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TOPOGRAFIA II Professor: AERTON 2020 AULA 2 ELEMENTOS DE ALTIMETRIA - REFERENCIAL ALTIMETRICO; - REPRESENTAÇÃO DA SUPERFICIE TOPOGRAFICA; - PLANO COTADO; REPRESENTAÇÃO DA SUPERFICIE TOPOGRAFICA A representação da superfície topográfica adotada na Cartografia Convencional pode fazer uso de curvas de nível, planos cotados, cores hipsométricas e sombreado. Com este conjunto de elementos gráficos é possível realizar uma representação da superfície topográfica, de forma estática, sobre uma superfície plana, como o papel. REPRESENTAÇÃO DA SUPERFICIE TOPOGRAFICA Por meio de interpretação visual, o usuário do mapa pode compreender a forma do relevo, bem como representar a partir deste as declividades. Métodos computacionais, entretanto, podem ser mais úteis quando a tarefa é mais trabalhosa e/ou precisa, como a determinação de volumes, determinação de vivisilidade entre dois pontos, ou ainda referenciar uma imagem de satélite. REPRESENTAÇÃO DA SUPERFICIE TOPOGRAFICA Métodos de Representação Representação Numérica do Relevo REPRESENTAÇÃO DA SUPERFICIE TOPOGRAFICA Métodos de Representação Representação Numérica do Relevo REPRESENTAÇÃO DA SUPERFICIE TOPOGRAFICA Métodos de Representação Representação Numérica do Relevo REPRESENTAÇÃO DA SUPERFICIE TOPOGRAFICA Métodos de Representação Representação Numérica do Relevo REPRESENTAÇÃO DA SUPERFICIE TOPOGRAFICA Métodos de Representação Representação Numérica do Relevo REPRESENTAÇÃO DA SUPERFICIE TOPOGRAFICA Métodos de Representação Representação Numérica do Relevo AS FORMAS ELEMENTARES DO RELEVO ➢ PLANÍCIES; ➢ ELEVAÇÕES; ➢ DEPRESSÕES; Tergo – Vale – Colina – Colo – Linha de Festo – Linha de Córrego – Linhas d’Água AS FORMAS ELEMENTARES DO RELEVO Tergo – Vale – Colina – Colo – Linha de Festo – Linha de Córrego – Linhas d’Água AS FORMAS ELEMENTARES DO RELEVO Tergo – Vale – Colina – Colo – Linha de Festo – Linha de Córrego – Linhas d’Água AS FORMAS ELEMENTARES DO RELEVO Tergo – Vale – Colina – Colo – Linha de Festo – Linha de Córrego – Linhas d’Água AS FORMAS ELEMENTARES DO RELEVO Tergo – Vale – Colina – Colo – Linha de Festo – Linha de Córrego – Linhas d’Água AS FORMAS ELEMENTARES DO RELEVO Tergo – Vale – Colina – Colo – Linha de Festo – Linha de Córrego – Linhas d’Água AS FORMAS ELEMENTARES DO RELEVO Tergo – Vale – Colina – Colo – Linha de Festo – Linha de Córrego – Linhas d’Água TERGOTERGO AS FORMAS ELEMENTARES DO RELEVO Tergo – Vale – Colina – Colo – Linha de Festo – Linha de Córrego – Linhas d’Água LEIS DE BRISSON A morfologia do terreno respeita um conjunto de regras conhecidas por Leis de Brisson: • As duas linhas de festo dos tergos que limitam um vale vão-se afastando à medida que se caminha de montante para jusante do curso de água. O declive dessas linhas de festo vai, normalmente, diminuindo à medida que descem; • Se várias linhas ou cursos de água irradiam de um ponto central, este é um ponto culminante do terreno; • Quando dois cursos de água se encontram, o curso de água resultante toma uma direcção que é sensivelmente a da linha de festo do tergo que separa os dois cursos de água concorrentes; LEIS DE BRISSON A morfologia do terreno respeita um conjunto de regras conhecidas por Leis de Brisson: • Quando dois cursos de água, correndo paralelamente na mesma encosta, se infletem na mesma direção mas em sentidos contrários, a linha que une os pontos de inflexão está na região de um colo; • Se os cursos de água correm paralelamente, mas em sentidos contrários e portanto em encostas diferentes, a linha que une os pontos de inflexão dos cursos de água está igualmente na região de um colo; Qual a importância das Leis de Brisson? R: São elas que determinam as nomenclaturas e normatizam a representação do relevo. PLANO COTADO São dados topográficos de uma superfície, cuja compilação permite comparar as cotas de projeto com as efetivamente executadas e, no caso de desvios, definir as correções “in loco” na superfície terraplenada, ou as alterações nas cotas de greide da camada a ser construída; PLANO COTADO A principal característica do plano cotado é que, uma vez levantadas as cotas das seções transversais de uma superfície, torna-se possível compará-las com as cotas de projeto da nova camada e, por conferência dessas cotas, verificar quais seriam as espessuras adotadas. PLANO COTADO É uma ferramenta intimamente ligada ao controle de estoques, controle de qualidade de execução e apropriação de serviços. PLANO COTADO PLANO COTADO NIVELAMENTO - BAROMÉTRICO; - TRIGONOMÉTRICO; - GEOMÉTRICO; NIVELAMENTO BAROMÉTRICO Baseia-se na relação inversamente proporcional entre pressão atmosférica e altitude. É o de mais baixa precisão, usado em regiões onde é impossível utilizar-se outros métodos ou quando se queira maior rapidez. As leituras variam de acordo com as condições locais da pressão atmosférica que é afetada pela umidade e pela temperatura. NIVELAMENTO BAROMÉTRICO ✓ Mais de um barômetro deve ser usado; ✓ Realiza-se leitura em um ponto conhecido (RN) e caso ocorra diferenças é necessário distribuir o erro; NIVELAMENTO TRIGONOMÉTRICO Baseia-se na medida de distâncias horizontais e ângulos de inclinação para a determinação da cota ou altitude de um ponto através de relações trigonométricas. É menos preciso que o geométrico, fornece apoio altimétrico para os trabalhos topográficos. NIVELAMENTO TRIGONOMÉTRICO ✓ Nivelamento trigonométrico de pequeno alcance (com visadas <250m); ✓ Nivelamento trigonométrico de grande alcance (com visadas >250m) CLINÔMETROS ANALÕGICOS E DIGITAIS DV=DH.tg (α) NIVELAMENTO TRIGONOMÉTRICO NIVELAMENTO GEOMÉTRICO É o método usado nos levantamentos altimétricos de alta precisão. Está baseado somente na leitura de réguas ou miras graduadas, não envolvendo ângulos. NIVELAMENTO GEOMÉTRICO g io v a n n a fe it o sa @ g m a il .c o m NIVELAMENTO GEOMÉTRICO ➢NÍVEL ÓTICO; ➢NÍVEL DIGITAL; ➢NÍVEL AUTOMÁTICO; ➢NÍVEL A LASER; NIVELAMENTO GEOMÉTRICO PARTES DE UM NÍVEL ÓTICO NIVELAMENTO GEOMÉTRICO CLASSIFICAÇÃO DOS NÍVEIS NIVELAMENTO GEOMÉTRICO Apesar de serem utilizados principalmente para medidas de ângulos (estações totais e teodolitos), podem ser usados para nivelamentos; Os resultados não são tão precisos quanto os níveis, pois estes possuem lunetas melhores e níveis de bolhas mais sensíveis; NIVELAMENTO GEOMÉTRICO O nivelamento pode ser simples ou composto. NIVELAMENTO GEOMÉTRICO ✓ Visada à ré (tem a finalidade de determinar a altura do instrumento); ✓ Visada à vante (tem a finalidade de determinar a cota do ponto onde está a mira); ▪ Visada à vante intermediária; ▪ Visada à vante de mudança de direção (recebe visada a ré); ❑ Propagação do erro nas visadas; ORIENTAÇÕES NIVELAMENTO GEOMÉTRICO LEITURA DA MIRA NIVELAMENTO GEOMÉTRICO LEITURA DA MIRA As distâncias podem ser medidas com trenas ou pelo nível: distância nível-mira = (fio superior – fio inferior) * S Onde: S – constante estadimétrica do aparelho, normalmente tem valor igual a 100; NIVELAMENTO GEOMÉTRICO NIVELAMENTO GEOMÉTRICO ➢ Erros de leitura da mira; ➢Troca do ponto de mudança; ➢ Erros na anotação de campo; ➢ Erros com miras extensíveis; ERROS GROSSEIROS COMUNS ➢ Erros de verticalidade da mira; ➢ Assentamento da mira; ➢ Acumulação de barro na base da mira; ➢ Mira não estendida completamente; ➢ Comprimento incorreto da mira; ➢ Bolha do nível não-centrada; ➢ Acomodação do nível; ➢ Instrumento não calibrado. ERROS NO NIVELAMENTO ➢ Focagem incorreta da luneta (paralaxe); ➢ Reverberação (ondas de calor – imagem tremida); ➢ Vento. ERROS NO NIVELAMENTO ➢ ESTAÇÕES; ➢ TEODOLITOS E ➢ NÍVEL. LABORATÓRIO