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Resumo Primeiro Capitulo: Appolinário, Fabio. Metodologia da Ciência: filosofia e prática da pesquisa. Segunda edição. São Paulo: Cengage Learning, 2015.

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YAGO DE JESUS SANTOS – RA 2090781921045 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESUMO DO LIVRO: METODOLOGIA DA CIÊNCIA 
Filosofia e Prática da Pesquisa 
 
 
Trabalho apresentado como exigência parcial 
da disciplina Metodologia da Pesquisa 
Científico-tecnológica, ministrada no curso de 
Gestão em Tecnologia da Informação na 
Faculdade de Tecnologia Padre Danilo José de 
Oliveira Ohl. 
Orientador: Dr. Nailton Matos 
 
 
 
 
 
BARUERI 
2020 
No primeiro capítulo “Ciência: Uma Visão Geral”, do livro “Metodologia da Ciência: 
filosofia e prática da pesquisa”, o autor Fabio Appolinário apresenta uma ideia geral 
introdutória do campo científico, apontando as diferentes formas de conhecimento. 
A fim de mostra as suas diferenças, Fabio caracteriza o conhecimento através do 
senso comum, como algo assistemático, desorganizado, ametódico e subjetivo, 
porém muito valioso pelo fato de proporcionar a tomada de decisões cotidianas, sem 
que seja preciso um imenso esforço. 
Já o conhecimento obtido a partir de processos científicos, é listado como sistemático, 
organizado e metódico, além de ser objetivo e impessoal, por ser direto e factual. 
Appolinário dá um exemplo que mostra o quanto seria caro, demorado e trabalhoso, 
utilizar de um método cien tífico para descobrir algo simples, como no caso “A melhor 
calça jeans do brasil”. O mesmo salienta que, a opinião de alguém próximo “como a 
de uma amiga”, poderia ser mais eficaz na hora de tomar a decisão de qual escolher, 
tornando os processos científicos desnecessários. 
Ao decorrer do capítulo, Fabio afirma que a ciência é uma forma de conhecimento que 
possui características diferentes da arte, da religião, da filosofia e do senso comum. 
Para apontar tais diferenças, ele coloca o leitor na seguinte situação: “enquanto você 
está aguardando o semáforo abrir, observa do seu automóvel a seguinte cena: uma 
pessoa, ao tentar atravessar distraidamente a rua, por pouco não é atropelada por um 
carro que consegue frear a tempo. Apesar do enorme susto, ela escapa i lesa e levanta 
as mãos para cima, gesticulando e murmurando alguma coisa que você não consegue 
ouvir.” O escritor segue a sua linha de raciocínio e argumenta que, a partir do exemplo 
dado anteriormente, é possível obter uma série de pensamentos distintos com base 
na forma predominante do conhecimento, no caso do religioso o autor estipula tal 
pensamento: “Deus deve ter dado outra chance àquela pessoa. Parece que o recado 
foi bem compreendido, pois ela agradeceu, comovida, pela proteção concedida pelos 
desígnios divinos”. Para o conhecimento científico: “De fato, se os pneus não tivessem 
novos e calibrados e o automóvel não contasse com freios ABS, não teria sido 
possível freá-lo à velocidade de 60km/h a uma distância de 20 m, como o motorista 
fez”. Mostrando assim, pontos de vista diferentes de um mesmo ocorrido, com base 
na forma de conhecimento que a testemunha possui. 
Para a conclusão dessa primeira parte do livro, Fabio Appolinário menciona que as 
formas de ciência se dividem entre três partes: As ciências formais, sendo 
classificadas como aquelas que lidam com abstrações, ideias e estruturas conceituais. 
Ciências naturais, que tem como objetivo, o estudo de fenômenos naturais como a 
vida e o ambiente. Por fim, as ciências sociais, que se dedicam à investigação dos 
fenômenos humanos. 
 
Appolinário, Fabio. Metodologia da Ciência: filosofia e prática da pesquisa. 
Segunda edição. São Paulo: Cengage Learning, 2015.

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