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Trabalho do Nathan

Trabalho escolar de Biologia sobre lisossomos e complexo de Golgi, descreve estrutura, formação no complexo de Golgi, funções (digestão intracelular, autofagia, autólise), processos (fagocitose/heterofagia), exemplo da metamorfose, doença silicose e descoberta por Christian de Duve.

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ESCOLA ESTADUAL DO CAMPO Pe. GUALTER FARIAS NEGRÃO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO
Aluno: Nathan Felipe Taborda dos Santos	 Nº: 16
LISOSSOMOS
				
	Trabalho solicitado pela 	Professora: Tatiane Cecere na disciplina de Biologia
	
Cruzmaltina,
24 de Novembro de 2017.
INTRODUÇÃO
Neste presente trabalho solicitado pela professora Tatiane Cecere na disciplina de Biologia, iremos apresentar o conteúdo referente a lisossomos.
Sobre os lisossomos será abordado sobre sua estrutura, função dentro da célula e suas características.
Já a problemática sobre complexo de Golgi abordará sua origem, porque do seu nome, características, onde encontramos diferença estrutural na célula vegetal e na célula animal e funções.
DESENVOLVIMENTO
Os lisossomos são organelas ricas em enzimas capazes de realizar a digestão intracelular. Essas enzimas são produzidas no retículo granuloso; o empacotamento dessas enzimas e a formação dos lisossomos ocorre no complexo golgiense. O material nutritivo, que entra na célula por fagocitose ou pinocitose, é envolto por uma vesícula membranosa, chamada fagossomo ou pinossomo. A essas vesículas unem-se os lisossomos, recebendo o conjunto formado o nome de vacúolo digestivo, e o processo realizado, o nome de heterofagia. No vacúolo digestivo, as enzimas dos lisossomos digerem as substâncias nutritivas, que são então incorporadas à célula. Sobram os resíduos da digestão intracelular e a estrutura resultante recebe agora o nome de vacúolo residual, que sofrerá exocitose. A célula também utiliza os lisossomos para renovação de estruturas de seu citoplasma: eles englobam e digerem uma organela, formando os chamados vacúolos autofágicos, e as substâncias resultantes da digestão podem ser usadas na produção de novas estruturas. O processo é chamado autofagia.
Os lisossomos também estão envolvidos no processo de autólise, ou de autodestruição da célula: em determinadas situações, a membrana do lisossomo se rompe e as enzimas digestivas entram em contato com o citoplasma, destruindo-o. A autólise é importante para renovação das células de um organismo e no processo de desenvolvimento. Um girino, por exemplo, perde sua cauda e adquire pernas traseiras e dianteiras durante a metamorfose em sapo. 	
A cauda regride porque suas células são destruídas pelos próprios lisossomos. Por outro lado, certas doenças são causadas pela quebra da membrana dos lisossomos, que acabam digerindo as células. É o que ocorre em uma doença chamada silicose, comum em pessoas que trabalham com britadeiras e em determinadas minas, ficando expostas sem proteção ao pó de sílica. Inalado, esse pó se acumula nos pulmões, e não é digerido pelos lisossomos; pelo contrário, os lisossomos sofrem autólise e as células pulmonares são destruídas; com o tempo a capacidade respiratória da pessoa afetada pela silicose diminui, podendo comprometer seriamente a saúde.
Na citologia, ou seja, a ciência que estuda as células, umas das organelas que podemos destacar são os Lisossomos. Estas estruturas estão presentes no citoplasma celular, tendo como principal função da digestão intracelular, ou seja, a digestão que ocorre dentro das células. Os lisossomos, numa metáfora para facilitar o entendimento, podem ser considerados o “estômago” das células. É nestas organelas citoplasmáticas que se encontram cerca de 40 enzimas hidrolíticas. Por enzimas hidrolíticas se compreendem aquelas enzimas que atuam somente em presença de água. Estas organelas citoplasmáticas responsáveis pela digestão intracelular são encontradas tanto em células vegetais, quanto animais. Os lisossomos foram descobertos pelo bioquímico belga, Christian de Duve (1917 –2013) no ano de 1949. O descobrimento desta estrutura fez com que Duve fosse agraciado, em 1974, com o Nobel de Fisiologia ou Medicina. 
Os lisossomos são organelas que são delimitadas por uma membrana única, com morfologia e tamanho variáveis. A maioria, porém, apresenta de 0,1 a 0,8 µc, sendo também, de forma geral, esféricos. Uma característica do lisossomo é que ele apresenta em sua membrana uma cobertura de carboidratos na face interna. Esta cobertura tem a função de evitar a digestão da própria membrana do lisossomo. Os lisossomos são formados a partir do Complexo de Golgi, do qual se desprendem vesículas de transporte com pré-enzimas lisossomais. Vale ressaltar que estas organelas celulares, que consistem basicamente de sacos membranosos com enzimas hidrolíticas, têm a principal função de digerir os materiais que as células endocitam, como também atuam na reciclagem celular. Quando um componente da célula se encontra com algum problema, ou ainda já está muito velho, o lisossomo atua na degradação desta estrutura.
Os lisossomos são formados a partir do complexo de golgi. 
Ocorre da seguinte maneira: Os ribossomos aderidos ao retículo endoplasmático granular sintetizam as proteínas que darão origem às enzimas hidrolíticas do lisossomo. Essas proteínas são enviadas ao complexo de golgi através de vesículas. No complexo de golgi, elas são armazenadas em vesículas que se desprendem do complexo de golgi, dando origem a um lisossomo.
CONCLUSÃO
Com a conclusão deste trabalho adquiri conhecimento sobre o tema Lisossomos.Os lisossomos são vesículas esféricas contendo enzimas, proteínas que digerem substâncias ingeridas pela célula, bem como componentes celulares inativos. E que são organelas ricas em enzimas capazes de realizar a digestão intracelular.
REFERENCIAS
MENDONÇA, Vivian L. Biologia: ecologia da vida e biologia celular, embriologia e histologia: volume 1: ensino médio. 2ed. - São Paulo: Editora AJS, 2013. (Pag.198, 199.)
http://www.portalsaofrancisco.com.br/biologia/lisossomos. acessado dia:21/11/17 as 13 horas e 32 minutos.

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