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Freios
FREIOS ELETROMAGN~TICOS DE SAPATA EXTERNA , .......... ,, ...,,,, 06
FREIOS ELETROMAGN~TICOS A DISCO .....,....,. 1 ....,......*..... 19
FREIO ELETRO-w IDRAULICO , , . . , , . . . . . . . . . , . . . . - . . .,- -. . n. ,. - - + 26
FREIO ELETRO-CENTR~ FUGO , . , . . . . . , , , . , . , , , . . - , . a , a a , - - * + - e e 46
FREIOS HTDRÁUL ICOS DE PEDAL , . . . . . . . , . . . , , . . . . , , -. . - - , - -. - - ,- 56
FREIOS HIDRAULICO DE SAPATA EXTERNA 71
MANUTENÇÁU DO F R E I O H IDRÀUIICO , , . . , , , , . . , . , , . , , , , , . . - - , 83
ANALISE DE DEFEITOS ,.,,,,,,.,...,,..,o~~~..,.o~-~...-.-.e-- 88
E K B R i h i í l J S I CCEFICSENTE DE ATRITO
U çoeficiento d e a t r i t a , depende das rnaterizis usados,
do acabazen ta das s u p e r f i c i e s , dz t empara tu ra da s u F e r f f c i e , da v e l o -
e i d z d e no contato da pressão e de sua d i ~ t r i b u i ~ ã o e n t r a a s a p a t a r a
roda , da p r e s e n ç a de mate r i a i s estranhas ou d n p e l i c u l r s s o b r e ~s su-
F e r f i c i e s d e a t r i t o e da umidadé d ê a t m o s f e r a . Como f v a r i a a n p i z n e n -
t e E , a3gumas v e r e s , I n e x p l l c a v e l m s n t e , q u a l q u e r a n á l i s e dove $cr a -
.."
ceita como aprox imeda . Valores t i p i c c s de f , para cálculo, sua f o r n c -
c i d o s ne t a b e l a 1, sendo d~ 0$SS as u a 1 0 r e s m6ximos p a r a asbes to scça
t
? : a c c ~ r a c a h r e madeira / 0 ,25 25
-- - I
O u r m t e c p e r í o d o d e . ccndiçoeq
&xi)&,,*~,pL6,te~ qb2/
s e j a a t i n g i d o um e s t a d o e s t á v e l , o c a e f i c i ~ n t e . d e . B c U ( ? ~ ~ ~ ~ ~ C~C-SE-T
rapidamente durante os p r i m e i r o s minutos, por&rn n 1 ~ u n a s vezes di rn i r ,u i
e em outrzs v a r i a a u m e n t a n d o e diminuindo. P o d e n a s observar.que O S /
freios do a u t o n á v e l s á c m a i s e f i c i e n t e s umas v e z e s q u e o u t r a s . M u i t a s
f r s i o s enfraquecem, tornando-se- nencs eFica?j?s por causa do c o o f i c i c n -
t e d e a t r i t a decrescente ap85 um curto F e r i c d o de c a n t a t o . Como e m ,/
i,
qualquer outro projeto. 6 necessaria uma margem de seguransa, i s t o é,
-
o c á l c u l o É f e i t o d tal modo 4-c a j r o j s t i s t a fique certo de o b t e r o /
e f e i t o d e Freagem desejado, ou que o s e u p r a j s t o tenha p r o p r i e d a d e s /
t ã o q u a n t o p a s s í v e l das alaejadas. As regulapens do f r e i c , /
após a f a b r i c a ç z a , d e p e n d e r ã o do s e v i ~ o q u e s e rá dado a o freio, para/
a j u s t a r o c o e f i c i e n t e de a t r i t o r e a l .
E x i s t e m e x c e $ õ e s , porém normalmsn te o coeficiente do 2
trita diminui com u m aumento de velocidade no c o n t z t o ou com o aunen-
to da t axa .ec absorção de energia. For exemplo , f ~ 2 x 2 ferro s o b r e
aço decresceu d e 0,2 a 805 m/min a t é O,C6 a BiCm/rnin. numa s g r i e dc /
testes. Geralmente descreve, tarnbem, com um aumento na pressão e ten-
d s a elevar-se com a temperatura. 0s valores máxf ínos de p devem s o c c ~
r a r quando a energia absorvida For menor que 90 ~ ~ . n ? J m i n , c r n ~ ( 4 , C O J
2 - a ~ b - r f / r n i n x Pol ). Para r e v e s t i m e n t o s de a s b e s t o ect ofea(refri9erz-,- -
te) na ç o p e r f i c i e , c a i para D,1 ou menos, porém a p r e s s n c pcde si.r. i
aumentada pa ra 35 ou 42 ~ ~ / c n * (500 ou 600 psi). d e v ~ s d c s e r bem ;:i-
ma ds '? ~d~~~ (100 p s i ) para produzir r u p t u r a da pelicula oe Ú l c c .
F R E I O S f
E M E R E R G E N S I MATERIAIS
k f i T E R L A I S
O material amplamente u s a d o e g e r a l m e o t e mais s a t i s f a -
turio e econÔnico p a r a t e m b o r e s de f r e i o s 6 a f e r r a fund ido , s e b e m /
q u e a aqa comum, aço i n a x i d a v e l , rncnef e o u t r o s sao usadas por q u e s -
t ã n s particulzses. Podem ser usadas sapatas de m a d e i r a o u reves t imen-
t o s d e c o u r o , se e s t i v e r e m em jogo baixas t e m p e r a t u r a s ( t a b e l a f ) ,
As ç a p z t a s d e m e t a l podem p r o ~ o r c i o n a r v i d a l o n g a , porem ~(coefiçicn-
t e de a t r i t o ) 6 , em g e r a l , r e l a t i v a m e n t e baixa, 0s metais s i n t e r i z a -
d o s , base de cobre o u f e r r o , com chumbo e e s t a n h o na m i s t u r e e tzrnbem
g r a f i t a e s i l i c a , tem b o a s propriedades de d e s g a s t e e bons caeficion-
t e s d e a t r i t o . O s r e v e s t i m e n t o s da f r e i o da metzis s i n t e r i z a d o s podem
f u n c i a n a r com s e g u r a n ç a a tem;po.raturr?c; n ã i o r e s (acima d e h U O O F), e,
una vez q u e absorvem e n e r g i a mais rapidamente que, p o r exemplo , T e v e 2
t i m e n t o s de a s b e s t o , dáo l u g a r a menor d i s t o r G ã o o u r a c h a d u r a s n a t ; ~
b a r d e v i d o às t e m p e r a t u r a d e s i g u a i s e t e n s õ e s té rmicas d c c o r r c n t e s ,
Ceve-se t e r c e r t e z a d e q u e R ~ O ocorra ç u p e r a q u e c i n c n t a , una v e r quo /
Eis materiais sinterizzdos poclEn s e r u s a d o s pira aplicaFõcs dc r l t a c 2
p z c i d a d e .
" O t e c i d o de a s b e s t a f l e x á v e l & U S C ~ ~ ~ O e m f r e i o s dn c i n -
t a , e em Freias de s a p a t a de n a d c i r a , porém o s rsvcst irzcnkns d e nsbcz
t a s moldada sao o t i p o rcais ccmm p a r e s a p z t a s rigid-se C asbesta, cn
v z r i a s f o r n a s , é normalmente p r e f e r i d o p a r cnusz de s u a c a ~ z c i d s d @ d e
z h a r se& avarias em t e r + p e r ~ t u r a s rclativanente altas.
CH- CUTL HA
FOLHA DE INSTRUCÁO 1
Freio Magnético de Sapatns 8" CC Tipo 505
o~scRr~Ãa DE FUNCIONAVENTO
(Refira-se ao'deaenho dirnensionaf para dimensdes de montagem1
b
1 A - Monte a palia "8" no erxa do motor. 6 A - Empurre os braços de saoaia "N" e "r con:ra a oo:is
2 A - Recue a porca "P" do tirante de trac5a. cerca de t pa-
Iegada.
$i
3 A - Gire o parafuso "C" no Senlido horSria para levantar a
cunha de rrogulagern para topo do bracc da sapata in-
terna "L".
4 A - Empurre a freta para a poha "8.' are que eie fique posi-
cionada com a mesma e comece a parafusar a base do
freto na strprrficle de montagem.
5 A - Solte os P a r a f u S o ~ ds refençâo .'K" em ambos os bta-
ws de sapata. deinanao-a com rnovmento livre.
e verifique se as sapatas assentam por igual na face i*a
potia-
7 A - Aiinhe a base na melhor posicdo. de moda a oxcr a
assentamento mais favordvei das sapatas na poiia
"B".
8 A - Se a superfície de montagem n h for plana ou si? n5o
for para:ela ao eixo do motor, ser& necessLr a a c i o-
caçdo det caicor. Aperie os Darafusos de f 1 x x 2 r pare
que a base ftqutr f~rmarnsnle presa 1 sugerfbt d da
montagem.
f
' g A - Certifique-se de que h6 atgumõ p r e s s h de moh tsn-
dendo a separai as duas armaduras "a" s "F". )h94
pode ser restado, p r a n d o a porca "E" na sen:rdo hwh-
ria. Quando a D O ~ C ~ "G.' travar, significa que a mola
esta com o rnAxrrno de pressão contra as armaduras
10 A - Apene a porca "P" do tirante de traçao ai6 qua o pino
de sondagem "EA' da armadura externa "F" esteja fn-
ceando com a armadura quando empurrado
I f A - Gire o parafuso "C" calocado no alto do braw de i%%-
pata interna. no sentido anri-iror6rio. para deslocar
cunha d e regulagern para baixo, ate Que o pino d e son-
dagem '"E" dz armadura irirorna "D" esteja facesndo
com a armadura, quando empurrado.
$ 2 A - Apane 0s parafusos "K" d ç sapatas.
13 A - O torque rnjxirno B cbrido confcka Item 9 k
. Girando-se a porca '"G" em sentido anri-horbria,&tem-se menor t b r G W . Verifique a p!aqueta do freio O
a tabela no paragrato 14 A, para o esiabelecirnento do
t o q u e máxima para o rq ime de serviço escolhido
para o freio.
NOTA IMPORTANTE:
P m ? B - - 1 1
Amt i t ria*drica
Moia
Pino r!4srico (13, t 87" x 1.50")
Tiran:ai cfa rra&&s rrduindo itens 3 s 41
h?ol;l
(=c$unta I t l rcp,+t!a;~rn ba sayjara
internis i inçkir.&o item SI
Cunhs da resüi3;en?
Armadura ( h % - a i
Pino i0,62S" x 3 .525")
hmsdbra i o r f e r a l
Bomcha a# or~:eccio
Pino ci!dsiico 10.Í 57" x 0.875")
Conjunto ds res.s!a;cn de 8rmsdr;ra
{incluindo i:ans 7 3 e 15)
Ençcíro da mila
Mala de ramyrto:s2rr
Bcbina lidormar o n g da bobina)
Chaga travmis
-
tuanti
dada -
1
1
I
1
1
1
1
1
1
3
1
t
t
1
1
t
2
Chsca t-avanrs
Mcls ani;dlar
R a:entar
E.ac3 dei saDã?a interna
iinçluindo i tem 7)
9 a s e i m i u . n d o m n s 2 1 s 261
Pc' a lt?'or-ar dados
corn~lefas de p'aqueta do motor)
Scscrt0
5bi;rte de travamento
F ~ r a % r o Ii2"-t 3 x 1-25
Fie:a-r:ar
eracs a x t a r m da sapata
Lom Ga sacata
(ver item np 33)
Garra $ a saoa:a
P~ra:uso da sacara Iher. 3,'ã-IS x 1.50)
Sarara com iam corada
PROCEDIMENTO PARA A TROCA DAS SAPATAS
t # B ~ * F ' ~ i . p & g m ~ l l
f 8 - Ri-cuci a parca :'P" no t irante de t r a c h "A" e gire o 5 B - Empurre a sapata contra a potia a a p e m fimemenre o
parafusa "C" conhrme 3 A para l evan ta r a cunna e ali- parafuso "K.'.
viar a press2o enrae as s a p a r a s a a polra. 6 B - Reajuste a freio. conforme procedimento anterior.
2 8 - Remova 0% parafusos 'K" da sapata que esta para ser r*- - urit;ze a de apena usada 3dtla
tirada. sapata. Junto com a sapata nova, deva encon:;ar-se O
3 B - Retirar a sapata deslizando-a, parafuso com trava quirnrca au trava mecàn i ta . '
4 8 - Ao substituir uma sapa ta , desiize-a na canaleta e aperta
o parafuso "K" levemente.
PROCEDIMENTO PARA TROCA DE UM BRAÇO DA SAPATA
Fg t *-r 1 1
1 C - !h desejar r e m o v e r o braço externa"N"a porca "P" 4 C - Para substttuir o braco interno d3 sasafõ "I". qire u
v deve E&? dt?sape~?si?a a!& w a o rirante de i r a c d o 'A'* parafusa '.C ' em sen:,oa oorária para rettrar a C.-** ,ia
p ~ $ s a jsr lavaníado em voita d o pwb na armadura ex- ds sapata s o b r e a Doiia. Rlsflra-se ao rerenrar h1 ;a
tama '"V. braço de s a p a t a Amaos os iados do b r a c o 53 r ; ' z s ~
5 - Apbs s ramacda da placa de retanc30. d0~1,1g Q brd ;O
axrcrna da wpaia "L" por& reirnovd-b.
REPOSICÃO DA BOBINA
(Refira.st a f i g 1 p & p a I t
1 O - Gvre o regulador de torque "G" no sentido anti-horario 7 0 - Coloque a armadura "F" de voka d sua pas ich . O en-
a:& trauar.
2 C - Desmonte a t i r a n ~ e de trac3o "A" da armadura extet.
na "F-'.
casta de moia devera estar çenrrado n o f u r a da arma-
dura inrerna "D". Monir: a mala snguiar "5". a s &a-
pas travantes. e os p a r a f u s o ~ "H" e "R". levemente
apenad~s.
3 O - 35sdobre a s abas das chapas rravãnres que prendem 8 D - Muniar o tiracre de tracso "A" 6 armadura "F",
cs ~ j r a r ~ s o s "H ' e '2". R ~ m o v a OS oa:aíusos "H" e
4 da armadura externa "F" e saltc os parafusos "H" 9 O - Una as armaduras ' F" e "D". rnaqn&ticanente ou por
.I " R ' da armadura Interna "O". Retire a moia "5". que
seaura a a r rnad~ra 'F".
f O - Erpa a armadura "F"' do encaixe na base e puxe-a
oara fora.
meio de grampos.
Apcrte os paratuços 'R" em ambas as armaduras. e
em scguida os parafusos "H", 5 base.
Aperte os parahsos "-I^ Dobre as abas do suporfe d e
ãravamenta. contra as faces dos p~íd tusos '"R" e "H'".
5 O - Rornova os parafusos "J" que fixam a bobina à base e Rernows u grampo: se river srdo usada.
t r&re a mesma. 10 D - Ajuste a moia de tarc;ue e a s goaic6es da sapata. çon-
5 D - Coloqu;. a bobina nova na base e aperte os parafusos forme procedmenro de insralacàa.
"J'. b e m e n t e .
PROCEDIMENTO PARA O REAJUSTAMENTO DAS SAPATAS
(Refira-se B Fig 1 . p6gina I t
SSse~2c6es piri5dicac. deverão ser feltaç no equipamento e
:uoi;33 cs pincs d e sunda~e-n "E" acnixarem mais de 1/64"
0.4 r-?) 33 sacorfi:i~l, cevrrào s2r feitos alusres conforme nos
:ezs '3 r e 1 1 A.
iiçc-?,da-sz que as l w a s das saparas do freio sejam substi-
tuidss quando a espessura dos mesmas. n a centro das saparss
tiver redwzrdo para ,062 i l i l 6 3 polegadas
(1.6 mml.
(Veja item ? 4 A'
A BARDELL? BORRELLO E ~ R O I : E C Â , I ~ ; C A
- S A . - BEi. fi.3 ~ E S h n w c e eo rn-rmju LIrasi!eND
uma vasta itnJhz do f f ~ o s el~iomagn&!icos, utcn-
dencio aos n : a vanrdos S E : ~ T E S de apicaçdcs
hdustnais n a t ~ o s :
o Sene F e FT jd2 sapata)
e S&e FD (3 disco)
Srne FC {cr ~i?am. iiw siCIC&rgiCO)
A BSE G.. 12 CI i:miomigng:a a ! i , ~ ~ n i í l ç d ~
em correm rig:?màD3, ncnoids:ca e fi.Wsicq
p m os Ir~*cs d ~ s srrics F e FT, e bnfes do
ahmentaçdo rc:Axdoras para os das sdnés FD
o FC.
SÉRIE F e FT
tas-para tmerar a paira.
Tende da stimrntaqáo: 220,300 ou 440 V
Frsqii lnt ia: E 9 hr ou 50 Hz
%.O rnlxirna da manobras: 15Bl300/ hora
'Bw F - Monofdsico
npa E7 - Trilastço
Escolha dos freias
r 1.5 - para trsias, do iumvirnanro e Translaçlo
r 2.5 - para freios da E : c u ~ ~ d a
Cãractcrirticaa Gerais dos Freios I= e FV
dirnensòes ex te rnas
f-rç-jus rnonof&sieas
freios
t CENTRO ix FO~:XAÇ&O PR~FISSIONAL - USI~: :F~AS x?f - ET?~-ZIT x ficr21I;LC RCE : TILIG,J , -- ,-. 4- L k I i , C ~ , ~ d l c i t . C, UCa/URD/ U30C
0 s e l e l r o ~ a o n e i o s BOE 390 conslifuicios
de bobina e flucteo de circuito magnbticcr em dois tipos:
r Seric h4A - Moro'as~cos para freios tipo F
Características Gerais
BaSins
E ~ r o i l r J a em fios isolados da classe F com irnpregna-
çáa cspeciai (?e vernizes epoxir lcos A s bobinas dos
E4lTCT23flt!OF. t r t i . 3 ' 1 ~ ~ ~ receD?m. a n d ã uma Cama-
da d e f,berglass A soSreicvaçdo de temperatura e da
classe B.
NVclea
tamrnado, crn chapas stlicioças com alta permeabtll-
o i d e i-.ai;n?rica A seçao de ap l ra dcs nucleos e rim-
piamrrtc CrrneTs on2Ga. rcZuzii;do &s deformações du-
rante as manobras ds tzcharnenio.
Pcoteqáo
O s eietwrnanneros 63 Qerie M A [monoí6niços) 530 de
ç o ~ ç t r v ç ã o 2te.;ã (1P-03 PSPiITJ e cr- da serte TP (tri-
fdsicos) saa proregruor contra pingos (IP-22 ABNf}.
Sob corasuita podem ser executados modelos prova
d c poetra para lunc~onarnõnlo ao tempo e à prova di.
explosSo,
Amortecedor para os Etctramsgrietor Tritbsicor
Tensão de alimentação
Tensao: 220 V, 360 V ou 440 V
FreqltÈncia: 59 ou 63 Hr
N.O máximo de manobras: 151) por hsra. com 50% de inlermit&nçiã.
Ern c?so d e nUmero de mznclros surcrio! a 150 D o r hora, soticitamos
wnsultaf ~ O S S Q desar?amen:o ternica. .
1
Eletromagnetos Monofislcoç
--
TABELA DE PQTENCIAS
TABELA DE POTÉNCIAS
OS freios d a $chie FC s53 çotiâiruid~s com dimr?ns&~
Y ~3r3cter1riticas de ~ C O ~ C I Q ccnl a nsrrn; AISE S i k K -
2 - C W n.O 11, Cresiinarn-se. pr~nç:oaii?sn:c. 3 aaiica-
Ç&S Sdè.rurgicas e S 1 ' Y i t i i l s Pcr23aS C q u i v S I ~ n l e ~
F'oCcm. ser act3~i;doi 3 h&. , . & L ' ..bi..ri~. F.*Ü:DICIS : ~ C I I S : ~ ~ I S
oa Co:rcrktr Con:;nua ou AilcrnaGa o u dirctarnente no
etxo do e p u : p ; ~ ~ e ~ l o acionada.
Con~lruqBo
Em ferro noifular de alta rasrslencra nt-cdzics Prole-
t z r o i 0 m r l . r u z ~ d C nii,neio (li pi2,35 e lonas ::c~irientçl
ro.n'2vlueis, sirnpiitrcando sot>remdoeir*l a msnurcn@o
do freio.
Afimenlnção
Pro3rías para a l i r n r n l ~ ~ 9 a a re!a em 230Vcc, para apii-
czyEcs em rctir-e ac. 3 hc-n: t har2 ou 1 /2 hora em
e x c i t q c o corrc.iccnsi?n:e Sarie ou Shuni .
-.-, -7 " " .h -*. %" *,$ ?i~,"'^"-,---~-
t j , 4 ~ - : : r z c ~ 3 ~ . ~ ; J !~~..LAALC~
k" :"SI C 3 1 RCF.: , h%-:,
?S... -- ,, , v n. --
~ i , ,. , LU. _->c:~:I CII 3 X UãMJK36UECF
Tabelade Conjugados - Polias
isslaç5o
Classe F e sobr~tevaq5o d a classe B As bebinas $30
Cf-".:? !'+ For w' '11~ i~s t l s~cci l j i i q r u p t i , i ~ ra:a o cl<+
rosa iroplcirl.
tF -d4 ~ e d e w J o *c? fo~ncçido corri prctrr;ho e ~ y c ; ~ !
p a r i t i 1 ~ l i í 3 j 5 1 Q ' l cif^liiCni?f: C C I ~ ~ C ) $ : L ~ ~ $ gu Inrir:timtls
(Gtrrd IP-54 i?- i5 5ii IT"-t.,C\ c:, n f rcv. : Qc r x g i o p . 3 ~
phfiçada e n v~rtudc da f3cd extrat3o da bobins quc: B
ejeiund: atraves da airouxamenlo de dpenalr um para-
!uso, n e s r r a v z l d ~ - s i . dessa fwma. o trela scm prqul-
ZJ da sua reguiagem.
fensho de ~atirnentsiio n'evtsta para ZSQV, 38OV tl
440 V ( r n ~ w t a s i c i ~ i padcndo sc- a:ir-reniads d<fets-
mente C13 rede com a ~ l ~ t i i c b r f l ~ ~ ; ) da for:t' de nitnwn'iqSo
elerrtjlica 1nsrala3a na caaxa d e icrmin3i5 do rncglor.
preso entre as lonas [F) ~i&urtanenrncnte o ~a7 :o r 1
rincipio de Opcraçso energ~zabo e o etxc c; r3 ~ i i r s *n te? t~ A r.< ! r" ; L
wanda a tençãc e aciic3:a a bob 18 ao freto (L) se cstli Ccmi)r+rrda rc's c s c o mri-ne:2cn i31 c ' " ".
Tergtra e d l r 3 O 615~0 rnr lsnt 'cs (O) tnn!ra a car - quando a bobiqa e dtssrerqrzada e acrn ra as r r ? ? s et
q.1 (C), I~bere lbo O citsco CP t r e i a ~ e m ( 2 ) que Iricçao contra a çIir;co, freiando o rno:or
w i õ i ~ c o Hanga
R - T~rante
P - Lona
I - Entrefarrb
@I - Bucha
IE - Cubo do disco de trchgem
L - B u b m
f - Dtm? freiagem
Escolha das Freios
A escolha do Irelo 6 feita pefo conjugado da motor,
procedendo-se da seguinte larma:
Igual ou supertor a 150°a do conlugaúo nominal do moto
Igual ou superror s 2C0% S a ronluflada nominal do n?O!C?i
Igual ou superror a 250% d o canjugada ncmmal do matai
ObservaqSo:
S~slema va!ido somente para os casos onde o Gil2 fra-
cionsbo nzo e S U D S t i O ? ao previsto pela notrnn ABNP,
Em casos diferentes. salic~;srnos consul!ãr nossos se-
tores ccmercials e d e engenharrs.
FREIOS ECFTROMAGNETlCOS. PARA SERV!CO PESADO Eh.1 PONTES ROLAS= {tipo sapatas)
S C R l E &Rhi - Coni bobina rnonafaçiça, eons l rucIc aberta: I 1 0 otr 220 ou 330 ou 440 V. 50 ou 60 HZ
$CRIE õRh1,IF - Com bobina rnoncf5sica. conslrução blindada: I t O ou 220 ou 380 ou 460 V. 50 ou E0 H2
SGRE XiRT - Com bobina triiisica. construç5o blindada: c i m amertncedor pneurnjticci. 223,'380 ou
. 440/760 V, 50 OU 60 E(Z
SPRIE BRCF - Cano bobina d e cor rente continua, construt$io Elindsda. 115 ou 230 VCC
S E R E BR - Tipo sid~:Urgiro conforme normas AISE n: f 1. com bobira de corrente continua. 230 VCC
Figura 30 - Incorrato Ftgura 3 0 - incorreto
Figura 3Ç - Incorroto
Poitn
Freio
Daçgõsrqs anormais do lona3 s cem*
n c n l ~ s meca ~ c o z ; (ornn5. r??~Ika%, @!C 1. fW-
nagena tnr<rei+n:a~s. n c m dti tw pw&~ivut
ruptura no eixo por tadiya
O giro no sentido horatm aumenta
gradat~varnenre. o momento de Ire-
nagern e v~cc-versa.
Figura 6
O controla & feito através da escala
graduam que se encan t ra no corpo
da moia n.O 6. (vide Detaihe "A 'i.
Oetafhe "A"
DETALHE 'A"
Nata: --
Posiçáo plmomento
m3x1mo
2.5. tns:alaç2o Elctrrca
Antes d e fazermos a l q a ~ % : , d o EL-
ORO. e importmte verdic3r se a ten-
sào da iicha e a mesma da placa de
rdentifrcagáo
Nota: -
A var~açso de teri:;ja tem de estar
dentro oas padr6es ectabelecrdos
peta Norma E812.3 da ABNT.
Os freics EMH s5o fornecidos para
operar em tres tensóes drsttntas 228,
Y60144C V 50,60Hz
OS motorcs podcrn ser fornecrúos
em um3 03s tensoes c~iadü$, confor-
me pedido do cl~ente.
Se a cl iente n5o indicar a ter65a.
os ELD90Ç serão forncxidcs pari
440 V. 6OWr.
~ ' s e g u ~ r sã$ aprerent~dos os olanos
de ltgaqao nãs placas dos EtDciOS.
LINHA UNHA
PosiçSs plmomento
mínimo
3. MANUTENÇAO
3.1. @trucóes Geras
A. Ê importacte ressaitar que quaiquer
comp;man:e .;u~i,:ituido Cova ser
genuíno EMH. po,s si: ascrm Irca ga-
rantido um funcionamento perfriito
durante fungos p e r 1 0 ~ 3 ~ . mesmo
com O equ!p;rnento -.u-imet!lo as
mais severas e aaversas conaqbes
com um rninimo de rnanutençào.
8.0s freios EMH r?áo requerem manu-
tençào especial.
É apenas aconselhavsl uma des-
montagem cornptita oc irem I -ia
vez por ano. p5r3 u m i i n ' x i c 7 .I
dadora. Y P T I : I C ~ C ~ O de evcncuas
desgastes. rratammto dos pt 70s e
furaçócs c 0 9 graxa M o i y k ~ t s G . e
o conjunto da no ia com graxa
Nessa operaçáo o ELDRO náci deve
se? ~berta. sequer para vzriftcaçáo
de 0180.
{ver item 4.2).
C. deve ser vertficoda periodicamente
rt distãncia er,tre a tala de pressão e
a carcaça do ELDHO.
Atenção:
A regiliagem da Fofça Ig) é neçessá-
ria quando a d~s!ãncia entre a taia
e a carcaça do ELDRO tor menor
que 1Gmm.
A regutagem deve ser feita canfor-
me ifem 2.4.
3.2. SubsrituiqSo das Lonas
O desgaste das lonas não pode che-
gar ãcr ponto dos rebites danifica-
rem a polm
E desça forma. a espessura "e.' da
lona. deve ser rnator q u e a d~%ancia
"8" da super i ic~a mterna da 4ona a
cabe~a do reb~ie, (conforme Figura
7).
Figura 7. r
tona conforme a Norma DJN 15435.
Rebites conforme a Norma DiN 7338.
A Tabeia H fornece a s dirnensóes e
a espessura rntnirna d a lona em fun-
H0 do diãmetro da polta.
A N o m a D1N 15435 niio rnefur estes d&-
rnelrgs.
pnrn $0 prc)ce&+f a trrrcù i i r? aleo dn-
vt?.w r+" 1,fd; 0 ~ G I ' L L I i?<! cr?;:h:~%y)To
(nu rupo 6o ELCi!C?i. tt o i>j;,aca -0
Ccnlro'c d e navr3i (r?,? i;rirr,il dii Et-
m0i Qws"in para ba'xo. dr moao
quP 0 fura d U C t i l l i r O r e de: nf~Lrl QBT-
mzta ~*i>ltdt:i.; OU i l r
V g ~ t t ~ w rrrtm Q k i i ) iW plar& gasi-
$&a I I Q r 3 i i P 1 E' ÇOPtil't"ld * W dh0*n C 1W
&te O niuol 690 furo p;ro íantrak
a. Freios de parada ou de seguranqa
Freias dc parada o u trecm de segu rança , são freios que devem evitar u m a aceleraçfío dc um eixo de uma
máquina o u um equipamento q u e esteja parado.
O momento de freriagem da freio aplicado, sempre e em todas as c o n d i ~ t i e s , deve ser maior do qile o
momento acelersdor d , ~ maquina, o u <!o equipamento q u e e s t q a parado. Esta acctera+ pode ser pro-
vorada por: wbrdyùes, ~nfluencras do vento e etc.
M, freio 2- Mt rniq
b. Freios de aq io
Freios de aqck sáo freios que paralízam em curto espaço de tempo, eimsde máquinasou equipameritos
eni movinicnta.
Nota: O i a t w "C" para sistemas dc cfevnção, deveria ser 2,s e para transfaçso etc., nprouimadaoicntc
1,s. O fator de rendhmcnto do acionamento, e nsiderado 'R =. 0,8.
. I P
Mt freia translnçáo 2 9350 -
n
f rfi c a w bc pil~ites r ~ l ~ n f c ~ ç rara ~ i d ~ r U v p r a i c ou t ras , i n~ ta faq i i c .q crn zcrii<n pc%k,~di~+ c rpcon~c*nd,lrica n . 1 ~ 3
ultr~pasiar ~ I g u i ? ~ dacIr)4 C d r x t t ' r t S t r c o S , OS qunzs coiistarrl nas t a t w l a ~ 1 C 2.
Figura 9.
Tabela Vt
1 i ICONJ. "A-" 1 CONJ DA SAPATA CQNJ TIRANTE ESTIC
6. SOBRESSALENTES
Aiem das regui.igcrs poriodtcas iixl~ca-
das no t1Pm 2 4 . as sobresalentes ne-
ceçstirios sáo
- Conjunto das sapatas com lona
- Lonas
Exemplos para determína@o de freios:
onde :
onde:
co ;tarite, resultante da pressao especif~ca cntre a lona e a polia,
v y i d a d e superticiai da polia c fator de atrito
i
diâmetro da polia de freio Em]
rotacão do motor (polia de freio)
A rotacão d o motor, pode ser reduzida eletricarncntt, a t r a b w (ic
sistemas adequados de rrenagem antes do trciu e n t r ~ r t 5 n i . r < i i i
Infelizmente, poucos são 05 operadores de pontes rol jnrcb~ r ~ i ; ~
aproveitam esta vantagem, e por t sso . ror ekùboraria Tùi>r*i,i 2 Jr).it-
xo, considerando-se a trenagcm pelo5 freios 6c duai * . l ~ , l t . t s w i r i
ajuda do slsterna eletriço e com uma \elocrddcle suprbr-.ir.icrt,il 3 ri+*
1,s x a velocrdade .;incrarna do motor. O tcrnpo d c pdr , l i r~ r*c<t13.+.
derado com 0,8 seg. Caso a vetac~ciade supcrsrncruna, i i l ir , i ia , lc \e*
t,5 x a veloc~dade síncracia, e necessario um re~alçuir, çuid.iu~i>~ >
dos valores p v p .
TABELA 2
Mt permitido E n 3
c. Freios de regulagem
Freios de reguldçcrn sao freias que mantêm uma determinada veloctdade inierrnediaria,
Freios para ertcs caw';, precisam ser caltutndos c u i d a d o s a r n ~ n t e e eipecia l rnente, ca50 por caso, pois,
levam-se em constderafiio as seguintes condrf.oes:
* velocidade regulada
* poténcia instalada
* tkrnpo de atuacão -
* condi@es arnbientais
TABELA DE ESCOLMA
9 '"v
"\, +
1
w. $
1
3". {< -- % . i --* " ' " 8
'*
C"a% -%_
i -
'%
"r Ci
A a t i r r r i r r ~ CIJE PIC~PII:JI do freio t3 f e i t a psr um a r i o n ~ d o r e!e:rwca?
t r í f u 3 ~ <,te , qrraiido f *;dllcã, devwt l i a sua h s t e 14s J C ~ S da u m
birtr ' r iu de 411$%Ji ( i * r ~ ? t e ~ , mona do^ por u m ~ C ~ U U ~ P W rtwror, em
apo$i& a um car?+fi!o dc moias dentro do prupr is a i i onse iu~ .
A figura 2 ilustra o modo de operaçk do freio SkIAR:
Na parte a, o freio É mostrcido aberto, carn a mc!ar eneri;iscdo e
a polia f;ber;ir?a. N a parte b, c, freio e rxostrado fechado, ccrn o
mamr de:lipdo e a polia presa gelas sapatas.
Wrn pequena mcuor trif6sico ( 7 ) a c i m a um conjunto de massas
girantes ( 2 ) . A ~ C Z O centrifucp resultante do giro destas n:assas 6
trm-sforrnad:, numa forca que , apitcada $ haste d o acionridor (31,
faz com que e;ra se ievante, em oposição ii força da um conjunta
de molas 141. 0 desiocan~ento da h a ~ t e da acionarlar 6 transferido
As S S ~ X ~ S do freio 15), arr;lvGs cie um conjunto ds alsvmcas 161,
fazendc cem qt;o as mesrnis se afzstern, literaridc a polia (71.
Esta P a situafZo n:ostrada na figura 23.
Quando a motor 6 dsslijado, a açào centrifwja das massas girantes
reduz-se gradualn:un.te à incdida q u e a sua veiccid,ii:e va i dirniiiuin-
do. Ao mesmo tempo, por Z;$O do cunjunto a e moias, a h a m do
acionador vai se ~ecolhesdo, p r w ~ o c s d o o ?e.cban:mtn d ~ s sapatas
que, por sua vez , a;,licarn d polia um csnjugnch frenrtnta. Esta d
a $jfu~t$f0 n;ost:ada na f isura 2b.
freio
de duas sapatas.
A Seleção de um freio de duas sapatas deve ser feita como %e segue:
r - Determine o tipo de serviço tia qual estar4 submetida o freio.
A tabela 2 poderL ser usada como a r t e n t ~ ç h gerai para a d a s i -
ficação deste tipo de serviço, que poderá ser Iwe, m&dm au p e
Mdo.
b -Determine o conjugado de frenagen a ser exercido pelo freio.
Se esta conjugado n20 for conhecido, refira-se ao item 6, onde
$e consideram os attilrias gerais para a determtnaçJa ricsre
conjugado,
c - Selecione na tabela 1 o freio que é c a p a r de exercer o caniugado
de frenagern requerido e Que se aciapre ao tipo ds rcrurco r e q w
rido [colunas 2 e 15 I.
d -finalrnenre determina-se a forma con~trutiva que melhor
adapta ao projeto, que poder2 ser uerttcat iíu harrronrat,
A% dttxensefix dos freiar ko~irontais esrsu c-ri~cianaçfa.j n a t a h h
3, s a dos fre~os veríicilií est& rehctonãrfd~ n~ tabela 4.
TABELA 1
CARACTERCSTICAS TÈCNICAS
h. *, J., h v:
w a o o -
7 c !C *- m L:
-: C", +-. N .-7 r:
I).. Q O G C
L 7 3" 'q c?, q .1 u2, 1 !,. 5. i 't -3 1 c-" .; -> e, -7 r:
X j * ~ : t L . . - U \ < Z N - - -"r% l I x < % ' , C . . " " O - C. i . r --
* . . i r r x * T i i r - ! * * . * * i n * * * ,
N II I.* e + . - :., c. f rr n r< -. <, - 7 % o n'. r , m --i ( 9 r. -, .-
i I i
TABE t A 2
s~nviços rrhiços
C t A S C S @E SE RVICO 7&'4CAU PARA R L G G h S TIPOS USU*ll?i DE EQUIPAMENTOS
iYPiCAL D U W CiXSES FOR SO'fE USU4L EOUIPAFMEN'FS.
CLASSE DE
sEnviça
Wmh-Shop anú Stwe
C r r n a - Nwmai Uw
Levanrarr~snto
Tnnslxão da Ponte
franria~:a do Carro
Nwting
Long Tnvd
C r w Travei
tlasvy ih'arkihop and
Erilctian Çrann of Man
Thon 5 ten.
Lmntarnenm
Tranwâ;$o da Fonte
Trsnriiit&o do Carro
Hointng
Long Traval
Crau iraval
MBdio
Meii!o
LNa
htsdium
M&ium
tighr
L~antzmenlo
Tramlaçdo
Gim
bn(a
Hairting
t m g rmo
Si#ng
Luffíng
Pesado
h? Wio
hl4r*ío
Mddio
MMio
úr& - C r m a Hoiiting Wearl
Cloríng Mniium
Lonp T m d Medium
S d n p Medium
Luning Medium
Fonrn de DaMrga Lrvsntammm Paiado
F ~ h a m a n r o iTeoaz1 Pesado
Transtação da Ponta MWio
frwndação do Carro P e ~ d o
Giro MWio
Unbum ~ r r n ~ npiríirq
Ciorrng
Long Trwd Mçdium
f r a u f m a l
Ponrra Sidarúrg1c8 Lwaniernmto M#IQ
Wm tm frlndr 70 da Ponrir hlkdio
Tnnslqao do C a n o
Pontn %c!@tui) i~a). Uso Sarem,
Fanrn w Garra. P o n m Mirtundoru.
P m r n d. F*n*ia
Hoirting Medium
Lanp Trrvsl Medium
C r o u T m I Msãium
twantdmanto
T n n í l d o da Ponn
Tranzlqãa do Carro MMio
Giro M&io
W ~ N Y S w h w r b CRMI. Hoitfirrp H t i r y
Cirw Crann, hlrrci Cnmr, t a i g Tnul H s n y
Llcti. Crma Crua T m J Medium
Slminp Medium
Ponra Estripaorm, rum mmanro Pa*9ae
Ponra hirmentiirJrrrr. TrensLaçLo da Panie Pmda
P o n m dr Pcqa Yranrlda d o C w o P..ada
Gwo P d o
Ea- Pinida
Llnpii Punada
Hohíinp
1- T-1
CrouTnvr(
Suwrp
S ~ P P ~ W
TCi f l .5
a - Cáiculo preciso
Para s perfeita determinação do conjugado a ser exercido por
um freio de duas sapatas deve-se conhecer perfeiramente as
mracteristicas do equipamento no q m l o freio serd aplicado,
bem como os requisitos particulares qus deverão ser atendidas.
O processo gera$ consiste primeirameme em se determinar o
momento d e inércia m a l do conjunto a ser freiado, referido ao
eixo ande se acopia a aolia do freio lincluindo a própria polia,
motor. redutores, carga acionada, etc).
f rn seguida consideram-se as necessidades particul~res da rnfqui-
na, tais corno espato e tempo de frenagem. patinarnento dç
rodas, balança da carga, produçzo requerida, etc. e em fun&
destes parametras, determina-se .a demxleração requerida,
Conhecidos o momento de inkrcia total do cmjunto a ser frei-
ado, referido ao eixo onde se acopia a polia da freio [.I) e a
desacderaç% angular requerida neste eixo ( & I , determina-se o
conjugado medi0 d e frenagem requerido (C) , mediante a equa-
@a:
A seguir, determina-se que parte deste conjugada dever6 ser
suprida pelo fro,o, descontando-se o conjugado exercido pejas
forçai de atriro, considerando a ef ic i incia mecânica do conjun-
to, etc.
Definido esxe corijuçado, o freio adequado poder5 ser seleciono-
do, conforme indicado no item 5.
As normas aplicáveis aos equipamentos que se utilizam de freios
IAISE 6, CWIAA, eacl, freciuentemen:r fornecem critérios bas-
tante ~ i n p l e r para a de:ernitnacZ< :o canjug;óa namiiial do
freio. Assim, todo o exaustivo e R e i t i sempre exequivel trababo
acima referido, pode ser substi:uido for critsrios seguros e com-
provados experiinentalmenre. :
Geralrnrnte, o conjuçado nccesshrio 6 sirnplerrnente determina-
do por uma parcentdpn: iinc'icah Dor e s t a normas1 do cunju-
gado nornip i do motor em cujo eixo se acoph a polia do frei^.
Conhecendo-se a pot&ncia nominal do motor em kw (P), a sua
rataçáo norriinal em rpm in) e o percmnrat indicado [ % I , o
conjugado ncrninal do freio em kpm iC1 pode portanto. ser
catcufacio pela equaqão:
Definicfo este conjucjado, o freio adequado poc(erá ser seleciona-
do,-:onforrnc indicado no item 5.
onde:
C - Conjugado de frenagem requeride em Kpm.
5 -Coeficiente de scqurança, sendo sugerido a valor 2 para
levantamerito e f ,G para transiaçdes.
E EficZncia mecsnica rio equipamento a ser freiado, estando
usualmente entre 0,8 e 0,9.
P = PotEncia nominal do motor em kw.
n = Rotação nominal cio motor em rpm.
Definido este conjuoado escolhe-se o fr-eio adequado, referindo-
-str A tabela 1, conforme descrito no item 5.
TIPO [ dy
FS X1OA
2w
FS X M B
i
f S 2 N A
2%
FS ZWB
NOTA: h d i r n e ~ d e s contidas nana t856!aesf% w j ~ i z s O riteracbe sem aihio wtsh
<:I <,*' ,,-; *,I' ,.-i 5 - - :. - . , 'Li <,: . , c - ' - . , <. / :.- , " . I 15 -, ;,. , q . r ,3 z,! -<; :L:' L> 5; L3 2 - ,.. . . >
<. I ", ,. .- t? - 1 . . -. ' - : - ' -
" - -, 5- - , - ik r, > a L - < , L c, +& :., ,- .L" :";, :L -+ A ?- I-; ::< ,u- \: -- :- I ,2 i
--h- h .-L----C--.- -4 U 4 . . . '.I ,.I ,r' . P \ ' " -
L.> ."> . . L , , j h : . ' 2 , i;: ; i..:
i .."'. -:i -7' CI jLS*<, . -. ,
, c .-. -:^ ,ii i ,.- .: L? $1 S - , ;' +.. C1 -i LI: r - -7 - 1 i'? "- ? - ,L ,,-' L. .,:i u C,' ?"L. . , ?>L ,-.-,,.I," T:<-- ~. :- L'-
,i ;i .
: : " ; . . . " / A :- ,.".
: ~ - a - , . L.. r - - , k c ,
Pelo n e s o F r i n c l p l o iuncionni. o s zacncos h ~ d r ~ h l l c o ;
i*
zxçsdos czri of fciran cocanfc;bi O ~ , - i c n c o possui, p a r b:iixú, um
c l l l tx t ro com 2.: pi.;t?o ( i . i p r a 7 ) . De o- l i ido , l ?j:n<lo ao
C
a p o i o , p;ra Icv:ir.ta:. o vilculo do o u t r o l odo , a l i g a d o e
no pcd;k3. I ! ~ z k e l n - ~ í , o 6 l c a p z r a o I n t c r l o r à3 ~ l k f f i i . ? f " ~ ) ~ ù
LI
q c n l untno c-pxrx-3 O DPL?IO> p ~ r i i I c v z n t n r o v l> !cu~~ . %
d a bor:bcwAn, o poilnl dc::locn-ac t ias 20 ccr . tkc t ror i o 0 a
Ii
p i o , J ~ E I I S S al.;i?nsi ST. ccriyenra;.m cor: o pir,:;cno @-for$o ?
quo a p r r n s capaz d c f n z e r , p i a - s e lov:intnr iin peso '
U
\-jUO, di l*~iar ;* . : l" ,~ t iao 5 <?1*1;% lovni:t=,de, cbarx a c-pr': 0 h ' , ~ f ~ r l ; . ~
" -.~.Y".&.,,*--*"*.. ., ~"- .-*, ~ " " --*~,-->,<.,~% ' * ~ ,> ' . " ~ . _ _ _ "r___*_* __*+- ll.+*i<-i--- I.i-Y'ei..*J*l- 4,.-.<h,.0."-,l-X --- .-.- .- - -1- C.. X I F -.....--"IL
a . . # ld ;s r r i: o p:* i r .c lpio do corr.nzo 2 :
qxm: er. fre:'cr, c n , cr. v é r i o s o. i tros 5:rtc:-as. T~~
pp€hl;a en:.:w c:: o u t r o s lug;rcs d j s vofci;lsS, ~ Q : - - J er.òrcU-
d;LX do ~ Q c i ~ r r c i o h lrlr<l~i 1 f cn,
é que, se
as quatro
todas
sodas
Mais adiante, volt arelios a e s t e sisteca. Antes porgn
p r e c i s a o s os tuàa r mis alguns conceitos relat ivos ao fun-
cfonaxezto dos freias.
Quando se p i s a no p e d d de f r o l a , e s t a cosprine a
plst& ds w c i l i n d r o (cilindro-zestre ou "burr inho*) ,
Fama-se aççir, uza prcssZo no &o usado cozo f l n l d o f.l1
dr&lico. A presszo propaga-se por todo o sisteza atravgs
da tuSçlaç% existente, e c k c ~ a 1 s rodas. Ex cada roda ,
E u
ha ux cil izdm a u x i l i a r . Quando a pressao o atLnge,enpur
*a o p i s t ã o exis tente no s o u i n t e r i o r , o qual cor?r ino
as duns sapatas con t r a o t a b o ~ , cuantto s e retira o pt?t
do podnl, u z s e o l a af cxist-nte, e a p r Ú ? r i s pioss;o d o
Úloo, faz o pedal e t o d o s os pistões (do cilinàro-=ostra
e dos c i l i n d r o s secundJrios) retornarcn à saa p o s i ~ % 2
r i g i n a l ,
19). A mnrc;iç';o, é f e i t a apenas no cilindro-eestro e em uma
das mdas, para nzo coorplicar dcrnais o doseslho.
0 s valores rzârcarlas em u m dzs r u d ~ s S% os m s m s
das olitras c , p o r i sso , basta marcar en una, para saber o
que acontece nas outras t m b &
O pedal possui um. relaqão de 1 para 7 , i s t o 4, o com
primento da haste do pcánl 4 7 vezes maio- do quc o conprl,
mento onda e s t á o pino do ci l indm--iestre , I s t o s ignif ica ,
taibó-, que a f o r ç a a ? l i c i d a no podsl r20 ffriio ser2 ~ c u l t i -
p l i c a d a por 7, ao ezpurl---se a p i s t z o da c i Z i n d r a - ~ ~ ~ t r e ,
A s s h sendo, se, por excnplo, se pisar no p e d a l coa I.J
na f o q n de apenas 10 q u i l o s , e l a será snxcntada para 70
quf Zos, ao zt. empurrada o p l s tzo C e c i l i n d m ,
A forqs do 10 q u i l o s e bem p q u c n a e a e s t m o s consi-
derancb a3cnns como UT: ~ x e z p l o . h.3 ver?'tidl cz C ~ S Q do r12
c ~ ~ s i l ò z d r , c! zcturista . -or,;rgug e z w ~ z : ~ C ;te;*I csrr. WG
C fcr;a s 2 3 e r i 3 r 2 2% ;i; 52 ? U ~ I O S . :ioí:- - 1 : ~ ~ E 3 2 2 3 > as
-' ' ,
FREIOS DE A!JTBI:QVEL
* O c&cu lo ca src içso faz-2s serGprc d i v 5 2 L ~ U a a for-
qa pe la i r e i . >o nosso c x c ~ l o , foi o que PIZC-GS : div&
d 9 c . s ~ 70 q u i l ~ s pgr J,? C C L - ~ . ~ - C T Q S qtmQl'zC3~ C c b t f v ~ -
7
c-as 20 q u i l o s pp. cont!u.otm quadrada (20 Kl;/cmLl)+
CENTRO DE F O R F ~ A C K O PROf-fSSIOfJAL - U Ç 3 H I N A S
-e
REF. x I PAG. 62
I.EC%Y I C A FREIOS DE AUTO?;~VE;L -
UOR/URD/URDF
AS sapatas possuem m a mala que as puxa de volta pa
a sua posiszo de repouso, ass im que a pressão no flui-
do h i à r i u l i c a deixa de e x i s t i r . Essa mola n& prreissa ter
grmãe capacidade,
#
Ressaltaz~s, atras, a a f t ~ p r e ~ & que o sistema de
freios supor ta , e na exeeplo en qucsk% cstSvaxas traba-
Ihando coa pressões de 20 q u i l o s p3r centiaetro quadrado.
boa -c esclarcçams que pressóes b e ~ maiores do queg
e s t a ocQrZ?en norsalzcnte , no ç i r t m a de f re io . ~ r e s s D o ~ 9
de 100 qui los por een t fue t ro quaórrdo ocorrem con frequõQ
cia. Isto corresponderia, então, ?i pressão que exis to no
mar, profundidade de 1000 mctros. Nen resno o s subcnri-
;nas chegm a e s b profundidade.
B
Alguns ve í cu los te^ o s pistges dos c i l i n d r o s secundz
rios con s e ç s e s d i f e r e n t e s en cada 3zdo (fig, 203,
F i g . 20
C
consequ^cncia, a. sapata que lhe correspondo encostara no
tambor do f r e i o a t e s da outra.
Resulta d i s s o m a as% por degraus: inicialnente, a
do f r e a r e suave, mas, caso se p r o s s i o n u r a i s f o r t e
a p e d a l de freio, antão a pressão do f l u i d o hidr&lico
aumenta e as duzs sapatas passam a tlsegwnr'i o t axbor ,aa
mcntanda a aqão & frear,
Ci l inGro-Xes tro
Esquernatieazente, tratâ-se de uc; ci2inBm ec; cu jo
i n t e r i o r iui p i s t z o , corandado p e l a pedal de f r e i o , con -
CI
prime o óleo. I? bom qxe o aluno nao perca de v i s t a e s t a
construção e r c u c s ~ t i c a , porque na canstruqão r e a l os com
ponentes pode= tamar f a m a s diferentes e d a i r e s u l t a r '
alguma canfusão,
Na figura 21, aparece un execplo t f p i ca de c i l i n d r o
mestre. Frocurc I d e n t i f i c a r be3; o s c o z p ~ n e n t c s , part ~ C U -
larcente o p i s t ã o e o c i l i n d r o p r o p r i n r c n t e dito.
C Na f r c r i t ~ da p i s t z o e colocicia uza g z x c t z dc k a s r s -
Cd
cha cuJn Tuxi;:io l o g o será cstuùadn.
mo:
quando o r o t o r i s t a r e t i r a a do pedal da f r e i o , di,
ninui a p r e s s h do f l u i d o e a oola das szp;tna puxa-as do
wlta à sua p ~ s i ç á ~ i n i c i a l * Elas conprincm os pistões e
estes e x p u l s a c f l u i d o , que retorna p a r a a tubulasão em
direçzo ao cL12ndro-ne stre,
Moia do Esxrlar
i m b o k
As sapatas são as duas peças de asa que a s c i l indros
das roEas ezpurrm ccontra o tzzSor (fig.25). Sobro as dg
as %patas s k ~ c ò i t z d a s 3 5 ~hi?. -a6a~ " lonasw d e frcio, As
"lonasN e j o tiras de r i t e r i e l espcciril, r e b i t a d a s sobro '
as sapatas. T r a t a - s e de n a t e r i a l especial que deve r-is-
iL
tir ao enorire calor e esforgo r c c t n i c o que surge, quando
se f r e i a o carro, En geral, c o n s i s t e de -ma z ie tu ra dc
cinquenta p o r cento de a i i a n t o , qn'rizo p o r cento do age-
dão, v i n t e e cinco p o r cento d e a r a m e dez por cento de
um f l u i d o de iapregnaçõo, para grtdnr t i d o isso p o r f e i t a -
raonte,
CzfiT: ;;'): C);'; FQ[.I;,:I'.C;:Q Pi;íj;'t:3$tO:!i"tIII - tEf i - I :?!C*$
------- --- --
y8;;{ - ; . ~ , ~ . ~ ; i ~ : * : : : ~ y - ; ; ~ ~ *'L. 3
OS ..."
J I T ~ I ~ . * ; X ~ ~ I CA . uZJ- i iJ~,?JLS;1;3/ l . ' . 'C2 ----
A Para instaraçao do [rcio deve-se pro-
ceder da segu nt? forma:
{Conforme Figura f ) .
Remover o Pino n O f .
8 i3cs!ocar o brzco <I?+ ;I P O S I Ç ~ O "B",
e posicronnr o irmo di. forma que a
tinha d e criiilro tia ~0113 coinc~da
cain a linha dc cc-~irs do Ircio
C 'dotiar o braco ate n puslçau .A" e fi-
xar o pino n." 1.
Figura 1
8. Fixar a lalg3 ~ ' g " atraves das
mesmas porcas (2, 3).
C. Encostar os parafusos n." 4
ria base "8".
Figura 2
~ f h , t l ~ i l r t D I FOLGA g
imm) frnrn)
125 1 .o0 - --
1 GO 1 .o0
2 4.2 PAR:iI_ECISh?O DAS SAPATAS
f?egglsgcm &J sapL,l?s para que
na0 hs;a n e n h u m con:,r!o d3s me$-
mas quando o pcdnl 1150 estiver acio-
nado)*
Nessa pos1ç5o a força do pedal faz
com que as ~ 1 a p ~ L x prcwonem a
polia,
B. Encostar A trava n * 5 (Fqura 2) na sa-
pata c frxar o ~ C S P C C ~ I L O ~ X ~ U S Q .
Figura 3
Tabela f l
1 a B C r n ~ n
(mm) (mnt [ m n ) (mrii)
125 3.2 8 3.7
$60 32 O 3.7
Para sub~ t i t u i ç~o das lonas. proccder da
segutiilc forma:
(Conforme Figura 4).
Figura 4
A. Cor11 o cmboio cio ci'ti:<fro na pasic;io
infcrior (ircru IjiPcrtuI f:>rnti.t?r as pii1o.s
n." 7 e Icwsr :i s ~ p s i d >:i. n pusrç&a '.C".
C. Concluída o stihc,titt)iç:~o, r ~ q u l ã í nova.
mente o freio çonforrne &tem 2.4.
4 . SOBRESSALENTES
Alem das i c ~ i i l a $ c w pcri$r?icas indica-
das no item 2.4.. oç scbtcssalcntes ric-
cesshrios s h :
- Lonas
- hfloIí.3
?;li"?ior: 3 91
-"-- *--.*-..-- - ---
DIZ a d i a , o: z i z t c z a s dc frcja
8 do, AI;u:xi3?::e:a@o 3 C . I m~:~:il;o-$c u:; a l t o ~ I ~ Y J
N 8 q u n l ii!~:t:i l ' o rç i c~ir?~;.:i:r paya co:-pyj,--:ip 3; c3
P 0 f rc: io t i 2 por d w i i snp:it::i; Inte;+als.l;u?n-
*
3 .TC 8 l ? ~ r k a : ~ ~ ' i 2 : : c ~ f i c j o ::3 g -.z:>ntLs s;i«
2 3 : ~ o ! ; % i * n a ro,ia, C r.>l:-\ i j . y ; i r : i ~ ~
b i U3 t:::::inj:o d, s:i~:ltr.. , : d? ~ ~ ~ , ~ : : f ; ~ ~ , ~ ~
-+ * r Al e g r a n d e , p : r h C i=:i:::;tZt1:ld7 p ~ 1 . x IIO:~;~ int;~i,r;i, Zno s s
devo p?ns : i r r;i~i? ."o:n :;c t:*;~::~:i.!o Y i c j cl??';:::: jh:l;j;i x 2 k 2 ~ ; ~ : : : ; i -
b*i - i. 9 3 W <l:idc ~ $ 2 ve; :~ i l i l ;ko ; O ~-2~3~ ;*;-;;~--q *+L 2; t ~ d ~ ~ k > : ; ~ . y + " i ~ ; ~ p ~ ~
C o slsti!::n u s l ù a n o s ni:tr>r:;vni>: 6 o r::e.;:cg.
& d i f e r - a--n-.s no fi.to d c c;re, c: v e r d ? c . i r : - ,~k ccc:,nlco ,
~ l e s p ~ ; s : i i i : c3:::li~ ~ i . i T I : : ~ : c ~ . li; C: ~ 2 7 ; tc:-ro O Q
: : r,"
3 5 73
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$.a c - . " . &.L y: ;L ;;
-r< za e c: F; I, i -. - ..-- , , $2 y.2 i-, ..- 0 , r ) 9 . r >
- -_r___
C E K T R 0 DE F D R F I : C ~ ~ PClOi" I S S I O N R L - U Ç I M I ? J f i s - -
REF t PfiG. Ga ----
P ~ & ~ C A FREIOS '93 A U T O I ) ~ ~ ~ ' ~ L i u o ~ / u n ~ / u n a r
-
C E N T R O OE F O F ; M I ? * ~ ~ P R C i f l S ç i O i ; n i - U Ç I M I N r l S
i ' ---
w
i s s o , aplique u m pyessio consL;znto fio pc2al .Ço
houver a l g ~ z n fuga no s i s t e n a , o peda l irá des-
C G I I ~ O *
Se houver f u g i , proczre-a in:cia?zente nos c2
l i n d r s s das roù rs . l e t i r e rç r o l a s e tnzbores e
czida5usazant e, v e r l f iquo cxia c i7bnàro. Zxami -
C Ci ne t z ~ b e z t o d a s 2 s linhas e cor,ix=ieç.
L. Quando o pedal dS ma. sensaqno czgonjosn, i s t o
r 4 e, p r e s s i o n ~ ~ d o - o ele cede coz xr.3 I c - r r r - s i i t e
e cia, nas n3o f r e i 2 o vexclilo, 6 izl!cio dn PPJ-
senya ds m 25 ~t~tezz ?,:&._;~s_cc , C:t?tije w3
s m g r i a no c i r t c ~ a *
4. Os c i l i n d r o s - m e s t r e s e os c i l l r d r o s d a s radas , qunndo
ses, devencb s ser guardados e r seco e arejado 02
de nãa haja poeira.
As pe,ns ds borracha nzo pode-. f i ca r e x p ç t a s ?i luzf
solar. E s t a as ataca, f ~ z c n d a - a s p o r à c r a sua e las t i -
cidade,
Sezpre que s: recsber algun cúcpsncntc da fcclo para
*
O m o t o r i s t a p i sa a o ped&l, m = s . o ve~culo $0 f sc i a
n o ~ s a l r c n t c ; 6 p ~ e c i s o p i sa r zais for te .
R E F . t PAG. qa
Podo a inda .ser causa des ta O ~ S ~ ~ U S % ) uza rcgulagcm ?
def ic iente 60 curso ILvrd; do p e Q d àc f r e i a ,
Freias regulados d e s 5 g u a l z o ~ t e s% a p r i z e i r a suspci-
tz, R e g u l e as sapatzs com u ~ i f o r n i d s d c .
Outras cr;uças t agb& padeo; cativar de s?gac;ldado nag
ayão dos freios. ~ 3 0 e las t
#
' - Tambor do f r e i o exc*cntrico , Dovcra çcir tornoado
r
As causas padca s e r evidcnteccnte, varkas , São as
scgui"ntes :