
 Coletar de 5 a 10 ml; 
 
 Lavar as mão; 
 
 Anotar prontuário; 
 
 Encaminhar laboratório; 
 
Material urina 24h 
 
 Recipiente graduado – 1 litro; 
 
 Comadre ou papagaio; 
 
 Luvas; 
 
 Etiqueta; 
 
Procedimento 
 
 Orientar quanto a guarda da urina; 
 
 Urinar em recipiente após desinfecção; 
 
 Desprezar a 1ª micção e coletar todas as demais; 
 
 Enviar ao laboratório; 
 
 Anotar prontuário; 
 
Material urocultura 
 
 Bandeja; 
 
 Luvas; 
 
 Cuba-rim estéril; 
 
 Seringa de 20 ml estéril; 
 
 Frasco coletor estéril; 
 
 Etiqueta; 
 
Procedimento 
 
 Lavar as mãos, reunir o material; 
 
 Realizar antissepsia ou lavagem dos órgãos genitais; 
 
 Orientar quanto a técnica do jato médio; 
 
 Colher a urina na cuba, em seguida aspirar cerca de 20ml e 
acondicionar no frasco coletor; 
 
 O paciente pode colher a amostra direto no frasco estéril; 
 
PACIENTE COM CATETERISMO VESICAL 
 Em pacientes cateterizados; deve-se pinçar a extensão da sonda próxima a conexão 
com a mesma, deixando-a fechada por 30 minutos ou mais se necessário; 
 Limpar com álcool 70% o orifício de coleta do sistema de drenagem; 
 Utilizar uma seringa de 20ml e agulha 13x4,5 e aspirar 20ml de urina do orifício de 
coleta; transferir ao frasco estéril de maneira asséptica, tendo o cuidado de não 
contaminar a tampa e/ou a seringa; realizar a abertura da sonda, a identificação do 
frasco e encaminhar ao laboratório imediatamente 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Obs.: não se deve coletar urina da bolsa coletora, seja para QUE ou 
cultura com antibiograma. É imprópria também a cultura de ponta de 
sonda foley, pois a mesma encontra-se invariavelmente contaminada 
com microorganismos uretrais. 
 
UROCULTURA EM CRIANÇAS OU PACIENTES INCONTINENTES 
 
Realizar a higiene do períneo e genitais; 
Para a coleta da urina, fazer uso de saco coletor estéril, refazendo os cuidados de 
higiene do períneo e a troca do saco coletor a cada 30 minutos. 
 
Tipos de exame de fezes 
 
 Parasitológico: pesquisa de parasitas; 
 
 Coprocultura: coleta em recipiente estéril para avaliar presença de 
microorganismos; 
 
 Pesquisa de sangue oculto: identificar a presença de sangue nas fezes; 
 
 Exame de fezes 
 EXAME PARASITOLÓGICO 
 É o exame de fezes para pesquisa de parasitas 
 
 Cuidados: 
 colher fezes recém-eliminadas 
 validade das fezes coletadas é de 12h à 24 h guardadas 
no refrigerador. 
ELISABETH THOMÉ / 
SANDRA LEAL 
Parasitológico - Material 
 
 Frasco de coleta; 
 
 Luvas de procedimento; 
 
 Espátula descartável; 
 
 Etiqueta; 
 
Parasitológico - Procedimento 
 
 Lavar as mãos e reunir o material; 
 
 Orientar o cliente a evacuar na comadre limpa; 
 
 Calçar luvas; 
 
 Colher pequena presença de fezes com uma espátula, desprezando as fezes da borda, 
colhendo do centro; 
 
 Tampar o frasco; 
 
 Retirar as luvas; 
 
 Anotar no prontuário; 
 
Coprocultura - Procedimento 
 
 Orientar o cliente a evacuar na comadre estéril; 
 
 Calçar luvas; 
 
 Colher conforme o procedimento anterior e colocar no frasco estéril; 
 
 Tirar luvas; 
 
 Anotar prontuário; 
Pesquisa de sangue oculto - 
Procedimento 
 
 Utiliza-se a mesma técnica do parasitológico, entretanto 
deve haver restrição de carnes, caldos, molhos de tomate, 
rabanete, nabo, brócolis, por três dias antes do exame; 
 
Coleta de escarro 
 
 O escarro está presente nas vias respiratórias é formado de muco e 
células; 
 
 Exame indicado para diagnóstico de infecções pulmonares e células 
cancerígenas; 
 
 EXAME DE ESCARRO 
 
 Cuidados: 
evitar a coleta em horários de refeições 
na coleta de 24h manter o frasco sempre refrigerado 
coletar antes do café da manhã 
paciente fumante coletar antes que o mesmo fume. 
ELISABETH THOMÉ / 
SANDRA LEAL 
Coleta de escarro 
ESCARRO 
 
Orientar o paciente sobre a importância da coleta do escarro e não da saliva. As amostras de saliva 
são impróprias para análise bacteriológica, pois não representam o processo infeccioso; 
Colher somente uma amostra por dia, se possível o primeiro escarro da manha, antes da ingestão 
de alimentos; 
Orientar o paciente para escovar os dentes, somente com água (não utilizar creme dental) e 
enxaguar a boca varias vezes, inclusive com gargarejos; 
Respirar fundo várias vezes e tossir profundamente, recolhendo a amostra em um frasco de boca 
larga. Se o material for escasso, coletar a amostradepois de nebulização; 
Encaminhar imediatamente ao laboratório. 
 
Material 
 
 Bandeja; 
 
 Frasco coletor; 
 
 Etiqueta; 
 
 Luvas de procedimento; 
 
Procedimento 
 
 Lavar as mãos; 
 
 Reunir o material; 
 
 Identificar o frasco; 
 
 Orientar o cliente; 
 
 Calçar luvas; 
 
 Solicitar o cliente para tossir e expectorar profundamente; 
 
 Escarrar dentro do frasco, com o mínimo de saliva; 
 
 Retirar luvas; 
 
 Lavar as mãos; 
 
 Anotar no prontuário; 
 
 Encaminhar material para o laboratório; 
 
ASPIRADO TRAQUEAL 
 
A coleta deste material é realizada em pacientes entubados ou traqueostomizadas 
através de sonda de aspiração de calibre adequado e estéril seus resultados refletem a 
colonização do trato respiratório. Deve-ser cortar a ponta da sonda com tesoura estéril 
colocando-a em recipiente também estéril enviando imediatamente ao laboratório. 
ASPIRADO TRAQUEAL QUANTITATIVO 
 
 
 Lavar adequadamente as mãos; 
Orientar o paciente quanto ao procedimento que será realizado, caso o paciente esteja acordado; 
Montar o circuito de aspiração, conexão do frasco coletor ao sistema de vácuo e a sonda de aspiração; 
Injetar 10ml de SF 0,9% no TET ou cânula de traqueostomia, já com a sonda de aspiração introduzida no 
mesmo, ainda sem aspirar; 
Realizar a aspiração da secreção, diretamente para dentro do frasco coletor (bronquinho), fechando-o em 
seguida com seu próprio látex para encaminhá-lo ao laboratório; 
Identificar a amostra, inclusive com data e horário da coleta; 
Encaminhar a amostra ao laboratório, não excedendo o tempo de 30 minutos. 
 
PONTA DE CATETER INTRAVASCULAR 
 
Fazer uma rigorosa anti-sepsia da pele ao redor do cateter com álcool 
70%; 
Remover o cateter e, assepticamente cortar 5 cm da parte mais distal, ou 
seja, a que estava mais profundamente introduzida na pele; 
Colocar o pedaço do cateter em frasco estéril; 
Encaminhar imediatamente ao laboratório. 
FERIDAS, ABCESSOS E EXSUDATOS 
Proceder a limpeza com solução fisiológica; 
Coletar o material localizado n parte mais profunda da 
ferida, utilizando preferência aspirado com seringa tipo 
insulina. Quando a aspiração da secreção não for possível 
utilizar swabs (menos recomendado); 
Identificar o swab com o tipo de material. 
 
TÉCNICA DE COLETA 
 
BIÓPSIA DE TECIDO 
 
 lavar a ferida com SF 0,9% morno 
 coletar amostra de 3 a 4 mm de tecido desvitalizado profundo 
 colocar num recipiente estéril rotulado com: nome do paciente, leito, setor, data, hora 
da coleta e sitio anatômico 
 enviar imediatamente ao laboratório 
 especificar no pedido o sítio anatômico do material enviado e informações adicionais: 
febre, uso de ATB, ferida profunda ou superficial. 
 
 
 
 
 
 
 
 
SECREÇÃO DE OUVIDO 
Remover secreção superficial com um swab umedecido em soro 
fisiológico e obter material com outro swab fazendo rotação no canal. 
SECREÇÃO OCULAR 
Desprezar a secreção purulenta superficial e coletar com swab o 
material da parte interna da pálpebra inferior. 
SECREÇÃO VAGINAL 
Não estar menstruada; 
Não realizar higiene intima, nem aplicar cremes vaginais na véspera da coleta; 
Três dias de abstinência sexual. 
SECREÇÃO URETRAL 
Desprezar as primeiras gotas da secreção; 
Coletar a secreção purulenta de preferência pela 
manha, antes da primeira micção ou há pelo menos duas 
horas ou mais sem ter urinado; 
Coletar com swab estéril; 
Encaminhar imediatamente ao laboratório. 
Colheita de sangue 
Métodos de colheita do sangue 
 PUNÇÃO VENOSA 
 PUNÇÃO ARTERIAL 
L 
HEMOCULTURA 
 
Coletar antes da administração de antibiótico; 
Lavar as mãos e secá-las; 
Remover os selos da tampa dos frascos de hemocultura e fazer a assepsia previa com álcool 
70%; 
Garrotear o braço do paciente e selecionar uma veia adequada. Esta área não devera ser 
mais tocada com os dedos; 
Fazer a anti-sepsia da pele com álcool 70% de forma circular e de dentro para fora; 
Coletar a quantidade de sangue e o numero de amostras recomendadas de acordo com as 
orientações do laboratório (2 amostras de 10ml em locais diferentes) ou conforme solicitação 
medica; 
Identificar cada frasco com todas as informações padronizadas e enviar ao laboratório 
juntamente com a solicitação medica devidamente preenchida. 
HEMOGRAMA 
 
Jejum 8 horas: maioria dos exames 
Jejum 12 horas: TRIGLICERIDEOS E COLESTEROL 
 
 
 
 
Pode tomar água. 
Material 
 
 Seringa com agulha ou tubos a vácuo; 
 
 Luvas; 
 
 Algodão com álcool; 
 
 Garrote; 
 
 Etiquetas; 
 
 Adesivo ; 
 
Procedimento 
 
 Selecionar seringa compatível com o volume de sangue; 
 
 Rotular todos os tubos; 
 
 Comunicar e orientar o cliente; 
 
 Lavar as mãos; 
 
 Posicionar o cliente sentado ou deitado; 
 
 Calçar luvas; 
 
 Selecionar veia a ser puncionada; 
 
Escolha da veia 
 
 VISIBILIDADE; 
 
 PALPABILIDADE; 
 
 CALIBRE; 
 
 TRAJETO; 
 
 MOBILIDADE; 
 
 MALEABILIDADE (calcificação); 
 
Procedimento 
 
 Prender o garrote acima do local a ser puncionado, pedir para o paciente 
fechar a mão. 
 
 Fazer antissepsia da área no sentido do retorno venoso; 
 
 Deixar o algodão na bandeja ou segurá-lo no dedo mínimo; 
 
 Com a mão não dominante esticar a pele abaixo do ponto de punção; 
 
 Segurar a seringa ou canhão com a mão dominante com bisel da agulha para 
cima em ângulo de 15º; 
 
 
 Penetrar a agulha na veia; 
 
 Aspirar a seringa ou conectar o tubo a vácuo; 
 
 Após a coleta pedir para o paciente abrir a mão, soltar o garrote e 
remover a agulha; 
 
 Comprimir o local com algodão; 
 
 Caso a coleta seja feita com seringa, desconectar a agulha e depositar o 
sangue no frasco; 
 
 Tirar luvas; 
 
 Desprezar material, registrar prontuário; 
 
COMPLICAÇÕES POTENCIAIS 
 SANGRAMENTO 
 HEMATOMA 
 INFECÇÃO 
 TONTURA E DESMAIO 
EXAMES LABORATORIAIS USO ROTINEIRO 
HEMATOLÓGICO 
▫ Hemograma 
▫ Hematócrito 
▫ Hemoglobina 
▫ Leucograma 
▫ Coagulograma 
 TP - tempo de 
protrombina 
 KTTP - tempo de 
tromboplastina Parcial 
Ativada 
 Fibrinogênio 
 Plaquetas 
BIOQUÍMICA 
 Glicemia 
 Eletrólitos 
 Na, Cl, K, Ca, Ph 
 Uréia 
 Creatinina 
 Lipoproteinas 
 Colesterol total 
 Triglicerídeos 
 HDL 
 LDL 
 Proteinograma 
 Albumina 
 Globulinas 
 
Gasometria arterial 
Dosagem dos gases sanguíneos 
Colheita: punção com ângulo 45º 
 
 PO2 – pressão de O2 dissolvido no plasma 
75 a 100 mmHg 
 PCO2 – pressão parcial do CO2 no sangue 
35 a 45 mmHg 
 Saturação O2 
95 a 100% 
 HCO3 – Bicarbonato - 21 a 28 mEq/L 
 pH – 7,35 a 7,45 
TEMPO DE COAGULAÇÃO: 
Acidente animais peçonhentos 
PUNÇÃO CRIANÇA E IDOSOS 
PUNÇÃO ARTERIAL 
PUNÇÃO VENOSA 
AZUL: coagulação (TP, KTTP, FIBRINOGÊNIO) 
LILÁS: HEMOGRAMA, TIPAGEM 
VERMELHO ou AMARELO: BIOQUÍMICA, IMUNOLOGIA 
PRETO: VSG (velocidade de sedimentação globular) 
BRANCO: LÍQUOR 
VERDE: BIOQUÍMICA, PLASMA, GASOMETRIA 
CINZA: GLICEMIA 
Cuidados básicos nos exames 
diagnósticos 
 Gerenciar o ambiente de teste e a eficácia do serviço usando uma 
abordagem colaborativa e de equipe. 
 Comunicar-se clara e eficazmente 
 Preparar o paciente 
 Seguir os padrões preconizados 
 Considerar cultura, gênero e diferenças de idade 
 Medir e avaliar os resultados 
 Tratar, monitorar e aconselhar sobre os resultados de teste anormal 
 Manter o registro dos testes apropriadamente 
 
ELISABETH THOMÉ / 
SANDRA LEAL 
Cuidados com as amostras 
 Identificar as amostras de acordo com as informações: 
nome, idade, sexo, nº de identificação hospitalar, nome do 
médico 
Fonte da amostra (garganta, conjuntiva...) 
Horário da coleta - horário da conclusão 
Tipo de isolamento (respiratório, contato..) 
Outras informações solicitadas Evitar contaminação da amostra; manter técnica asséptica ou estéril quanto preciso 
Cuidados com as amostras 
 Conservação da amostra - entrega imediata Algumas podem ser 
refrigeradas 
 Quantidade da amostra - deve ser a maior possível 
 Coleta deve ser feita antes do uso de antibióticos 
 Escarro de preferência da primeira tosse produtiva da manhã em um 
recipiente estéril 
 Líquidos corporais estéreis, biópsias de tecido e material aspirado de 
lesões cutâneas são amostras aceitáveis para culturas bacterianas que 
devem ser mantidas em um meio de transporte neutro para evitar 
ressecamento (não swab)

Mais conteúdos dessa disciplina