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PRÉ-SOCRÁTICOS
OS ELEÁTAS
INTRODUÇÃO
Filósofos pré-socráticos é o nome pelo qual são conhecidos os filósofos da Grécia Antiga que, como sugere o nome, antecederam a Sócrates. Essa divisão propriamente se dá mais devido ao objeto de sua filosofia, em relação à novidade introduzida por Platão, do que à cronologia – visto que, temporalmente, alguns dos ditos pré-socráticos são contemporâneos a Sócrates, ou mesmo posteriores a este (como no caso de alguns sofistas).
Parmênides de Eleia (510-470 a.C)
Nasceu em Eleia, na Magna Grécia, no seio de uma família nobre;
Para muitos foi o principal filósofo pré-socrático, exercendo grande impacto no pensamento de Platão, que o chamava de “Grande Parmênides”;
Parmênides: O ser é imóvel
Principal expoente da chamada escola eleática.
Critica a filosofia heraclitiana.
Ao “tudo flui”, contrapõe a imobilidade do ser.
Arché - “o ser é”.
Xenófanes de Cólofon (570 – 460 a.C)
Filósofo grego nascido em Cólofon, na Jonia;
Acredita-se que foi mestre de Parmênides;
Escreveu unicamente em versos em oposição aos filósofos jônioas, como Tales de Mileto, e outros;
Xenófanes: “O Deus único”
A sua concepção filosófica destaca-se pelo combate ao antropomorfismo, afirmando que se os animais tivessem o dom da pintura, representariam os seus deuses em forma de animais, ou seja, à sua própria imagem.
Zenão de Eleia (490-420 a.C)
”Se a pluralidade existe, as coisas serão ao mesmo tempo limitadas e infinitas em número.”
”Se a pluralidade existe, as coisas, ao mesmo tempo, serão infinitas em tamanho e não terão tamanho algum.”
Características atribuídas a Deus:
Eterno
Uno
A forma esférica
Nem limitado, nem ilimitado, nem móvel, nem imóvel
CITAÇÃO
“É impossível que algo surja; pois teria que surgir ou do igual ou do desigual. Ambas as coisas são, porém, impossíveis; pois não se pode atribuir, ao igual, que dele se produza mais do que deve ser produzido, já que os iguais devem ter entre si as mesmas determinações. Tampouco pode surgir o desigual do desigual; pois se do mais fraco se originasse o mais forte, ou do menor o maior, ou do pior o melhor, ou se, inversamente, o pior viesse do melhor, originar-se-ia o Não-Ser do Ser, o que é impossível; portanto, deus é Eterno. [...] O Um, portanto, não está nem em repouso nem se movimenta; pois não se parece nem com o Não-Ser nem com o Múltiplo. Em tudo isso, deus se comporta assim; pois ele é eterno e uno; idêntico a si mesmo e esférico, nem ilimitado nem limitado, nem em repouso nem em movimento.”
Zenão e a teoria do paradoxo
Paradoxo: “Em uma corrida, o mais lento nunca será alcançado pelo mais rápido”
Argumento através de paradoxos: Iniciador da dialética:
Imagine uma corrida entre um atleta velocista (Aquiles) e uma tartaruga. Suponhamos que é dada para a tartaruga uma vantagem inicial em distância. Aquiles jamais a alcançará, porque quando ele chegar ao ponto de onde a tartaruga partiu, ela já terá percorrido uma nova distância; e quando ele atingir essa nova distância, a tartaruga já terá percorrido uma outra nova distância, e assim, ao infinito.
Bibliografia
Escola Eleática. (12 de 31 de 2019). Acesso em 14 de Março de 2020, disponível em Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_ele%C3%A1tica
Houaiss, A. (2011). Dicionário Conciso da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Épica.
JAPIASSÚ, H. (1 de Maio de 1990). Dicionário básico de filosofia. Zahar.
SOUZA, J. C. (1996). Os pensadores: Pré-Socráticos. São Paulo: Nova Cultura, LTDA.

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